19/11/2019

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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𝒜𝒯𝐸́ 𝒮𝐸𝑀𝒫𝑅𝐸
𝒥𝒪𝒮𝐸́ 𝑀𝒜́𝑅𝐼𝒪 𝐵𝑅𝒜𝒩𝒞𝒪



QUEIXA DAS ALMAS JOVENS CENSURADAS
POEMA - NATÁLIA CORREIA
MÚSICA - JOSÉ MÁRIO BRANCO

FONTE: Horta do Zorate

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ENGENHARIA DE TOPO/15

15.1- "Independence Of The Seas"



FONTE:  Renato Pereira da Silva 

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"
Projecto nacional contra violência no namoro levado à Ponta do Sol

Jimmy P dá voz a alguns temas de ‘Amar-te e Respeitar-te’, hoje apresentado numa sessão no John Dos Passos 
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Será apresentado amanhã na Ponta do Sol o ‘Amar-te e Respeitar-te’, projecto pedagógico de combate à violência no namoro desenvolvido pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima em co-autoria com o músico Jimmy P. Foi criado com o objectivo de dar ferramentas, ajudar os jovens a identificarem e prevenirem situações de agressão no namoro, no seu ou dos outros. A sessão é uma iniciativa da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens Ponta do Sol, decorre no Centro Cultural John Dos Passos, às 14 horas.

O projecto, para além do livro, inclui ainda temas originais, musicados por Jimmy P, e uma peça de teatro, que é a adaptação das histórias do livro ao teatro, para o 3.º ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário.

* Já que os pais são os grandes protagonistas da violência doméstica, que se preparem os filhos para não serem como eles.

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VI - DITADORES
5-FRANCISCO FRANCO




FONTE:  documentarios online  

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HOJE NO 
"O JORNAL ECONÓMICO"
Lucros da banca sobem 133% em 29 anos, já o crédito a clientes subiu 862%

Desde 1990, verificou-se um aumento de concentração do sistema bancário português. Ao longo do período para o qual existe informação comparável, Portugal apresenta um nível de concentração superior ao da área do euro, o que poderá ser explicado pelo facto dos países mais pequenos tenderem a ter níveis de concentração mais elevados, explica o BdP.

O resultado líquido atribuído aos detentores maioritários dos bancos portugueses passou de 490 milhões de euros em 1990 para 1.144 milhões em abril de 2018 (dado mais recente analisado pelo Banco de Portugal). Isto significa uma subida de 133,5%.
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Em 2011 começaram a surgir os prejuízos na banca. Em abril desse ano o resultado é de -1.546 milhões. Em abril de 2014 atinge um pico de prejuízos, -5.535 milhões. Depois começam a melhorar os resultados, mas em abril de 2016 ainda somam -1.736 milhões de perdas. A viragem sustentada para lucros dá-se em janeiro de 2018, altura em que o setor bancário regista 663 milhões de lucros.

O crédito a clientes (bruto) em 1990, era 24.807 milhões de euros. Em abril de 2018, esse crédito era de 238.739 milhões de euros (+862,4%).

O período considerado na base de dados do Banco de Portugal cobre um período de 29 anos compreendido entre 1990 e 2018.  A frequência das séries é, de uma forma geral, anual. No entanto, para um período mais recente a periodicidade é trimestral num conjunto alargado de informação.

Desde 1990, verificou-se um aumento de concentração do sistema bancário português. Esta evolução foi particularmente evidente na década de 90, tendo sido reforçada em dois períodos em que se verificaram importantes operações de fusão e aquisição – 1995 e 2000. Ao longo do período para o qual existe informação comparável, Portugal apresenta um nível de concentração superior ao da área do euro, o que poderá ser explicado pelo facto dos países mais pequenos tenderem a ter níveis de concentração mais elevados, explica o Banco de Portugal.

De uma forma geral, estes indicadores registaram um aumento durante a década de 90. Os anos de 1995 e 2000 são identificados como dois momentos em que se verificou uma expressiva subida da concentração. Recorde-se que, por um lado, em 1995, verificou-se a aquisição do Banco Português do Atlântico (BPA) pelo Banco Comercial Português (BCP), os quais passaram a consolidar, apesar do BPA só ter sido extinto em 2000. Por outro lado, em 2000, verificaram-se várias aquisições relevantes no setor, nomeadamente: do Banco Pinto & Sotto Mayor (BPSM) e do Banco Mello pelo BCP; do Banco Totta & Açores (BTA) e do Crédito Predial Português (CPP) pelo Santander; do Banco Chemical pela Caixa Geral de Depósitos (CGD). “Refira-se que nos anos seguintes a 1995 e 2000, esses aumentos foram parcialmente revertidos”, explica o banco central.

“Para medir a concentração do setor bancário utilizou-se o índice de Herfindahl-Hirschman
normalizado (HH)”, refere o estudo. A existência de diversas fusões e aquisições chama a atenção para o facto das séries estatísticas terem quebras de estrutura que terão de ser levadas em consideração em algumas análises efetuadas.
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Ainda que as operações ocorridas em 1995 e 2000 sejam as únicas que pareçam ter consequências mais significativas a nível agregado, os dados mais desagregados estão influenciados por outros episódios de fusões e aquisições.

Depois de um expressivo crescimento desde 1990, o setor está num processo de ajustamento da respetiva dimensão desde 2010, diz o Banco de Portugal. Esta conclusão é comum olhando para três indicadores distintos: ativo total, número de balcões e de trabalhadores. Mas tomando como referência os países da área do euro, esses indicadores situam-se em níveis diferenciados. Os ativos em percentagem do PIB situaram-se sempre abaixo da média dos países da área do euro. Pelo contrário, no que respeita aos balcões e empregados e atendendo à dimensão do setor, Portugal situa-se acima dos valores médios e medianos da área do euro.

Desde 2010, o número de balcões bancários em Portugal registou uma significativa redução, tendo fechado cerca de duas mil agências. Mas apesar desta redução continua a estar acima da zona euro.

No que diz respeito ao peso dos balcões em função do total de ativos, existem apenas três países com um número de balcões acima de Portugal: Eslovénia, Lituânia e Eslováquia.

O Banco de Portugal reportou ainda que, nos últimos dez anos, mais de duas mil caixas multibanco desapareceram em Portugal. Atualmente, existem no país, um total de 11.569 caixas automáticas. Já os terminais de pagamento automático que têm registado um aumento significativo.

Em relação às caixas multibanco, em 2008, havia 13.637 caixas automáticas, que passaram para 11.569 em 2018, ou seja, menos 2.068 em 10 anos. O ano em que houve mais caixas multibanco foi em 2010, quando havia 14.614. Se as contas forem feitas face a esse ano, a queda até 2018 foi superior a 3.000 caixas de levantamento automático (ATM).

Em sentido contrário à queda das caixas multibanco, tem aumentado o número de terminais de pagamento automático (POS), que eram 322.336 em 2018, mais 40 mil do que em 2010. Já face a 2000, o número de terminais de pagamento automáticos (que existem habitualmente nas lojas, que permitem pagar bens e serviços com cartão bancário) triplicou, já que nesse ano eram poucos mais do que 106 mil.

A exceção foram os anos de 2011, 2012 e 2013, em que estes terminais diminuíram, o que o Banco de Portugal relaciona com “os efeitos da crise [que] se poderão ter feito sentir no número de estabelecimentos comerciais”.

Segundo o banco central, Portugal continua acima da média da zona euro tanto no número de terminais de pagamento automático como no número de caixas multibanco, na comparação face a um milhão de habitantes.

O Banco de Portugal divulgou esta terça-feira as Séries Longas – Setor Bancário Português 1990-2018, uma base de dados com informação histórica sobre o sistema bancário português, que inclui dados sobre indicadores financeiros, empréstimos a clientes e taxas de juro, recursos humanos, distribuição de agências e sistemas de pagamentos.

* Uma notícia assustadora, as dívidas dos clientes aos bancos subiram em 29 anos 862%.

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Os Reinos Perdidos de África
3.2- Grande Zimbabwe



DOCUMENTÁRIOS ptfelicitas

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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Hermínio Loureiro entre os 68
 arguidos acusados pelo MP na
 operação "Ajuste Secreto"

Operação "Ajuste Secreto" resultou de uma investigação que culminou em junho de 2017 com a detenção de sete pessoas

O Ministério Público (MP) da Feira deduziu acusação contra 68 arguidos, incluindo dez autarcas e ex-autarcas, quatro clubes desportivos e os seus respetivos presidentes, no âmbito da operação "Ajuste Secreto", informou hoje a Procuradoria-Geral Distrital (PGD) do Porto.
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Numa nota publicada na sua página oficial na Internet, a PGD do Porto indica que por despacho proferido no dia 06 de novembro, o MP acusou 68 arguidos imputando-lhes crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, peculato, abuso de poderes, tráfico de influências, falsificação de documentos, violação de segredo, participação económica em negócio e prevaricação.

A operação "Ajuste Secreto" resultou de uma investigação que culminou em junho de 2017 com a detenção de sete pessoas, incluindo o vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol e ex-presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis, Hermínio Loureiro. 

* O ditado popular já não inclui "melhor pano" é nódoa duma ponta a outra.

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MANUEL FALCÃO

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Antiguidades modernas

O que é o PS? O partido que primeiro nega a palavra aos deputados eleitos pelos partidos estreantes no Parlamento?

Back to basics 
"Nunca andes pelo caminho traçado. Ele conduz apenas até onde os outros já foram."
Alexander Graham Bell

Antiguidades modernas
O que é o PS? O partido que primeiro nega a palavra aos deputados eleitos pelos partidos estreantes no Parlamento? O partido que depois lhes quer dar apenas um minuto como tempo para interpelarem António Costa nos debates quinzenais? Ou o partido que defende que uma autarquia que governa (Lisboa) tenha acesso aos dados privados das viaturas particulares que nela circulam? Ana Catarina Mendes, a líder parlamentar do PS, foi a voz que defendeu o silenciamento dos novos partidos no Parlamento e depois lhes quis dar um minuto de esmola, e Vasco Móra, assessor do vereador da Mobilidade, Segurança, Economia e Inovação da Câmara Municipal de Lisboa, foi quem defendeu que a autarquia possa ter acesso a dados sobre circulação na cidade dos sistemas digitais de automóveis particulares. O PS é cada vez mais um paradoxo entre uma organização que se afirma progressista e um feudo conservador, fechado sobre si mesmo, disposto a tudo para segurar o poder e controlar o que se diz e se faz. Quer queira, quer não queira, com pessoas como Mendes ou Móra, António Costa faz o papel de guardião do Big Brother, ou, mais prosaicamente, o papel de feirante moderno que negoceia em "gadgets" já desactualizados nas novas feiras de velharias. António Costa é um mestre de ilusionismo - no sentido de pretender fazer passar a ilusão pela realidade. Como se tem visto desde que é primeiro-ministro, o país que ele tem na cabeça faz o que ele quer, como ele quer, quando ele quer. As atitudes destes seus dois serventuários são um reflexo da cultura política vigente sob a batuta de Costa.

Dixit
"A própria existência humana tem impacto ambiental."
João Galamba
(Afirmação do secretário de Estado a propósito dos receios de problemas ambientais causados pela exploração de minas de lítio em Boticas).

Semanada
As queixas dos utilizadores do novo passe Navegantes resumem-se assim: os transportes públicos não estavam preparados para receber mais utilizadores, estão cheios, os atrasos são constantes e os equipamentos são velhos • as autoridades detectam uma média de 20 pessoas por dia a conduzir sem carta • três em cada quatro portugueses usam o telemóvel enquanto conduzem • 10% dos portugueses não têm qualquer dente e mais de 30% dos portugueses não vão ao dentista ou só vão em caso de urgência, alegando não ter capacidade financeira • a pneumonia é a segunda causa de morte em Portugal • entre janeiro e junho deste ano, foram trocadas mais 246 mil seringas para drogas do que em igual período do ano passado • até final de outubro, foram concedidas cerca de 11 mil autorizações de residência a estrangeiros, mais 18% do que em igual período do ano passado • entre 2005 e 2013, a Câmara Municipal de Santa Comba Dão pagou cerca de 700 mil euros por obras que não foram feitas • as Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto concentravam, em 2017, mais de metade (52%) do poder de compra do país e representam 44% da população portuguesa • o PAN quer estender a taxa de carbono à produção de carne • quase 600 médicos  ficaram sem acesso à especialidade este ano • cerca de 53 mil toneladas de matérias perigosas, entre as quais amianto, foram importadas para Portugal entre 2016 e 2017.

A história da marquesa futurista
A mais recente edição da revista Electra reflecte sobre o crescimento dos movimentos em defesa dos animais, contando com várias colaborações, em que se destaca o ensaio sobre a divisão entre o Humano e o Animal realizado pelo professor de neurologia Massimo Filippi. Outro dos temas deste 7.º número da revista editada pela Fundação EDP, e que a partir de agora passa também a ser distribuída no Brasil, tem que ver com o culto do património e o seu uso político, tendo por base a destruição parcial da catedral de Notre-Dame, através das visões de Salvatore Settis, arqueólogo e historiador, Carlo Pùlisci, historiador de arte, e Pedro Levi Bismarck, arquitecto e investigador, cujos três ensaios convivem com imagens da Catedral, do fotógrafo André Cepeda. A figura em destaque nesta edição é Luisa Casati, a "marquesa futurista" - como lhe chamou o poeta italiano Marinetti -, que adivinhou as atitudes artísticas e culturais do século XX e XXI e cuja fascinante história José Manuel dos Santos conta num belíssimo texto. O portefólio é da autoria da artista holandesa Magali Reus, conhecida sobretudo pelo seu trabalho na área da escultura e que aqui apresenta a sua primeira incursão pela fotografia, com mais de uma dezena de imagens sobre o percurso das flores. A entrevista que abre este número é com Hisham Mayet, cineasta, músico, investigador e fundador da editora Sublime Frequencies, em conversa com André Príncipe e José Pedro Cortes, que acompanham a narrativa com um ensaio visual, fruto de uma semana em Tânger. Finalmente, destaque para um bom texto da historiadora de arte Helena de Freitas sobre duas mulheres artistas, Dora Maar e Berthe Morrison.

Arte ao fim-de-semana
De 15 a 17 decorre a primeira edição do Lisbon Art Weekend em duas dezenas de galerias privadas e espaços públicos de exposição, que estarão abertos todo o fim-de-semana e centrados na arte contemporânea. Nalguns casos há programas especiais (como uma visita guiada por Filomena Molder na exposição de Rui Sanches, na Cordoaria, sábado pelas 17h00). O programa pode ser consultado no Facebook e em lisbonartweekend.com. Os espaços aderentes são Balcony Gallery, Carlos Carvalho Contemporary Art, Carpintarias de São Lázaro, 3+1 Arte Contemporânea, AZAN, Bruno Múrias, Casa dell’Arte Lisbon, Galeria 111, Galeria Belo-Galsterer, Galeria Cristina Guerra, Galeria Foco, Galeria Francisco Fino, Galeria Graça Brandão, Galeria Vera Cortês, Galerias Municipais/Galeria do Torreão Nascente da Cordoaria, Madragoa, MONITOR Lisbon, Pedro Cera e Underdogs Gallery. Outros destaques: na Fundação Gulbenkian, duas novas exposições merecem visita. "Art On Display, Formas de Expor 1949-1969" assinala os 50 anos do Museu Gulbenkian e tem como ponto de partida as soluções expositivas pensadas para a sua abertura em 1969 e permite percorrer diversas formas de olhar e de apresentar obras de arte. A outra exposição da Gulbenkian é "Call To Action - Abril em Portugal", que reúne peças desenhadas por Robin Fior entre as décadas de 1960 e 1980 para projectos social e politicamente comprometidos. Fior chegou a Portugal em 1973 e por cá se manteve, desenvolvendo uma obra de designer gráfico que agora é mostrada pela primeira vez.

Arco da velha
Nas Forças Armadas há mais índios que setas: segundo o Ministério da Defesa, em 2018, havia 11.369 praças para 8.738 sargentos e 6.905 oficiais (num total de 15.643).

Roubados e bem cantados
No ano em que celebra 25 anos de carreira, Aldina Duarte foi buscar repertório alheio - vários fados, mas nenhum dos fados tradicionais, nenhum escrito por si ou para si, ao contrário do que tem sido hábito. Aqui estão 12 temas, do "Vendaval", de Tony de Matos, a "Rosa Enjeitada" (em dueto com António Zambujo), passando por "Senhora da Nazaré" (de João Nobre), "Porta Maldita" (de Maria da Fé), "Ouça Lá Ó Senhor Vinho" (de Alberto Janes), "Veio A Saudade" (de Beatriz da Conceição) ou "Arraial" (de João Ferreira Rosa). Por isso mesmo, deu a este novo álbum o título de "Roubados" e, para a capa, foi buscar ao baú uma fotografia sua com 21 anos, idade em que se encantou pelo fado. Aldina Duarte assegurou arranjos e produção musical. As doze músicas que escolheu estão entre as que considera das mais belas de sempre na história da música portuguesa e do fado, e a opção foi fazer versões bem diferentes dos originais - muitas vezes, levando a sua voz até ao limite, como acontece logo em "Vendaval", o primeiro tema do disco que tem uma interpretação arrebatadora. Aldina é acompanhada por Paulo Parreira na guitarra portuguesa e Rogério Ferreira na viola. O CD inclui um portefólio fotográfico de Alfredo Cunha que mostra o trabalho efectuado em estúdio na gravação destas versões. E, como pano de fundo, sempre a voz de Aldina, a sua forma de cantar, a sentir cada palavra que diz.

O péssimo faz frio
Passear hoje em dia no Príncipe Real é andar por uma feira de diversões onde a maioria dos restaurantes são feitos para os visitantes estrangeiros, sem preocupações de cativar clientes portugueses que queiram voltar. Alguns destes restaurantes não aceitam reservas e estão no seu direito - não querem correr o risco de atrasos ou faltas e querem manter as mesas disponíveis para quem for chegando. Gostam, aliás, de ter filas à porta, preferem clientes acidentais a clientes regulares. Mas o que nunca me tinha acontecido foi chegar a um restaurante que não aceita reservas, pedir uma mesa para seis pessoas, que me foi dada como disponível e indicada, e sermos impedidos de nela nos sentarmos (estávamos duas pessoas a aguardar a chegada das outras quatro e tínhamos ido mais cedo para "segurar" mesa). O empregado disse que era norma do restaurante só sentar as pessoas se estivessem pelo menos quatro. Quando protestei e questionei o sentido de tal indicação, respondeu-me que essa é a política do restaurante. Quando, de novo, tentei argumentar, apareceu um ser, que soube depois ser o dono do local, que se meteu na conversa de forma rude e malcriada, na prática a querer que nos fôssemos embora - como bom burocrata, disse que ali era assim e não havia mais conversa -, eu tinha a minha opinião, ele tinha a dele (e ficou a rir-se orgulhoso do seu feito). Obviamente saí do restaurante em causa, o antigo Faz Frio, na D. Pedro V junto ao Príncipe Real, outrora uma casa acolhedora, hoje um lugar a evitar. Do antigo mantiveram-se as paredes, mas perdeu-se a simplicidade e o bom acolhimento. Agora, no Faz Frio, o cliente é gado na fila do matadouro, às ordens das regras do proprietário, Jorge Marques, uma pessoa arrogante sem a menor consideração pelas observações dos clientes. Uma breve nota que postei no Facebook sobre este assunto gerou dezenas de observações e vários comentários a denunciar a falta de qualidade da comida e o mau serviço. Evitem dar dinheiro a esta gente, o repúdio é a melhor solução. Quem não tem competência não se devia estabelecer - é o caso de quem manda no Faz Frio.

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
15/11/19

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2097.UNIÃO



EUROPEIA



SEMANA LUSITANA

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HOJE NO 
"OBSERVADOR"
Sorteio da Operação Marquês. 
Processo disciplinar contra 
juiz Carlos Alexandre arquivado

Conselho Superior da Magistratura arquivou o processo disciplinar aberto a Carlos Alexandre depois de declarações do juiz sobre o sorteio que indicou Ivo Rosa para a instrução da Operação Marquês.

O Conselho Superior da Magistratura decidiu arquivar o processo disciplinar relativo ao juiz do Tribunal de Instrução Criminal Carlos Alexandre por declarações sobre o sorteio da fase de instrução do processo Operação Marquês.
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“O plenário de hoje (terça-feira) do Conselho Superior da Magistratura decidiu, por maioria, pelo arquivamento do processo disciplinar relativo ao juiz Carlos Alexandre no que respeita às suas declarações em entrevista à RTP”, referiu à agência Lusa fonte oficial do Conselho Superior da Magistratura (CSM).

O CSM abriu, em outubro do ano passado, um inquérito ao juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal Carlos Alexandre por declarações sobre o sorteio da fase de instrução do processo Operação Marquês, em entrevista à RTP.

Na altura, um comunicado do CSM indicava que “dada a gravidade das declarações prestadas foi determinado, por despacho hoje proferido pelo vice-presidente do CSM (…) a abertura de inquérito, para cabal esclarecimento de todas as questões suscitadas pela entrevista em causa que sejam suscetíveis de relevar no âmbito das competências” deste órgão de gestão e disciplina dos juízes.

Em entrevista ao programa Linha da Frente da RTP, em outubro de 2018, Carlos Alexandre questionou o sistema de sorteio de juízes do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC). O sorteio eletrónico do juiz de instrução da Operação Marquês escolheu o outro juiz do TCIC, Ivo rosa.

“Há uma aleatoriedade que pode ser maior ou menor consoante o número de processos de diferença que exista entre mais do que um juiz”, disse Carlos Alexandre, lançando dúvidas sobre o sistema de sorteio.

No comunicado sobre a abertura do processo a Carlos Alexandre era referido que, “de acordo com todos os elementos técnicos disponíveis, a distribuição eletrónica de processos é sempre aleatória, não equilibrando diariamente, nem em qualquer outro período temporal suscetível de ser conhecido antecipadamente, os processos distribuídos a cada juiz”.

A decisão do Conselho foi tomada após a RTP ter transmitido partes da entrevista, “as quais estão a ser interpretados em diversos órgãos de Comunicação Social como reportados a determinado processo concreto e dirigidos a pôr em causa o respetivo ato de distribuição no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC)”, referia a nota emitida na altura.

Ivo Rosa é o juiz de instrução do processo Operação Marquês, no qual está acusado o antigo primeiro-ministro José Sócrates. O sorteio informático deste megaprocesso, em que estão acusados nomes conhecidos da política, da banca e da PT resumiu-se à escolha entre Carlos Alexandre e Ivo Rosa, os dois únicos juízes daquele tribunal.

* Ninguém é perfeito mas o Juiz Carlos Alexandre é honesto.

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259-BEBERICANDO



COMO FAZER
MIJO DO CAPETA 
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I-OBSERVATÓRIO DE QUASE TUDO
2 - QI, O GRANDE LOGRO




FONTE:   DocumentariosCiencia

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HOJE NO 
"RECORD"
Ex-avançado do Sporting detido
 em megaoperação que apreendeu
 uma tonelada de droga

Koke é um dos "cabecilhas desta rede criminosa" de acordo com fonte policial

O ex-avançado do Sporting Sérgio Contretas Pardo, conhecido como Koke, foi detido na manhã desta terça-feira, em Málaga, Espanha, durante uma operação da Guardia Civil de combate ao tráfico de droga e armas. Foram detidas 20 pessoas e apanhada uma tonelada de haxixe, além de várias armas. A informação é avançada pelo 'Correio da Manhã'.
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A imprensa espanhola refere, citando fonte policial, que Koke é um dos "cabecilhas desta rede criminosa". Esta operação foi desencadeada com 11 buscas simultâneas em Sevilha, Málaga e Granada, envolvendo 150 elementos policiais.

O 'diario Sur' refere que Koke foi detido na manhã desta terça-feira em casa situada em 
Estepona. A vivenda não foi a única propriedade alvo de buscas.

Koke, de 36 anos, vestiu a camisola do Sporting na parte final da época 2005/06, proveniente do Marselha. O antigo avançado iniciou a carreira no Málaga, tendo passado ainda, entre outros, por Aris Salónica, entre 2006/07 e 2010/11 e no qual terminou a carreira em 2015/16, e Rayo Vallecano.

* Uma vergonha.

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Fábia Rebordão

Suspiro


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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
A cantiga era uma arma: 
morreu José Mário Branco

O cantor, músico e compositor morreu aos 77 anos, vítima de um AVC. Um dos músicos que marcou o período revolucionário, tornou-se nas últimas décadas um importante produtor musical.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, anunciou José Mário Branco logo no seu primeiro álbum, editado em 1971, em França, onde se encontrava exilado. Esse disco, com poemas de Natália Correia, Alexandre O'Neill, Luís de Camões e Sérgio Godinho, seria um marco na história da música portuguesa.

 Nascido no Porto em maio de 1942, filho de professores primários, José Mário Branco é considerado um dos compositores portugueses mais importantes e renovadores do século XX. Estudou História das universidade de Coimbra e do Porto, foi militante do Partido Comunista Português, foi perseguido pela PIDE e exilou-se em França em 1963, com 21 anos, vivendo intensamente aí os acontecimentos de 1968.

 Nesse tempo de exílio, recordaria mais tarde, percorreu o país para "divertir e dar força" aos trabalhadores que ocuparam escolas, fábricas, bairros e pracetas, com outros cantores portugueses e artistas franceses: "E foi aí que eu e outros artistas portugueses começámos a sair da nossa concha de exilados, e conhecemos muitos artistas franceses e de outras nacionalidades. E daí surgiram algumas afinidades artísticas", relembrou o músico numa entrevista à Lusa em 2017, citando por exemplo a criação da cooperativa artística Groupe Organon, com quem chegou a gravar.

Foi em França que gravou, em 1967, o primeiro EP, Seis cantigas de amigo. E foi em Paris que o conheceu Sérgio Godinho: "E imediatamente desenvolvemos uma amizade. Começámos a fazer parcerias e letras para aquilo que viria a ser o seu primeiro disco, e o meu primeiro disco, que foram gravados mais ou menos ao mesmo tempo", recordou Sérgio Godinho, em declarações à Agência Lusa. José Mário Branco editou Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades em 1971 e Sérgio Godinho lançou Os Sobreviventes em 1972. Os dois álbuns incluem parcerias entre eles e do alinhamento faz parte um mesmo tema, O Charlatão.
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Permaneceram próximos e a última vez que colaboraram foi no álbum Nação Valente, de Sérgio Godinho, para o qual José Mário Branco escreveu o tema Mariana Pais, 21 anos: "Tenho uma dor muito profunda, de repente esta morte súbita. Sempre fomos extremamente leais. Nunca houve um desentendimento. No essencial estivemos sempre próximos e cúmplices. [...] Somos irmãos de armas. As nossas vidas tocaram-se muito e tocaram-se em muitas aventuras criativas e pessoais", afirmou Sérgio Godinho, sublinhando como Branco "teve uma importância fundamental no renovar da música portuguesa".



Nesse período quente, antes e depois do 25 de abril, José Mário Branco trabalhou muito com José Afonso, por exemplo, nos discos Cantigas do Maio (1971) e Venham Mais Cinco (1973). Já nessa altura, revelava-se o grande produtor:

"Há uma história gira com a Grândola, que resulta de um erro técnico meu. O Zeca chegou a Paris com aquela canção, tinha três quadras, era uma canção que ele dedicava a uma coletividade de Grândola... eu de miúdo conhecia o Alentejo. Era a época da Monda, eles iam para lá de manhã e quando voltavam ao fim do dia os homens e mulheres vinham abraçados cantando. O passo deles era: arrasta, pousa, arrasta, pousa. "Ó Zeca, vamos dar a isto a forma do cante alentejano. Tens de fazer a estrutura e eu queria acrescentar os passos dos gajos. O Zeca gostou da ideia. Há uma fotografia dele a aprender como são esses passos. Pedi ao técnico para estender cabos de 30/40 metros, marcámos o beat numa das pistas e gravámos três ou quatro minutos de passos como eles faziam, à volta dos quatro microfones. Foi às quatro da manhã, para não haver ruídos. Só que na mistura eu não estive atento e soa ao dobro da velocidade, parecem soldados. Um dia perguntei ao Otelo: "Porque é que vocês escolheram a Grândola, pá?" E ele: "É uma música tradicional que levantaria menos suspeitas da censura e porque tem aqueles passos que são mesmo de marcha militar." "

O músico foi fundador do GAC - Grupo de Acção Cultural, que entre 1974 e 1977 realizou mais de 500 espetáculos no país e nos estrangeiro. A sua atividade estendeu-se ao teatro e ao cinema. Fez parte da companhia de teatro A Comuna, fundou o Teatro do Mundo, a União Portuguesa de Artistas e Variedades. No Teatro da Comuna, por exemplo, fez em 1978 a música para A Mãe e no ano seguinte para Homem Morto, Homem Posto, ambas peças de Brecht, com encenação de João Mota, que José Mário Branco interpretou ao lado de Carlos Paulo, Fernanda Neves, Manuela de Freitas, Melim Teixeira e outros. No cinema, destaca-se a sua colaboração com Paulo Rocha, tendo composto a música original para O Rio do Ouro (1998) e A Raíz do Coração (2000) - no primeiro também participava brevemente como ator.

A edição de Ser solidário, em 1982, inclui a gravação de FMI, uma das composições mais célebres de José Mário Branco: um monólogo com cerca de vinte minutos gravado no Teatro Aberto no qual, acompanhado por guitarra acústica e flauta, recita e canta um texto que compôs "de rajada", numa noite de fevereiro de 1979.

"Assumo inteiramente aquilo tudo, mas felizmente não estou no estado em que estava na altura, amadureci. Tenho a mesma atitude radical e orgânica, mas é uma emoção mais serena", afirmou o autor à agência Lusa, recordando que estava a viver em casa do irmão em Lisboa, quando compôs o tema. "Tinha acabado de ser corrido do Teatro da Comuna e vivia-se ainda um refluxo do PREC", disse. Sobre a atuação, em 1982, recorda-se de ter posto alguns dos espectadores a chorar. "As pessoas ficaram muito tocadas com aquilo, passaram o mesmo processo que eu ao escrever, que começo com um tom irónico e vou endurecendo e ficando apanhado pelo próprio texto". "Sou o Zé Mário Branco, 37 anos, do Porto, muito mais vivo que morto, contai com isto de mim para cantar e para o resto", dizia o cantor no fecho da interpretação de "FMI".

* Uma lágrima de dentro.

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DO MAR, O LIXO
~7.7~
𝒟𝑜𝓈 ℛ𝒾𝑜𝓈 𝓅𝒶𝓇𝒶
𝒪 ℳ𝒶𝓇 




Os rios são fundamentais para a distribuição dos nutrientes necessários para manutenção da vida dos ecossistemas do planeta. 

O Rio Amazonas, que coabita com a Amazónia, é o maior em volume do mundo e 20% das águas que chegam aos oceanos pelos rios vêm directo dele. 

Nós já falamos muito da poluição das águas dos oceanos na web série Mares Limpos, mas tudo está conectado. 
Os rios ao redor do mundo já sofrem com a poluição. 

Nesse episódio, vamos falar sobre eles, que desaguam 3 milhões de toneladas de plástico todos os anos para os oceanos.


FONTE: Menos 1 Lixo
 
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Os perigos que ninguém  
conta sobre calmantes



* O vídeo tem como interlocutores médicos brasileiros, perceba que os nomes comerciais dos medicamentos nem sempre são os mesmos dos vendidos em Portugal, fixe a atenção aos princípios activos.


FONTE:  NeurologiaePsiquiatria TV

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O YouTube está de LUTO



FONTE:   Mundo Bizarro /Jr

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4.COELHINHAS
"𝕼𝖚𝖊 𝖛𝖎𝖉𝖆 𝖙𝖆̃𝖔 𝖉𝖚𝖗𝖆"
1986



* 𝑷𝒐𝒊𝒔 𝒉𝒂́ 𝒒𝒖𝒆𝒎 𝒑𝒆𝒏𝒔𝒆 𝒒𝒖𝒆 𝒔𝒆𝒓 𝒑𝒍𝒂𝒚𝒎𝒂𝒕𝒆 𝒕𝒆𝒎 𝒗𝒊𝒅𝒂 𝒇𝒂́𝒄𝒊𝒍 𝒎𝒂𝒔 𝒏𝒂̃𝒐 𝒆́ 𝒗𝒆𝒓𝒅𝒂𝒅𝒆, 𝒆𝒍𝒂𝒔 𝒅𝒊𝒗𝒆𝒓𝒕𝒆𝒎-𝒔𝒆 𝒎𝒂𝒔 𝒑𝒖𝒙𝒂𝒎 𝒑𝒆𝒍𝒐 𝒄𝒂𝒏𝒂𝒔𝒕𝒓𝒐.


FONTE:  rhinofiber8

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O̷ A̷N̷J̷O̷ D̷O̷ I̷N̷F̷E̷R̷N̷O̷


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2162
Senso d'hoje
RUI RIO
DEPUTADO À  A.R.
PRESIDENTE DO PSD
"Políticas de rendimento" 
(13 de Novembro de 2019)




FONTE:   PSDTV  

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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS







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 AFECTOS


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BOM DIA


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88-CINEMA
FORA "D'ORAS"

ℐ𝒳-❃ 𝒮𝐼𝒮𝒮𝐼 𝑒 𝑜 𝓈𝑒𝓊 𝒹𝑒𝓈𝓉𝒾𝓃𝑜 ❃



𝒮𝒾𝓃𝑜𝓅𝓈𝑒:
𝑆𝑖𝑠𝑠𝑖 𝑝𝑒𝑟𝑚𝑎𝑛𝑒𝑐𝑒 𝑛𝑎 𝐻𝑢𝑛𝑔𝑟𝑖𝑎 𝑑𝑒𝑝𝑜𝑖𝑠 𝑑𝑒 𝑡𝑒𝑟 𝑠𝑖𝑑𝑜 𝑐𝑜𝑟𝑜𝑎𝑑𝑎 𝑟𝑎𝑖𝑛𝘩𝑎 𝑚𝑎𝑠 𝑟𝑒𝑠𝑜𝑙𝑣𝑒 𝑟𝑒𝑡𝑜𝑟𝑛𝑎𝑟 𝑎̀ 𝐴́𝑢𝑠𝑡𝑟𝑖𝑎 𝑞𝑢𝑎𝑛𝑑𝑜 𝑜 𝑐𝑜𝑛𝑑𝑒 𝐴𝑛𝑑𝑟𝑎𝑠𝑠𝑦 𝑠𝑒 𝑑𝑒𝑐𝑙𝑎𝑟𝑎 𝑎 𝑒𝑙𝑎.𝑀𝑎𝑠 𝑝𝑜𝑢𝑐𝑜 𝑑𝑒𝑝𝑜𝑖𝑠 𝑑𝑒 𝑠𝑒 𝑒𝑛𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎𝑟 𝑐𝑜𝑚 𝑜 𝑚𝑎𝑟𝑖𝑑𝑜, 𝑓𝑖𝑐𝑎 𝑔𝑟𝑎𝑣𝑒𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑜𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑜𝑠 𝑝𝑢𝑙𝑚𝑜̃𝑒𝑠. 𝑂𝑠 𝑚𝑒́𝑑𝑖𝑐𝑜𝑠 𝑟𝑒𝑐𝑜𝑚𝑒𝑛𝑑𝑎𝑚-𝑙𝘩𝑒 𝑞𝑢𝑒 𝑣𝑖𝑎𝑗𝑒 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑙𝑢𝑔𝑎𝑟𝑒𝑠 𝑒𝑛𝑠𝑜𝑙𝑎𝑟𝑎𝑑𝑜𝑠, 𝑒𝑛𝑡𝑎̃𝑜 𝑆𝑖𝑠𝑠𝑖 𝑟𝑢𝑚𝑎 𝑝𝑟𝑖𝑚𝑒𝑖𝑟𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑎 𝑖𝑙𝘩𝑎 𝑑𝑎 𝑀𝑎𝑑𝑒𝑖𝑟𝑎 𝑒 𝑑𝑒𝑝𝑜𝑖𝑠 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑎 𝐺𝑟𝑒́𝑐𝑖𝑎. 𝐴 𝑖𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑡𝑟𝑖𝑧 𝑟𝑒𝑐𝑢𝑝𝑒𝑟𝑎 𝑎 𝑠𝑎𝑢́𝑑𝑒 𝑒 𝑜𝑠 𝑑𝑖𝑝𝑙𝑜𝑚𝑎𝑡𝑎𝑠 𝑞𝑢𝑒𝑟𝑒𝑚 𝑞𝑢𝑒 𝑒𝑙𝑎 𝑣𝑎́ 𝑐𝑜𝑚 𝑜 𝑚𝑎𝑟𝑖𝑑𝑜 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝐼𝑡𝑎́𝑙𝑖𝑎, 𝑜𝑛𝑑𝑒 𝑒𝑥𝑖𝑠𝑡𝑒 𝑏𝑎𝑠𝑡𝑎𝑛𝑡𝑒 𝑖𝑛𝑠𝑎𝑡𝑖𝑠𝑓𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑑𝑜 𝑝𝑜𝑣𝑜 𝑐𝑜𝑚 𝑎 𝑚𝑜𝑛𝑎𝑟𝑞𝑢𝑖𝑎 𝑎𝑢𝑠𝑡𝑟𝑖́𝑎𝑐𝑎.


Imperatriz Consorte da Áustria e Rainha Consorte da Hungria e Boémia

ℰ𝓁𝑒𝓃𝒸𝑜:
𝑅𝑜𝑚𝑦 𝑆𝑐𝘩𝑛𝑒𝑖𝑑𝑒𝑟 .... 𝑖𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑡𝑟𝑖𝑧 𝐸𝑙𝑖𝑠𝑎𝑏𝑒𝑡𝑒 𝑑𝑎 𝐴́𝑢𝑠𝑡𝑟𝑖𝑎 (𝑆𝑖𝑠𝑠𝑖)  
𝐾𝑎𝑟𝑙𝘩𝑒𝑖𝑛𝑧 𝐵𝑜̈𝘩𝑚 .... 𝑖𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑑𝑜𝑟 𝐹𝑟𝑎𝑛𝑐𝑖𝑠𝑐𝑜 𝐽𝑜𝑠𝑒́ 𝑑𝑎 𝐴́𝑢𝑠𝑡𝑟𝑖𝑎 
𝑀𝑎𝑔𝑑𝑎 𝑆𝑐𝘩𝑛𝑒𝑖𝑑𝑒𝑟 .... 𝑑𝑢𝑞𝑢𝑒𝑠𝑎 𝐿𝑢𝑑𝑜𝑣𝑖𝑐𝑎 𝑑𝑎 𝐵𝑎𝑣𝑎́𝑟𝑖𝑎 (𝑉𝑖𝑐𝑘𝑖𝑒), 𝑚𝑎̃𝑒 𝑑𝑒 𝑆𝑖𝑠𝑠𝑖 𝐺𝑢𝑠𝑡𝑎𝑣 𝐾𝑛𝑢𝑡𝘩 .... 𝑑𝑢𝑞𝑢𝑒 𝑀𝑎𝑥𝑖𝑚𝑖𝑙𝑖𝑎𝑛𝑜 𝐽𝑜𝑠𝑒́ 𝑑𝑎 𝐵𝑎𝑣𝑎́𝑟𝑖𝑎 (𝑀𝑎𝑥), 𝑝𝑎𝑖 𝑑𝑒 𝑆𝑖𝑠𝑠𝑖 
𝑈𝑡𝑎 𝐹𝑟𝑎𝑛𝑧 .... 𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑒𝑠𝑎 𝐻𝑒𝑙𝑒𝑛𝑎 (𝑁𝑒𝑛𝑒) 
𝑊𝑎𝑙𝑡𝑒𝑟 𝑅𝑒𝑦𝑒𝑟 .... 𝑐𝑜𝑛𝑑𝑒 𝐴𝑛𝑑𝑟𝑎𝑠𝑠𝑦 
𝑉𝑖𝑙𝑚𝑎 𝐷𝑒𝑔𝑖𝑠𝑐𝘩𝑒𝑟 .... 𝑎𝑟𝑞𝑢𝑖𝑑𝑢𝑞𝑢𝑒𝑠𝑎 𝑆𝑜𝑓𝑖𝑎, 𝑚𝑎̃𝑒 𝑑𝑒 𝐹𝑟𝑎𝑛𝑐𝑖𝑠𝑐𝑜 𝐽𝑜𝑠𝑒́ 
𝐽𝑜𝑠𝑒𝑓 𝑀𝑒𝑖𝑛𝑟𝑎𝑑 .... 𝑐𝑜𝑟𝑜𝑛𝑒𝑙 𝐵𝑜̈𝑐𝑘𝑙 
𝑆𝑒𝑛𝑡𝑎 𝑊𝑒𝑛𝑔𝑟𝑎𝑓 .... 𝑐𝑜𝑛𝑑𝑒𝑠𝑠𝑎 𝐵𝑒𝑙𝑙𝑒𝑔𝑎𝑟𝑑𝑒
 
FONTE: maria de lourdes pinheiro barzanelli