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24/05/2021

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Lukashenko confirma vertente assassina

UNIÃO EUROPEIA ATORDOADA 

REAGE AOS SOLUÇOS

Jornalista bielorrusso detido em Minsk após

 alerta de bomba falso em voo da Ryanair


Avião da Ryanair aterra sem jornalista 

bielorrusso a bordo




FONTE:   euronews

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02/12/2010

ALMORRÓIDA NAZI


Noruega: 
Trabalhadoras menstruadas com braceletes vermelhas

Sindicalistas noruegueses denunciaram o caso de uma empresa que força as trabalhadoras a usarem braceletes vermelhas nos dias em que estão menstruadas.

A polémica medida é justificadas pelo empregador como uma forma de permitir que essas funcionárias possam passar mais tempo na casa de banho.

Os patrões desse país escandinavo têm em curso uma ofensiva para limitar essas pausas, alegando que põem em causa a produtividade das empresas, mas não faltam críticas à medida.

"As mulheres sentem-se obviamente humilhadas por serem etiquetadas desta maneira, levando a que todos os colegas tomem conhecimento de um aspecto tão íntimo das suas vidas", lê-se num relatório do sindicato Parat, citado pelo jornal britânico 'Daily Mail'.

O provedor estatal da Defesa do Consumidor, Erik Thon, garantiu que indexar a utilização dos sanitários aos ciclos menstruais "é uma clara violação de privacidade e é muito insultuoso para as pessoas envolvidas".

Calcula-se que 66 por cento dos patrões noruegueses já entregaram cartões com banda magnética aos trabalhadores para controlar o tempo que estes passam nas casas de banho em horário laboral.

IN "CORREIO DA MANHÃ"
01/12/10

06/10/2010

PORQUE TROÇAR??????????????????




Sim, porque figuras públicas, apresentadores de televisão fazem troça exuberante de uma modelo que se calhar foi obrigada a pisar a passerelle com uns sapatos demasiado grandes.
Não têm mais nada que fazer senão humilhar quem não está bem.
Bonito exemplo!!!!

enviado por J. MILHAZES

21/08/2010

ISTO É SEMPRE VERDADE





SEJA QUEM FOR QUE TENHA ESCRITO O DISCURSO,
SEJA QUEM FOR QUE O TENHA LIDO,
ISTO É SEMPRE VERDADE


OBRIGADO H.P.C.

20/06/2010

16/05/2010

A UBS AMEAÇA FALIR


A maior lavandaria de dinheiro do mundo ameaça falir e
poderá arrastar consigo, um país inteiro !!!

União de Bancos Suiços - a coisa está muito feia! Está pegando fogo!Agoniza o segredo bancário suíço. Artigo de Gilles Lapouge - Paris.

A Suíça tremula. Zurique alarma-se. Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basileia e Berna estão ofegantes. Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo. Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço.

O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama. O primeiro tiro de advertência foi dado num passado próximo. A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça - viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para fraudar o fisco. O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos. Os suíços, então, passaram os nomes. E a vida bancária foi retomada, tranquilamente.

Mas, pouco tempo depois, o ataque foi retomado. Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!
O banco protestou. A Suíça está temerosa. O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.
Mas como resistir!

A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios. Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido. O segredo bancário suíço não é coisa recente.
Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714. No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas. Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe econômica.


Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 bilhões de francos suíços ou 201 milhões de dólares.
E não se trata apenas do UBS. Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira. O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três triliões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os ativos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários.

Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros "offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.
Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos.
O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um carácter sacramental. Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento...

Onde páram as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi? Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Mafia Russa?

Quantos actuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municípios têm chorudas contas na Suiça?
Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?
Porque após a morte de Mobutu, os seus filhos nunca conseguiram entrar na Suíça?
Tudo lá ficou para sempre e em segredo...
A agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.


Na minicúpula europeia que se realizou em Berlim, em preparação ao encontro do G-20 em Londres, França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais.
"Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel.


O encarregado do departamento do Tesouro britânico, Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias. Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adotadas contra os paraísos fiscais.
Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade econômica mundial, todas as tentativas eram abortadas.
Hoje, estamos em crise.
Viva a crise!!!

Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido. Hoje ele é presidente. É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.
Nos anos 30, os americanos conseguiram laçar Al Capone.
Sob que pretexto? Fraude fiscal.
Para muito breve, a queda do império financeiro suiço!

03/05/2010

NUAS POR REIVINDICAÇÃO SALARIAL

As Assistentes de bordo da companhia espanhola AIR COMET, que faliu em Dezembro 2009, criaram um calendário onde aparecem seminuas como
forma de protesto pelos vários meses de salários em atraso.


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