quarta-feira, 19 de julho de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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TRAPACEIROS

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III-OS RIOS E A VIDA
1-O RENO

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CELIA KRITHARIOTI

HAUTE COUTURE
PRIMAVERA/VERÃO

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IV-MESTRES DE COMBATE
1- Kung Fu
CHINA

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* Não somos fãs destas modalidades desportivas, temos até   dúvidas se o "modismo" destas prácticas não potencia os conflitos de minorias formatadas em grupos de luta. Os vídeos desta série têm espectáculo e aventura, priviligeámos isso.

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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PAULA COSME PINTO

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 O aborto clandestino 
continua a matar 
milhares de mulheres

Brasília, Maio de 2017. É aprovado um projeto de lei que pretende obrigar as vítimas de violação a terem de ver imagens do feto, mês a mês, antes de avançarem para a possibilidade de aborto (que só é permitido naquele país em casos de anencefalia do feto, de violação ou quando a gestação é um risco para a vida da mulher). El Salvador, Junho de 2017. Uma mulher dá à luz uma criança sem vida, num parto feito sem condições. A gravidez foi resultado de uma violação. O seu atacante não foi preso pelo crime de abuso sexual, mas a mulher recebeu uma sentença de 30 anos de prisão pelo aborto espontâneo, uma vez que não procurou ajuda médica imediata mal teve as primeiras contrações. Tinha, alegou a acusação, intenção de matar a criança. Arkansas, Julho de 2017. Entra em vigor uma nova lei que apenas permite a mulher fazer um aborto caso tenha autorização por escrito do homem que a engravidou, incluindo em casos de abuso sexual ou de relações abusivas.

Mundo fora, são muitos ainda os países, mais ou menos desenvolvidos, onde a interrupção voluntária da gravidez continua a ser um tema absolutamente tabu, e contemplado como crime. Mas não é isso que o torna menos comum. Os casos que relato em cima são apenas três, de uma imensidão de histórias e decisões macabras relacionadas com este tema. Milhares de mulheres continuam a ter de abortar às escondidas, em clínicas clandestinas, sem condições básicas e em situação de total vulnerabilidade. Muitas (demasiadas) morrem no processo, muitas outras são perseguidas e presas pela sua escolha. Uma verdadeira caça às bruxas, que permanece como um atentado à dignidade e direito de escolha, individual, segura e em consciência, da mulher sobre o seu corpo.


IVG em Portugal: dez anos depois da despenalização
Na semana passada, na Cimeira de Londres para o Planeamento Familiar, falava-se do facto de em todo o mundo existirem mais de 214 milhões de mulheres sem acesso a métodos contraceptivos modernos, algo que estava diretamente relacionado com mais de 700 mil gravidezes indesejadas de jovens raparigas. Raparigas que acabam por ter de abandonar a escola e ficar em situação de fragilidade familiar, por exemplo, algo que condena as suas vidas, à partida. Tal como o estigma social. Para muitas, a possibilidade de um aborto é uma miragem, mesmo que as gravidezes resultem de situações de abuso sexual. Quanto à sua vontade, isso nem sequer entra na equação. Para outras é uma sentença de morte: um estudo da Fundação Bill e Melinda Gates mostra que, só em 2015, 15% do total de mortes em contexto de maternidade estavam relacionadas com complicações em abortos clandestinos.

É impossível tudo isto não nos dar que pensar, principalmente quando temos à nossa frente o resultado prático de 10 anos de despenalização da IVG em Portugal: desde 2007, o número de abortos e reincidências baixou, até mesmo entre as jovens com menos de 20 anos. Por outro lado, aumentou o número de mulheres que recorrem a consultas de planeamento familiar e a métodos contraceptivos após uma IVG. 

Aliás, no que diz respeito a abortos, Portugal encontra-se atualmente abaixo da média europeia. E os casos de mortes por abortos mal feitos praticamente já mal existem por cá.
Trinta e três anos após o 25 de abril, a despenalização do aborto foi levada a referendo e os portugueses fizeram a sua escolha, uma escolha que se revelou acertada, com todos os indicadores atuais a comprovarem-no. Mas mesmo assim, ainda em 2015 se voltou a tentar mexer nesta lei, um sintoma claro do desconforto que tal tema ainda gera por mais que os resultados desta despenalização sejam positivos. Tal como é um sintoma preocupante que, como avançava a agência Lusa na semana passada, ainda haja cerca de 500 mulheres portugueses que todos os anos vão a clínicas espanholas para realizarem este procedimento. Muitas delas em busca de uma maior sensação de confidencialidade, algo que deverá tornar menor o estigma. Mais uma vez, o estigma.

Abortos clandestinos: 47 mil mortes por ano
Lembro-me de, em 2015, um estudo levado a cabo pela Escola de Medicina da Universidade de São Francisco, na Califórnia, ter dado que que falar por causa deste resultado: depois de acompanharem, durante três anos, mais de 600 mulheres antes e após fazerem um aborto, concluíram que 95% daquelas pessoas não se arrependeram da sua decisão. A esmagadora maioria sentia que tinha tomado a opção acertada e não se sentia culpada por isso. Ironicamente (ou não), a única coisa que realmente as fez sentir recorrentemente mal durante todo esse processo foi o estigma ainda presente na sociedade. Aos olhos do universo onde estão inseridas, elas deveriam sentir vergonha da sua decisão.

Há uns dias li a as palavras de amigo obstetra, que citava a sua colega Manisha Kumar, da organização Médicos Sem Fronteiras: “Todos os anos morrem cerca de 47 mil mulheres com complicações relacionadas com aborto ilegais. Este número é maior do que a totalidade de mulheres e crianças que morreram no conflito sírio nos últimos seis anos. É maior do que o número total de pessoas que morreram com Ébola”. Estas comparações valem o que valem, mas têm o condão de nos pôr a pensar. Até quando vamos deixar que milhares de milhares de mulheres morram anualmente por serem privadas de um direito de escolha digno, seguro e legal sobre o seu corpo?


IN "EXPRESSO"
17/07/17

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1296.UNIÃO



EUROPEIA



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I-CORPOS MARCADOS
 

3-MALDADE PURA


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FONTE: History Channel Brasil


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Mapeando ZANZIBAR
com drones de
baixo custo 

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FONTE: ONU BRASIL

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Pontos Negros
Cantam Duo Ouro Negro

Muamba, Banana e Cola

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Carta de uma jovem


Fui à festa, mãe. Fui à festa, e lembrei-me do que me disseste. Pediste-me que eu não bebesse álcool, mãe... Então, bebi uma 'Sprite'. Senti orgulho de mim mesma, exactamente o modo como me disseste que eu me sentiria. E que não deveria beber e de seguida conduzir. Ao contrário do que alguns amigos me disseram. Fiz uma escolha saudável, e o teu conselho foi correcto.

Quando a festa finalmente acabou e o pessoal começou a conduzir sem condições, fui para o meu carro, na certeza de que iria para casa em paz... Eu nunca poderia esperar... Agora estou deitada na rua e ouvi o policia dizer: 'O rapaz que causou este acidente estava bêbado'.

Mãe, a voz parecia tão distante... O meu sangue está por todo o lado e eu estou a tentar com todas as minhas forças não chorar... Posso ouvir os paramédicos dizerem: 'A rapariga vai morrer'...Tenho a certeza de que o rapaz não tinha a menor ideia, enquanto ele estava a toda velocidade, afinal, ele decidiu beber e conduzir!! E agora eu tenho que morrer. Então... Porque é que as pessoas fazem isso, mãe? Sabendo que isto vai arruinar vidas?

A dor está a cortar-me como uma centena de facas afiadas.
Diz à minha irmã para não ficar assustada, mãe, diz ao pai que ele tem que ser forte. Quando eu partir, escreva 'Menina do Pai' na minha sepultura...


Alguém deveria ter dito àquele rapaz que é errado beber e conduzir. Talvez, se os pais dele o tivessem avisado, eu ainda estivesse viva... Minha respiração está a ficar mais fraca mãe, e estou a ficar realmente com medo. Estes são os meus momentos finais e sinto-me tão desesperada...

Gostaria que tu pudesses abraçar-me mãe, enquanto estou aqui esticada a morrer, gostaria de poder dizer que te amo mãe...

Então... Amo-te Adeus...'


NR: Este texto é ficção mas transporta-nos para uma realidade bem cruel. 


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Tribunal valida lei belga 
contra uso de véus femininos 
que cobrem o rosto

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FONTE: EURONEWS

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Afinal, que leis 
protegem as nossas florestas?

OITO PERGUNTAS PARA OITO RESPOSTAS

1- Como é composta a floresta portuguesa?
De acordo com o relatório “Estatísticas e dinâmicas territoriais multiescala de Portugal Continental 1995-2007-2010 com base na Carta de Uso e Ocupação do Solo (COS)”, a área ocupada por floresta corresponde a 39% do território nacional (3.472.459 hectares) e a área ocupada por sistemas agro-florestais — espaços agrícolas com árvores florestais no terreno — corresponde a 8% do país (712.952 hectares).
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A árvore mais abundante nas florestas portuguesas é o pinheiro-bravo, que ocupa mais de 31% desses terrenos (1.083.372 hectares). Segue-se o eucalipto com 24,4% (848.431 hectares) e o sobreiro com 17,5% (608.960 hectares). Outras árvores têm expressões menores: os carvalhos ocupam 6,2% das florestas (216.096 hectares), as azinheiras ocupam 5,8% (200.075 hectares) e o pinheiro-manso ocupa 5,7% (197.325 hectares).

A restante percentagem é completada por áreas significativamente mais pequenas de castanheiros, espécies invasoras, outras árvores resinosas e outras árvores folhosas.

2-A que distâncias devem estar as árvores entre si numa floresta?
De acordo com o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, as distâncias a que as árvores devem estar entre si numa floresta dependem das espécies a que nos referimos. Na lista que expõe no site, o Instituto refere-se a apenas três espécies de árvores: o carvalho-alvarinho, o pinheiro-manso e “outros carvalhos” (como são designados).

Por hectare de floresta pode haver entre 800 e 1.600 carvalhos-alvarinhos (Quercus robur) que devem estar a uma distância entre 4,5 metros e 3 metros entre linhas e entre 2 metros e 2,5 metros em cada linha. Quanto a outros carvalhos, quando plantados para produzir madeira, pode haver entre 800 e 1000 árvores por hectare distantes umas das outras entre 4 metros e 4,5 metros entre linhas e entre 2,5 e 3 metros em cada linha.

Se os pinheiros-mansos (Pinus pinea) forem plantados para produção de madeira e fruto, podem existir entre 450 e 650 árvores por hectar e devem estar a uma distância de entre 4,5 e 6 metros entre linhas e entre 3,5 e 4 metros por cada linha. Se os mesmos pinheiros servirem para dar fruto, pode haver entre 100 e 300 árvores por hectare que podem estar a uma distância de entre 6 e 10 metros entre linhas e entre 5,5 e 10 metros em cada linha.

Outros números devem ser levados em conta. Por exemplo, a distância entre as copas das árvores deve ser no mínimo de 4 metros e, enquanto elas não atingirem os oito metros, todos os ramos devem ser tirados até 50% da sua altura. A partir dos oito metros de altura, as árvores podem ser desramadas apenas até aos 4 metros de altura.

3-A que distância devem estar as árvores de outras infraestruturas?
De acordo com o Decreto nº 13658 de 23 de Maio de 1927, é proibida a plantação de eucaliptos a menos de 20 metros de campos agrícolas, quando entre esses campos e o local da plantação não existam estradas, rios, ribeiros ou edifícios.

De acordo com o Regime Jurídico de Ações de Arborização e Reaborização, sempre que haja uma infraestrutura — seja uma casa ou uma estrada, por exemplo –, a vegetação num raio de 50 metros em redor dela está sujeita a redução de matos e arvoredos. Entre a zona com vegetação reduzida e a vegetação sem intervenção deve guardar-se um espaço mínimo de 4 metros. Não pode haver árvores até dez metros das margens das estradas.

Quaisquer materiais mais inflamáveis — como botijas de gás, excedentes da exploração agrícola, palha usada para a cama de animais, estrumeiras ou pilhas de lenha — devem estar a mais de 50 metros da infraestrutura em causa. Num raio de pelo menos dez metros à volta da infraestrutura, deve evitar-se a plantação de espécies vegetais mais inflamáveis e devem desramar-se as outras espécies numa altura de pelo menos quatro metros acima do solo. No entanto, não pode haver qualquer tipo de vegetação num raio de pelo menos cinco metros em redor da casa ou outras edificações. 

Como medida de segurança, deve também pavimentar-se o solo com um material não inflamável num raio de entre um e dois metros em redor da infraestrutura.
É da responsabilidade do proprietário de um terreno garantir que a densidade florestal e as distâncias a outras infraestruturas estão dentro da lei.
Todos os proprietários de pinhais, carvalhais, sobreiros, azinhais, soutos, eucaliptais e acaciais têm o dever de manter devidamente tratados os arvoredos nos seus terrenos.
O Decreto nº 13658 de 23 de Maio de 1927 prevê que se tenha de pedir uma licença caso se queira cortar árvores junto a rios ou ribeiros porque podem ser as raízes a garantir a coesão das terras e a impedi-las de ceder à erosão provocada pela água. Essa licenças, originalmente dadas pela Direção-Geral dos Serviços Florestais e Aquícolas ou pelo Ministério da Agricultura, só são concedidas se o proprietário se comprometer por escrito a substituir essas árvores por outras, caso a sua regeneração natural não esteja assegurada.

4-É obrigatório limpar os terrenos florestais junto a habitações?
Sim, é. De acordo com o artigo 15º e ponto número 2 do Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de junho, os proprietários, arrendatários, utilizadores ou qualquer pessoa com responsabilidades sobre um terreno próximo a edificações são obrigadas a manter o terreno limpo — livre de materiais muito iflamáveis — num raio de 50 metros em redor desses edifícios, contados a partir do ponto mais exterior dele. Nesta lei são considerados edificações quaisquer habitações, estaleiros, armazéns, oficinas, fábricas ou outros equipamentos.
As copas das árvores e dos arbustos devem estar distanciadas no mínimo 5 metros em relação à habitação e deve ainda evitar-se que se projetem sobre a cobertura do edifício.

5-O que é o Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios?
O Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios “enuncia a estratégia e determina os objetivos, as prioridades e as intervenções a desenvolver” para proteger as áreas florestais em Portugal. Essas medidas recaem em cinco tópicos principais: “aumentar a resiliência do território aos incêndios florestais, reduzir a incidência dos incêndios, melhorar a eficácia do ataque e da gestão dos incêndios, recuperar e reabilitar os ecossistemas e adaptar uma estrutura orgânica e funcional eficaz”.
Na prática, como pretende o Governo satisfazer essas necessidades? Uma das medidas é manter faixas exteriores para proteger parques e edificações: quem gerir essas infraestruturas deve, por exemplo, “proceder à gestão de combustível numa faixa com largura mínima de 100 metros”. Outra medida é sensibilizar as populações para modos de proteção da floresta, ensinar as pessoas sobre o que pode causar incêndios ou aumentar o número de incêndios investigados em 15%.

Pode ler outras medidas neste documento.

6-Qual é o período crítico de incêndios florestais?
Em 2017, o período crítico decorre entre sábado, 1 de julho, e sábado, 30 de setembro.
O período crítico é o intervalo de tempo em que estão em vigor medidas excecionais para prevenir incêndios em florestas. A data de início e data de fim do período crítico são marcadas em função das condições meteorológicas. Isto é responsabilidade do Ministério do Ambiente e do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, segundo o artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 124/2006 de 28 de junho.

No entanto, o combate ao fogo existe ao longo de todo o ano em cinco fases de acordo com as alturas mais preocupantes: Alfa (1 de janeiro a 14 de maio), Bravo (15 de maio a 30 de junho), Charlie (1 de julho a 30 de setembro), Delta (1 de outubro a 31 de outubro) e Echo (1 de novembro a 31 de dezembro). Os meios utilizados para prevenir ou combater incêndios nas diferentes fases dependem do risco e das condições meteorológicas avaliadas para cada uma delas.

7-Quais são as regras em vigor durante o período crítico?
Durante o período crítico de incêndios florestais, em todas as áreas agrícolas ou florestais, entram em vigor as seguintes regras:
  • É proibido fumar, fazer lume ou fogueiras;
  • É proibido fazer queimas ou queimadas;
  • É proibido lançar foguetes e balões de mecha acesa;
  • É proibido defumar ou desinfestar apiários (colmeias para criação de abelha), salvo se os fumigadores (ferramentas para defumar as colmeias) estiverem equipados com dispositivos de retenção de faíscas;
  • É proibida a circulação de tratores, máquinas e veículos de transporte pesados que não possuam extintor, sistema de retenção de fagulhas ou faíscas e tapa chamas nos tubos de escape ou chaminés.
  • É proibido levar comida que precise de ser aquecida para piqueniques: leve comida já confecionada ou que possa ser ingerida fria. Depois, deixe o lixo nos caixotes distribuídos pela floresta.
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8 - É permitido fazer queimas ou queimadas durante o período crítico?
Uma queima é a eliminação de produtos que sobraram da exploração agrícola ou florestais através do fogo quando esses produtos estão cortados e amontoados. Se esses produtos estiverem cortados, mas não estiverem amontoados, a sua eliminação passa a designar-se queimada.

As queimas não podem ser feitas durante o período crítico. Devem ser feitas em espaços rurais, longe de ruas, praças e mais lugares públicos das povoações, sempre a menos de 30 metros de quaisquer construções e a menos de 300 metros de bosques, matas, lenhas, searas, palhas, depósitos de substâncias susceptíveis de arder.

As queimadas só podem ser feitas fora do período crítico e apenas se não houver risco de incêndio elevado. Para realizar uma queimada, o indivíduo precisa de ter licenciamento da Câmara Municipal. A Junta de Freguesia também pode dar esse licenciamento se a esta for concedida delegação de competências na presença de um técnico credenciado em fogo controlado, de uma equipa de bombeiros ou de uma equipa de sapadores florestais.

Tanto num caso como no outro, caso estas regras não sejam cumpridas, incorre numa contra-ordenação com coima que pode ir de 140 euros a 5.000 euros para pessoas singulares ou entre 800 euros e 1.600 euros para pessoas coletivas. Se dessa queima ou queimada resultar um incêndio pode incorrer em crime de incêndio florestal.

Há, no entanto, uma exceção, recorda o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas citando o n.º 1 do artigo 28.º do Decreto-Lei n.º 124/2006. É obrigatória a queima de produtos que possam provocar a contaminação ou disseminação de doenças. Esses produtos devem ser eliminados em qualquer altura do ano, desde que, durante o período crítico, a queima seja feita na presença de uma unidade de um corpo de bombeiros ou uma equipa de sapadores florestais.

* Excelente trabalho de pesquisa de MARTA LEITE FERREIRA

IN "OBSERVADOR"
21/06/17

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Que número é este? 
Um manual sobre estatística em vídeo 

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Quantos por cento

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Arredondamentos

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Quanto vale X Regra de 3 simples


FONTE:ffms

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 SABE O QUE É?


Cafés suspensos"

Entramos num pequeno café na Bélgica com um amigo meu e fizemos o nosso pedido. Enquanto estamos a aproximar-nos da nossa mesa duas pessoas chegam e vão para o balcão:
- "Cinco cafés, por favor. Dois deles para nós e três suspensos."
Eles pagaram a sua conta, pegaram em dois e saíram.
Perguntei ao meu amigo:
- "O que são esses cafés suspensos?"
O meu amigo respondeu-me:
- "Espera e vais ver."
Algumas pessoas mais entraram. Duas meninas pediram um café cada, pagaram e foram embora. A ordem seguinte foi para sete cafés e foi feita por três advogados - três para eles e quatro "suspensos". Enquanto eu ainda me pergunto qual é o significado dos "suspensos" eles saem. De repente, um homem vestido com roupas gastas que parece um mendigo chega na porta e pede cordialmente:
- "Você tem um café suspenso?"
Resumindo, as pessoas pagam com antecedência um café que servirá para quem não pode pagar uma bebida quente. Esta tradição começou em Nápoles, mas espalhou-se por todo o mundo e em alguns lugares é possível encomendar não só cafés "suspensos" mas também um sanduíche ou refeição inteira.

Devíamos divulgar esta bela idéia!

OBRIGADO AO ANÓNIMO QUE NOS ENVIOU ESTA INFORMAÇÃO

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1310
Senso d'hoje
CARLOS ANTUNES
EX-MEMBRO DO PRP
EX-BRIGADAS REVOLUCIONÁRIAS
"Há uma indústria da
Insegurança, que só pode vir
das más notícias"


"Possivelmente o material
(roubado de Tancos)
saiu ao longo do tempo"

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* Para quem não sabe foi Carlos Antunes que no tempo da ditadura salazarenta assaltou o bunker da NATO na Costa da Caparica, cuja notícia foi abafada por não ser conveniente para o regime. 
Também Isabel do Carmo, grande médica endocrinologista pertenceu ao PRP.



FONTE: CANAL "Q" - Programa "INFERNO" entrevista conduzida por CLÁUDIO ALMEIDA


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ISTO ESCORREEEEGA


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BOM DIA


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53-CINEMA
FORA "D'ORAS"

I-MATEI POR AMOR

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