quarta-feira, 13 de setembro de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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V-OS RIOS E A VIDA
3- NILO
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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"

Conheça as 20 maiores fraudes
 da história da música

Roubos, plágio, contratos fraudulentos e roubo. Vale tudo para vingar no mundo da música.

O mundo do espetáculo é um meio cruel e a música não é exceção. Entre plágios, playbacks, contratos fraudulentos e até roubos, vale tudo para vingar nos tops. O El País conta quais foram os 20 maiores embustes na história da música.

1-Milli Vanilli
A dupla foi descoberta pelo produtor alemão Fran Farian, enquanto apareciam nos espetáculos de Sabrina como dançarinos de apoio. Os jovens Fab Morvan e Rob Pilatus chamaram à atenção do produtor pelas suas capacidades de dança e sex appeal. Só tinham um pequeno problema… Não sabiam cantar. Esse pequeno impasse foi rapidamente resolvido pelo produtor, que contratou cantores e músicos que gravaram os discos. A dupla foi um sucesso de vendas e chegou mesmo a ganhar um Grammy. O grupo só foi desmascarado em 1990, quando um dos cantores que gravou o disco, Charles Shaw, disse a um jornal que era ele que cantava e que os dois jovens eram uma fraude. O produtor Frank Farian acabou por vir a público expor o caso. Os Milli Vanilli tentaram ainda gravar um disco autêntico, mas a estratégia não resultou. Rob, um dos membros da dupla, não lidou bem com o escândalo e acabou por morrer de overdose em 1998.

2-Jordy
O menino francês de apenas quatro anos foi um êxito fenomenal e chegou mesmo a figurar no Livro de Recordes do Guiness como o artista mais novo a atingir o número 1 em todo o mundo. A história do seu sucesso começou com “Dur dur d’être bébé!”, uma canção com uma musicalidade dance onde Jordy explicava as dificuldades de ser criança. A jovem criança editou três álbuns. Os dois primeiros vingaram no mercado, mas o terceiro já não foi tão bem recebido. Os grandes impulsionadores da carreira precoce de Jordy foram os seus pais, o produtor Claude Lemoine e a compositora Patricia Clerget. Se, por um lado, tornaram possível o triunfo do filho, por outro, foram também eles que estoiraram todo o dinheiro que a criança fez nos primeiros anos de vida. O casal acabou por se divorciar e Jordy nunca chegou a tocar num cêntimo da fortuna que arrecadou. Acabou por fazer reality shows para ganhar dinheiro.

3-U2
Em 1992, a banda irlandesa estreava um novo formato de espetáculo na digressão mundial Zoo TV Tour. Este novo modelo incluía vários efeitos multimédia. O trabalho de sincronização do som com a imagem era difícil e, para garantir que nada corria mal ao vivo, os U2 decidiram gravar as músicas antecipadamente. Ainda assim, as falhas frequentes de sincronização denunciaram o esquema e provocaram descontentamento entre o público, que os acusou de fraude. O vocalista dos Kiss, Gene Simons, criticou a banda dizendo que “se, como os U2, cobras 100 dólares pela entrada, fazer mímica sincronizada é uma falta de honradez” . Ironicamente, os Kiss foram apanhados a fazer playback uma década depois do escândalo dos U2. A banda pediu desculpas no Twitter.

4-Technotronic
O grupo de eurodance belga atingiu o sucesso com temas como “Pump up the jam”. A dupla era composta por MC Eric e Manuela Kamosi, mais conhecida como Kid K. Mas quem aparecia no vídeo do tema nao era Kid K, mas sim a modelo Felly Kilingi, muito mais atraente que a cantora. Em 2009, 20 anos depois do disco ter sido lançado, MC Eric confessou que “o contrato feito com Kid K era ilegal porque ela era menor de idade. Quanto toda a gente se deu conta, era tarde, porque a canção já era um êxito nas discotecas. Por isso, encontraram esta rapariga que parecia africana e tinha uma imagem muito mais forte. A empresa escolheu-a sem que soubéssemos”. A partir do lançamento do segundo disco, Kid K passou para a linha da frente, aparecendo em todas as fotografias e vídeos e tocando ao vivo, mas o êxito nunca mais foi o mesmo.

5-Leonard Cohen
Em 1994, o cantor decidiu fazer um retiro num mosteiro em Los Angeles. Deixou a contabilidade e gestão do seu dinheiro ao cargo de Kelly Linch, que era sua assessora financeira há 17 anos e com quem mantinha relações românticas esporádicas. Kelly fugiu com os cinco milhões de dólares que o cantautor canadiano tinha poupado. Cohen teve que abandonar o retiro e voltar às digressões para reuprar algum do dinheiro que perdeu. A sua contabilista acabou por ser condenada a 18 meses de prisão.

6-Rihanna
A cantora dos Barbados não tem qualquer problema em usar samples de outras canções como fez, por exemplo, em “Don’t Stop the Music” em que usou um sample da canção “Wanna be Starting Something” de Michael Jackson. Mas o grande problema aparece quando lançou o tema “Bitch Better Have My Money”, um plágio do tema “Betta Have My Money” da rapper Just Brittany.

7-Boney M
Este grupo foi mais um dos esquemas engendrado por Frank Farian, o produtor por trás dos Milli Vanilli. E este caso é em tudo semelhante ao que já foi apresentado anteriormente. O produtor juntou um grupo de dois cantores, uma modelo e um DJ, todos eles muito atraentes. Quando o DJ advertiu que não sabia cantar, Frank prontificou-se a fazê-lo por ele. A ideia era formar um grupo negro e exótico que fizesse frente ao grande sucesso que vinha da Suécia — os ABBA. O grupo teve um sucesso tal que Bobby Farrell, o DJ, decidiu que queria cantar. Farian recusou o seu pedido e acabou por substituí-lo por outra pessoa. O público não recebeu bem o novo membro e o produtor alemão teve que convidar Boby Farrel de volta. Ofereceu-lhe mais dinheiro e prometeu mudar o nome do grupo para “Bobby Farrel e Boney M”. Farrel aceitou e o grupo continuou, para agrado do público.

8-C+C Music Factory
O grupo de dance pop dos anos 90 convidou o rapper Freedon Wiliams e a cantora Martha Wash para participar em êxitos como “Gonna Make You Sweat (Everybody Dance Now)”. Mais uma vez, a editora decidiu substituir a cantora por Zelma Davis, uma atraente modelo de 19 anos que figurava nos vídeos e capa do disco. Martha Walsh acusou os produtores e a CBS/Sony de fraude, publicidade enganosa e apropriação comercial.

9-Michael Jackson
Depois da sua morte foi lançado um disco póstumo com canções alegadamente inéditas. A família, amigos e colaboradores do cantor criticaram o lançamento, já que muitas das músicas não estavam acabadas. Mas foi Paris, filha de Michael Jackson, quem denunciou a fraude deste disco. Grande parte das canções eram cantadas por Jason Malachi e não pelo Rei da Pop. A verdade foi denunciada através da gravação de uma conversa por vídeo entre Paris e vários amigos, que foi dvulgada nas redes sociais. John Malachi acabou por confessar na sua conta de Facebook: “Creio que chegou a hora de confessar. Era eu quem cantava ‘Breaking News’, ‘Keep Your Head Up’, ‘Monster’ e ‘Stay’. Tinha um acordo com a empresa discográfica, mas o gato já está fora da mala (expressão idiomática que equivale a descobrir uma verdade). Perdão a todos os meus fãs e aos fãs de Michael Jackson.”

10-Billy Joel
À semelhança de Leonard Cohen, também Billi Joel foi roubado, mas este pelo seu agente, Frank Weber. Weber desviou 30 milhões de dólares para oferecer como garantia para empréstimos pessoais e para investir. O cantor, que ganhou seis Grammys e vendeu mais de 100 milhões de discos em todo o mundo, só se apercebeu do desfalque quando foi alvo de uma auditoria. Na altura, teve que declarar a perda. Acabou por acusar Weber, que era padrinho da filha do cantor e tinha sido seu cunhado, por fraude e apropriação indevida.

11-Selena Gomez
A cantora foi apanhada a fazer playback num concerto em Fairfax, Virginia. Enquanto cantava o tema “Slow Down”, Selena caiu, mas a música continuou a tocar como se nada tivesse acontecido. O momento foi gravado em vídeo e divulgado no Youtube.

12-The Monkees
O grupo foi criado para fazer frente aos Beatles. Tiveram muito sucesso até os membros do grupo começarem a tentar fazer música. Michael Nesmith, Davy Joes, Micky Dolenz e Peter Tork foram os quatro selecionados de um casting onde aparecerem mais de 500 rapazes. Os jovens só tinham que aparecer na televisão e nas capas dos discos. A música estava a cargo de outras pessoas. A banda começou a reinvindicar que queria tocar ela própria a música e, de tanto insistir, os seus membros acabaram por ter uma oportunidade. Infelizmente, essa oportunidade surgiu na altura em que os quatro fantásticos de Liverpool lançaram o Sgt Pepper’s Lonely Heart Club Band. O êxito do álbum da banda britânica esmagou completamente os The Monkees.

13-Frank Sinatra
Foi ele quem inventou o conceito de “fãs”. Em 1942, o agente de comunicação do famoso crooner contratou raparigas para, a troco de 5 dólares, gritarem pelo cantor e desmaiarem nos seus concertos. Anos depois, também os Beatles adotariam a mesma tática.

14-Lin Miaoke
Na cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008, Lin Miaoke, uma menina de nove anos, deliciou o público com a sua atuação. Mas o escândalo rebentou quando se descobriu que quem estava a cantar era uma outra menina, Yang Peiyi, que foi preterida por ter os dentes tortos. O diretor musical do evento justificou a escolha por ser de “interesse nacional”, já que queriam “projetar a imagem correta” e Lin Maoke foi escolhida por ser “muito engraçada”.

15-The Beatles
John Lennon foi acusado de plagiar a canção “You Can’t Catch Me” de Chuck Berry. Lennon acabou por admitir que “Come Together” foi inspirada no tema, e chegou a um acordo com a editora de Chuck Berry em que prometeu que gravaria outras canções do artista. Em 1975, editou o álbum Rock’n’Roll em que cumpriu com o acordado. Ainda assim, a editora processou-o por plágio. Em sua defesa, Lennon disse que “sim, era eu a compor sobre um velho tema de Chuck Berry. Apesar de que não é nada como a canção de Chuck Berry, levaram-me a julgamento porque o admiti uma vez há anos. Deixei uma linha da letra igual, que poderia ter mudado por outra. A canção continua a ser minha, independentemente de Chuck Berry ou qualquer outra pessoa no mundo.”

16-Héroes del Silencio
Em 2007 o grupo espanhol percorria o seu país e o continente americano com a digressão de despedida. Em Espanha só visitaram três cidades, por isso foram muitos aqueles que se deslocaram até Sevilha para ver a mítica banda de rock dos anos 80. Mas a desilusão foi grande para aqueles que estavam nas primeiras filas do estádio olímpico La Cartuja quando se aperceberam que o vocalista nem se esforçava para mexer os lábios ao som do playback e que o instrumental que se ouvia não correspondia aos instrumentos que figuravam em palco. Muitos espetadores correram logo à internet a exigir que lhes fossem pagas indemnizações mas o seu pedido não foi atendido.

17-Modern Talking
O duo alemão, composto por Thomas Anders e Dieter Bohlen, marcou os anos 80. Venderam 120 milhões de discos, arrecadando uma pequena fortuna. Mas em 2001, já a banda tinha deixado o ativo há muito, veio a público que as vozes que se ouviam não eram as de quem dava a cara. Os verdeiros intérpretes dos temas eram Rolf Köhler, Detlef Wiedeke e Michael Schol. Quando o esquema se tornou público, os três cantores decidiram investir num trio, mas acabaram por não conseguir.

18-Credence Clearwater Revival
O líder do grupo, John Fogerty, foi acusado de ter plagiado o tema “Good Golly, Miss Molly” quando compôs “Travelin’ Band”. Fogerty foi levado à justiça, mas chegou a acordo fora dos tribunais. O cantor e guitarrista desculpou-se dizendo que foi um “plágio acidental”. Parece uma desculpa esfarrapada, mas é preciso notar que Fogerty chegou a ser processado por se ter plagiado a ele próprio. A empresa que tinha os direitos de autor do tema “Run Trough the Jungle” processou-o porque “The Old Man Down the Road”, tema que também foi escrito por ele, era demasiado semelhante.

19-Katy Perry
Em 2011 a cantora tentou convencer o público num concerto em Manchester de que tocava flauta, mas o plano saiu-lhe furado, já que quando afastou o instrumento, a música continuou a tocar. Tentou dar a volta à situação gracejando “Ok, não sei tocar flauta!”, mas o público não achou graça e acabou por divulgar o vídeo do sucedido no YouTube.

20-Oasis
Noel Galagher é tido por muitos como um génio. Mas a verdade é que a autenticidade dos seus temas foi questionada várias vezes. A lista de influências das suas músicas inclui Stevie Wonder, Monthy Python, Serge Gainsbourg, Pink Floyd, The Doors e até Bach. Mas aqueles que o levaram a tribunal e pelos quais teve que pagar direitos de autor foram o tema “Get It On”, de T. Rex e uma canção usada num anúncio da Coca-Cola dos anos 70. Sobre este último, Galagher respondeu dizendo: “a partir de agora só beberei Pepsi”.

* Sobre Frank Sinatra falta referir a burla de "My way"


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FRUIT DE LA MER/1

PASSION LUXURY LINGERIE
PRIMAVERA/VERÃO
2017
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HOJE NO
"RECORD"

Sara Moreira "preparada e motivada"
 para regresso à competição

A atleta do Sporting Sara Moreira assumiu  que se sente "preparada" e "motivada" para regressar à competição depois de uma paragem por lesão que a impediu de disputar os Mundiais de Londres, em agosto.
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"A lesão está ultrapassada. Sinto-me totalmente recuperada. [A lesão] Não deixou mazelas, pelo menos que se tenham notado para já. Tenho treinado a um bom nível. Estou preparada para ir à luta e dar o meu melhor. No domingo, o objetivo é o regresso e voltar a sentir-me bem", disse Sara Moreira.

A atleta vai correr domingo os 21,095 quilómetros da meia maratona do Porto, prova que foi apresentada esta terça-feira e que a organização estima que chegue aos 13.000 inscritos, num total de 41 países representados.

Sara Moreira regressa à competição depois de ter falhado os Mundiais, devido a uma entorse na tibiotársica direita com rotura do ligamento talofibular anterior.

"Espero que este seja o regresso que eu quero que é um regresso sem mais paragens. Infelizmente tive uma maré de azar e a época 2016/17 foi muito complicada, com poucas competições, bastantes lesões. Esta meia maratona é especial para mim que nunca a venci. Não sei se conseguirei uma vitória. O objetivo é regressar bem", disse a atleta natural de Santo Tirso.

A atual campeã europeia da distância destacou que tem como horizonte participar nos Nacionais de estrada e de corta-mato, e não esqueceu que em 2018 há novo Campeonato da Europa.

"Quero lá estar na máxima força. Não sei a distância. Vai depender de muitos fatores. Pode ser a maratona ou os 10.000 metros. Daqui até lá há tempo para definir. Agora o objetivo é voltar a competir bem, depois os objetivos do Sporting e só depois o Europeu", concluiu.

* Grande atleta a quem desejamos um melhor regresso.

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VI-MESTRES DE COMBATE
2- BOXE SD

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* Não somos fãs destas modalidades desportivas, temos até   dúvidas se o "modismo" destas prácticas não potencia os conflitos de minorias formatadas em grupos de luta. Os vídeos desta série têm espectáculo e aventura, priviligeámos isso.

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Partículas microscópicas de tinta das tatuagens acabam nos gânglios linfáticos

Estudo indica que partículas viajam no corpo humano mas falta apurar se isso tem efeitos adversos

Partículas microscópicas - que não têm mais do que um milionésimo de centímetro - da tinta usada para fazer tatuagens conseguem "viajar" pelo corpo humano e acabam por depositar-se nos gânglios linfáticos, parte do sistema linfático que tem um importante papel no sistema imunitário humano.
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Segundo um estudo publicado na revista Scientific Reports, citado pelo The Guardian, nas pequenas partículas que viajam pelo corpo incluem-se conservantes e contaminantes, nomeadamente níquel, crómio, manganês e cobalto. Outro componente presente na tinta das tatuagens é o dióxido de titânio, pigmento que é também encontrado nos aditivos colocados em alimentos, tintas e protetores solares e pode causar comichões, irritações na pele e atrasos no processo de sarar feridas. E também este foi detetado nos gânglios.

A tinta usada nas tatuagens é composta por vários pigmentos orgânicos e inorgânicos, sendo que estes podem ser contaminados por impurezas tóxicas. Os cientistas avisam mesmo que, antes de fazer uma tatuagem, verificar a composição química das tintas usadas seria tão importante quanto ter a certeza que o estúdio usa apenas agulhas esterilizadas. "Ninguém verifica a composição química das cores, mas o nosso estudo mostra que talvez devessem fazê-lo", disse ao Guardian Hiram Castillo, coautor do estudo e investigador no European Synchrotron Radiation Facility, em Grenoble, França.

Os cientistas de Grenoble foram auxiliados por investigadores de um instituto de Berlim especializado na avaliação de risco para conseguirem identificar as partículas das tintas das tatuagens na pele e nos gânglios linfáticos, que se localizam no pescoço, axilas e virilhas. Chegaram à conclusão de que apenas partículas muito pequenas - nanopartículas - chegavam aos gânglios linfáticos. Procuraram ainda mudanças nos tecidos próximos das partículas, nomeadamente alterações ao nível molecular, e detetaram "provas fortes" da migração e depósito a longo prazo dos elementos tóxicos no corpo.

No estudo, ficou assim estabelecida a presença das partículas nos gânglios linfáticos, mas só a próxima fase da investigação permitirá perceber se estas causam efeitos adversos, incluindo inflamação, resumem os autores da pesquisa.

* Ainda vão aparecer  "maduros" a dizer que os cientistas não "precebem" nada.

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LUCY P. MARCUS

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Os lacaios empresariais de Trump

Se o imperativo moral de enfrentar a opressão não é suficiente para levar uma empresa a agir, talvez a necessidade de proteger a reputação da empresa seja.

Em meados de Agosto, grupos de extrema-direita, neo-nazis e supremacistas brancos, incluindo o Ku Klux Klan, reuniram-se em Charlottesville, Virgínia, para uma manifestação que terminou com um supremacista branco a conduzir um carro em direcção a uma multidão de contra-manifestantes, matando uma pessoa e ferindo 19. O presidente Donald Trump reagiu ao sucedido não condenando o terror racista, mas sim culpando "muitos lados" pela violência. Para muitos membros do conselho industrial e do Fórum de Estratégia e Política, foi a gota de água. Mas os problemas já vinham de trás.

Os primeiros membros do conselho que renunciaram foram rotulados como "grandstanders" por Trump. Mas depois as renúncias, gota a gota, tornaram-se numa onda, e Trump, aparentemente temeroso de uma revolta em grande escala por parte dos líderes empresariais que deveriam aconselhá-lo, rapidamente dissolveu os dois conselhos económicos, escrevendo no Twitter que não queria pressionar os seus membros.

Talvez não precisasse de se preocupar. Sim, alguns membros dos órgãos consultivos de Trump assumiram uma posição. Mas foi muito pouco, e demasiado tarde. Afinal, por mais terrível que tenha sido a resposta de Trump aos eventos em Charlottesville, ninguém pode dizer, de forma credível, que ficou chocado com isso. Pelo contrário, desde o primeiro dia, houve sinais claros de que esta administração era tóxica. Mesmo os próprios conselhos eram pouco mais do que uma ferramenta para aumentar o ego de Trump, elevando a sua auto-imagem como homem de negócios.

Ainda que alguns membros do conselho tenham renunciado depois de Trump ter retirado os Estados Unidos do acordo climático de Paris, a maioria permaneceu, devido a um desejo primordial de prestígio e acesso. Participaram em momentos fotográficos com sorrisos rasgados, acenando com a cabeça e apertando as mãos uns dos outros. Gostam certamente de contar histórias aos seus investidores e colegas que começam com: "Quando eu estava na Casa Branca na semana passada…"

Violações éticas flagrantes? ‘Check’. Mentiras repetidas em relação a laços com a Rússia? ‘Check’. Ameaças de guerra nuclear no Twitter? ‘Check’. Só quando Trump validou implicitamente o nazismo é que se sentiram obrigados a pesar as suas opções.

Esses líderes empresariais não podem dizer, de forma credível, que acreditavam, até à semana passada, que poderiam exercer uma influência moderadora sobre Trump. Se fosse esse o caso, teria havido alguma indicação disso nestes últimos sete meses. Mas não houve. Pelo contrário, Trump abandonou o guião repetidamente, revelando crenças e sentimentos que não jogaram a seu favor.

Na verdade, ao escolherem permanecer nos conselhos de Trump durante tanto tempo, esses líderes empresariais validaram implicitamente a sua autoridade que, como demonstrou várias vezes, era incapaz de exercer. Para os membros dos conselhos económicos de Trump, assim como para os membros da sua administração, estar ao lado do presidente equivale a estar com ele. Com efeito, esses líderes validaram as posições ultrajantes de Trump num vasto conjunto de questões, desde o seu plano para construir um muro na fronteira com o México até às suas repetidas tentativas de impedir que cidadãos de vários países de maioria muçulmana entrem nos EUA.

Ninguém deve subestimar o impacto desta posição. Os conselhos económicos de Trump integram os líderes de algumas das maiores empresas do mundo. As suas acções são importantes. A sua decisão de se associarem a uma administração que ataca repetidamente princípios democráticos é altamente significativa - e não apenas para os EUA. Na verdade, as empresas que estavam representadas - como Walmart, PepsiCo, JPMorgan Chase e General Motors - afectam a vida da maioria das pessoas no planeta.

Dentro das suas empresas, esses líderes defendem a importância da diversidade e da acção para combater as alterações climáticas. Afirmam valorizar o seu papel como partes interessadas, a nível global. Promovem a sua posição nos rankings dos "melhores empregadores" dos Estados Unidos. Mas, ao escolherem permanecer em silêncio perante o comportamento e as políticas de Trump, tais asserções tornaram-se inúteis.

Num contexto global, a colaboração contínua com a Casa Branca de Trump deve ser vista como semelhante a fazer negócios com – e, por isso, apoiar - governos corruptos. À excepção do bloco soviético, nenhuma ditadura moderna foi estabelecida e sustentada sem o papel de apoio dos negócios, seja mineração de diamantes e coltan em zonas de conflito em África ou petrolíferas no Delta do Níger. Empresas como a Bayer e a BASF (que faziam parte do gigante químico IG Farben), a Siemens e o Volkswagen Group ainda são lembradas por terem beneficiado da sua colaboração com os nazis.

Os CEO em todo o mundo devem reconhecer não apenas a sua influência e autoridade - das quais a maioria provavelmente está bastante orgulhosa -, mas também a responsabilidade de avançar valores e metas humanas. Eles devem representar algo maior do que os seus próprios interesses ou os retornos que dão aos investidores. Se o imperativo moral de enfrentar a opressão não é suficiente para levar uma empresa a agir, talvez a necessidade de proteger a reputação da empresa seja.

Pode-se argumentar que, agora que os conselhos económicos de Trump foram dissolvidos, a questão é irrelevante. Mas a responsabilidade das empresas vai além da participação nesses conselhos. Agora, não é hora de politizar ou analisar palavras. Os líderes empresariais devem demonstrar uma liderança genuína, integridade e respeito pela ética. Devem deixar claro que não estão de acordo com Trump, enquanto ele conduz o seu país para a destruição.

Isto não se aplica apenas a Trump ou aos EUA. Em todo o lado, os líderes empresariais devem usar a sua influência para enfrentar os governos autoritários onde quer que eles estejam no mundo. Eles e as suas empresas nunca foram mais poderosos. Deveriam usar as suas forças para lutar por um futuro melhor, e não por um assento na mesa do tirano.

* CEO da Marcus Venture Consulting.

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
03/09/17


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1352.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE NO
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"


Lufinha chega a Oeiras e fixa novo recorde mundial de kitesurf em dupla

O recordista internacional da maior viagem em kitesurf sem paragens, o português Francisco Lufinha, chegou hoje a Oeiras e fixou um novo recorde mundial de travessa de kitesurf em dupla, ao percorrer 1.646 quilómetros.
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Ao lado da alemã Anke Brandt, Lufinha partiu em 04 de setembro de Ponta Delgada, na ilha açoriana de São Miguel, e chegou hoje a Oeiras, dentro do período estimado de cinco a dez dias que tinha definido antes da partida.

“É muito gratificante ter atingido esta nova meta e ter definido um novo recorde mundial. Dez dias depois, conseguimos finalizar esta travessa extremamente dura, que exigiu muitíssimo de nós em termos físicos e psicológicos”, apontou, já na marina de Oeiras.

Lufinha elencou ainda os vários contratempos que surgiram durante a travessia, de pranchas partidas a ventos desfavoráveis, mas o resultado satisfaz ambos os tripulantes depois de uma “travessia muito exigente” pelo “fantástico mar português”, apontou Brandt,

A alemã, que ligou o Bahrain a Abu Dhabi, fazendo 489 quilómetros em cima de uma prancha de kitesurf em 30 horas, acompanhou Lufinha na travessia, que fixou um novo marco mundial.

A travessia entre o arquipélago dos Açores e o continente era a última ‘etapa’ do projeto de Francisco Lufinha, intitulado “Portugal é Mar”, que ligou todo o território nacional por mar em kitesurf.

Em 2013, Lufinha ligou o Porto a Lagos, em 2014 as ilhas Selvagens ao Funchal e em 2015 estabeleceu o novo recorde do mundo, unindo Lisboa à ilha da Madeira em 48 horas, percorrendo 874 quilómetros em kitesurf, juntando-lhe agora a ligação Ponta Delgada-Oeiras.

* Suspeitamos que este atleta tem no seu ADN segmentos de um grande  navegador português. Valentes Anke e Lufinha, - sr. Presidente vale uma medalhinha.

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III-CORPOS MARCADOS
 

3-VEÍCULO DA MORTE


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FONTE: History Channel Brasil

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Não é todos os dias que se pode
 sobrevoar a misteriosa Pyongyang

Numa altura em que as tensões globais acerca do programa nuclear sobem de tom repetidamente, com provocações de parte a parte, o fotógrafo de Singapura Aram Pan foi autorizado a sobrevoar e filmar a capital do país. O resultado é impressionante.

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Os vários testes nucleares e de mísseis da Coreia do Norte têm feito escalar as tensões à volta daquele que é considerado o país mais isolado do mundo. À medida que os governos e os jornalistas procuram saber mais acerca do alegado poderio nuclear da Coreia do Norte, outros aspetos do país permanecem envoltos em mistério. 

Foi com o intento de os dar a conhecer que o fotógrafo Aram Pan, de Singapura, pediu permissão ao Governo de Pyongyang para sobrevoar e filmar a capital. O pedido foi aceite e as imagens daí resultantes são impressionantes. 

Pontes, autoestradas, arranha-céus e muitas cores saltam à vista, tal como o Complexo Sci-Tech, que surge em primeiro plano cerca do minuto três do vídeo. Mas o que é realmente impressionante é o facto de não se vislumbrarem quaisquer pessoas e muito poucos automóveis a circular nas estradas, uma situação inesperada para uma cidade que – escreve o The Indenpendent – deverá ter cerca de 2,6 milhões de habitantes.

Pan, que integra o projeto DPRK360, que tem como objetivo divulgar imagens e vídeos da Coreia do Norte, para dar a conhecer o país à comunidade internacional, afirma no seu canal de YouTube ser “uma coisa rara, um estrangeiro ter permissão para sobrevoar e filmar Pyongyang, e ainda mais raro fazê-lo a bordo de um Piper Matrix PA-46 [a aeronave utilizada]”. 

IN" O JORNAL ECONÓMICO"
07/09/17


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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Há escravatura nos barcos do Douro?
 O CDS-PP quer resposta do Governo

O CDS-PP questionou o Ministério do Trabalho sobre a alegada existência de “escravatura laboral” nos barcos turísticos no Douro, instando o Governo “a clarificar a sua veracidade e, sendo verdade, que medidas podem e estão a ser tomadas para resolver a situação”.

Na passada sexta-feira, 8 de Setembro, o Público publicou um extenso trabalho sobre a alegada existência de "escravatura laboral" no negócio dos barcos turísticos no rio Douro, citando Gonçalo Gomes, "ex-trabalhador de três empresas de passeios fluviais", que descreveu um cenário "de medo e precariedade" entre os cerca de 500 trabalhadores que laboram nestas embarcações. 
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Esta quarta-feira, 13 de Setembro, o CDS-PP questionou o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre esta matéria, acrescentando que, "além das denúncias sobre o não cumprimento dos salários acordados, bem como das folgas e horário de trabalho, refere-se ainda a falta de condições de dormida, higiene e alimentação dos trabalhadores".

Para o CDS-PP, "o Governo tem de perceber que o crescimento do turismo representa para si uma enorme vantagem, quer porque cria empregos, quer porque gera mais receita e activa a economia. E o sector privado precisa de sentir que está a fazer a sua parte na construção das bases para um turismo sustentável".

O CDS-PP entende, "por tudo isto", ser "necessário clarificar a veracidade" das denúncias sobre o que se passa, a nível laboral, a bordo das embarcações turísticas no Douro, "e, sendo verdade, que medidas podem e estão a ser tomadas para resolver a situação".

Numa tripla pergunta entregue na Assembleia da República, o CDS-PP requer à Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), através do Ministério do Trabalho, respostas sobre esta matéria.

"Tem a ACT conhecimento das denúncias feitas pelos trabalhadores das operadoras de turismo do Douro?" é a primeira pergunta formulada pelos deputados Hélder Amaral, Filipe Anacoreta Correia e António Carlos Monteiro, que querem também respostas a estas questões: "Que medidas estão a ser tomadas para averiguar da veracidade destas acusações e resolver, no imediato, a situação dos trabalhadores?" e "Com que periodicidade são realizadas inspecções às empresas em causa pela ACT? Quantos processos foram instaurados nos últimos anos? Com que resultados?"

Num "post" publicado na sua página no facebook, o empresário Mário Ferreira, dono da Douro Azul, maior operadora turística no rio Douro, nega a existência das práticas denunciadas por Gonçalo Gomes.

Sobre este auto-intitulado porta-voz da Plataforma Laboral e Popular (PLP), Mário Ferreira classifica-o como "um terrorista social, um homem que aparenta uma grave perturbação mental", que "tem uma postura de culto a Che Guevara mas com um estilo próprio de terrorista e anarquista", e que "tem nos últimos meses feito várias ameaças a muitos operadores turísticos no Douro".

* Já viajámos pelo menos em quatro empresas diferente Douro acima e Douro abaixo, como passageiros é quase impossível apercebermo-nos como é feita a gestão de recursos humanos. É caso para o Ministério Público investigar.


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The Voice Portugal/17
Mónica Besser

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“I Was Born To Love You”

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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

Pais das vítimas do Meco 
acusados por críticas a magistrado

Acusados ponderam a abertura da instrução do processo.

Em janeiro deste ano, os pais das vítimas da tragédia do Meco foram ouvidos no âmbito de um processo-crime instaurado pelo procurador Joaquim Moreira da Silva - o magistrado responsável pelo arquivamento à morte dos seis jovens, na praia do Meco, em dezembro de 2013.
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Em causa, a chuva de críticas à decisão do procurador. Desde o início os pais recusaram-se a aceitar a tragédia como um acidente e queriam que fossem imputadas responsabilidades a João Miguel Gouveia, ‘dux’ da Comissão de Praxes e único sobrevivente. 

O Ministério Público decidiu acusar os pais de Catarina Soares - António Soares e Fernanda Cristóvão –, o pai de Tiago Campos - José Carlos Campos – e a mãe de Pedro Negrão - Maria de Fátima Negrão. O crime em causa é de difamação agravada. 

"Lograram levar uma campanha com o manifesto intuito de pressionar o magistrado (...) e também com o intuito de denegrir a sua imagem, imputando-lhe factos falsos que atentavam contra a sua credibilidade e profissionalismo enquanto pessoa e procurador da República", refere o Ministério Público. 

Os acusados ponderam a abertura da instrução do processo. 

PORMENORES 
Tribunal Europeu 
Os pais ainda recorreram para o Tribunal da Relação, que decidiu manter o arquivamento do processo. Foram até ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que aceitou o recurso mas não se pronunciou. Os pais baseiam-se naquilo que consideram falhas na investigação. 

Tragédia na praia 
A tragédia do Meco aconteceu na madrugada do dia 15 de dezembro de 2013 durante um fim de semana organizado pela comissão de praxes. Seis jovens foram engolidos por uma onda.

* Como a morte acidental dos jovens afogados no Meco se transforma na "Saga dos Papás e das Mamãs".

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 I. O MUNDO SECRETO DOS JARDINS


2-A GUERRA 
DAS PLANTAS

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* Nesta nova época de "bloguices" que vai de Setembro a Julho do próximo ano, iremos reeditar algumas séries que de forma especial sensibilizaram os nossos visitadores alguns anos atrás, esta é uma delas.

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 A crise dos Rohingya num 
Conselho de Segurança dividido

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FONTE: EURONEWS

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