27/04/2020

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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𝙿𝙾𝚁 𝙲𝙰𝚄𝚂𝙰 𝙳𝙾 𝙲𝙾𝚅𝙸𝙳 𝟷𝟿



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145-SUBTILEZAS

Ver para crer
ou crer para ver



RESUMO ANIMADO


FONTE:   Minutos Psíquicos
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5.KONTAKTHOF

Por  PINA BAUSCH



O presente artigo pretende contextualizar o trabalho da coreógrafa e bailarina alemã, Pina Bausch (1940-2009), referência mundial do Tanztheater. 
Nosso recorte foca na análise da utilização do gestual quotidiano na obra de sua autoria Kontakthof
O espetáculo cênico foi criado em 1978 com bailarinos do Tanztheater Wuppertal e sua construção girou em torno dos conflitos inerentes às relações humanas, relações de poder, de carinho, de submissão, de descoberta e de exposição. 
Realiza-se uma análise das formas de utilização do gestual cotidiano no espetáculo cênico que no ano 2000 teve uma remontagem com senhores e senhoras maiores de 65 anos, e em 2008 com alunos das escolas públicas da cidade de Wuppertal, todos sem nenhuma experiência profissional em dança. Suporta teoricamente este artigo as abordagens de autores como: Stanislavski, Brecht e Gil em diálogo com outras obras cênicas de Bausch.

Por Marina Milito de Medeiros, Sayonara Pereira


FONTE:  Hvanngil

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

App para rastreio de vírus em 
Portugal "cumpre escrupulosamente
 leis europeias"

Ainda sem data de lançamento, aplicação que quer rastrear os contágios através do telefone será voluntária e usará apenas o Bluetooth do telefone.

Ainda não tem um nome ou data de lançamento, mas a aplicação que está a ser desenvolvida para o rastreio dos contágios de covid-19 em Portugal tem um propósito bem definido à partida: será voluntária e uma ferramenta para ajudar os profissionais de saúde não apenas durante a pandemia, mas também já num cenário de regresso à normalidade.

Esta aplicação, que integra a iniciativa Monitorcovid19.pt, conforme explica o professor Rui Oliveira, professor da Universidade do Minho e administrador do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), está a ser desenvolvida no instituto portuense, em parceria com o Instituto De Saúde Pública da Universidade Do Porto (ISPUP).
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"O objetivo principal da aplicação, deste sistema, que combina uma aplicação mas também informação disponível na internet é exclusivamente ajudar os profissionais de saúde a fazer o rastreio de pessoas infetadas", explica o administrador do INESC TEC. 

Desde o início da pandemia que os profissionais de saúde fazem um conjunto de perguntas às pessoas infetadas com o vírus, quase como "detetives", para tentar perceber com quem é que a pessoa infetada esteve em contacto e em que locais. A aplicação para smartphone quer agilizar este processo. "Os contactos sociais vão aumentar muitíssimo e o rastreio das pessoas infetadas será muito mais complicado, porque os recursos vão manter-se e se não houver um auxiliar poderá ficar muito mais complicado", detalha Rui Oliveira.

A aplicação será voluntária, não partilhará dados sobre o utilizador e não recorrerá à localização do dispositivo. O responsável do INESC TEC sublinha que é importante que as pessoas percebam o propósito da app e que estejam seguras no campo da privacidade. "Para tirar estes receios do caminho, estas aplicações cumprem escrupulosamente as leis europeias e nacionais de proteção de dados", garante Rui Oliveira, reforçando que "o direito à proteção de dados é um direito constitucional e que a aplicação respeita a lei."

A ideia é que, recorrendo à tecnologia Bluetooth, que permite a comunicação sem fios entre equipamentos, os telefones com a aplicação possam emitir um identificador anónimo, composto por algarismos aleatórios. "Descarrego a aplicação da loja da Apple ou da Google e a aplicação faz-me uma única pergunta - se pode usar o Bluetooth do telefone, não pergunta mais nada". O administrador do INESC TEC explica ainda que, sendo uma app voluntária, o utilizador tem a "oportunidade de a qualquer momento desligar a aplicação". É também ponto assente que não haverá indicação de dados pessoais nem sequer de localização do utilizador. Rui Oliveira explica inclusive que os dados aleatórios da app "são como lixo" fora deste contexto. "Não é possível, através dos identificadores anónimos que a aplicação emite, identificar alguém."

"Autorizo a aplicação e ela vai fazer duas coisas: periodicamente vai difundir entre 2, 5 ou 10 metros, um identificador anónimo (um número aleatório) e vai estar à procura de identificadores anónimos." Além de emitir este identificador para os telefones que estejam próximos, o telefone também guardará os identificadores recebidos. Será assim, através do cruzamento destes identificadores, que será possível perceber de quem é que um infetado pela covid-19 esteve próximo.

Caso um dos utilizadores da aplicação seja infetado pela covid-19, segue-se outra escolha sobre o uso da aplicação. "Ao dar-me como infectado, o delegado de saúde perguntará se o utilizador se importa que os identificadores sejam disponibilizados na internet e o utilizador pode dizer que sim ou que não." Caso o utilizador aceda na partilha desta informação, os "identificadores que andou a difundir são colocados online com a certificação das entidades de saúde." Assim, os identificadores que sejam disponibilizados online corresponderão a utilizadores infetados pela covid-19 e estarão "à vista de toda a gente".

"Uma vez por dia, o telefone vai à internet e descarrega os identificadores. O telemóvel vai ver se algum daqueles identificadores coincide com algum daqueles que "ouviu" nos últimos 14 dias", exemplifica Rui Oliveira. Se a aplicação encontrar uma correspondência, emitirá um alerta para o utilizador, para que este possa entrar em contacto com as autoridades de saúde. O conteúdo da mensagem indicará que, possivelmente, esteve próximo de um utilizador com um teste positivo.

O responsável do INESC TEC reconhece que pode existir o risco de falsos positivos com o uso desta aplicação. "A aplicação pode levar a muitos falsos positivos, porque nem sempre que as pessoas se cruzam uma com a outra há contágio", aponta, mas destaca que "os ganhos serão muito superiores". 

"A aplicação pode chegar a avisar mais rapidamente as pessoas antes de estas sequer terem sintomas. Aqui a pessoa pode ter um alerta no dia seguinte ou no próprio dia. Queremos que aumente a necessidade de testes por despistagem mais rápida", explica Rui Oliveira, destacando que "haverá de certeza absoluta" um aumento dos testes.

Neste momento, a aplicação "está em fase de afinação sobre a proximidade e depois também de integração com as autoridades de saúde e certificação dos dados". Com uma equipa de 16 pessoas a trabalhar neste projeto, o responsável do instituto portuense reconhece que se trata de um processo em que "andamos todos a aprender, inclusive os investigadores", mas que será algo que "tem de ser adotado e acarinhado" pelos utilizadores para que seja uma ferramenta na luta contra a covid-19.

Embora com diferenças entre si, nomeadamente na área da privacidade, as aplicações para smartphone que permitam o rastreio da covid-19 estão a ser implementadas em vários países.

* Nem por sombras desconfiamos das seriedades do propósito tecnológico e do professor Rui Oliveira mas lembramos que a tecnologia que arrasou Hiroshima não foi desenvolvida para o efeito.
Podem os responsáveis pelo novo invento garantir a impossibilidade de práctica criminosa na sua utilização?

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MINUTOS DE
CIÊNCIA/278

Geometria Espacial, Razão entre volumes
 de duas Pirâmides semelhantes




FONTE:  Matemática Rio com Prof. Rafael Procopio

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"
Homens ganham mais 101 euros do
 que as mulheres na Madeira
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Na Região Autónoma da Madeira, os homens ganham mais 101 euros do que as mulheres. A Madeira ocupa a 8.ª posição no ranking nacional da disparidade salarial, revela estudo do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, referente a 2018. A nível das profissões, os deputados, membros do Governo Regional, dirigentes e directores são os que têm remunerações mais elevadas.

* Região Autónoma do Macho!
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XLV - MEGA MÁQUINAS

2-Air force one
acesso secreto



O título da rubrica MEGA MÁQUINAS não se conforma apenas com as enormes dimensões de algumas que temos exibido, abrange todas as que têm MEGA INFLUÊNCIA nas nossas vidas.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


FONTE: Mega Buques
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 HOJE NO  
"DINHEIRO VIVO"
Máscaras reutilizáveis chegam ao
.Continente e à Wells esta semana

Desenvolvidas em parceria com a Estamparia Adalberto, o Citeve e as universidades de Lisboa e do Minho, as MOx-Ad-Tech estão já à venda online na MO, marca de vestuário da Sonae Fashion

A Sonae Fashion, através da sua marca de vestuário MO, tem já à venda máscaras têxteis reutilizáveis desenvolvidas em Portugal. O projeto, uma parceria com a Estamparia Adalberto, o centro tecnológico Citeve, o Instituto de Medicina Molecular da Universidade de Lisboa e a Universidade do Minho, resultou na criação das máscaras MOxAd-Tech, com características antimicrobianas e “eficácia comprovada contra vírus e bactérias”, estando a sua tecnologia “acreditada a nível internacional”, anuncia a empresa em comunicado
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 “O princípio ativo já foi testado com sucesso pelo Institut Pasteur de Lille, em França, nomeadamente contra o vírus H1N1 e vírus Corona-type, bem como contra rotavírus. Atualmente decorrem testes específicos para a Covid-19 no Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, em Portugal, sendo que já se encontra certificada como máscara social de nível 2 profissional pelo Citeve. Do ponto de vista de retenção de partículas, a máscara MOxAd-Tech garante uma capacidade de 95%”, pode ler-se na nota enviada às redações. 
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Desenvolvidas em “têxtil técnico com várias camadas distintas”, as máscaras são “impermeáveis e confortáveis”, “facilitando a sua utilização”. Além disso, as máscaras apresentam uma “elevada resistência à lavagem, mantendo um nível de eliminação microbiana de perto de 100%, mesmo depois de 50 lavagens domésticas a 30ºC”. Uma solução “inovadora”, que está já a ser patenteada, além de captar já “interesse a nível internacional”. 
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Com um custo individual de 10 euros, este produto está já disponível na loja online da marca MO (www.mo-online.com) e inclui a entrega gratuita. Vai estar, ainda esta semana, à venda nas lojas físicas de outras insígnias da Sonae, como a Well’s e o Continente. Para já estão disponíveis m versão preto, mas, nas próximas semanas, a oferta será ampliada, não só ao nível da gama de produtos como das insígnias onde podem ser adquiridos. “Este valor traduz uma poupança para as famílias portuguesas, que assim conseguem ter acesso a uma solução de proteção que oferece um custo estimado por utilização muito reduzido, de apenas 20 cêntimos”, destaca a Sonae. 
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“Este projeto é um excelente exemplo de cooperação entre diferentes instituições nacionais para criar um produto inovador e disponibilizá-lo às famílias Portuguesas num prazo muito curto. Em conjunto com os nossos parceiros estamos empenhados em cumprir a missão da Sonae de levar os benefícios do progresso e da inovação a um número crescente de pessoas. Pela comparação que fizemos com múltiplas máscaras de elevado desempenho dos EUA à China, acredito que temos a melhor máscara de proteção social a nível mundial que existe hoje. Estamos também satisfeitos por ajudar à retoma de muitas fábricas na fileira têxtil ao mesmo tempo que contribuímos para a proteção da saúde pública”, refere o administrador da MO, Francisco Pimentel. 
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 Já a CEO da Estamparia Adalberto, Susana Serrano, realça: “A máscara MOxAd-Tech é inovadora a nível mundial, pois inclui diferentes camadas de proteção e um tratamento de impermeabilidade que permite neutralizar bactérias e vírus quando estes entram em contacto com a máscara. Esta solução tornou-se possível por existir uma cooperação entre várias entidades distintas, que colocaram o seu conhecimento e capacidade ao serviço da comunidade para ajudar na proteção das famílias portuguesas”.
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* Para quem é poupado ou pobre 10€ é dinheiro. As máscaras trazem garantia?

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RICARDO ARAÚJO PEREIRA

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É um pássaro! É um avião! 
Não, é um profissional de saúde

Se o prestígio do Homem-Aranha não resiste à possibilidade de o vermos a estender a roupa, quão super é o herói?

𝙏𝙖𝙣𝙩𝙤 𝙤𝙨 𝙖́𝙡𝙗𝙪𝙣𝙨 𝙙𝙚 𝙗𝙖𝙣𝙙𝙖 𝙙𝙚𝙨𝙚𝙣𝙝𝙖𝙙𝙖 𝙘𝙤𝙢𝙤 𝙤𝙨 𝙛𝙞𝙡𝙢𝙚𝙨 𝙩𝙚̂𝙢 𝙤𝙢𝙞𝙩𝙞𝙙𝙤 𝙤𝙨 𝙖𝙨𝙥𝙚𝙘𝙩𝙤𝙨 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙘𝙤𝙢𝙚𝙯𝙞𝙣𝙝𝙤𝙨 𝙙𝙖 𝙫𝙞𝙙𝙖 𝙥𝙧𝙞𝙫𝙖𝙙𝙖 𝙙𝙤𝙨 𝙨𝙪𝙥𝙚𝙧-𝙝𝙚𝙧𝙤́𝙞𝙨, 𝙛𝙚𝙣𝙤́𝙢𝙚𝙣𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙡𝙚𝙫𝙖𝙣𝙩𝙖 𝙪𝙢𝙖 𝙦𝙪𝙚𝙨𝙩𝙖̃𝙤 𝙥𝙚𝙧𝙩𝙪𝙧𝙗𝙖𝙙𝙤𝙧𝙖: 𝙨𝙚 𝙤 𝙥𝙧𝙚𝙨𝙩𝙞́𝙜𝙞𝙤 𝙙𝙤 𝙃𝙤𝙢𝙚𝙢-𝘼𝙧𝙖𝙣𝙝𝙖 𝙣𝙖̃𝙤 𝙧𝙚𝙨𝙞𝙨𝙩𝙚 𝙖̀ 𝙥𝙤𝙨𝙨𝙞𝙗𝙞𝙡𝙞𝙙𝙖𝙙𝙚 𝙙𝙚 𝙤 𝙫𝙚𝙧𝙢𝙤𝙨 𝙖 𝙚𝙨𝙩𝙚𝙣𝙙𝙚𝙧 𝙖 𝙧𝙤𝙪𝙥𝙖, 𝙦𝙪𝙖̃𝙤 𝙨𝙪𝙥𝙚𝙧 𝙚́ 𝙤 𝙝𝙚𝙧𝙤́𝙞? 𝙊𝙪𝙩𝙧𝙤 𝙥𝙧𝙤𝙗𝙡𝙚𝙢𝙖: 𝙨𝙚 𝙥𝙤𝙙𝙚𝙢𝙤𝙨 𝙖𝙨𝙨𝙞𝙨𝙩𝙞𝙧 𝙖 𝙙𝙚𝙧𝙧𝙤𝙩𝙖𝙨 𝙙𝙤 𝘽𝙖𝙩𝙢𝙖𝙣, 𝙚 𝙖𝙩𝙚́ 𝙖̀ 𝙨𝙪𝙖 𝙢𝙤𝙧𝙩𝙚, 𝙢𝙖𝙨 𝙣𝙖̃𝙤 𝙥𝙤𝙙𝙚𝙢𝙤𝙨 𝙫𝙚̂-𝙡𝙤 𝙖 𝙘𝙤𝙢𝙥𝙧𝙖𝙧 𝙙𝙚𝙩𝙚𝙧𝙜𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙖 𝙡𝙤𝙞𝙘̧𝙖, 𝙞𝙨𝙨𝙤 𝙣𝙖̃𝙤 𝙨𝙞𝙜𝙣𝙞𝙛𝙞𝙘𝙖 𝙦𝙪𝙚 𝙚𝙭𝙞𝙨𝙩𝙚, 𝙣𝙤 𝙖𝙘𝙩𝙤 𝙙𝙚 𝙘𝙤𝙢𝙥𝙧𝙖𝙧 𝙙𝙚𝙩𝙚𝙧𝙜𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙖 𝙡𝙤𝙞𝙘̧𝙖, 𝙦𝙪𝙖𝙡𝙦𝙪𝙚𝙧 𝙘𝙤𝙞𝙨𝙖 𝙙𝙚 𝙩𝙧𝙖𝙣𝙨𝙘𝙚𝙣𝙙𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙦𝙪𝙚 𝙨𝙪𝙥𝙚𝙧𝙖 𝙖𝙩𝙚́ 𝙖 𝙥𝙧𝙤́𝙥𝙧𝙞𝙖 𝙢𝙤𝙧𝙩𝙚? 𝙀𝙢 𝙧𝙚𝙨𝙪𝙢𝙤: 𝙪𝙢 𝙘𝙤𝙡𝙤𝙨𝙨𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙣𝙖̃𝙤 𝙖𝙜𝙪𝙚𝙣𝙩𝙖 𝙨𝙚𝙧 𝙫𝙞𝙨𝙩𝙤 𝙖 𝙖𝙨𝙥𝙞𝙧𝙖𝙧 𝙤 𝙦𝙪𝙖𝙧𝙩𝙤 𝙚́ 𝙘𝙤𝙡𝙤𝙨𝙨𝙖𝙡? 𝙂𝙤𝙨𝙩𝙤 𝙙𝙚 𝙫𝙚𝙧 𝙤 𝙎𝙪𝙥𝙚𝙧-𝙃𝙤𝙢𝙚𝙢 𝙖 𝙚𝙫𝙞𝙩𝙖𝙧 𝙦𝙪𝙚 𝙪𝙢 𝙘𝙤𝙢𝙗𝙤𝙞𝙤 𝙨𝙚 𝙙𝙚𝙨𝙥𝙚𝙣𝙝𝙚 𝙣𝙪𝙢𝙖 𝙛𝙖𝙡𝙚́𝙨𝙞𝙖, 𝙢𝙖𝙨 𝙘𝙧𝙚𝙞𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙨𝙚𝙧𝙞𝙖 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙞𝙣𝙩𝙚𝙧𝙚𝙨𝙨𝙖𝙣𝙩𝙚 𝙫𝙚̂-𝙡𝙤 𝙖 𝙘𝙤𝙢𝙥𝙧𝙖𝙧 𝙧𝙤𝙪𝙥𝙖. “𝙏𝙚𝙢 𝙖𝙦𝙪𝙚𝙡𝙖𝙨 𝙗𝙤𝙩𝙖𝙨 𝙫𝙚𝙧𝙢𝙚𝙡𝙝𝙖𝙨 𝙖𝙩𝙚́ 𝙖𝙤 𝙟𝙤𝙚𝙡𝙝𝙤 𝙚𝙢 𝟰𝟲?”, 𝙥𝙚𝙧𝙜𝙪𝙣𝙩𝙖𝙧𝙞𝙖 𝙚𝙡𝙚 𝙣𝙖 𝙨𝙖𝙥𝙖𝙩𝙖𝙧𝙞𝙖. “𝙅𝙖́ 𝙫𝙞 𝙦𝙪𝙚 𝙤 𝙢𝙚𝙪 𝙖𝙢𝙞𝙜𝙤 𝙚́ 𝙙𝙤 𝙩𝙧𝙖𝙣𝙨𝙛𝙤𝙧𝙢𝙞𝙨𝙢𝙤”, 𝙧𝙚𝙨𝙥𝙤𝙣𝙙𝙚𝙧𝙞𝙖 𝙤 𝙛𝙪𝙣𝙘𝙞𝙤𝙣𝙖́𝙧𝙞𝙤, 𝙨𝙤𝙡𝙞́𝙘𝙞𝙩𝙤.

“𝙊 𝙢𝙚𝙪 𝙥𝙧𝙞𝙢𝙤 𝙩𝙖𝙢𝙗𝙚́𝙢. 𝙏𝙖𝙡𝙫𝙚𝙯 𝙤 𝙘𝙤𝙣𝙝𝙚𝙘̧𝙖. 𝙊 𝙣𝙤𝙢𝙚 𝙖𝙧𝙩𝙞́𝙨𝙩𝙞𝙘𝙤 𝙙𝙚𝙡𝙚 𝙚́ 𝙉𝙖𝙩𝙖𝙘𝙝𝙖 𝘾𝙧𝙞𝙨𝙩𝙖𝙡𝙡, 𝙘𝙤𝙢 𝙙𝙤𝙞𝙨 ‘𝙚́𝙡𝙚𝙨’.” 𝙌𝙪𝙚 𝙧𝙚𝙖𝙘𝙘̧𝙖̃𝙤 𝙩𝙚𝙧𝙞𝙖 𝘾𝙡𝙖𝙧𝙠 𝙆𝙚𝙣𝙩? 𝙉𝙪𝙣𝙘𝙖 𝙤 𝙨𝙖𝙗𝙚𝙧𝙚𝙢𝙤𝙨. 𝙁𝙚𝙡𝙞𝙯𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚, 𝙚𝙨𝙩𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙖𝙜𝙤𝙧𝙖 𝙖 𝙘𝙤𝙣𝙝𝙚𝙘𝙚𝙧 𝙣𝙤𝙫𝙤𝙨 𝙨𝙪𝙥𝙚𝙧-𝙝𝙚𝙧𝙤́𝙞𝙨. 𝙎𝙖̃𝙤 𝙤𝙨 𝙥𝙧𝙤𝙛𝙞𝙨𝙨𝙞𝙤𝙣𝙖𝙞𝙨 𝙙𝙚 𝙨𝙖𝙪́𝙙𝙚, 𝙤𝙨 𝙛𝙪𝙣𝙘𝙞𝙤𝙣𝙖́𝙧𝙞𝙤𝙨 𝙙𝙚 𝙨𝙪𝙥𝙚𝙧𝙢𝙚𝙧𝙘𝙖𝙙𝙤, 𝙤𝙨 𝙖𝙜𝙚𝙣𝙩𝙚𝙨 𝙙𝙖𝙨 𝙛𝙤𝙧𝙘̧𝙖𝙨 𝙙𝙚 𝙨𝙚𝙜𝙪𝙧𝙖𝙣𝙘̧𝙖, 𝙖𝙨 𝙥𝙚𝙨𝙨𝙤𝙖𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙛𝙖𝙯𝙚𝙢 𝙖 𝙧𝙚𝙘𝙤𝙡𝙝𝙖 𝙙𝙤 𝙡𝙞𝙭𝙤.

𝙂𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙦𝙪𝙚 𝙘𝙤𝙣𝙩𝙞𝙣𝙪𝙖 𝙖 𝙩𝙧𝙖𝙗𝙖𝙡𝙝𝙖𝙧 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙦𝙪𝙚 𝙤 𝙢𝙪𝙣𝙙𝙤 𝙘𝙤𝙣𝙩𝙞𝙣𝙪𝙚 𝙢𝙞𝙣𝙞𝙢𝙖𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙙𝙚𝙘𝙚𝙣𝙩𝙚. 𝙌𝙪𝙚 𝙨𝙖̃𝙤 𝙨𝙪𝙥𝙚𝙧-𝙝𝙚𝙧𝙤́𝙞𝙨, 𝙥𝙖𝙧𝙚𝙘𝙚-𝙢𝙚 𝙚𝙫𝙞𝙙𝙚𝙣𝙩𝙚: 𝙩𝙤𝙙𝙤𝙨 𝙖𝙧𝙧𝙞𝙨𝙘𝙖𝙢 𝙖 𝙫𝙞𝙙𝙖 𝙥𝙤𝙧 𝙣𝙤́𝙨, 𝙖𝙡𝙜𝙪𝙣𝙨 𝙪𝙨𝙖𝙢 𝙢𝙖́𝙨𝙘𝙖𝙧𝙖, 𝙤𝙪𝙩𝙧𝙤𝙨 𝙩𝙚̂𝙢 𝙙𝙚 𝙛𝙖𝙯𝙚𝙧 𝙗𝙞𝙨𝙘𝙖𝙩𝙚𝙨 𝙥𝙤𝙧𝙦𝙪𝙚 𝙤 𝙩𝙧𝙖𝙗𝙖𝙡𝙝𝙤 𝙙𝙚 𝙨𝙪𝙥𝙚𝙧-𝙝𝙚𝙧𝙤́𝙞 𝙣𝙖̃𝙤 𝙡𝙝𝙚𝙨 𝙥𝙖𝙜𝙖 𝙖 𝙧𝙚𝙣𝙙𝙖 (𝙘𝙤𝙢𝙤 𝙤 𝙃𝙤𝙢𝙚𝙢-𝘼𝙧𝙖𝙣𝙝𝙖 𝙚 𝙤 𝙎𝙪𝙥𝙚𝙧-𝙃𝙤𝙢𝙚𝙢 – 𝙦𝙪𝙚, 𝙘𝙚𝙧𝙩𝙖𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙥𝙤𝙧 𝙚𝙨𝙩𝙖𝙧𝙚𝙢 𝙙𝙚𝙨𝙚𝙨𝙥𝙚𝙧𝙖𝙙𝙤𝙨, 𝙩𝙞𝙫𝙚𝙧𝙖𝙢 𝙙𝙚 𝙖𝙧𝙧𝙖𝙣𝙟𝙖𝙧 𝙚𝙢𝙥𝙧𝙚𝙜𝙤 𝙣𝙤 𝙢𝙪𝙣𝙙𝙤 𝙙𝙤 𝙟𝙤𝙧𝙣𝙖𝙡𝙞𝙨𝙢𝙤). 𝘼𝙤 𝙘𝙤𝙣𝙩𝙧𝙖́𝙧𝙞𝙤 𝙙𝙤𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙥𝙧𝙤𝙩𝙖𝙜𝙤𝙣𝙞𝙯𝙖𝙢 𝙝𝙞𝙨𝙩𝙤́𝙧𝙞𝙖𝙨 𝙙𝙚 𝙗𝙖𝙣𝙙𝙖 𝙙𝙚𝙨𝙚𝙣𝙝𝙖𝙙𝙖, 𝙚𝙨𝙩𝙚𝙨 𝙨𝙪𝙥𝙚𝙧-𝙝𝙚𝙧𝙤́𝙞𝙨 𝙣𝙖̃𝙤 𝙚𝙨𝙘𝙤𝙣𝙙𝙚𝙢 𝙖 𝙫𝙞𝙙𝙖 𝙦𝙪𝙤𝙩𝙞𝙙𝙞𝙖𝙣𝙖. 𝙎𝙖𝙗𝙚𝙢𝙤𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙩𝙚̂𝙢 𝙢𝙖́𝙨 𝙘𝙤𝙣𝙙𝙞𝙘̧𝙤̃𝙚𝙨 𝙙𝙚 𝙩𝙧𝙖𝙗𝙖𝙡𝙝𝙤, 𝙦𝙪𝙚 𝙩𝙚̂𝙢 𝙙𝙚 𝙞𝙢𝙥𝙧𝙤𝙫𝙞𝙨𝙖𝙧 𝙢𝙖𝙩𝙚𝙧𝙞𝙖𝙡 𝙙𝙚 𝙨𝙚𝙜𝙪𝙧𝙖𝙣𝙘̧𝙖, 𝙦𝙪𝙚 𝙩𝙚̂𝙢 𝙙𝙚 𝙩𝙤𝙢𝙖𝙧 𝙢𝙚𝙙𝙞𝙙𝙖𝙨 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙣𝙖̃𝙤 𝙥𝙤̂𝙧 𝙚𝙢 𝙥𝙚𝙧𝙞𝙜𝙤 𝙖 𝙨𝙖𝙪́𝙙𝙚 𝙙𝙤𝙨 𝙛𝙖𝙢𝙞𝙡𝙞𝙖𝙧𝙚𝙨. 𝙀, 𝙢𝙚𝙨𝙢𝙤 𝙖𝙨𝙨𝙞𝙢, 𝙧𝙚𝙘𝙚𝙗𝙚𝙢 𝙖 𝙣𝙤𝙨𝙨𝙖 𝙖𝙙𝙢𝙞𝙧𝙖𝙘̧𝙖̃𝙤 𝙚 𝙖𝙥𝙡𝙖𝙪𝙨𝙤 (𝙖𝙩𝙚́ 𝙥𝙤𝙧𝙦𝙪𝙚 𝙣𝙖̃𝙤 𝙧𝙚𝙘𝙚𝙗𝙚𝙢 𝙢𝙪𝙞𝙩𝙤 𝙢𝙖𝙞𝙨.

𝘿𝙞𝙣𝙝𝙚𝙞𝙧𝙤, 𝙥𝙤𝙧 𝙚𝙭𝙚𝙢𝙥𝙡𝙤, 𝙧𝙚𝙘𝙚𝙗𝙚𝙢 𝙥𝙤𝙪𝙘𝙤). 𝙀𝙡𝙚𝙨, 𝙨𝙞𝙢, 𝙨𝙖̃𝙤 𝙨𝙪𝙥𝙚𝙧-𝙝𝙚𝙧𝙤́𝙞𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙧𝙚𝙨𝙞𝙨𝙩𝙚𝙢 𝙖 𝙩𝙪𝙙𝙤. 𝘼 𝙧𝙚𝙥𝙪𝙩𝙖𝙘̧𝙖̃𝙤 𝙙𝙤 𝘽𝙖𝙩𝙢𝙖𝙣 𝙣𝙖̃𝙤 𝙛𝙞𝙘𝙖𝙧𝙞𝙖 𝙞𝙣𝙩𝙖𝙘𝙩𝙖 𝙨𝙚 𝙚𝙡𝙚 𝙞𝙢𝙥𝙧𝙤𝙫𝙞𝙨𝙖𝙨𝙨𝙚 𝙪𝙢𝙖 𝙢𝙖́𝙨𝙘𝙖𝙧𝙖 𝙘𝙤𝙢 𝙤́𝙘𝙪𝙡𝙤𝙨 𝙚𝙨𝙘𝙪𝙧𝙤𝙨 𝙚 𝙪𝙢𝙖 𝙛𝙤𝙡𝙝𝙖 𝙙𝙚 𝙖𝙘𝙚𝙩𝙖𝙩𝙤, 𝙛𝙞𝙯𝙚𝙨𝙨𝙚 𝙪𝙢𝙖 𝙘𝙖𝙥𝙖 𝙖 𝙥𝙖𝙧𝙩𝙞𝙧 𝙙𝙚 𝙨𝙖𝙘𝙤𝙨 𝙙𝙤 𝙡𝙞𝙭𝙤, 𝙤𝙪 𝙨𝙚 𝙤 𝙫𝙞́𝙨𝙨𝙚𝙢𝙤𝙨 𝙖 𝙙𝙚𝙨𝙥𝙞𝙧-𝙨𝙚 𝙩𝙤𝙙𝙤, 𝙖𝙣𝙩𝙚𝙨 𝙙𝙚 𝙚𝙣𝙩𝙧𝙖𝙧 𝙣𝙖 𝙢𝙖𝙣𝙨𝙖̃𝙤, 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙙𝙞𝙢𝙞𝙣𝙪𝙞𝙧 𝙖𝙨 𝙝𝙞𝙥𝙤́𝙩𝙚𝙨𝙚𝙨 𝙙𝙚 𝙘𝙤𝙣𝙩𝙖𝙜𝙞𝙖𝙧 𝙤 𝙨𝙚𝙪 𝙫𝙚𝙡𝙝𝙤 𝙢𝙤𝙧𝙙𝙤𝙢𝙤 – 𝙖𝙩𝙚́ 𝙥𝙤𝙧𝙦𝙪𝙚 𝙤 𝘼𝙡𝙛𝙧𝙚𝙙 𝙥𝙚𝙧𝙩𝙚𝙣𝙘𝙚 𝙖𝙤 𝙜𝙧𝙪𝙥𝙤 𝙙𝙚 𝙧𝙞𝙨𝙘𝙤. 𝙊𝙨 𝙣𝙤𝙨𝙨𝙤𝙨 𝙨𝙪𝙥𝙚𝙧-𝙝𝙚𝙧𝙤́𝙞𝙨 𝙨𝙖̃𝙤 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙨𝙪𝙥𝙚𝙧.

IN "VISÃO"
24/04/20

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2256.UNIÃO



EUROPEIA





NÃO TÊM COMO NEGAR

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HOJE NO  
"CORREIO DA MANHÃ"
Tabaco agrava risco de doença grave
 por coronavírus, alerta Sociedade Portuguesa de Pneumologia

Pneumologista Filipe Froes salienta que "nenhum estudo demonstrou a eficácia do tabaco em qualquer infeção respiratória".

A Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) alertou esta segunda-feira que "os fumadores podem sofrer condições mais graves" da doença covid-19 e recomenda aos fumadores "a cessação tabágica imediata". A posição da SPP, divulgada esta segunda-feira em comunicado, surge depois de notícias recentes que apontam para um efeito protetor da nicotina contra o novo coronavírus, que provoca a doença covid-19. A SPP não só nega que haja essa relação como se manifesta preocupada com o impacto da covid-19 sobre os dois milhões de portugueses consumidores de tabaco.
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Na semana passada investigadores em França anunciaram que estavam a investigar a hipótese de a nicotina pode ter um efeito protetor contra a covid-19, uma hipótese apoiada pelo baixo número de fumadores entre os doentes hospitalizados. Um dos investigadores é Jean-Pierre Changeaux, do Instituto Pasteur.

Ouvido na altura pela Lusa o pneumologista Filipe Froes salientou que até hoje "nenhum estudo demonstrou a eficácia do tabaco em qualquer infeção respiratória", e alertou que nesta fase de tentativa de conhecimento sobre a covid-19 "há estudos que não seguem metodologias corretas e que tiram conclusões precipitadas".

Agora, no comunicado, a SPP alerta que o tabagismo está associado a várias patologias crónicas, como doenças respiratórias, cardiovasculares, diabetes e cancro, e que doentes com estes problemas têm maior risco de doença grave por covid-19, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Direção-Geral da Saúde (DGS).

"Além disso, o tabagismo tem um efeito nocivo para o sistema imunitário, tornando os fumadores mais vulneráveis às infeções, incluindo possivelmente o novo coronavírus", alerta-se no comunicado.

A SPP fala ainda de outra "questão preocupante", que é o contacto mão-boca realizado repetidamente pelo fumador, que é uma forma de infeção, como também é forma de infeção a partilha de tabaco e seus produtos.

"Apesar dos estudos serem escassos até à data, já há evidência (prova) científica que mostra que os fumadores têm maior risco de progressão para doença grave, maior risco de internamento em Unidade de Cuidados Intensivos com necessidade de ventilação mecânica e maior risco de morte, em comparação com os não fumadores", frisa a SPP no comunicado.

No mesmo documento diz-se que Jean-Pierre Changeaux teve no passado ligação à indústria tabaqueira e que o estudo que leva à defesa da nicotina como agente protetor da covid-19 teve limitações que comprometem as conclusões retiradas. Além de que não se pode esquecer que "ser fumador e efeito protetor de nicotina são conceitos diferentes".

No comunicado a SPP diz que reforça a posição defendida pelo pneumologista Filipe Froes à Lusa e conclui que a recomendação que deixa é "a cessação tabágica imediata, sendo que esta recomendação abrange igualmente os utilizadores de cigarro eletrónico e tabaco aquecido".

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 206 mil mortes no mundo e infetou quase três milhões. Em Portugal, morreram 928 pessoas das 24.027 confirmadas como infetadas, segundo a DGS.

Na semana passada investigadores em França anunciaram que estavam a investigar a hipótese de a nicotina pode ter um efeito protetor contra a covid-19, uma hipótese apoiada pelo baixo número de fumadores entre os doentes hospitalizados. Um dos investigadores é Jean-Pierre Changeaux, do Instituto Pasteur.

Ouvido na altura pela Lusa o pneumologista Filipe Froes salientou que até hoje "nenhum estudo demonstrou a eficácia do tabaco em qualquer infeção respiratória", e alertou que nesta fase de tentativa de conhecimento sobre a covid-19 "há estudos que não seguem metodologias corretas e que tiram conclusões precipitadas".

Agora, no comunicado, a SPP alerta que o tabagismo está associado a várias patologias crónicas, como doenças respiratórias, cardiovasculares, diabetes e cancro, e que doentes com estes problemas têm maior risco de doença grave por covid-19, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Direção-Geral da Saúde (DGS).

"Além disso, o tabagismo tem um efeito nocivo para o sistema imunitário, tornando os fumadores mais vulneráveis às infeções, incluindo possivelmente o novo coronavírus", alerta-se no comunicado.
A SPP fala ainda de outra "questão preocupante", que é o contacto mão-boca realizado repetidamente pelo fumador, que é uma forma de infeção, como também é forma de infeção a partilha de tabaco e seus produtos.

"Apesar dos estudos serem escassos até à data, já há evidência (prova) científica que mostra que os fumadores têm maior risco de progressão para doença grave, maior risco de internamento em Unidade de Cuidados Intensivos com necessidade de ventilação mecânica e maior risco de morte, em comparação com os não fumadores", frisa a SPP no comunicado.

No mesmo documento diz-se que Jean-Pierre Changeaux teve no passado ligação à indústria tabaqueira e que o estudo que leva à defesa da nicotina como agente protetor da covid-19 teve limitações que comprometem as conclusões retiradas. Além de que não se pode esquecer que "ser fumador e efeito protetor de nicotina são conceitos diferentes".

No comunicado a SPP diz que reforça a posição defendida pelo pneumologista Filipe Froes à Lusa e conclui que a recomendação que deixa é "a cessação tabágica imediata, sendo que esta recomendação abrange igualmente os utilizadores de cigarro eletrónico e tabaco aquecido".

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 206 mil mortes no mundo e infetou quase três milhões. Em Portugal, morreram 928 pessoas das 24.027 confirmadas como infetadas, segundo a DGS.

* O fumador é um pseudo culto que acha que o tabaco só faz mal aos outros. O tabaco mata sózinho  e se tiver companhia ainda mata mais. Um dos pensionistas do blogue já foi pseudo culto  e pagou uma factura muito alta para aprender qualquer coisinha mas está vivo.

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II Misterios Revelados

2- Violência no Nilo


Maurício Souza
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10. Inesquecíveis Viagens
de Comboio

10.3 - Passeio pela ESPANHA



* Estas viagens que desfrutaremos são também observação atenta às pessoas com que o viajante se cruza, problemas sociais, conformismo e também ilusões, vai perceber porque as viagens são inesquecíveis.


FONTE:  Robalo 

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 HOJE NO
"OBSERVADOR"
Má comida, sem higiene e sem saber quando 
voltam. O drama dos portugueses 
retidos num cruzeiro no Japão

Pouca comida, sem condições de higiene, infetados e não infetados a contactar com as mesmas pessoas. Os oito portugueses retidos num navio no Japão não sabem quando voltam e pedem ajuda ao Governo.

Oito portugueses, dois dos quais infetados com o novo coronavírus, estão num navio de cruzeiro que está retido desde janeiro em Nagasaki, no Japão. Os cidadãos portugueses fazem parte da tripulação do Costa Atlântica, uma embarcação com bandeira italiana, e Augusto Santos Silva, ministro dos Negócios Estrangeiros, já garantiu que o repatriamento é “responsabilidade” da empresa para a qual trabalham.
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“Os tripulantes do navio têm o respetivo repatriamento à responsabilidade da empresa. A embaixada acompanhará e apoiará os portugueses e verificaremos quais são as melhores condições para terem o tratamento hospitalar de que necessitem e se necessitarem”, explicou o ministro, em declarações à SIC. Este domingo à noite, o ministério já havia confirmado a presença dos oito portugueses no Costa Atlântica, adiantando que são todos “tripulantes” e que a situação “está a ser acompanhada pela embaixada de Portugal em Tóquio”.

Segundo a Reuters, o Costa Atlântica não tem nesta altura qualquer passageiro a bordo: apenas os 623 tripulantes se mantêm no navio, sendo que 148 estão infetados com a Covid-19, cerca de um quarto do total. Já com o navio atracado no porto de Nagasaki, e após os primeiros casos suspeitos, a tripulação foi sujeita a testes e o Costa Atlântica, que tinha viagem marcada para a China para a manutenção, acabou por não chegar a sair do Japão. Apenas um tripulante terá sido internado, enquanto que os restantes permanecem a bordo, com sintomas leves ou mesmo assintomáticos. O navio está sob quarentena e todos os tripulantes receberam ordens para não desembarcar.

Ainda assim, e segundo o Japan Times, parte da tripulação do navio desembarcou no início da semana, depois de passar nos controlos de temperatura, e as autoridades locais estão a tentar rastrear o percurso que terão feito na cidade. O jornal indica ainda que a esmagadora maioria dos tripulantes é de nacionalidade estrangeira e proveniente de mais de 30 países e que a operadora do navio, a CSSC Carnival Cruise Shipping, disse na passada sexta-feira que os cidadãos que testaram negativo serão repatriados “em breve”.

Paulo Almas, um dos dois portugueses que está infetado com o novo coronavírus, explicou à Rádio Observador que falou com a embaixada portuguesa em Tóquio, mas que “de nada serviu”, até porque o Governo português só terá tido conhecimento da situação este domingo. “A embaixada nunca entrou em contacto connosco, fui em que entrei em contacto com a embaixada (…) Informei o Governo português através da embaixada e a embaixada não passou o problema para Portugal. Mas isso é problema deles, não é meu. De nada me serviu falar com a embaixada, não resolveu problema nenhum. Portugal é um país muito fraco, muito fraco mesmo. Outra nação teria força para tirar as pessoas daqui. Portugal não tem”, revelou o eletricista português, que entrou no navio no dia 25 de fevereiro para realizar trabalhos de manutenção e soube que estava infetado na passada semana.

O cidadão português desvendou ainda que “não existem condições” no navio, tanto ao nível de alimentação como de higiene. “A comida não tem qualidade e é pouca. Agora, para remediar, dão bolos e Coca-Cola às pessoas infetadas, à noite. É a ideia deles de boa alimentação. Não há condições de higiene, somos nós próprios que temos de trocar os lençóis: tirar, lavar na casa de banho e trocar. As pessoas estão fechadas dentro dos quartos, como é lógico, mas a proximidade é uma parede e as pessoas que estão a servir a comida aos infetados são as mesmas que servem aos não infetados”, acrescentou Paulo Almas, concluindo que os 623 tripulantes do navio estão nestas condições “há uma semana”.

Sobre uma eventual saída do navio, o cidadão português garantiu que não existe “previsão nenhuma”. “Ainda hoje [segunda-feira] lemos um email da empresa a dizer que ainda estão à procura de soluções. É isto todos os dias, estão sempre à procura de soluções. Se calhar, perguntem a Portugal como é que fizeram com aquele barco que atracou em Lisboa e Portugal dá uma solução”, atira Paulo Almas, em referência ao MSC Fantasia, o navio de cruzeiro que atracou no porto de Lisboa no final de março com mais de 1.300 pessoas a bordo, entre passageiros e tripulação.

Os portugueses que estão no cruzeiro Costa Atlântica vão tendo conhecimento do que se passa dentro navio através de um grupo no WhatsApp, onde um dos responsáveis transmite as informações que vai recebendo do exterior. “Há falta de informação entre a pessoa que aqui está e o escritório que nos contratou em Portugal. (…) Acho que estão um bocado chateados uns com os outros”, explica Paulo Almas.

* Paulo Almas tem razão, no plano internacional Portugal é um país fraquinho, é triste mas é verdade.

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António Portanet


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HOJE NO 
"RECORD"
Bernal com autorização para preparar
.Volta a França na estrada

Devido à pandemia de covid-19, ciclista está a cumprir confinamento em Zipaquirá

O ciclista colombiano Egan Bernal, vencedor da Volta da França em 2019, recebeu esta segunda-feira autorização do autarca de Zipaquirá, cidade onde está em confinamento devido à pandemia de covid-19, para treinar no exterior, com algumas condições.
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Os colombianos podem, a partir de hoje, realizar atividades físicas ao ar livre por uma hora e individualmente, mas os autarcas têm o poder de estabelecer regras nos seus municípios.

Wilson García, autarca de Zipaquirá, autorizou Bernal e outros cinco corredores, entre eles Brandon Rivera, seu companheiro de equipa na INEOS, a treinarem no interior dos limites do município, entre as 05:00 e as 08:00, mantendo uma distância mínima de cinco metros.

A Volta a França foi adiada para entre 29 de agosto e 20 de setembro, enquanto a Volta a Itália e a Volta a Espanha, inicialmente prevista entre 14 de agosto e 06 de setembro, serão agendadas depois dos Mundiais, previstos para setembro, na Suíça.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 206 mil mortos e infetou quase três milhões de pessoas em 193 países e territórios.
Perto de 810 mil doentes foram considerados curados.

* Seria mais seguro  não haver competições internacionais este ano, a terra não pára e um ano não é nada.

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Portugal bem português

V-História a História África/11
1- Do Mar Verde a Madina do Boé


O moderno colonialismo começa com a corrida pela partilha de África entre os impérios e países coloniais europeus. Proibido o tráfico de escravos, tratava-se de ocupar militar e administrativamente os territórios e de os explorar economicamente em novos moldes. É o início do ciclo africano do Império. 

Com autoria do historiador Fernando Rosas, “História a História” regressa aos ecrãs, desta vez exclusivamente dedicada à história colonial portuguesa em África. “História a História África é uma revisitação do colonialismo moderno português desde finais do séc. XIX até 1975, que contempla as políticas coloniais dos vários regimes deste período – Monarquia Constitucional, República, Estado Novo – das resistências a elas e dos seus desenlaces. 

O programa é baseado numa investigação feita em arquivos documentais e audiovisuais e vem inserir-se no debate em curso sobre as políticas coloniais portuguesas no mundo da sua época”, conta o Prof. Fernando Rosas. Filmada em Angola, Moçambique, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Portugal, “História a História África” começa nas guerras de ocupação e nas “campanhas de pacificação”, no século XIX, e atravessa diversas dimensões da história imperial portuguesa: as políticas coloniais da Primeira República e do Estado Novo; os projetos de povoamento branco; as diferentes formas de exploração da mão-de-obra nativa e as políticas segregacionistas; as atrocidades cometidas pela PIDE nos territórios africanos; a manutenção da escravatura; os massacres não reconhecidos oficialmente; a origem dos movimentos de libertação; as grandes obras do império em Moçambique e Angola; a Guerra Colonial; a organização das lutas armadas; a insurreição dos colonos; o retorno. 

Pela mão do historiador Fernando Rosas visitam-se os espaços mais simbólicos e marcantes da história do antigo Império Português. Uma oportunidade única para ficar a conhecer alguns dos episódios da nossa história comum, como nunca antes foi contada. “História a História: África” é o resultado de dois anos de trabalho de investigação própria, recolha de materiais iconográficos e documentais, escrita dos guiões e gravações em África. 
Ao longo de 13 episódios serão abordados temas inéditos em televisão e mostrados locais de difícil acesso.

Um excelente trabalho de investigação  do Prof. FERNANDO ROSAS e uma extraordinária equipa da RTP para a execução desta série.


* Esta é uma compilação de séries pelo  nosso país não apenas pelas perspectivas histórica ou social mas pela recolha de vídeos interessantes de várias origens, actividades e sensibilidades, com diferentíssimos temas que reflectem o nosso quotidiano de modo plural.
Desejamos muito que seja do vosso agrado.


FONTE: Lusotropical

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ᑎᗩ ᑫᑌᗩᖇᕮᑎTᕮᑎᗩ ᗰᕮ᙭ᗩ-Sᕮ ᗰᑌITO




* Obrigado LUÍS e , mexam-se também.

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MACAU 20 ANOS/18
ANO 2017



*𝗡𝗼𝘀 𝟮𝟬 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗱𝗮 𝘁𝗿𝗮𝗻𝘀𝗳𝗲𝗿𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮, 𝗮 𝗧𝗗𝗠 𝗺𝗼𝘀𝘁𝗿𝗮 𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗶𝗺𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝗻𝘁𝗲 𝗮𝗰𝗼𝗻𝘁𝗲𝗰𝗲𝘂 𝗮𝗼 𝗹𝗼𝗻𝗴𝗼 𝗱𝗲𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗱𝘂𝗮𝘀 𝗱𝗲́𝗰𝗮𝗱𝗮𝘀. 𝗘𝗺 𝗰𝗮𝗱𝗮 𝗽𝗿𝗼𝗴𝗿𝗮𝗺𝗮 𝗲́ 𝗿𝗲𝘁𝗿𝗮𝘁𝗮𝗱𝗼 𝘂𝗺 𝗮𝗻𝗼 - 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟬𝟬 𝗮 𝟮𝟬𝟭𝟵 - 𝗮𝘁𝗿𝗮𝘃𝗲́𝘀 𝗱𝗮𝘀 𝗿𝗲𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝗴𝗲𝗻𝘀 𝗱𝗼 𝗧𝗲𝗹𝗲𝗷𝗼𝗿𝗻𝗮𝗹.

** Aqui todas as segundas às 15 horas


FONTE:  TDM Canal Macau

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𝗔𝘀 𝗲𝘀𝘁𝗿𝗮𝘁𝗲́𝗴𝗶𝗮𝘀 𝗱𝗮 𝗨𝗘 𝗽𝗮𝗿𝗮 
𝗮𝗽𝗼𝗶𝗮𝗿 𝗼𝘀 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗮𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀



FONTE:  euronews 

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223-NO GINÁSIO
Craziest Fitness Girl
 Com a atleta Demi Bagby


QUASE 9 MINUTOS DE BOA DISPOSIÇÃO 
E A PUXAR PELO CORPINHO


FONTE:  Muscle Madness

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Senso d'hoje
DIOGO BATÁGUAS
HUMORISTA PORTUGUÊS
ANIMADOR DE RÁDIO
RELATÓRIO MARÇO 2020






FONTE:  Diogo Bataguas

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