27/12/2019

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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XXXV~MEGA FÁBRICAS
4-KOENIGSEG



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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FONTE:   Mundomotorweb Madrid 


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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Jovem de 19 anos mata ‘padre pedófilo’ que o abusou sexualmente

Pai do suspeito também terá sido abusado sexualmente pelo mesmo padre quando era criança.

Um jovem de 19 anos matou o padre Roger Matassoli, de 91 anos, por o ter abusado sexualmente. Alexandre V., cujo nome completo não foi divulgado, bateu no clérigo com um crucifixo e sufocou-o. O rapaz foi acusado de tortura, resistência à polícia e assassinato mas teve de ser transferido para um hospital quando foi preso por motivos psiquiátricos.
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Alexandre atacou Matassoli enquanto o padre trabalhava em Agnetz, Oise, no norte de França e foi preso quando estava a fugir do local no carro da vítima.

O padre de 91 anos foi acusado de abusar sexualmente de pelo menos quatro meninos, incluindo o rapaz de 19 anos e, alegadamente, o pai entre 1960 e 2000. Matassoli foi encontrado morto por polícias com sinais de tortura no corpo e aparentemente asfixiado.

Apesar de o crime ter sido cometido a 4 de novembro, o jovem de 19 anos só foi formalmente acusado na passada quinta-feira, 26 de dezembro.

Também o pai do suspeito terá sido abusado sexualmente pelo padre quando era criança. Identificado como Stephane pela imprensa francesa, o homem acabou por se matar quando soube do abuso. Segundo alguns relatos franceses, à semelhança do pai, Alexandre também tentou cometer suicídio.

De acordo com a imprensa local, a polícia está a investigar o caso com base na hipótese de que se tratou de um ato de vingança. No entanto, o suspeito disse às autoridades que não se lembra de ter cometido os crimes de que está a ser acusado.

O bispo de Beauvais, Jacques Benoit-Gonnin, após o assassinato do padre, disse que Matassoli tinha sido retirado de funções em 2009 depois de surgirem alegações de abuso.

* Como compreendemos Alexandre V.

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III- HISTÓRIAS
INEXPLICÁVEIS

2- A Maldição do Farol Flannan

e Aleshenka, a Múmia Russa



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


  Josevan Nascimento
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HOJE NO
"OBSERVADOR"
Ex-cardeal destituído por abuso de menores deu milhares de um fundo
 da igreja a clérigos poderosos

Cardeal Theodore McCarrick, destituído pelo Vaticano por alegações de abusos sexuais, passou cheques de 600 mil dólares a clérigos poderosos. Dinheiro era de fundo da igreja. Irmã de Trump era doadora

Theodore McCarrick, o ex-cardeal norte-americano que este ano foi destituído pelo Vaticano depois de uma investigação interna ter provado que era culpado de abuso sexual de menores, deu centenas de milhares de dólares em dinheiro da igreja a clérigos poderosos. Estas operações realizadas ao longo de quase duas décadas foram reveladas através dos registos financeiros obtidos por uma investigação do The Washinton Post.
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O "PADRINHO"
Desde 2001, McCarrick enviou cheques cujo valor total ronda os 600 mil dólares (cerca de 540 mil euros), dinheiro entregue a clérigos em Roma, e não só, incluindo burocratas do Vaticano, conselheiros papais e até dois papas, João Paulo II e Bento XVI. Quase 200 cheques foram enviados para clérigos, incluindo mais de 60 arcebispos e cardeais.

Vários nomes entre os mais de 100 destinatários destes cheques estavam envolvidos em avaliar as acusações de conduta inapropriada feitas contra o agora ex-cardeal. A investigação ordenada pelo próprio Vaticano em outubro do ano passado declarou-o culpado de ter abusado sexualmente de menores.

Os cheques em questão provinham de uma conta pouco conhecida associada à arquidiocese de Washington, onde o ex-cardeal começou a trabalhar enquanto arcebispo em 2001. Este fundo permitiu a McCarrick arrecadar dinheiro de doadores e usá-lo sem grande supervisão, de acordo com antigos funcionários consultados sob anonimato pelo jornal. Em comunicado, a Arquidiocese de Washington assegurou que McCarrick tinha controlo absoluto sobre o fundo que estava isento de impostos.
Os fundos da conta vieram de doações enviadas pessoalmente a McCarrick para encaminhar à sua escolha”, disse a arquidiocese. “Durante o mandato em Washington, McCarrick fez contribuições para muitas organizações de caridade e religiosas e para membros da liderança da Igreja”, lê-se no comunicado enviado ao The Washington Post.
McCarrick enviou 90 mil dólares ao Papa João Paulo II entre 2001 e 2005, sendo que o Papa Bento XVI recebeu outros 291 mil dólares quase de uma só vez, dado o cheque no valor de 250 mil dólares enviado em maio de 2005, um mês antes de ser eleito para suceder a João Paulo II.

Representantes dos antigos papas em funções recusaram comentar ou declararam não ter informação sobre os cheques, e um ex-secretário pessoal de João Paulo II disse que as doações feitas eram encaminhadas para o Cardeal Secretário de Estado, do departamento que mais de perto auxilia o Sumo Pontífice. Outra hipótese é que essas doações tenham sido direcionadas para instituições de caridade papal.

McCarrick subiu aos níveis mais altos da igreja nos Estados Unidos da América e aí permaneceu, mesmo depois de queixas de má conduta terem chegado aos ouvidos do Vaticano já em 2000. O clérigo foi expulso da Igreja Católica em fevereiro deste ano, depois de o Vaticano ter investigado as acusações de abuso sexual que recaíam sobre ele. As conclusões da investigação são claras: o clérigo praticou “pecados contra o sexto mandamento com menores e adultos, com o agravante de, para isso, ter recorrido ao abuso de poder”. McCarrick também foi declarado culpado por ter “assediado” pessoas durante atos de confissão.

Os registos financeiros no centro desta investigação fazem parte de um conjunto de documentos enviados por autoridades da Igreja Católica em Washington para serem analisados em Roma. Ao longo de 17 anos, o fundo arrecadou mais de seis milhões de dólares (5,5 milhões de euros) e, entre os maiores contribuintes, está o nome da irmã do presidente Donald Trump, Maryanne Trump Barry, ex-juíza federal, que doou 450 mil dólares num espaço de quatro anos — Maryanne Trump Barry recusou comentar. Os registos também mostram que o ex-cardeal encaminhou milhões do fundo para instituições católicas de caridade, tanto nos EUA como em Roma, mas também para organizações em países pobres ou abalados por conflitos.

Clérigos do Vaticano que receberam cheques do ex-cardeal asseguram que estes correspondem a presentes habituais de líderes católicos durante a quadra natalícia, sendo também considerados gestos de apreciação pelo serviço prestado. Estes clérigos dizem ainda que os presentes de McCarrick foram direcionados para a caridade ou usados para outros fins.

O advogado de McCarrick não respondeu ao pedido de comentário do The Washington Post. Sobre as alegações de má conduta, o ex-cardeal disse recentemente a um jornalista que “não acredita” ter feito as coisas de que é acusado.

* A igreja católica brinda-nos frequentemente com novas aventuras de proeminentes bandidos das suas fileiras, mas a grande culpa é dos autores e actores da "Porta dos Fundos".

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𝓐𝓡𝓠𝓤𝓘𝓣𝓔𝓒𝓣𝓤𝓡𝓐
4-PΣÐAÇOS ÐΣ HISTÓЯIA

4.1-ARQUITECTURA DOS ROMANOS



FONTE:  Marco Pádua

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HOJE NO 
"RECORD"
Fernando Gomes vai recandidatar-se
 à presidência da Federação 
Portuguesa de Futebol

Tendo em vista o quadriénio 2020-2024

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, vai recandidatar-se à liderança do organismo em 2020, para o mandato até 2024, anunciou esta sexta-feira o líder federativo, através de uma declaração enviada à agência Lusa.
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"Decidi recandidatar-me à presidência da FPF para o quadriénio 2020-2024. Faço-o após uma reflexão que decorreu nos últimos meses, porque entendi que devo prosseguir o processo de transformação a que a instituição se sujeitou nos anos mais recentes", anunciou o presidente do organismo de cúpula do futebol português. 

Fernando Gomes, de 67 anos, cumpre o segundo mandato, depois de ter concorrido sem oposição às eleições de 04 de maio de 2016, alcançando 92% dos votos, e de ter sido eleito pela primeira vez em 10 de dezembro de 2011, ao derrotar Carlos Marta por 10 votos (46 contra 36), sucedendo a Gilberto Madail na presidência da FPF.

"Com o mesmo sentido de missão do primeiro dia, apresentarei as linhas orientadoras para essa candidatura durante o primeiro trimestre do ano", revelou Fernando Gomes.

Antes de assumir a presidência da FPF, Fernando Gomes liderou a Liga de Clubes de Basquetebol, foi dirigente do FC Porto, entre 1994 e 2010, e presidiu à Liga Portuguesa de Futebol Profissional, entre 2010 e 2011.

* Confrangedoramente não há no universo do futebol outra personagem que consiga ser menos pior que o actual presidente.

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RICARDO MONTEIRO

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Morreu a Democracia. 
Viva Boris Johnson

Há que admitir que uma maioria dos britânicos continuou a votar contra o Brexit e que, em vez de verem essa vontade refletida no resultado eleitoral veem justamente o oposto. Pior. Veem-se esmagados pelas forças contrárias.

Muito se tem dito e escrito sobre a vitória esmagadora de Boris Johnson nas últimas eleições, as tais que o mesmo declarou serem “irrefutáveis, irresistíveis e inargumentáveis” quanto à clareza dos seus resultados. O Partido Conservador conseguiu uma maioria esmagadora de 364 deputados num total de 650 eleitos, quando o Partido Trabalhista se ficou por uns míseros 203, o seu pior resultado em mais de 80 anos.

Todos sabemos que o sistema eleitoral inglês é particular e que, por cada círculo de eleitores, apenas um deputado é eleito. Isto significa que todos os votos expressos pelos candidatos perdedores vão para o lixo e ficam sem qualquer expressão quer seja a nível local, quer seja a nível nacional. Assim, numa circunscrição de, por exemplo, 100 eleitores, se um deles tiver 20 votos, o segundo 19, o terceiro 18, o quarto 17 e o quinto 16 e os restantes 10 forem brancos, nulos ou abstenções, apenas os 20 votos do vencedor contam. Todos os outros ficam sem significado, não contam.

É por esta razão que a vitória em número de deputados não representa o sentimento nacional, apenas e tão-só reflete vitórias locais, na sua vasta maioria, minoritárias, isto é, com bem menos de 50% dos votos. Foi desta forma que, nas tais eleições “irrefutáveis” que levarão ao Brexit, 52% dos eleitores votaram por partidos que ou se opunham ao Brexit ou pugnavam por um segundo referendo. É também por esta razão que 45,3% dos eleitores (isto é, das pessoas que foram votar) não obtiveram qualquer forma de representação parlamentar.

É ainda por isto que o Partido Nacionalista Escocês elegeu 48 deputados com apenas 1.242.000 votos e o Partido dos Liberais Democratas elegeu apenas 11 parlamentares apesar dos seus 3.650.000 votos. Os números são impressionantes e atestam do desequilíbrio do sistema, sobretudo, como era o caso, quando são temas de interesse nacional – o Brexit e o estado do NHS (o nosso SNS) – que estavam em causa. Para eleger um deputado conservador bastaram 38.300 votos, um Trabalhista necessitou 50.800, um Liberal Democrata 334.000 votos e para eleger o único deputado verde foram precisos mais de 865.000 eleitores.

Naturalmente que as regras são as mesmas para todos os partidos. Elas são antigas e são aceites como um bom reflexo da vontade do povo britânico. Há certamente matérias em que o sistema aproxima os eleitos dos eleitores, obrigando-os a ter presentes os ensejos e necessidades do círculo que representam. Porém há que admitir que uma maioria dos britânicos continuou a votar contra o Brexit e que, em vez de verem essa vontade refletida no resultado eleitoral veem justamente o oposto. Pior. Veem-se esmagados pelas forças contrárias.

O que é paradoxal é que foi precisamente o défice de representatividade e a chamada falta de “legitimidade democrática” que os britânicos sempre assacaram às instituições europeias, acusando-as de uma burocracia irritante e distante que se dedica a determinar a curvatura das bananas e o diâmetro dos preservativos, esquecendo as necessidades reais dos povos e das pessoas. Em resposta a tal situação, apenas a devolução de poder se poderia aplicar e ela aí está.

A libra e a bolsa dispararam. Na sexta-feira passada, uma família europeia comprou uma casa por 65 milhões de libras em Londres declarando expressamente tê-lo feito por causa do resultado das eleições. Os bilionários russos, árabes, franceses, brasileiros, etc. respiraram de alívio. E, como facilitador de tal desfecho, o inenarrável Corbyn, o mesmo que queria renacionalizar tudo e dar 10% de todas as empresas cotadas aos trabalhadores. Aquele que prometeu taxar os ricos até que nada lhes restasse.

Não sei o que irá acontecer aos operários que votaram em Johnson. Não sei o que acontecerá ao NHS. Não faço ideia o que farão as indústrias que vivem da exportação para os mercados europeus. E também não tenho a certeza do que espera os emigrantes lá radicados. Mas temo saber o que acontecerá à Inglaterra – talvez mesmo sem a Escócia e sem a Irlanda do Norte: Londres será a sua nova Singapura-sobre-o Tamisa, um paraíso fiscal e financeiro, um sonho ultraliberal que nem Margaret Thatcher teria ousado levar a cabo.

IN "O JORNAL ECONÓMICO"
20/12/19

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2135.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Homem detido no Montijo 
por matar cão da ex-namorada

A PSP foi chamada à casa da ex-namorada do detido e encontrou um "cenário macabro". O cão foi morto, esfolado e esquartejado, indicou a polícia.

Um homem de 38 anos foi detido, no domingo no Montijo, por matar com violência o cão da sua ex-namorada. Em comunicado divulgado esta quinta-feira, a PSP adianta que os agentes foram chamados a casa da ex-namorada do detido pelas 19:00, tendo encontrado um "cenário macabro", no qual o cão havia sido morto, esfolado e esquartejado.
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Perante esta situação, a PSP refere que o homem "foi de imediato detido" e procedeu-se à recolha e registo de provas.

A polícia apurou que o homem "terá sido motivado pela vontade de mostrar à sua ex-namorada o ressentimento que sente pelo final da relação". "

Depois de detido, foi presente "à autoridade judiciária" e vai aguardar o desenvolvimento do processo criminal em liberdade. "Foi-lhe imposta a medida de coação de termo de identidade e residência", indica a PSP.

Uma vez que o detido era visado em outros processos-crime por violência doméstica contra a sua ex-namorada, a PSP promoveu "de imediato" a reavaliação do nível de risco, de forma a que possa ser ponderada a necessidade de serem disponibilizadas à mulher medidas de segurança adicionais.

* Um selvagem que mata um cão deste modo também mata outra pessoa, continua a gozar de liberdade como um cidadão normal, o termo de identidade e residência protege alguém deste assassino?

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15-Falsidade.com 
15.2-VENTOS DO PASSADO



FONTE:  tbrsete

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Encomendei "todos os smartphones"
da XIAOMI da MiStore



FONTE:  Nuno Agonia

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"
Mobi.e lança concurso para concessão
 de 643 postos de carregamento
 de veículos eléctricos

O presidente da Mobi.e anunciou hoje o lançamento de um concurso público internacional para concessão de 643 postos de carregamento de veículos elétricos em 10 anos.
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No lançamento do concurso, no Ministério do Ambiente, em Lisboa, o presidente da empresa pública responsável pela gestão da mobilidade elétrica disse que aos 643 postos normais da rede piloto poderão acrescer até 20 postos de câmaras municipais.

Os postos estão divididos por 11 lotes (cada lote inclui postos de carregamentos lentos e semi-rápidos) e cada concorrente pode ficar no máximo com três lotes.

O presidente da Mobie.e, Luís Barroso, disse que a apresentação de candidaturas termina em 24 de fevereiro e que o concurso deverá estar concluído pela Páscoa, em abril.

Hoje foi também anunciado que todos os carregamentos de veículos elétricos nos postos de carregamento da rede pública vão passar a ser pagos assim que os postos sejam concessionados, o que é esperado que seja num prazo inferior a seis meses.

Em declarações aos jornalistas, o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, não deu uma data precisa para o pagamento em todos os postos acontecer, uma vez que tal só se concretiza quando a concessão entrar em vigor e o concurso hoje lançado pode demorar mais tempo do que o calendarizado, caso algum candidato recorra da decisão.

Contudo, indicou, ainda no primeiro semestre de 2020 deverão os 643 postos estar concessionados e, logo, todos os carregamentos passarão a ser pagos.

Atualmente, os carregamentos de veículos elétricos são pagos nos postos de carregamento rápidos e ainda nos postos de carregamento normais em zona privada.

Quanto aos critérios para a escolha dos operadores que ficarão com as concessões, estes são dois, com o peso de 50% cada um: o valor de compensação a pagar ao Estado pelo investimento que fez nos postos de carregamento (que tem o valor mínimo de cerca de 150 mil euros por lote) e a tarifa máxima que será cobrada ao cliente nos dez anos da concessão (valor a definir livremente pelo operador a concurso).

Contudo, a tarifa do operador não será o único valor que cada cliente paga para carregar o seu veículo elétrico.

É que no carregamento de um veículo elétrico, o preço final resulta de várias parcelas: a tarifa do operador, a tarifa do Comercializador de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica (incluindo o custo da energia) e a tarifa da entidade gestora (ou seja, a tarifa que a Mobi.E cobrará por fazer a gestão da rede, que atualmente não existe, mas passará a ser cobrada em 2020).

Quando os 643 postos forem concessionados, cada operador poderá cobrar preços diferentes em cada posto, consoante localização, procura ou altura do dia.

Segundo disse hoje Matos Fernandes, no lançamento deste concurso, é esperado que o número de postos de carregamento de veículos elétricos aumente nos próximos anos.

“Seria uma desilusão se ao fim de um ano só estivéssemos a falar destes 643 postos e ao fim de dois anos certamente estaremos a falar de muito mais”, afirmou.

Em 2018 venderam-se mais de 8.000 veículos elétricos e este ano até final de novembro foram já mais de 11 mil, salientou o ministro do Ambiente.

* Vai acabar a teta eléctrica.

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Beh Trio vs Wesley

“Let It Be”


The Voice Portugal - Batalhas

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Santos Silva: 
Um dos problemas das empresas nacionais
é a fraquíssima qualidade da gestão

"Eu quero que os doutorados tragam mais qualidade para a gestão", afirmou o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

 Um dos principais problemas das empresas portuguesas é "a fraquíssima qualidade da sua gestão", afirmou esta sexta-feira o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.
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O governante, que falava em Coimbra para graduados portugueses no estrangeiro, considerou que o problema principal das empresas portuguesas "está na sua descapitalização", com uma banca nacional "que só gosta de emprestar dinheiro para compra de casa", acrescentando que a segunda fonte de problemas é a "fraquíssima qualidade" da gestão das empresas.

 "Eu quero que os doutorados tragam mais qualidade para a gestão", afirmou o ministro, na sessão de encerramento do 8.º Fórum Anual de Graduados Portugueses no Estrangeiro (GraPE 2019), que decorreu no Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra.

Para Augusto Santos Silva, um tecido industrial "muito pouco qualificado" e "muito pouco capitalizado" terá também dificuldades em atrair jovens qualificados ou até em perceber as vantagens de apostar na inovação.

Durante a sua intervenção, o ministro disse que se pode "esperar sentado" se se supõe que o atual tecido industrial português "é capaz, por si só, de perceber a vantagem em trazer inovação para o seu seio e a vantagem em contratar pós-graduados e doutorados".

"É preciso mudar o tecido industrial", vincou, considerando que atrair investimento estrangeiro para o país também é uma forma do tecido nacional mudar, face à competição que vem de fora.

De acordo com o ministro, as empresas que se estão a instalar no país requerem recursos humanos qualificados e localizações próximas de centros de investigação e universidades, sendo que as empresas estrangeiras que investem em Portugal confrontam-se "crescentemente com falta de mão de obra qualificada, incluindo doutorados", especialmente nas áreas da "ciência de dados, engenharias e informáticas".

"O panorama português é de escassez de mão de obra qualificada e não um panorama de abundância de mão de obra qualificada sem saídas profissionais", notou.

Durante a intervenção, Augusto Santos Silva recordou que as vagas de emigrantes dos anos de 1960 e 70 foram responsáveis por mudanças no país, seja através das remessas enviadas para as famílias, as vindas periódicas nos verões, a requalificação do imobiliário ou a criação de pequenas e médias empresas nas suas terras de origem.

Dirigindo-se para a plateia, perguntou que contributo é que os jovens portugueses que hoje emigram darão ao país "daqui a 30 anos"?

"Se há uma espécie de laço ou de dívida em relação ao país, como é que se veem a contribuir para o desenvolvimento de Portugal?", questionou, pedindo aos jovens graduados que deem respostas no próximo fórum, em 2020.

* Tem toda a razão o sr. ministro, a qualidade dos empresários /gestores é fraquinha. Em relação à banca também está certo. E o que faz o governo para contrariar esta incompetência.

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V-GENOMA HUMANO
2- DESCOBRINDO
PODERES  OCULTOS




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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Genéricos russos contestados
 por médicos e pacientes




FONTE:  euronews

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TRAFULHONARO
Sensacional:
declaração antiga de Bolsonaro vira
motivo de chacota na internet




FONTE:   Desmascarando

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FRENCH ROAST




FONTE:  borealcafe

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MUI ƇRISƬÃMƐƝƬƐ/2



2197
Senso d'hoje
GOVERNO SOMBRA 
 ANALISTAS POLÍTICOS
«O jornalismo dito responsável 
é sinónimo do jornalismo 
 que não chateia o Governo»



«Declarações "feministas" de Barack
Obama são paternalistas e ofensivas»



A «interpretação poética» dos 
 números do Orçamento do Estado



* Excertos dos comentários dos "governantes" Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia, João Miguel Tavares "coordenados" por Carlos Vaz Marques, no programa de 20/12/19 na TVI24.


FONTE:   SachenSachenSachen


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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS







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ESPERTALHÕES


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BOM DIA


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90-CINEMA
FORA "D'ORAS"
𝒳-Ơ Տҽɠɾҽɗօ ɗҽ Ɓɾօƙҽɓąƈƙ Ɱօʋղƭąíղ



Sιησρѕє:

𝔍𝔞𝔠𝔨 𝔢 𝔈𝔫𝔫𝔦𝔰 𝔠𝔬𝔫𝔥𝔢𝔠𝔢𝔯𝔞𝔪-𝔰𝔢 𝔫𝔬 𝔚𝔶𝔬𝔪𝔦𝔫𝔤, 𝔫𝔬 𝔳𝔢𝔯𝔞̃𝔬 𝔡𝔢 1963, 𝔮𝔲𝔞𝔫𝔡𝔬 𝔣𝔬𝔯𝔞𝔪 𝔱𝔯𝔞𝔟𝔞𝔩𝔥𝔞𝔯 𝔭𝔞𝔯𝔞 𝔲𝔪 𝔯𝔞𝔫𝔠𝔥𝔬 𝔮𝔲𝔢 𝔠𝔯𝔦𝔞𝔳𝔞 𝔬𝔳𝔢𝔩𝔥𝔞𝔰

𝔑𝔞𝔮𝔲𝔢𝔩𝔢 𝔞𝔪𝔟𝔦𝔢𝔫𝔱𝔢 𝔰𝔬𝔩𝔦𝔱𝔞𝔯𝔦𝔬 𝔡𝔞𝔰 𝔪𝔬𝔫𝔱𝔞𝔫𝔥𝔞𝔰, 𝔢𝔩𝔢𝔰 𝔞𝔠𝔞𝔟𝔞𝔪 𝔭𝔬𝔯 𝔱𝔢𝔯 𝔲𝔪 𝔯𝔞́𝔭𝔦𝔡𝔬 𝔠𝔬𝔫𝔱𝔞𝔠𝔱𝔬 𝔰𝔢𝔵𝔲𝔞𝔩.

𝔔𝔲𝔞𝔫𝔡𝔬 𝔬 𝔱𝔯𝔞𝔟𝔞𝔩𝔥𝔬 𝔫𝔬 𝔯𝔞𝔫𝔠𝔥𝔬 𝔞𝔠𝔞𝔟𝔞, 𝔠𝔞𝔡𝔞 𝔲𝔪 𝔰𝔢𝔤𝔲𝔢 𝔬 𝔰𝔢𝔲 𝔠𝔞𝔪𝔦𝔫𝔥𝔬.

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𝔇𝔲𝔯𝔞𝔫𝔱𝔢 𝔪𝔲𝔦𝔱𝔬𝔰 𝔞𝔫𝔬𝔰 𝔫𝔞̃𝔬 𝔰𝔢 𝔳𝔢̂𝔪 𝔞𝔱𝔢́ 𝔮𝔲𝔢 𝔲𝔪 𝔡𝔦𝔞 𝔠𝔬𝔪𝔢𝔠̧𝔞𝔪 𝔞 𝔪𝔞𝔯𝔠𝔞𝔯 𝔢𝔫𝔠𝔬𝔫𝔱𝔯𝔬𝔰 𝔢𝔰𝔭𝔬𝔯𝔞́𝔡𝔦𝔠𝔬𝔰, 𝔢 𝔪𝔞𝔫𝔱𝔢̂𝔪 𝔲𝔪 𝔠𝔞𝔰𝔬 𝔞𝔪𝔬𝔯𝔬𝔰𝔬 𝔡𝔲𝔯𝔞𝔫𝔱𝔢 20 𝔞𝔫𝔬𝔰.


ҼƖҽղƈօ: 

ℌ𝔢𝔞𝔱𝔥 𝔏𝔢𝔡𝔤𝔢𝔯 𝔠𝔬𝔪𝔬 𝔈𝔫𝔫𝔦𝔰 𝔇𝔢𝔩 𝔐𝔞𝔯
𝔍𝔞𝔨𝔢 𝔊𝔶𝔩𝔩𝔢𝔫𝔥𝔞𝔞𝔩 𝔠𝔬𝔪𝔬 𝔍𝔞𝔠𝔨 𝔗𝔴𝔦𝔰𝔱
ᾋ𝔫𝔫𝔢 ℌ𝔞𝔱𝔥𝔞𝔴𝔞𝔶 𝔠𝔬𝔪𝔬 𝔏𝔲𝔯𝔯𝔢𝔫 𝔑𝔢𝔴𝔰𝔬𝔪𝔢 𝔗𝔴𝔦𝔰𝔱
𝔐𝔦𝔠𝔥𝔢𝔩𝔩𝔢 𝔚𝔦𝔩𝔩𝔦𝔞𝔪𝔰 𝔠𝔬𝔪𝔬 𝔄𝔩𝔪𝔞 𝔅𝔢𝔢𝔯𝔰 𝔇𝔢𝔩 𝔐𝔞𝔯
𝔄𝔫𝔫𝔞 𝔉𝔞𝔯𝔦𝔰 𝔠𝔬𝔪𝔬 𝔏𝔞𝔰𝔥𝔞𝔴𝔫 𝔐𝔞𝔩𝔬𝔫𝔢
𝔏𝔦𝔫𝔡𝔞 ℭ𝔞𝔯𝔡𝔢𝔩𝔩𝔦𝔫𝔦 𝔠𝔬𝔪𝔬 ℭ𝔞𝔰𝔰𝔦𝔢 ℭ𝔞𝔯𝔱𝔴𝔯𝔦𝔤𝔥𝔱

ℜ𝔞𝔫𝔡𝔶 𝔔𝔲𝔞𝔦𝔡 𝔠𝔬𝔪𝔬 𝔍𝔬𝔢 𝔄𝔤𝔲𝔦𝔯𝔯𝔢

𝔎𝔞𝔱𝔢 𝔐𝔞𝔯𝔞 𝔠𝔬𝔪𝔬 𝔄𝔩𝔪𝔞 𝔍𝔯. (𝔞𝔬𝔰 19)


FONTE: BomBa Filmes