22/01/2020

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91-CINEMA
FORA "D'ORAS"
𝒱𝐼𝐼𝐼-ƊⱭƝƇ̧ⱭƝƊƠ ƝⱭՏ ƝƲVҼƝՏ


ՏӀƝƠƤՏҼ:
Ƭҽɾʍíղɑժɑ ɑ Տҽցմղժɑ Ɠմҽɾɾɑ ⱮմղժíɑƖ, եɾҽ̂s ҽx-ϲօʍҍɑեҽղեҽs ɑʍҽɾíϲɑղօs ҽ ցɾɑղժҽs ɑʍíցօs ϲօʍҍíղɑʍ ҽղϲօղեɾɑɾҽʍ-sҽ ժҽz ɑղօs ժҽթօís ղօ sҽմ ҍɑɾ ƒɑѵօɾíեօ. Qմɑղժօ ϲհҽցɑ օ ժíɑ ʍɑɾϲɑժօ, օs եɾҽ̂s թҽɾϲҽҍҽʍ qմҽ ҽsեɑ̃օ ʍմíեօ ʍմժɑժօs ҽ qմҽ sҽ օժҽíɑʍ: Ƭҽժ եօɾղօմ-sҽ ᴊօցɑժօɾ ҽ ҽʍթɾҽsɑ́ɾíօ ժҽ Ɩմեɑs ժҽ ҍօxҽ sմsթҽíեɑs, Ɗօմց ҽ́ մʍ թíղեօɾ ƒɾմsեɾɑժօ ҽ ɑցօɾɑ եɾɑҍɑƖհɑ ϲօʍ թɾօթɑցɑղժɑ ҽ Ɑղցíҽ ҽ́ ժօղօ ժҽ մʍɑ թɑsեҽƖɑɾíɑ ҽ թɑí ժҽ ѵɑ́ɾíօs ƒíƖհօs.

Ɗօմց ҽղϲօղեɾɑ օ sҽմ թɑեɾɑ̃օ qմҽ Ɩհҽ ɑթɾҽsҽղեɑ ɑ ҍҽƖɑ թɾօժմեօɾɑ ժҽ ƬV Jɑϲƙíҽ. ҼƖɑ թɾҽϲísɑ ժҽ մʍɑ íժҽíɑ թɑɾɑ օ sҽմ թɾօցɾɑʍɑ ҽ ɾҽsօƖѵҽ Ɩҽѵɑɾ օs եɾҽ̂s, sҽʍ qմҽ sɑíҍɑʍ, թɑɾɑ qմҽ ϲօղեҽʍ ղɑ ƬV ɑ հísեօ́ɾíɑ ժօ ɾҽҽղϲօղեɾօ.


ҼlҼƝƇƠ:

Ɠҽղҽ ƘҽƖƖყ…Ƭҽժ RíƖҽყ
Ɗɑղ ƊɑíƖҽყ…Ɗօմց ӇɑƖƖҽɾեօղ
Ƈყժ Ƈհɑɾíssҽ …Jɑϲƙíҽ lҽíցհեօղ
ƊօƖօɾҽs Ɠɾɑყ …ⱮɑժҽƖíղҽ ƁɾɑժѵíƖƖҽ
ⱮíϲհɑҽƖ Ƙíժժ …Ɑղցíҽ VɑƖҽղեíղҽ
Ɗɑѵíժ Ɓմɾղs …Ƭíʍ
Jɑყ Ƈ. ƑƖíթթҽղ …ƇհɑɾƖҽs Ȥ. 'ƇհɑɾƖíҽ' ƇմƖƖօɾɑղ


FONTE:Mario Matto

21/01/2020

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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125-ARTE ARRISCADA
CANIBAL/1
Interpretação:
Santiago Turenne,
Alina Folini,
Bruno Bandolino,
Vera Garat,
Rodolfo Opazo
Produção
Perro Rabioso 
Direcção
Tamara Cubas




FONTE:  Perro Rabioso 

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ENGENHARIA DE TOPO/17

17.2-Cidade flutuante



FONTE:  Visão do Mundo - Documentários
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HOJE  NO 
"O JORNAL ECONÓMICO"
Greta Thunberg em Davos: 
“Ciência e voz dos jovens precisam
 de ser o centro da conversa”

A ativista participa no Fórum Económico Mundial que decorre entre os dias 21 e 24 de janeiro na cidade de Davos, na Suíça: “Eu não sou uma pessoa que pode reclamar por não ter sido ouvida”, admitiu a jovem sueca.

A jovem sueca Greta Thunberg deixou um apelo aos líderes mundiais para ouçam os jovens ativistas. A ativista participou esta terça-feira no Forum Económico Mundial, que decorre entre os dias 21 e 24 de janeiro na cidade de Davos, na Suíça e inspirou uma nova geração de ambientalistas a participarem no evento este ano.
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“A ciência e a voz dos jovens não são o centro da conversa, mas precisam ser”, afirmou Greta Thunberg, acrescentando que “não sou uma pessoa que pode reclamar por não ter sido ouvida”.

Vários jovens ativistas viajaram para a estância de esqui de Davos este ano, seguindo os passos de Greta Thunberg. Entre os ‘heróis do clima’ estão o cientista adolescente irlandês Fionn Ferreira, que criou uma solução para impedir que os microplásticos cheguem aos oceanos.

Entre outros jovens ativistas encontram-se a sul-africana Ayakha Melithafa de 17 anos, e a canadiana Autum Peltier, que defende a conservação da água desde os 8 anos de idade. “Trata-se de nós e das gerações futuras e daqueles que foram afetados hoje”, salientou Greta Thunberg. “Precisamos de trazer a ciência para a conversa”, frisou a ativista.

* Torna-se necessário respeitar estes miúdos activistas que já fizeram mais pela Terra que todos os que os criticam. Lembramo-nos das palavras do professor Pacheco Pereira que critica a manipulação mediática sobre Greta Thunberg e não as suas acções em defesa do ambiente.

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VIII - DITADORES
4-MANUEL NORIEGA



FONTE:  documentarios online   

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HOJE  NO
"AÇORIANO ORIENTAL"
Portugueses em programa da Agência Espacial Europeia para detetar lixo marinho no Faial

Instituições portuguesas integram um programa da Agência Espacial Europeia (ESA) que visa testar tecnologias de perceção para "detetar remotamente o lixo marinho" acumulado ao largo da ilha do Faial, nos Açores, revelou um dos responsáveis.

Em declarações à Lusa, Hugo Silva, investigador do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), uma das três instituições que integra o projeto, explicou que este surgiu de um "desafio" lançado pela ESA ao abrigo do Programa Tecnológico de Apoio Geral.
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"A ESA tem a necessidade de perceber se consegue detetar, através de tecnologia de satélite, o lixo marinho à superfície, mas não sabe se é possível desenvolver essa tecnologia, por isso, lançou um projeto exploratório e vai avaliar a possibilidade de, no futuro, se validar essa tecnologia", afirmou.

Nesse sentido, o INESC TEC, o IMAR/Centro Okeanos da Universidade dos Açores e o AIR Centre (Atlantic International Research Centre) vão, durante os próximos nove meses, testar tecnologias de perceção para detetar remotamente o lixo concentrado em águas pouco profundas.

Segundo Hugo Silva, os investigadores vão, com recurso a câmaras hiper-espetrais colocadas a bordo de aviões tripulados e não tripulados, obter dados e imagens que, numa fase posterior, e depois de analisados, permitirão identificar e caracterizar o lixo marinho.

"Uma câmara hiper-espetral não fornece uma imagem normal no espetro visível, visto que tem dois tipos de informação: a que classificamos como espacial, e essa sim é uma imagem normal, e depois tem a informação espetral, que é a que achamos que nos vai permitir distinguir o plástico do que está no 'background'", explicou.

À Lusa, o investigador adiantou que os testes em ambiente real vão decorrer durante o "final de maio e início de junho" ao largo da ilha do Faial, nos Açores, e vão ser realizados em sincronização com o satélite Sentinel-2.

"A ideia é tentarmos comparar os dados que obtemos do satélite e os dados que obtemos dos nossos sensores", referiu Hugo Silva, adiantando que, só depois do teste em ambiente real será possível "dizer se a tecnologia consegue identificar o lixo".

"Neste momento ainda não é garantido que a tecnologia consegue identificar o lixo marinho, por isso, vamos tentar avaliar se, ao usarmos sensores com maior resolução do que os do satélite, será possível no futuro podermos colocar esses sensores abordo dos satélites e, serem eles a identificarem o lixo", referiu.

Apesar dos testes desenvolvidos ao abrigo do programa da ESA serem apenas de deteção do lixo marinho, como lixo doméstico e plásticos [em proporções macro e micro], a ideia do investigadores passa, futuramente, por adaptar ao sistema métodos de extração do lixo identificado.

"A ideia é que consigamos, em tempo real, identificar o ‘hotspot’ [zonas de concentração de lixo] e acionar os meios, sejam humanos ou automáticos, para irem recolher esse lixo. No fundo, ajudar a limpar o oceano", concluiu.

Este projeto desenvolvido ao abrigo do Programa Tecnológico de Apoio Geral, iniciativa que apoia desenvolvimentos tecnológicos para futuras missões da ESA, conta com o apoio do Fundo Regional para a Ciência e Tecnologia.

* Muito boa notícia, pena é que não hajam câmaras hiper-espetrais para detectar o lixo político.

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