26/05/2020

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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143-ARTE ARRISCADA

LEGAMI/1

Interpretação:
Simona Atzori
Mariacristina Paolini
Música
John Williams
Coreografia
Paolo Londi



FONTE:  zabardah 
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ENGENHARIA DE TOPO/21.1

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ENGENHARIA DE TOPO/21

21.1-Cidade Subterrânea



FONTE: Universo do Documentário
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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Polícias obrigados ao uso 
de coletes à prova de bala

Diretor nacional da PSP determinou novas normas justificadas pelos "riscos inerentes ao serviço policial".

Os agentes da PSP que se encontrem em missões de risco são obrigados a partir de agora a usar obrigatoriamente coletes à prova de bala.
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De acordo com uma norma assinada pelo diretor nacional da PSP, Magina da Silva, a que o CM teve acesso, a nova norma é justificada com os "riscos inerentes ao serviço policial", numa decisão nunca antes tomada. 

Segundo as novas regras, os polícias passam a ter de usar colete balístico em missões que "envolvam o uso de qualquer arma, independentemente da sua natureza, por parte dos sujeitos"; situações de violência doméstica; ocorrências que envolvam suspeitos com "anomalias psíquicas"; ocorrências de desordem e que envolvam agressões ou situações em que os cidadãos estejam sob efeito de alcoól ou drogas.

Ocorrências de buscas domiciliárias, execução de mandados de detenção, captura de suspeitos agressivos, operações de reposição da ordem pública ocorrências em bairros considerados problemáticos também vão requerer o uso destes equipamentos.

Esses coletes serão distribuídos pela PSP. Em casos em que os coletes não tenham sido vestidos por não possuírem a informação correta do tipo de ocorrência, os agentes devem envergá-los à primeira oportunidade.

Ao Correio da Manhã, Carlos Torres, presidente do Sindicaro Independente de agentes da PSP assumiu-se a favor da medida: "Somos a favor da utilização do colete, agora a PSP tem que dotar os elementos policiais de coletes mais leves e atuais, isto é distribuídos individualmente".

De recordar que nas últimas semanas se verificaram pelo menos três casos de violência contra a PSP em Lisboa. Só nas últimas três, 15 agentes da PSP foram agredidos, a maioria destes na Área Metropolitana de Lisboa.

* A medida é boa, peca por tardia, os agentes da PSP e GNR já correm muitos riscos, quando um agente morre centenas de pessoas ficam indefesas.

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XII - DITADORES
2- ROBERT MUGABE
ASSASSINO DO ZIMBABWE



FONTE:   Tugolandia
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 HOJE NO 
"OBSERVADOR"
Sondagem. 
Maioria dos portugueses diz que lojas dos centros comerciais não deviam pagar renda pelos meses em que encerraram

Sondagem da Pitagórica para a Associação de Marcas de Retalho e Restauração conclui que 70% considera que os centros comerciais devem perdoar as rendas dos meses em que as lojas estiveram fechadas.

A maioria dos portugueses considera que as lojas dos centros comerciais não deviam ser obrigadas a pagar a renda pelos meses em que foram obrigadas a encerrar. Segundo uma sondagem da Pitagórica para a Associação de Marcas de Retalho e Restauração (AMRR), 70% dos inquiridos consideram que os centros comerciais devem perdoar esses pagamentos, contribuindo, assim, “para a recuperação económica”.
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Dos 605 entrevistados, 50% concordam que os centros comerciais “também devem contribuir para a recuperação da economia, perdoando as rendas dos meses em que as lojas estiveram fechadas”. Já 20% diz concordar “totalmente”. Por sua vez, 7% dos inquiridos responderam que discordam e 2% “discorda totalmente”. 17% “não concorda nem discorda”.

Questionados sobre se o Governo deve obrigar as lojas dos centros comerciais a pagar renda, a maioria também é contra: 36% diz que discorda, 22% “discorda totalmente”. Os portugueses são, aliás, da opinião de que o Estado “deveria alterar a atual lei, permitindo que as lojas dos Centros Comerciais não sejam obrigadas a pagar as rendas dos meses em que estiveram fechadas” — 68% concordaria com esta mudança, enquanto que 18% diz discordar. Os restante 14% não sabem/não responderam.

A sondagem foi realizada pela Pitagórica para a recém criada AMRR, com o objetivo de “avaliar a opinião dos portugueses sobre a situação dos centros comerciais e lojistas durante a pandemia”. As respostas foram recolhidas entre os dias 6 e 14 de maio em 605 entrevistas telefónicas. A margem de erro máximo é de cerca de 4,07% para um nível de confiança de 95,5%.

Os centros comerciais vão poder reabrir a 1 de junho, depois de terem sido obrigados a encerrar com o decreto do estado de emergência, a 18 de março.

*E a maioria dos portugueses desconhecem os contratos vorazes a que estão sujeitos os arrendatários das lojas. Os proprietários são piores que abutrius.

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Desafio em Dose Dupla
4.1- Terra Do Fogo


Canal Godeleiro
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HOJE NO 
"RECORD"
Atletas que sorriem durante as corridas gastam menos oxigénio

Estudo mostra que os atletas correm de forma mais económica e com menor nível de esforço

Os atletas que sorriem gastam menos oxigénio, trabalham de forma mais económica e têm um nível de esforço menor, refere um estudo realizado pelas universidades de Ulster e Swansea, divulgado esta terça-feira.
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Os investigadores pediram a um grupo de 24 atletas que colocassem uma máscara para medir o consumo de oxigénio e que corressem numa passadeira por períodos de quatro a seis minutos.

O estudo, publicado na revista técnica 'Psychiology os Sport and Exercise', mostrou que os atletas que sorriam consumiam menos oxigénio, corriam de forma mais económica e evidenciavam menor nível de esforço, quando comparados com um grupo de atletas que se mantinham mais sérios.

"Economizam cerca de 2,8% quando sorriem, comparado com quando franzem a testa", precisou Noel Brick, professor de psicologia do exercício na Univerisade de Ulster, na Irlanda do Norte, e coautor do estudo.

Uma melhoria de 2,8% para um atleta amador que corra a maratona entre as 04:20 e as 04:45 horas (o tempo médio para homens e mulheres, respetivamente) pode significar um ganho de tempo de cinco minutos.

O recordista mundial da maratona, o queniano Eliud Kipchoge, com a marca de 02:01.39 horas, caracteriza-se pelo seu sorriso.

No ano passado, em Viena, Eliud Kipchoge correu a distância em menos de duas horas (01:59.40), tempo que não foi homologado, tendo admitido no final que sorria para relaxar e lidar com a dor.

* O nosso estudo fictício leva-nos a afirmar que mesmo os não-atletas que não sorriem e preferem vociferar perdem muito oxigénio o que leva à oxidação dos neurónios, é o caso do sr. Ventura.

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CATARINA CALDEIRA MARTINS

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O “novo normal” para 
as Universidades e a perigosa 
vertigem do virtual

Pensar o “novo normal” não pode ser um falso salto para tornar a formação e a investigação num negócio, desigual e assente na exploração, bem como em modelos de gestão que reforçam o autoritarismo e diminuem os direitos ao trabalho e à educação.

O processo de introdução de lógicas neoliberais no Ensino Superior é já longo. A par com a demissão do Estado relativamente ao financiamento, e com a redução da democracia nas Universidades, foi fazendo um caminho que resultou na diminuição da qualidade da formação, a partir de Bolonha, na precarização de um corpo docente cada vez mais reduzido, envelhecido, e explorado através de um sem número de tarefas estéreis e burocratizantes, e na falta de condições para a investigação, com igual desinvestimento do Estado numa carreira sólida para um número cada vez maior de investigadores de já várias gerações, empurrados sucessivamente para a precariedade e vivendo no ou sob a ameaça de desemprego. Ao mesmo tempo, o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior diminuiu drasticamente a democracia interna, permitindo a definição da sua política e estratégias por entidades empresariais e uma lógica de negócio, associada à necessidade de financiamento por captação de receitas ditas “próprias”. Algures foi-se perdendo a razão de ser de uma Universidade: a formação não somente técnica e especializada nos mais diversos campos do saber, mas também de cidadãos e cidadãs cultos e com capacidade de pensamento crítico, de interrogação da sociedade, de debate intelectual, de resolução de problemas sociais através de perspetivas amplas e transversais, muito para além daquilo que permite colocar dinheiro em caixa.

A passagem a um funcionamento não presencial das IES, determinada pela Covid19, tem vindo a ser saudada como um salto para um futuro a que as universidades souberam responder com excelência e que constitui uma oportunidade decisiva e inquestionável para a sempre ambicionada modernização e competitividade. Impulsionada pela pandemia e pelos interesses económicos, esta retórica tem vindo a disseminar-se, à revelia dos factos, das comunidades universitárias, e do que é – e deve continuar a ser – uma Universidade digna desse nome. É um rumo extremamente perigoso que deve ser travado.

Na realidade, o que a covid-19 reforçou foi o caminho indesejável descrito acima. Sob ordens discricionárias emitidas por reitores, sem preparação e sem consulta, sequer, do órgão perante o qual respondem, o Conselho Geral, os/as docentes das universidades confrontaram-se com tarefas para as quais não dispunham nem de meios técnicos, nem de condições materiais, nem de formação especializada (o ensino à distância, para ser sério, requer mais do que o uso ad hoc de uma qualquer plataforma online). Começaram, também, a ser sujeitos a formas inauditas de controlo e de assédio moral, de aumento exponencial de horas de trabalho, de assunção dos custos do teletrabalho, de prolongamento de anos letivos e épocas de exame sob regras de televigilância que, inclusivamente, podem constituir violação de leis relativas à privacidade dos/as estudantes. Estes/as, por sua vez, foram expostos a situações de desigualdade manifesta, por carecerem, igualmente, dos recursos técnicos para acesso à formação à distância, do acesso à bibliografia, a laboratórios, sequer a residências. A esta sobrecarga laboral e emocional acresceu, em ambos os casos, a necessidade de assegurar, em regime de teletrabalho, funções de cuidado de dependentes – crianças em ensino à distância, idosos em grupo de risco – com uma forte dimensão de desigualdade de género. Ao mesmo tempo que procuravam manter a normalidade possível no que diz respeito à formação, a docentes era pedido que “produzissem” artigos, prosseguissem pesquisa, e “inovassem”. De reitores, como o da UC, líamos no jornal, com uma sensação de forte desconforto, o elogio de uma suposta “modernidade” que ainda estamos a viver como exploração e abuso. Sob a máscara deste discurso, é difícil ignorar que estará em curso a conversão da Universidade num business center de investigação a pronto e por encomenda, e numa fábrica de venda de diplomas mal-amanhados num simulacro de formação à distância.

Podemos experimentar todo o tipo de “remendos” para uma situação de pandemia, mas estes nunca constituirão uma Universidade. Pensar o “novo normal” não pode ser um falso salto para tornar a formação e a investigação num negócio, desigual e assente na exploração, bem como em modelos de gestão que reforçam o autoritarismo e diminuem os direitos ao trabalho e à educação. O Pós-Covid tem de trazer o fim do RJIES, a reposição da democracia e da colegialidade na gestão das universidades, a revisão do modelo de financiamento, a contratação, em regime não precário, de um número significativo de docentes, uma sólida carreira de investigação, e condições para o exercício sério de pedagogias modernas, sim, mas consolidadas na formação presencial. Universidade é comunidade – o virtual é um complemento útil, mas nunca pode converter-se na regra. A dispersão da comunidade em teletrabalho é também a dispersão da sua força crítica e reivindicativa. É a dissolução e atomização dos coletivos que pensam a sociedade e que, em crises futuras, já não poderão responder com soluções reais para problemas reais.

 * Professora universitária, dirigente do Bloco/Coimbra

 IN "ESQUERDA"
21/05/20

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2281.UNIÃO



EUROPEIA


Post image


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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Ana Leal suspensa pela TVI por divulgar emails trocados com a direção

Jornalista em casa, a receber vencimento mas sem atividade na estação televisiva. Em causa emails divulgados ao conselho de redação

A jornalista Ana Leal foi suspensa pela direção da TVI. Em causa está a divulgação ao conselho de redação (CR) da TVI de emails particulares trocados com direção do canal, confirmou ao DN o advogado da jornalista, Ricardo Sá Fernandes.

"A única razão que foi invocada tem a ver com essa matéria, o que não quer dizer que não possa haver outras. O que constava na carta é que havia suspeitas de alguns comportamentos irregulares, nomeadamente estas mensagens de trabalho", começou por dizer o advogado.
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"Em defesa de Ana Leal o que tenho a dizer é que essas mensagens internas foram enviadas aos órgãos próprios, como o CR e outros órgãos a quem podiam e deviam ser enviadas para serem analisadas e averiguadas. É perfeitamente legítimo e não creio que haja fundamento para a suspensão ou para a instauração de qualquer inquérito à Ana Leal", acrescentou Ricardo Sá Fernandes.

"O que eu vejo é que há uma tensão decorrente do facto de a TVI e a Ana Leal terem divergido sobre um conjunto de reportagens que a jornalista tinha feito e que a TVI não pôs no ar. Em função disso é que há este litígio e que tem apenas a ver com uma questão: a liberdade de imprensa e a forma como esta é encarada por uns e por outros", argumentou o advogado.

Ana Leal encontra em casa, a receber vencimento mas sem qualquer atividade na estação televisiva. Ricardo Sá Fernandes diz que ainda é cedo para se falar em resolução do litígio em tribunal e aguarda pelo inquérito por parte da TVI, não esperando que a vontade da cadeia de televisão seja avançar para o despedimento.

Fonte oficial da TVI confirmou ao DN a suspensão e a instauração de um inquérito, mas refere que a estação não vai comentar um assunto interno.

Jornalistas criticam cancelamento do programa "Ana Leal"
Os jornalistas da TVI que integravam a equipa do programa "Ana Leal" criticaram a decisão da Direção de Informação de cancelar este segmento dedicado ao jornalismo de investigação, considerando que a profissão "não está de quarentena", apesar da pandemia.

De acordo com uma carta enviada ao Conselho de Redação da TVI, a que a agência Lusa teve acesso na primeira quinzena deste mês, os jornalistas que faziam parte da equipa deste programa contestam o seu cancelamento, considerando que o "jornalismo não está de quarentena".

O segmento "Ana Leal", que era transmitido quinzenalmente, às terças-feiras, foi suspenso em 10 de março, na sequência da propagação da pandemia, mas "a equipa continuou a trabalhar sob as orientações da coordenadora Ana Leal", apenas em "histórias sobre a temática covid-19" e que seriam transmitidas no "'Jornal das 8' sempre que estivessem concluídas, mas agora sem dia nem hora marcados", prossegue o documento.

A carta refere que o Diretor de Informação, Sérgio Figueiredo, concordou manter "a marca de água 'Ana Leal' para que os espetadores soubessem que o programa estava vivo", mas acabou por retirar a "respetiva autorização acordada com a jornalista Ana Leal, sem nunca explicar porquê".

Segundo o documento, o diretor de Informação comunicou, em 26 de março, que a equipa do programa "era dissolvida" e que os jornalistas que a integravam "regressavam à redação".

A carta acrescenta que nunca foi referido a este grupo "que se tratava de uma situação transitória para acorrer a necessidades da redação" e que "a ideia foi transmitida como definitiva".

Os jornalistas que integravam a equipa deste segmento incluíram na missiva um excerto de uma conversa na aplicação de mensagens para 'smartphone' WhatsApp, de 17 de março, com uma mensagem atribuída a Sérgio Figueiredo e que consideram que demonstra "o que pretendia da informação da TVI".

"Jornalismo é informar, mas é, sobretudo, ter a noção do papel que desempenha na sociedade. Por isso, também é filtrar, ter a noção do tempo e do modo como o nosso trabalho impacta na vida dos outros. Enquanto os incêndios não se apagam, não é hora de questionar os bombeiros. Não ignoramos as falhas, mas estar a insistir nelas, estar sobretudo preocupado em denunciar o que não funciona, assusta as pessoas e afasta-as da antena, provoca rejeição. As televisões têm agora a preocupação de informar, de esclarecer, de ser pedagógicos, de perceber que as pessoas precisam sobretudo tranquilizar-se e confiar", terá dito Sérgio Figueiredo, em resposta a Ana Leal sobre uma reportagem que seria exibida no dia seguinte (18 de março).

"Quando ela acabar [a pandemia], quando ela for vencida, então voltamos a questionar, a denunciar, a pôr em causa. Como sempre temos feito, como esta equipa tem feito, com o aval e o comprometimento pessoal deste diretor que vos admira e dá o corpo às balas para que nenhuma pressão nenhum interesse vos trave", terá acrescentado o diretor de Informação da TVI.

Por seu turno, a equipa que integrava este programa considerou, na carta, que "o jornalismo em tempos de pandemia tem, efetivamente, um papel crucial em termos pedagógicos, mas não pode, de forma alguma, limitar-se a isso".

Este grupo de jornalistas ressalvou que os cidadãos "têm o direito a não quererem estar informados" e que, para alguns, poderá ser preferível "não saber o que está a acontecer" ou até será "um mecanismo de defesa para sobreviverem" a esta crise da pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus.

"Mas esse é apenas um direito do cidadão, mal andaríamos se fosse um dever do jornalismo. Ao jornalista exige-se que informe e que o faça com responsabilidade, ou seja, sem alarmismos infundados, mas com a verdade. Longe vão os tempos em que a Comunicação Social estava proibida de noticiar aquilo que deixasse as pessoas alarmadas", contrapôs este grupo de jornalistas.

Contactada pela Lusa, fonte oficial da TVI disse que "os dois espaços de informação dedicados ao jornalismo de investigação estão suspensos até decisão contrária" e que "não há planos, nem data, para o regresso de qualquer um deles".

Em relação aos elementos que integravam a equipa do programa, a mesma fonte explicou que "as pessoas estão todas integradas no esquema de rotatividade" por causa da pandemia.
Fonte do Conselho de Redação da TVI confirmou à Lusa que tem estado a acompanhar a situação.

Os jornalistas que integraram a equipa do programa "Ana Leal" também já tinham sido contactados pelo Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas.

* Há anos que a TVI pratica a "democrática ditadura" e não é só a nível redactorial. Quem tem memória lembrar-se-á de Manuela Moura Guedes ou até de Marcelo Rebelo de Sousa que bateu  com a porta.

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281-BEBERICANDO


COMO FAZER
"Caipirinha com limão e mel" 

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VI-OBSERVATÓRIO DE QUASE TUDO

3 - O Fim da Verdade

Jornalistas raptados na Síria




FONTE:  Toda a Verdade VI

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 HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"
Pagamentos em atraso aumentam 43,6 milhões em Abril para 476,7 milhões

Os pagamentos em atraso das entidades públicas aumentaram 43,6 milhões de euros entre março e abril, totalizando no final desse mês 476,7 milhões de euros, de acordo com a Síntese da Execução Orçamental hoje divulgada pela Direção-Geral do Orçamento (DGO).

“No final de abril, os pagamentos em atraso das entidades públicas ascenderam a 476,7 milhões de euros, o que representou uma diminuição de 345,5 milhões de euros relativamente ao período homólogo e um aumento de 43,6 milhões de euros face ao final do mês anterior”, lê-se no documento.
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Segundo a DGO, para a evolução favorável face ao ano anterior, “contribuíram, sobretudo, os hospitais EPE [Entidade Pública Empresarial], que registaram uma redução de 374,9 milhões de euros, e a Administração Local, com uma redução de 23,6 milhões de euros”.

No entanto, este valor foi parcialmente compensado com um aumento dos pagamentos em atraso (onde se incluem os que estão em falta há mais de 90 dias) na Administração Regional, de 33,9 milhões de euros (ME).

Já face ao mês de março, “os hospitais EPE registaram um aumento de 46,8 milhões de euros” e, “em sentido inverso, registou-se uma diminuição de 6,0 milhões de euros na Administração Regional”.
Durante esta tarde, o Ministério das Finanças já tinha assinalado a “diminuição dos pagamentos em atraso no SNS [Serviço Nacional de Saúde] em 375 ME”.

No mês anterior (março), face a fevereiro, os pagamentos em atraso tinham registado uma diminuição de 180,4 milhões de euros, de acordo com a informação da DGO.???????

As administrações públicas registaram um défice de 1.651 milhões de euros até abril deste ano, um agravamento de 341 milhões de euros face ao mesmo período de 2019, de acordo com um comunicado do Ministério das Finanças divulgado hoje.

O passivo não financeiro das Administrações Públicas, que inclui os pagamentos em atraso, situou-se em 1.623,8 milhões de euros em abril, uma redução de 363,8 milhões de euros face ao período homólogo.

* As entidades públicas diariamente lançam coimas de todas as cores sobre o contribuinte, subsidiam bancos que deviam ter sido fechados seguindo o ditado "no profit, close it", e ainda se dão ao luxo de ser os grandes caloteiros pondo  em risco a viabilidade de pequenas empresas, por causa  dos calotes já se suicidaram empresários, banqueiros não.

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Ana Moura

Loucura


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HOJE NO 
"DINHEIRO VIVO"
Constitucional confirma coima de 3,7 milhões a Ricardo Salgado

Com esta segunda rejeição do apelo do ex-banqueiro por parte do Tribunal Constitucional, assume caráter definitivo a 1ª decisão do Banco de Portugal.

O Tribunal Constitucional confirmou, num acordão datado de 14 de maio, que Ricardo Salgado terá de pagar uma multa de 3,7 milhões de euros, por atos de gestão ruinosa. O antigo presidente do BES fica ainda impedido de exercer funções em órgãos sociais da banca nos próximos dez anos, noticiou o Público na edição de terça-feira. O TC também confirmou ainda a coima de 350 mil euros a aplicada a Amílcar Morais Pires, antigo administrador financeiro do BES.
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A decisão do TC surge depois do antigo presidente do BES ter contestado, pela segunda vez, a constitucionalidade da decisão, alegando “violação do princípio da presunção de inocência do arguido” e “violação dos direitos de defesa do arguido em processo contra-ordenacional”. 
Com esta segunda rejeição do apelo do ex-banqueiro por parte do TC, assume caráter definitivo a primeira decisão do Banco de Portugal. O regulador tinha acusado Ricardo Salgado de gestão ruinosa, pela falsificação de contas da Espírito Santo International (ESI), e esquema fraudulento de emissão de dívida, no valor de 1,3 mil milhões de euros, colocada em clientes do BES.

* Poucochito para o que roubou e ajudou a roubar, mas a choça é que lhe convinha.

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DO MAR, O LIXO
~21~
𝒫𝑜𝓇𝓆𝓊𝑒 𝑜 𝓅𝓁𝒶́𝓈𝓉𝒾𝒸𝑜 𝑒́
𝓊𝓂 𝓅𝓇𝑜𝒷𝓁𝑒𝓂𝒶?



FONTE: Menos 1 Lixo



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J̷A̷I̷R̷ E̷M̷ R̷E̷U̷N̷I̷Ã̷O̷/2
'Já tentei trocar gente da segurança nossa
no Rio de Janeiro, e não consegui'


(CONCLUSÃO DE ONTEM)

* Veja neste vídeo a segunda longa fala de Jair Bolsonaro na reunião cujo conteúdo o STF tornou público nesta sexta feira. 
No trecho, o presidente diz que tentou trocar “gente da segurança nossa no Rio de Janeiro”, mas não conseguiu. Ele diz que, se precisar “troca o ministro”. A fala é citada pelo ex-ministro Sergio Moro como exemplo da tentativa de interferência na PF, o que Bolsonaro nega.


FONTE:  BBC News Brasil

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𝕮𝕴𝕹𝕰  𝕮𝕷𝖀𝕭𝕰
25) O Caos Arrebatador de   
"O Bandido da Luz Vermelha"



FONTE:  EntrePlanos

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A мσdα иσ ѕέcυlσ XX/7
Getting Dressed in 1969
London 




FONTE:  CrowsEyeProductions

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ATÉ NO CIRCO



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2348
Senso d'hoje
RUI RIO
PRESIDENTE DO PSD
DEPUTADO À A.R.
BES/NOVO BANCO
O BES é “o maior crime de
colarinho branco em Portugal”



FONTE:  PSDTV

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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS









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O QU'É ISTO?


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BOM DIA


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𝟷-ⳎⲀⳐⲤⲞ ⳨ⲞⲄⲀ "ꓓ'ⲞⲄⲀⲊ"
𝚅-𝕱𝖊𝖗𝖓𝖆𝖓𝖉𝖔 𝕿𝖔𝖗𝖉𝖔
Orquestra Sinfónica Portuguesa




16 de Novembro 2019 no Teatro Nacional de São Carlos 

(Até amanhã)