quinta-feira, 15 de junho de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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142-ACIDEZ

FEMININA


  9 Coisas

que VOCÊ NÃO SABE

sobre o SACO

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A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA
  
* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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F O S S O
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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Ferritina, a diferença entre viver
 ou morrer de septicemia

Uma investigação única no Mundo, liderada pelo cientista Miguel Soares, é publicada esta quinta-feira numa das mais prestigiadas revistas científicas, a "Cell", dando conta que a produção de ferritina pode ser a diferença entre morrer ou sobreviver a uma septicemia.

A sépsis é uma resposta descontrolada do corpo, que provoca alterações significativas no funcionamento de órgãos vitais - como o cérebro, o coração, os rins, o fígado ou os pulmões -, e mata 18 milhões de pessoas por ano no Mundo inteiro. Mas muitos outros sobrevivem. Então, qual é o mecanismo protetor que têm estes últimos?
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Esta foi a resposta que a equipa de Miguel Soares procurou numa investigação que conta cinco anos, com a chancela do Instituto Gulbenkian da Ciência e cujo resultado chega esta quinta-feira à revista "Cell", avançando que o segredo está na ferritina, uma proteína absolutamente necessária para que o fígado produza glucose: um açúcar que nos pode proteger de sucumbir à sépsis.

Começar pelo princípio
Quando ficamos infetados, ficamos sem apetite e paramos de comer. Como não conseguimos absorver a glucose através da comida, vamos produzir essa glucose no fígado, o que é, absolutamente, essencial. "Quando surge uma septicemia, primeiro há um aumento dessa produção, porque o cérebro avisa que há perigo, mas depois a mesma diminui", explica Miguel Soares.

O investigador avança que "não há problema no facto de os genes que produzem a glucose ficarem inibidos" desde que "não passe de um certo ponto". "E quem é que controla isto? A ferritina", responde.

"A ferritina vai agarrar no ferro e não vai deixar que este oxide, pois, caso contrário, as células do fígado já não produzem a glucose", pormenoriza.

Resumindo, o controlo do metabolismo do ferro é fundamental para que o fígado produza glucose; e a glucose é essencial para proteger o doente da morte por septicemia.

Miguel Soares salvaguarda que "esta investigação foi feita em ratinhos" mas que "é uma prova muito forte" e congratula-se com o facto de ser publicado na "Cell", uma revista que "rejeita 95% dos artigos que lhe são enviados".

Este estudo foi conduzido pelo Instituto Gulbenkian da Ciência em colaboração com Jena University Hospital, na Alemanha; e com a University Claude Bernard Lyon, em França; tendo sido financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia pelo Programa Harvard Medical School Portugal, pelo Conselho Europeu de Investigação, pela Deutsche Forschungsgemeinschaft, pelo Ministério de Educação e Investigação Federal Alemão, pela Agência Nacional de Investigação Francesa, e pela Medical Research Foundation.

* Inteligência portuguesa e brilhante.

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XLV- O UNIVERSO


1- O TECIDO DO COSMOS

O QUE É O ESPAÇO

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As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"
Polícia Marítima resgatou 
hoje 58 migrantes no mar Egeu

A Polícia Marítima resgatou hoje de madrugada 58 migrantes que se encontravam à deriva num bote de borracha no mar Egeu, enquanto tentavam fazer a travessia entre a costa da Turquia e da Grécia, informou a força de segurança.

Este é o segundo resgate em dois dias que a Polícia Marítima portuguesa efectua na Grécia, num total de 104 pessoas salvas esta semana, refere a polícia em comunicado.
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Do total dos resgatados esta madrugada, oito pessoas eram crianças e 50 adultos, dos quais 17 mulheres e 33 homens, oriundos do Afeganistão (quatro), Iraque (uma), Camarões (três), Kuwait (nove), Costa do Marfim (duas), Eritreia (oito), Nigéria (uma), Serra Leoa (uma), Irão (três) e Congo (26).

A embarcação foi avistada pela Viatura de Vigilância Costeira (VVC) da Polícia Marítima que, após ter chegado ao local onde se encontrava o bote, o rebocou para o porto de Skala Skamineas, na Grécia.

A equipa da Polícia Marítima portuguesa encontra-se em missão na ilha grega de Lesbos até final de Outubro, integrada na missão POSEIDON 2017, no âmbito da Agência Europeia de Fronteiras e Guarda Costeira -- FRONTEX, num exercício destinado ao controlo e vigilância das fronteiras marítimas e combate ao crime transfronteiriço.

* Valentes agentes portugueses.

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IX- Cidades

e soluções

2- Modelos de revitalização urbana
bem sucedidos - BERLIM

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FONTE: GLOBONEWS

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Regling:
 "Espanha, Irlanda, Portugal e Chipre
.entre os campeões de crescimento"
.graças às reformas

O líder do fundo de resgate da Zona Euro atribuiu o bom desempenho económico nacional às reformas implementadas nos tempos da troika. Mecanismo Europeu defende mais prudência orçamental, uma aceleração da limpeza da banca e cautela no salário mínimo. 
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As reformas implementadas no tempo da troika estão a dar resultados em termos de crescimento económico, entende Klaus Regling, o director-geral do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), o fundo de resgate da Zona Euro, para quem os efeitos positivos do ajustamento dos últimos anos não são suficientemente reconhecidos.

A mensagem surge no relatório anual do MEE, publicado a 15 de Junho, e no qual se recomenda que Portugal aprofunde os mecanismos de boa gestão orçamental, acelere a limpeza do balanço dos bancos e acautele os efeitos negativos da subida do salário mínimo sobre a competitividade.

"Muitas vezes não é suficientemente reconhecido que os ajustamentos nas áreas orçamental e de competitividade tiveram um impacto positivo no crescimento e no emprego ao fim de algum tempo, mesmo que tenham sido dolorosos inicialmente", escreve Klaus Regling na abertura do relatório anual da instituição, acrescentando que "é particularmente gratificante ver que todos os antigos países de programa – Espanha, Irlanda, Portugal, e Chipre – estão entre os campeões de crescimento na Europa". Para o líder do fundo de resgate "isto mostra que a abordagem do MEE de providenciar solidariedade aos países da Zona Euro em troca de reformas económicas funciona".

Da análise do MEE à situação económica nacional sobressai a ideia de que o actual bom momento não deve ser dado como garantido. Os bons resultados orçamentais ainda carecem de políticas enraizadas de boa gestão, os bancos estão frágeis e o mercado de trabalho e competitividade continua a ser importantes desafios, avisa-se.

"Esforços para entrincheirar políticas orçamentais prudentes para dessa forma colocar a elevada dívida pública numa trajectória descendente devem ser fortalecidos. O sistema bancário português continua vulnerável devido à baixa rentabilidade e elevado malparado, apesar da recapitalização dos dois maiores bancos representar um desenvolvimento positivo. (…) [E] o aumento do salário mínimo suportou a despesa dos consumidores, mas o aumento dos custos laborais pode colocar em risco os ganhos de competitividade", lê-se nas páginas do relatório dedicadas a Portugal.

Face aos desafios colocado pela elevada dívida e baixo crescimento potencial, o país "deve continuar a adoptar as medidas recomendadas pelo Conselho da UE que visam promover a competitividade. [Assim como] continuar a lidar com o elevado stock de crédito malparado no balanço dos bancos", recomenda o MEE, que é maior credor do país, com um empréstimo de 26 mil milhões de euros.

* Um mar de rosas...os espinhos é que nos picam!
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RITA MACHADO

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Direito de resposta: 
Filha de Dinis Machado responde a 
António Lobo Antunes

Rita Machado sobre a crónica publicada na VISÃO nº 1263, de 18 de maio de 2017, com o título “Subsídios para a biografia de Dinis Machado”

Quando li esta crónica pela primeira vez, fiquei perplexa. Passa a ideia que o meu pai era um homem absurdo, inadequado e incongruente. Efetivamente tinha um lado que não se encaixava no mundo nem nos padrões das organizações sociais, era uma pessoa muito singular. Lembrei-me então do passado e da amizade profunda, que ele e o António tiveram. Na minha adolescência, o que eu via do António em relação ao meu pai, era admiração, orgulho. Frequentava a nossa casa e tinha fortes laços com os meus pais. Dedicou-lhes a “Memória de Elefante”. É verdade que apoiou o meu pai após morte da minha mãe e por isso lhe estou grata. Depois houve uma rutura e o meu pai sofreu com isso.

Mas o estranho aqui é o conteúdo quase esquizofrénico desta crónica. Histórias inacreditáveis, ridicularização de pessoas mortas. O meu pai, que não passava por um indigente na rua sem lhe dar esmola, não recusaria um cigarro a ninguém. A minha bisavó tinha uma casa de prostitutas? Fiquei estupefacta. Pensei: Confunde realidade com ficção. É surreal. Mas, ficção ou realidade, são afirmações sobre a vida privada das pessoas que não se expõem nos media. São desprestigiantes e infames. Logo a palavra subsídios cheira a esmola, migalhas. Que levava toda a gente para casa?

Não, o meu pai não era toda a gente, naquele tempo. Era um amigo muito chegado. Há um misto de afeto condescendente com menosprezo. O António não tem o direito, principalmente com a responsabilidade que o seu estatuto público lhe confere, de dizer o que lhe apetece, ignorando as repercussões, precisamente porque tem um impacto e credibilidade nas massas, acima do normal. Ridicularizar e caluniar a memória do meu pai, com a agravante de ser numa altura em que estava fragilizado.

Ridicularizar o meu tio. Ridicularizar a memória do fadista Alfredo Marceneiro. Caricaturar publicamente pessoas reais e já mortas, sem possibilidade de defesa, como personagens de ficção, porque não é admissível cruzar elementos biográficos, factuais, com a deriva ficcional que nos faz não saber onde estamos. Senti uma arrogância narcisista de olhar os outros de cima. De querer contar a história de um pobre coitado que ajudou em tempos, para gritar ao mundo a sua enorme grandiosidade humana e colocar-se muitos degraus de valor acima dos outros.

 Eu, como filha de um homem generoso, com um coração do tamanho do mundo, um talento genial, uma integridade absoluta e ao mesmo tempo uma simplicidade desarmante, que recusou cargos para subir na vida, recusou entrar nas máquinas dos lobbies das artes e da política, que viveu sempre de escrever e que despertava a maior admiração em quem o conhecia pela singularidade de uma personalidade rara e notável, não posso calar-me perante isto. Mas estes atributos não constam destes “subsídios para a biografia”. O meu pai tinha uma qualidade que eu considero a mais notável no mundo em que vivemos: Nunca se vendeu. E isso, sim, eleva-o acima de muita gente.

IN "VISÃO"
07/06/17"

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1262.UNIÃO



EUROPEIA



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ESTE  MÊS NO
"MOTOR 24"

Seis comportamentos 
que levam um carro à oficina

Muitas avarias poderiam ser evitadas facilmente se o condutor prestasse mais atenção ao seu automóvel. Aqui fica o alerta para algumas avarias frequentes resultantes de negligência ou falta de cuidado. Distrações como atestar diesel num veículo a gasolina (e vice-versa), não fazer as revisões atempadamente e ignorar as luzes do painel de instrumentos são alguns comportamentos que podem resultar em gastos evitáveis.
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Apresentamos alguns dos erros que deverá evitar.

1) Abastecer com o combustível errado
Parece básico. Ainda assim, abastecer o veículo com combustível errado é mais usual do que se pensa. A Turbo, felizmente, apresenta a solução e faz uma estimativa do custo que pode esperar para resolver este problema. Saiba, no entanto, que a despesa pode chegar aos 400 euros se tiver de limpar o depósito, limpar o circuito de combustível, mudar os filtros e abastecer com o combustível certo.

2) Ignorar os erros do painel de instrumentos
Os sinais luminosos do painel de instrumentos estão lá para algum motivo. Se a viatura acender algum sinal, apresse-se a ver do que se trata. As avarias, por vezes, pioram quanto mais quilómetros percorrer e o tempo passar.

3) Adiar as revisões periódicas
Já diz a velha máxima: não deixar para amanhã o que se pode fazer hoje. Estima-se que 55% dos condutores adiam a revisão periódica, muito pelo preço que têm de suportar nas oficinas. Não respeitar os períodos da mudança de óleo e dos filtros juntamente com outros trabalhos, como a substituição da correia de distribuição, pode resultar em prejuízos avultados. Recorde-se de consultar o manual de manutenção do automóvel, mesmo que os automóveis mais modernos já disponham desta informação nos menus.

4) Conduzir de maneira desajustada
Saber quando acelerar e travar, trocar de mudança na hora certa, largar a embraiagem convenientemente. São alguns princípios básicos a que o condutor deve ter em atenção. A vida útil do motor pode sair afetada se não conduzir corretamente. E bem se sabe que nestes casos a fatura costuma ser bem elevada…

5) Perder as chaves
Por norma os automóveis têm duas chaves, a principal e a suplente. Há quem perca a primeira e acabe por não saber onde guardou a segunda (ou mesmo perder também a segunda). Uma cópia nova de uma chave pode custar mais do que 50 euros…

6) Abastecer o depósito “à última”
Chega à reserva e há quem arrisque “porque conhece o autómovel”. Mesmo que não chegue ao ponto de ficar apeado, saiba que a bomba de combustível sofre e esforça-se mais. Acumulam-se também sedimentos e impurezas no fundo do reservatório, que poderão chegar ao motor e danificá-lo – esta ideia é aceite por uns, embora exista quem acredita que a bomba puxará, de qualquer maneira, essas impurezas quando puxa o combustível. No entanto…mais vale prevenir do que remediar, certo?

* Aprender com quem sabe é sinal de inteligência.

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1-Exposição de Super Helicópteros 
 Dallas Texas

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FONTE: NET TUBE


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6-ABANDONADOS
Fundição Alba em Albergaria-a-Velha

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* EXCELENTE TRABALHO DE REPORTAGEM DA "SIC"

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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HOJE NO 
"i"

Quotas de género
Proposta do governo em risco de chumbar

Deputados do CDS serão decisivos. Centristas dizem, porém, que “está nas mãos do PSD manter ou não a disciplina de voto”. Socialistas elogiam “posição agradavelmente surpreendente” de Assunção Cristas


A proposta de lei do governo que impõe quotas de género nas administrações das empresas públicas e cotadas em bolsa está em risco de chumbar. Com o voto contra do PCP, o diploma está dependente da direita, mas é quase certo que o PSD vota contra e, ao contrário do CDS, não dará liberdade de voto aos seus deputados.
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Os centristas, que tradicionalmente são contra as quotas, vão ter liberdade de voto, mas, neste momento, ninguém arrisca fazer contas. “Há sensibilidades diferentes no grupo parlamentar”, diz ao i a deputada Ana Rita Bessa.
A centrista garante, porém, que “dentro do CDS foi feito um caminho grande nesta matéria, porque começámos com pouco mais de um voto favorável e, neste momento, já não é nada esse o cenário. O CDS fez um trabalho de compreensão do problema e de procura de soluções equilibradas”.

O partido liderado por Assunção Cristas, que é adepta desta solução, negociou com o governo um conjunto de alterações à proposta inicial no sentido de suavizar as sanções. Ana Rita Bessa rejeita, no entanto, que o sucesso desta iniciativa dependa do CDS e considera que “está nas mãos do PSD manter ou não a disciplina de voto no sentido de votar contra”.

PSD vota contra
 A direção do PSD garante que não vai dar liberdade de voto. Ao i, a deputada social-democrata Ângela Guerra diz que o partido “não está disponível” para votar favoravelmente a regra que impõe quotas de género nas empresas cotadas em bolsa. “A nossa posição é muito clara. Impor às empresas cotadas em bolsa o cumprimento de metas que as empresas do setor empresarial do Estado não cumprem é, no mínimo, discutível”, diz a deputada do PSD.

O PSD argumenta ainda que, antes de avançar com nova legislação, é preciso avaliar o acordo que foi promovido pelo governo de Passos Coelho, há dois anos, com 13 empresas cotadas no sentido de que 30% dos cargos de administração fossem ocupados por mulheres. “Não existe qualquer avaliação”, garante Ângela Guerra.

PS elogia Cristas
Os socialistas acusam o PSD de ter mudado de posição e elogiam o CDS por ter “uma posição agradavelmente surpreendente”. Elza Pais, deputada do PS e ex-secretária de Estado da Igualdade, garante que está a crescer o número de deputados do CDS favoráveis à proposta e realça “o papel importante que Assunção Cristas tem tido”.

A deputada socialista considera “fundamental” aprovar a nova legislação e garante que não é por falta de qualificações que as mulheres não estão nas administrações das empresas. “As mulheres não estão nas lideranças porque, quando chega a hora de escolher, vingam os estereótipos de género e é preciso rompê--los com leis que digam às empresas que há mulheres qualificadas”, afirma, em declarações ao i, Elza Pais.

A socialista realça ainda que ”passaríamos a estar na linha da frente dos países que, a nível mundial, tiveram a ousadia de avançar com este tipo de imposições para as empresas como a Alemanha, França ou os países nórdicos”.

Novas regras em 2018
A proposta do governo, que será votada em plenário na próxima semana, prevê que as administrações das empresas públicas passem a ser obrigadas a ter uma quota de género de 33,3% a partir de 2018. Para as empresas cotadas em bolsa, a quota é de 20% a partir de 2018 e de 33,3% a partir de 2020.

“As mulheres não estão nas lideranças porque, quando chega a hora de escolher, vingam os estereótipos de género e é preciso rompê-los com leis que digam às empresas que há mulheres qualificadas” Elza Pais deputada do PS e ex-secretária de estado da igualdade “O CDS fez um trabalho de compreensão do problema e de procura de soluções equilibradas” Ana Rita Bessa deputada do cds “Impor às empresas cotadas em bolsa o cumprimento de metas que as empresas do setor empresarial do Estado não cumprem é, no mínimo, discutível” .
Ângela Guerra deputada do PSD “Portugal assumiu o compromisso de se associar a um conjunto de Estados – países como a Alemanha, França ou Itália – que, nos últimos anos, adotaram instrumentos legislativos desta natureza”.
 Eduardo Cabrita ministro-adjunto, no início do ano, quando a proposta foi aprovada em conselho de ministros“As mulheres não estão nas lideranças porque, quando chega a hora de escolher, vingam os estereótipos de género e é preciso rompê-los com leis que digam às empresas que há mulheres qualificadas”.
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* O PSD vota contra porque só tem de se evidenciar pela negativa, o PCP vota contra porque nos países comunistas as mulheres sempre foram e são consideradas um sub-produto dos homens.

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Joana Amendoeira

Marcha do centenário

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HOJE NO 
"A BOLA"

APAF pede celeridade na investigação
 de denúncias de corrupção

A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) pretende rápida e esclarecedora investigação face às recentes denúncias de corrupção em torno do Benfica.
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«A APAF apenas quer a verdade, tal como a Federação Portuguesa de Futebol, que no dia seguinte ao conhecimento das suspeitas abriu processo de inquérito, estando o mesmo a decorrer. O que nós pedimos é que os passos seguintes, quer na Comissão de Instrutores, no Ministério Publico ou nos tribunais, sejam céleres», disse Luciano Gonçalves, presidente da APAF, em declarações citadas pela Antena 1.

O Conselho de Disciplina da Federação foi, de resto, célere na abertura de um inquérito a alegados casos de corrupção, conforme anunciou no passado dia 8, «tendo por base declarações e notícias relacionadas com denúncia de eventuais atos de corrupção». O processo encontra-se, por isso, na Comissão de Instrutores da Liga.

* O FCP já não ganha há quatro anos,  para o verão arranjou este folclore que os jornais desportivos agradecem, vendem mais.

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HOJE  NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"

Campanha contra homens sentados de pernas abertas nos transportes públicos

A câmara municipal de Madrid decidiu lançar uma campanha contra as atitudes menos próprias de homens que se sentam nos transportes públicos de pernas abertas e ocupam um espaço maior do que deviam.
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Os autocarros de Madrid vão colocar novos autocolantes contra o “manspreading”, uma palavra inglesa que exprime o costume de alguns homens de se sentarem com as pernas abertas.

“Respeita o espaço dos outros” é a recomendação que vai passar a aparecer nos transportes públicos do município, ao lado de um novo autocolante, segundo indicou a autarquia em comunicado.

A câmara municipal responde desta forma a uma petição das associações Mulheres em Luta e Mães Estressadas, que pediram a colocação de sinais informativos para evitar estas atitudes masculinas.

Na carta que enviaram à autarquia, depois de terem recolhido 500 assinaturas pela sua iniciativa, estas associações explicam que deve ser acrescentado mais um autocolante nos meios de transporte ao lado de outros que já informam da existência de espaços reservados às mulheres grávidas, a pessoas com carros de bebé, de idade ou com mobilidade reduzida.

A capital espanhola vai assim seguir os passos dos transportes públicos de outras cidades que já tomaram medidas contra este tipo de comportamento masculino.

O novo autocolante apresentado vai ter uma ilustração com um homem sentado de pernas abertas a ocupar quase dois lugares e um “X” a indicar que se trata de um comportamento inaceitável.

* Alarvidade masculina

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CRIANÇA VÊ
CRIANÇA FAZ
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FONTE: Fabio Arruda

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HOJE  NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

Três idosos são agredidos por dia
 Número de vítimas de violência 
aumentou 30% em quatro anos.

São três os idosos que procuram ajuda por dia, 24 por semana. Um total de 8578 desde 2013. A maioria das vítimas são mulheres. Destas, 4,3% sofrem caladas há mais de 40 anos. A violência exercida com mais frequência é a psicológica, em que a vítima é diminuída, sente que já não tem qualquer capacidade, principalmente poder de decisão, ‘que não presta’, ‘que não tem valor’, sente-se inútil. 
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Esta é a realidade relatada pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) que hoje – Dia Internacional da Sensibilização sobre a Prevenção da Violência Contra as Pessoas Idosas - alerta para a forma como tratamos os mais velhos. A associação registou um aumento de 30% de crimes contra idosos, nos últimos quatro anos – a APAV considera idosas as pessoas com mais de 65 anos. Os agressores são, sobretudo, os filhos (39,6%), os netos (36%) e os cônjuges (26,5%). 

Em 4,4% dos casos são maltratados pelos vizinhos. Segundo Maria Oliveira, assessora técnica da APAV, muitas das vítimas não falam e não procuram ajuda por medo, vergonha ou falta de informação. Adianta que o papel dos profissionais de saúde, dos familiares e dos vizinhos pode ser muito importante na denúncia de situações de violência. 

Como uma das medidas para combater a violência sugere uma estratégia nacional em que exista maior articulação entre várias entidades – como o Ministério Público, lares, centros de saúde, Segurança Social e organizações que apoiam as vítimas. 

* Eis um retrato realista do bondoso e pacífico povo português.

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ONTEM  NO
"OBSERVADOR"

Comandos.
 A história do recruta 
que fugiu do curso fatal

Viu dois colegas morrer sob o calor de Alcochete. Ficou com o corpo em “carne viva”. Não aguentou e desertou do quartel. Chegou a Faro. Acabou “como um preso”, isolado numa caserna da Carregueira.

A noite tinha caído sobre a Carregueira e ajudava à camuflagem. Tiago, aspirante a comando do 127º curso, sabia exatamente como podia fugir do quartel. Eram 22h00 de uma terça-feira, 6 de setembro de 2016. Como tinha feito a sua recruta para a tropa regular no Regimento de Comandos, conhecia as fragilidades do aquartelamento. 
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Saiu da caserna em direção ao portão por onde entravam e saíam as viaturas. Sabia que, poucos metros ao lado, a rede tinha um buraco; foi por lá que saiu, incógnito, sem documentos, sem telemóvel – sem olhar para trás.

Percorreu a pé menos de três quilómetros até à estação de comboios do Cacém. Apanhou um comboio para Sete Rios e, por volta da uma da manhã, entrou num autocarro em direção a Faro. Às cinco da manhã, quando chegou a casa, os pais já tinham recebido uma chamada do comandante da companhia. “O capitão disse ao meu pai que estava surpreendido, não percebia porque é que eu tinha feito aquilo, que eu era um bom militar, um dos melhores do curso”. Mas também avisou: se, até às 18h00 do mesmo dia, o recruta não estivesse na porta de armas do regimento de Comandos, ele seria considerado um desertor. E nesse caso as consequências poderia ser sérias.

Dois dias antes da fuga tinha acontecido tudo aquilo que levou o recruta a cometer a loucura de desertar do Regimento de Comandos. Ao final da manhã daquele trágico 4 de setembro, o termómetro já se aproximava dos 40º no Campo de Tiro de Alcochete, as G3 pareciam fogo nas mãos dos recrutas do 127º curso de Comandos, o pó não tinha tempo para assentar: levanta, deita, rebola, corre, rasteja, volta ao início. Gritos, empurrões, muitas bofetadas. Antes do meio-dia, os primeiros homens começaram a cair, quebrados pela intensidade dos exercícios, esgotados pela sede que lhes secava a boca e lhes paralisava os movimentos. “Já não eram pessoas, era múmias que ali estavam”, conta Tiago ao Observador (nome fictício a pedido do próprio). Na Carregueira, um dia depois, o comandante da companhia haveria de lhes dizer que Hugo Abreu tinha morrido. O recruta, que já não tinha dúvidas, foi então que decidiu: ia desistir ou fugir, escapar à morte. Acabou “como um preso” no quartel dos Comandos, diria mais tarde aos inspetores da Polícia Judiciária Militar no depoimento que prestou no âmbito do processo judicial à morte de dois soldados.


Tiago sonhava fazer parte daquele tropa especial do Exército. “Era o que mais gostava”, confessa ao Observador. Integrou o estágio do curso 125 – umas corridas, algum exercício de tiro, umas noções de topografia. “Nada de especial, era como uma recruta um bocadinho mais exigente”. Mas uma doença inesperada atirou-o para o bloco operatório e para longe do sonho de um dia ter a boina vermelha. Recuperou e, um ano mais tarde, voltou a inscrever-se nos Comandos.
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Eram 21h30 do dia 3 de setembro de 2016. O grupo acordou em sobressalto com o rebentamento de granadas e os tiros secos dentro da caserna. “Toca a acordar, já começou o curso de Comandos”, gritavam os instrutores. Em poucos minutos estavam alinhados na traseira de um camião que seguia da serra da Carregueira para o Campo de Tiro de Alcochete. Quando chegou à margem sul do Tejo, Tiago já tinha perdido a noção do tempo: os relógios tinham sido retirados aos recrutas. Fizeram uma pequena marcha e receberam ordem para montar os bivaques. Deitaram-se.

O primeiro choque da recruta
Não sabe ao certo quanto tempo passou mas, ainda antes de o sol nascer, o som de gritos voltou a arrancá-lo do sono. Os instruendos empurraram uma bolachas com algumas tampas de água do cantil, sob as ordens dos instrutores, e seguiram para o exercício de tiro. “Ai, ai, ai, é tão bom o tirinho de combate”, cantava o grupo em uníssono. Estavam nas primeiras horas da manhã, mas as fardas cinzentas já não se separavam dos corpos.

O instrutor mandou-nos formar um “U” e quem não fizesse o exercício como eles queriam levava umas estaladas e uns empurrões”, conta Tiago. Nova ordem para formar uma meia lua no descampado. Mais chapadas, mais empurrões – “aconteceu com um camarada, aconteceu com outro, aconteceu com várias pessoas”, conta o antigo instruendo. A cena repetiu-se até os superiores estarem satisfeitos com o alinhamento. O comportamento para com o outro grupo, o de instruendos que eram graduados, terá sido o mais violento.

O grupo de Tiago recebeu ordem para tirar a cintura de combate. A arma ficou no chão e os homens começaram a correr atrás do instrutor durante um período que o jovem militar acredita não ter sido inferior a uma hora. Ordem para deitar, rosto colado à terra quente (o chão em Alcochete andaria pelos 35º, segundo dados do Instituto Português do Mar e da Atmosfera que constam do processo). O instrutor afastou-se cerca de 40 metros e mandou os militares rastejar até si. Quando o grupo já estava próximo – a boca seca, o nariz entupido com o pó que envolve os corpos que se arrastam no Campo de Tiro de Alcochete –, o instrutor voltou a afastar-se e deu ordem para que rebolassem mais umas dezenas de metros. Ordem para subir o monte em sprint de combate; ordem para descer a rebolar. “Os cinco primeiros a chegar vão fazer tiro”. Os outros continuam naquela rotina: monte acima, monte abaixo.

O corpo em “carne viva” depois do exercício
Vão de exercício em exercício sem tempos de descanso, sem intervalos para se hidratarem. “Nesse momento, já estávamos todos tontos e mortos de cansaço”, recorda o instruendo ao Observador. A ideia de que não aguentava mais começava a repetir-se com insistência na sua mente.

Foram até à zona do bivaque, beberam algumas tampas do cantil e seguiram para o “carrossel” – um dos mais duros exercícios a que são sujeitos nos quatro dias de duração da Prova Zero com que se inicia o curso de Comandos e durante a qual a maior parte dos militares acaba por desistir. A ideia é levar o corpo ao limite, provocar o “choque”.


De mochila às costas, armas na mão, os instruendos são levados a formar um círculo num terreno aberto, com vários metros de distância entre si. Pousam as mochilas (a “máscara”) e deitam-se na terra, “escondidos” atrás do equipamento. Ao sinal do instrutor, levantam-se num movimento único e correm o mais rápido possível até à posição seguinte, como se estivessem em pleno combate e fossem obrigados a escapar ao fogo inimigo. Estiveram três horas naquilo.
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“Aí, houve muito pessoal que desmaiou, muita gente já tinha os braços em carne viva, cheios de feridas nos cotovelos e no tronco”, recorda Tiago. Quem quebrava era levado para a ambulância, estava “cinco minutos” a recuperar e era reintegrado no “carrossel” para continuar os exercícios. “Achei normal que os meus camaradas caíssem, pela falta de água; o que não achei normal foi que os instrutores se estivessem a cagar de alto para eles”, diz ao Observador. Perante os instruendos caídos, os instrutores gritavam: “Isso não é nada, está a levantar”.

“Foi aí que vi que não valia a pena. Disse que me queria ir embora”, admite. Falou com sargento que acompanhava o grupo (o segundo de quatro grupos, entre os quais o de graduados, de que fazia parte Hugo Abreu). “O sargento Inácio pegou no ora depoente e no instruendo Fortes e disse que viessem atrás dele. Chegou a um monte silvas e ordenou que se deitassem ali, nas silvas, e ficassem a aguardar que acabasse o carrossel”, pode ler-se no processo que decorre no Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa (DIAP). Tiago “foi empurrado para cima de um camarada que estava todo torcido com a cabeça de lado”, segundo a descrição que consta no processo.

Eu disse claramente aos instrutores que, se não me deixassem sair, eu ia embora, eu avisei-os”, garante o instruendo. “Eles acharam que eu ia prejudicar o meu corpo só porque eles queriam, mas não”.


Entretanto, os exercícios continuavam. “Vi que a conversa com o sargento não resultou e fui falar com um alferes”, diz Tiago. Era obrigatório percorrer a cadeia hierárquica. Mas a segunda conversa também não teve o resultado esperado: “Disse-me que a minha situação estava a ser resolvida e para voltar para a instrução”. A mesma instrução de que queria desistir ministrada por instrutores que já tinham essa informação.

Às 16h, a situação em Alcochete atingia o ponto crítico. Mais de duas dezenas de militares eram encaminhados para a enfermaria, um forno forrado a lona onde a temperatura era superior àquela que o grupo sentia durante os exercícios. Hugo Abreu já não falava, limitava-se a emitir alguns gemidos; Dylan da Silva também já estava em estado muito grave.

A fuga do “desertor” rumo ao Algarve
A “catástrofe” desenrolava-se na tenda de campanha. Mas os exercícios, garante Tiago, nunca foram interrompidos. “Foi mais soft, fizemos algumas marchas mais pequenas, mandaram-nos limpar as armas no bivaque”. Por volta das 20h00, Hugo Abreu entra em paragem cardiorespiratória. Foram realizadas manobras de reanimação, foi chamado o INEM e, quase duas horas mais tarde, foi declarado o óbito. Dylan Silva acabou por ser transferido para o Hospital Curry Cabral.

O grupo que ainda se mantinha de pé regressou à serra da Carregueira, em Sintra. Foi lá que, horas depois, recebeu a notícia de que o madeirense Hugo Abreu tinha morrido na enfermaria do Campo de Tiro de Alcochete. “A maioria do pessoal começou a chorar, como eu, pouco conhecíamos o Abreu, mas ele era nosso camarada”. Na manhã de segunda-feira, foram encaminhados para a carreira de tiro e o cenário do dia anterior começou a repetir-se – militares a cair por terra, sem forças para continuar, alguns sem conseguir articular um discurso coerente. Quase uma dezena acabou por precisar de receber assistência médica.

“Eu disse claramente aos instrutores que, se não me deixassem sair, eu ia embora, eu avisei-os”, garante o instruendo. “Eles acharam que eu ia prejudicar o meu corpo só porque eles queriam, mas não”.

Tiago viu como Hugo Abreu passou as últimas horas de morrer. Queria ser Comando, era o que mais desejava. Mas não estava disposto a pagar o seu sonho com a morte. “Foi isso que me deu ainda mais vontade de ir embora”.

Então esperou pela noite. Atravessou o quartel. Dirigiu-se para a porta das viaturas. Sabia do buraco na rede e esgueirou-se a caminho de Faro. Era uma fuga. Podia ter-se tornado numa deserção.

Na verdade, o Código de Justiça Militar refere que a situação de deserção só tem efeito caso o militar “se mantenha na situação de ausência ilegítima por 10 dias consecutivos”. Um crime que é punido com “pena de prisão de um a quatro anos”, se for cometido durante mais de 20 dias; caso contrário, a pena reduz-se para o mínimo de um mês e um máximo de três anos” de prisão, em tempo de paz.

Quando falou com os pais, em casa, Tiago não demorou a decidir-se pelo regresso. Entrou no carro, com o pai ao volante, e fez os quase 300 quilómetros de volta a Sintra. “Perante os meus pais, o capitão agiu como se fosse uma pessoa espetacular”. O instruendo voltou a entrar no quartel poucas horas depois de escapar, mas estava decidido a assinar o papel da desistência. “Eu não tinha vontade nenhuma de voltar ali, já sabia que o meu camarada tinha morrido, não tinha vontade nenhuma de continuar”, diz ao Observador.

“Preso” no quartel
O capitão Monteiro assegurou aos pais do jovem que “ia tratar do assunto da desistência do curso”, que ficassem descansados, reproduziria Tiago algumas semanas mais tarde, quando foi ouvido em Loulé por dois inspetores da Polícia Judiciária Militar. “Quando os meus pais foram embora, o capitão mudou de comportamento, chamou-me nomes, disse-me que eu era um merdas, que não valia nada e que, por minha causa, os meus camaradas estiveram sem dormir, o que era mentira”, recorda ao Observador. A segunda parte do pesadelo estava a começar.




“Foi colocado na caserna sete sozinho, não podia falar com ninguém”, lê-se no processo do DIAP. À hora das refeições, era “levado como se fosse um preso”, sempre guardado por um graduado. “No refeitório, era colocado num canto sozinho e virado para a parede”. Esteve assim até ao final da semana.

Fiquei como se tivesse matado alguém”, desabafa ao Observador.
Na sexta-feira, foram reunidos na caserna todos os militares que tinham manifestado vontade de desistir do 127º curso. Mas nada mudou. “Enquanto os outros podiam sair da caserna, eu não podia sair, mandavam-me voltar para trás”. Quando perguntava se podia desempenhar algumas tarefas, como fazia os restantes camaradas, ouvia a mesma resposta: “Tu, não”.

Só na quinta-feira seguinte, mais de uma semana depois de ter voltado a Sintra, recebeu a guia de marcha para regressar ao seu quartel de origem, em Queluz. “Assinei o papel e saí”. E ainda pondera regressar? “Se aquilo mudasse e tivesse outras condições, talvez voltasse”. E acredita que pode mudar? “Não, aquilo não muda”. Um mês depois acabou o seu contrato com o Exército. E então desistiu da vida militar.

* A instituição militar, seja qual for o ramo, é assim. Só quando houver uma pessoa de invulgar humanidade no comando é que haverá mudanças, a banalidade humana tem sido a predominância nas chefias.

** Mais um extraordinário trabalho de investigação de jornalistas do "OBSERVADOR"

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