25/04/2020

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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XII-A HISTÓRIA 
DO SEXO
4- SEXUALIDADE ESSENCIAL 
4.3-Pardon, mais c'est trop bon...



(Documentaire sur l'orgasme féminin)
La révolution sexuelle des années 1970 a permis aux femmes de réclamer leur droit au plaisir et d'apprendre à mieux connaître leur corps. Pourtant, trente ans plus tard, l’orgasme féminin demeure un mystère pour beaucoup, femmes et hommes. Et aujourd’hui encore de nombreuses femmes reconnaissent n’avoir jamais connu l’orgasme. Dans « Pardon, mais c'est trop bon », une femme de 68 ans raconte, les larmes aux yeux, comment elle a découvert le plaisir sexuel pour la première fois à l'âge de 46 ans – une découverte qui a bouleversé sa vie. Tous les orgasmes sont ils comparables ? Celui que l'on connaît en se masturbant est-il aussi fort que celui que l'on vit à deux ? Quel est le rôle des "scénarios érotiques" ? Quelle subtile alchimie entre le corps et l'esprit amène au plaisir ? Masturbation, jouissance clitoridienne ou vaginale, fantasmes, sentiments… dans ce documentaire, des femmes parlent ouvertement de leurs expériences. Des témoignages toujours francs, parfois poétiques, auxquels s'ajoutent les analyses de spécialistes – psychiatres, sexologues, neurobiologistes – qui décryptent, croquis et vidéos à l'appui, la jouissance sous toutes ses formes.

FONTE: 
 
 wocomoDOCS 

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Porta dos Fundos


 TRABALHANDO EM CASA

TRAVOU AQUI 


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9-APARELHO CIRCULATÓRIO
E LINFÁTICO
9.1-ANATOMIA HUMANA
9.1.4- Sistema Linfático - Órgãos
  linfóides e funções gerais /2 



(CONCLUSÃO DE SÁBADO PASSADO)

* Uma interessante série produzida para auxiliar alunos da área de saúde mas também muito útil para quem quer que deseje aprender sobre esta matéria. Desfrute.


FONTE:  Anatomia Fácil com Rogério Gozzi

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🅑🅤🅡🅐🅒🅞 🅝🅔🅖🅡🅞



FONTE: Nerdologia
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PEDRO TADEU

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O coronavírus pode matar
 o 25 de Abril?

A discussão em torno das comemorações oficiais do 25 de Abril deste ano nada tem de parva.

Em Portugal há, neste momento, cerca de 4 milhões e 300 mil pessoas que terão hipótese de ainda se lembrarem do 25 de Abril, mesmo vagamente, por, em 1974, terem mais de sete ou oito anos de idade.

A grande maioria dessa gente sente uma enorme alegria quando recorda as manobras militares e a mobilização popular no Largo do Carmo, em Lisboa.

A explicação para essa alegria é muito simples: na véspera desse dia, quando foram dormir, não podiam dizer em público o que pensavam, mas, surpreendentemente, no dia seguinte, podiam falar à vontade.

Qualquer pessoa que atravessou essa fronteira de entrada na liberdade não consegue deixar de pensar que o 25 de Abril foi a data mais importante e mais feliz da vida política do Portugal contemporâneo - e mesmo a dura luta política/partidária que se seguiu não matou esse amor por esse dia em nenhuma das principais fações políticas do país.

Para estes portugueses não comemorar o 25 de Abril de 1974 é uma traição a si próprios e, por isso, terão tendência a querer impor uma celebração no Parlamento, mesmo em tempo de distanciamento social motivado pelas razões de saúde pública disseminadas pelo novo coronavírus.

Há, porém, uma parte dos atuais 4 milhões e 300 mil portugueses com idade para terem vivido o Dia da Liberdade que odeia apaixonadamente as comemorações.

São os derrotados da época, alguns dos que perderam bens pela descolonização ou pelas nacionalizações que se seguiram; vários dos que no dia 24 de Abril davam vivas a Marcelo Caetano e no dia 26, sem sinceridade, viravam a casaca para sobreviverem a gritar "Viva a Liberdade!".

Há ainda outros que não acreditam nas virtudes da democracia e acham que isto só lá vai com um novo Salazar e, por fim, outros que, em público, na comemoração anual, são capazes de andar de cravo vermelho ao peito mas, na realidade, na defesa dos seus interesses pessoais ou das gentes que representam, procuram liquidar os fundamentos solidários, de justiça social, de igualdade e de fraternidade que enraizaram o 25 de Abril.

Para estes portugueses, sempre que se puder sabotar a comemoração, melhor - e a polémica sanitária para impedir a cerimónia no Parlamento é hipocritamente instrumental.

Mas há 46 anos atrás nem eram nascidos ou eram apenas bebés os restantes cinco milhões e 900 mil cidadãos que hoje vivem no país: uma larga maioria de portugueses de hoje, portanto, não viveu a Revolução dos Cravos.

Para estes, o 25 de Abril é uma perceção dada pela herança da experiência dos mais velhos da família ou pela cultura adquirida nos professores, nos livros, nos filmes e nas músicas.

É por isso espantoso ver, todos os anos, as comemorações populares do Dia da Liberdade, em todo o país, cheias de gente que não era nascida em 1974.

Para estes portugueses, os discursos do 25 de Abril na Assembleia da República pouco significam, o que vale é a festa nas ruas e essa, com a COVID-19, não pode este ano acontecer... Se a mobilização popular se perder com esta paragem, não há comemorações oficiais que valham ao 25 de Abril!

Mas as gerações dos que já não viveram o 25 de Abril de 1974 têm também uma fatia de pessoas para quem a data é pouco significativa ou, até, culpada pelos males do regime: pela corrupção no Estado, pelo abuso da grande finança, pela desigualdade de oportunidades, pela justiça lenta, pela vida má que levam.

Para estas pessoas o 25 de Abril de 1974 não representa nada de especial porque acham que a data já não as defende de alguma coisa que seja preciso, realmente, defender. Para elas a liberdade não é uma conquista, é um status quo.

Estes portugueses tendem a condenar as próximas comemorações com 130 pessoas no Parlamento, numa altura em que são obrigadas a cumprir o distanciamento social: para eles esta celebração, nestas condições, é mais um abuso de privilégio dos que têm poder.

É por tudo isto que a discussão em torno das comemorações do 25 de Abril deste ano nada tem de parva.

Não é, em primeiro lugar, parvo discutir, em tempos de distanciamento social generalizado, uma forma de comemoração oficial que respeite escrupulosamente as práticas de defesa da saúde pública contra o coronavírus - é mesmo obrigatório e responsável.

Mas, a partir do momento em que esteja criado um modelo sanitariamente aceitável para a celebração do 25 de Abril na Assembleia da República, a discussão sobre se deve ou não haver tal cerimónia não só não é parva como é fundamental para definir uma tendência do futuro ideológico de Portugal: trata-se de optar entre tentar manter ou deixar desvanecer na sociedade o peso do simbolismo do Dia da Liberdade.

Querer ou não querer cerimónia sobre a Revolução dos Cravos no Parlamento é estar do lado dos velhos ou dos novos que gostam desse dia ou estar do lado dos velhos ou dos novos que não gostam ou são indiferentes a ele.

Eu opto pelos que gostam e querem celebrar a Liberdade e tenho uma magna razão: se não a celebrarmos, a Liberdade perde importância e um dia, surpreendentemente, posso acordar e perceber que, afinal, já não posso dizer em público aquilo que penso.

Aliás, para que não restem dúvidas, é bom frisar que o 25 de Abril deste ano vai ser celebrado com o país em Estado de Emergência, em estado de limitação da liberdade... É melhor, por isso, não facilitarmos muito, que há por aí muitos malucos com tiques de ditador e o coronavírus não pode matar o 25 de Abril.

Vamos lá arranjar maneira de celebrar o Dia da Liberdade - por exemplo, a cantar à janela, pelas 15 horas do próximo sábado, o hino da revolução, Grândola Vila Morena.

IN "PLATAFORMA"
20/04/20

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2254.UNIÃO



EUROPEIA


PORTUGAL
25 DE ABRIL PARA SEMPRE



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𝕵𝖊𝖘𝖚𝖘, 𝖕𝖑𝖆́𝖌𝖎𝖔 𝖉𝖊 𝖔𝖚𝖙𝖗𝖔 𝖒𝖎𝖙𝖔𝖘?/1


(CONCLUI PRÓXIMO SÁBADO)


FONTE:  satolep

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L -VIDA SELVAGEM
3- CHIMPANZÉ
O PARQUE DO ÓSCAR



FONTE:  Sólon

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Paulo de Carvalho

E depois Do Adeus


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45-UM POEMA POR SEMANA
JOSÉ CARLOS
ARY DOS SANTOS
AS PORTAS QUE ABRIL ABRIU 


dito por
ARY DOS SANTOS


* Quando a utopia tem esta qualidade poderemos sempre chorar a esperança!

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ORIGENS E RESSIGNIFICAÇÕES  
 DO CORPO NEGRO

𝑱𝒂𝒒𝒖𝒆𝒍𝒊𝒏𝒆 𝑪𝒐𝒏𝒄𝒆𝒊𝒄̧𝒂̃𝒐
 𝑫𝒐𝒖𝒕𝒐𝒓𝒂𝒏𝒅𝒂 𝒆𝒎 𝑨𝒏𝒕𝒓𝒐𝒑𝒐𝒍𝒐𝒈𝒊𝒂 𝑺𝒐𝒄𝒊𝒂𝒍



FONTE:  Casa do Saber 

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𝙿𝚘𝚛𝚝𝚞𝚐𝚊𝚕 𝚊𝚗𝚝𝚎𝚜 𝚍𝚘 𝟸𝟻 𝚍𝚎 𝙰𝚋𝚛𝚒𝚕




FONTE: SIC 
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ᒐꙆᙖᙓᖇᙃᗣᙃᙓ


* O 25 de Abril é para os portugueses o dia em que se celebra a liberdade. 
 Na véspera de mais um aniversário deste dia histórico, a TDM Reportagem foi perceber o que é ser livre. 
 Esta é a liberdade aos olhos de quatro pessoas, de diferentes origens, idades e vidas. 
 Um trabalho da jornalista Catarina Domingues na TDM reportagem desta semana.

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𝙼𝚄𝚁𝙾 𝙳𝙰𝚂 𝙻𝙰𝙼𝙴𝙽𝚃𝙰𝙲̧𝙾̃𝙴𝚂

Uma jornalista da CNN ouviu falar de um judeu muito velhinho que todos os dias, duas vezes por dia, ia fazer as suas orações ao Muro das Lamentações e decidiu entrevistá-lo.

Pôs-se ao pé do Muro à espera e passado um bocado lá apareceu ele a andar com dificuldade, em direcção ao sítio onde costumava rezar.

Esperou uns 45 minutos que o velhinho acabasse de rezar e quando ele voltava, vagarosamente, apoiado na sua bengala, aproximou-se para a entrevista.

Desculpe, eu chamo-me Rebeca Smith, sou repórter da CNN e gostava de o entrevistar. Como é que se chama?

Morris Feldman

Senhor Feldman, há quanto tempo vem ao Muro rezar?

Há uns sessenta anos.

Sessenta anos! Isso é incrível! E o que é que o senhor pede nas suas orações?

Peço que os cristãos, os judeus e os muçulmanos vivam em paz. 
Peço que todas as guerras e todo o ódio terminem. 
Peço que as crianças cresçam em segurança e se tornem adultos responsáveis. 
Peço amor entre os homens.

E faz isso há sessenta anos, todos os dias! Como é que o senhor se sente?

Sinto-me como se estivesse a falar para uma parede...

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2317
Senso d'hoje
FERNANDO ROSAS
HISTORIADOR PORTUGUÊS
PROFESSOR UNIVERSITÁRIO
Da greve estudantil de 1969 à
revolução do 25 de Abril de 1974





FONTE: ESQUERDA
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A GRACINHA
QUE NÓS SOMOS





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BOM DIA


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95-CINEMA
FORA "D'ORAS"

XIX- 𝒜 ℬ𝑒𝓁𝒶 ℐ𝓂𝓅𝑒𝓇𝓉𝒾𝓃𝑒𝓃𝓉𝑒
(ℒ𝒶 𝒷𝑒𝓁𝓁𝑒 𝒩𝑜𝒾𝓈𝑒𝓊𝓈𝑒)



𝒮𝐼𝒩𝒪𝒫𝒮𝐸: 
É um filme franco-suíço-italiano de 1991 do género drama, dirigido por Jacques Rivette baseado na narrativa curta de Honoré de Balzac (Le Chef-d'œuvre inconnu) e em três contos de Henry James: The Liar, The Figure in the carpet and The Aspern Papers.

Na região rural da Provença francesa, o célebre pintor de meia-idade Édouard Frenhofer, junto a sua esposa e musa Elizabeth (Liz) procura levar uma vida bucólica. Em determinado momento, já em fim de carreira, Frenhofer recebe a visita do jovem aspirante Nicolas e de sua amante Marianne, que desejam conferenciar com o artista sobre pintura. Frenhofer se sente inspirado em Marianne para concluir uma tela inacabada, que almejava ser sua obra-prima absoluta, como uma redenção artística e espiritual: "La belle noiseuse", usando a mesma Marianne como modelo.

O filme explora minuciosamente o renascimento artístico, o sentimento de decadência frente a nova geração e a terna obsessão de Frenhofer por sua jovem modelo, bem como as intrigas e quezílias que inevitavelmente surgirão entre os dois durante a efetivação do milagre artístico, jamais evidenciado em sua totalidade.

𝓔𝓛𝓔𝓝𝓒𝓞: 
Michel Piccoli - Édouard Frenhofer
Jane Birkin - Liz
Emmanuelle Béart - Marianne
Marianne Denicourt - Julienne
David Bursztein - Nicolas
Gilles Arbona - Porbus
Marie Belluc - Magali
Marie-Claude Roger - Françoise
Leïla Remili - empregada
Daphne Goodfellow - turista
Susan Robertson - turista
Bernard Dufour - a mão do pintor

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