domingo, 13 de agosto de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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6-BRANCO E PRETO

FREJA
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IV-SEGUNDOS FATAIS
1- TRAGÉDIA NO VOO
DA SWISSAIR

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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5-BRANCO E PRETO

CHRISTINA KRUSE
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XXI -ERA UMA VEZ O ESPAÇO

2- UM MUNDO HOSTIL


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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4-BRANCO E PRETO

ANGELA LINDVALL

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Kristen Marhaver

Por que ainda tenho esperança

nos recifes de coral


Os recifes de coral no Pacífico estão morrendo a uma velocidade alarmante, especialmente pela descoloração provocada pelo aumento da temperatura da água. Mas não é tarde demais para agir, diz a bolsista TED Kristen Marhaver.
Ela chama nossa atenção para o Caribe. Com tempo determinado, temperaturas estáveis e proteção, os corais têm mostrado a capacidade de se recuperar do trauma.
Kristen nos faz lembrar do por quê precisamos continuar trabalhando para proteger os preciosos corais que nos restam.
"Os corais sempre acreditaram no futuro", diz ela, "e nós também".

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3-BRANCO E PRETO

SHALOM HARLOW

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ANTÓNIO CLUNY

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Necrofilia, incêndios 
e falta de decência

A morte em vez da inteligência e a morte como espetáculo têm dominado uma boa parte do discurso mediático sobre incêndios

Quando Millán-Astray, o selvagem e necrófilo general franquista, invetivou Unamuno gritando “abaixo a inteligência, viva a morte!”, não podia decerto imaginar como tal proclamação poderia, mesmo que em circunstâncias diferentes, convocar tantos seguidores.

Quando Juvenal, no ano 100 d.C., ironizou sobre a forma como os então responsáveis políticos de Roma manipulavam a vida cívica, substituindo a discussão séria sobre os problemas reais da cidade por “pão e circo” para o povo, não podia também prever como tal ardil subsistiria até aos dias de hoje.

Nesse tempo, recordemos, o “circo” enaltecia também a morte e fazia dela um espetáculo popular.
Quem hoje vê e lê a nossa comunicação social, os discursos que veicula, os comentários que difunde, as pequenas reportagens das tragédias realizadas no momento e no local, compreenderá como, afinal, tais estratégias de comunicação se enraizaram e continuam a ser úteis.

A morte em vez da inteligência e a morte como espetáculo, para esconder a discussão séria dos problemas que, criminosamente, a causam, têm dominado, de facto, uma boa parte do discurso mediático e político dos nossos dias sobre os incêndios.

Hoje somos, na verdade, confrontados com a mais primária e despudorada estratégia de comunicação: um plano que procura comandar ou descomandar a nossa inteligência e a nossa atitude cívica ante uma tragédia com causas profundas e antigas, e consequências dramáticas.

Que algumas das vítimas se prestem a encenar pequenos sketches perante as câmaras da TV, quase convertendo em paródia aspetos trágicos da sua existência, é, na verdade, lastimável.

Mas é lastimável sobretudo para os profissionais da comunicação que a isso as incentivam e delas se aproveitam, transformando o seu desespero real em pobre arte circense, para gáudio e uso e abuso político de uns tantos.

O despudor imoral de toda esta mistificação deveria provocar a mais gritante indignação de todos quantos têm da intervenção cívica uma visão, não digo elevada, mas decente.

A situação de anomia pública a que chegámos nem sequer permite que essa necessária indignação se expresse.

Muitos – e de todos os quadrantes – a quem verdadeiramente caberia transmiti-la parecem ter-se demitido de o fazer.

Os poucos que o tentam ou são silenciados pelos meios de comunicação ou, pior, são por eles enxovalhados na arena mediática.

Alguns, raros, ainda tentam resistir; outros, vexados, claudicam e deixam, quais “prima donnas” inexperientes, o espaço público àqueles que justamente tentaram denunciar.

As instituições públicas, mais do que criticadas pelo seu desempenho, são mediaticamente achincalhadas, sem dó nem piedade, pelos “cães que ladram pelas vozes dos seus donos”, como dizia o poeta catalão Fèlix Cucurull.

O que releva é desautorizá-las, pois, em algum momento, elas podem, ainda assim, resistir à demagogia e refletir a verdade que incomoda.
Perante o óbvio desmascaramento de falsas situações noticiadas com estrondo, nenhum órgão de comunicação social que delas se fez eco se autocritica e nenhum profissional dos media que delas fez alarde parece sentir qualquer vergonha pelo papel que, nessa artimanha, lhe coube desempenhar.

Preferem, por isso, entrevistar-se uns aos outros, justificando-se mutuamente com uma indulgência que não aplicam àqueles que lhes ordenaram enxovalhar.

Talvez por isso, como em artigo recente do “El País” se dava conta, o jornalismo comece hoje a ser olhado, mais do que como um instrumento necessário da democracia, como um instrumento de dominação, apenas útil à manutenção do statu quo.

IN "i"
08/08/17

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1321.UNIÃO



EUROPEIA



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2-BRANCO E PRETO

KARMEN KASS

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8-A CIÊNCIA  EM FOCO
GRANDES QUESTÕES


NR: Este último episódio da série deveria ter sido editado no passado domingo, as nossas desculpas pelo lapso.
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XXVIII-VISITA GUIADA

Palácio e parque
de Monserrate /1
SINTRA - PORTUGAL


* Viagem extraordinária pelos tesouros da História de Portugal superiormente apresentados por Paula Moura Pinheiro.
Mais uma notável produção da RTP

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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1-BRANCO E PRETO

EVA HERZIGOVA

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Anna Netrebko e Elina Garanca
Flower duet

Léo Delibes - Lakmé

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PEDINTE SEC.XXI

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3-Falência e Recuperação de Empresas



FONTE: Saber Direito

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O CÉU É O LIMITE
VER 100 VEZES É POUCO


enviado por ROGER

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VENEZUELA
 Um cabaz de compras só para alguns



FONTE: EURONEWS

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Salada de lentilhas (Nepal)


De: Chefe Kiko.
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AI FUTEBOL, FUTEBOL














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1335
Senso d'hoje
CARLA DEL PONTE
MAGISTRADA SUIÇA
"Síria deve envergonhar
comunidade internacional"



FONTE: FRANCE 24

Carla Del Ponte, a investigadora suíça que abandonou a comissão, em entrevista à euronews fez questão de “agradecer a Guterres pelas palavras de reconhecimento” e lembrou que “é inaceitável que, após sete anos de conflito e de verdadeiros crimes na Síria, o Conselho de Segurança ainda não tenha tomado nenhuma decisão”.
Carla del Ponte explica que “o processo está a ser bloqueado pela Rússia e esta é uma questão política”. A investigadora defende que “há muitos países envolvidos no conflito por interesse político e isso é expressado nas resoluções do Conselho de Segurança”.
Questionada sobre que diferença entre esta guerra na Síria e outros casos como os da antiga Jugoslávia ou o Ruanda, Carla del Ponte lembra que “nesses dois conflitos, seis meses após a publicação do primeiro relatório, o Conselho de Segurança reagiu e tomou medidas, coisa que não aconteceu na Síria ao final de sete anos”. A suíça considera “um escândalo, uma verdadeira vergonha para a comunidade internacional. A investigadora garante que, mesmo apesar da vasta experiência, nunca viu casos tão crueis como na Síria”.

FONTE: EURONEWS

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PORQUE SOMOS

UMA GRAÇA


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BOM DOMINGO


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