17/10/2018

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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XVIII-OS RIOS E A VIDA
4- KINABATANGAN
O AMAZONAS DO ORIENTE



* Sobre este rio não conseguimos encontrar um documentário de geito em língua portuguesa, mas a qualidade de informação contida no vídeo é muito boa, vale a escolha pela opção castelhana.

FONTE: Canal Megalópolis

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HOJE NO
"OBSERVADOR"
Governo cria site sobre Orçamento. 
Costa promove-o em vídeo: 
é bom “para todos

É bom para as famílias e empresas, jovens e idosos, cultura e ciência, para quem depende do SNS, dos transportes e das prestações sociais. É o PM que o diz, num vídeo colocado em novo site.

O secretário de Estado dos assuntos parlamentares Pedro Nuno Santos mostrou os quatro dedos a celebrar vitória, o ministro Mário Centeno já deu duas entrevistas a defendê-lo, agora é o primeiro-ministro que o explica e celebra, num vídeo colocado num novo site criado pelo Governo. O endereço é oe2019.gov.pt e os objetivos relativamente simples: por um lado, alojar e disponibilizar diretamente aos cidadãos e eleitores a proposta de Orçamento do Estado (OE) do governo na íntegra; por outro, elencar os princípios e objetivos que motivaram as escolhas económicas do governo, nesta proposta orçamental.

Além da proposta de Orçamento (de 336 páginas), o site contém uma apresentação em powerpoint (alojada em formato PDF) com 20 slides. Esta destaca feitos d0 governo nesta legislatura, em áreas como o mercado de trabalho, consolidação orçamental e custos de financiamento, por um lado, e indica previsões e algumas ideias chave (“Melhor fiscalidade”, “Melhores condições de financiamento”, “Combate à fraude e evasões fiscais”) que terão orientado a composição do OE. Há ainda um relatório sobre o Orçamento feito pelo ministério das Finanças e um vídeo com António Costa, em que o primeiro-ministro destaca o que considera serem os méritos da proposta.


O orçamento tem “um objetivo muito claro”, aponta António Costa: “Continuarmos a melhorar a vida dos portugueses e a nossa economia com contas certas”. No próximo ano, o sucesso é dado como mais do que expectável. “Vamos continuar a crescer e a convergir com a União Europeia. O desemprego vai continuar a baixar e vamos continuar a reduzir o défice e a dívida pública”, refere António Costa, confiante na proposta orçamental.

Um dos aspetos a que o primeiro-ministro dá maior ênfase é a garantia de que este é um (bom) Orçamento “para todos os portugueses”. Por partes: é bom para os mais idosos porque “vão ver as suas pensões recuperar o poder de compra anterior à crise”, é bom para as famílias mais jovens porque “vão poder beneficiar do alargamento do abono de família para os seus filhos e da gratuitidade dos manuais escolares”, é bom para quem depende das prestações sociais porque estas “vão melhorar, em particular para as pessoas com deficiência, que verão a prestação social para a inclusão concluída” e é bom para todos em geral porque “todos beneficiaremos com um Serviço Nacional de Saúde mais forte e com uma nova geração de políticas de habitação”.

Também as empresas “vão continuar a ter melhores condições para poderem investir”, garante o primeiro-ministro, explicando que esta melhoria acontecerá por virem a ter “tesouraria mais aliviada com o fim do PEC [Pagamento Especial por Conta]” e por o OE incluir “incentivos fiscais para a capitalização da empresas e para o reinvestimento, em particular no interior”.

“Este é também um orçamento que prepara o futuro. (..) Queremos mais recursos humanos, daí o forte incentivo a que quem emigrou possa regressar. Precisamos de aproveitar todo o potencial do nosso país valorizando o interior, porque temos de investir nas bases do conhecimento: a cultura, que vai ter o maior orçamento de sempre, ou a ciência, onde vamos alargar o acesso a ensino superior com menos propinas, mais alojamento, mas também com mais emprego científico e sobretudo com transferência do conhecimento para as empresas através da totalidade dos 21 laboratórios colaborativos”, refere ainda António Costa.

Esta é, assim, uma proposta de Orçamento que garante “continuidade e preparação de um futuro. Dá continuidade às boas políticas que nos têm dado bons resultados, para termos mais crescimento, melhor emprego e maior igualdade”, aponta ainda o primeiro-ministro.

* Ainda não é crime ter-se o umbigo como horizonte e chamar-lhe orçamento. "Elementex, caro populex."

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ZUHAIR MURAD

"HAUTE COUTURE"
OUTONO/INVERNO
2018/19



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HOJE NO
"RECORD"
Procurador-geral do Irão não quer
.mulheres em estádios: 
«Ver homens semi-nus encaminha ao pecado»

Mohammad Jafar Montazeri completamente contra

O procurador-geral do Irão, Mohammad Jafar Montazeri, disse esta quarta-feira que não vai permitir que mulheres vejam jogos de futebol de equipas masculinas nos estádios, algo que considera "pecado", noticiou a agência iraniana Mehr.
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"O ABUTRIU"
A reação surgiu na sequência de uma autorização excecional dada na terça-feira a cerca de uma centena de mulheres, nomeadamente a equipa de futebol feminino e familiares dos jogadores, que assistiram ao Irão-Bolívia no estádio, jogo que a equipa iraniana, orientada pelo português Carlos Queiroz, venceu por 2-1.

"Discordo da presença daquelas mulheres no estádio Azadi ontem [terça-feira]. Este é um estado islâmico, somos muçulmanos", referiu o procurador-geral.

O grupo escolhido para assistir ao particular era restringido a familiares e atletas, mas conseguiu, ainda assim, ser o primeiro a assistir no estádio a um jogo masculino desde 1981, depois da revolução islâmica, dois anos antes, o ter proibido.

Montazeri ameaça agir contra quem procurar novas autorizações no futuro, uma vez que "a presença de uma mulher no estádio, a ver homens semi-nus em roupas desportivas, encaminha ao pecado".

O presidente iraniano Hassan Rohani já afirmou várias vezes ser favorável à presença de mulheres nos estádios, mas enfrenta forte oposição, com as declarações de Montazer a irem contra as pretensões de permitir a entrada no jogo entre o Persepolis e o Al-Sadd, no dia 23 de outubro, para a meia-final da Liga dos Campeões asiática.

Segundo a agência Mehr, o procurador-geral disse que pretende pedir ao procurador de Teerão para agir judicialmente se o pedido for levantado.

* Oxalá a mulher deste gajo lhe ponha um valente par de cornos com um jogador de futebol.

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1~FED UP
O filme que a indústria 
alimentar não quer que assista



O documentário “Fed Up”, nos EUA, aborda a questão do consumo exagerado de açúcar e junkfood e a consequente epidemia da obesidade mundial. 

 Em “Fed Up”, Couric quis desmascarar diversos mitos da alimentação e deixar de culpabilizar somente a gula e o sedentarismo pelos altos índices de obesidade a partir da infância. Segundo as informações veiculadas pelo filme, o ganho de peso também é um resultado natural de políticas públicas frouxas e da indústria de alimentos, que se aproveita da alta palatabilidade de produtos cheios de açúcares, sal e gorduras. 

O objetivo do documentário é “que as pessoas fiquem literalmente fartas (fed up) com o sistema que permitiu que a indústria de alimentos atingisse as crianças de uma forma tão perversa, e também que as pessoas se armem com os fatos para que tenham mais controle da situação”. 

 O documentário apresenta também a evolução da obesidade e do diabetes a partir de 1981, quando o presidente Ronald Reagan reduziu em US$1,4 bilhão o orçamento para alimentação nas escolas, abrindo as portas para convênios com redes de fast-food como McDonald's e Pizza Hut nos refeitórios das escolas norte-americanas. Os casos de diabetes juvenil passaram de 0 a 57,938 entre 1980 e 2010, afetando especialmente a comunidade latina, na qual estas empresas se centraram.


FONTE:  #ToPeSQueNTa

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
39, 49, 59 anos? 
Qual é a idade da infidelidade?

Quando homens e mulheres se aproximam do final de uma década de vida, têm mais propensão para procurar sexo fora do casamento. Porquê?

Há uma idade mais propícia para a infidelidade? Em que altura da vida homens e mulheres se sentem mais à vontade para procurar sexo fora de casa? Dois inquéritos realizados por páginas de encontros online vêm revelar em que idade há mais propensão para enganar os parceiros. O curioso é que o número nove surge com muita frequência: 39, 49, 59 anos...
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Segundo o El Pais, o primeiro inquérito, realizado pela página de relações extramatrimoniais Ashley Madison, revela que os homens são infiéis quando estão a chegar ao fim de uma determinada década de vida. Já o inquérito do site de encontros Victoria Milan, concluiu que as mulheres espanholas têm a sua primeira relação fora do casamento aos 39,1 anos, mas que a situação já é diferente se forem tidas em conta outras nacionalidades, brasileiras (33,4 anos) e húngaras (44,5).

Porque é que o 9 aparece quase sempre? Porque é uma altura em que as pessoas consideram que estão a terminar uma etapa, um momento de autoevolução, ou seja, quando aparecem preocupações como o envelhecimento ou a busca de um sentido para a vida, conforme refere um estudo realizado por especialistas da Universidade de Nova Iorque.

Daniel Pink, autor de vários livros sobre comportamento, e que trabalhou na Casa Branca com o vice-presidente Al Gore, diz que a "aproximação a uma nova década representa uma fronteira destacada entre as etapas vitais e funciona como um marcador de progresso ao longo da vida."

O inquérito realizado pelo site Victoria Milan revela ainda que ao fim de sete anos que as mulheres decidem procurar relações fora do casamento, um fenómeno há muito estudado pelos psicólogos que lhe chamam "a comichão dos sete anos", em tradução livre, o tempo que leva até que as relações comecem a desvanecer-se.

Um estudo levado a cabo pelo professor Larry A. Kuderk da Universidade Estatal de Wright (Ohio) acompanhou durante dez anos homens e mulheres, que questionou anualmente, para medir a felicidade conjugal. A conclusão foi que quando tinham quatro anos de casamento se registou a primeira descida abrupta nessa felicidade. O que voltou acontecer ao fim de sete anos.

O especialista explicou então ao The NewYork Times que a primeira quebra de felicidade poderá resultar de um impacto com a realidade, mas que a segunda é mais difícil de explicar. "Pode ser o resultado de estar numa relação há muito tempo. Começamos a reexaminar. Talvez seja a curiosidade natural, uma curiosidade natural em tentar perceber que mais há de novo à sua volta", cita o El Pais.

Os sete anos de relação podem também sofrer com o fim do encantamento, mas também com dedicação aos filhos que pode afetar a vida do casal.

* Não existem almoços grátis....

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MARGARIDA BALSEIRO LOPES

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Pinhal de Leiria

Assinala-se esta semana um ano desde que um incêndio como não há memória devastou mais de 9 mil hectares de Mata da região centro e ceifou mais de 7 séculos de história do Pinhal de Leiria, reduzindo-o praticamente a cinzas. A conclusão dos peritos de que será necessário mais do que um século para voltarmos a ter o Pinhal do Rei como existia antes do dia 15 de Outubro de 2017 aumentou o sentimento de comoção com esta perda da maior mata nacional.

Para os de cá, os dos concelhos que desde sempre se habituaram a viver e a crescer com o Pinhal, a perda foi enorme. Desde a celebração do dia da espiga, a volta aos 7, passando pelo Samouco, entre muitos outros recantos, são muitas as memórias que nos prendem ao Pinhal de Leiria e que ajudam a explicar as iniciativas mais ou menos organizadas que de imediato se seguiram ao dia 15 de Outubro de 2017. E não nos esqueçamos que o Pinhal de Leiria era considerado um exemplo de ordenamento florestal.

Lamentavelmente, um ano depois pouco ou nada aconteceu para reparar o estado em que ficou o Pinhal de Leiria. Se os especialistas apontam para que sejam necessários 150 anos para voltar a ver o Pinhal conforme estava antes da tragédia do ano passado, a sensação de quem olha para o Pinhal de Leiria nos dias de hoje é que 2018 foi um ano perdido para o objectivo ambicioso e de tão longo prazo que temos pela frente. Junta-se a isto a crónica falta de meios a que o Governo não dá resposta. Como reconheceu o próprio presidente do ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, há pelo menos 30 operacionais e mais um técnico superior em falta no Pinhal de Leiria. Acresce ainda a preocupação com as espécies invasoras que cada vez mais ocupam de forma mais preocupante o território.

Mas há mais. Desde as estradas da Mata que continuam conforme foram deixadas pelo fogo, cortadas, as casas dos guardas florestais que continuam queimadas, aos pinheiros que por lá ficaram. Salva a honra do convento os vários casos de iniciativas de responsabilidade social que foram já contribuindo para a reflorestação, como é o caso de algumas empresas e pessoas particulares que se associaram a esta causa. Mas estas acções, infelizmente, são uma gota no oceano, se olharmos para os 11 mil hectares que compõem a Mata.

O que não se pode, de todo, permitir é que a inação (ou a incompetência) vá protelando no tempo a urgente reflorestação do nosso Pinhal de Leiria. O mesmo Estado que é tão diligente a assacar responsabilidades e a pedir a ação dos privados, tem de aqui dar o exemplo relativamente a um dos ex-libris da nossa região, o Pinhal de Leiria. É um Estado que pede muito aos outros, mas que faz pouco. Um ano depois o cenário continua a ser desolador.

IN "SÁBADO"
15/10/18

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1701.UNIÃO



EUROPEIA



DIZIA JOÃO GOMES CRAVINHO
O NOVO MINISTRO DA DEFESA PORTUGUÊS!
VÉNIA AO MPLA?

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/   
/DA MADEIRA"
Suicídio e depressão serão dramas
 do futuro, alerta enfermagem 
de saúde mental

O suicídio e a depressão serão os dramas do futuro numa sociedade incapaz de lidar com a adversidade e que requer intervenções públicas para prevenir, foi o alerta deixado hoje, em Bragança, no Congresso Internacional Saúde Mental para todos.

A iniciativa promovida pela Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental junta profissionais ligados à problemática durante dois dias no Instituto Politécnico de Bragança, com a reivindicação de mais investimento na promoção e prevenção em Portugal.
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O presidente do Congresso, Carlos Sequeira, alertou que “o suicídio e depressão vão ser um drama no futuro”, que requer “muita intervenção” precoce com os estudos a apontarem já para um aumento das taxas de tentativa de suicídio que o responsável atribui à “dificuldade de as pessoas lideram com a adversidade”.

Carlos Sequeira, que é também investigador da Escola de Enfermagem do Porto, apontou o exemplo do estudo ali realizado junto de estudantes dos 18 aos 24 anos, 40% dos quais consumia “psicotrópicos (ansiolíticos, tranquilizantes, hipnóticos) porque eles não conseguem encontrar estratégias por eles para poder lidar com situações adversas”.

“Nós temos estudantes, por exemplo, que quando a gente lhes diz que estão a fazer uma coisa mal ou que têm uma negativa, se metem na casa de banho a chorar”, observou.

Na opinião do investigador, ao contrário do que acontecia antigamente, as vivências das atuais gerações não lhes proporcionam ferramentas e recursos próprios para lidar com situações adversas.

“E quando são confrontados com o mundo real, a vida tem muitas adversidades (a doença, insucesso) e os jovens de hoje não estão preparados para estas adversidades e, por isso, é que a Organização Mundial de Saúde diz que a depressão vai ser, em 2022, a doença mais incapacitante do mundo”, concretizou.

Carlos Sequeira salientou que “há uma associação grande entre a depressão e o suicídio” e, segundo estudos realizados em alguns países, “o número de suicídios por dia é muito similar aos acidentes rodoviários”.

O que se fez com as campanhas rodoviárias de prevenção, devia ser feito na área da saúde mental, como defendeu, apontando que “não se faz quase nada em Portugal e nem sempre implicaria investimento financeiro”.

“Ao nível da intervenção das pessoas com doença mental, as coisas estão mais ou menos, mas ao nível da promoção e da prevenção faz-se muito pouco e pode-se fazer mais nas escolas, nas empresas, nos centros de saúde”, defendeu.

Trabalhar o autoconceito, a capacidade de resiliência dos jovens, a capacidade de eles lidarem com as emoções, a capacidade de eles estabelecerem relações interpessoais satisfatórias e não estarem 24 no telemóvel, são algumas das propostas.

“Há jovens hoje que não conseguem estabelecer, iniciar um contacto com um estranho, nós notamos isso nos cursos de jovens com 18, 19 anos, que bloqueiam quando estão perante uma pessoa”, observou.

Carlos Sequeira alertou ainda que “hoje as adições das redes sociais, do “online”, são quase tão importante como as outras adições antigas da droga, do álcool” e defendeu que é necessário “começar a trabalhar isto antes que surjam os problemas”.

* Quando se fala em grupos sociais frágeis quase sempre nos esquecemos do problema da saúde mental, parece tabu. É mais extenso e mais grave do que se supõe, mas é um assunto que não vende jornais nem dá shares televisivos.

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7-DESENVOLVIMENTO INFANTIL
Ganhando Autonomia


FONTE:  crê.ser.humano

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7-HORIZONTES DA MEMÓRIA

7.1- NÃO TENHAM MEDO 
DOS LOBOS



 * O professor José Hermano Saraiva era uma personalidade exímia em encantar-nos, aqui fica a "memória" da nossa saudade.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Comissário Oettinger quer que Itália corrija orçamento enviado para Bruxelas

O comissário europeu do Orçamento defendeu que a Comissão Europeia deveria rejeitar a proposta orçamental apresentada pelo governo italiano. Günther Oettinger diz que esta é uma opinião pessoal, no entanto acaba por adensar ainda mais a probabilidade de um embate entre Roma e Bruxelas.

Crescem de tom os sinais de insatisfação oriundos de Bruxelas relativamente às novas prioridades orçamentais do governo italiano. Esta quarta-feira, 17 de Outubro, o comissário europeu para o Orçamento, o alemão Günther Oettinger, afirmou que, na sua "opinião pessoal", os números inscritos por Roma na proposta orçamental enviada para Bruxelas deverão levar a instituição liderada por Jean-Claude Juncker a ter de pedir às autoridades governamentais transalpinas que rectifique o rascunho do orçamento remetido na segunda-feira.
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O alemão faz ainda questão de esclarecer que, até ao momento, não há qualquer decisão da Comissão Europeia acerca do orçamento transalpino, nem nenhuma carta a rejeitar a proposta recebida. O esclarecimento surge depois, já na tarde desta quarta-feira, a Der Spiegel ter noticiado que Oettinger tinha confirmado que a Comissão Europeia já havia decidido chumbar a proposta italiana. A revista germânica adiantava ainda que uma carta de Pierre Moscovici, comissário para os Assuntos Económicos, chegaria a Itália, na quinta ou na sexta-feira, a alertar para a violação dos compromissos assumidos com a Comissão.

Tendo em conta o procedimento habitual do órgão executivo da União Europeia, é provável que a Comissão dirija uma missiva para Roma a pedir esclarecimentos sobre as intenções do governo transalpino, designadamente para receber formalmente uma justificação para o "desvio significativo" já identificado por Bruxelas entre as metas orçamentais presentes no Programa de Estabilidade (aprovado em Abril) e os novos objectivos orçamentais definidos pelo executivo de aliança entre dois partidos anti-sistema e eurocépticos (5 Estrelas e Liga), que entrou em funções em Junho.

Na terça-feira, o vice-presidente da Comissão Europeia, Valdis Dombrovskis, notava que a proposta orçamental feita pela Itália está presentemente a ser analisada, sendo que a existir um pedido de informações adicionais deverá ser feito na próxima semana. Já se a Comissão quiser realizar um pedido de revisão do documento, terá de o fazer num período máximo de duas semanas.

Também ontem, o ministro português das Finanças, Mário Centeno, relativizou, durante a apresentação do Orçamento do Estado luso para 2019, a aparente divergência entre a União Europeia e Itália, garantindo que a situação em Itália "não apresenta riscos porque é nosso parceiro". "Não devemos sobrevalorizar", atirou Centeno.

Esta quarta-feira, o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, vai encontrar-se, em Burxelas, com a chanceler alemã, Angela Merkel, à margem da cimeira europeia extraordinária destinada a desbloquear a negociação em torno do Brexit, avança o jornal transalpino Il Sole 24 Ore. Esta publicação fala num "encontro particularmente delicado e importante" porque será a oportunidade para Conte explicar pessoalmente a alteração do rumo orçamental da Itália, já que a proposta do actual governo agravou a relação entre défice e PIB para os próximos três anos, o que ameaça colocar em causa a trajectória de descida da dívida pública iniciada pelo anterior governo. 

O ministro italiano das Finanças, Giovanni Tria, sustenta que algumas medidas inscritas no rascunho orçamental como um rendimento mínimo para os mais pobres (rendimento de cidadania) ou o corte de impostos às empresas (flat tax) irão ajudar a acelerar o crescimento económico o que, por sua vez, permitirá continuar a gerar saldos estruturais positivos que permitam reduzir a dívida pública. O problema é que a revisão em alta das estimativas de crescimento económico feita pelo Governo italiano é mais optimista do que as previsões da generalidade das instituições e parece ser vista em Bruxelas como irrealista.

* Orçamento "Dom Corleone"

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Rui Veloso

A Paixão


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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Associação de Oficiais diz que demissão
.de Rovisco Duarte foi "inesperada"

Consideram ainda que condições políticas "não permitiram" que continuasse no cargo.

O presidente da Associação de Oficiais das Forças Armadas afirmou esta quarta-feira que a demissão do general Rovisco Duarte de Chefe do Estado-Maior do Exército foi "inesperada" e considerou que as condições políticas "não permitiram" que continuasse no cargo. 
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"A demissão do general Rovisco Duarte, assim ainda muito a quente, é uma demissão inesperada. O general teve um mandato de dois anos e meio, com muitos acontecimentos que não lhe facilitaram em nada o mandato e estaria agora a apenas seis meses do final do mesmo", disse à agência Lusa o general António Mota, presidente da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA). 

António Mota referiu que, devido à "resiliência" que o general Rovisco Duarte demonstrou ao longo do tempo, "não era expectável" a sua demissão. 

"Não sabendo nós, em concreto, as razões que o levaram a pedir a demissão, sabemos pela carta que enviou aos militares que as condições políticas não lhe permitiram manter no cargo", frisou. 

António Mota lembrou as declarações do presidente do PS, Carlos César, já depois da demissão do ministro Azeredo Lopes, sobre possíveis consequências que deviam ser também assumidas pelas Forças Armadas. 

"Mais do que um recado indireto, é quase que um megafone a dizer ao general Rovisco Duarte que, da parte do poder político, se esperava que ele tomasse uma decisão deste género. Não é por declarações de um político que um militar, Chefe do Estado-Maior, se demite, mas não contribuíram de forma positiva para que permanecesse no cargo", salientou. 

António Mota considerou ainda que a demissão "não será uma assunção de culpa em relação a Tancos", reafirmando que as "condições para se manter no cargo é que não foram as suficientes". 

Sobre o sucessor do general Rovisco Duarte, o presidente da AOFA defendeu que deve ser uma pessoa respeitada pelos militares. "Não concordamos com a forma como as chefias militares são nomeadas para os cargos, porque são nomeadas com critérios iminentemente políticos. O que é importante é que seja um homem em quem os seus homens se revejam como um comandante e como um líder e é isso que ambicionamos para o substituto do general Rovisco Duarte", concluiu. 

O general Rovisco Duarte justificou perante o Exército o pedido de demissão do cargo de Chefe do Estado-Maior do ramo afirmando que "circunstâncias políticas assim o exigiram", disseram à Lusa fontes militares. 

Segundo fontes militares contactadas pela Lusa, o general comunicou "por escrito", através da rede interna do Exército, que apresentou ao Presidente da República a sua carta de resignação. 

"Circunstâncias políticas assim o exigiram", justificou Rovisco Duarte, que foi escolhido pelo anterior ministro da Defesa, Azeredo Lopes, para substituir Carlos Jerónimo que se demitiu na sequência da polémica que envolveu a direção do Colégio Militar, a propósito de uma alegada discriminação em função da orientação sexual. 

Na mensagem que divulgou internamente, dirigida aos civis e militares do Exército, e a que a Lusa teve acesso, Rovisco Duarte faz um breve balanço do seu mandato, que iniciou em abril de 2016 e terminaria em abril do próximo ano. 

O mandato de Frederico Rovisco Duarte, que terminaria em abril do próximo ano, estava sob contestação desde o furto de material militar dos paióis de Tancos, divulgado em 29 de junho do ano passado, desde logo, internamente, quando decidiu exonerar, e depois renomear, cinco coronéis no âmbito da investigação interna ao furto. 

Aquela decisão motivou a demissão de dois generais do Exército, Antunes Calçada e António Menezes. A demissão do CEME ocorre dois dias depois da posse do novo ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, que substituiu Azeredo Lopes na pasta.

* Vale mais tarde do que nunca, mas a demissão não anula responsabilidades de pelo menos conhecimento da encenação.


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4-O CÉREBRO
INCONSCIENTE



Mais de 90 % das nossas ações diárias, tais como beber um café, mudar de canal ou abrir uma porta, fazem-se inconscientemente através de uma espécie de piloto automático que temos no cérebro. 

Com a ajuda de alguns dos neurocientistas mais prestigiados do mundo, como os professores Allan Snyder ou John Bargh, veremos quais são os mecanismos que regem estes processos e, em que medida, o cérebro inconsciente é capaz de moldar a nossa atenção, perceção e memória. 

Na verdade, investigações recentes já revelaram que o inconsciente determina também decisões mais importantes, como por exemplo, escolher o nosso companheiro afetivo ou pilotar um caça de combate. 

O Odisseia tem o prazer de apresentar este apaixonante documentário sobre o cérebro inconsciente, em que desafiaremos os espectadores através de divertidos e interessantes desafios mentais. Descobriremos que enganar o nosso próprio cérebro é muito mais fácil do que pensamos.


*Nesta senda de retrospectiva de "bloguices" retomada em Setembro/17 iremos reeditar algumas séries que de forma especial sensibilizaram os nossos visitadores alguns anos atrás, esta é uma delas.

 

FONTE: ReVCieN - Revolução Científica


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Na Venezuela, venda de carne podre 
 e cadáveres que explodem por falta 
 de electricidade em necrotérios




FONTE:  BBC News Brasil

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Descoberta incrível perto de Oslo



FONTE:  euronews

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O mundo numa guerra 
em lume brando




FONTE:  ffmspt


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Simplesmente Mulheres












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1764
Senso d'hoje
AURÉLIO GOMES
JORNALISTA
ANALISTA POLÍTICO
Papa Francisco defende que o aborto
é como contratar um assassino"



FONTE: CANAL "Q" - Programa INFERNO, rubrica AS MAGRAS

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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS







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A Graça dos Possum


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BOM DIA


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70-CINEMA
FORA "D'ORAS"
VIII-CORRUPÇÃO



FONTE: Trovão 13


SINOPSE
Corrupção é um filme português que nasceu da ideia de João Botelho, realizador de cinema, fazer uma película baseada no livro best-seller, Eu, Carolina. O livro conta os meandros do futebol português, escrito pela ex-companheira de Jorge Nuno Pinto da Costa, Carolina Salgado. O filme foi protagonizado pela atriz de vinte e quatro anos, Margarida Vila-Nova, na personagem de Carolina, porém com um nome diferente (Sofia) e pelo ator de sessenta e seis anos Nicolau Breyner, que interpretará 'Presidente', uma personagem inspirada pelo presidente do Futebol Clube do Porto. O filme estreou nas salas de cinema em 2007. 


Margarida Vila-Nova - Sofia 
Nicolau Breyner - Presidente 
António Pedro Cerdeira - Inspetor Luís 
Suzana Borges - Magistrada 
André Gomes - Advogado do Presidente 
João Ricardo - Empresário 
Ruy de Carvalho - Juiz Presidente 
Miguel Guilherme - Presidente dos Árbitros Virgílio Castelo - Vice-Presidente 
Miguel Monteiro - Diretor da Polícia Judiciária 
José Eduardo - Almirante 
José Raposo - Inspetor da PJ 
João LagartoFigueira 
Filipe VargasAgente PJ 
Alexandra Lencastre - Mãe de Sofia 

E ainda: Sónia Balacó, João Cabral, Rita Blanco,Paula Guedes, Luís Soveral, Paula Lobo Antunes, Rui Morrison, Adérito Lopes, Eurico Lopes, Dinarte Branco, João Catarré, Paulo Filipe, Carlos Costa, Jorge Sequerra, Guilherme Lopes, Teresa Ovidio e João Loy, entre outros. (WIKIPÉDIA)

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