quarta-feira, 16 de agosto de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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IV-OS RIOS E A VIDA
2- YANG-TSÉ


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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DUYOS

BOTÂNICA VERANO
2017



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V-MESTRES DE COMBATE
1- Kali
FILIPINAS



* Não somos fãs destas modalidades desportivas, temos até   dúvidas se o "modismo" destas prácticas não potencia os conflitos de minorias formatadas em grupos de luta. Os vídeos desta série têm espectáculo e aventura, priviligeámos isso.

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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SOFIA MARTINS

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Quando a intolerância
 nos sufoca

"A verdade é que andamos todos muito reativos, prontos para a “guerra”. Com muito pouca fé nas intenções uns dos outros. Ao fim e ao cabo, com pouca fé na Humanidade"

Ontem, a estacionar, toquei sem querer no carro detrás. Foi um toque tão pequeno que mais parecia um beijinho. De imediato surgiu a dona do carro, zangadíssima comigo. Expliquei-lhe ter sido um toque ao de leve, que calculava que visto à distância parecia pior mas não tinha mesmo sido nada, como ela própria pôde comprovar. Pedi-lhe desculpa porque, como é óbvio, bater nos carros para arrumar o nosso não é sistema. Mas quem nunca o fez? Falei-lhe com toda a calma. Senti-a em conflito. Estava claramente pronta para me atacar, mas o meu tom de voz ou a forma como falei, se por um lado a acalmou, por outro, fê-la sentir-se desconfiada. Como se não fosse possível resolver aquela situação de outra forma que não aos berros. Acabou por ir-se embora, dizendo-me algo antipático, mas em tom ligeiro. Talvez para ficar com a sensação de que não fora vencida. Ou ser considerada fraca por não ter dito, feito ou acontecido algo.

Esta situação deixou-me a pensar. Tal como outras que me surgiram à mente em que eu própria estive com a atitude daquela mulher. A verdade é que andamos todos muito reativos, prontos para a "guerra". Com muito pouca fé nas intenções uns dos outros. Ao fim e ao cabo, com pouca fé na Humanidade.

Atacamos cegamente, partindo sempre do principio de que o ser humano é alguém mal-intencionado que nos quer vigarizar. E muitas vezes, nem damos espaço para ouvir as razões do outro. Gritamos para não gritarem connosco. Agredimos, para não nos agredirem. E assim caminhamos, numa desconfiança permanente, numa crescente sensação de que as pessoas estão perdidas. Egoístas. Desmotivadas e impacientes. De que as pessoas perderam totalmente os seus valores.

Sim, de facto os tempos exigem-nos muito. Situações de abuso, faltas de respeito estão por todo o lado. Andamos tensos, enervados. Como panelas de pressão, prestes a explodir. Mas será que não está na hora de acordarmos, cada um de nós? De procurarmos aliviar o stress de outras maneiras mais saudáveis? Será que não podemos fazer alguma coisa para inverter este clima tenso que paira no ar? Acredito que há algo que nos une a todos. Algo que nos leva a agir como agimos, tantas vezes sem pensar. Tantas vezes por medo. Por insegurança. Algo que nos pode ligar, em vez de separar: o Amor. Ou a falta dele. Quando deixamos que o amor nos seque por dentro, deixamos de ser compreensivos. Generosos. Benevolentes. Atentos. Empáticos. Deixamos que uma certa pressa que não admite falhas fale mais alto. E essa pressa traz consigo toda a agressividade que acumulamos dentro de nós. Negar essa agressividade não significa sermos "bananas". Bem longe disso. Significa conseguirmos encontrar em cada interação as razões que deixam o outro inquieto. Partirmos do princípio de que se trata apenas de uma inquietação que se manifesta de uma forma desgovernada. Agirmos com compreensão, empatia e benevolência, vai revelar em cada um de nós alguém bem mais solidário e capaz de resolver a maior parte dos conflitos.

Estamos todos no mesmo barco. Vivemos todos sob o mesmo céu. E essa noção deve prevalecer sempre numa comunhão que já experimentámos em situações felizes ou de emergência nacional. Ela existe, há que vivenciá-la no dia-a-dia, onde é tão necessária. Comecemos por respeitar-nos. Encontrar aquele lugar que nos torna mais humanos. Aquela parte de nós que sabe o que é sentirmo-nos frágeis. Impotentes. Solidarizarmo-nos a partir daí. E resolver os mal-entendidos que surgirem, com ponderação.

Evitamos assim males muito maiores. E ajudamos a tornar este mundo um lugar bem mais saudável. Vale a pena pensarmos nisto.

IN "SÁBADO"
09/08/17

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1324.UNIÃO



EUROPEIA



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II-CORPOS MARCADOS
 

3-GAIOLA DO DIABO





FONTE: History Channel Brasil

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AEROPORTO
PONTA DELGADA
FLASHMOB  2011



FONTE: aatlantico

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Primitive Reason

Seven Fingered Friend


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SEXO É BEM MELHOR

QUE CIGARRO



FONTE: ALEGRIA GERA SAÚDE


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Cartoonistas desenham pela paz e 
pela liberdade de expressão




* A fundação "Desenhando pela paz" surgiu há dez anos com a ajuda do ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan e reúne cartunistas de vários países e religiões. O grupo promoveu uma premiação em Genebra para celebrar a liberdade de expressão e de imprensa. Muitos cartunistas ainda enfrentam perseguição por suas manifestações mais políticas.

FONTE: ONUBrasil

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INVESTIMENTO OU 
BRANQUEAMENTO



FONTE: TRANSPARÊNCIA E INTEGRIDADE

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O que são o consumo
público e privado




FONTE: ffms

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ABENÇOADOS NEURÓNIOS

Refresque o vinho branco com uvas congeladas


Ao arrumar as malas para viagem, 
cubra seus sapatos com uma touca de banho

Coloque fita magnética no armário da casa
 de banho para organizar as peças que usa

Pinte as chaves com verniz para fácil identificação


Vire os cabides para “limpar” o armário 
Todos nós compramos roupas e não as usamos todas . Isso ocupa 
um espaço desnecessário no armário. Uma dica seria colocar todos 
os cabides do lado oposto e quando for usar uma roupa, devolva o cabide 
da maneira que sempre usa. Até o final do ano, ou temporada, doar as 
roupas que estão com o cabide ao contrário seria uma boa ideia.

 Use gelo para tirar o chiclete colado ao cabelo 
O gelo vai endurecer o chiclete, o que facilita na hora de tirá-lo. 
Esta técnica também pode ser utilizada para tirar chiclete 
da sola de sapatos.

Use pedra-pomes para tirar pelos da roupa

Use arroz e uma meia para fazer 
compressa quente caseira 
Coloque o arroz dentro da meia e aqueça-a no micro-ondas por, mais 
ou menos, 1 minuto. Se quiser uma compressa fria, coloque-a 
no congelador durante45 minutos.

Vinho branco neutraliza manchas de vinho tinto 
Se verteu vinho tinto na roupa, não  desespere.Deite um pouco de vinho 
branco no mesmo momento em cima da mancha e deixe secar. O branco 
neutraliza o vermelho, ajuda antes de lavar a roupa.

Alargue os sapatos novos de uma
 maneira fácil e rápida
 Passo 1 – Vista meias grossas e depois calce o sapato. 
Passo 2 – Passe o secador nas partes em que o sapatoaperta
durante alguns minutos 
Passo 3 – Continue usando as meias e o sapato enquanto arrefece
Passo 4 – Faca o teste. Repita o processo se  perceber 
que eles não  alargaram o suficiente

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Senso d'hoje
SÓNIA
AZEVEDO FERNANDES
SEXÓLOGA
"Educação sexual para adultos"


FONTE: CANAL "Q"- Programa "É a vida Alvim"


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IA VIRANDO REFEIÇÃO


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BOM DIA


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10-TEATRO
FORA "D'ORAS"
II-ARTE

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