08/12/2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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IX~MEGA FÁBRICAS

4- MONTANHAS RUSSAS

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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IX~MEGA FÁBRICAS

3- MONTANHAS RUSSAS


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Meninos de Aldeia SOS 
insultados e agredidos

Vítimas eram empurradas e levavam murros e bofetadas. Jovem foi cuspido na cara.

Os maus-tratos ocorreram durante seis anos na Aldeia SOS de Gulpilhares, concelho de Vila Nova de Gaia. Pelo menos 10 menores - os mais novos tinham nove anos - e um jovem, de 19 anos, foram insultados, humilhados e agredidos por quatro funcionárias e ainda por Rui Dantas, diretor da instituição, que tinha o apoio da Segurança Social e acolhia crianças em risco. Estes cinco arguidos e ainda a própria associação Aldeias SOS estão agora acusados de um total de 34 crimes de maus-tratos.
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PREFERÍVEL SER ORFÃO
A acusação revela que os crimes ocorreram entre 2009 e 2015, sendo que duas das arguidas eram "mães sociais" e, portanto, cuidavam das casas onde os menores se encontravam. Duas das crianças eram de etnia cigana e eram constantemente desprezadas. Uma das arguidas recusava dar-lhes roupa, agredia-as com uma colher de pau e desferia-lhes várias bofetadas. "Ciganos, filhos da p..., sujos, andamos a pagar para vocês estarem aqui. Vieram de bairros sociais onde não se faz nada", disse uma das arguidas .

 O jovem de 19 anos foi cuspido na cara por uma das funcionárias e um outro menor constantemente apelidado de "gay" e "maricas". Uma das acusadas disse também a um dos rapazes que a mãe o tinha abandonado porque aquele era "porco". O Ministério Público já pediu indemnizações de mais de 115 mil euros para as vítimas. A associação mudou de diretor e voltou a ser considerada "idónea" pela Segurança Social. Os suspeitos estão em liberdade. 

* Ora aqui está um belo exemplo do que também pode ser a solidariedade social, ainda dizem que os portugueses são bonzinhos....

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IX-MISTÉRIOS
EXTRATERRESTRES
4- Não Estamos Sós




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"
Três pontos essenciais do acordo para
 o BREXIT. 
Residência, uma fronteira aberta 
e fatura pesada

O acordo firmado entre a Comissão Europeia e o Reino Unido garante o direito de residência para quem já o tem, não fecha a fronteira entre Irlanda e Irlanda do Norte, mas implica fatura por pagar.

Cerca de um ano e meio depois de os britânicos terem decidido, em referendo, que queriam sair da União Europeia (UE), e após um processo marcado por avanços e recuos por parte de Londres e Bruxelas, as duas partes chegaram a um acordo inicial para começar as negociações do Brexit.
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A Comissão Europeia diz que este é um “acordo equilibrado” e a primeira-ministra britânica, Theresa May, assinalou que é “justo para o contribuinte britânico” e que garante a “integridade constitucional e económica do Reino Unido”. Mas o que diz ao certo este acordo?

Ao todo, são 15 páginas, divididas por três pontos pontos: direitos dos cidadãos; Irlanda e Irlanda do Norte; acordo financeiro. Conheça o que cada uma delas garante — e aquilo que ainda está em aberto.

Igualdade de tratamento para cidadãos da UE no Reino Unido e britânicos na Europa a 27 
Um dos principais pontos deste acordo tem a ver com as pessoas que “exercerem o seu direito de livre circulação” até à data de saída do Reino Unido da comunidade europei, prevista para 29 de março de 2019.

Segundo o documento, os cidadãos da UE a 27 (ou seja, todos os países menos o Reino Unido) que tenham visto de residência permanente em solo britânico não deverão perder esse direito.

De igual forma, os britânicos que têm residência permanente num dos restantes 27 países da UE vão continuar a poder viver nesses países. Porém, o acordo não esclarece se essa permissão abrange todos os países comunitários em simultâneo — ou seja, a título de exemplo, não é claro se um britânico que tenha residência em Portugal possa ter, de forma automática, autorização para viver em Espanha, França, ou qualquer outro país da UE a 27.

Além do visto de residência, o acordo estipula também que os cidadãos deslocados de cada lado continuem a ter acesso aos serviços da segurança social, dos sistemas de saúde, direitos ao emprego e também acesso à educação.

Está também previsto que os filhos e os cônjuges de qualquer cidadão comunitário que tenha residência no Reino Unido ou qualquer britânico que viva na UE a 27 possam obter um visto de residência permanente depois do Brexit entrar em vigor.

Uma fronteira aberta entre as duas Irlandas
Depois de alguma especulação, as duas partes chegaram a acordo para garantir que não haverá uma fronteira física entre a Irlanda (membro da UE) e a Irlanda do Norte (parte do Reino Unido e, por isso, abrangida pelo Brexit).

A Comissão Europeia e o Reino Unido concordaram em não pôr em causa o Acordo de Belfast de 1998 e em continuar a cooperação sul-norte que este consagrou. Dessa forma, o documento divulgado esta sexta-feira prevê a continuação de um regime de livre circulação de bens entre a Irlanda e a Irlanda do Norte, mesmo que o Reino Unido venha a sair do mercado único europeu.

Além disso, as pessoas que nascerem na Irlanda do Norte vão poder continuar a escolher se querem ter nacionalidade britânica ou irlandesa. Além disso, os norte-irlandeses que vivam na Irlanda vão continuar a ter direito de residência, e vice-versa.

Reino Unido contribui para orçamento europeu até ao fim e paga mais para sair 
Depois, há o dinheiro. Segundo o acordado entre as equipas de negociação dos dois lados, o Reino Unido vai continuar contribuir para o orçamento anual da UE — e a beneficiar dele, através da aplicação de programas europeus — até ao final de 2020.

Assim sendo, mesmo que o Brexit seja consumado, o Reino Unido vai contribuir para os cofres da UE para lá da data prevista para a saída oficial (29 de março de 2019) e até ao último dia da fase de transição (31 de dezembro de 2020).

Além disso, o Reino Unido terá de pagar à UE um valor acordado entre as duas partes que, segundo o The Guardian, pode ser fixado entre os 40 e os 45 mil milhões de euros. O valor, tal como a modalidade de pagamento, será acordada apenas na segunda fase das negociações, que só poderá avançar caso os 27 países da UE aprovem o acordo desta sexta-feira.

* Mas vai haver fronteira entre a república da Irlanda e o Reino Unido?

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IV-ARMAS E TÁCTICAS
2 -Armadilhas



FONTE: Universo do Documentário

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores. 
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HOJE  NO
"RECORD"
Quem é melhor, Zidane ou Ronaldo? 
Quiseram 'entalar' o francês
 e a resposta foi hilariante

O quinta troféu da Bola de Ouro conquistado por Cristiano Ronaldo foi tema de destaque na conferência de imprensa de Zinedine Zidane.
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 O treinador do Real Madrid, também ele com uma carreira de futebolista recheada de títulos coletivos e individuais, foi colocado perante um dilema por um jornalista, na esperança de obter um algo de novo sobre um assunto mais do que 'batido': quem é que é melhor, Zidane ou Cristiano Ronaldo? A resposta do técnico francês fez os presentes na sala de imprensa rir à gargalhada...

* Foi um jogador inteligente, é um treinador inteligente.

LUCY P. MARCUS

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O ópio dos patrões

Líderes como Trump, que valorizam a protecção dos interesses das empresas acima de quase todo o resto, podem encorajar as empresas a acreditar que não têm nada com que se preocupar. Mas têm.

A ética empresarial está novamente a fazer as manchetes. Desta vez, o foco está no quão rápido a crise dos opiáceos está a escalar e a destruir vidas pelos Estados Unidos. Apesar de haver muitos culpados, a maior percentagem de culpa recai directamente sobre os ombros das Grandes Farmacêuticas.

O cinismo com que as empresas farmacêuticas encorajaram o uso de medicamentos opióides é chocante. Tendo fornecido pouca análise e supervisão, as empresas distribuem opiáceos amplamente, em conjunto com desinformação sobre o quão viciantes estes são realmente. Depois, seduzem os médicos com incitamentos e prémios – incluindo viagens, brinquedos, chapéus de pesca e, num caso, um cd de música chamado "Get in the Swing with OxyContin" (um dos opiáceos mais populares) – para os prescreverem.

Em 2007, vários executivos da empresa principal da Purdue Pharma, que comercializa o OxyContin, confessaram ser culpados de terem enganado médicos, reguladores e pacientes relativamente ao risco de adição associado a este medicamento. A empresa teve de pagar 600 milhões de dólares em multas e sanções.

Ainda assim, as Grandes Farmacêuticas estavam irredutíveis. Na década que passou desde então, a distribuição de medicamentos opióides expandeu-se de forma substancial, levando a um rápido crescimento da taxa de adição e de mortes. Vários procuradores gerais estão agora a processar grandes farmacêuticas – incluindo Purdue Pharma, Johnson & Johnson, Endo Health Solutions, Inc., e as suas subsidiárias – por marketing e distribuição dos seus produtos de forma "nefasta e enganadora".

Claro que as Grandes Farmacêuticas estão a pisar um caminho que já está gasto. As empresas de energia há muito que são conhecidas por fazerem declarações falsas intencionais sobre as mudanças climáticas. E as empresas mineiras e as empresas produtoras, seja de vestuário ou de tecnologia, têm feito persistentemente vista grossa às condições terríveis, mesmo abusivas, que os seus trabalhadores enfrentam.

Em 1994, foram revelados os chamados Cigarette Papers, cerca de quatro mil páginas de documentos internos da tabaqueira Brown & Williamson, que mostraram que o sector, durante anos, fez campanhas públicas negando as qualidades viciantes da nicotina e os riscos para a saúde de fumar, apesar das pesquisas realizadas pela indústria mostrarem outra coisa. Este ano, novas investigações, incluindo da Organização Mundial de Saúde, mostram que as principais empresas de tabaco, incluindo a Philip Morris, continuaram a usar táticas ilícitas para avançar os seus interesses empresariais, à custa da saúde pública.

Tudo isto mostra a falha fundamental do argumento que uma desregulamentação em larga escala, como advoga o presidente dos EUA, Donald Trump, beneficia a sociedade. Sim, eliminar a regulação pode ajudar as empresas a aumentar os seus lucros. Mas a que custo?

Por exemplo, a epidemia opióide tornou-se num fardo pesado para o governo norte-americano (e, por conseguinte, para os contribuintes), na medida em que pressiona a aplicação da lei e o sistema de saúde. E isso nem sequer inclui os custos suportados pelas vítimas da epidemia, pelas suas famílias e comunidades. Mesmo os agentes funerários enfrentam novos riscos e desafios, dado que têm de lidar com os familiares das vítimas de overdose para o tratamento seguro dos corpos das vítimas.

Entretanto, as empresas que tão alegremente enriqueceram os seus executivos e accionistas enfrentam poucas, se é que enfrentam algumas, reacções às suas actividades ilícitas ou anti-éticas. E mesmo quando enfrentam, as outras companhias ou indústrias parecem que não aprendem nada com isso – ou pior, aprendem as lições erradas.

A lição que as farmacêuticas parecem ter aprendido com os desafios da Big Tobacco foi a esconder melhor as suas actividades, em vez de fazerem melhor. Talvez assumam que vão ter mais margem porque também produzem medicamentos que salvam a vida das pessoas.

A boa notícia é que a pressão sobre as empresas está a aumentar, nomeadamente devido ao facto de alguns investidores estarem a ficar inquietos. No mês passado, uma coligação de sindicatos, fundos públicos de pensões, tesoureiros estatais e outros, criaram a Investors for Opioid Accountability (investidores pela responsabilização opióide). Colectivamente têm 1,3 biliões de dólares em activos, e os membros desta coligação pretendem escrutinar as acções dos membros do conselho de administração de forma a fortalecer a responsabilização e encorajar uma liderança independente dos conselhos de administração.

Milton Friedman, laureado com o prémio Nobel da economia, argumenta que a única responsabilidade social das empresas é maximizar os lucros. Mas, quando os esforços das empresas para criar valor para os accionistas leva a consequências com tão elevado alcance – ou "externalidades", na linguagem dos economistas – para o resto da sociedade, o argumento de que o interesse próprio promove avanços sociais cai por terra.

Os médicos estão obrigados pelo juramento de Hipócrates a não fazerem mal e a defender a ética médica. Mas as empresas também têm uma grande capacidade para fazer mal e os investimentos nas iniciativas corporativas de responsabilidade social ou nos projectos das comunidades fazem pouco ou nada para mitigar o mal ou para compensar as violações éticas. Se as estratégias empresariais dos gestores não reflectem a responsabilidade social da empresa – ou pior, dependem ou ignoraram-na – eles têm de ser responsabilizados, tal como os médicos desonestos são (ou deviam ser).

Líderes como Trump, que valorizam a protecção dos interesses das empresas acima de quase todo o resto, podem encorajar as empresas a acreditar que não têm nada com que se preocupar. Mas têm. Como mostra a crise norte-americana dos opiáceos, esta mentalidade pode inevitavelmente levar ao aumento do número de pessoas directamente prejudicadas pelo comportamento das empresas. E essas pessoas não se podem dar ao luxo de ignorar os danos infligidos ao ambiente, comunidades e famílias.

*  CEO da Marcus Venture Consulting.

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
30/11/17

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1435.UNIÃO



EUROPEIA




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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Ministério teria de pagar 150 milhões
 para rasgar contratos

Jurista Paulo Otero explica que, salvo incumprimento grave, Estado teria de pagar prejuízos e lucros perdidos

Tomar a decisão política de rasgar os contratos com os principais fornecedores privados e devolver a responsabilidade pelas refeições às escolas - como foi ontem defendido sem sucesso por Bloco de Esquerda e PCP no Parlamento - obrigaria o Ministério da Educação a assumir custos proibitivos, sempre superiores aos 147,9 milhões de euros que totalizam os acordos celebrado em Agosto para a concessão de 776 cantinas, do 2.º ciclo ao secundário, em todo o território do continente.
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SENTADO À ESPERA
DA CRISE PASSAR
A maior fatia do "bolo" contratualizado pelo Ministério da Educação - aliás, foi mesmo o maior contrato público celebrado neste ano - coube à Uniself, que tem a receber mais de 108 milhões de euros por garantir o fornecimento de refeições durante três anos no Alentejo, Lisboa e Vale do Tejo e Norte, sendo estas duas últimas zonas aquelas onde mais queixas têm sido reportadas desde o início do ano letivo em relação à alimentação. Já a ICA ficou com a concessão da Zona Centro do país. O Algarve é a única região em que não existem estes contratos.

Rescindir os acordos para estes quatro lotes, explicou ao DN Paulo Otero, professor da Universidade de Lisboa e especialista em Direito Administrativo, implicaria não só o pagamento na íntegra dos valores contratados - os tais 147,9 milhões - como a compensação pelas despesas em que as empresas incorreram, nomeadamente em termos de infraestruturas e recursos humanos, para se prepararem para fornecer aqueles serviços.

"Em termos gerais, o Estado, a entidade pública, pode sempre fazer cessar o contrato: ou por causa de incumprimentos imputáveis ao contraente privado ou por razões novas de interesse público", explicou. "Imagine-se que existia uma política no sentido de pôr fim às concessões e que considerava que era do interesse publico ser a própria entidade pública a servir as refeições", ilustrou. Mas nesta última possibilidade, a compensação seria sempre inevitável.

"Se não há incumprimento, e a entidade pública decide rescindir o contrato, ela deve indemnizar não só os prejuízos que decorrerem dessa decisão como todos os lucros cessantes, todo o lucro esperado", acrescentou, lembrando que "há investimentos muito intensos que são feitos nos primeiros meses da concessão: aspetos logísticos, cozinhas, trabalhadores contratados, maquinaria para fabricar os alimentos".
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LAGARTA NA PISCINA
Outro aspeto que contribuiria para tornar complicada a opção pelas rescisão dos contratos é o facto de, atualmente, os encarregados de educação serem financiadores diretos das refeições: mais de 50% das famílias pagam 1,60 euros por cada refeição consumida pelo aluno. Um valor que cobre perfeitamente os valores contratualizados pelo Estado com as empresas. Apenas os alunos do escalão A e B da ação social têm direito à comparticipação de, respetivamente, 100% e 50% do custo, sendo essa a despesa real do Ministério. Em caso de indemnização pelos contratos, toda a despesa teria de ser assumida pela tutela.

Ministério descarta rescisões
A alternativa seria rescindir, invocando o incumprimento mas, também a esse nível, o jurista encara como muito pouco provável um cenário em que o Estado consiga justificar essa medida: "Primeiro, há que provar que há incumprimento e, segundo, provar que esse incumprimento leva à resolução, porque pode levar simplesmente à aplicação de multas".

O caderno de encargos dos contratos celebrados pelo Ministério contempla diversas sanções, para incumprimentos que vão desde a falta de pessoal a questões de qualidade e quantidade dos alimentos, e a possibilidade de rescisão dos contratos também é contemplada.

No entanto, segundo o jurista, salvo uma situação calamitosa, como "um caso que provoca uma morte", dificilmente falhas pontuais, perante um volume elevado de refeições servidas, poderiam justificar essa medida.

Pegando no exemplo das amplamente divulgadas imagens de um frango cru servido a uma criança - o que constitui um risco em termos de saúde -, Paulo Otero explicou que, primeiro, teria de se provar que aquelas imagens correspondem efetivamente a uma "refeição fornecida pela entidade do contrato". E mesmo nessas condições considerou que a consequência não deveria ir além da multa, sob pena de ser "uma decisão violadora do princípio da proporcionalidade".

Tendo todos estes fatores presentes, a posição do Ministério tem sido para já de cautela. "O importante neste momento é garantir que as empresas cumprem com aquilo com que se comprometeram sobre os padrões de qualidade e de quantidade inscritos no caderno de encargos", disse ao DN o gabinete do Ministro Tiago Brandão Rodrigues. "Por tal razão a fiscalização é reforçada nos termos do plano já anunciado e em breve publicado em Diário da República, que implica reforço das equipas de controlo a nível regional e reforço da articulação com encarregados de educação e diretores".
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FRANGO CRÚ
Ainda assim, acrescenta a resposta enviada ao DN, "naturalmente, o Ministério da Educação não exclui a aplicação de quaisquer medidas previstas legalmente em caso de incumprimento".

A Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais (Ferlap), que trouxe a público os primeiros vídeos polémicos, aponta para o progressivo regresso às escolas da responsabilidade pelas refeições mas admite que as concessões se mantenham até ao fim, desde que acompanhadas por uma supervisão que considera não estar a acontecer.
O DN tentou ontem, sem sucesso, falar com os responsáveis da Uniself. No Fórum TSF, Helena D"Ávila, diretora de qualidade da empresa, defendeu que "não há diminuição da qualidade das refeições escolares" e que por vezes as refeições não agradam às crianças "porque não são aquilo a que eles estão habituados a comer e aquilo que querem comer mas sim aquilo que devem comer pela sua saúde".

*  O teor da notícia revela que quem elaborou da parte do Estado e também quem assinou da parte do Estado, os contratos de fornecimento de refeições a escolas públicas não acautelou os interesses das crianças nem do Estado. Ficam impunes?
Acabemos com a falácia das empresas, existem fotografias que revelam a qualidade e quantidade insuficientes das refeições chegando até a acontecer que em algumas o único valor nutritivo existente são as lagartas que navegam na sopa.
Já pedimos ao sr. ministro para se ir embora mas ele insiste em ser uma "avécula"  no modo como toma  conta da educação deste país.


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XII-HUMANIDADE

A HISTÓRIA DE TODOS NÓS

13- AMÉRICA
 ESTRADA DE ALCAN-PERMAFROST
 29/10/1942: INTEGRAÇÃO RACIAL
 EXPANSÃO DA REDE VIÁRIA MUNDIAL
 
1-JAPÃO
 HOLOCAUSTO DE HIROSHIMA
 300 MIL PESSOAS ASSASSINADAS



* Neste vídeo da série vão cruzar-se 2 situações de relevo , em cada episódio encontra em subtítulo os items correspondentes.

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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Só uso agora
passados 3 anos




FONTE:  Nuno Agonia

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"
Polónia aprova legislação que aumenta
.controlo político sobre a justiça

O Parlamento polaco aprovou hoje legislação que aumenta o controlo político sobre tribunais e juízes, uma iniciativa enquadrada numa ampla reforma da Justiça criticada por Bruxelas por atacar a separação de poderes e o Estado de direito.
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O partido do Governo, o nacionalista e conservador Lei e Justiça (PiS), fez uso da maioria absoluta para aprovar os projetos de lei que alteram o funcionamento do Supremo Tribunal e o processo de nomeação do Conselho Nacional do Judiciário, o órgão que nomeia os juízes.

Os textos aprovados baseiam-se nas propostas do presidente do país, Andrzej Duda, também ligado ao PiS, que no verão vetou os dois projetos diante de críticas e protestos maciços na rua.
Os documentos foram, entretanto, alterados pela maioria parlamentar.

* A Polónia devia ser suspensa da UE enquanto o Estado de Direito não fosse restabelecido, a UE não pode aceitar ditaduras encapotadas.

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Fatoumata Diawara

Timbuktu Fasso


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HOJE  NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Ministério Público abriu 206 inquéritos
 ao abrigo da lei de combate 
ao branqueamento de capitais

O Ministério Público instaurou, nos últimos quatro anos, 206 inquéritos e 16.972 comunicações, ao abrigo da lei de prevenção da prática de crimes de branqueamento de capitais, indicam dados divulgados pela Procuradoria-Geral da República.

Segundo o Relatório Síntese 2014-2017 sobre Corrupção e Criminalidade Conexa da PGR, este ano, até 31 de Outubro, o Ministério Público (MP) recebeu 5.018 comunicações sobre transacções e actividades financeiras sobre as quais existiam suspeitas ou razões suficientes para suspeitas e instaurou 42 inquéritos, tendo determinado a suspensão de 42 operações bancárias, representando uma movimentação de 9,2 milhões de euros e 2,6 milhões de dólares.
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No ano passado, o MP recebeu 5.186 comunicações e instaurou 41 inquéritos por branqueamento de capitais.

Foi ainda decidida a suspensão de 41 operações bancárias, abrangendo a movimentação de 25,5 milhões de euros e 2,7 milhões de dólares americanos.

Globalmente, nos últimos quatro anos, o MP determinou a suspensão de 190 operações bancárias, num total de 116,1 milhões de euros.

As instituições de crédito, empresas de investimento, sociedades gestoras de fundos de pensões e outras estão obrigadas a comunicarem ao MP e à Unidade de Informação Financeira da PJ (UIF) as transacções e actividades financeiras sobre as quais existam suspeitas de que teve lugar, está em curso ou foi tentada uma operação susceptível de configurar a prática de crime de branqueamento de capitais.

* Que nos desculpe a sra. Procuradora Geral da República, pessoa por quem temos o maior respeito, 206 inquéritos ao longo de 4 anos, para a bandidagem que se passeia em Portugal é manifestamente pouco.

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14- A HISTÓRIA
   
DO AUTOMÓVEL 




ATENÇÃO SRS./AS VISITADORES/AS
Esta série foi difundida pela TVE, Rede Minas, em 1986, é portanto muito datada. No entanto até à data indicada, o seu conteúdo tem rigor histórico.


* Nesta nova época de "bloguices" que vai de Setembro a Julho do próximo ano, iremos reeditar algumas séries que de forma especial sensibilizaram os nossos visitadores alguns anos atrás, esta é uma delas.

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DONALD SHIT/2
Trump em silêncio com críticas 
à mudança de embaixada em Israel 



FONTE: EURONEWS

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Por uma migração segura, 
ordenada e regular



FONTE: ONU Brasil

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DONALD SHIT

Palestinos fazem greve após Trump reconhecer Jerusalém como capital de Israel




Palestinos protestam na Cisjordânia
 contra decisão de  Trump



Hamas convoca palestinos 
para terceira Intifada



FONTE: EFE Brasil

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INTELIGÊNCIA...



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1452
Senso d'hoje
DANIEL OLIVEIRA
COMENTADOR POLÍTICO
"A IDA DE CENTENO PARA A
PRESIDÊNCIA DO EUROGRUPO"



* Afirmações que o analista político e escritor Daniel Oliveira proferiu no debate "EIXO DO MAL" de 02/12/17, SIC NOTÍCIAS. Todo o programa está disponível no youtube.

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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS







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PREGUIÇAS BÉBÉ
'PREGUIÇANDO'


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BOM DIA


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3-BIZARRO

FORA "D'ORAS"

V-MOUNT OLYMPUS/3



*Quem diz que os artistas não são atletas?

 O artista belga Jan Fabre e 27 outros artistas conceberam uma apresentação de 24h sem paragem nem intervalos, intitulada de Mount Olympus, que foi estreada no Berliner Festspiele. 
O incrível feito de resistência foi escrito, dirigido e coreografado por Fabre, que novamente empurra os limites do teatro.

Depois de 12 meses de ensaios, Mount Olympus tentou unir todas as facetas do trabalho anterior do artista. 

Descrito como 'um projecto excepcional' no site do Berliner Festspiele, os artistas  'dançaram, actuaram, amaram, sofreram, dormiram e sonharam ao percorrerem os mitos da Grécia antiga'.  Levaram os espectadores através duma actuação entre o acordar e o sonhar, entre o sonho e a realidade.

Actuações anteriores baseadas na resistência, tal como a sua peça de oito horas 'Isto é Teatro Como Era Esperado e Antecipado'  (1982), revolucionaram o conceito da arte de teatro e actuação.

Desde 1951 que o Berliner Festspiele une uma variedade de entre-cruzamentos de disciplinas artísticas e de eventos culturais para promover a rica e colorida paisagem artistica de Berlim.


** Somos suficientemente incultos e incapazes para considerar como arte este espectáculo, não há como aprender e digerir.

*** A primeira parte da encenação foi editada neste blogue entre 07 e 25 de Abril.

**** A segunda parte da encenação foi editada neste blogue a partir de 02/06/17.
Disfrute.