quarta-feira, 26 de abril de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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VI-O MAPA DA CONDIÇÃO HUMANA

 1- A TAXA DE NATALIDADE


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LAUREL DEWITT

PRIMAVERA VERÃO
NEW YORK FASHION
2017




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I-MESTRES DE COMBATE
1-HAPKIDO
 COREIA DO SUL


* Não somos fãs destas modalidades desportivas, temos até   dúvidas se o "modismo" destas prácticas não potencia os conflitos de minorias formatadas em grupos de luta. Os vídeos desta série têm espectáculo e aventura, priviligeámos isso.
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CAPICUA

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Cinema

Chegou Paula Rego – Histórias e Segredos do filho Nick Willing, para ficarmos todos siderados. Um documentário, que conta a história da pintora, através das suas confissões mais íntimas e dos testemunhos das pessoas mais próximas

Depois de tantos anos sem cinema na baixa do Porto, é muito bom ver o Trindade e o Passos Manuel, de salas abertas e cheias de público. E, sobretudo, é muito bom ver filmes marcantes, semana após semana, como nas últimas.

Primeiro chegou São Jorge de Marco Martins e Nuno Lopes, para registar os anos da Troika e fazer aquilo que poucas vezes o cinema faz por cá – contar a História. Não que contar histórias seja menos importante, mas faz falta contar a história-com-hagá-grande, para que a memória fique bem viva e honremos a vida real.

São Jorge é um filme brutal (em todos os sentidos), que conta a vida de um pugilista, desesperado pela pobreza, que se vê obrigado a trabalhar numa empresa de cobranças difíceis, para poder sustentar o filho. Uma descida às profundezas da austeridade em Portugal, para mostrar as marcas da aflição, causada pelas falências, pelos despedimentos, pelo crédito malparado, mas sobretudo pela falta de esperança.

Também é um importante retrato da vida nos bairros sociais e nos bairros clandestinos que restaram às minorias. Para lembrar que vivemos em cidades segregadas, num país com graves problemas de acesso à habitação e de grande pobreza, com um salário mínimo baixíssimo, com o qual se é pobre mesmo tendo trabalho. São Jorge é obrigatório, para cristalizar em filme o desespero da última década, como um monumento erigido aos pobres que ficaram mais pobres, enquanto os ricos ficavam mais ricos e se tentava a todo o custo delapidar o Estado Social.

Depois estreou Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, com Sónia Braga no auge da sua beleza cinematográfica. Filmado com um thriller, há uma tensão permanente que vai cercando a personagem. Uma jornalista reformada, que vive sozinha num apartamento em frente ao mar e que, viúva, mãe de filhos já criados e sobrevivente de um cancro, se vê pressionada a vender a sua casa, por uma empresa do ramo imobiliário que quer demolir o prédio para construir um arranha-céus. É o último edifício da marginal que sobreviveu à fúria da construção em altura.

Clara torna-se o símbolo da resistência. Fazendo questão de ficar na casa onde se sente em casa, onde viveu o seu casamento, onde criou os seus filhos, onde guarda as suas memórias e mantém as suas rotinas. Uma mulher madura, orgulhosa das suas cicatrizes, de uma altivez a toda a prova e de um feminismo fundador que a torna inabalável. Uma mulher que recusa a solidão, a vitimização e a intimidação, definindo-se por uma grande solidez e independência. Uma heroína, com a majestade de Nefertiti, no corpo da insígnia maior do cinema brasileiro e da beleza mestiça da mulher sul-
-americana.

Por último, chegou Paula Rego – Histórias e Segredos do filho Nick Willing, para ficarmos todos siderados. Um documentário, que conta a história da pintora, através das suas confissões mais íntimas e dos testemunhos das pessoas mais próximas. A relação terna com o pai, o casamento com Victor Willing (seu grande amor), a forma distante como criou os filhos e as suas profundas depressões são os temas centrais do filme. Mas o seu trabalho é o elemento fundamental.

O trabalho é o exorcismo para todos os demónios interiores. Um espaço de liberdade, de digestão, de desabafo, onde espalha as vísceras desbragadamente, assumindo a loucura, a dor e a vergonha.
(Porque sem vergonha, não seria um ato de coragem). É a sua rebeldia contra os condicionamentos culturais, numa sociedade machista e conservadora, e contra o seu temperamento contido e até submisso. É o seu interface com o mundo, a sua forma de intervir politicamente, a sua oportunidade de mudar o passado. E, além disso, o âmbito da sua relação com Victor. Um mundo dela, que só ele compreendia e sabia descrever. “O trabalho é o mais importante da vida” disse Paula Rego ao seu filho Nick, com um sorriso de criança-sábia-de-oitenta-anos. “Ainda bem que te disse isso!”. 
E ainda bem que assim tem sido (por todos nós).

IN "VISÃO"
20/04/17

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1212.UNIÃO



EUROPEIA



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1-O SILÊNCIO


DAS INOCENTES



O documentário Silêncio das Inocentes foi lançado em 2010. Com direção de Ique Gazzola e roteiro de Rodrigo Azevedo, retrata a realidade social da violência doméstica no Brasil. O projeto nasceu do interesse da atriz e produtora Naura Schneider – que já havia levado às telas o tema em “Dias e Noites” (2008), de Beto Souza. O tema do filme, uma mulher que é agredida pelo companheiro, a aproximou de Maria da Penha Fernandes, vítima de um tiro disparado pelo marido enquanto ela dormia. À polícia, o agressor, que é professor universitário, contou que o tiro fora dado por um ladrão. Maria da Penha voltou para casa, paraplégica, foi mantida em cárcere privado e escapou de uma segunda tentativa de assassinato. Em 2002, apenas seis meses antes de a tentativa de homicídio prescrever, conseguiu que o agressor pagasse pelo crime. O ponto alto do documentário é esse relato.

Ficha técnica do documentário:

Silêncio das inocentes – 2010. Produção: Voglia Produções. Direção: Ique Gazzola. Roteiro: Rodrigo Azevedo. Através de depoimentos de vítimas, autoridades e especialistas, retrata a triste realidade social da violência doméstica no Brasil.

 FONTE: Rael Furtado
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Operar um cavalo, uma tarefa complexa



FONTE: EURONEWS

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Kika
Canta Foo Fighters

The Pretender


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ANTONOV
O CETÁCEO DO AR



FONTE: Net Tube

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“Não corra o risco de 
ver a morte de frente”



“Não corra o risco de ver a morte de frente”: a campanha que está a chocar os parisienses.
Campanha de segurança rodoviária utiliza um simulador para assustar os peões distraídos. Não atravessar a estrada se o sinal estiver vermelho é o tema principal deste vídeo. 

FONTE: "O JORNAL ECONÓMICO"

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7 DIAS DE LIXO



























* Gregg Segal manifestando-se através da fotografia contra os consumidores loucos e desenfreados que somos.

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Senso d'hoje
DANIEL OLIVEIRA
COMENTADOR POLÍTICO
 "VACINAÇÃO/1"



*Afirmações que o analista político e escritor Daniel Oliveira proferiu no debate "EIXO DO MAL" de 22/04/17, SIC NOTÍCIAS. Todo o programa está disponível no youtube.

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PRA MIM? OBAA!


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BOM DIA


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