20/12/2019

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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XXXV~MEGA FÁBRICAS
3-KOENIGSEGG



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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FONTE:   Mundomotorweb Madrid 


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HOJE  NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Rui Pinto: "Benfica é como um polvo de influência junto das elites da nação"

Na primeira entrevista presencial que concedeu após ter sido detido, Rui Pinto voltou a queixar-se de que o futebol é "intocável". À "Der Spigel", nega ser um "hacker" e considera que a sua prisão preventiva "não é razoável e é injusta". Mesmo assim, a única coisa de que se arrepende é de ter contactado com a Doyen, mas só "para testar o valor da informação" que possuía.

Para Rui Pinto, o Benfica é um exemplo de que os poderes do futebol estão acima da justiça. "Se olharmos para o Benfica, o clube mais popular em Portugal, podemos ver que é como um polvo de influência junto das elites da nação. O clube tem estreitas relações com a polícia, os magistrados e os políticos e regularmente têm bilhetes VIP para os seus jogos. Seria um enorme conflito de interesses se eles alguma vez tivessem de investigar o Benfica a sério", afirmou, numa entrevista publicada esta sexta-feira pela revista alemã.
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O pirata informático revela alguma impotência na sua luta para desmascarar os podres do futebol. "É a mesma merda há anos. Desde que a equipa ganhe, nada mais interessa. Não posso lutar contra isso", desabafou. "As autoridades têm medo do que eu sei", garante Rui Pinto. "O futebol é intocável e protegem o setor apenas porque é muito mediático", argumenta.

Rui Pinto foi formalmente acusado de 147 crimes, mas contesta esta contabilização pois considera que o acesso ao servidor da firma de advogados PLMJ devia contar como apenas um crime. "Contaram todas as moradas de e-mail, por isso são mais de 70", contesta.

Questionado diretamente sobre se foi ele que acedeu ao servidor, Pinto diz que "é discutível". "Vamos debater isso em tribunal. É prematuro falar sobre isso agora", explicou. O mentor do site Football Leaks reconhece que do ponto de vista da lei portuguesa, alguns dos seus atos podem ser considerados ilegais e que irá falar sobre isso. "Mantenho que muitas das coisas que são mencionadas não foram feitas ilegalmente. E não me considero um hacker", diz algo surpreendentemente.

Para Rui Pinto, "hacking" é "entrar num sistema através de força bruta, explorá-lo e tirar partido disso". "Eu nunca fiz coisas dessas". E, confrontado com os programas de "hacking" encontrados no seu computador, alega que não era a única pessoa a usar o portátil e que por lá estarem os programas isso não quer dizer que tenham sido usados.

"As autoridades vão atribuir-me muitos crimes que eu não cometi. Mas eu não vou denunciar ninguém", avançou Rui Pinto.

À revista alemã, Rui Pinto volta a revelar dúvidas sobre um julgamento justo. "Penso que, no final, este caso irá acabar no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos porque Portugal não quer saber da proteção aos denunciantes".

"Esperava muito mais ajuda da UE"
Rui Pinto mostra algum desapontamento pela atuação das instituições judiciais europeias. "Esperava muito mais ajuda. Sei que o Eurojust é uma estrutura altamente burocrática mas não me sinto respeitado. Queriam que eu colaborasse totalmente sem me dar nada em troca. Se Portugal me condenasse a 25 anos de cadeia, Eurojust diria apenas: «Ok, azar. Queremos na mesma as tuas informações»".

Os 27 terabytes de informação que forneceu aos procuradores franceses estão encriptados e Rui Pinto é o único que tem a palavra-chave, "memorizada". Mas avança que "decididamente" não se referem apenas ao mundo do futebol, apesar de não querer destacar pessoas ou instituições. "De outra forma, os procuradores poderiam ir ter com eles, por exemplo, para me atribuírem mais violações de sigilo de correspondência", explicou.

Quanto à sua prisão preventiva considera-a "injusta". "Disseram que [em prisão domiciliária] podia entrar em atividades ilícitas com poderes estrangeiros. É ridículo", apontou.

Rui Pinto lembra que há procuradores de outros países interessados em investigar os crimes no futebol mas "em Portugal não são só criminalizados os denunciantes como também as pessoas que os querem proteger". Ou seja, "não querem usar a informação" que recolheu e disseram-lhe que a única colaboração que pretendem é que ele se incrimine.

Questionado sobre se se arrepende de alguma coisa, Rui Pinto diz que apenas se arrepende do contacto com a Doyen, mas frisa que "apenas queria testar o valor da informação. Nunca tive intenção de ficar com o seu dinheiro".

* Há muita coisa escondida, que ninguém que esclarecer, inclusive a Justiça.

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III- HISTÓRIAS
INEXPLICÁVEIS

1- A Maldição do Farol Flannan

e Aleshenka, a Múmia Russa



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


  Josevan Nascimento
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HOJE  NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Ministério do Mar foi o mais afetado 
pelas cativações em 2018

Na análise à Conta Geral do Estado de 2018, o Tribunal de Contas detetou que o Ministério do Mar foi o mais afetado pelas cativações nesse ano. Essa foi a conclusão possível dos juízes, já que, além dos "erros relevantes" que voltaram a ser detetados, há "insuficiências de programação orçamental" noutros ministérios que não permitem avaliar o impacto das cativações.

As cativações de despesa da Administração Central ascenderam a 330 milhões de euros em 2018, o que acabou por ter um maior impacto na redução do orçamento disponível do Ministério do Mar, concluiu o Tribunal de Contas.
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Segundo o parecer à Conta Geral do Estado de 2018, divulgado esta sexta-feira, 20 de dezembro, o Ministério do Mar viu o seu orçamento encolher 7,4% com a despesa cativada, seguindo-se a Presidência do Conselho de Ministros (6,1%), o Ministério da Economia (3,9%) e do Ambiente (3,6%).

No entanto, o Tribunal de Contas salienta que não foi possível avaliar o impacto das cativações em todos os ministérios, dadas as "insuficiências da programação orçamental" que não permitem a avaliação das medidas de política pública "quanto aos recursos financeiros previstos e gastos".

As críticas de insuficiências são uma constante nos pareceres anuais dos juízes às sucessivas Conta Geral do Estado. E, este ano, não foge à regra. O Tribunal de Contas voltou a encontrar "erros materialmente relevantes" na Conta Geral do Estado de 2018 e a fazer várias recomendações para os corrigir.

Mas este ano, no leque das 57 recomendações dos juízes do tribunal, há 12 novas, que incidem sobretudo sobre a reforma da contabilidade e contas públicas, a afetação da receita à 'almofada' financeira da Segurança Social (o FEFSS)

Fisco não apresenta receita do combate à fraude e evasão 
Um problema clássico apontado pelo Tribunal de Contas prende-se com os resultados do combate à fraude e evasão fiscais. Desde 2012 que a Conta Geral do Estado não apresenta a receita resultante dessas políticas, volta a criticar a entidade.

Além disso, no relatório que é elaborado anualmente sobre o combate à fraude e evasão fiscais, "o Governo utiliza indicadores inadequados para quantificar os resultados específicos deste combate", afirma o Tribunal. Isto porque esse relatório "não só não inclui os indicadores previstos na Lei Geral Tributária, como continua a apresentar outros resultados da Autoridade Tributária que extravasam os obtidos no âmbito da atividade".
Entre a informação que, para o TdC, não devia constar do relatório do combate à fraude está o valor da cobrança coerciva total, que é "onze vezes superior à que corresponde efetivamente a cobrança relativa a liquidações emitidas" através de ações de combate à fraude e evasão fiscais - 115 milhões de euros.

Cobrança coerciva voltou a subir 
Em 2018, o 'stock' da dívida em cobrança coerciva pela Autoridade Tributária continuou a aumentar, subindo 663 milhões de euros (3,4%) para atingir 20,1 mil milhões de euros, o equivalente a 44,5% da receita fiscal do ano.

Para este aumento contribuiu a subida da dívida incobrável em 886 milhões de euros (21,3%) e da dívida ativa em 204 milhões de euros (3,3%) e, em sentido contrário, a redução da dívida suspensa em 427 milhões (4,7%), em parte devida ao fim da suspensão dos processos de contribuintes das áreas afetadas pelos incêndios de outubro de 2017.

Em relação ao PERES (o regime excecional de regularização de dívidas de natureza fiscal e de dívidas de natureza contributiva à segurança social), a cobrança coerciva voltou a diminuir: de 443 milhões de euros em 2016 (quando foi criado), desceu para 116 milhões em 2017 e para 57 milhões de euros em 2018.

Também sobre perdões fiscais, o Tribunal tem alertado que "as dívidas pagas podem vir a ser anuladas, principalmente por decisões judiciais, daí resultando a restituição dos montantes pagos pelos contribuintes".

Um terço das recomendações não são acolhidas 
As recomendações feitas pelo Tribunal de Contas no âmbito da Conta Geral do Estado têm vindo a descer. Desde 2013, que o número diminuiu 33,7%: de 86 para 57. No entanto, o nível de acolhimento mantém-se abaixo de 60%. Em 2013, 54% das recomendações foram acolhidas e, em 2016, último ano para o qual são disponibilizados dados, o acolhimento subiu para 59%.

* O ministro das Finanças é um prestidigitador fantástico, dá dinheiro aos ministérios e depois surripia. Estamos cada vez a pagar mais impostos.

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𝓐𝓡𝓠𝓤𝓘𝓣𝓔𝓒𝓣𝓤𝓡𝓐
3-PΣÐAÇOS ÐΣ HISTÓЯIA

3.2-ARQUITECTURA DOS GREGOS



FONTE:  Marco Pádua

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HOJE  NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"
Prevalência do consumo de álcool
 na Região acima da nacional

Nos Açores, as prevalências de consumo de álcool nos últimos 12 meses e nos últimos 30 dias, entre a população com idades entre os 15 e os 74 anos, não só estão acima do valor nacional, como aumentaram em comparação com 2012, não seguindo a tendência de decréscimo verificada no todo nacional.

De acordo com o relatório anual sobre a situação do país em matéria de álcool, divulgado ontem pelo SICAD, em 2017, no arquipélago, a prevalência de consumo de bebidas alcoólicas no último ano e no último mês foram de 63,1% e 55,4%, respetivamente, quando a prevalência nacional foi de 58% e 49% respetivamente.
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O relatório, agora publicado, mostra ainda que a prevalência - seja do consumo ao longo da vida, seja do consumo recente e atual - tem aumentado em comparação com 2012. Nesse ano, a prevalência de consumo nos últimos 12 meses foi de 50,7% e, nos últimos 30 dias estava nos 40,3%.

* Uma verdadeira tragédia.

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MARIANA FALCATO SIMÕES

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Nascer e morrer em Portugal

Em 2018 morreram 17 mulheres durante a gravidez, parto e puerpério. Quase o dobro do que no ano anterior

O movimento de Humanização do Parto em Portugal denuncia há anos as condições precárias de constante violação dos direitos humanos da parturiente no processo de acompanhamento da gravidez e atendimento ao parto, mas este tema nunca teve o devido eco no debate público ou nas estratégias políticas. Como nos diz Graça Freitas, Diretora-Geral da Saúde (DGS), no Retrato da Saúde 2018 (link is external), “Se nos anos 60 e 70 do século passado nos debatíamos por reduzir elevadas taxas de mortalidade infantil e de mortalidade materna, que nos situavam entre os países com os piores indicadores da Europa Ocidental, hoje temos esses valores ao nível dos melhores do mundo por estarmos num país com bons resultados no que toca aos números de mortalidade materna, mortalidade perinatal e neonatal.” A frase é bonita, e verdadeira, no que toca à comparação dos números portugueses com os de países como o Peru, Bolívia, Somália, Moçambique, Paquistão, Índia… mas na Europa, minhas amigas, ainda nem chegámos a meio da tabela1.

O que são 17 mulheres? Muito? Pouco? Será que são finalmente o número suficiente para se abrir um debate sério?

Infelizmente eu diria que não. Em maio, Graça Freitas afirmava (link is external) que “Temos de estar preparados para um aumento das mortes maternas”, quando os números de 2018 ainda não eram conhecidos publicamente, mas ninguém acredita que não fossem do conhecimento da DGS. É criado um grupo de trabalho para estudar o aumento das mortes maternas, quando na verdade este número tem vindo a aumentar (link is external) já desde 2012. É aquela sensação, muito portuguesa, de que andamos sempre a “correr atrás do prejuízo”.

As causas apontadas para o aumento de mortes maternas, no calor da divulgação desta notícia, foram desde as greves da classe de enfermagem, a carência das equipas obstétricas, o aumento da idade das parturientes, não deixam de ser fatores plausíveis, mas num país com um modelo de acompanhamento da gravidez e atendimento ao parto altamente medicalizado, com uma taxa de cesarianas (link is external) de 34,1%, uma taxa de episiotomia (link is external) acima dos 70%, receio que vamos continuar à procura de “desculpas” e não de soluções.

Ler as recomendações da DGS e da Organização Mundial da Saúde (OMS) é como ler um maravilhoso livro de poesia. Quando chegará a teoria à prática diária do nosso país? Olufemi Oladapo, do Departamento de Saúde Reprodutiva da OMS, diz que “A gravidez não é uma doença e o nascimento é um fenómeno normal, que se pode esperar que a mulher complete sem intervenção”. Mal sabe ele que em Portugal ainda se fazem manobras de Kristeller, mulheres a receber ocitocina intravenosa a julgar que é apenas soro, mulheres a viver todo o trabalho de parto com os seus companheiros na sala de espera sem poderem entrar. Enfim, e estou a dar a versão suave, porque o rol de abusos não se fica por aqui.

As carências do SNS são por demais conhecidas. Sabemos que também na área do nascimento, os utentes têm vindo a aumentar nas unidades de saúde privada. Mas o que me parece que ninguém anda a falar é da violação grosseira dos direitos da mulher na gravidez e parto. Seja no público ou no privado. E já é tempo!

Em 2016 a Associação dos Direitos pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto publicou um relatório das “Experiências de Parto em Portugal (link is external)”. Nesse documento podemos ler vários relatos, “A indução custou e a anestesista foi muito ríspida e inconveniente.” “Enfermeiras rudes e com muita falta de profissionalismo, aquele que deveria ser um momento único na minha vida transformou-se em momentos de muita dor e angústia. (…) Em contrapartida, os médicos foram excelentes.” “Apenas queria dizer que quando respondi de forma positiva relativamente aos profissionais de saúde estava a considerar as parteiras porque a médica foi mesmo bruta e insensível.”

Assim se vê que o problema não está (só) nos obstetras, nem (só) nas enfermeiras, nem (só) nos anestesistas, mas no próprio modelo de atendimento. Hoje em dia já há profissionais a trabalhar de acordo com as recomendações da OMS e segundo os mais atuais princípios da Medicina Baseada em Evidência Científica, mas é preciso sorte para apanhar as equipas certas.

As mulheres em Portugal têm cada vez menos filhos e cada vez mais tarde. E quando os têm, passam por processos altamente violentos, físicos e emocionais. Isto tem um nome: violência obstétrica. É disto que devíamos estar a falar.

No programa eleitoral do Bloco de Esquerda (link is external) refere-se que a promoção do parto respeitado pode começar pelo enquadramento legislativo da violência obstétrica. E eu concordo. Não porque encher os tribunais de profissionais de saúde venha resolver alguma coisa, mas acima de tudo, para libertar as mulheres do ónus dessa responsabilidade.

Que comece o debate! Que neste assunto o Interior não está do Avesso, mas completamente em conformidade com todo o país.


* Engenheira agrícola. 
Pertence às Mães d’Água

IN "esquerda.net"
16/12/19

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2128.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE  NO 
"DESTAK"
Governo considera que experiência de 
Paulo Soares "contribuirá decisivamente" 
para sucesso de missão

O Governo considerou hoje que a "vasta experiência" do coronel da GNR Paulo Soares no domínio da segurança "contribuirá decisivamente para o sucesso da Missão" de Aconselhamento da União Europeia na República Centro-Africana (RCA), congratulando-se pela sua nomeação. 
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"Portugal reitera o seu compromisso com a estabilização da situação securitária na RCA e com os esforços da comunidade internacional para assegurar a melhoria das condições de vida da sua população", lê-se num comunicado distribuído hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de congratulação com a escolha deste comandante da GNR para a missão, cujo lançamento deverá ocorrer no segundo trimestre de 2020.

Na terça-feira, o Ministério da Administração Interna (MAI) anunciou a escolha do comandante da GNR Paulo António Pereira Soares, de 55 anos, para chefiar a missão Europeia de Gestão Civil de Crises na República Centro-Africana (EUAM-RCA). 

* Para bem de quem sofre desejamos-lhe muito sucesso.

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15-Falsidade.com 
15.1-VENTOS DO PASSADO



FONTE:  tbrsete

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VOLTEI A COMPRAR
NO MERCADO NEGRO




FONTE:  Nuno Agonia

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HOJE NO 
"i"
Há um apartamento em Lisboa que
 apenas aceita jovens LGBTI+

O projeto vai contar com o apoio da autarquia.

Depois de a Câmara Municipal de Lisboa (CML) ter aprovado, este mês, o Plano Municipal LGBTI+ 2020-2021 – com votos contra do CDS –, surge o projeto ReAJo, uma parceria entre a autarquia e a Casa Qui – Associação de Solidariedade Social. 
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A iniciativa pretende apoiar a autonomização dos jovens que, entre os 16 e os 23 anos, façam parte da comunidade e que, nomeadamente, se encontrem em situação sem-abrigo, “por falta de suporte familiar ou violência doméstica”, explica a diretora executiva da Casa Qui, acrescentando que existem muitos casos em que ao atingirem a maioridade, os jovens “são expulsos de casa”.

Nos últimos três anos, a associação recebeu, segundo a agência Lusa, 204 pedidos de jovens LGBTI, dos quais “30 correspondem a este tipo de necessidade”. Rita Paulos explicou que o apartamento, com capacidade para acolher quatro pessoas em simultâneo, “ficará aquém daquilo que, provavelmente, será a necessidade”. “Mas já é, neste momento, extremamente positivo termos esta capacidade”, acrescenta.

Rita Paulos informou ainda que, quanto aos pedidos de ajuda, existem solicitações “de todos os pontos do país, inclusive das ilhas”. A diretora explica ainda que “muitos jovens” vêm até Lisboa “porque acham que o ambiente vai ser mais acolhedor, mais positivo”.

Para além de tentarem ajudar com a questão do alojamento, a Casa Qui, em parceria com a CML, tenta, a partir deste projeto, “apoiar a empregabilidade” para que estes jovens se tornem autónomos.

“Estão a ser atirados, de repente, para uma vida adulta e precisam de algum apoio, além de todo o transtorno e a desestruturação que pode estar a ocorrer, porque mesmo que não haja violência física há violência emocional”, explica Rita Paulos.


* Falta a estatística de que uma enorme maioria destes jovens escorraçados vêm de famílias cristãs frequentadoras de culto e muito amen.

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Catarina Clau

“You say”


The Voice Portugal - Prova Cega

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HOJE  NO 
"A BOLA"
FIFA pondera Mundial 
de dois em dois anos

Esta sexta-feira, Gianni Infantino admitiu colocou em cima da mesa a hipótese de realizar o Campeonato do Mundo de Futebol Feminino de dois em dois anos. Recorde-se que atualmente, à semelhança do que acontece com a prova masculina, é disputada de quatro em quatro anos.
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«É uma hipótese que estamos a estudar. É um evento que tem um impacto incrível no desenvolvimento do jogo e precisamos disso para ajudar o futebol feminino a crescer», explicou o presidente da FIFA ao Guardian.

Recorde-se que a FIFA já tinha acordado aumentar o número de equipas de 24 para 32, como o novo formato a entrar em efeito no Mundial-2023.

* Não temos a certeza se será boa ideia.

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V-GENOMA HUMANO
1- DESCOBRINDO
PODERES  OCULTOS


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ANGOLA
500 MILHÕES DE DÓLARES

Historial caso "500 Milhões de Dólares"
Começou antes das eleições de 2017



FONTE:   TPA Online

Jorge Gaudens diz em tribunal que vive
 com 12 milhões de kwanzas por mês




FONTE:  TPA Online


A razão de reuniões dentro e fora do país



FONTE:  Record TV Africa


TS arrola ex-presidente da República
como declarante



FONTE:   Angola Press


"Zenu" Dos Santos diz que cumpriu 
orientação do Ex Presidente da República



FONTE:  TPA Online

Caso $500 milhões Ex-Presidente da 
República autorizou assinatura do 
 acordo com o Sindicato Bancário



FONTE:  CANAL TUBE ANGOLA


Audição a Valter Filipe/1



Audição a Valter Filipe/2




FONTE:  TPA Online


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𝒯𝒪𝒫 𝟣𝟢: 
𝒫ℰ́ℛ𝒪ℒ𝒜𝒮 𝒟𝒪 ℬ𝒪ℒ𝒮𝒪𝒩𝒜ℛℐ𝒮ℳ𝒪




FONTE:  Meteoro Brasil

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FALCO
A Ana no Labirinto das Compras



FONTE:  Polícia Segurança Pública

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COP25


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. 2190/4
Senso d'hoje
MARIA JOSÉ MORGADO
PROCURADORA GERAL ADJUNTA
RICARDO CARDOSO
JUIZ DESEMBARGADOR
TERESA VIOLANTE
PROFESSORA UNIVERSITÁRIA
DIREITO CONSTITUCIONAL
DIREITO EUROPEU
Conferência 
"Justiça e Democracia"
Os perigos que assombram
a democracia liberal"




* A partir do auditório do Observador, este primeiro painel tem como tema “O que fazer para melhorar a celeridade e a eficácia da Justiça Penal e do combate à corrupção”. A debatê-lo estão Maria José Morgado, procuradora-geral adjunta e uma das principais caras do combate à corrupção; o juiz desembargador Ricardo Cardoso; e a professora Teresa Violante, especialista em Direito Constitucional Comparado e Direito Europeu. O moderador é o jornalista Luís Rosa.

** No sentido de poder divulgar aos nossos visitadores dividimos esta importante conferência em quatro partes, editada em quatro dias seguidos a partir de 17/12.


FONTE:  Observador
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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS









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MONARCA

De Crisália a Borboleta


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BOM DIA


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90-CINEMA
FORA "D'ORAS"
𝐼𝐼𝐼-Ơ Տҽɠɾҽɗօ ɗҽ Ɓɾօƙҽɓąƈƙ Ɱօʋղƭąíղ



Sιησρѕє:

𝔍𝔞𝔠𝔨 𝔢 𝔈𝔫𝔫𝔦𝔰 𝔠𝔬𝔫𝔥𝔢𝔠𝔢𝔯𝔞𝔪-𝔰𝔢 𝔫𝔬 𝔚𝔶𝔬𝔪𝔦𝔫𝔤, 𝔫𝔬 𝔳𝔢𝔯𝔞̃𝔬 𝔡𝔢 1963, 𝔮𝔲𝔞𝔫𝔡𝔬 𝔣𝔬𝔯𝔞𝔪 𝔱𝔯𝔞𝔟𝔞𝔩𝔥𝔞𝔯 𝔭𝔞𝔯𝔞 𝔲𝔪 𝔯𝔞𝔫𝔠𝔥𝔬 𝔮𝔲𝔢 𝔠𝔯𝔦𝔞𝔳𝔞 𝔬𝔳𝔢𝔩𝔥𝔞𝔰

𝔑𝔞𝔮𝔲𝔢𝔩𝔢 𝔞𝔪𝔟𝔦𝔢𝔫𝔱𝔢 𝔰𝔬𝔩𝔦𝔱𝔞𝔯𝔦𝔬 𝔡𝔞𝔰 𝔪𝔬𝔫𝔱𝔞𝔫𝔥𝔞𝔰, 𝔢𝔩𝔢𝔰 𝔞𝔠𝔞𝔟𝔞𝔪 𝔭𝔬𝔯 𝔱𝔢𝔯 𝔲𝔪 𝔯𝔞́𝔭𝔦𝔡𝔬 𝔠𝔬𝔫𝔱𝔞𝔠𝔱𝔬 𝔰𝔢𝔵𝔲𝔞𝔩.

𝔔𝔲𝔞𝔫𝔡𝔬 𝔬 𝔱𝔯𝔞𝔟𝔞𝔩𝔥𝔬 𝔫𝔬 𝔯𝔞𝔫𝔠𝔥𝔬 𝔞𝔠𝔞𝔟𝔞, 𝔠𝔞𝔡𝔞 𝔲𝔪 𝔰𝔢𝔤𝔲𝔢 𝔬 𝔰𝔢𝔲 𝔠𝔞𝔪𝔦𝔫𝔥𝔬.

𝔈𝔩𝔢𝔰 𝔠𝔞𝔰𝔞𝔪 𝔢 𝔳𝔦𝔳𝔢𝔪 𝔠𝔬𝔪 𝔞𝔰 𝔰𝔲𝔞𝔰 𝔯𝔢𝔰𝔭𝔢𝔠𝔱𝔦𝔳𝔞𝔰 𝔢𝔰𝔭𝔬𝔰𝔞𝔰. 
𝔇𝔲𝔯𝔞𝔫𝔱𝔢 𝔪𝔲𝔦𝔱𝔬𝔰 𝔞𝔫𝔬𝔰 𝔫𝔞̃𝔬 𝔰𝔢 𝔳𝔢̂𝔪 𝔞𝔱𝔢́ 𝔮𝔲𝔢 𝔲𝔪 𝔡𝔦𝔞 𝔠𝔬𝔪𝔢𝔠̧𝔞𝔪 𝔞 𝔪𝔞𝔯𝔠𝔞𝔯 𝔢𝔫𝔠𝔬𝔫𝔱𝔯𝔬𝔰 𝔢𝔰𝔭𝔬𝔯𝔞́𝔡𝔦𝔠𝔬𝔰, 𝔢 𝔪𝔞𝔫𝔱𝔢̂𝔪 𝔲𝔪 𝔠𝔞𝔰𝔬 𝔞𝔪𝔬𝔯𝔬𝔰𝔬 𝔡𝔲𝔯𝔞𝔫𝔱𝔢 20 𝔞𝔫𝔬𝔰.


ҼƖҽղƈօ: 

ℌ𝔢𝔞𝔱𝔥 𝔏𝔢𝔡𝔤𝔢𝔯 𝔠𝔬𝔪𝔬 𝔈𝔫𝔫𝔦𝔰 𝔇𝔢𝔩 𝔐𝔞𝔯
𝔍𝔞𝔨𝔢 𝔊𝔶𝔩𝔩𝔢𝔫𝔥𝔞𝔞𝔩 𝔠𝔬𝔪𝔬 𝔍𝔞𝔠𝔨 𝔗𝔴𝔦𝔰𝔱
ᾋ𝔫𝔫𝔢 ℌ𝔞𝔱𝔥𝔞𝔴𝔞𝔶 𝔠𝔬𝔪𝔬 𝔏𝔲𝔯𝔯𝔢𝔫 𝔑𝔢𝔴𝔰𝔬𝔪𝔢 𝔗𝔴𝔦𝔰𝔱
𝔐𝔦𝔠𝔥𝔢𝔩𝔩𝔢 𝔚𝔦𝔩𝔩𝔦𝔞𝔪𝔰 𝔠𝔬𝔪𝔬 𝔄𝔩𝔪𝔞 𝔅𝔢𝔢𝔯𝔰 𝔇𝔢𝔩 𝔐𝔞𝔯
𝔄𝔫𝔫𝔞 𝔉𝔞𝔯𝔦𝔰 𝔠𝔬𝔪𝔬 𝔏𝔞𝔰𝔥𝔞𝔴𝔫 𝔐𝔞𝔩𝔬𝔫𝔢
𝔏𝔦𝔫𝔡𝔞 ℭ𝔞𝔯𝔡𝔢𝔩𝔩𝔦𝔫𝔦 𝔠𝔬𝔪𝔬 ℭ𝔞𝔰𝔰𝔦𝔢 ℭ𝔞𝔯𝔱𝔴𝔯𝔦𝔤𝔥𝔱

ℜ𝔞𝔫𝔡𝔶 𝔔𝔲𝔞𝔦𝔡 𝔠𝔬𝔪𝔬 𝔍𝔬𝔢 𝔄𝔤𝔲𝔦𝔯𝔯𝔢

𝔎𝔞𝔱𝔢 𝔐𝔞𝔯𝔞 𝔠𝔬𝔪𝔬 𝔄𝔩𝔪𝔞 𝔍𝔯. (𝔞𝔬𝔰 19)


FONTE: BomBa Filmes