20/09/2018

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O TONHO



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200-ACIDEZ

FEMININA


JOVEM DEMAIS

PARA CASAR

Respondendo Emails com Ana Hickmann



A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA

* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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POR DENTRO DUM


ACIDENTE




Um filme de Edimar Olivera. Produzido por E FILMES com elenco do Grupo de Teatro Risoterapia de Cacoal - RO.
Vencedor dos prêmios de Melhor Montagem e Melhor Edição no Festival Só Curtas 2009, realizado pela Fundação Cultural de Jí-Paraná - Rondônia.


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HOJE NO 
"DINHEIRO VIVO"
Aeroporto de Lisboa recebe mais de 7 milhões 
.de turistas no segundo trimestre

Entre abril e junho, aterraram nos aeroportos nacionais 58,6 mil voos, sendo que no continente registou-se um “aumento ligeiramente mais expressivo”.

No segundo trimestre deste ano, o aeroporto de Lisboa movimentou 7,7 milhões de passageiros, o que corresponde a um aumento de 10,7% face ao mesmo período do ano passado, indicam os dados revelados esta quinta-feira, 20 de setembro, pelo Instituto Nacional de Estatística. O aeroporto Humberto Delgado foi responsável por praticamente metade – 49,6% – dos movimentos registados no transporte aéreo em Portugal, de abril a junho. 
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 Este número de passageiros representa também um crescimento face aos mais de seis milhões de turistas que utilizaram o aeroporto da capital no primeiro trimestre deste ano. Assim, nos seis primeiros meses do ano, chegaram a Portugal mais de 13 milhões de passageiros através desta infraestrutura da capital. No ano passado, o aeroporto de Lisboa ultrapassou a marca dos 22 milhões de passageiros.

O aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, recebeu 3,2 milhões de passageiros no segundo trimestre, mais 11,1% que em igual período de 2017. O aeroporto de Faro, por sua vez, registou-se uma ligeira diminuição no número de passageiros (-1,4%) para um total de 2,8 milhões. O aeroporto de Ponta Delgada e do Funchal registaram igualmente diminuições: -0,6% e 4,7%, respetivamente. 
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Nos aeroportos nacionais aterraram 58,6 mil voos, mais 4,7% que entre abril a junho de 2017. E o total de passageiros superou a fasquia dos 15 milhões. “O tráfego internacional originou 82,0% do movimento e correspondeu a 12,7 milhões de passageiros. Nos aeroportos de Faro, Lisboa e Porto o peso do tráfego internacional ascendeu a 95,5%, 87,6% e 83,4% do total, respetivamente”, indica o gabinete de estatística.

Transporte ferroviário cresce
O número de passageiros a utilizaram o transporte ferroviário aumentou 4,2% no segundo trimestre, para um total de 37,5 milhões. No que diz respeito aos passageiros transportados, uma parte significativa – 33,3 milhões, mais 5,1% – utilizaram os comboios suburbanos, de abril a junho. Pouco mais de quatro milhões usaram os interurbanos e perto de 65 mil os internacionais, indicam os dados do INE. 

No que diz respeito ao transporte metropolitano, no segundo trimestre foram movimentados quase 62,9 milhões de pessoas, o que reflete um crescimento de 5,4% face ao mesmo período do ano anterior. Deste valor total, 43,3 milhões de passageiros foram transportados pelo metro de Lisboa (+5,3% que em igual período de 2017), 16,3 milhões pelo metro do Porto e 3,2 milhões pelo Metro Sul do Tejo. 

 Já no transporte rodoviário de mercadorias houve uma diminuição de 4,1% no segundo trimestre, para um total de 39,6 milhões de toneladas. “Esta redução deveu-se ao transporte nacional (-5,9%; -3,3% no 1ºT), que representou 82,1% do total, enquanto o transporte internacional evidenciou um aumento de 5,1% (+11,6% no 1ºT). O volume de transporte, medido em toneladas-km, diminuiu 2,5% para 8,7 mil milhões (-3,5% no 1ºT). Tanto o transporte nacional (-3,6%) como o internacional (-2,1%) contribuíram para esta redução”, pode ler-se no comunicado do INE.

Transporte marítimo de mercadorias sobe
Os dados do gabinete de estatística indicam que, no segundo trimestre, entraram nos portos nacionais 3878 embarcações de comércio. “As mercadorias movimentadas nos portos totalizaram 24,0 milhões de toneladas, representando um aumento de 2,3% e recuperando da diminuição de 9,8% registada no trimestre anterior.” 

 “Sines movimentou 11,3 milhões de toneladas, registando uma ligeira diminuição (-0,8%), substancialmente menos acentuada que nos trimestres anteriores (-17,8% no 1ºT e -15,3% no 4ºT 2017). O porto de Lisboa apresentou um acréscimo de 10,3% (após +0,1% no 1ºT), enquanto Leixões, com um aumento de 6,6%, recuperou da diminuição de 4,6% verificada no trimestre anterior. Setúbal e Aveiro registaram diminuições de 0,9% e 5,2%, após aumentos de 3,6% e 10,4% no 1º trimestre, respetivamente”, acrescenta. 

 Já os passageiros transportados por via fluvial ascenderam a 5,05 milhões, o que representa um aumento de 1% face ao segundo trimestre de 2017, “dos quais 99,0% em travessias nacionais”. “No rio Tejo, o transporte ascendeu a 4,4 milhões de passageiros (+5,9%; +2,3% no 1ºT), representando 87,7% do transporte total”.

* Não foi o aeroporto de Lisboa que recebeu mais de 7 milhões de turistas, foi a belíssima cidade de Lisboa que os seduziu a vir até cá. Se os turistas adivinhassem a péssima gestão do aeroporto talvez não viessem tantos.

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LX- O UNIVERSO
1- COMO FUNCIONA O TEMPO
NO ESPAÇO


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"DESTAK"
Comunicação do protesto aos municípios refere "tempo indeterminado"

A permanência por "tempo indeterminado" dos taxistas nas cidades de Lisboa, Porto e Faro, em protesto contra as plataformas eletrónicas de transporte, está prevista na comunicação feita aos municípios pelos representantes do setor, segundo a organização e a PSP. 
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O presidente da Federação Portuguesa do Táxi, Carlos Ramos, recordou, em declarações à Lusa, que não é necessário por lei fazer um pedido e aguardar autorização, mas informar as autarquias.

Em Lisboa, acrescentou, já depois de uma anterior comunicação, o município foi hoje novamente informado de que os taxistas iam continuar em protesto por tempo indeterminado.

* Os taxistas não são bem vistos pela maioria das pessoas, nós que andamos muito de táxi temos uma opinião contrária e são raras as vezes em que temos encontrado profissionais com atitudes grosseiras.
Sobre a greve, um direito transversal a todas as classes profissionais, achamo-la exagerada em tempo e quanto mais tempo durar menos razão é creditada à classe.
Não esquecer que no meio destes profissionais existem "toupeiras" bem conhecidas, prontas a prejudicar os colegas.

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XLIII-Cidades e soluções

1-O Brasil é campeão em assassinatos
de activistas ambientais



FONTE:   FANATIC 

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HOJE NO 
"i"
Reitor da Universidade de Lisboa 
faz duras críticas à política para
 o ensino superior

Na abertura do ano académico, o reitor da Universidade de Lisboa, António Cruz Serra, lamentou o encerramento de várias vagas para novos alunos, a falta de financiamento e os ataques à autonomia universitária.

António Cruz Serra aproveitou a audiência de Estado desta sessão especial de abertura do ano académico, que será também a última aula do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, para tecer duras críticas no que diz respeito à política para o ensino superior, sobretudo relativamente ao encerramento de vagas para alunos, a falta de financiamento e outras medidas que considera ser um ataque à autonomia universitária.
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“O total de 7214 novos estudantes que este ano recebemos na Universidade de Lisboa, após a primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior é, lamentavelmente, menor do que em anos anteriores”, começou por dizer o reitor de Lisboa, referindo-se claramente à decisão do Governo de encerrar vagas em Lisboa e no Porto, para valorizar as instituições do interior.
“Não podemos compreender que o nosso Ministério force as melhores universidades a fechar as suas portas a excelentes estudantes, quando tinham todas as condições para os receber”, afirmou António Cruz Serra.

Para dar ênfase às afirmações feitas, o reitor deu dois exemplos: “As instituições de Lisboa e Porto perderam este ano, por imposição governamental, 1066 vagas”. Já as 31 instituições do Algarve, ilhas, interior, Coimbra, Aveiro e Minho receberam apenas mais 98 alunos do que no ano anterior.

“Nunca será com tais medidas, que impedem os jovens de estudar nas universidades mais prestigiadas do país e melhor qualificadas nos rankings internacionais, que promoveremos o desenvolvimento do interior do país”, disse, sublinhando ainda que “o que Portugal precisa é de assegurar um aumento da base de recrutamento do seu ensino superior, no país e no estrangeiro”.

O reitor criticou também “muitas medidas legislativas recentemente tomadas em total desconsideração pela autonomia universitária”, começando por aquela de que resulta “a contratação sem concurso do seu pessoal docente e investigador”.

 “Não imagino medida que mais violentamente fira o legado de José Mariano Gago que, contra a endogamia, soube construir um sistema científico baseado no recrutamento por mérito, através de concursos internacionais”, reiterou.

Mas António Cruz Serra não deixou as críticas por aqui, e falou ainda de uma “inexplicável campanha político-sindical de ataque aos reitores e aos dirigentes das escolas com o objetivo de os fazer recuar na defesa da autonomia, da qualidade de recrutamento do corpo docente e de investigação, bem como da sustentabilidade financeira e da autonomia da universidade pública”, terminou.

* Corajoso o reitor da Universidade de Lisboa.

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LAURINDA ALVES

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Boas maneiras de combater
os medos das crianças

Entre o livro e o Teatro LU.CA, a Associação Princesa Azul e a teatralização das histórias feita nas escolas, muito pode ser feito, posta em perspetiva e renovado nas crianças, educadores e famílias.

Ninguém deixa de ter medos só porque sim e, muito menos, porque alguém decreta que não há razões para ter medo. As coisas não são assim tão fáceis e sabemos bem que todas as idades têm os seus pavores e temores.

Os pesadelos das crianças são verdadeiramente assustadores e implicam com o sono de todos, pais e filhos. Ninguém dorme quando uma criança acorda a meio da noite, a chorar apavorada. Muitos de nós sabemos bem o que é trazer os filhos para a cama e perder a noite por não cabermos todos da mesma maneira, na mesma cama. Sobretudo, por ficarmos a tentar aplacar os pontapés involuntários de um filho que readormece e se atravessa no colchão por se sentir invencível na cama dos pais.

Não vale a pena tentar ser muito pedagógico com uma criança no momento em que desperta do sono com medos. Se o que a fez acordar foram terríveis pesadelos com monstros é importante acender a luz e mostrar que não há monstros no quarto, mas nem sempre é possível estabelecer um diálogo lúcido e efetivo. Muito pelo contrário, um bom abraço, um pouco de colo, uma voz que embala, gestos de ternura e muitos mimos devolvem a segurança, dando-lhes a certeza de não estarem sós. Valem mais que uma explicação factual sobre a inexistência de fantasmas e monstros.

Os medos das crianças tratam-se com mais eficácia se agirmos a montante ou a jusante. No momento em que estão aterrorizadas é muito difícil dizer ou fazer alguma coisa que não seja tentar acalmá-las com abraços e uma presença forte, terna e securizante. Assim como não é possível elaborar grandes teorias sobre a amizade entre os animais e os homens quando uma criança fica paralisada ou corre aos gritos porque tem medo de um cão, também não é recomendável dissertar filosófica e existencialmente sobre os pesadelos no momento em que acabaram de ter um.

Nesta lógica, há estratégias mais eficazes e uma delas passa por contar histórias, ler bons livros ou assistir a bons filmes e boas peças de teatro, para poder ter boas conversas a partir dessas mesmas histórias, lidas ou representadas. Há muitas opções e cada pai ou mãe saberão sempre encontrar as que melhor se adaptam às idades e fases dos seus filhos, mas agora que inaugurou o maravilhoso Teatro LU.CA – Teatro Luís de Camões, em Belém, vale a pena estar atento à programação infantil porque também é feita a pensar em alguns ‘nós cegos’ reais e imaginários que atrapalham a vida das crianças.

(Abro um parêntesis para dar os parabéns à CML pela extraordinária recuperação de uma sala construída em 1737, que foi a Casa da Ópera do rei D. João V, e agora é um Teatro exclusivamente dedicado às crianças e ao público mais jovem. O espaço do LU.CA parece um sonho: um verdadeiro teatro infantil, numa escala fabulosamente acolhedora e fantasticamente bem recuperado, onde apetece ir e voltar com filhos e netos. Lindo!)

No fim de semana passado tivemos a felicidade de juntar nove netos em casa e fomos com alguns ver a peça “Um tigre-lírio é difícil de encontrar”. Foi uma experiência mágica para todas as crianças presentes no LU.CA, justamente por se poderem sentar numa plateia com muita proximidade com o palco e os atores. A peça é sobre quatro crianças perdidas numa floresta, sem saberem como é que ali foram parar, e os atores falam dos seus medos com humor e muita fantasia.

Na plateia, as crianças vão-se revendo na história que o ator, dramaturgo e encenador Alex Cassal criou para estrear o recém-inaugurado Teatro LU.CA. (em minha opinião a peça tem apenas um brevíssimo momento que pode ser melhorado, se a sensibilidade de todas as crianças for tida em conta e esse momento não se destinar apenas a algumas, podendo chocar as outras, mas sobre isso falei no fim com Susana Menezes, a diretora artística do Teatro LU.CA, que simpaticamente convidou os atores e o encenador a virem conversar com o público no fim, numa espécie de extensão da peça que fez com que as crianças saltassem automaticamente para a beira do palco e tivessem a experiência feliz de falar com os atores.).

Nesta floresta mágica, onde tudo pode acontecer, Crista, Daniel, Binete e Alfredo, as quatro crianças perdidas, falam de personagens misteriosos e criaturas assustadoras, mas ao mesmo tempo, cómicas. Riem e fazem rir, perdem-se e voltam a encontrar-se e, pelo meio, falam de um tigre muito assustador que tem uma juba enorme, toda poderosa, feita de lírios gigantes. A ideia do tigre-lírio provoca medo, primeiro por ser um tigre e depois por ser um animal desconhecido. E é este filão que os atores e o dramaturgo exploram em cena.

Ter medo do desconhecido é próprio do ser humano e é, inclusivamente, um sinal de alerta que potencia a auto preservação. É bom sentir medos, portanto. E é esta verdade científica, associada à certeza de que não existem tigres-lírios, que permite aos pais, avós e educadores conversarem depois com as suas crianças, dissecando com elas os seus medos e pulverizando muitos dos seus maiores e mais terríveis pesadelos.

É mais fácil desfazer a ideia de certos monstros e matar alguns fantasmas depois de ver uma peça de teatro em que as crianças perceberam em toda a extensão que há criaturas que não existem e medos que não vale a pena ter, do que tentar explicar-lhes estas coisas sem terem feito a experiência de se reverem em atores ou protagonistas reais ou imaginários de histórias bem escritas ou bem interpretadas.

Nesta rentrée os pais e educadores de crianças e jovens ganharam novas ferramentas para os ajudar a lidar com os seus medos, angústias, ansiedades, e até com situações mais dramáticas como as das vítimas de bullying ou alguma forma de assédio. Passaram a ter o Teatro LU.CA, onde a programação se estende a palestras e Master Classes sobre temas tão essenciais como o racismo e a discriminação, mas também o recém-publicado Livro das Emoções, de Filipa Saragga, escrito em coautoria com as técnicas da Consulta de Ansiedade do Centro de Progresso Infantil e prefaciado por Nuno Lobo Antunes.

O Livro das Emoções é um livro cheio de beleza e magia que explica às crianças as emoções e as maneiras de lidar com elas. Não fala apenas de medos, mas também de saudade, raiva, nojo, tristeza, vergonha, frustração e alegria. Este livro surge na sequência de um outro, integrado no Plano Nacional de Leitura desde o ano em que foi publicado. Falo d’A Princesa Azul, história escrita com a intenção de promover o combate ao bullying através da consciência dos danos que qualquer forma de assédio provoca nas vítimas, sobretudo em idades precoces ou quando a personalidade ainda não está completamente formada e, por isso mesmo, é mais frágil e mais vulnerável.

A Princesa Azul tornou-se uma marca, aliás. Uma personagem com vida própria que gerou uma Associação cuja vocação é ir a escolas teatralizar situações de bullying, permitindo às crianças e jovens compreender melhor o impacto destrutivo de certas palavras e atos. Através da história da Princesa Azul, dos seus amigos e inimigos, as crianças ficam mais conscientes do poder resgatador ou demolidor daquilo que dizem e fazem umas às outras. Mais uma vez a ligação entre livros de histórias e a representação destas mesmas histórias tem o múltiplo efeito de despertar para uma realidade terrível, mas também dá origem a incríveis catarses, pois nas idas às escolas a Princesa Azul tem escutado partilhas de vítimas que se revêm na história e contam aquilo que lhes aconteceu.

Estas crianças nunca partilham em público, mas aproveitam a existência de uma Princesa Azul que vem ao seu encontro, convocando o seu imaginário, mas também a sua experiência e vivências, e no segredo de um gabinete na própria escola ou segredando ao ouvido da Filipa Saragga, que encarna a inspiradora e terna personagem da Princesa Azul, contam terríveis episódios que as atormentam e até ali guardaram só para si. Sabemos bem que o medo, associado ao silêncio, provocam grandes danos na autoconfiança e na autoimagem de crianças e jovens. Danos que podem tornar-se irreparáveis se não forem detetados e tratados a tempo.

É muito impressionante assistir ao início deste processo catártico e curativo das crianças que sofrem por serem (ou terem sido) vítimas de agressão física, moral ou emocional. E é por ser tão impressionante e tão salvífico que não posso deixar de escrever também sobre este belíssimo Livro das Emoções, cheio de profundidade e realismo, mas também repleto de magia e mistério, em páginas a transbordar de ilustrações, mesmo como as crianças gostam.

Entre o livro e o Teatro LU.CA, a Associação Princesa Azul e a teatralização das histórias feita nas escolas, muita coisa pode ser processada, posta em perspetiva e renovada nas crianças, educadores e famílias. Que bom existirem estas e tantas outras boas maneiras de combater os medos das crianças.

IN "OBSERVADOR"
18/09/18

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1674.UNIÃO



EUROPEIA




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HOJE NO 
"A BOLA"
Espinho Beach Run no sábado na Baía

Aurora Cunha, campeã do Mundo de pista e de estrada e o jornalista Mário Augusto, são os padrinhos da “Espinho Beach Run” que irá realizar-se no sábado, a partir das 15 horas, na praia da Baía, em Espinho e que conta já com mais de meio milhar de inscritos.
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A iniciativa da secção de atletismo do Sporting Clube de Espinho/António Leitão, com a colaboração do Município de Espinho e do pelouro do Desporto, irá contar com quatro provas distintas: Légua, Milha, Desporto Adaptado e Caminhada Solidária – cinco quilómetros no passeio da Marginal cuja receita da totalidade das inscrições reverte a favor da Cerciespinho.

Os três primeiros classificados da prova da Légua de 5000 metros (masculino e feminino) irão receber os seguintes prémios monetários: 1.º classificado, 250 euros; 2.º classificado, 100 euros; 3.º classificado, 50 euros.

Haverá, simultaneamente, provas para benjamins (500 metros), infantis (800 metros), desporto adaptado (500 metros), iniciados e juvenis (1609 metros).

A animação começa cerca das 10 horas, com aulas de grupo com os monitores dos Ginásios Activa e Onfit, aulas de Taekwondo da Escola Taekwondo Sport Clube e a atuação da MTV Dance Academy.

Até aos 17 anos de idade a inscrição é gratuita, bem como nascidos no dia 22 de setembro, exceção para a caminhada solidária.

* Viva a práctica desportiva.

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38-O ENCANTADOR DE CÃES

O melhor amigo do cão/1.4




FONTE:   Tube Brasil Full nº 09

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VII-O INFILTRADO

4-NO MUNDO DOS DETECTIVES 






FONTE:    Antonio Mario

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HOJE  NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Vai haver nova PGR: 
a escolhida é Lucília Gago

A atual procuradora-geral-adjunta da República, Lucília Gago, de 62 anos, é a escolha do Governo, subscrita pelo presidente da República, para suceder a Joana Marques Vidal.

A notícia da escolha do novo nome para a Procuradoria Geral da República (PGR) foi divulgada, esta quinta-feira à noite, no site da Presidência da República, com uma nota de Marcelo Rebelo de Sousa, revelando que terá efeitos a partir de 12 de outubro de 2018.
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O presidente aponta duas razões para a decisão de acolher a substituição da atual procuradora, cujo nome lhe foi proposto pelo primeiro-ministro António Costa.

Por um lado, Marcelo lembra que "sempre defendeu a limitação de mandatos, em homenagem à vitalidade da Democracia, à afirmação da credibilidade das Instituições e à renovação de pessoas e estilos, ao serviço dos mesmos valores e princípios".

Em segundo lugar, o presidente diz que "considera que a Senhora Dra. Lucília Gago garante, pela sua pertença ao Ministério Público, pela sua carreira e pela sua atual integração na Procuradoria-Geral da República - isto é, no centro da magistratura - a continuidade da linha de salvaguarda do Estado de Direito Democrático, do combate à corrupção e da defesa da Justiça igual para todos, sem condescendências ou favoritismos para com ninguém, tão dedicada e inteligentemente prosseguida pela Senhora Dra. Joana Marques Vidal".

Lucílio Gago foi Diretora do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa entre 2016 e 2017, e está desde essa data a exercer funções na PGR onde criou e desenvolveu um gabinete de âmbito nacional de coordenação dos magistrados do MP na área da família, da criança e dos jovens. Atualmente coordena este gabinete.

A área das crianças e dos jovens é há muitos anos acompanhada por si e está desde 2009 na Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco, por indicação da PGR.

* Gostamos muito do  desempenho da actual  PGR, diremos que a uma pessoa séria sucede outra pessoa séria, desejamos sucesso.

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Ricardo Ribeiro

Povo que lavas no Rio


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HOJE NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"
Inspeção realiza auditoria para 
analisar elevado número 
de queixas contra polícias

A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) considera “altamente preocupante” o elevado número de queixas apresentadas contra a PSP e GNR relacionadas com as ofensas à integridade física, prevendo realizar uma auditoria para analisar esta situação.
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O relatório de atividades da IGAI de 2017, hoje divulgado na página da Internet daquele organismo, mostra que mais de um terço das queixas contra a atuação das forças de segurança que chegaram no ano passado a este organismo estava relacionada com as ofensas à integridade física.

“As ofensas à integridade física, embora o seu número seja praticamente igual ao do ano anterior, o valor registado no universo global das participações não deixa de ser altamente preocupante, representando 34,6% das situações apresentadas”, indica a IGAI, acrescentando que, “tratando-se dum número muito elevado, impõe uma análise aprofundada das circunstâncias que o determinam”.

Nesse sentido, avança que está prevista a realização, durante este ano, de uma auditoria temática “para análise do circunstancialismo fáctico, objeto de denúncias contra elementos” das forças e serviços de segurança.

A IGAI recebeu 772 queixas contra a atuação das forças e serviços de segurança em 2017, o valor mais alto dos últimos quatro anos, e mais de metade foi dirigida à ação da PSP.

* Lamentável que alguns agentes incorram em ofensas físicas a cidadãos, a instituição não merece.
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X-OLHO DE 
HÓRUS


2-PHILAE

O PRINCÍPIO FEMININO
  


O documentário apresenta a história de uma suposta organização sacerdotal hermética, pertencente à escola de mistérios conhecida como Olho de Hórus. Esta escola teria sido responsável pela orientação espiritual e a direcção dos destinos do povo egípcio durante milhares de anos.
 
Seu objectivo principal teria sido o de promover a elevação do nível de consciência dos egípcios através, principalmente, da construção de diversos templos sagrados ao longo das margens do rio Nilo. Além disso, os sacerdotes eram os zelosos guardiões da sabedoria acumulada desde tempos imemoriais, quando ainda "existia" o continente perdido da Atlântida.

A série foi baseada nas investigações do egiptólogo e matemático R. A. Schwaller de Lubicz e nas realizações da escola Olho de Hórus.

Para os antigos egípcios, havia um plano divino baseado na reencarnação destinado a que o homem experimentasse em sua própria carne as leis que determinam o funcionamento do universo. Vivendo um processo evolutivo através da acumulação de experiências ao longo de 700 "reencarnações", o ser humano, inicialmente um ser instintivo, ignorante, inocente e primitivo, poder-se-ia  transformar  num super-homem,  um sábio imortal.

Assim se produzia uma iluminação temporal do discípulo, durante a qual podia viajar conscientemente pelo tempo e pelo espaço.

O documentário original está dividido em 10 capítulos:
Capítulo 1: A Escola dos Mistérios.
Capítulo 2: O Senhor da Reencarnação.
Capítulo 3: A Esfinge, Guardiã do Horizonte.
Capítulo 4: A Flor da Vida.
Capítulo 5: O Complexo de Cristal.
Capítulo 6: A Máquina Quântica.
Capítulo 7: O Amanhecer da Astronomia.
Capítulo 8: O Caminho da Compreensão.
Capítulo 9: O Portal da Liberdade.
Capítulo 10: O Princípio Feminino.

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A Higiene Íntima Masculina




FONTE: Saúde da Mulher com Dra Laura Lucia.

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FUGINDO À POLÍCIA


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Para cozer os miolos/74





CHEIAS E ENXURRADAS!


* Obrigado GILDA por este precioso envio


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TANTO SÍTIO



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1738
Senso d'hoje
JULIANA GRAGNANI
REPORTER DA BBC BRASIL
SEDIADA EM LONDRES
"7 passos para identificar
notícias falsas"



FONTE:BBC News Brasil


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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS






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 COELHO ALPINISTA


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BOM DIA


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4-BIZARRO

FORA "D'ORAS"

XXXVII-BACANTES

3ºACTO



NR: Este espectáculo não é aconselhável a olhos, corações sensíveis e pudorentos, tem cenas de nudez muito explícitas. Os vídeos da representação serão editados diariamente.

ARTE É CULTURA, CULTURA É LIBERDADE!

O rito vive a chegada de Dionyzio , filho de Zeus e da mortal Semelle, em sua cidade natal, TebaSP, que não o reconhece como Deus. Trava-se o embate entre o mortal Penteu, filho de Agave, que, através de um golpe de estado, tomou o poder do avô, o Governador Kadmos e tenta proibir a realização do Teatro dos Ritos Báquicos oficiados por Dionyzio e o Coro de Bacantes e Sátiros nos morros da cidade.

Penteu é a personagem mais contemporânea da peça. Ele incorpora o pensamento dominante, herança do legado racista, patriarcal, escravocrata e sexista, que tem na propriedade privada a legitimação de genocídios; no discurso de hategroups que não conseguem contracenar com as diferenças e no privatizante e “apolítico” projeto neoliberal.

No terceiro ato, o coro de Bacantes e Sátiros que presentificam a multidão insurgente, conduzidos por sua mãe, estraçalham e devoram Penteu num trágico banquete antropófago – um rito de adoração da adversidade. Nesse movimento, o coro se revela mais contemporâneo que Penteu, pois vai em direção ao primitivo, num retorno ao pensamento em estado selvagem com percepção da cosmopolítica indígena, que hoje nos mostra como totemizar a predação e o trauma social do capitalismo e do antropocentrismo que atravessam continentes e séculos carregando a mitologia do Progresso a qualquer custo.

Com músicas compostas por Zé Celso, incorporando o Teatro de Revista, Bacantes vai muito além do musical americano, e depois de 20 anos da estreia, a evolução musical do Coro do Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, desde as montagens de Os Sertões até as imersões nas obras de Villa Lobos e Paul Hindemith, preparou a companhia para a atuação nesta ópera eletrocandomblaica com a qualidade que lhe é devida. A música é executada ao vivo pelos coros & banda.

BACANTES – FICHA TÉCNICA

Texto:
EURÍPEDES

Versão brazyleira
CATHERINE HIRSCH
DENISE ASSUNÇÃO
MARCELO DRUMMOND
ZÉ CELSO MARTINEZ CORREA
Tradução para o inglês | Legendas
ANA HARTMANN y MARIA BITARELLO
DIREÇÃO E MÚSICA
JOSÉ CELSO MARTINEZ CORREA
Conselheira poeta
CATHERINE HIRSCH
Direção Musical:
MARCELO PELLEGRINI
GUILHERME CAZALVARA
CHICÃO
Direção de Cena:
ELISETE JEREMIAS
OTTO BARROS

TYAZO:
Dionysio
MARCELO DRUMMOND
Penteu
FRED STEFFEN
Tirézias
ZÉ CELSO MARTINEZ CORREA
Semele
CAMILA MOTA
Zeus
RODERICK HIMEROS
Kadmos
RICARDO BITTENCOURT
Hera
VERA BARRETO LEITE
Rheia e Coriféria Negra
CARINA IGLESIAS
Coriféria Negra
DENISE ASSUNÇÃO
Agave e Moira Corta Vida
JOANA MEDEIROS
Autonoe e Moira Puxa Vida
LETÍCIA COURA
Hino e Moira Tece Vida
MARIANA DE MORAES y NASH LAILA

RODERICK HIMEROS
Ganimedes
OTTO BARROS
RODERICK HIMEROS
Ampelos
LUCAS ANDRADE
Cupido
KAEL STUDART
Mensageiro I
RODERICK HIMEROS
Mensageiro II
MARCIO TELLES
Comandante da Tropa de Elite
TONY REIS y CYRO MORAIS
Harmonia e Paz
CAMILA GUERRA Y DANIELLE ROSA
Afrodita
MÁRCIO TELLES
Artemis
WALLACE RUY
Coripheia
SYLVIA PRADO
Touro enfurecido
CYRO MORAIS
Adoração
VERA BARRETO LEITE
Bacantes
BÁRBARA SANTOS
CAMILA GUERRA
CLARISSE  JOAHANSSON
DANIELLE ROSA
FERNANDA TADDEI
GABRIELA CAMPOS
MARINA WISNIK
NASH LAILA
WALLACE RUY

Satyros & Coro de Penteu
CYRO MORAIS
IGOR PHELIPE
KAEL STUDART
LEON OLIVEIRA
LUCAS ANDRADE
RODERICK HIMEROS
RODRIGO ANDREOLLI
TONY REIS
TÚLIO STARLING

BANDA ANTROPÓFAGA
GUILHERME CAZALVARA (bateria e trompete)
FELIPE BOTELHO (baixo elétrico)
ITO ALVES (percussão)
CHICÃO (piano e teclados)
MOITA (guitarra elétrica)
ANDRÉ SANTANA LAGARTIXA (bateria)

Sonoplasta
DJ JEAN CARLOS

Preparação Vocal
GUILHERME CALZAVARA
CHICÃO

Preparação corporal/dança/atuação
MÁRCIO TELLES
SERGIO SIVIERO
HUGO RODAS

Figurino
SONIA USHIYAMA
GABRIELA CAMPOS
CAMILA VALONES
SELMA PAIVA
VALENTINA SOARES
SYLVIA PRADO

Camareira
CIDA MELO

Maquiagem
CAMILA VALONES
PATRÍCIA BONÍSSIMA

Arquitetura Cênica
CARILA MATZENBACHER
MARÍLIA CAVALHEIRO GALLMEISTER
CLARISSA MORAES

Objetos
CRIAÇÃO COLETIVA DA COMPANHIA

Objetos cênicos
RICARDO COSTA

Máscara de Dionyzio
IGOR ALEXANDRE MARTINS

Contraregragem/maquinária
OTTO BARROS
ELISETE JEREMIAS
CARILA MATZENBACHER
MARÍLIA CAVALHEIRO GALLMEISTER
BRENDA AMARAL

Residência no  Processo Criativo da  Direção de Cena
ANA SOBANSKY

Cenotecnia
JOSÉ DA HORA

Som
FELIPE GATTI

Assistentes de som
RAIZA SORRINI

Iluminação
desenho dos mapas de luz, afinação, direção do roteiro de operação, coro de pin-beams e operação de luz ao vivo
CIBELE FORJAZ

Direção técnica e de montagem, Co-operação de luz ao vivo
PEDRO FELIZES
LUANA DELLA CRIST

Coro de pimbeans
CAMILE LAURENT
LUCIA RAMOS
NARA ZOCHER

Cinema ao vivo
IGOR MAROTTI (diretor de fotografia, câmera)
CAFIRA ZOÉ (câmera)
PEDRO SALIM (corte de mesa, vídeo mapping)

Produção Executiva e administração
ANDERSON PUCHETTI

Produção
EDERSON BARROSO

Direção de Produção, Estrategistas e Captação
CAMILA MOTA
MARCELO DRUMMOND
ZÉ CELSO

Editoria WEB
BRENDA AMARAL
CAFIRA ZOÉ
IGOR MAROTTI

Núcleo de Comunicação Antropófaga | Mídia Tática
BRENDA AMARAL
CAFIRA ZOÉ
CAMILA MOTA

Projeto Gráfico e Poster
IGOR MAROTTI

Texto do Programa
CAFIRA ZOÉ
CAMILA MOTA
ZÉ CELSO

Fotógrafos
CAFIRA ZOÉ
IGOR MAROTTI
JENNIFER GLASS

Programação WEB
BRENDA AMARAL

Operação de legendas
MARIA BITARELLO

Makumbas Graphykas
CAFIRA ZOÉ
CAMILA MOTA


FONTE:  Teatro Oficina Uzyna Uzona

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