17/10/2019

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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255- ACIDEZ
FEMININA


7 MAIORES MUDANÇAS
PÓS MATERNIDADE


A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA

* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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FONTE:   Juan Pablo - JuanpaGraphics

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HOJE NO
"RECORD"
Sadio Mané: 
«Para que quero 10 Ferraris? Passei fome, trabalhei no campo e não fui à escola»

Avançado do Liverpool faz questão que as pessoas no Senegal recebam parte do que a vida lhe deu
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Sadio Mané é um dos melhores avançados do momento em Inglaterra, mas o senegalês do Liverpool não esquece as suas origens. Enquanto outras vedetas do futebol optam pela ostentação, o jogador prefere gastar o se dinheiro em prol de causas nobres, como a construção de escolas no seu país natal.

"Para que quero 10 Ferraris, 20 relógios com diamantes ou dois aviões? Que felicidade estes objetos trarão, a mim e ao Mundo?", respondeu Mané quando inquirido pelos motivos da sua filantropia.
"Eu passei fome, trabalhei no campo e sobrevivi a tempos muito difíceis. Joguei futebol descalço, não fui à escola, mas hoje, com o que ganho graças ao futebol, posso ajudar a minha gente", replicou, em declarações ao site 'nsemwoha.com'. "Construímos escolas, um estádio, damos roupas, sapatos, comida às pessoas que vivem em pobreza extrema. Dou 70 euros por mês a todas as pessoas de uma região extremamente pobre do Senegal, o que ajuda na economia familiar."

E a finalizar deixou uma garantia: "Não preciso de exibir carros de luxo, casas luxuosas, viagens e até aviões. Prefiro que a minha gente receba um bocadinho do que a vida me deu."

* Um exemplo, felizmente não é único.

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Astronomia
Uma visão Geral

A vida no Universo/2



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
5 pistas para perceber 
o ponto da situação do Brexit

Boris Johnson e UE27 anunciaram novo acordo sobre o Brexit. A bola passa agora para o campo do Parlamento britânico, que sábado terá de votar este novo acordo, mas também para o campo do Parlamento Europeu, que decidira a rejeição de qualquer Acordo de Retirada que não contivesse o backstop.

O Reino Unido votou para sair da União Europeia no referendo de 23 de junho de 2016 e pediu para fazê-lo a 29 de março de 2017. Devia ter saído a 29 de março deste ano, mas dois adiamentos depois, ainda não o fez. A data prevista é, neste momento, 31 de outubro.

O acordo assinado entre Theresa May e a UE27, em novembro de 2018, foi chumbado três vezes no Parlamento britânico. Muitas acusações, críticas, conspirações e demissões depois, May foi substituída por Boris Johnson, na chefia do Partido Conservador e no N.º 10 de Downing Street.
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Quando chegou ao poder, o primeiro-ministro sempre insistiu que o Reino Unido sairia da UE a 31 de outubro, com ou sem acordo. Empreendeu uma guerra com o Parlamento britânico, forçando uma suspensão que foi declarada ilegal pela justiça britânica, a qual continua até hoje.

Este sábado, esta atingirá o seu ponto alto, quando a câmara dos Comuns for votar o que hoje foi anunciado em Bruxelas: um acordo sobre revisões ao Acordo de Retirada do Reino Unido da UE no que toca ao protocolo sobre a Irlanda do Norte e à Declaração Política.

1-Como se chegou ao acordo anunciado esta quinta-feira em Bruxelas?
O Parlamento britânico sempre disse que preferia um Brexit com acordo, mas que não podia aceitar o backstop, mecanismo de salvaguarda previsto no acordo de May e destinado a evitar o regresso de uma fronteira física entre a Irlanda do Norte e a Irlanda. A UE por seu lado sempre disse que o acordo estava fechado e que não haveria renegociação de qualquer tipo mantendo-se unida no seu apoio à República da Irlanda. Boris Johnson sempre disse que também preferia um Brexit com acordo, mas sem backstop e que, se a UE rejeitasse renegociar, então que haveria um No Deal Brexit.

Entretanto, o novo chefe do governo britânico forçou uma suspensão da câmara dos Comuns, dizendo que era preciso negociar com a UE. Tal suspensão foi, como se sabe, declarada ilegal e o Parlamento retomou os seus trabalhos. Boris perdeu a sua maioria parlamentar com a dissidência de vários deputados conservadores e o apoio dos 10 eleitos do Partido Unionista Democrático (DUP) deixou de ser garantia do que quer que seja. A UE, de recusar renegociar, passou a estar disposta a ouvir propostas de Boris Johnson. Mas este demorou a apresentá-las. Só o fez depois de receber um ultimato da presidência finlandesa da UE com o apoio do presidente francês, Emmanuel Macron, a quem nunca interessou mais adiamentos do Brexit.

Numa primeira fase, apresentou propostas não oficiais, ou seja, só para serem vistas pelos negociadores da Comissão Europeia e não para serem distribuídas pelos diplomatas dos 27 Estados membros da UE. Ao contrário do que é habitual. Em seguida, começaram as fugas para a imprensa, uma nova vaga de acusações, contra-acusações, desmentidos, críticas, com o político conservador a dizer que não havia nada finalizado. Depois veio a apresentação oficial de propostas por parte de Boris Johnson durante a conferência anual do Partido Conservador, um encontro com o primeiro-ministro da Irlanda Leo Varadkar e uma intensificação das negociações entre as equipas técnicas de Londres e da UE27.

Esta quinta-feira de manhã, ainda antes do início do Conselho Europeu, o negociador chefe da UE para o Brexit, Michel Barnier, anunciou que o presidente da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker e o primeiro-ministro britânico Boris Johnson tinham chegado a um acordo de princípio sobre um novo protocolo relacionado com a Irlanda e com a República da Irlanda e a Declaração Política. Tanto Barnier como Juncker afirmaram que com esse acordo é possível haver Brexit no 31 de outubro e que, com esse acordo, não é preciso mais nenhum adiamento do Brexit (através de uma nova extensão - que seria a terceira - do Artigo 50.º do Tratado de Lisboa).

2-O que diz o acordo fechado entre Boris Johnson e a UE27?
Largas partes do acordo fechado por Theresa May e a UE27 em novembro de 2018 mantêm-se intocados, como por exemplo no que diz respeito aos direitos dos cidadãos europeus que vivem no Reino Unido e nas contas que os britânicos têm que saldar para sair do clube europeu. Mas o polémico protocolo sobre a Irlanda do Norte foi substancialmente alterado e a Declaração Política também. No primeiro caso, o protocolo dará menos garantias do que inicialmente desejado por Bruxelas e por Dublin e no segundo a futura relação do Reino Unido com a UE não será privilegiada mas de concorrência no que toca ao nível económico. Assim, o Reino Unido, um ex-membro, será um rival da UE27.

Boris Johnson pediu uma renegociação do backstop, que estabelecia uma salvaguarda indefinida, para garantir que, acontecesse ou que acontecesse, jamais haveria uma fronteira física entre a Irlanda do Norte e a República da Irlanda. Até por causa dos Acordos de Sexta-Feira Santa de 1998. Estes puseram fim a décadas de conflito sangrento entre republicanos católicos e unionistas protestantes. Para chegar a um compromisso que parecia impossível, o primeiro-ministro britânico aceitou que a Irlanda do Norte, província autónoma do Reino Unido, continue alinhada com os regulamentos comunitários e que haja um controlo aduaneiro entre a Irlanda do Norte e o resto do Reino Unido. Esta hipótese tinha sido veemente rejeitada no passado por Londres no tempo em que May estava no N.º 10 de Downing Street.

A República da Irlanda, Estado membro da UE liderado por Leo Varadkar, também renunciou à sua exigência de uma salvaguarda permanente e sem data de caducidade. O novo mecanismo precisará de autorização parlamentar da Irlanda do Norte quatro anos depois de haver Brexit. Um prolongamento posterior também precisaria da aprovação, por maioria simples, do mesmo Parlamento da Irlanda do Norte. Este, neste momento, encontra-se suspenso por Londres devido à falta de acordo entre os unionistas do DUP e dos republicanos do Sinn Féin para governar a província.
Segundo detalhou Barnier, em conferência de imprensa, à luz do acordo de princípio, os regulamentos europeus aplicar-se-ão a todos os bens da Irlanda do Norte, a província permanecerá dentro do território aduaneiro do Reino Unido beneficiando, assim, das suas políticas comerciais. Os controlos dos bens serão efetuados em portos britânicos e não na ilha da Irlanda. As autoridades britânicas ficarão encarregues de aplicar as normas aduaneiras da União Europeia na Irlanda do Norte e a integridade do mercado único será mantida no que toca ao IVA.

3-Quem apoia este acordo e quem não o apoia?
Numa tentativa de ajudar Boris Johnson, ainda antes de os chefes do Estado e do governo da UE se pronunciarem, o presidente da Comissão Europeia afirmou que este é um bom acordo e que não vê qualquer necessidade para um novo adiamento do Brexit. Como quer a oposição em Londres. Mas à qual o primeiro-ministro britânico resiste.

"Não haverá prolongamento. Concluímos um acordo. Por isso não é caso para estar a falar sobre um adiamento.Tem que ser feito agora. Se temos um acordo, temos um acordo, não é preciso prolongamento. E isso não é só a visão do lado britânico, é essa a minha visão também. Temos um acordo. Não vejo porque haveríamos de ter um prolongamento", declarou o presidente da Comissão, questionado com a mesma pergunta, uma e outra vez, por diferentes jornalistas em Bruxelas.

O primeiro-ministro da Irlanda, Leo Varadkar, também classificou o acordo como bom. "Como as coisas estão, temos um acordo de princípio entre a UE e entre o governo britânico. É um bom acordo e permite ao Reino Unido sair da UE de uma forma ordeira, com um período de transição, o que é muito importante para os negócios e os cidadãos da UE e do Reino Unido. Também cria uma solução única para a Irlanda do Norte. Esta reconhece a história e a geografia da Irlanda do Norte, garantindo que não haverá uma fronteira física entre o norte e o sul, que a economia da ilha pode continuar a desenvolver e a proteger o mercado único e o nosso lugar no mesmo. Vou recomendar ao Conselho Europeu que este acordo recebe hoje luz verde por parte do Conselho Europeu", declarou o líder irlandês, antes de entrar na cimeira.

Após o fim da mesma, na conferência de imprensa, Varadkar reafirmou o que dissera antes e acrescentou que o Reino Unido será sempre bem-vindo de volta à UE quando - e se - decidir fazê-lo depois de sair. No mesmo momento, o presidente do Conselho Europeu, o polaco Donald Tusk, disse que agora é esperar pelo voto do Parlamento britânico e confessou-se plenamente entristecido pelo facto de o Reino Unido ir deixar de pertencer à UE. Tal como Varadkar, disse esperar que os britânicos um dia voltem atrás nesta decisão e queiram regressar ao clube europeu.

"Alcançou-se um acordo positivo e agora é preciso olhar para o texto", assinalou, por seu lado, o presidente do Parlamento Europeu, o socialista italiano David Sassoli, enquanto o presidente de França, Emmanuel Macron, surgiu cauteloso. "Com base nas experiências do passado temos que estar razoavelmente cautelosos", disse aos jornalistas, numa indicação de que tanto ele como o resto dos líderes europeus poderão não tecer considerações sobre qualquer novo adiamento do Brexit nas conclusões deste Conselho Europeu de quinta e sexta-feira.

Instado a garantir, tal como fizer Juncker, que não haverá abertura para um novo adiamento do Brexit, Tusk indicou que os Estados membros estão a trabalhar, logisticamente e politicamente, no sentido de uma ratificação do acordo. E referiu que não faz a mais pequena ideia do que aconteceria se, por algum motivo, Londres viesse pedir uma nova extensão do Artigo 50.º. "Não faço ideia, se houver um novo pedido, irei contactar os Estados membros e ver como reagem".

Citado pelo Politico.eu, o primeiro-ministro da Eslovénia, Marjan Šarec, também pôs a bola no campo do Parlamento britânico e do Parlamento Europeu. "Espero que em Westminster haja um sim e que depois o mesmo suceda no Parlamento Europeu, porque eu acho que esta é talvez a última hipótese de ter um acordo". O primeiro-ministro português, António Costa, citado pela Lusa, em Bruxelas, declarou, por sua vez: "[Acho] Ótimo. Acho que a grande prioridade que todos tínhamos era evitar uma saída sem acordo, e só espero que este acordo seja efetivamente aprovado, não só na União Europeia mas também no Parlamento britânico, porque não nos tem é faltado acordos com os governos britânicos (...) Espero que à quarta seja de vez e que este acordo valha não só entre nós e o governo britânico, mas também que o Parlamento britânico possa ter a aprovação e possamos passar àquilo que é mais importante, que é trabalharmos na relação futura com o Reino Unido".

A objeção de maior peso, tendo em conta que as maiores alterações são relativas à Irlanda do Norte pós-Brexit, vieram do DUP. Este era o partido que sustentava, até à deserção de deputados conservadores, a maioria do partido de Boris Johnson em Westminster. "A seguir à confirmação de que o primeiro-ministro acredita ter garantido "um grande novo acordo" com a União Europeia, o Partido Unionista Democrático não poderá apoiar estas propostas no Parlamento. Por estas razões, é nosso entendimento que o acordado não é o do interesse da Irlanda do Norte, a longo prazo. O voto de sábado, no Parlamento, será apenas o início de um longo processo para tentar aprovar o Acordo de Retirada na câmara dos Comuns", fez saber num comunicado oficial o partido norte-irlandês liderado por Arlene Foster.

O Sinn Féin, por seu lado, congratulou-se com o acordo de princípio obtido por Boris Johnson. "Congratulo-me com o fato de ter sido alcançado um acordo entre a União Europeia e o governo britânico. Não existe um bom Brexit. O Brexit está a ser impingido à Irlanda do Norte contra os desejos democráticos do povo", afirmou a presidente do SF, Mary Lou McDonald, referindo-se ao facto de, em 2016, os eleitores da Irlanda do Norte terem votada, maioritariamente, contra o Brexit.

A líder do SF, partido que recusa ocupar os lugares de deputado no Parlamento britânico por defender a união da Irlanda, vincou a importância de o consentimento político previsto no acordo ser apenas de maioria simples."Nós também insistimos que nunca poderia ser dado qualquer veto aos unionistas", referiu McDonald, citada pelas agências internacionais.

O líder da oposição trabalhista, Jeremy Corby, indicou, desde logo, que o Labour votará contra o acordo de Boris com a UE. "Este acordo de vendido não irá unir o nosso país e deve ser rejeitado. A melhor maneira de resolver o Brexit é dar às pessoas uma voz para decidirem finalmente através de um voto popular". No entender do trabalhista, que apesar de tudo sempre recusou - e continua a recusar - apresentar uma moção de censura contra Boris Johnson, este acordo de princípio negociado entre o líder conservador e a UE27 é "ainda pior" do que o acordo de Theresa May.

Também a líder do Partido Nacionalista Escocês (SNP), Nicola Sturgeon, declarou: "A Escócia não votou pelo Brexit em qualquer formulação e os deputados do SNP não vão votar num Brexit qualquer que seja a forma que ele tiver". Jo Swinson, a jovem líder dos liberais-democratas, partido que defende o cancelamento do Brexit, pura e simplesmente, afirmou: "A luta para travar o Brexit está longe de terminar. Este acordo do Brexit será mau para a economia, mau para os nossos serviços públicos e mau para o nosso meio ambiente". Nigel Farage, líder do Partido do Brexit, também foi crítico, mas por outros motivos, ou seja, por considerar que "este não é o Brexit" que as pessoas queiram e defendeu eleições antecipadas.

Em relação ao Partido Conservador, o acordo conseguido entre Boris e a UE27 foi aplaudido, até pelos seus críticos. "Fair play Boris. Muitos, incluindo eu, em dadas alturas, duvidaram se era possível, antes de 31 de outubro, mas ele conseguiu remover o backstop e regressar a casa com um acordo. Bravo".

4-O que acontece este sábado em Londres?
Além de uma manifestação que já estava convocada pelo People's Vote nas ruas de Londres, realiza-se uma sessão especial do Parlamento britânico dedicada a debater e a votar o novo acordo de princípio sobre o Brexit. Esta quinta-feira, em Bruxelas, na breve conferência de imprensa que deu ao lado de Jean-Claude Juncker, Boris Johnson disse estar otimista e ter a esperança de que o Parlamento britânico aprovará o acordo que conseguiu com a UE27.

"Acho que este acordo representa um muito bom acordo para a UE e para o Reino Unido. Acho que é razoável, um desfecho justo, que reflete o enorme trabalho realizado, de ambos os lados. Concordo com o que disse Jean-Claude sobre a necessidade de proteger o processo de paz na ilha da Irlanda e na Irlanda do Norte. Claro que, para nós, Reino Unido, isso significa que podemos levar a cabo um verdadeiro Brexit que cumpra os nossos objetivos. As decisões [tomadas] serão apresentadas, no Reino Unido, perante os representantes eleitos do povo no Reino Unido".

A questão é, dada a oposição do DUP, do Labour, do SNP, dos liberais-democratas, como pensa Boris Johnson conseguir fazer aprovar o seu acordo na câmara dos Comuns? Não tem maioria, nem com DUP, nem sem ele. Nas ínfimas lutas entre o seu governo e o Parlamento, precisamente por causa do Brexit, perdeu o apoio de mais de duas dezenas de deputados. Estará confiante de que pode voltar a recuperá-lo no sábado e que, ao lado dos conservadores rebeldes, poderão votar em seu auxílio rebeldes trabalhistas suficientes para fazer passar este acordo?

Mas qualquer maioria, a aparecer subitamente no sábado, não será fruto de um milagre. Esta quinta-feira, enquanto Boris cantava vitória em Bruxelas, em Westminster, a câmara dos Comuns aprovava uma emenda que dá aos deputados o direito de, no sábado, submeter também a votação emendas que possam alterar aquilo que o governo vai apresentar. Exemplo disso poderá ser uma emenda a defender que o acordo agora conseguido por Boris Johnson com a UE27 deve ser submetido a um referendo. Aí, segundo fontes trabalhistas, o Labour poderia dar o seu apoio.

5-O que pode acontecer a seguir então?
Se o acordo agora obtido for rejeitado, sem margem para alterações ou entendimentos, há a lei Benn: esta foi aprovada pelo Parlamento britânico em plena guerra com Boris Johnson antes da suspensão (ilegal) de 9 de setembro. Essa lei, que foi aprovada pela oposição com a ajuda de mais de duas dezenas de rebeldes do Partido Conservador anti-No Deal, visa obrigar o primeiro-ministro a pedir uma nova extensão do Artigo 50.º, ou seja novo adiamento do Brexit, se não houver acordo até 31. Isso pretende evitar um acordo sem saída e garantir uma nova extensão até 31 de janeiro de 2020.

Boris Johnson, que primeiro disse preferir morrer numa vala a pedir um novo adiamento do Brexit, fez saber em documentos enviado a um tribunal escocês que o seu governo pretende cumprir com o que está contido na lei Benn. Porém, vários media têm noticiado que o chefe do governo britânico poderia, em última análise, enviar uma carta à UE27 pedindo uma nova extensão do Artigo 50.º - cumprindo a lei Benn - mas em seguida mandar uma segunda carta a anular a primeira.

Para evitar que isso aconteça, impedindo o primeiro-ministro de recuar, os deputados podem votar emendas no sábado no sentido de insistir que Boris peça uma extensão e que o pedido da mesma só possa ser revogado caso o chefe do governo conservador britânico consiga aprovar um acordo sobre o Brexit na câmara dos Comuns.

Encurralado, Boris Johnson poderia demitir-se, para não ter de pedir a extensão, obrigando a encontrar um primeiro-ministro interino. A oposição, porém, não se conseguiu entender, até hoje, sobre quem seria essa pessoa. Os liberais-democratas não querem Jeremy Corbyn como chefe do governo, pois desconfiam da sua posição face à UE, uma vez que o dirigente trabalhista votou contra a adesão à UE no referendo de 1975 e, no de 2016, defendeu, a muito custo, a permanência na UE, tendo sido acusado de quase não ter feito campanha contra a ideia do Brexit. In extremis, no meio de tantas discussões, o dia 31 de outubro poderia chegar sem que houvesse acordo e o Reino Unido sair da UE de forma não enquadrada e acidental.

Se o Parlamento britânico aprovar, por outro lado, o acordo obtido por Boris Johnson com a UE27, falta ainda que esse mesmo acordo seja aprovado pelo Parlamento Europeu. Este, como se sabe, está extremamente fragmentado. Sinal disso foram os chumbos de vários comissários propostos para a equipa da sucessora de Jean-Claude Juncker, Ursula von der Leyen, cuja entrada em funções já teve que ser adiada de 1 de novembro para 1 de dezembro por falta de tempo útil para entendimentos.

Em declarações citadas pelo Politico.eu, esta quinta-feira, o presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, afirmou: "Espero que este acordo possa ser ratificado. Estamos prontos para fazer a nossa parte". O negociador do Parlamento Europeu, para o Brexit, o belga Guy Verhofstadt, normalmente muito crítico de Boris Johnson, mutou o tom: "Lamento o Brexit, mas se ele tem que acontecer, então este é um acordo equilibrado. Vamos ver se o Sr. Johnson consegue uma maioria na câmara dos Comuns. Se sim, vamos escrutinar o acordo no Parlamento Europeu. A bola está no campo dos membros do Parlamento, nos dois lados do Canal".

De qualquer forma, o Parlamento Europeu deverá ainda explicar como é que isso joga com a resolução que aprovou no dia 18 de setembro, por 544 votos a favor, 126 contra e 38 abstenções, dizendo que a eurocâmara continua a apoiar um "Brexit ordeiro", baseado no Acordo de Retirada já negociado. Nessa mesma resolução, sublinham que o Parlamento Europeu não dará o seu consentimento a um Acordo de Retirada que não contenha o backstop. Ora, este novo acordo negociado entre Boris Johnson e a UE27 eliminou o backstop.

* Um artigo extenso e denso mas esclarecedor da intriga e da trafulhice política.

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LXX-Cidades e soluções

POLEN



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A REDACÇÃO


FONTE:  Polen - Solução e Valoração de Resíduos 

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"
Aniversário natalícia da Madre Virgínia Brites da Paixão assinalado com eucaristias e conferência

AMOROSA
 O Grupo de Oração pela Beatificação da Madre Virgínia Brites da Paixão, mais conhecida, em toda a Diocese do Funchal, pela ‘Santa Freirinha do Lombo dos Aguiares’, assinala, no próximo dia 24 de Outubro, o seu aniversário natalício, com uma missa comemorativa no Mosteiro de Santo António, no Lombo dos Aguiares, pelas 19 horas.
Logo depois, a 26 de Outubro, será celebrada nova eucaristia, na Igreja da Paróquia da Visitação, pelas 17 horas, seguida de uma Conferência proferida por Frei Luís de Sousa, franciscano, e de uma visita à Exposição de quadros sobre a vida da Madre Virgínia, intitulada ‘Uma proposta de vida um caminho para Deus’.

As celebrações das missas estão a cargo do Rev. Padre Fábio Ferreira, Pároco da Paróquia da Visitação.

* 'amene'. Uma grande notícia e grande referência da autonomia regional.

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MARIANA MORTÁGUA

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O drama curdo

𝙴𝚗𝚚𝚞𝚊𝚗𝚝𝚘 𝚎𝚖 𝙿𝚘𝚛𝚝𝚞𝚐𝚊𝚕 𝚜𝚎 𝚌𝚘𝚗𝚝𝚊𝚟𝚊𝚖 𝚘𝚜 𝚟𝚘𝚝𝚘𝚜 𝚍𝚊𝚜 𝚎𝚕𝚎𝚒𝚌̧𝚘̃𝚎𝚜 𝚕𝚎𝚐𝚒𝚜𝚕𝚊𝚝𝚒𝚟𝚊𝚜, 𝚘 𝚙𝚛𝚎𝚜𝚒𝚍𝚎𝚗𝚝𝚎 𝚗𝚘𝚛𝚝𝚎-𝚊𝚖𝚎𝚛𝚒𝚌𝚊𝚗𝚘, 𝙳𝚘𝚗𝚊𝚕𝚍 𝚃𝚛𝚞𝚖𝚙, 𝚘𝚛𝚍𝚎𝚗𝚊𝚟𝚊 𝚊 𝚛𝚎𝚝𝚒𝚛𝚊𝚍𝚊 𝚍𝚊𝚜 𝚜𝚞𝚊𝚜 𝚝𝚛𝚘𝚙𝚊𝚜 𝚍𝚘 𝚗𝚘𝚛𝚍𝚎𝚜𝚝𝚎 𝚍𝚊 𝚂𝚒́𝚛𝚒𝚊.

𝙷𝚘𝚛𝚊𝚜 𝚍𝚎𝚙𝚘𝚒𝚜, 𝚘 𝚙𝚛𝚎𝚜𝚒𝚍𝚎𝚗𝚝𝚎 𝚝𝚞𝚛𝚌𝚘, 𝙴𝚛𝚍𝚘𝚐𝚊𝚗, 𝚌𝚘𝚖 𝚚𝚞𝚎𝚖 𝚃𝚛𝚞𝚖𝚙 𝚝𝚒𝚗𝚑𝚊 𝚌𝚘𝚖𝚞𝚗𝚒𝚌𝚊𝚍𝚘 𝚊𝚗𝚝𝚎𝚜 𝚍𝚎 𝚍𝚎𝚌𝚒𝚍𝚒𝚛 𝚊𝚋𝚊𝚗𝚍𝚘𝚗𝚊𝚛 𝚘 𝚝𝚎𝚛𝚛𝚒𝚝𝚘́𝚛𝚒𝚘, 𝚕𝚊𝚗𝚌̧𝚊𝚟𝚊 𝚞𝚖 𝚊𝚝𝚊𝚚𝚞𝚎 𝚜𝚘𝚋𝚛𝚎 𝚊𝚜 𝚏𝚘𝚛𝚌̧𝚊𝚜 𝚌𝚞𝚛𝚍𝚊𝚜 𝚗𝚊 𝚛𝚎𝚐𝚒𝚊̃𝚘, 𝚖𝚞𝚕𝚝𝚒𝚙𝚕𝚒𝚌𝚊𝚗𝚍𝚘 𝚟𝚒́𝚝𝚒𝚖𝚊𝚜 𝚌𝚒𝚟𝚒𝚜.

𝙾𝚜 𝚖𝚒𝚕𝚒𝚝𝚊𝚛𝚎𝚜 𝚍𝚘𝚜 𝙴𝚄𝙰 𝚊𝚙𝚘𝚒𝚊𝚟𝚊𝚖 𝚊𝚜 𝙵𝚘𝚛𝚌̧𝚊𝚜 𝙳𝚎𝚖𝚘𝚌𝚛𝚊́𝚝𝚒𝚌𝚊𝚜 𝚍𝚊 𝚂𝚒́𝚛𝚒𝚊, 𝚞𝚖𝚊 𝚌𝚘𝚕𝚒𝚐𝚊𝚌̧𝚊̃𝚘 𝚖𝚞𝚕𝚝𝚒𝚎́𝚝𝚗𝚒𝚌𝚊 𝚕𝚒𝚍𝚎𝚛𝚊𝚍𝚊 𝚙𝚎𝚕𝚘𝚜 𝚌𝚞𝚛𝚍𝚘𝚜 𝚍𝚊 𝚛𝚎𝚐𝚒𝚊̃𝚘 𝚌𝚘𝚗𝚝𝚛𝚊 𝚘 𝚊𝚞𝚝𝚘𝚙𝚛𝚘𝚌𝚕𝚊𝚖𝚊𝚍𝚘 𝙴𝚜𝚝𝚊𝚍𝚘 𝙸𝚜𝚕𝚊̂𝚖𝚒𝚌𝚘 (𝙴𝙸). 𝙰𝚘 𝚍𝚎𝚌𝚒𝚍𝚒𝚛 𝚊𝚋𝚊𝚗𝚍𝚘𝚗𝚊𝚛 𝚘𝚜 𝚌𝚞𝚛𝚍𝚘𝚜, 𝚃𝚛𝚞𝚖𝚙 𝚊𝚋𝚛𝚒𝚞 𝚊𝚜 𝚙𝚘𝚛𝚝𝚊𝚜 𝚊̀ 𝚒𝚗𝚟𝚊𝚜𝚊̃𝚘 𝚝𝚞𝚛𝚌𝚊 𝚍𝚘 𝚝𝚎𝚛𝚛𝚒𝚝𝚘́𝚛𝚒𝚘 𝚌𝚞𝚛𝚍𝚘 𝚗𝚊 𝚂𝚒́𝚛𝚒𝚊. 𝙰 𝙸𝚖𝚙𝚛𝚎𝚗𝚜𝚊 𝚒𝚗𝚝𝚎𝚛𝚗𝚊𝚌𝚒𝚘𝚗𝚊𝚕 𝚗𝚘𝚝𝚒𝚌𝚒𝚊 𝚚𝚞𝚎, 𝚌𝚘𝚖𝚘 𝚌𝚘𝚗𝚜𝚎𝚚𝚞𝚎̂𝚗𝚌𝚒𝚊 𝚍𝚎𝚜𝚝𝚎𝚜 𝚊𝚝𝚊𝚚𝚞𝚎𝚜, 𝚌𝚎𝚗𝚝𝚎𝚗𝚊𝚜 𝚍𝚎 𝚖𝚎𝚖𝚋𝚛𝚘𝚜 𝚍𝚘 𝙳𝚊𝚎𝚜𝚑 𝚝𝚎𝚛-𝚜𝚎-𝚊̃𝚘 𝚎𝚟𝚊𝚍𝚒𝚍𝚘 𝚍𝚊 𝚙𝚛𝚒𝚜𝚊̃𝚘 𝚘𝚗𝚍𝚎 𝚜𝚎 𝚎𝚗𝚌𝚘𝚗𝚝𝚛𝚊𝚟𝚊𝚖.

𝙾𝚜 𝚌𝚞𝚛𝚍𝚘𝚜 𝚜𝚊̃𝚘 𝚘 𝚖𝚊𝚒𝚘𝚛 𝚙𝚘𝚟𝚘 𝚜𝚎𝚖 𝙴𝚜𝚝𝚊𝚍𝚘 𝚍𝚘 𝙼𝚞𝚗𝚍𝚘. 𝙷𝚊𝚋𝚒𝚝𝚊𝚖, 𝚗𝚊 𝚜𝚞𝚊 𝚖𝚊𝚒𝚘𝚛𝚒𝚊, 𝚗𝚘 𝙲𝚞𝚛𝚍𝚒𝚜𝚝𝚊̃𝚘, 𝚊𝚜𝚜𝚒𝚖 𝚌𝚑𝚊𝚖𝚊𝚍𝚘 𝚍𝚎𝚜𝚍𝚎 𝚘 𝚊𝚗𝚘 𝟷𝟷𝟻𝟶: 𝚞𝚖 𝚝𝚎𝚛𝚛𝚒𝚝𝚘́𝚛𝚒𝚘 𝚚𝚞𝚎 𝚊𝚋𝚛𝚊𝚗𝚐𝚎 𝚙𝚊𝚛𝚝𝚎𝚜 𝚍𝚊 𝚃𝚞𝚛𝚚𝚞𝚒𝚊, 𝚍𝚊 𝚂𝚒́𝚛𝚒𝚊, 𝚍𝚘 𝙸𝚛𝚊̃𝚘 𝚎 𝚍𝚘 𝙸𝚛𝚊𝚚𝚞𝚎. 𝙰𝚙𝚎𝚜𝚊𝚛 𝚍𝚒𝚜𝚜𝚘 𝚎 𝚍𝚎 𝚟𝚊́𝚛𝚒𝚊𝚜 𝚙𝚛𝚘𝚖𝚎𝚜𝚜𝚊𝚜, 𝚗𝚞𝚗𝚌𝚊 𝚕𝚑𝚎𝚜 𝚏𝚘𝚒 𝚛𝚎𝚌𝚘𝚗𝚑𝚎𝚌𝚒𝚍𝚘 𝚘 𝚍𝚒𝚛𝚎𝚒𝚝𝚘 𝚊̀ 𝚒𝚗𝚍𝚎𝚙𝚎𝚗𝚍𝚎̂𝚗𝚌𝚒𝚊, 𝚝𝚎𝚗𝚍𝚘 𝚜𝚒𝚍𝚘 𝚜𝚎𝚖𝚙𝚛𝚎 𝚙𝚎𝚛𝚜𝚎𝚐𝚞𝚒𝚍𝚘𝚜, 𝚎𝚖 𝚙𝚊𝚛𝚝𝚒𝚌𝚞𝚕𝚊𝚛 𝚙𝚎𝚕𝚊 𝚃𝚞𝚛𝚚𝚞𝚒𝚊. 𝙰𝚜 𝚏𝚘𝚛𝚌̧𝚊𝚜 𝚌𝚞𝚛𝚍𝚊𝚜 𝚛𝚎𝚙𝚛𝚎𝚜𝚎𝚗𝚝𝚊𝚖 𝚊𝚜𝚜𝚒𝚖 𝚊 𝚊𝚜𝚙𝚒𝚛𝚊𝚌̧𝚊̃𝚘 𝚍𝚎𝚜𝚝𝚎 𝚙𝚘𝚟𝚘 𝚊̀ 𝚊𝚞𝚝𝚘𝚍𝚎𝚝𝚎𝚛𝚖𝚒𝚗𝚊𝚌̧𝚊̃𝚘.

𝙴𝚖 𝟸𝟶𝟷𝟸, 𝚞𝚖 𝚐𝚘𝚟𝚎𝚛𝚗𝚘 𝚊𝚞𝚝𝚘́𝚗𝚘𝚖𝚘 𝚌𝚞𝚛𝚍𝚘 𝚌𝚘𝚗𝚚𝚞𝚒𝚜𝚝𝚘𝚞 𝚘 𝚌𝚘𝚗𝚝𝚛𝚘𝚕𝚘 𝚍𝚘 𝙲𝚞𝚛𝚍𝚒𝚜𝚝𝚊̃𝚘 𝚍𝚊 𝚂𝚒́𝚛𝚒𝚊. 𝙴𝚜𝚝𝚎 𝚐𝚘𝚟𝚎𝚛𝚗𝚘 𝚝𝚒𝚗𝚑𝚊 𝚕𝚒𝚐𝚊𝚌̧𝚘̃𝚎𝚜 𝚊𝚘 𝙿𝚊𝚛𝚝𝚒𝚍𝚘 𝚍𝚘𝚜 𝚃𝚛𝚊𝚋𝚊𝚕𝚑𝚊𝚍𝚘𝚛𝚎𝚜 𝚍𝚘 𝙲𝚞𝚛𝚍𝚒𝚜𝚝𝚊̃𝚘 (𝙿𝙺𝙺), 𝚞́𝚗𝚒𝚌𝚊 𝚏𝚘𝚛𝚌̧𝚊 𝚍𝚎 𝙴𝚜𝚚𝚞𝚎𝚛𝚍𝚊 𝚗𝚊 𝚛𝚎𝚐𝚒𝚊̃𝚘 𝚎 𝚝𝚊𝚖𝚋𝚎́𝚖 𝚊 𝚞́𝚗𝚒𝚌𝚊 𝚎𝚖𝚙𝚎𝚗𝚑𝚊𝚍𝚊 𝚗𝚊 𝚍𝚎𝚏𝚎𝚜𝚊 𝚍𝚘𝚜 𝚍𝚒𝚛𝚎𝚒𝚝𝚘𝚜 𝚍𝚊𝚜 𝚖𝚞𝚕𝚑𝚎𝚛𝚎𝚜. 𝙽𝚎𝚜𝚝𝚊 𝚣𝚘𝚗𝚊 𝚍𝚊 𝚂𝚒́𝚛𝚒𝚊, 𝚌𝚘𝚖𝚘 𝚗𝚘 𝙸𝚛𝚊𝚚𝚞𝚎, 𝚏𝚘𝚛𝚊𝚖 𝚘𝚜 𝚌𝚞𝚛𝚍𝚘𝚜 𝚚𝚞𝚎 𝚝𝚛𝚊𝚟𝚊𝚛𝚊𝚖 𝚘𝚜 𝚊𝚟𝚊𝚗𝚌̧𝚘𝚜 𝚍𝚘 𝙳𝚊𝚎𝚜𝚑.

𝙰 𝚃𝚞𝚛𝚚𝚞𝚒𝚊, 𝚙𝚎𝚕𝚘 𝚌𝚘𝚗𝚝𝚛𝚊́𝚛𝚒𝚘, 𝚏𝚎𝚌𝚑𝚘𝚞 𝚘𝚜 𝚘𝚕𝚑𝚘𝚜 𝚊̀ 𝚎𝚡𝚙𝚊𝚗𝚜𝚊̃𝚘 𝚍𝚘 𝚎𝚡𝚝𝚛𝚎𝚖𝚒𝚜𝚖𝚘 𝚒𝚜𝚕𝚊̂𝚖𝚒𝚌𝚘 𝚗𝚊 𝚂𝚒́𝚛𝚒𝚊, 𝚝𝚎𝚗𝚍𝚘-𝚜𝚎 𝚖𝚎𝚜𝚖𝚘 𝚌𝚘𝚗𝚌𝚎𝚗𝚝𝚛𝚊𝚍𝚘 𝚎𝚖 𝚊𝚝𝚊𝚌𝚊𝚛 𝚎 𝚎𝚗𝚏𝚛𝚊𝚚𝚞𝚎𝚌𝚎𝚛 𝚘 𝚎𝚡𝚎́𝚛𝚌𝚒𝚝𝚘 𝚌𝚞𝚛𝚍𝚘, 𝚊𝚝𝚛𝚊𝚟𝚎́𝚜 𝚍𝚎 𝚒𝚗𝚌𝚞𝚛𝚜𝚘̃𝚎𝚜 𝚗𝚘 𝚗𝚘𝚛𝚝𝚎 𝚍𝚘 𝙲𝚞𝚛𝚍𝚒𝚜𝚝𝚊̃𝚘 𝚜𝚒́𝚛𝚒𝚘. 𝚂𝚘́ 𝚊𝚜 𝚝𝚛𝚘𝚙𝚊𝚜 𝚊𝚖𝚎𝚛𝚒𝚌𝚊𝚗𝚊𝚜 𝚒𝚖𝚙𝚎𝚍𝚒𝚊𝚖 𝚚𝚞𝚎 𝚊 𝚒𝚗𝚟𝚊𝚜𝚊̃𝚘 𝚏𝚘𝚜𝚜𝚎 𝚝𝚘𝚝𝚊𝚕, 𝙴𝚛𝚍𝚘𝚐𝚊𝚗 𝚝𝚎𝚟𝚎 𝚍𝚎 𝚎𝚜𝚙𝚎𝚛𝚊𝚛 𝚊 𝚕𝚞𝚣 𝚟𝚎𝚛𝚍𝚎 𝚍𝚎 𝚃𝚛𝚞𝚖𝚙 𝚗𝚘 𝚍𝚒𝚊 𝟼 𝚍𝚎 𝚘𝚞𝚝𝚞𝚋𝚛𝚘.

𝙴𝚜𝚝𝚊 𝚎́ 𝚊 𝚑𝚒𝚜𝚝𝚘́𝚛𝚒𝚊 𝚍𝚊 𝚊𝚝𝚞𝚊𝚕 𝚖𝚘𝚛𝚝𝚊𝚗𝚍𝚊𝚍𝚎 𝚍𝚘𝚜 𝚌𝚞𝚛𝚍𝚘𝚜, 𝚞𝚖 𝚙𝚘𝚟𝚘 𝚌𝚘𝚗𝚍𝚎𝚗𝚊𝚍𝚘 𝚊 𝚕𝚞𝚝𝚊𝚛 𝚙𝚎𝚕𝚊 𝚜𝚞𝚊 𝚊𝚞𝚝𝚘𝚗𝚘𝚖𝚒𝚊 𝚎 𝚑𝚊𝚋𝚒𝚝𝚞𝚊𝚍𝚘 𝚊 𝚜𝚎𝚛 𝚒𝚗𝚜𝚝𝚛𝚞𝚖𝚎𝚗𝚝𝚊𝚕𝚒𝚣𝚊𝚍𝚘 𝚙𝚎𝚕𝚊𝚜 𝚙𝚘𝚝𝚎̂𝚗𝚌𝚒𝚊𝚜 𝚚𝚞𝚎 𝚚𝚞𝚎𝚛𝚎𝚖 𝚌𝚘𝚗𝚝𝚛𝚘𝚕𝚊𝚛 𝚊 𝚛𝚎𝚐𝚒𝚊̃𝚘. 𝚄𝚖 𝚙𝚘𝚟𝚘 𝚊𝚐𝚘𝚛𝚊 𝚍𝚎𝚒𝚡𝚊𝚍𝚘 𝚊̀ 𝚜𝚞𝚊 𝚜𝚘𝚛𝚝𝚎 𝚙𝚎𝚕𝚘𝚜 𝙴𝚄𝙰 (𝚚𝚞𝚎, 𝚌𝚞𝚖𝚙𝚛𝚒𝚍𝚘 𝚘 𝚌𝚘𝚗𝚏𝚒𝚗𝚊𝚖𝚎𝚗𝚝𝚘 𝚍𝚘 𝙳𝚊𝚎𝚜𝚑 𝚙𝚎𝚕𝚊 𝚏𝚘𝚛𝚌̧𝚊 𝚌𝚞𝚛𝚍𝚊, 𝚙𝚛𝚎𝚏𝚎𝚛𝚎𝚖 𝚟𝚘𝚕𝚝𝚊𝚛 𝚊 𝚊𝚐𝚛𝚊𝚍𝚊𝚛 𝚊̀ 𝚃𝚞𝚛𝚚𝚞𝚒𝚊) 𝚎 𝚙𝚎𝚕𝚊 𝚄𝚗𝚒𝚊̃𝚘 𝙴𝚞𝚛𝚘𝚙𝚎𝚒𝚊, 𝚚𝚞𝚎 𝚒𝚐𝚗𝚘𝚛𝚊 𝚖𝚊𝚒𝚜 𝚞𝚖𝚊 𝚒𝚗𝚟𝚊𝚜𝚊̃𝚘 𝚒𝚗𝚓𝚞𝚜𝚝𝚒𝚏𝚒𝚌𝚊𝚍𝚊 𝚎 𝚖𝚊𝚒𝚜 𝚞𝚖 𝚊𝚝𝚊𝚚𝚞𝚎 𝚊𝚘𝚜 𝚍𝚒𝚛𝚎𝚒𝚝𝚘𝚜 𝚑𝚞𝚖𝚊𝚗𝚘𝚜, 𝚎𝚗𝚚𝚞𝚊𝚗𝚝𝚘 𝚙𝚛𝚘𝚝𝚎𝚐𝚎 𝚘 𝚛𝚎𝚐𝚒𝚖𝚎 𝚍𝚎 𝙴𝚛𝚍𝚘𝚐𝚊𝚗. 

𝙰𝚏𝚒𝚗𝚊𝚕, 𝚎́ 𝚎𝚜𝚝𝚎 𝚖𝚎𝚜𝚖𝚘 𝙴𝚛𝚍𝚘𝚐𝚊𝚗 𝚚𝚞𝚎𝚖 𝚊𝚌𝚎𝚒𝚝𝚊 𝚏𝚊𝚣𝚎𝚛 𝚘 𝚝𝚛𝚊𝚋𝚊𝚕𝚑𝚘 𝚜𝚞𝚓𝚘 𝚍𝚊 𝙴𝚞𝚛𝚘𝚙𝚊, 𝚎𝚛𝚐𝚞𝚎𝚗𝚍𝚘 𝚌𝚊𝚖𝚙𝚘𝚜 𝚍𝚎 𝚌𝚘𝚗𝚌𝚎𝚗𝚝𝚛𝚊𝚌̧𝚊̃𝚘 𝚙𝚊𝚛𝚊 𝚛𝚎𝚏𝚞𝚐𝚒𝚊𝚍𝚘𝚜 𝚜𝚒́𝚛𝚒𝚘𝚜 𝚎 𝚘𝚞𝚝𝚛𝚘𝚜, 𝚟𝚎𝚛𝚍𝚊𝚍𝚎𝚒𝚛𝚘 𝚝𝚊𝚖𝚙𝚊̃𝚘 𝚚𝚞𝚎 𝚙𝚎𝚛𝚖𝚒𝚝𝚎 𝚊̀ 𝚄𝚗𝚒𝚊̃𝚘 𝙴𝚞𝚛𝚘𝚙𝚎𝚒𝚊 𝚜𝚎𝚐𝚞𝚒𝚛 𝚌𝚘𝚖 𝚙𝚛𝚘𝚌𝚕𝚊𝚖𝚊𝚌̧𝚘̃𝚎𝚜 𝚜𝚘𝚋𝚛𝚎 𝚊 𝚙𝚊𝚣 𝚎 𝚘𝚜 𝚍𝚒𝚛𝚎𝚒𝚝𝚘𝚜 𝚑𝚞𝚖𝚊𝚗𝚘𝚜. 𝙴́ 𝚖𝚎𝚜𝚖𝚘 𝚗𝚊 𝚑𝚒𝚙𝚘𝚌𝚛𝚒𝚜𝚒𝚊 𝚚𝚞𝚎 𝚊 𝚐𝚞𝚎𝚛𝚛𝚊 𝚐𝚘𝚜𝚝𝚊 𝚍𝚎 𝚌𝚑𝚊𝚏𝚞𝚛𝚍𝚊𝚛.

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
15/10/19

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2064.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE NO 
"O JORNAL ECONÓMICO"
Exclusivo: 
ASF vai ‘chumbar’ registo de Tomás Correia na Mutualista Montepio

Fonte ligada ao processo diz ao JE que regulador dos seguros e fundos de pensões vai aprovar os restantes 22 membros do Conselho de Administração da Mutualista, mas deixa Tomás Correia de fora, sabe o JE. ASF tinha aberto processo de avaliação de idoneidade a ex-administradores após contra-ordenação do Banco de Portugal.

A Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) prepara-se para registar os membros do Conselho de Administração da Associação Mutualista Montepio Geral (AMMG), à excepção do presidente desse órgão, Tomás Correia, apurou o Jornal Económico junto de fonte ligada ao processo esta quinta-feira.

Além de Tomás Correia, o regulador liderado por Margarida Corrêa de Aguiar está a avaliar outros 22 gestores da mutualista.
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Contactada, fonte oficial da ASF, não confirmou a informação sobre o ‘chumbo’ a Tomás Correia, referindo que “o processo se encontra em fase final de tramitação.”

A ASF abriu um processo de avaliação de idoneidade, na sequência do processo de contra-ordenação do Banco de Portugal (BdP) contra ex-administradores do Banco Montepio por violações da lei bancária ocorridas entre 2009 e 2014.

O banco central acusou Tomás Correia de ter sido autor “a título doloso” no “incumprimento do dever de implementar e assegurar um sistema de controlo interno adequado e eficaz no âmbito da função de gestão do risco de crédito praticada entre 1 de janeiro de 2009 e 3 de junho de 2014”; por ter sido autor, a título doloso, da violação da lei bancária (RGICSF) por “apreciação e decisão de cinco operações de crédito, concedidas a sociedades de que era igualmente gestor, agindo em conflitos de interesses”; por ter apreciado e aprovado “operações de concessão de crédito, sem que tivessem sido previamente emitidos pareceres favoráveis do órgão de fiscalização”, entre outras infrações.

Tomás Correia foi multado pelo Banco de Portugal (BdP) em 1,25 milhões de euros por irregularidades apontadas enquanto presidente da Caixa Económica (2008-2015). O agora designado Banco Montepio foi também multado em 2,5 milhões.

Outros sete administradores executivos das equipas de Tomás Correia – José Almeida Serra, Álvaro Dâmaso, Eduardo Farinha, Rui Amaral, Paulo Magalhães, Jorge Barros Luís e Pedro Ribeiro – foram também multados em coimas menores. Ao todo, somam 4,8 milhões.

Mas em 9 de setembro, esse processo do BdP, que desencadeou a avaliação da idoneidade pela ASF, sofreu um forte revés. O Tribunal do Comércio de Santarém – Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão (TCRS) – declarou nula em primeira instância a condenação de Tomás Correia presidente da Associação Mutualista Montepio Geral, feita pelo Banco de Portugal bem como a condenação de todos os ex-administradores do Montepio.

O BdP anunciou que ira recorrer da decisão.
Esta quarta-feira, Tomás Correia, disse ao Jornal Económico que não está prevista qualquer renúncia ao cargo na reunião com o conselho geral da Associação Mutualista Montepio Geral, um órgão que por via das mudanças estatutárias deixará de existir.

A resposta veio em seguimento de o jornal online Eco ter noticiado que Tomás Correia convocou um último conselho geral da Associação Mutualista Montepio Geral e que irá apreciar os resultados das empresas do grupo, mas que entre alguns conselheiros existe a expectativa de que o presidente da AMMG poderia anunciar uma renúncia ao cargo, precipitada por um potencial chumbo do regulador em relação ao seu registo.

* Precisa-se gente idónea na banca e seguros mas está difícil.


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III-OH MAR SALGADO

1-o mundo secreto
dos crustáceos



FONTE:   Documentarios BR

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XX-O INFILTRADO
3-NO MUNDO CARIOCA


FONTE:     O Infiltrado

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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Vinte e dois elementos do gang 'Péle'
.condenados por narcotráfico no Porto

À saída tribunal criminal de São João Novo surgiram desacatos por parte de familiares e amigos dos arguidos.

O tribunal criminal de São João Novo, no Porto, decidiu esta quinta-feira o caso de 23 pessoas pronunciadas por alimentarem circuitos de venda de drogas "duras", como cocaína e heroína, nas regiões Norte e Centro. Vinte e dois dos visados foram condenados.

Do total de arguidos, 19 foram condenados a uma pena de prisão efetiva que pode ir de um ano e meio a dez anos de cadeira, um vai pagar uma multa de 400 euros, outros dois ficaram com pena suspensa e um outro foi absolvido. 
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O casal que a acusação e a pronúncia davam como líderes do grupo criminoso teve as penas mais pesadas (10 anos cada), sendo condenados por tráfico de droga agravado.

Aquando da saída dos arguidos do tribunal, surgiram alguns desacatos para com os órgãos de comunicação social. Alguns amigos e familiares dos arguidos tentaram impedir os jornalistas e os repórteres de imagem de trabalharem. A PSP foi acionada de imediato.

A rede "vendia droga a consumidores finais", que se deslocavam ao Bairro do Aleixo, no Porto, para obter a sua dose diária destinada a exclusivo consumo, afirma o Ministério Púbico (MP).

Mas, acrescenta, "também fornecia produtos estupefacientes em quantidades mais elevadas a outros indivíduos que, por sua vez, os destinavam à revenda; uns na cidade do Porto e outros nas mais diversas cidades do Norte e Centro do país".

"Pelé" foi o nome por que ficou conhecido este grupo "devidamente hierarquizado, com os papéis e funções orgânicas bem definidas", que funcionou pelo menos entre 2015 e 2018, sob "supervisão e orientação" de um casal, segundo a acusação e a pronúncia.

Em causa estão, neste julgamento, os crimes de associação criminosa, tráfico de estupefacientes (agravado, no caso do casal alegado líder do grupo), branqueamento e detenção de arma proibida.

Dezanove dos 23 arguidos foram detidos pela PSP do Porto em 19 de abril de 2018, numa operação "de grande envergadura", que se estendeu aos concelhos da Maia e de Vila Nova de Gaia.

Na altura, a polícia apreendeu mais de 120 mil doses de heroína e cocaína, 53 mil euros, sete carros, uma moto, vários 'taser', facas e 30 telemóveis.

O dinheiro e os carros, aos quais foi atribuído o valor comercial global de mais de 86 mil euros, foram declarados perdidos a favor do Estado.

Após a sua detenção, sete dos 23 arguidos foram colocados em prisão domiciliária, sob vigilância eletrónica. 

* O traficante de droga mata à distância, devia ser condenado por tentativa de homicídio premeditado, 10 anos de prisão são férias tranquilas.

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Ana Bacalhau

A Bacalhau


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HOJE NO 
"OBSERVADOR"
Helena Roseta renuncia aos cargos na autarquia de Lisboa. "Vou mudar de vida"

A arquiteta, de 71 anos, avançou a sua saída da Associação Municipal de Lisboa num jantar do movimento Cidadãos Por Lisboa, que lançou há 12 anos. "Vou mudar de vida", disse.

A presidente da Assembleia Municipal de Lisboa (AML), Helena Roseta, anunciou esta quinta-feira que vai abandonar no final do mês aquele órgão autárquico. “Vou mudar de vida. Vou fazer 72 anos, acho uma boa idade para mudar de vida”, afirmou Helena Roseta.
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A arquiteta, de 71 anos, avançou a sua saída da AML num jantar do movimento Cidadãos Por Lisboa, que lançou há 12 anos. “Não sei quantos anos mais vou viver e, portanto, agora têm de ser vividos com muita intensidade estes que me restam”, acrescentou.
“Preciso de tempo para fazer as coisas que quero fazer ainda na vida e na política e isso exige que tome estas decisões”, disse, notando que aproveitará a saída para colaborar com equipas de investigação na área da habitação.

Helena Roseta destacou também que vai se reformar dos cargos políticos, mas não da vida nem da política, e aproveitou o momento para deixar críticas à Câmara de Lisboa, nomeadamente em relação aos processos de participação e em matéria de urbanismo. Questionada sobre o sucessor ao cargo de presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, que ocupa desde 2013, Helena Roseta garantiu que ainda não está definido.

Helena Roseta saiu do PS, partido que integrava desde 1987, para lançar o movimento Cidadãos Por Lisboa, nas eleições intercalares da autarquia, em 2007. Nesse ano, o Cidadãos por Lisboa elegeu dois vereadores, entre os quais Helena Roseta, que foi novamente eleita em 2009, ano em que o movimento celebrou um acordo com o PS que foi decisivo para a maioria absoluta dos socialistas na câmara lisboeta.

A autarca dirigiu o primeiro programa local de habitação do país, aprovado em 2010 pela Assembleia Municipal de Lisboa, e foi responsável pelo pelouro da Habitação entre 2009 e 2013.
Em 2011, lançou também o programa BIP/ZIP – Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária, distinguido em 2013 com um prémio de boas práticas de participação cidadã pelo Observatório Internacional de Democracia.

Em 2013, o movimento Cidadãos Por Lisboa voltou a renovar o acordo com o PS e Helena Roseta foi eleita presidente da Assembleia Municipal de Lisboa e deputada nas eleições autárquicas de 2013 e de 2017. Helena Roseta desenvolveu também trabalho em matéria de habitação no parlamento.

Eleita deputada à Assembleia da República nas eleições de 2015, como independente nas listas do PS, Helena Roseta propôs no parlamento, em 2016, a criação do grupo de trabalho da Habitação, Reabilitação Urbana e Políticas de Cidade, tendo sido coordenadora do mesmo até 2018. Nesse ano apresentou, com o apoio do grupo parlamentar do PS, o primeiro projeto de lei de bases da habitação em Portugal, em vigor desde 01 de outubro.

Demitiu-se da coordenação do grupo de trabalho em novembro do ano passado por discordância política com o PS na condução dos trabalhos do pacote legislativo da habitação e deixou de constar nas listas do PS para as legislativas do passado dia 06 de outubro por opção própria.

Nos anos 60 foi dirigente estudantil e em 1973 foi detida pela PIDE numa altura em que era secretária-geral do antigo Sindicato Nacional dos Arquitetos e apresentou uma tese com o tema da habitação. Em 1975 foi eleita deputada constituinte para o parlamento, tendo também integrado as listas do PSD até 1982 e, a partir de 1987, as listas do PS. Helena Roseta foi também presidente da Ordem dos Arquitetos entre 2001 e 2007.

* Uma decisão que se respeita mas má notícia para Lisboa e para o país. Helena Roseta é uma grande senhora, política coerente, vanguardista que sempre esteve ao lado dos mais desfavorecidos o que lhe granjeou muitas inimizades.
Desejamos que não deixe de intervir politicamente.

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ĆŘƗΜ€Ş ΜƗŁƗØŇÁŘƗØŞ
3.3-ƒ¡łнσร dค cσЪ¡çค



FONTE: tbrsete
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SOP-Sindrome dos
ovários policísticos 2



 FONTE: Saúde da Mulher com Dra Laura Lucia
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SUPREMA HIPOCRISIA
(leia-se pulhice)
Trump escreveu carta a Erdogan



FONTE: euronews

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Para cozer os miolos/129


SALVADOR DALÍ
(ESTÁ VIVO)


* Obrigado MB por esta maravilha

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ΣM FΣVΣЯΣIЯO ÐΣ 2019



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