quinta-feira, 27 de abril de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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NO WAY

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Segurança Social recusou reforma 
por invalidez a tetraplégico

A questão só foi resolvida depois da intervenção do Provedor de Justiça. Que apesar de ter considerado que se trataria de um "erro grave" reconhece que há margem para alguma "discricionariedade técnica".

Há apoios em atraso, subsídios mal calculados, direitos por assegurar. Mas de todos os casos relacionados com a Segurança Social que chegaram no ano passado ao conhecimento do Provedor de Justiça, José de Faria Costa, há um que é referido por ter motivado uma intervenção "singular".
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ESTE NÃO TEM DIREITO A REFORMA, TEM BOM CORPINHO PARA TRABALHAR!
"Em causa estava o não reconhecimento da incapacidade permanente para o trabalho de um doente tetraplégico por parte do Serviço de Verificação de Incapacidades do Instituto da Segurança Social (ISS)", refere o relatório de actividades do Provedor de Justiça, relativo a 2016.


"Perante a evidência de se tratar de um caso de erro grave ou manifesto da peritagem médica dos serviços do ISS e, não obstante, se estar perante uma questão de discricionariedade técnica, a intervenção do Provedor de Justiça permitiu esclarecer e resolver a questão do reconhecimento da situação de invalidez do queixoso", descreve o documento.

O Negócios questionou a Segurança Social sobre este caso em concreto, ao início desta tarde, e aguarda resposta.

Para que serve o Serviço de Verificação?
O Serviço de Verificação de Incapacidade Permanente é uma peritagem médica que avalia se a pessoa está ou não apta para o trabalho, ou seja, se tem ou não uma doença ou deficiência.

Para que a pessoa receba a pensão de invalidez ou outros subsídios é necessário que a situação de incapacidade ou deficiência seja confirmada por esta comissão.

Quando o beneficiário não concorda com a decisão pode pedir a reavaliação do seu caso à chamada Comissão de Recurso, que é composta por três peritos diferentes: dois designados pelo ISS e o terceiro escolhido pelo interessado (a não ser que prove estar em situação de insuficiência económica).

As informações sobre as regras que regem o processo de verificação de incapacidades podem ser consultadas no guia prático da Segurança Social


De acordo com os dados oficiais, há 237 mil pessoas que recebem uma pensão por invalidez.

Quase 1.500 processos e respostas mais céleres
No ano passado, o Provedor de Justiça recebeu queixas que motivaram a abertura de 1.496 processos relativos a direitos sociais, numa quebra de 9% face ao ano anterior. Em causa estão diversas matérias relacionadas com a Segurança Social, que correspondem a mais de um quinto (22%) dos procedimentos abertos.

No relatório, o Provedor reconhece que de uma forma geral "a actuação do novo Conselho Directivo" do Instituto da Segurança Social em funções desde o final de Junho, "veio imprimir maior celeridade nas respostas às interpelações do Provedor".

O Provedor de Justiça questiona uma série de situações, mas o relatório também lembra que várias das questões levantadas foram resolvidas pelo Governo. 

Foi o caso do fim das apresentações quinzenais dos desempregados.

Parcialmente acatada foi a recomendação que entre outras medidas pedia a aprovação da norma que não permitirá que os cortes de 10% deixem o subsídio de desemprego abaixo de um indexante de apoios sociais (IAS), no valor de 421,32 euros.

Inicialmente, o Governo prometeu garantir este valor mínimo em 2018, mas na sequência de uma discussão mais abrangente na Assembleia da República acabou por antecipar este objectivo para os próximos meses.


* Achamos que os peritos envolvidos neste brilhante caso só deverão conceder reformas por invalidez a cidadãos já cadáveres e nem a todos, mas com a certidão de óbito entre os dentes .

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LIII- O UNIVERSO

2- Tempestade Magnética

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO 
"DESTAK"

Nova aplicação ajuda diabéticos 
a prever efeito de refeições nos 
seus níveis de açucar

Uma nova aplicação informática é capaz de dizer aos diabéticos que impacto é que cada refeição pode ter nos níveis de açúcar do sangue antes de comerem. 
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Cientistas do centro universitário norte-americano de medicina de Columbia desenvolveram um algoritmo, que pode ser personalizado para dizer a cada pessoa qual o impacto que determinado alimento tem nos seus níveis sanguíneos de açúcar e que foi associado à aplicação 'Glucoracle'.

"Embora saibamos o efeito genérico de diferentes alimentos na glucose sanguínea, os efeitos em pormenor podem variar muito de pessoa para pessoa e ao longo do tempo", afirmou o principal investigador, David Albers. 

* Viva a Ciência que não acredita em aparições.

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VI- Cidades

e soluções

1-BAÍA DE GUANABARA, 
CAUSAS DA POLUIÇÃO

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FONTE: GLOBONEWS

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HOJE  NO 
"i"

Avião que aterrou na Ilha Terceira expulsou doente oncológico

Uma outra passageira, que terá tentado ajudar o homem, também acabou expulsa.

O voo da British Airways que divergiu para o aeroporto da Ilha Terceira, nos Açores, devido a uma discussão entre um casal e a tripulação, terá expulso um doente oncológico e uma mulher.
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O homem, que sofre de cancro e diabetes, ter-se-á sentido mal e reparou que tinha uma perna a inchar durante o voo de Londres com rumo à Jamaica onde ia visitar a família.

O homem tentou mudar-se para a classe executiva para estar mais à vontade, mas a tripulação acabou por impedir o homem, obrigando-o a ficar no seu lugar.

"Amarraram-me pelos pés e pelas mãos e levaram-me de volta ao lugar original",  disse Kwame, que acabou, mais tarde por ser expulso do avião

Perante este cenário, uma mulher que estava a defender Kwame Bantu, acabou de igual forma por ser expulsa.

"Ninguém me quis ajudar. Não quiseram ouvir nada sobre a minha condição médica e sobre o que estava a passar. Fui tratado como um escravo", disse Kwame, de acordo com o Daily Mail.

* Fácil de perceber que a história está mal contada, resta saber porque as autoridades portuguesas aceitaram a expulsão dos passageiros.

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LUÍS AGUIAR-CONRARIA

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A dança da chuva

Deus, no futebol, só José Mourinho, como se verá para o ano, quando o Manchester United voltar ao que tem sido a sua performance média dos últimos 30 anos e ganhar o campeonato inglês.

Entre os nativos norte-americanos a dança da chuva era uma prática muito comum. E, de facto, parece haver dados que comprovam a sua eficácia. Este ritual não está esquecido. Por exemplo, durante a última grande seca que houve na Califórnia, que começou em 2011, houve várias notícias com rituais herdados das danças da chuva nos nativos. A leitora pode duvidar da eficácia destas danças, mas a verdade é que em 4 de Abril deste ano a seca acabou. Não são só os índios que têm destas coisas. O Governador do Texas, Rick Perry, em 2011, decretou três dias de oração para pedir chuva aos deuses. Amigos disseram-me que resultou. Esta técnica para fazer chover é bastante comum. Por exemplo, o Governador da Georgia, Sonny Perdue, em 2007, já a tinha usado, apelando aos seus constituintes que rezassem por chuva. E o resultado foi tão bom que, em 2017, Donald Trump, com o acordo maioritário do Senado, nomeou Sonny Perdue para a pasta da Agricultura.

Não conheço os dados, mas não tenho dúvidas de que a pluviosidade média no mês a seguir às diversas danças da chuva é maior do que a do mês anterior. Isso acontece por uma razão muito simples e a que os estatísticos gostam de chamar reversão para a média. Tentando explicar de forma simplificada, à medida que o tempo passa o valor de uma variável tenderá a voltar ao seu valor médio. Os desvios podem ser mais ou menos persistentes, naturalmente, mas a tendência é que se reverta para o valor médio. Como as pessoas só vão dançar a dança da chuva para a rua se estiverem muito desesperadas, ou como um Governador só se lembrará de decretar três dias de oração pela chuva ao fim de uns meses anormais de seca, a reversão para média diz-nos que é provável que a chuva acabe por vir. Como a mente humana é fantástica a descobrir relações de causa-efeito onde elas não existem, não admira que muitas pessoas acreditem no sucesso destas políticas meteorológicas.

Algo de muito semelhante acontece com as chicotadas psicológicas no futebol. Já todos nos habituámos, pelo que nem estranhamos quando acontece, a ver os treinadores serem despedidos depois de uma sequência de maus resultados ou ao fim de um ano abaixo das expectativas. E, na verdade, muitas vezes os resultados da equipa melhoram com o novo treinador. No entanto, um estudo atento dos dados desmente este efeito benéfico das chicotadas psicológicas.

Para estimar o efeito da chicotada psicológica, é imprescindível estimar o que seriam os resultados caso o treinador não tivesse sido chicoteado. Tal como no caso da chuva, é necessário tentar perceber o que aconteceria se não tivesse havido dança ou outros rituais religiosos. Neste último caso, pode-se olhar para a meteorologia de Estados vizinhos onde não tenha havido orações. Se a chuva tiver voltado quer a um Estado quer ao outro, então é razoável afirmar que as orações pouco contribuíram para o desejado resultado. No caso do desporto de competição, é um pouco mais complicado, mas, ainda assim, é possível e já vários economistas (e até sociólogos e cientistas políticos) se debruçaram sobre o assunto.

Sandra Maximiano, professora de Economia na Purdue University, estudou o campeonato português entre 1999 e 2005. Para estimar o impacto de despedir um treinador nos resultados da equipa definiu dois grupos de equipas. No primeiro grupo, juntou as que despediram os treinadores a meio da época. No segundo, juntou as equipas que tinham tido resultados similares às do primeiro grupo — ou seja, maus resultados —, mas que não tinham despedido o técnico. Fez mais algum trabalho estatístico para isolar o efeito de outros factores importantes — como, por exemplo, a valia dos adversários — e pôde assim comparar a performance das equipas que depois de uma série de maus resultados despediram o treinador com a das equipas que depois de uma série de maus resultados decidiram mantê-lo. E as conclusões a que chegou foram claras. Passo a citar: “em média, as equipas melhoram com o novo treinador — ganham mais jogos, marcam mais golos e sofrem menos. No entanto, todos estes efeitos positivos desaparecem quando se compara com as equipas que não despediram os treinadores, mas que tinham uma performance anterior similar”. Ou seja, a melhoria dos resultados observados não resulta de uma relação causa-efeito com a chicotada, mas sim da típica reversão para a média.

Não se pense que são os presidentes dos clubes portugueses que são incompetentes. Vários estudos feitos para outros países, bem como para outros desportos e usando outras técnicas estatísticas, chegaram às mesmas conclusões. Por exemplo, Jan C. van Ours e Martin A. van Tuijly, professores na Universidade de Tilburg, estudaram 14 temporadas do campeonato holandês. Para estimar se uma equipa estava a ter um desempenho acima ou abaixo do esperado, recorreram a dados de casas das apostas no início de cada temporada. Depois, focaram a sua análise nas equipas que estavam com resultados abaixo do esperado, comparando a performance das que despediram os treinadores com a das que não fizeram estalar o chicote. O estudo foi publicado no ano passado e a conclusão foi a mesma: “substituir o treinador principal não melhora a performance da equipa”.

Os estudos anteriores avaliaram a performance da equipa no ano em que houve a troca de treinador. Há, no entanto, quem defenda que a mudança de treinador é importante, não só para a época em curso, mas principalmente para preparar as épocas seguintes. Sobre estes efeitos de longo prazo, há menos trabalho científico feito, mas, ainda assim, existe e é de boa qualidade. Os cientistas políticos Scott Adler, Michael JBerry e David Doherty (professores nas Universidades do Colorado e de Loyola-Chicago) estudaram os campeonatos de futebol americano entre as universidades americanas. O trabalho foi publicado na revista Social Science Quaterly, em 2013. Novamente, as conclusões são pouco animadoras para quem gosta da dança dos treinadores. Equipas com performances mesmo más continuam igualmente más quando trocam de treinador. Já equipas que não são tão más, quando trocam de treinador, vêem os seus resultados piorar nos anos seguintes.

Se ao facto de as performances não melhorarem com novos treinadores acrescentarmos os custos financeiros de despedir o antigo treinador, podemos facilmente concluir que, em regra, a dança dos treinadores é um péssimo acto de gestão. E, na verdade, se olharmos para a equipa de futebol portuguesa mais bem sucedida dos últimos anos, o SLBenfica, muitos dirão que os dois ou três actos de gestão mais importantes do actual presidente foram o de não despedir Jorge Jesus, quando (quase) todos os comentadores e adeptos isso exigiam, e o de não despedir Rui Vitória no ano passado, quando estava a sete pontos do SportingCP.

Nos últimos 24 anos, o Sporting ganhou dois campeonatos (mais um do que o Boavista no mesmo período). Antes do actual, treinadores tão bons como Leonardo Jardim ou Marco Silva levaram o Sporting ao 2º e ao 3º lugar, tal como Jorge Jesus. Também a performance do Porto está dentro da média dos últimos dez anos, disputando a vitória no campeonato até ao fim. O mesmo se pode dizer do SLBenfica que, nos últimos anos, tem disputado os campeonatos até ao fim, ganhando cerca de metade das vezes.

Nesta altura, ainda não é evidente quem vai ganhar o campeonato de futebol de 2016/2017, mas é mais ou menos óbvio que as três principais equipas estão a fazer um campeonato que está de acordo com os anos anteriores. Mesmo que o Benfica não venha a ser campeão, não haverá motivos para despedir Rui Vitória. Da mesma forma, ainda que o FCPorto fique em segundo lugar e o Sporting fique em terceiro, despedir Nuno Espírito Santo ou Jorge Jesus será, muito provavelmente, um erro com custos financeiros que não trará benefícios desportivos. Já o SCBraga está a fazer um campeonato inferior, demonstrando, mais uma vez, que estar sempre a mudar de treinador é má política. Pode ser que o seu presidente e os seus adeptos aprendam desta vez.

Nas redes sociais e na televisão, vejo muitos adeptos e comentadores a pedir as cabeças dos treinadores do segundo e do terceiro qualificado, mas nem Jesus nem Espírito Santo são deuses, pelo que exigir mais seria irrealista. Deus, no futebol, só José Mourinho, como se verá para o ano, quando o Manchester United voltar ao que tem sido a sua performance média dos últimos 30 anos e ganhar o campeonato inglês.

IN "OBSERVADOR"
26/04/17

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1213.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE  NO
"A BOLA"
Carla Couto reconhecida por Lisboa

Carla Couto foi, esta quinta-feira, distinguida pela autarquia de Lisboa, com a medalha de mérito desportivo em honra dos 24 anos de serviço ao Desporto.

«É com grande orgulho que recebo esta distinção. Foram 24 anos dedicados ao desporto e à causa futebolística», admitiu.

O Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, descreveu Carla Couto como «uma atleta de excelência», admitindo ainda que contará com a atleta para desenvolver o Desporto no concelho. 
 
* Justa a distinção.

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PORQUE NÃO PRECISAMOS
DE MÉDICOS....

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FONTE: Eixo do Mal de 22/04/2017


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8 - ARMAS ESTRANHAS
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ÚLTIMO EPISÓDIO

FONTE: CANAL HISTÓRIA

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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HOJE NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"

Emigrantes criticam
 ensino de português no estrangeiro

Os conselheiros das comunidades portuguesas criticaram a política de ensino de língua portuguesa no estrangeiro, que consideraram dirigir-se mais às comunidades lusófonas que aos emigrantes portugueses e lusodescendentes.
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A atual política de ensino do português no estrangeiro “realça a importância da língua e da cultura portuguesa, mas mais vocacionada para as comunidades de países de língua oficial portuguesa e não necessariamente para as comunidades portuguesas”, considerou hoje Flávio Martins, presidente do conselho permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP), que se reúne até sexta-feira na Assembleia da República, em Lisboa.

“Apesar de nós entendermos a importância estratégica para a afirmação de Portugal a nível internacional, não há nenhuma linha a respeito do ensino da língua portuguesa nas comunidades”, disse o representante, comentando a política do executivo para as comunidades.
Numa audição com deputados do PS, PSD e PCP da comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, o conselheiro Amadeu Batel (Europa) criticou o ensino de português no estrangeiro (EPE), defendendo que deve ser visto como “primeira língua” e não como “língua estrangeira”.
“O programa do Governo quer associar a isto a uma questão de identidade lusófona. Não vamos por aí. Continua-se a seguir uma política que é, a nosso ver, antipatriótica”, sustentou.

O deputado socialista Paulo Pisco afirmou que o português deixou de ser vista como uma “língua da emigração” e hoje é considerado “uma língua global”, falada por 261 milhões de pessoas.

A deputada comunista Carla Cruz reiterou a oposição do PCP à propina introduzida pelo anterior executivo (PSD/CDS-PP) no ensino do português, enquanto o deputado do PS repetiu a posição do Governo socialista de que esta será suprimida quando houver condições financeiras para tal.

Por outro lado, os conselheiros alertaram para a falta de pessoal nos consulados e pediram um reforço dos meios. Flávio Martins deu o exemplo do consulado de Montevideu (Uruguai), que esteve fechado durante 20 dias em março porque a única funcionária foi de férias.

Sobre esta matéria, Carla Cruz lamentou os cortes que levaram à saída de cerca de 350 trabalhadores dos postos consulares, e Paulo Pisco reconheceu que há “carências gritantes” que o Governo tem procurado repor, mas “não ao ritmo” que o socialista gostaria.

Já o deputado do PSD José Cesário, anterior secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, alertou que “a rede foi amputada de cerca de 180 funcionários desde que este Governo [liderado por António Costa] tomou posse”.

O presidente do conselho permanente do CCP aplaudiu os avanços na regulamentação da lei da nacionalidade, que permite a atribuição da cidadania portuguesa aos netos de emigrantes, e que deverá ser publicada em Diário da República em breve.

“Eu não respondo mais quando me perguntam qual é o interesse dos netos em serem portugueses, porque é uma desconsideração. Há lusodescendentes com um amor fantástico por Portugal. Porque não alargar a cidadania a todos?”, questionou.

Os conselheiros também se congratularam com a possibilidade de recenseamento automático dos portugueses residentes no estrangeiro, evitando deslocações longas aos postos consulares.

Esta última medida, sublinhou Paulo Pisco, é “quase revolucionária”, porque vai permitir passar dos atuais 300 mil inscritos no recenseamento eleitoral para 1,2 milhões de eleitores, que pode traduzir-se num aumento da participação nas eleições dos portugueses lá fora, onde a abstenção é muito elevada.

A alteração também significará um “esforço financeiro considerável”: atualmente, nas eleições legislativas, em que os emigrantes votam por correio, gastam-se 800 mil euros e a estimativa é que os custos passarão a mais de três milhões de euros.

Cesário anunciou que o PSD vai propor a possibilidade de voto misto, com os emigrantes a poderem optar entre voto por correio ou presencial, o que mereceu o acordo do CCP.

Os conselheiros também concordaram com propostas do executivo socialista de reformular algumas jurisdições consulares e a possibilidade de o cartão do cidadão poder ser emitido em mais postos, nomeadamente em consulados honorários.

A ampliação do prazo de validade do cartão do cidadão de cinco para dez anos, outra medida prevista pelo executivo, “é fundamental”, sublinhou Flávio Martins.

* A língua portuguesa é uma boa língua, desde que não calunie.


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Aurea

When I Was Your Man

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Provas Cegas - The Voice Portugal
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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

 Chefe da PJ 
vende-se a traficante que caçou 

Dias Santos gabava-se da forma como tinha perseguido e apanhado Franquelim Lobo, mas acabou a trabalhar para ele.

Por duas vezes conseguiu deter e trazer para Portugal Franquelim Pereira Lobo, barão da droga que a PJ considerava o maior traficante português. Dias Santos, coordenador no combate ao tráfico, contava até, empolgado, como surpreendeu Lobo no Sul de Espanha, em 2004, depois de este ter fugido a inspetores da PJ saltando da janela de um hotel. Ou como, com o traficante libertado, o seguiu por vários países de África até o apanhar numa pequena cidade brasileira, em 2005. 

Mas desde que se reformou, Dias Santos passou para o outro lado da barricada, segundo a acusação do Ministério Público, assente na investigação da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ. 
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O coordenador passou a colaborar com a rede de tráfico de droga de Franquelim Lobo, em fuga há vários anos e que a PJ não conseguiu agora deter na operação Aquiles - que apanhou Dias Santos e o inspetor-chefe Ricardo Macedo, através de quem o coordenador recolhia informações para passar a um amigo e vizinho, que as transmitia a Lobo. 

O Ministério Público descreve vários encontros de Dias Santos com traficantes. E contactos através de telemóveis que eram constantemente trocados. Tinha as alcunhas de D, DS ou o Dias, além de La Maquina. Sempre para dar proteção e informação à rede de traficantes. De acordo com a acusação, a linguagem usada era sempre codificada. 

A droga era "azeite", "queijo", "carro madrepérola" ou "tinta castanha metalizada". Dias Santos mantinha sempre cautelas para não ser apanhado nas escutas. Franquelim Lobo, por exemplo, era chamado de "enfermeiro". Os traficantes passavam entre eles as informações transmitidas por Dias Santos e Ricardo Macedo, entre elas os dias das operações policiais. 

Terças, quartas e quintas-feiras eram dias de "levantar cedo" porque as grandes operações "de calibre" ocorriam nesses dias. 

* Triste história e miserável.

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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"

Quem é Brigitte Trogneux, a “barbie com
.menopausa” que é a possível futura
.primeira-dama francesa?

É casada com Emmanuel Macron. Conheceram-se na escola secundária. Ela era a professora, ele o aluno. 24 anos os separam. Chama-se Brigitte Trogneux e poderá ser a próxima primeira-dama de França.

Com Emmanuel Macron a concorrer contra uma mulher na segunda volta das eleições francesas, a próxima primeira-dama só pode ser uma: Brigitte Trogneux.

Há três anos que França não tem uma primeira-dama. Valérie Trierweiler foi a última. Apesar de não ter casado com François Hollande, foi declarada primeira-dama por estar em união de facto com o presidente. Havia quem lhe chamasse apenas “primeira-namorada”, como alguns jornais americanos. Terminaram o relacionamento em 2014 e, desde então, os franceses nunca mais tiveram nenhuma. Agora, a nova futura primeira-dama de França, se Macron ganhar as eleições, chamar-se-á Brigitte Trogneux e diferencia-se das suas antecessoras. Por diversas razões.
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VIVA O AMOR
Têm 24 anos de diferença. Brigitte e Emmanuel casaram em 2007 quando ela tinha 54 anos e a ele lhe faltavam dois meses para completar 29. No dia do casamento, foi o próprio Macron a reconhecer que são “algo não muito comum, um casal não muito normal” mas “um casal que existe”. O recém-casado dirigia um discurso a todos os presentes e, em especial, aos filhos da sua mulher que “foram testemunhas, nos últimos treze anos”, do que os dois viveram.

De facto, o romance entre os dois começou muitos anos antes. Não se sabe bem quantos. “Ninguém alguma vez saberá em que momento a nossa história se transformou numa história de amor. Isso pertence-nos. É o nosso segredo.”, contou Brigitte Trogneux no livro “Emmanuel Macron: a perfect young man” (“Emmanuel Macron: um jovem perfeito”, em português), da jornalista francesa Anne Fulda, citado na Reuters.

De professora e mãe do amigo a esposa
Brigitte Trogneux terá conhecido Emmanuel Macron quando lhe dava aulas numa escola secundária em Amiens, no norte de França. Ela era professora de literatura francesa e latim mas dava aulas de teatro. Era casada e mãe de três filhos, um deles amigo de Macron. Com 15 anos, Emmanuel terá proposto à professora escreverem uma peça em conjunto. “Escrever fez com que estivéssemos juntos todas as sextas-feiras e isso criou uma proximidade incrível”, revelou Brigitte numa entrevista à Paris Match, citada pelo The New York Times.

Essa proximidade foi razão pela qual os dois foram afastados e Brigitte esteve prestes a ser acusada de assédio sexual de menores pelos pais de Macron, que entretanto o obrigaram a acabar o ensino secundário no Lycée Henri-IV, em Paris, para onde a professora se viria a mudar pouco tempo depois. Mas antes de deixar a escola, Macron terá feito uma promessa a Brigitte: “Não te vais livrar de mim. Vou voltar e vou casar contigo”, contou a mesma fonte.

Na altura, Brigitte era casada com o banqueiro André Louis Auzière, mas acabou por se divorciar para ficar com Macron. Dos três filhos que resultaram do casamento com Auzière, nenhum deles se opôs à relação com Emmanuel Macron. “Pouco a pouco, ele venceu a minha resistência”, contou Brigitte ao The New York Times. Apesar de recear que Macron abdicasse dos seus anos de juventude para ficar com ela, Brigitte ficou sem razões. “Disse a mim própria: vou falhar na minha vida se não fizer isto”, revelou à mesma fonte. Por isso, fez.

“A família já tinha macarons e ganhou um Macron”, é um trocadilho que se começou a ouvir desde então. A verdade é que Brigitte Trogneux vem de uma família conhecida na região de Amiens por fabricarem chocolates e “Macarons d’Amiens”, uma especialidade francesa feita a partir de uma pasta com ovos, mel e amêndoas, premiada em 1992, durante a Exposição Internacional de Confeitaria.

No ano a seguir ao seu casamento, a já Brigitte Macron deixou de dar aulas para estar ao lado do marido na sua vida política, apoiando e aconselhando Emmanuel. A última das ocasiões foi quando o candidato venceu a primeira volta das eleições presidenciais francesas e aproveitou o momento para homenagear Brigitte: “Sempre presente e agora ainda mais. Sem ela, eu não seria quem sou”, disse o candidato independente apontado pelas sondagens como favorito para a segunda volta de 7 de maio.

A relação entre ambos não passou despercebida aos eleitores. Mas também não foi julgada. A verdade é que os franceses estão habituados a presidentes com relações conjugais e extraconjugais que prezam pela extravagância. França já teve presidentes com grandes diferenças de idade das mulheres (Sarkozy/Bruni), mas nunca algum foi mais novo que a primeira-dama. Brigitte e Emmanuel inverteram os papéis. “Ninguém acharia isto incomum se a diferença de idade fosse revertida. As pessoas acham difícil aceitar algo que é sincero e único”, disse Macron no livro de Anne Fulda, citado na Reuters.

Não só as pessoas, mas os media. A primeira aparição pública do casal aconteceu em 2015, num jantar com o Rei Filipe de Espanha. Embora discreta, a relação de Brigitte e Emmanuel tornou-se a partir desse momento um alvo da imprensa por todo o mundo. Algumas publicações questionaram-se como podiam levar a sério um “menino da mamã” com uma mulher 24 anos mais velha. No final do ano passado, os media espalharam mesmo o rumor de que Macron era gay e que Brigitte servia de esconder a sua homossexualidade.

Barbie com menopausa mas com estilo 
Foi apelidada de “barbie com menopausa” por um humorista de radio, citado pelo The New York Times, expressão entretanto adotada noutros jornais. Por outro lado, vários meios de comunicação cada vez mais a encaram como um ícone de moda. Loira e de olhos azuis, Brigitte é muitas vezes comparada com Jane Fonda. É mãe de três filhos e avó de sete netos. Os 64 anos poucas marcas deixaram. Brigitte é dona de um corpo esbelto e bronzeado e de um estilo único, já elogiado pela imprensa francesa.

Quando o seu marido se tornou ministro da Economia de François Hollande, aumentaram as aparições públicas de Brigitte. Depois desse momento, a mulher de Macron recebeu conselhos do vice-presidente da Louis Vuitton, marca de roupa da qual se veste usualmente. Senta-se muitas vezes na primeira fila de desfiles de moda quer da Louis Vuitton quer da Christian Dior.

Representa o significado do estilo parisiense: sofisticada, por vezes clássica, confiante, simples sem ser simplista. Fã de vestidos e calças skinny. Conjuga muitas vezes os seus looks com acessórios de luxo. Brigitte não tem medo de mostrar o corpo e fá-lo de forma elegante. Opta muitas vezes por cores escuras mas não deixa de lado um tom mais claro. Não passa despercebida, nem que seja pelas marcas de luxo que muitas vezes usa.

Há várias décadas de mão dada com Emmanuel Macron, Brigitte está a um passo de dar as mãos ao Presidente de França e de poder vir a tornar-se o próximo ícone de moda da política francesa. Depois de ver esta amostra de estilo, a imprensa de todo o mundo anseia pelo que está para vir.

* Porque uma bonita história de amor há-de ser alvo de sarcasmo? Por sórdida frustração.

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CHINA


57 andares em 19 dias

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HOJE NO   
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"


Deputados do PS divididos sobre
.tolerância de ponto para ver Papa

Tema está a criar divisão no seio do partido e o debate chegou às redes sociais

A tolerância de ponto para a função pública na visita do papa, a 12 de maio, está a dividir deputados do PS, uns contra, como Ascenso Simões, ou a favor, como João Soares.
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O deputado Ascenso Simões afirmou à Lusa que a tolerância "não faz qualquer sentido", dado que no dia 12 de maio, sexta-feira, "só há procissão das velas à noite e as comemorações são a um sábado".
"Abençoada tolerância para um papa tolerante", foi a resposta, curta, do deputado socialista João Soares à Lusa.

Nas redes sociais, as posições sucedem-se e são também bem diferentes.

Na sua conta do Facebook, Porfírio Silva, deputado e membro da comissão permanente da direção de António Costa, desdramatizou os planos do executivo de conceder tolerância de ponto, afirmando tratar-se de "uma medida prática e que tem em conta a realidade concreta do que vai acontecer na ocasião".

"Cansa um excesso de vigilância ideológica sobre tudo e mais alguma coisa, como se fosse precisa tanta rigidez (a criticar a tolerância de ponto) para continuarmos a ser socialistas, republicanos e laicos", acrescentou o deputado socialista.

E Isabel Moreira, eleita como independente nas listas do PS, também escreve no Facebook: "É perante decisões como a do Governo de conceder tolerância de ponto aquando da ida do papa a Fátima que sabemos da imaturidade do Regime. Muito por que lutar."

Questionado pela Lusa, o líder parlamentar e presidente do PS, Carlos César, disse concordar com a decisão do Governo, afirmando não considerar excessivo decretar a tolerância de ponto na função pública.

O Governo vai conceder tolerância de ponto nos serviços públicos a 12 de maio, dia em que o papa Francisco chega a Portugal para o centenário das "Aparições" de Fátima, disse hoje à Lusa fonte do executivo.

A mesma fonte adiantou à agência Lusa que a tolerância de ponto será dentro em breve anunciada formalmente pelo Governo.

O papa Francisco visita Fátima a 12 e 13 de maio para canonizar os dois pastorinhos Jacinta e Francisco no centenário das "aparições" na Cova da Iria, em 1917.

Francisco tem também encontros agendados com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e com o primeiro-ministro, António Costa.

* O problema da tolerância de ponto é uma falsa questão. Gostávamos de ver os mesmos deputados do PS a manifestarem-se contra a  "concordata" ou contra a recepção folclórica do chefe de Estado de uma clara ditadura, o Vaticano.

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HOJE NO 
"RECORD"

Bouchard critica regresso de Sharapova: 
«É uma batoteira»

Sem paninhos quentes nem papas na língua, a tenista canadiana Eugenie Bouchard arrasou a russa Maria Shaparova, que na quinta-feira regressou à competição, após ter estado suspensa 15 meses por doping.
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SEM BATOTA
"É uma batoteira e penso que um batoteiro, seja em que desporto for, não deve voltar a praticar esse desporto. É injusto para todos os outros jogadores que fazem as coisas de forma correta e que são verdadeiros. Creio que assim o WTA está a enviar a mensagem errada aos mais novos: 'podes fazer batota e serás recebido de braços abertos'", afirmou Bouchard à TRT World.

Sharapova voltou a competir, na quinta-feira, tendo vencido a italiana Roberta Vinci, por 7-5 e 6-2, na primeira ronda do WTA Premier de Estugarda.

* Também não somos pela batota. Também não gostamos de vigaristas e em Portugal passeiam-se vaporosos pelas ruas.

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