04/11/2019

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

.

.


120-SUBTILEZAS

A tríade sombria
da personalidade



RESUMO ANIMADO


FONTE:   Minutos Psíquicos
..

.
5-𝑳'𝑰𝑵𝑪𝑶𝑹𝑶𝑵𝑨𝒁𝑰𝑶𝑵𝑬 𝑫𝑰 𝑷𝑶𝑷𝑷𝑬𝑨 
Cʟᴀᴜᴅɪᴏ Mᴏɴᴛᴇᴠᴇʀᴅɪ


INTÉRPRETES
Davide Pozzi-Cembalo e Leitung 
Giuseppina Bridelli-Nerone 
Emanuela Galli-Poppea 
Xenia Mejer-Ottavia 
Filippo Mineccia-Ottone 
Salvo Vitale-Seneca 
Luca Dordolo-Lucano 
Alberto Allegrezza-Arnalta 
Alessio Tosi-Nutrice 
Vittoria Giacobazzi Virtù-Damigella 
Lucia Cortese-Amore e Valletto 
Riccardo Pisani-Soldato e Liberto 
Silvia Rosati-Fortuna e Drusilla 
Sophia Patsi-Cori 
Massimo Altieri-Soldato coro familiari 
Davide Benetti-Mercurio e Littore 


SINOPSE
L'Incoronazione di Poppea, de Monteverdi, trata de um caso de amor para além de todas as regras morais e sociais: o imperador Nero, um fraco, viola a esposa para elogiar a amante calculista, Poppea Empress; a imperatriz traída incita o marido traído de Poppea a assassinar a mulher infiel.

Esta ópera não é sobre amor, mas sobre ambição, gratificação submissa, falta de escrúpulos. 

Com um cinismo incomparável na história da ópera, o libretista Francesco Busenello repudiou todos os personagens. E assim a conclusão da ópera não pode ser chamada senão a apoteose do sarcasmo: os adúlteros em triunfo no trono romano; o garoto assassino e seu novo companheiro alegremente unidos; o autor da tentativa de assassinato pingando de autopiedade. Monteverdi foi mais gracioso: a música devolveu dignidade aos papéis traçados com grotesca decadência romana tardia e permitiu vislumbrar  sentimentos ocultos,  esperanças e medos.

Atenção: esta ópera é uma obra extensa muitíssimo bonita e com excelentes cantores, à medida que os vídeos forem editados aconselhamos a rever pelo menos parte do anterior.


FONTE:  SWR Classic

.
.
HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Bombeiros de Elvas cuspidos e ameaçados de morte à porta do hospital

Comandante da corporação revela incidente à chegada às urgências do Hospital de Santa Luzia e diz que "não é a primeira vez que acontece"

A tripulação de uma ambulância dos Bombeiros Voluntários de Elvas foi ameaçada de morte à chegada às urgências do Hospital de Santa Luzia, em Elvas.
.
"À chegada às urgências do Hospital de Santa Luzia, em Elvas, a tripulação de uma ambulância dos soldados da paz elvenses foi ameaçada de morte por um indivíduo de etnia cigana que se encontrava no local", referiu à Rádio Elvas o comandante da corporação, Tiago Bugio.

De acordo com o comandante, o indivíduo "ofendeu os elementos, cuspiu na direção dos mesmos e expressou várias ameaças sem ter tido qualquer resposta por parte dos elementos da corporação".

"Não é a primeira vez que acontece este tipo de ameaças. Já tivemos, há cerca de seis anos, o comandante da corporação agredido, já houve elementos hospitalizados em estado grave, na sequência de um incêndio de uma barraca, já vimos o nosso quartel invadido, à semelhança do que aconteceu em Borba [este sábado], o que é de lamentar", acrescentou.

Fonte da PSP disse à Lusa que o homem estava com a companheira e dois filhos a aguardar, "há algumas horas", que fosse atendido um dos filhos, no serviço de urgência do hospital e quando os bombeiros passaram com a vítima mostrou-se "insatisfeito" por a pessoa ser atendida primeiro que o filho.

Segundo a mesma fonte, "os bombeiros não tinham a ver com a situação", mas o homem "estava alterado" e provocou o desacato, dando "um murro na ambulância", tendo ainda proferido "alguns impropérios aos bombeiros e ao hospital".

O homem e os dois bombeiros foram identificados e a ocorrência vai ser reportada ao Ministério Público, de acordo com fonte da polícia.

Desacatos em Borba
No sábado, em Borba, no distrito de Évora, dois bombeiros da corporação local ficaram feridos durante a madrugada - um deles foi agredido - numa ocorrência que envolveu a invasão do quartel por um grupo cerca de 20 pessoas, segundo o comandante da associação humanitária.

Joaquim Branco adiantou à Lusa que os dois bombeiros sofreram ferimentos ligeiros, um por agressão a murro e o outro devido a vidros partidos da porta principal do quartel, tendo sido transportados para o Serviço de Urgência Básica do Centro de Saúde de Estremoz.

O comandante da corporação de Borba explicou que no sábado, "perto das 00.30, um grupo de cerca de 20 pessoas deslocou-se ao corpo de bombeiros para fazer um pedido de socorro para uma vítima inconsciente, que estaria junto ao quartel de bombeiros, que depois se confirmou não corresponder à versão inicial".

"Questionados por um dos bombeiros de serviço se tinham acionado o 112, as pessoas responderam de forma indelicada e agressiva e um dos bombeiros foi agredido com dois murros", relatou o comandante.

Depois, adiantou, "os bombeiros de piquete fecharam a porta de entrada do quartel, tendo os agressores partido o vidro e invadido as instalações, perseguindo os quatro bombeiros que estavam de piquete, que se refugiram em viaturas ou noutras dependências do quartel".

A GNR identificou três pessoas envolvidas nos incidentes ocorridos, no sábado, no quartel dos bombeiros de Borba, não tendo havido detenções, disse à Lusa fonte daquela força de segurança.

Segundo a mesma fonte, o processo vai seguir os trâmites normais, através do Ministério Público.

* Parece haver medo de prender desordeiros que atacam instituições integradas na Protecção Civil, medo, porquê?

.
.

MINUTOS DE
CIÊNCIA/253

Dia do 𝛑 (3,14)




FONTE: Matemática Rio com Prof. Rafael Procopio


.
.
HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"
Mais de 20 mil doses da vacina contra
 a gripe administradas na Madeira

A campanha de vacinação contra a Gripe decorre desde o dia 14 de Outubro com uma elevada adesão pela população na Região Autónoma da Madeira. 
 .

“Até ao momento, foram já administradas nos Centros de Saúde da RAM mais de 20 mil doses da vacina tetravalente contra a Gripe, superando a adesão verificada nas épocas anteriores”, refere a Secretaria Regional de Saúde e Protecção Civil.

Uma vez que a distribuição das vacinas no País tem sido faseada e a entrega da próxima tranche de vacinas na RAM, pelo respectivo laboratório, está prevista para amanhã, 5 de Novembro, “antecipa-se a possibilidade de limitações no funcionamento dos postos de vacinação durante o fim do dia de hoje e o dia de amanhã”.

A Secretaria Regional de Saúde e Protecção Civil informa que “estão a ser reunidos todos os esforços para a rápida distribuição pelos centros de saúde e a regularização das acções de vacinação”.

“Reforçamos que a vacinação contra a gripe é recomendada, preferencialmente até ao fim do ano civil e, reveste-se de elevada importância, em particular para os grupos mais vulneráveis, como as pessoas idosas e as que vivem com doenças crónicas”, conclui.

* Proteja-se do vírus da gripe, gripe não é constipação.

.
.
.
XL - MEGA MÁQUINAS

3-MÁQUINAS PARA
REVOLVER A TERRA



O título da rubrica MEGA MÁQUINAS não se conforma apenas com as enormes dimensões de algumas que temos exibido, abrange todas as que têm MEGA INFLUÊNCIA nas nossas vidas.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


FONTE: shivaka1
   
.
.
 HOJE NO 
"O JORNAL ECONÓMICO"
Edward Snowden: 
“Não são os dados que são 
manipulados, são as pessoas”

“Legalizámos o abuso das pessoas”, disse Snowden, na abertura da Web Summit, que arrancou esta segunda-feira em Lisboa e se estende até quinta-feira, referindo ao impacto de empresas como o Facebook e a Amazon. “As pessoas estão zangadas com pessoas certas, mas pelas razões erradas”, acrescentou.

Edward Snowden é um nome polémico e roubou todas as atenções no primeiro dia da Web Summit. Coube ao analista de programas mais procurado dos Estados Unidos o discurso de abertura da mega-cimeira de tecnologia, através de vídeo-chamada a partir da Rússia. 
.
“Legalizámos o abuso das pessoas”, disse Snowden, na abertura da Web Summit, que arrancou esta segunda-feira em Lisboa e se estende até quinta-feira, referindo ao impacto de empresas como o Facebook e a Amazon. “As pessoas estão zangadas com pessoas certas, mas pelas razões erradas”, acrescentou sobre a recolha de dados.

Para o antigo analista da CIA, verificou-se uma extensão da vulnerabilidade das pessoas. “A minha geração e geração após a minha já não é dona de nada. Usamos esses serviços, que criam um registo”, disse, acrescentando que os governos não são claros sobre os conceitos de proteção e recolha de dados. “Os dados são sobre as pessoas. Não são os dados que são manipulados, são as pessoas”, frisou.

“Não podemos confiar em ninguém”, realçou, considerando que “agem em prol deles mesmos e não em prol das pessoas” e que “os dados são sensíveis ao sistema destas gigantes”. Neste sentido, defendeu ainda que “somos os únicos que nos podemos proteger”.

Snowden frisou que “a tecnologia é neutra” e  “uma amplificação do poder individual”. “Como é que policiamos a expressão do poder?”, questionou.

“O que se faz quando se têm obrigações contraditórias?”, disse Snowden, sobre a ação da CIA, acrescentando que os Estados Unidos vigiavam cidadãos, mesmo os que não eram suspeitos de ações terroristas, uma vez que a recolha de informação e a vigilância “estão a trabalhar de formas diferentes”.

Para o antigo analista da CIA a questão que se coloca é “o que é que podemos fazer quando a instituição mais poderosa na sociedade é menos confiável?”

A cimeira vai reunir entre segunda e quinta-feira mais de 70 mil participantes, 2.150 startups e 239 parceiros, com dezenas de painéis. Fundada em 2010 por Paddy Cosgrave, Daire Hickey e David Kelly, a Web Summit é considerada um dos maiores eventos de tecnologia, inovação e empreendedorismo do mundo, tendo como objetivo fazer o match perfeito entre investidores e empresas.

* Tudo verdade o que Edward Snowden afirma, mas somos uns "patós sabichões"

.

MARTA F. REIS

.






Sem professores 
a meio do período

O alerta renovado esta semana de que ainda há turmas no Algarve sem professores é grave e uma manifesta injustiça num sistema que parece incapaz de garantir o mínimo, para lá do que são as inovações pedagógicas e as discussões sobre a escola do futuro 

Eleições e novo ciclo político podem dar uma sensação de rentrée prolongada, mas o primeiro período – na maioria das escolas que ainda não se renderam aos semestres – já vai a meio. 

Já houve testes e fazem-se avaliações intercalares, já houve reuniões de pais, trabalhos de casa, aprendizagens, recados nas cadernetas, o restabelecer da relação professor-aluno. 

O alerta renovado esta semana de que ainda há turmas no Algarve sem professores é grave e uma manifesta injustiça num sistema que parece incapaz de garantir o mínimo, para lá do que são as inovações pedagógicas e as discussões sobre a escola do futuro. E que agrava o fosso entre ensino público e ensino particular. Como serão recompensados estes alunos pelo tempo perdido, pelo começo de ano em desvantagem? Não vão. 

Perante os preços das casas, que têm adiado colocações, não seria difícil antever o problema e fica claro que algo terá de mudar para que este impasse mais do que anunciado não se repita a cada ano, frustrando as expectativas de alunos, professores e das famílias de uns e de outros. Seja um subsídio de deslocação seja outra forma de colocação, o que não é aceitável é que se chegue a novembro com turmas sem professores e isso devia ser claramente assumido pela tutela. 

As escolas, por tudo o que enfrentam e pela resposta de primeira linha que são muitas vezes para problemas sociais, têm de ser acarinhadas e dotadas dos meios necessários. É também preocupante que uma escola básica de Lisboa tenha reaberto com problemas estruturais sinalizados e exige-se seriedade de todos os responsáveis. 

Ontem, às primeiras chuvas fortes, a queda de um beiral na escola básica n.º 72 não provocou danos, mas foi uma sorte não estar ninguém no local e é uma falta de cuidado inaceitável num local frequentado diariamente por crianças – além dos funcionários – chegar a este ponto de degradação. 

Já não basta os acidentes que não se controlam. Se existem outras intervenções prementes, têm de ser feitas com tempo, como é preciso planear com tempo.


IN "i"
30/10/19

.
.


2082.UNIÃO



EUROPEIA




.
.
ONTEM NO 
"CORREIO DA MANHÃ/ 
/SÁBADO"
Freira descobre gravidez após ir 
ao médico com dores de estômago

Gravidez foi confirmada através de análises médicas. A freira, de 34 anos, fez os votos de castidade há cerca de um ano e, há uns meses, foi a África visitar a família. 
.
Uma freira foi ao médico e saiu da consulta a saber que estava grávida. O caso ocorreu na Sicília, em Itália. A freira estava acompanhada por irmãs do mosteiro e procurou ajuda médica devido a fortes dores de barriga.

A gravidez foi confirmada através de análises médicas. A freira, de 34 anos, fez os votos de castidade há cerca de um ano e, há uns meses, foi a África visitar a família.

Depois de se saber da gravidez, a mulher foi transferida para Palermo, a maior cidade da Sicília.

De acordo com a imprensa siciliana, depois do parto a freira pode escolher abandonar o mosteiro, dedicando-se à maternidade.

* Ele há espermatozóides voadores, como os drones.

.
.

O Império Otomano/4


Laura Barbosa
.
.


5. Inesquecíveis Viagens
de Comboio
5.3-Passeio pela ARGENTINA



* Estas viagens que desfrutaremos são também observação atenta às pessoas com que o viajante se cruza, problemas sociais, conformismo e também ilusões, vai perceber porque as viagens são inesquecíveis.


FONTE: DOCUMENTÁRIOS ptfelicitas

.
.
HOJE NO 
"OBSERVADOR"
Guerra do lixo. 
Governo recua e revoga decisão 
que dava resíduos biodegradáveis
 a empresa privada

Procuradoria dá razão ao regulador. Recolha de resíduos biodegradáveis está fora da concessão da empresa privada EGF. Ministro tem outra opinião, mas vai acolher decisão e revogar despacho polémico.

Afinal, a recolha seletiva dos resíduos biodegradáveis não faz parte da concessão da Empresa Geral de Fomento (EGF), reconhece o Ministério do Ambiente, que vai revogar o despacho assinado em agosto que incendiou as relações entre o Governo e a ERSAR (Entidade Reguladora dos Serviços da Águas e Resíduos). Esta decisão, que acaba por dar razão ao entendimento do regulador, é uma consequência do parecer emitido pelo conselho consultivo da Procuradoria Geral da República, a pedido do próprio Governo, perante as dúvidas legais levantadas por Orlando Borges, presidente da ERSAR.

Em causa está um despacho assinado em agosto pelo ex-secretário de Estado do Ambiente no sentido de clarificar que a EGF tinha a obrigação ou o exclusivo do negócio  — as opiniões dividem-se — de recolha dos bioresíduos. Este é o nome dado ao lixo biodegradável, como restos de comida, que atualmente é recolhido pelas autarquias de forma indiferenciada, mas que terá de ser alvo de recolha seletiva a partir de 2023.
 .

Mas agora, e “em face do teor do parecer, entendemos que não faz sentido insistir”, afirmou ao Observador o ministro do Ambiente a Ação Climática. João Matos Fernandes assume, no entanto, a “divergência” de entendimento do quadro legal com a ERSAR.

“Temos o entendimento de que a recolha seletiva destes novo tipo de resíduo faz parte do sistema do qual a EGF  tem o exclusivo (atribuído em 2015 no quadro da privatização da empresa)”. O despacho assinado pelo anterior secretário de Estado do Ambiente foi produzido com o objetivo de ajudar um conjunto de municípios, que fizeram um protocolo com a EGF, e cujos investimentos precisavam de ser aprovados pelo programa com fundos comunitários PO SEUR (Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência e no uso de Recursos).

Perante o parecer negativo dado pelo regulador a estas candidaturas, o ministério tentou “obviar esse fundamento” porque “não concorda com a ERSAR”. Mas depois das reservas públicas e muito duras  do regulador — o presidente da ERSAR pediu ao ministro que revogasse o despacho com o qual Matos Fernandes assume que concordou —  e das dúvidas levantadas por uma associação de empresas de resíduos, o Governo decidiu ouvir uma entidade terceira, o conselho consultivo da PGR, à qual foi pedida urgência no parecer que chegou esta segunda-feira.

Questionado sobre a razão pela qual não acolheu logo as questões legais levantadas por Orlando Borges, Matos Fernandes responde: “o regulador tem direito a ter a suas opiniões, mas não acho que sejam a verdade revelada”, justificando ainda o recurso ao conselho consultivo da PGR como um “ato de humildade intelectual”

Tomada de posição da ERSAR contra Governo “fez muito mal à regulação”
Não obstante, considerar que é normal uma “divergência de opiniões em matérias de facto” entre o regulador e o Governo, o ministro do Ambiente não deixa de atacar a forma como a entidade trouxe essa divergência para a praça pública que, na opinião de Matos Fernandes, “fragiliza de facto muito o papel institucional do presidente da ERSAR”. Orlando Borges chegou a acusar o ministério do Ambiente de “pressões e condicionamentos” em declarações ao Programa Sexta às Nove, mas também nos pareceres negativos que emitiu. Não só sobre o despacho que agora vai ser revogado, mas também nas alterações ao regime legal da concessão de resíduos que o Presidente da República devolveu sem promulgar, semanas antes das eleições.

Para o ministro do Ambiente, esta tomada de posição “faz muito mal ao setor da regulação”, até porque as duas questões que o regulador quis “confundir” nas suas críticas “não têm nada a ver” uma com a outra.

No caso dos bioresíduos, o que está em causa é a necessidade de cumprir as metas europeias que impõe a implementação de um sistema de recolha seletiva deste lixo urbano até 2023. No entender do Governo, isso poderia ser feito pela EGF nas zonas onde já tem o exclusivo da recolha seletiva de resíduos recicláveis e que cobrem cerca de metade do país.

A opinião do conselho consultivo da PGR, que deu razão ao regulador e que o Governo vai acatar, “torna mais difícil uma solução racional” para o cumprimento das metas ambiciosas.  A recolha deste novo tipo de resíduos fica fora da concessão da EGF, atribuída no quadro dos sistemas multimunicipais onde a empresa controlada pela construtora Mota-Engil é a maior acionista. Isto significa que tem de ser aberta à concorrência, pode haver concursos — se as câmaras assim o decidirem —. E no limite, avisa Matos Fernandes, poderemos ter três sistemas independentes de recolha de resíduos urbanos operados por entidades distintas em algumas zonas do país:
  • O sistema de recolha de plásticos, vidros e papel gerido pela EGF
  • O sistema de recolha de lixo indiferenciado que é gerido pelas autarquias ou concessionado a uma entidade terceira
  • O novo sistema de recolha de resíduos biodegradáveis.
Para o ministro do Ambiente, a partir do momento em que a EGF foi privatizada — pelo Governo do PSD/CDS — “temos um grande cristal no meio do sistema” que dificulta a adoção de soluções. Mas deixa a indicação de que vai  apresentar uma solução nos próximos 90 dias para ultrapassar as consequências legais desta decisão e cumprir as metas europeias.  Essa solução irá avaliar várias possibilidades técnicas e operacionais, como perceber se faz sentido ter apenas recolha dos resíduos porta à porta ou usar também ecopontos e se a escala desse sistema deve ser municipal ou envolver várias autarquias, como acontece nos sistemas atualmente geridos pela EGF.

Matos Fernandes aproveita ainda para explicar o atraso de Portugal no cumprimento das metas de reciclagem com as queixas feitas na Comissão Europeia por operadores privados que atrasaram a aprovação de candidaturas para investimentos no setor dos resíduos.

Sobre a outra fonte de divergências com o regulador, as alterações às regras da concessão à EGF, Matos Fernandes afirma que tenciona manter as alterações ao modelo regulatório introduzidas no diploma que não chegou a passar em Belém, porque estávamos nas últimas semanas da legislatura.

Em causa está a clarificação de que é o concedente, o Estado, quem decide os investimentos a fazer pelas concessionárias e a disposição de que o regulador terá fixar tarifas que permitam financiar esses investimentos. O Ministério do Ambiente quer também dar uma palavra ao Governo sobre a fixação de tarifas quando o conselho tarifário contestar uma proposta do regulador.

O presidente da ERSAR considerou que estas alterações configuravam uma ingerência política nos poderes de regulação num parecer enviado à Presidência da República que não promulgou o diploma.

* Que dor de cotovelo tem o sr. João Pedro.

.
.

Marta Hugon

Hide and Seek


.
.
HOJE NO 
"RECORD"
Dias da Cunha defende Varandas 
e atira:«Há aqueles que pensam 
no regresso do bronco» 

Antigo presidente do Sporting pede tempo para o atual líder

Presidente do Sporting entre 2000 e 2005, António Dias da Cunha defendeu Frederico Varandas, vincando ser "preciso dar tempo ao tempo", pois o líder do atual Conselho Diretivo "pegou no Sporting em condições absolutamente desgraçadas". 
 .

"Mesmo assim, tem conseguido ultrapassar os problemas financeiros o que é espantosamente difícil", explicou, na entrevista concedida à TSF, na qual também considerou que "eleições antecipadas estão fora de questão".

E sobre a contestação, o último presidente campeão (2001/02) lançou farpas aos apoiantes de Bruno de Carvalho, que acabou insultado: "As pessoas cegam! Ou, então, pretendem cegar para arranjar condições para chegarem ao poder. Depois, há aqueles que aproveitam a contestação das claques porque ainda pensam no regresso do bronco [BdC]. Isso é muito mau para o Sporting."

* Inteiramente de acordo

.
.
.

Portugal bem português

V-História a História África/2
3- Diamang,um Estado
dentro do Estado



O moderno colonialismo começa com a corrida pela partilha de África entre os impérios e países coloniais europeus. Proibido o tráfico de escravos, tratava-se de ocupar militar e administrativamente os territórios e de os explorar economicamente em novos moldes. É o início do ciclo africano do Império. 

Com autoria do historiador Fernando Rosas, “História a História” regressa aos ecrãs, desta vez exclusivamente dedicada à história colonial portuguesa em África. “História a História África é uma revisitação do colonialismo moderno português desde finais do séc. XIX até 1975, que contempla as políticas coloniais dos vários regimes deste período – Monarquia Constitucional, República, Estado Novo – das resistências a elas e dos seus desenlaces. 

O programa é baseado numa investigação feita em arquivos documentais e audiovisuais e vem inserir-se no debate em curso sobre as políticas coloniais portuguesas no mundo da sua época”, conta o Prof. Fernando Rosas. Filmada em Angola, Moçambique, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Portugal, “História a História África” começa nas guerras de ocupação e nas “campanhas de pacificação”, no século XIX, e atravessa diversas dimensões da história imperial portuguesa: as políticas coloniais da Primeira República e do Estado Novo; os projetos de povoamento branco; as diferentes formas de exploração da mão-de-obra nativa e as políticas segregacionistas; as atrocidades cometidas pela PIDE nos territórios africanos; a manutenção da escravatura; os massacres não reconhecidos oficialmente; a origem dos movimentos de libertação; as grandes obras do império em Moçambique e Angola; a Guerra Colonial; a organização das lutas armadas; a insurreição dos colonos; o retorno. 

Pela mão do historiador Fernando Rosas visitam-se os espaços mais simbólicos e marcantes da história do antigo Império Português. Uma oportunidade única para ficar a conhecer alguns dos episódios da nossa história comum, como nunca antes foi contada. “História a História: África” é o resultado de dois anos de trabalho de investigação própria, recolha de materiais iconográficos e documentais, escrita dos guiões e gravações em África. 
Ao longo de 13 episódios serão abordados temas inéditos em televisão e mostrados locais de difícil acesso.

Um excelente trabalho de investigação  do Prof. FERNANDO ROSAS e uma extraordinária equipa da RTP para a execução desta série.


* Esta é uma compilação de séries pelo  nosso país não apenas pelas perspectivas histórica ou social mas pela recolha de vídeos interessantes de várias origens, actividades e sensibilidades, com diferentíssimos temas que reflectem o nosso quotidiano de modo plural.
Desejamos muito que seja do vosso agrado.


FONTE: Lusotropical

.. . .
.
ᎠᎬᎷᎪᏚᏆᎪᎠᏫ ᎷᏫ́ᎡᏴᏆᎠᏫ
Linha da Lego para funerais infantis
é sucesso de venda em Viena



FONTE:  EFE BRASIL

.
.

Biohackers encontram-se em Helsínquia


* A capital da Finlândia, Helsinquía, acolheu este fim-de-semana a quinta edição da "Biohacker Summit", uma cimeira que reúne adeptos da nova tendência que consiste em recorrer a todo o tipo de tecnologias e práticas para tentar optimizar as funções corporais e cognitivas.



FONTE:  euronews
.
.
𝓐 𝓜𝓐𝓝𝓤𝓣𝓔𝓝𝓒̧𝓐̃𝓞 𝓓𝓐 𝓘𝓖𝓝𝓞𝓡𝓐̂^𝓝𝓒𝓘𝓐
 𝓕𝓐𝓒𝓘𝓛𝓘𝓣𝓐 𝓞𝓢 𝓖𝓞𝓥𝓔𝓡𝓝𝓞𝓢 𝓒𝓞𝓡𝓡𝓤𝓟𝓣𝓞𝓢
PAQUISTÃO
Fogo em comboio motivado por
 dois fogões a gás dos passageiros



FONTE:   Observador
.
.
198-NO GINÁSIO
Exercício para levantar  
qualquer bumbum 


COM PROFESSORA BIA

A série de hoje é para trabalhar bem o bumbum e pernas. Vamos continuar o estilo Tabata: 2 séries de 20 segundos para cada exercício e 10 segundos de descanso entre cada um. Toca a suar.



FONTE:  Home Fit Home 

.
.

2147
Senso d'hoje
SEBASTIÃO SALGADO
FOTÓGRAFO BRASILEIRO
ACTIVISTA AMBIENTAL
"É preciso um movimento para
 parar a destruição da Amazónia"




FONTE:  DW Brasil

.

NOTÍCIAS PARA HOJE

.
COMPRE JORNAIS








.
.
VALENTÃO


.
.


87-CINEMA
FORA "D'ORAS"

ℐ𝒱-♕ 𝒮𝐼𝒮𝒮𝐼 𝒶 𝐼𝓂𝓅𝑒𝓇𝒶𝓉𝓇𝒾𝓏 ♕


𝒮𝒾𝓃𝑜𝓅𝓈𝑒:

𝒟𝑒𝓅𝑜𝒾𝓈 𝒹𝑜 𝒸𝒶𝓈𝒶𝓂𝑒𝓃𝓉𝑜 𝒸𝑜𝓂 𝑜 𝒾𝓂𝓅𝑒𝓇𝒶𝒹𝑜𝓇 ℱ𝓇𝒶𝓃𝒸𝒾𝓈𝒸𝑜 𝒥𝑜𝓈𝑒́, 𝑒𝓂 𝒱𝒾𝑒𝓃𝒶, 𝒮𝒾𝓈𝓈𝒾 𝒹𝑒𝓅𝒶𝓇𝒶-𝓈𝑒 𝒸𝑜𝓂 𝑜𝓈 𝓅𝓇𝑜𝒷𝓁𝑒𝓂𝒶𝓈 𝑒 𝒾𝓃𝒸𝑜𝓃𝓋𝑒𝓃𝒾𝑒𝓃𝓉𝑒𝓈 𝒹𝑜 𝓅𝓇𝑜𝓉𝑜𝒸𝑜𝓁𝑜 𝑒 𝒸𝑜𝓂 𝑜 𝓂𝒶𝓊 𝓇𝑒𝓁𝒶𝒸𝒾𝑜𝓃𝒶𝓂𝑒𝓃𝓉𝑜 𝒸𝑜𝓂 𝒶 𝓈𝑜𝑔𝓇𝒶. 𝒬𝓊𝒶𝓃𝒹𝑜 𝓃𝒶𝓈𝒸𝑒 𝒶 𝓈𝓊𝒶 𝓅𝓇𝒾𝓂𝑒𝒾𝓇𝒶 𝒻𝒾𝓁𝒽𝒶, 𝒶 𝒸𝓇𝒾𝒶𝓃𝒸̧𝒶 𝑒́-𝓁𝒽𝑒 𝓇𝑒𝓉𝒾𝓇𝒶𝒹𝒶 𝓅𝑒𝓁𝒶 𝓈𝑜𝑔𝓇𝒶, 𝓆𝓊𝑒 𝓃𝒶̃𝑜 𝒸𝑜𝓃𝓈𝒾𝒹𝑒𝓇𝒶 𝒮𝒾𝓈𝓈𝒾 𝒶 𝓅𝑒𝓈𝓈𝑜𝒶 𝒶𝒹𝑒𝓆𝓊𝒶𝒹𝒶 𝓅𝒶𝓇𝒶 𝒹𝒶𝓇 𝓊𝓂𝒶 𝒷𝑜𝒶 𝑒𝒹𝓊𝒸𝒶𝒸̧𝒶̃𝑜 𝒶̀ 𝒻𝒾𝓁𝒽𝒶. 𝒟𝑒𝓈𝒸𝑜𝓃𝓉𝑒𝓃𝓉𝑒 𝑒 𝓂𝒶𝑔𝑜𝒶𝒹𝒶, 𝒮𝒾𝓈𝓈𝒾 𝓇𝑒𝓉𝑜𝓇𝓃𝒶 𝒶̀ 𝒸𝒶𝓈𝒶 𝒹𝑜𝓈 𝓅𝒶𝒾𝓈, 𝓂𝒶𝓈 𝑜 ℐ́𝓂𝓅𝑒𝓇𝒶𝒹𝑜𝓇 𝓈𝑒𝑔𝓊𝑒-𝒶 𝑒 𝓅𝑒𝒹𝑒-𝓁𝒽𝑒 𝓆𝓊𝑒 𝓇𝑒𝓉𝑜𝓇𝓃𝑒. 𝒮𝒾𝓈𝓈𝒾 𝑒𝓃𝓉𝒶̃𝑜 𝒹𝑒𝒸𝒾𝒹𝑒 𝓅𝓇𝑜𝓋𝒶𝓇 𝓆𝓊𝑒 𝑒́ 𝒶 𝓋𝑒𝓇𝒹𝒶𝒹𝑒𝒾𝓇𝒶 𝒾𝓂𝓅𝑒𝓇𝒶𝓉𝓇𝒾𝓏, 𝑒 𝓋𝑜𝓁𝓉𝒶 𝒸𝑜𝓂 𝑜 𝓂𝒶𝓇𝒾𝒹𝑜 𝓅𝒶𝓇𝒶 𝒶 ℋ𝓊𝓃𝑔𝓇𝒾𝒶, 𝑜𝓃𝒹𝑒 𝑒𝓁𝑒𝓈 𝓈𝒶̃𝑜 𝒸𝑜𝓇𝑜𝒶𝒹𝑜𝓈.



𝒜 𝓋𝑒𝓇𝒹𝒶𝒹𝑒𝒾𝓇𝒶 𝒾𝓂𝓅𝑒𝓇𝒶𝓉𝓇𝒾𝓏 𝒮𝒾𝓈𝓈𝒾.
ℰ𝓁𝑒𝓃𝒸𝑜:

ℛ𝑜𝓂𝓎 𝒮𝒸𝒽𝓃𝑒𝒾𝒹𝑒𝓇 .... 𝒾𝓂𝓅𝑒𝓇𝒶𝓉𝓇𝒾𝓏 ℰ𝓁𝒾𝓈𝒶𝒷𝑒𝓉𝒽 (𝒮𝒾𝓈𝓈𝒾)   
𝒦𝒶𝓇𝓁𝒽𝑒𝒾𝓃𝓏 ℬ𝑜̈𝒽𝓂 .... 𝒾𝓂𝓅𝑒𝓇𝒶𝒹𝑜𝓇 ℱ𝓇𝒶𝓃𝒸𝒾𝓈𝒸𝑜 𝒥𝑜𝓈𝑒́ 𝟣.º    
ℳ𝒶𝑔𝒹𝒶 𝒮𝒸𝒽𝓃𝑒𝒾𝒹𝑒𝓇 .... 𝒹𝓊𝓆𝓊𝑒𝓈𝒶 ℒ𝓊𝒹𝑜𝓋𝒾𝒸𝒶 𝒹𝒶 ℬ𝒶𝓋𝒶́𝓇𝒾𝒶 (𝒱𝒾𝒸𝓀𝒾𝑒), 𝓂𝒶̃𝑒 𝒹𝑒 𝒮𝒾𝓈𝓈𝒾    
𝒢𝓊𝓈𝓉𝒶𝓋 𝒦𝓃𝓊𝓉𝒽 .... 𝒹𝓊𝓆𝓊𝑒 ℳ𝒶𝓍𝒾𝓂𝒾𝓁𝒾𝒶𝓃𝑜 𝒥𝑜𝓈𝑒́ 𝒹𝒶 ℬ𝒶𝓋𝒶́𝓇𝒾𝒶 (ℳ𝒶𝓍), 𝓅𝒶𝒾 𝒹𝑒 𝒮𝒾𝓈𝓈𝒾    
𝒱𝒾𝓁𝓂𝒶 𝒟𝑒𝑔𝒾𝓈𝒸𝒽𝑒𝓇 .... 𝒶𝓇𝓆𝓊𝒾𝒹𝓊𝓆𝓊𝑒𝓈𝒶 𝒮𝑜𝒻𝒾𝒶, 𝓂𝒶̃𝑒 𝒹𝑒 ℱ𝓇𝒶𝓃𝒸𝒾𝓈𝒸𝑜 𝒥𝑜𝓈𝑒́    
𝒲𝒶𝓁𝓉𝑒𝓇 ℛ𝑒𝓎𝑒𝓇 .... 𝒸𝑜𝓃𝒹𝑒 𝒜𝓃𝒹𝓇𝒶𝓈𝓈𝓎    
𝒮𝑒𝓃𝓉𝒶 𝒲𝑒𝓃𝑔𝓇𝒶𝒻 .... 𝒸𝑜𝓃𝒹𝑒𝓈𝓈𝒶 ℬ𝑒𝓁𝓁𝑒𝑔𝒶𝓇𝒹𝑒    
𝒥𝑜𝓈𝑒𝒻 ℳ𝑒𝒾𝓃𝓇𝒶𝒹 .... 𝓂𝒶𝒿𝑜𝓇 ℬ𝑜̈𝒸𝓀𝓁    
ℐ𝓋𝒶́𝓃 𝒫𝑒𝓉𝓇𝑜𝓋𝒾𝒸𝒽 .... 𝒹𝓇. ℳ𝒶𝓍 ℱ𝒶𝓁𝓀    
ℋ𝑒𝓁𝑒𝓃𝑒 ℒ𝒶𝓊𝓉𝑒𝓇𝒷𝑜̈𝒸𝓀 .... 𝒸𝑜𝓃𝒹𝑒𝓈𝓈𝒶 ℰ𝓈𝓉𝑒𝓇𝒽𝒶𝓏𝓎    
𝒰𝓉𝒶 ℱ𝓇𝒶𝓃𝓏 .... 𝓅𝓇𝒾𝓃𝒸𝑒𝓈𝒶 ℋ𝑒𝓁𝑒𝓃 𝒹𝒶 ℬ𝒶𝓋𝒶́𝓇𝒾𝒶 (𝓃𝑒𝓃𝑒) , 𝒾𝓇𝓂𝒶̃ 𝓂𝒶𝒾𝓈 𝓋𝑒𝓁𝒽𝒶 𝒹𝑒 𝓈𝒾𝓈𝓈𝒾.
 

FONTE: maria de lourdes pinheiro barzanelli