15/10/2019

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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ℋ𝒪ℳℰℳ  𝒱ℰℛ𝒮𝒰𝒮  𝟤  ℳ𝒰ℒℋℰℛℰ𝒮


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112-ARTE ARRISCADA
NOWHERE 2009
Interpretação:
PROKOPIS AGATHOKLEOUS, THANASSIS AKOKKALIDIS, PANOS ATHANASOPOULOS, MARIA BREGIANNI, ILIA DE TCHAVES-POGA, NIKOS DRAGONAS, ALTIN HUTA, YORGOS KAFETZOPOULOS, KONSTANTINOS KARVOUNIARIS, EURIPIDES LASKARIDIS, TADEU LIESENFELD (man at heart), KONSTANTINOS MARAVELIAS, YORGHOS MATSKARIS, YIANNIS MICHOS, CHRISTOS PAPADOPOULOS, YIANNIS PAPAKAMMENOS, SIMOS PATIERIDIS, ARIS PLASKASSOVITIS, ILIAS RAFAILIDIS, EVANGELIA RANDOU (woman at heart), KALLIOPI SIMOU, DIOGENIS SKALTSAS, SIMON TSAKIRIS, SOPHIA TSIAOUSI, MANOLIS THEODORAKIS, ANTONIS VAIS
Realização:
DIMITRIS PAPAIOANNOU
Música:
COTI K



NOWHERE explores the nature of the theatrical stage itself, a spatial mechanism continually transformed and redefined by the human presence to denote any place, and yet designed to be a non-place. 26 performers measure and mark out the space using their bodies, pitting themselves against its dimensions and technical capabilities in a site-specific performance that can be presented nowhere else.


FONTE:  Coletivo Aroeira  

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ENGENHARIA DE TOPO/13

13.4-Aeroporto "Flutuante" do Japão



FONTE: Universo do Documentário
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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Igualdade de género: 
Portugal melhorou mas 
mantém-se entre os piores

Portugal progrediu na igualdade de género, mais 3,9 pontos desde 2015. Mas continua a estar entre os piores: 59,9 pontos. A média europeia é de 67,4 pontos

O caminho para a igualdade de género continua a ser percorrido "a passo de caracol", criticam os investigadores do Instituto Europeu para a Igualdade de Género (EIGE), que esta terça-feira divulgou um estudo sobre a matéria. A Suécia continua a liderar a lista dos 28 países da UE no índice de Igualdade de Género (IEG), com 83,6 pontos, seguida pela Dinamarca com 77,5.
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Portugal é o país que mais evoluiu, mais 3,9 pontos do que em 2015, mas está mais perto dos últimos da UE: a Grécia (51,2) e a Hungria (51,9) do que da Suécia e da Dinamarca. A Estónia melhorou 3,1 pontos.

É no tempo que as mulheres ocupam com as tarefas domésticas e a cuidar da família (47,5 pontos) e na representação nos órgãos de poder (46,7 pontos) que Portugal está pior classificado. Em contrapartida, há uma maior igualdade no que diz respeito à saúde (84,5 %), ao trabalho (72,5) e aos recursos financeiros (72,1). E a nível da educação, a média europeia é de 63,5 e o país tem 55,1 pontos.

"Estamos a caminhar na direção certa, mas ainda longe da linha de chegada. O nosso índice, que estabelece uma referência para a igualdade de género na UE, mostra que quase metade de todos os Estados-Membros fica abaixo dos 60 pontos. À medida que o novo parlamento e a Comissão da UE moldam e renovam as prioridades da UE para o próximo quadro estratégico, é crucial que a igualdade de género ganhe velocidade ", alertou Virginija Langbakk, diretora do Instituto Europeu para a Igualdade de Género (EIGE).

A Espanha está bem classificada neste índice, com 70,1 pontos, acima da média europeia. Também a Itália fez mais progressos nesta matéria, com 63 pontos.

Nos 28 Estados-membros da UE é nos órgãos de decisão (poder) que há menor equidade entre os sexos. No entanto, Langbakk regista o aumento do número de mulheres nos conselhos de administração de empresas em alguns Estados-Membros. Um bom exemplo é a França, a única a ter pelo menos 40% de cada género nos conselhos de empresas privadas.

A comissária europeia para a Justiça, Consumidores e Igualdade de Género realça a adoção este ano da diretiva Equilíbrio Trabalho-Vida, mas chama atenção que as normas e decisões têm de ser aplicadas no terreno. "As regras apoiarão uma partilha mais igualitária das responsabilidades de cuidar, o que permitirá que as mulheres permaneçam no mercado de trabalho e assumam papéis desafiadores ou cargos de chefia ", disse Věra Jourová.

O Índice de Igualdade de Género mede o progresso da igualdade de género na UE em seis domínios principais: trabalho, finanças, educação, tempo, poder e saúde. E avalia as diferentes realidades de grupos de mulheres e homens, como a deficiência e a idade.

Este último relatório, e pela primeira vez, destaca a situação das pessoas LGBTQI + e das mulheres ciganas e muçulmanas.

* 59,9 pontos que muito nos deviam envergonhar.

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V - DITADORES
5-IDI AMIN DADA



FONTE:  documentarios online  

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"
Polícia britânica procura mais um suspeito após acusar quatro portugueses
 de ataque a jovem madeirense

A polícia de Sussex lançou hoje um novo apelo público para encontrar mais um dos suspeitos de um ataque a um jovem madeirense na semana passada em Eastbourne, no sul de Inglaterra.
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A fotografia de um homem de camisola com uma camisola de capuz verde e calças de ganga foi hoje divulgada, um dia depois de quatro portugueses terem sido acusados de um ataque violento a um compatriota.

Rui Pereira, de 28 anos, Max Pereira, de 23 anos, Bruno Tavares, de 22 anos, e Carlos Semedo, de 24 anos, foram presentes na quarta-feira ao Tribunal de Magistrados de Hastings, onde foi marcada uma audiência para 11 de novembro para se declararem inocentes ou culpados, adiantou fonte policial à agência Lusa.

A vítima do ataque, Carlos Faria, de 25 anos, continua hospitalizada no Royal Sussex County Hospital, em Brighton, em estado “grave” devido a ferimentos na cabeça.

O ataque teve lugar a 8 de Outubro por volta das 17:30 horas na rua em pleno dia, o que levou a polícia a fazer vários apelos públicos para pedir informações de potenciais testemunhas.

* A brutalidade e a cobardia são atributos de muitos milhares de portugueses, tomemos por exemplo as 30 mulheres assassinadas este ano, vítimas de violência doméstica.

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Os Reinos Perdidos de África
 1.3- ຖน́๖iค


DOCUMENTÁRIOS ptfelicitas

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Ana Gomes: 
"Isabel dos Santos ‘lava’ que se farta" 
e o "Banco de Portugal não quer ver"

Ana Gomes escreve no Twitter que Isabel dos Santos "endivida-se muito porque, ao liquidar as dívidas, ‘lava’ que se farta".

A antiga eurodeputada Ana Gomes recorreu hoje ao Twitter para considerar que a empresária angolana Isabel dos Santos endivida-se para "lavar" dinheiro, acusando ao mesmo tempo o Banco de Portugal de não querer ver.
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As acusações da socialista surgem depois de Isabel dos Santos ter dado uma entrevista à agência Lusa onde afirma que as recorrentes dúvidas sobre a origem dos seus investimentos resultam de "narrativa negativa", alegando que se tem endividado, para poder investir, sem recorrer ao erário público angolano.

Na sua conta na rede social, Ana Gomes afirma que "Isabel dos Santos endivida-se muito porque, ao liquidar as dívidas, ‘lava’ que se farta". A antiga eurodeputada acrescenta que os "os bancos querem ser ressarcidos, não querem saber da origem do dinheiro" e "só em teoria é que cumprem" a diretiva europeia contra a lavagem de dinheiro. Além disso, o "Banco de Portugal não quer ver".

Isabel dos Santos não é a primeira pessoa a ser acusada de lavagem de dinheiro por parte de Ana Gomes. A ex-eurodeputada exigiu recentemente uma investigação às transferências no futebol português, tendo questionado se a transferência de João Félix para o Atletico de Madrid não seria "lavagem de dinheiro". O Benfica avançou posteriormente com um processo contra Ana Gomes.  

Num outro post no Twitter, Ana Gomes acusa Isabel dos Santos de utilizar o Eurobic para fazer estas operações que considera ser lavagem de dinheiro. O Eurobic "está na rede swift e na Zona Euro, passa por lá para liquidar dívidas junto de outros bancos". Também aqui Ana Gomes volta a apontar o dedo ao Banco de Portugal e ao BCE, que "assobiam para o ar".

O EuroBic, liderado pelo antigo ministro das Finanças Teixeira dos Santos, tem como principais acionistas a empresária angolana Isabel dos Santos e o luso-angolano Fernando Teles, os mesmos do banco BIC Angola.

* Não sabemos se Ana Gomes terá sempre razão mas nunca tem medo, respeitamo-la.

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PATRÍCIA FERNANDES

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A cultura de ódio

O fanático ativista sente-se moralmente superior porque reivindica um acesso privilegiado à verdade e essa atitude de superioridade impede a valorização do dissenso e a obtenção de consensos.

Em 1714 Bernard Mandeville entrou para a história das ideias com a publicação de A Fábula das Abelhas: vícios privados, benefícios públicos. Considerado um dos livros fundamentais da economia política liberal, diz sobretudo muito sobre a moralidade do homem moderno. Partindo da separação moderna entre esfera pública e esfera privada, o argumento de Mandeville passa por considerar que os vícios privados são essenciais para a prosperidade económica, gerando benefícios públicos e coletivos – num argumento mais radical do que o do interesse próprio de Adam Smith. Ao recuperar a dicotomia entre vícios e virtudes e valorizando os primeiros, Mandeville permite-nos uma compreensão particular do espírito moderno. O espírito dos antigos consistia na busca pela vida virtuosa, a partir da comunidade, e o pensamento cristão manteve durante mais de mil anos a mesma ideia numa lógica de pecados capitais a evitar. Mas com a modernidade os vícios adquiriram aceitabilidade, primeiro privada e, mais tarde, pública.

Hoje assistimos ao culminar de uma expansão de vícios privados para a esfera pública. É o caso da ira e a tentativa de sustentar racionalmente discursos de ódio. Embora marque toda a modernidade, esse discurso floresceu com especial ênfase no mundo académico durante os anos 60 do século XX. É o nascimento da nova esquerda e a conceção radical de que o sistema existente é a encarnação de todo o mal, estando para lá da possibilidade de redenção. Todas as aflições públicas e privadas são manifestações desse sistema que é preciso combater ativamente: deve ser totalmente destruído para que seja possível construir um novo mundo. Nos Estados Unidos esse discurso ganhou forma numa espécie de ira provavelmente inédita: contra o próprio país e tudo aquilo que ele representa – capitalismo, imperialismo, guerra, desigualdades, injustiça. Um sentimento que se foi alargando a outras academias e que atinge o seu auge com o 11 de setembro. A professora canadiana Janice Fiamengo refere essa data como o seu momento de rutura com a cultura que dominava a academia e que determinara o seu feminismo radical anterior. Quando viu os colegas manifestarem satisfação com o ataque às torres gémeas percebeu que havia algo de profundamente errado com aquelas pessoas e aquela cultura.

Os últimos vinte anos ampliaram o discurso de ódio. Hoje deve odiar-se tudo e publicamente. O capitalismo, o imperialismo e todos os conflitos com os quais não concordamos. A cultura do patriarcado e todos os homens, pois todos são potencialmente violentos. Mas, em especial, o homem branco. Todos os que não usam as palavras certas.  Todos os filmes e livros que não coloquem a mulher no papel principal e contenham um elenco preenchido de minorias, velhas e novas, mesmo que à custa de erros históricos. Todo o humor, a não ser que não tenha piada. Todos os que não aceitam cegamente a responsabilidade humana nas alterações climáticas. Todos os que não levam a vida a sério. Todos os que comem carne. Todos os que fazem piadas inadmissíveis, mesmo que seja por amizade. As gerações mais velhas, mesmo que se tenham sempre esforçado para que os filhos tivessem uma vida melhor. E tudo isto agravado pela maior de todas as invenções da humanidade, as redes sociais, com o seu destilar de ódio permanente desde as caixas de comentário aos tweets irados, assentes numa lógica de vitimização.

Em algum momento, passamos a aceitar como normal esta cultura de ódio. Pior do que isso, passamos a valorizá-la. E é por isso que aplaudimos os olhos e as palavras iradas da jovem Greta, os comentários daqueles que querem decidir sobre quem pode ocupar o espaço político, os antis de toda a espécie, os cordões sanitários, manifestos e cartas abertas, os que acusam os outros de mil e uma fobias, a absoluta falta de empatia para quem ousa olhar para o mundo com outros olhos.

É fácil de perceber. Como Amos Oz afirma no seu texto sobre o fanatismo (Contra o Fanatismo, Edições Asa, 2007), é da natureza do fanático preocupar-se com o outro, que é sempre a sua obsessão. O fanático acredita que pode salvar o outro, libertando-o pela conversão, impondo-lhe a sua verdade que é a única verdade. E é aqui que reside o perigo: o fanático ativista sente-se moralmente superior porque reivindica um acesso privilegiado à verdade e essa atitude de superioridade impede a valorização do dissenso e a obtenção de consensos. Perder o fanatismo é abrir as portas à ambiguidade, é reconhecer um mundo que não é a preto e branco, é aceitar a diferença e admitir a legitimidade daquele que pensa de forma distinta. É saber ouvir. Mas uma cultura de ódio é surda e é, por essa razão, a maior ameaça a uma sociedade democrática.
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2062.UNIÃO



EUROPEIA




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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Rui Rio e Ana Gomes juntos contra Flor Pedroso após polémica do 'Sexta às 9'

Líder do PSD quer saber a razão da suspensão do ‘Sexta às 9’, após ver reportagem que deixa Governo em maus lençóis.

O‘Sexta às 9’ continua envolto em polémica. Depois de o regresso do programa de Sandra Felgueiras ter sido adiado de setembro para outubro, por decisão de Maria Flor Pedroso, diretora de Informação, este fim de semana Rui Rio partiu para o ataque, via Twitter. 
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"Porque será que o ‘Sexta às 9’ foi suspenso antes das eleições, particularmente este programa que só pôde ser emitido ontem? Pode haver mil razões, mas perante a gravidade do que aqui está…"

Nesta rede social, o presidente do PSD teve um inesperado apoio, o de Ana Gomes, ex-eurodeputada do PS. "Tem de se reconhecer que tem razão em perguntar, sr. Rui Rio. As questões levantadas no programa ‘Sexta às 9’, ontem (dia 13), têm de ser esclarecidas e de ter consequências que decorrerem do indispensável esclarecimento."

Toda esta nova polémica surge devido a uma reportagem sobre um contrato de exploração de lítio em Montalegre assinado, sem estudo de impacte ambiental, entre o Governo e a empresa Lusorecursos Portugal Lithium e que está a ser investigada pela Justiça.

Após o ‘Sexta às 9’ ter ido para o ar, João Galamba (secretário de Estado de Energia no último Governo) disse que o programa "alimenta mentiras". Sandra Felgueiras não o deixou sem resposta: "Tudo o que revelamos são factos. Compreenda o nosso trabalho. Porque ele é sério. Como sério espero que seja o seu".

Contactada pelo CM, a direção de Informação da RTP, liderada por Flor Pedroso, desmente a "suspensão de qualquer programa sob sua responsabilidade". "Todas as alterações foram articuladas com os responsáveis dos vários programas. Acrescenta-se que qualquer notícia que chegue à redação da RTP é por nós emitida, assim que estiver pronta para ir para o ar." 

* Gostamos do "Sexta às 9", também não percebemos as férias prolongadas do programa mas há um senão; algumas vezes ao abrigo da lei são publicados no fim do programa desmentidos de instituições que foram alvo de notícia mas o "Sexta às 9" nunca rebate as acusações que lhe são feitas, não compreendemos.

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254-BEBERICANDO



COMO FAZER

VENENO DE COBRA

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12-LENDAS DA CIÊNCIA
12.2 - NASCER



FONTE:  DocumentariosCiencia

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HOJE NO 
"OBSERVADOR"
Três estreias absolutas, três promoções
 e quatro ministros de Estado. 
Conheça o novo Governo

António Costa levou esta tarde os nomes do novo Governo que foram validados pelo Presidente da República. Ana Mendes Godinho substitui Vieira da Silva e há duas pastas novas, com novas ministras.

No novo Governo apresentado esta tarde pelo primeiro-ministro indigitado, Ana Mendes Godinho passa da Secretaria de Estado do Turismo para a frente do Ministério da Segurança Social, substituindo Vieira da Silva. Maria do Céu Albuquerque (secretária de Estado do Desenvolvimento Rural) entra para a Agricultura, no lugar de Capoulas dos Santos. Alexandra Leitão (secretária de Estado da Educação) é promovida a ministra numa pasta nova: Modernização do Estado e da Administração Pública. Outro novo Ministério no Executivo é o da Coesão Territorial que ficará entregue a Ana Abrunhosa, até agora presidente da CCDR Centro. Outro dos ministros novos é Ricardo Serrão Santos, novo ministro do Mar. Doze dos ministros anteriores mantêm-se nas mesmas pastas, há três promoções e três novas caras.
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António Costa disse, à saída do Palácio de Belém, que este é um governo formado para “um período muito exigente”, em que vai ter de acumular a liderança do Executivo com a Presidência Portuguesa da União Europeia. O primeiro-ministro assume que, além de “coeso”, este é um governo de “continuidade” e por isso se repetem tantos governantes, lembrando que “o atual Governo teve uma remodelação profunda há cerca de um ano”.

Ao todo são três as estreias absolutas neste elenco: além do ministro do Mar e da ministra da Coesão, entra ainda uma cara nova, o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, André Moz Caldas, que foi chefe de gabinete de Mário Centeno nas Finanças.

Quanto a subidas em funções governativas, há as de Ana Mendes Godinho, Alexandra Leitão e Maria do Céu Albuquerque, que passam de secretárias de Estado a ministras. Mas há outro tipo de promoção e com uma explicação já adiantada pelo primeiro-ministro indigitado: Pedro Siza Vieira, próximo do primeiro-ministro, passa a ministro de Estado, Mariana Vieira da Silva, uma das principais conselheiras de António Costa, também, bem como Mário Centeno e Augusto Santos Silva. No comunicado divulgado pelo gabinete do primeiro-ministro, esta alteração — o Governo anterior não tinha ministros de Estado — é justificada como “um reforço do núcleo central do Governo para que o primeiro-ministro e o ministro dos Negócios Estrangeiros possam assegurar plenamente a condução da Presidência da União Europeia”.

No Governo vão manter-se a ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, o ministro das Finanças, Mário Centeno, o ministro da Educação Tiago Brandão Rodrigues, a ministra da Presidência Mariana Vieira da Silva, a ministro dos Negócios Estrangeiros Augusto Santos Silva, João Gomes Cravinho fica novamente com a Defesa, Marta Temido na Saúde, Pedro Siza Vieira na Economia, Eduardo Cabrita na Administração Interna, Nelson de Souza fica no Planeamento, Matos Fernandes fica no Ambiente e Ação Climática (o Ministério muda de nome), Pedro Nuno Santos nas Infraestruturas e Graça Fonseca mantém-se ministra da Cultura.

Duarte Cordeiro mantém-se na Secretaria de Estado dos Assuntos Parlamentares e Tiago Antunes, até agora secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, passa a secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro. André Moz Caldas entra para o seu lugar na Presidência do Conselho de Ministros. Os restantes secretários de Estados serão conhecidos nos próximos dias.

O Executivo cresce, com dois novos ministérios (Modernização e Coesão): de 17 passam a 19. É o maior desde 1976 e também o que tem maior representação feminina: oito mulheres (eram cinco). Em termos de orgânica, fica autonomizada a Coesão Territorial, com o primeiro-ministro a explicar que a mudança pretende dar “prioridade à valorização do território”, e a área das Florestas passa da Agricultura para o Ambiente, “unificando a tutela ICNF, robustecendo a prevenção incêndios e reforçando o combate às alterações climáticas”, justifica o comunicado do gabinete do primeiro-ministro.

António Costa quis deixar o assunto encerrado antes de partir para Bruxelas, para o Conselho Europeu de quinta e sexta-feira, e levou já a lista a Marcelo Rebelo de Sousa. A tomada de posse ficará para o início da próxima semana.

A lista completa:
  • Primeiro-Ministro – António Costa;
  • Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital – Pedro Siza Vieira;
  • Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros – Augusto Santos Silva;
  • Ministra de Estado e da Presidência – Mariana Vieira da Silva;
  • Ministro de Estado e das Finanças – Mário Centeno;
  • Ministro da Defesa Nacional – João Gomes Cravinho;
  • Ministro da Administração Interna – Eduardo Cabrita;
  • Ministra da Justiça – Francisca Van Dunem;
  • Ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública – Alexandra Leitão;
  • Ministro do Planeamento – Nelson de Souza;
  • Ministra da Cultura – Graça Fonseca;
  • Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – Manuel Heitor;
  • Ministro da Educação – Tiago Brandão Rodrigues;
  • Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social – Ana Mendes Godinho;
  • Ministro da Saúde – Marta Temido;
  • Ministro do Ambiente e da Ação Climática – João Pedro Matos Fernandes;
  • Ministro das Infraestruturas e da Habitação – Pedro Nuno Santos;
  • Ministra da Coesão Territorial – Ana Abrunhosa;
  • Ministra da Agricultura – Maria do Céu Albuquerque;
  • Ministro do Mar – Ricardo Serrão Santos;
  • Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares – Duarte Cordeiro;
  • Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-MinistroTiago Antunes;
  • Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros – André Moz Caldas.

* Não vamos tecer qualquer comentário sobre esta lista, servirá o desempenho de cada um para ser alvo de elogio ou crítica. Claro que há ministros que transitam do anterior governo que cheiram mesmo mal não pelo tempo que governaram mas pela trampa que fizeram.

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Marta Hugon

Hide and Seek


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HOJE NO
"RECORD"
Loze estreia-se e logo como subida 
mais alta da Volta a França de 2020

Prova arranca em Nice, a 27 de junho, e decorre inteiramente em solo francês

O Col de la Loze estreia-se na Volta a França, como ponto mais alto da 107.ª edição da prova, cujo percurso foi apresentado esta terça-feira e que arranca em Nice, a 27 de junho de 2020.
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Com o cume localizado a 2.304 metros, aquele será o 'teto' do 'Tour' no próximo ano, com o diretor da corrida, Christian Prudhomme, a destacar a montanha nas imediações de Méribel como "o protótipo da subida do século XXI".
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A prova arranca em Nice, em 27 de junho, e decorre inteiramente em solo francês, terminando nos Campos Elísios, em Paris, em 19 de julho, depois de um traçado que volta a ser marcado pela montanha, não tanto pela alta montanha, em menor número do que em 2019, mas pela média montanha, mais representada.
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Os destaques vão também para as subidas nos Pirenéus e nos Alpes, com o Jura, na subida ao Grand Colombier, e Vosges, como outros testes num perfil que, garantiram os organizadores, terá algo para todos os ciclistas.
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Ao todo, são 3.470 quilómetros até Paris, com o 20.º e penúltimo dia de prova a reservar o regresso de La Planche des Belles Filles, desta vez para um contrarrelógio individual de 36 quilómetros, que pode ser decisivo nas contas finais do sucessor do colombiano Egan Bernal (INEOS).
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Nice recebe a partida das primeiras três etapas, com a corrida a 'aquecer' na nona tirada, entre Pau e Laruns, mesmo antes do primeiro dia de descanso.
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Ao todo, são 29 as subidas categorizadas, com seis chegadas em alto, setores em gravilha e um 'crono' com bastante inclinação, numa primeira semana com mais montanha do que o habitual em edições recentes.
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São ausências de destaque um contrarrelógio por equipas, mas também as históricas chegadas em alto no Alpe d'Huez e no Mont Ventoux, num ano em que a prova começa uma semana mais cedo, para permitir aos participantes viajarem para os Jogos Olímpicos Tóquio2020, seis dias depois do final da 'grande boucle'.
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"O 'Tour' continua a reinventar-se. Em 2020, a mais longa etapa terá 218 quilómetros -- nunca a tirada mais longa foi tão curta", destacou o diretor da prova, que mencionou ainda a passagem por Sarran, terra do antigo presidente francês Jacques Chirac, que morreu em setembro.
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* Uma prova fantástica com imagens de rara beleza.

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DO MAR, O LIXO
~7.2~
dε σหdε vεм
тคหтσ ł¡xσ?



Muito tem se falado sobre Consciencialização Ambiental e Desenvolvimento Sustentável. O lixo no meio ambiente, seja ele lixo industrial, lixo comercial, lixo orgânico ou reciclável, já atinge um nível quase irreversível para a saúde do planeta e da humanidade. E nós precisamos entender, para ontem, de onde vem tanto lixo! 

No segundo episódio da web-série Mares Limpos, a Fe Cortez entrevistou os representantes das maiores empresas do mundo, para saber como eles estão se responsabilizando pelo processo de reciclagem, de colecta selectiva de lixo, e como estão trabalhando a questão dos plásticos descartáveis e de uma possível diminuição deles num futuro próximo.

FONTE:
Menos 1 Lixo
 

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ILHA ƊƐ MOƇ̧AMƁIQUƐ
3~𝓐 𝓒𝓐𝓢𝓐 𝓓𝓞 𝓖𝓞𝓥𝓔𝓡𝓝𝓐𝓓𝓞𝓡




FONTE:  Vox Populi

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PREÇOS ALTOS NO MERCADO



FONTE:  Record TV Africa

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𝔻𝔼 𝟙𝟡𝟜𝟠 ℙ𝔸ℝ𝔸 𝕆 𝔽𝕌𝕋𝕌ℝ𝕆



FONTE:   vegas1a

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PADRE FRANCISCANO VÍTOR MELÍCIAS

Em 2009 tinha como pensão de reforma mais de 7 mil euros, gandafranciscano, continue a ir à missa caro/a visitador/a.

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. 2127
Senso d'hoje
MARIA JOÃO
AMORIM
INVESTIGADORA PRINCIPAL
INSTITUTO GULBENKIAN DE CIÊNCIA
Vai começar a época
do vírus que sabe contar



FONTE:  Observador
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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS









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 Brincadeiras de Pandas


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BOM DIA


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19-TEATRO
FORA "D'ORAS"
𝓥𝓘-𝕱𝖆𝖉𝖔,𝖍𝖎𝖘𝖙𝖔́𝖗𝖎𝖆 𝖉𝖊 𝖚𝖒 𝖕𝖔𝖛𝖔



𝓢𝓲𝓷𝓸𝓹𝓼𝓮

𝓤𝓶𝓪 𝓶𝓮𝓰𝓪𝓹𝓻𝓸𝓭𝓾𝓬̧𝓪̃𝓸 𝓺𝓾𝓮 𝓾𝓽𝓲𝓵𝓲𝔃𝓪 𝓪𝓼 𝓶𝓪𝓲𝓼 𝓪𝓿𝓪𝓷𝓬̧𝓪𝓭𝓪𝓼 𝓽𝓮𝓬𝓷𝓸𝓵𝓸𝓰𝓲𝓪𝓼 𝓹𝓪𝓻𝓪 𝓻𝓮𝓿𝓲𝓼𝓲𝓽𝓪𝓻 𝓪 𝓱𝓲𝓼𝓽𝓸́𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓯𝓪𝓭𝓸 𝓭𝓮𝓼𝓭𝓮 𝓪𝓼 𝓼𝓾𝓪𝓼 𝓸𝓻𝓲𝓰𝓮𝓷𝓼. 
𝓒𝓸𝓶 𝓾𝓶 𝓮𝓵𝓮𝓷𝓬𝓸 𝓭𝓮 𝓶𝓪𝓲𝓼 𝓭𝓮 𝟖𝟎 𝓮𝓵𝓮𝓶𝓮𝓷𝓽𝓸𝓼, 𝓮𝓷𝓽𝓻𝓮 𝓯𝓪𝓭𝓲𝓼𝓽𝓪𝓼, 𝓪𝓬𝓽𝓸𝓻𝓮𝓼, 𝓬𝓪𝓷𝓽𝓸𝓻𝓮𝓼, 𝓫𝓪𝓲𝓵𝓪𝓻𝓲𝓷𝓸𝓼, 𝓪𝓬𝓻𝓸𝓫𝓪𝓽𝓪𝓼 𝓮 𝓶𝓾́𝓼𝓲𝓬𝓸𝓼, "𝓕𝓪𝓭𝓸 - 𝓗𝓲𝓼𝓽𝓸́𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓮 𝓤𝓶 𝓟𝓸𝓿𝓸" 𝓿𝓪𝓲 𝓫𝓾𝓼𝓬𝓪𝓻 𝓵𝓮𝓷𝓭𝓪𝓼 𝓮 𝓶𝓸𝓶𝓮𝓷𝓽𝓸𝓼 𝓭𝓪 𝓗𝓲𝓼𝓽𝓸́𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓮 𝓟𝓸𝓻𝓽𝓾𝓰𝓪𝓵 𝓺𝓾𝓮 𝓼𝓮 𝓬𝓻𝓾𝔃𝓪𝓶 𝓬𝓸𝓶 𝓪 𝓱𝓲𝓼𝓽𝓸́𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓪 𝓬𝓪𝓷𝓬̧𝓪̃𝓸 𝓶𝓪𝓲𝓸𝓻. 

𝓟𝓮𝓵𝓪 𝓹𝓻𝓲𝓶𝓮𝓲𝓻𝓪 𝓿𝓮𝔃, 𝓛𝓪 𝓕𝓮́𝓻𝓲𝓪 𝓬𝓸𝓷𝓼𝓽𝓻𝓾𝓲𝓾 𝓾𝓶 𝓰𝓻𝓪𝓷𝓭𝓮 𝓮𝓼𝓹𝓮𝓬𝓽𝓪́𝓬𝓾𝓵𝓸 𝓹𝓪𝓻𝓪 𝓸 𝓒𝓪𝓼𝓲𝓷𝓸 𝓔𝓼𝓽𝓸𝓻𝓲𝓵 𝓸𝓷𝓭𝓮 𝓻𝓮𝓿𝓲𝓼𝓲𝓽𝓪 𝓪 𝓗𝓲𝓼𝓽𝓸́𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓕𝓪𝓭𝓸, 𝓭𝓮𝓼𝓭𝓮 𝓪𝓼 𝓼𝓾𝓪𝓼 𝓸𝓻𝓲𝓰𝓮𝓷𝓼 𝓪𝓽𝓮́ 𝓪 𝓪𝓬𝓽𝓾𝓪𝓵𝓲𝓭𝓪𝓭𝓮, 𝓷𝓾𝓶𝓪 𝓮𝓷𝓬𝓮𝓷𝓪𝓬̧𝓪̃𝓸 𝓺𝓾𝓮 𝓪𝓻𝓽𝓲𝓬𝓾𝓵𝓪 𝓸 𝓕𝓪𝓭𝓸 𝓬𝓸𝓶 𝓸 𝓣𝓮𝓪𝓽𝓻𝓸, 𝓸 𝓜𝓾𝓼𝓲𝓬𝓪𝓵, 𝓸 𝓒𝓲𝓻𝓬𝓸 𝓮 𝓸 𝓑𝓪𝓲𝓵𝓪𝓭𝓸.

𝓡𝓮𝓬𝓸𝓻𝓻𝓮𝓷𝓭𝓸 𝓪̀𝓼 𝓶𝓪𝓲𝓼 𝓶𝓸𝓭𝓮𝓻𝓷𝓪𝓼 𝓽𝓮𝓬𝓷𝓸𝓵𝓸𝓰𝓲𝓪𝓼, 𝓾𝓽𝓲𝓵𝓲𝔃𝓪 𝓽𝓻𝓮̂𝓼 𝓮𝓬𝓻𝓪̃𝓼 𝓭𝓮 𝓵𝓮𝓭𝓼, 𝓽𝓻𝓪𝓷𝓼𝓯𝓸𝓻𝓶𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓸 𝓬𝓮𝓷𝓪́𝓻𝓲𝓸 𝓮𝓶 𝟑𝓓. 𝓐 𝓶𝓾́𝓼𝓲𝓬𝓪, 𝓭𝓮 𝓕𝓲𝓵𝓲𝓹𝓮 𝓛𝓪 𝓕𝓮́𝓻𝓲𝓪, 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓸 𝓥𝓪𝓵𝓮𝓷𝓽𝓲𝓶 𝓮 𝓐𝓻𝓽𝓾𝓻 𝓖𝓾𝓲𝓶𝓪𝓻𝓪̃𝓮𝓼 - 𝓪 𝓹𝓪𝓻 𝓭𝓪𝓼 𝓬𝓲𝓽𝓪𝓬̧𝓸̃𝓮𝓼 𝓪𝓸𝓼 𝓰𝓻𝓪𝓷𝓭𝓮𝓼 𝓶𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓭𝓸 𝓯𝓪𝓭𝓸 - 𝓮 𝓪𝓼 𝓵𝓮𝓽𝓻𝓪𝓼 𝓸𝓻𝓲𝓰𝓲𝓷𝓪𝓲𝓼 𝓭𝓮 𝓕𝓲𝓵𝓲𝓹𝓮 𝓛𝓪 𝓕𝓮́𝓻𝓲𝓪 𝓯𝓪𝔃𝓮𝓶 𝓭𝓮 “𝓕𝓪𝓭𝓸 – 𝓗𝓲𝓼𝓽𝓸́𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓮 𝓾𝓶 𝓟𝓸𝓿𝓸” 𝓾𝓶𝓪 𝓮𝓹𝓸𝓹𝓮𝓲𝓪 𝓺𝓾𝓮 𝓭𝓲𝓿𝓮𝓻𝓽𝓮, 𝓮𝓶𝓹𝓸𝓵𝓰𝓪 𝓮 𝓮𝓶𝓸𝓬𝓲𝓸𝓷𝓪 𝓸 𝓹𝓾́𝓫𝓵𝓲𝓬𝓸. 

𝓘𝓷𝓽𝓮𝓻𝓹𝓻𝓮𝓽𝓪𝓭𝓸 𝓹𝓸𝓻 𝓾𝓶 𝓰𝓻𝓪𝓷𝓭𝓮 𝓮𝓵𝓮𝓷𝓬𝓸 𝓭𝓮 𝓪𝓬𝓽𝓸𝓻𝓮𝓼, 𝓬𝓪𝓷𝓽𝓸𝓻𝓮𝓼, 𝓫𝓪𝓲𝓵𝓪𝓻𝓲𝓷𝓸𝓼, 𝓪𝓬𝓻𝓸𝓫𝓪𝓽𝓪𝓼 𝓮 𝓶𝓾́𝓼𝓲𝓬𝓸𝓼, “𝓕𝓪𝓭𝓸 – 𝓗𝓲𝓼𝓽𝓸́𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓮 𝓾𝓶 𝓟𝓸𝓿𝓸” 𝓬𝓸𝓷𝓽𝓪 𝓬𝓸𝓶 𝓪 𝓹𝓪𝓻𝓽𝓲𝓬𝓲𝓹𝓪𝓬̧𝓪̃𝓸 𝓭𝓪 𝓐𝓵𝓮𝔁𝓪𝓷𝓭𝓻𝓪, 𝓪 𝓯𝓪𝓷𝓽𝓪́𝓼𝓽𝓲𝓬𝓪 𝓹𝓻𝓸𝓽𝓪𝓰𝓸𝓷𝓲𝓼𝓽𝓪 𝓭𝓸 𝓶𝓾𝓼𝓲𝓬𝓪𝓵 “𝓐𝓶𝓪́𝓵𝓲𝓪”, 𝓪𝓸 𝓵𝓪𝓭𝓸 𝓭𝓮 𝓗𝓮𝓷𝓻𝓲𝓺𝓾𝓮 𝓕𝓮𝓲𝓼𝓽, 𝓛𝓲𝓪𝓷𝓪, 𝓖𝓸𝓷𝓬̧𝓪𝓵𝓸 𝓢𝓪𝓵𝓰𝓾𝓮𝓲𝓻𝓸, 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓪 𝓢𝓪́, 𝓘𝓷𝓮̂𝓼 𝓢𝓪𝓷𝓽𝓸𝓼, 𝓛𝓾𝓲́𝓼 𝓜𝓪𝓽𝓸𝓼, 𝓔𝓵𝓼𝓪 𝓒𝓪𝓼𝓪𝓷𝓸𝓿𝓪, 𝓛𝓾𝓲́𝓼 𝓒𝓪𝓮𝓲𝓻𝓸, 𝓕𝓵𝓪́𝓿𝓲𝓸 𝓖𝓲𝓵 𝓮 𝓙𝓸𝓻𝓰𝓮 𝓢𝓲𝓵𝓿𝓪, 𝓮𝓷𝓽𝓻𝓮 𝓶𝓾𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓸𝓾𝓽𝓻𝓸𝓼 𝓪𝓻𝓽𝓲𝓼𝓽𝓪𝓼.


FONTE:   Teatro Português