31/05/2022

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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234-ARTE ARRISCADA
GARGANTA 
Interpretação
Paloma Hurtado, 
Laura Marrero
Daniel Morales, 

Criação e direcção:
Daniel Abreu
Palco:
Tenerife Danza Lab




FONTE:  Auditorio de Tenerife


ENGENHARIA DE TOPO/36
36.2- Diques de Veneza


FONTE:Jovem Projetista

 

XXVII - DITADORES
1- POL POT
O ASSASSINO DO CAMBOJA



(CONTINUA PRÓXIMA SEMANA)


Título original: Camboja o País arruinado pela revolução comunista de Pol Pot



FONTE:   RT 
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Planeta Feroz

Raio/1


Planeta dos Documentários
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MARIANA MORTÁGUA

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O melhor aluno

 dos piores professores

Com o sacrifício dos salários e do investimento estruturante, ressoam no debate orçamental ecos de outros tempos.

Em Outubro, este orçamento mereceu o chumbo da esquerda porque era mau. Hoje, sob o surto inflacionista, ele tornou-se ainda pior. Por três razões:

Primeira, o orçamento desiste de quem trabalha. Ao recusar atualizar salários enquanto a inflação galopa, corta rendimentos. O governo argumenta que é preciso ter calma, que a inflação pode ser passageira. Mas o argumento é duplamente falso. Por um lado, a quebra já verificada nos salários reais permanecerá, mesmo quando a inflação diminuir. Por outro, é o próprio governo que prevê uma inflação de 4% em 2022 e confirma que os preços continuarão a subir no próximo ano. Fernando Medina assume, assim, que haverá mais quebra de poder de compra e que ela será permanente.

Segunda, o debate orçamental confirmou que a maioria absoluta recua mesmo face aos modestos compromissos que o PS tinha assumido. Lembra-se de ouvir António Costa reiterar o objetivo de fazer convergir o peso dos salários no PIB com a média europeia? A ministra Vieira da Silva já assumiu o recuo do governo. Lembra-se de ouvir António Costa embandeirar a erradicação das carências de habitação digna até 2024, no meio século do 25 de Abril? O ministro Pedro Nuno Santos já excluiu esta possibilidade. Lembra-se de António Costa repetir, há pelo menos cinco anos, o compromisso de que garantiria médico de família a toda a população? Depois das eleições, a intenção caiu do Programa de Governo; e hoje há menos médicos por habitante que no tempo da troika. Uma após outra, a maioria absoluta vai metendo as promessas na gaveta.

Terceira, este é um orçamento de injustiça. Enquanto recusa aumentar o salário mínimo à taxa da inflação, o PS mantém o regime de privilégio para residentes não habituais (que só no ano passado custou ao Estado 900 milhões de euros). Por que razão o governo, enquanto retém o investimento que responderia à degradação dos hospitais, rejeita taxar as mais-valias de quem faz milhões em criptomoedas e não contribui com um único cêntimo? Enquanto condena os trabalhadores do Estado à perda abrupta de poder de compra, o PS recusa uma taxa sobre os lucros extraordinários verificados na energia, uma medida recomendada pela Comissão Europeia, pela OCDE e pelo FMI?

Toda a política orçamental do Governo está, portanto, subordinada a um objetivo de direita: cumprir as regras do Tratado Orçamental e reduzir o défice, “custe o que custar”, mesmo que Bruxelas tenha suspendido essas regras por mais um ano. Fechado há muito o parêntesis da geringonça, o orçamento da maioria absoluta do PS - “o mais à esquerda de sempre”, lembra-se? - deixa a direita com falta de críticas.

Com o sacrifício dos salários e do investimento estruturante, ressoam no debate orçamental ecos de outros tempos. Não é para menos. Sentado na sua maioria absoluta, o Partido Socialista volta a um muito conhecido papel: o de melhor aluno dos piores professores.

* Deputada. Dirigente do Bloco de Esquerda. Economista

IN "EXPRESSO" - 27/05/22.

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3003.UNIÃO


EUROPEIA


A GUERRA NA UCRÂNIA
(Tiram dinheiro do petróleo, abonam no gás)
 Líderes da UE chegam a acordo
para embargo do petróleo russo


 
FONTE:  euronews 
 
* A guerra na Ucrânia está a tornar-se um bom negócio para algumas empresas europeias de certos países e a comissão navega ao sabor desses interesses. É mais ou menos claro que esta guerra ou acaba pela força ou se eterniza e é aqui que o negócio reluz. 
Claro que com papas e bolos se enganam os europeus democraticamente tolos e está a ser difícil perceberem que estão a pagar negócios celebrados nas suas costas.
Entretanto putin coça a micose púbica e vai-se rindo.

putin  HUYLO

putin é um canalha

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385-BEBERICANDO

COMO FAZER
"CAIPIROSKA DE AÇAÍ COM MORANGO"

50ml – Vodka
04 – Col. de polpa de Açaí

04 – Morangos picados

FONTE:Mundo dos Drinks

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XXII-OBSERVATÓRIO DE QUASE TUDO

8-O TEMPO DOS OPERÁRIOS
A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
OPRESSÃO TAMBÉM(!)



(CONTINUA NA PRÓXIMA SEMANA)

Serie documental sobre os movimentos operários e as lutas da classe trabalhadora. Por meio de revoluções , guerras e progresso social, a classe trabalhadora desempenhada a mais de 300 anos um papel essencial nos países europeus. Serie documental de 4 episódios que recorda o que as nossas sociedades devem ao movimentos operários e suas lutas. A história começa no século XVIII. Mas a luta continua até hoje. As instituições e os valores das democracias em que vivemos derivam em grande parte das reivindicações mais antigas da classe trabalhadora: sendo o sufrágio universal ou a solidariedade social algum dos melhores exemplos. A nossa cultura, a maneira como nos vestimos, a música que ouvimos, o filme que assistimos e os próprios meios de comunicação social, dependem muito da cultura popular dos trabalhadores de outrora. Finalmente, em toda a Ásia, África e América Latina, milhões de mulheres e homens vivem agora experiências semelhantes às das classes trabalhadora europeia dos séculos XVIII e XIX. Através de testemunhos e fotografias contemporâneos, fluindo constantemente entre a história e situações atuais, religamos os fios da memória de ontem e de hoje.

Ao contrário da Inglaterra, a França realiza uma lenta revolução industrial, sem grandes fabricas e sem êxodo rural massivo. No entanto, é aí que se desenvolvem os movimentos socialistas e revolucionário mais radicais, e várias revoluções fazem tremer a Europa do século XIX. Todos falham. É na Alemanha, onde o primeiro partido de massa dos trabalhadores adotou o marxismo como doutrina oficial. Mas a revolução não acontece. As condições dos trabalhadores melhoram lentamente e uma nova classe trabalhadora aparece.


FONTE:  Gigantes do Capitalismo 


NR: Excelente série para quem tem complexos de direita, para quem os donos da indústria, ainda hoje, são só boas pessoas e os operários uns imbecis, está na hora de aprender!.
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Margarida Oliveira

“When I look at you”


The Voice Kids 2022 - Prova Cega

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ƮɾᥲꙆᖾᥲ⳽ & Ʈɾᥙϙᥙᥱ⳽
93 -ᖇᥱᥴɩᥴꙆᥲɾ ᥴᥲᥒᥱᥴᥲ⳽ ϙᥙᥱᑲɾᥲᑯᥲ⳽


FONTE: SULTANIN OYUNCAK ATÖLYESİ

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"Ⲛⲟ́ⲙⲇ𝖽ⲇ⳽ 𝖽ⲓⳋⲓⲧⲇⲓ⳽" Ⲉ⳽ⲥⲟⳑⲏⲉⲙ Ⲣⲟⲅⲧⳙⳋⲇⳑ ⲣⲇⲅⲇ ⳳⲓⳳⲉⲅ



FONTE:   Fala Portugal.

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𝕮𝕴𝕹𝕰  𝕮𝕷𝖀𝕭𝕰
127) Ressuscitei
Meu VÍDEO PERDIDO de
"O Cavaleiro Verde"



FONTE:  EntrePlanos
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ANTIGUIDADE CLÁSSICA

COMO ERA TER DIABETES 
NOS TEMPOS ANTIGOS?




FONTE:  Diário de Biologia & História.

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PROTAGONISMO CAPRINOSO

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. 3082
Senso d'hoje
FREDERICO VARANDAS
PRESIDENTE DO SCP*
MÉDICO MILITAR
Não é preciso a Justiça para 
 sabermos que Pinto da Costa
 é um corruptor activo 





* SCP - Sporting Clube de Portugal

** Um dos primeiros actos públicos do novo Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Correia, foi um almoço de trabalho com Pinto da Costa no camarote presidencial do Estádio do Dragão, a 28 de abril.

Frederico Varandas aproveitou o discurso perante os sócios em Carregal do Sal, na tarde de 29/05, para colocar os pontos nos ‘is’ relativamente a afirmações de João Paulo Correia, decorrentes do referido encontro com Pinto da Costa.  

O presidente do Sporting assumiu o desagrado por ouvir o governante considerar Pinto da Costa "uma referência do desporto nacional" e lembrou, nesse contexto, uma escuta concreta do processo Apito Dourado.

FONTE:  Nuno Mourão .
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Competição de Coelhos


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BOM DIA

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122-CINEMA
FORA "D'ORAS"


𝒳𝐼𝒱-13 Dɩᥲ⳽ ϙᥙᥱ ᥲᑲᥲꙆᥲɾᥲຕ o ຕᥙᥒᑯo


𝑆𝐼𝑁𝑂𝑃𝑆𝐸:

𝐸𝑚 𝑜𝑢𝑡𝑢𝑏𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝟷𝟿𝟼𝟸 𝑢𝑚 𝑎𝑣𝑖𝑎̃𝑜 𝑈-𝟸, 𝑞𝑢𝑒 𝑓𝑎𝑧𝑖𝑎 𝑣𝑖𝑔𝑖𝑙𝑎̂𝑛𝑐𝑖𝑎 𝑑𝑒 𝑟𝑜𝑡𝑖𝑛𝑎, 𝑡𝑖𝑟𝑎 𝑓𝑜𝑡𝑜𝑠 𝑎𝑒́𝑟𝑒𝑎𝑠 𝑞𝑢𝑒 𝑟𝑒𝑣𝑒𝑙𝑎𝑚 𝑞𝑢𝑒 𝑎 𝑈𝑛𝑖𝑎̃𝑜 𝑆𝑜𝑣𝑖𝑒́𝑡𝑖𝑐𝑎 𝑒𝑠𝑡𝑎́ 𝑒𝑚 𝑝𝑟𝑜𝑐𝑒𝑠𝑠𝑜 𝑑𝑒 𝑐𝑜𝑙𝑜𝑐𝑎𝑟 𝑢𝑚𝑎 𝑝𝑙𝑎𝑡𝑎𝑓𝑜𝑟𝑚𝑎 𝑑𝑒 𝑙𝑎𝑛𝑐̧𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑒 𝑎𝑟𝑚𝑎𝑠 𝑛𝑢𝑐𝑙𝑒𝑎𝑟𝑒𝑠 𝑒𝑚 𝐶𝑢𝑏𝑎.

𝐸𝑠𝑡𝑎𝑠 𝑎𝑟𝑚𝑎𝑠 𝑡𝑒𝑟𝑎̃𝑜 𝑎 𝑐𝑎𝑝𝑎𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑑𝑒 𝑑𝑒𝑠𝑡𝑟𝑢𝑖𝑟 𝑒𝑚 𝑚𝑖𝑛𝑢𝑡𝑜𝑠 𝑎 𝑚𝑎𝑖𝑜𝑟 𝑝𝑎𝑟𝑡𝑒 𝑑𝑜 𝑙𝑒𝑠𝑡𝑒 𝑒 𝑠𝑢𝑙 𝑑𝑜𝑠 𝐸𝑠𝑡𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑈𝑛𝑖𝑑𝑜𝑠 𝑞𝑢𝑎𝑛𝑑𝑜 𝑓𝑖𝑐𝑎𝑟𝑒𝑚 𝑜𝑝𝑒𝑟𝑎𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑖𝑠. 𝑂 𝑝𝑟𝑒𝑠𝑖𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒 𝐽𝑜𝘩𝑛 𝐹. 𝐾𝑒𝑛𝑛𝑒𝑑𝑦 (𝐵𝑟𝑢𝑐𝑒 𝐺𝑟𝑒𝑒𝑛𝑤𝑜𝑜𝑑) 𝑒 𝑠𝑒𝑢𝑠 𝑎𝑠𝑠𝑒𝑠𝑠𝑜𝑟𝑒𝑠 𝑡𝑒̂𝑚 𝑑𝑒 𝑝𝑜̂𝑟 𝑢𝑚 𝑝𝑙𝑎𝑛𝑜 𝑑𝑒 𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎 𝑜𝑠 𝑠𝑜𝑣𝑖𝑒́𝑡𝑖𝑐𝑜𝑠. 𝐾𝑒𝑛𝑛𝑒𝑑𝑦 𝑒𝑠𝑡𝑎́ 𝑑𝑒𝑡𝑒𝑟𝑚𝑖𝑛𝑎𝑑𝑜 𝑒𝑚 𝑚𝑜𝑠𝑡𝑟𝑎𝑟 𝑞𝑢𝑒 𝑒𝑙𝑒 𝑒́ 𝑓𝑜𝑟𝑡𝑒 𝑜 𝑏𝑎𝑠𝑡𝑎𝑛𝑡𝑒 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑟𝑒𝑠𝑖𝑠𝑡𝑖𝑟 𝑎 𝑎𝑚𝑒𝑎𝑐̧𝑎 𝑒 𝑜 𝑃𝑒𝑛𝑡𝑎́𝑔𝑜𝑛𝑜 𝑎𝑐𝑜𝑛𝑠𝑒𝑙𝘩𝑎 𝑜 𝑒𝑥𝑒́𝑟𝑐𝑖𝑡𝑜 𝑑𝑜𝑠 𝐸𝑠𝑡𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑈𝑛𝑖𝑑𝑜𝑠 𝑎 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎-𝑔𝑜𝑙𝑝𝑒𝑎𝑟, 𝑜 𝑞𝑢𝑒 𝑝𝑜𝑑𝑒𝑟𝑖𝑎 𝑙𝑒𝑣𝑎𝑟 𝑎 𝑢𝑚𝑎 𝑜𝑢𝑡𝑟𝑎 𝑖𝑛𝑣𝑎𝑠𝑎̃𝑜 𝑛𝑜𝑟𝑡𝑒-𝑎𝑚𝑒𝑟𝑖𝑐𝑎𝑛𝑎 𝑒𝑚 𝐶𝑢𝑏𝑎.

𝐸𝑛𝑡𝑟𝑒𝑡𝑎𝑛𝑡𝑜, 𝐾𝑒𝑛𝑛𝑒𝑑𝑦 𝑒𝑠𝑡𝑎́ 𝑟𝑒𝑐𝑒𝑜𝑠𝑜 𝑒𝑚 𝑙𝑒𝑣𝑎𝑟 𝑎 𝑐𝑎𝑏𝑜 𝑒𝑠𝑡𝑎 𝑜𝑝𝑒𝑟𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜, 𝑝𝑜𝑖𝑠 𝑢𝑚𝑎 𝑖𝑛𝑣𝑎𝑠𝑎̃𝑜 𝑛𝑜𝑟𝑡𝑒-𝑎𝑚𝑒𝑟𝑖𝑐𝑎𝑛𝑎 𝑝𝑜𝑑𝑒𝑟𝑖𝑎 𝑓𝑎𝑧𝑒𝑟 𝑐𝑜𝑚 𝑞𝑢𝑒 𝑜𝑠 𝑠𝑜𝑣𝑖𝑒́𝑡𝑖𝑐𝑜𝑠 𝑝𝑎𝑟𝑡𝑖𝑠𝑠𝑒𝑚 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑎 𝑟𝑒𝑡𝑎𝑙𝑖𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑛𝑎 𝐸𝑢𝑟𝑜𝑝𝑎. 𝑃𝑜𝑟 𝑡𝑟𝑒𝑧𝑒 𝑑𝑖𝑎𝑠 𝑜 𝑑𝑒𝑠𝑡𝑖𝑛𝑜 𝑑𝑎 𝘩𝑢𝑚𝑎𝑛𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑒𝑠𝑡𝑒𝑣𝑒 𝑛𝑎𝑠 𝑚𝑎̃𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝑢𝑚 𝑔𝑟𝑢𝑝𝑜 𝑟𝑒𝑢𝑛𝑖𝑑𝑜 𝑛𝑜 𝑠𝑎𝑙𝑎̃𝑜 𝑜𝑣𝑎𝑙 𝑛𝑎 𝐶𝑎𝑠𝑎 𝐵𝑟𝑎𝑛𝑐𝑎, 𝑝𝑜𝑖𝑠 𝑎 𝑝𝑜𝑠𝑠𝑖𝑏𝑖𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑑𝑒 𝑢𝑚𝑎 𝑔𝑢𝑒𝑟𝑟𝑎 𝑛𝑢𝑐𝑙𝑒𝑎𝑟 𝑒𝑟𝑎 𝑟𝑒𝑎𝑙 𝑒 𝑛𝑎𝑣𝑖𝑜𝑠 𝑠𝑜𝑣𝑖𝑒́𝑡𝑖𝑐𝑜𝑠 𝑟𝑢𝑚𝑎𝑣𝑎𝑚 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝐶𝑢𝑏𝑎 𝑙𝑒𝑣𝑎𝑛𝑑𝑜 𝑜 𝑚𝑎𝑡𝑒𝑟𝑖𝑎𝑙 𝑞𝑢𝑒 𝑓𝑎𝑙𝑡𝑎𝑣𝑎 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑡𝑒𝑟𝑚𝑖𝑛𝑎𝑟 𝑎 𝑝𝑙𝑎𝑡𝑎𝑓𝑜𝑟𝑚𝑎 𝑑𝑒 𝑙𝑎𝑛𝑐̧𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜, 𝑞𝑢𝑒 𝑒𝑠𝑡𝑎𝑣𝑎 𝑠𝑒𝑛𝑑𝑜 𝑐𝑜𝑛𝑠𝑡𝑟𝑢𝑖́𝑑𝑎 𝑒𝑚 𝑟𝑖𝑡𝑚𝑜 𝑎𝑐𝑒𝑙𝑒𝑟𝑎𝑑𝑜. 𝐶𝑜𝑚 𝑎 𝑠𝑖𝑡𝑢𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑐𝑎𝑑𝑎 𝑣𝑒𝑧 𝑚𝑎𝑖𝑠 𝑡𝑒𝑛𝑠𝑎, 𝑞𝑢𝑎𝑙𝑞𝑢𝑒𝑟 𝑎𝑡𝑜 𝑖𝑚𝑝𝑒𝑛𝑠𝑎𝑑𝑜 𝑝𝑜𝑑𝑒𝑟𝑖𝑎 𝑝𝑟𝑜𝑣𝑜𝑐𝑎𝑟 𝑢𝑚 𝑐𝑜𝑛𝑓𝑙𝑖𝑡𝑜 𝑎𝑟𝑚𝑎𝑑𝑜.


ELENCO:

𝐾𝑒𝑣𝑖𝑛 𝐶𝑜𝑠𝑡𝑛𝑒𝑟 — 𝐾𝑒𝑛𝑛𝑒𝑡𝘩 𝑂'𝐷𝑜𝑛𝑛𝑒𝑙𝑙
𝐵𝑟𝑢𝑐𝑒 𝐺𝑟𝑒𝑒𝑛𝑤𝑜𝑜𝑑 — 𝑃𝑟𝑒𝑠𝑖𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒 𝐽𝑜𝘩𝑛 𝐹. 𝐾𝑒𝑛𝑛𝑒𝑑𝑦
𝑆𝑡𝑒𝑝𝘩𝑎𝑛𝑖𝑒 𝑅𝑜𝑚𝑎𝑛𝑜𝑣 — 𝐽𝑎𝑐𝑞𝑢𝑒𝑙𝑖𝑛𝑒 𝐾𝑒𝑛𝑛𝑒𝑑𝑦
𝑆𝑡𝑒𝑣𝑒𝑛 𝐶𝑢𝑙𝑝 — 𝑅𝑜𝑏𝑒𝑟𝑡 𝐹. 𝐾𝑒𝑛𝑛𝑒𝑑𝑦
𝐷𝑦𝑙𝑎𝑛 𝐵𝑎𝑘𝑒𝑟 — 𝑅𝑜𝑏𝑒𝑟𝑡 𝑀𝑐𝑁𝑎𝑚𝑎𝑟𝑎
𝐿𝑢𝑐𝑖𝑛𝑑𝑎 𝐽𝑒𝑛𝑛𝑒𝑦 — 𝐻𝑒𝑙𝑒𝑛 𝑂'𝐷𝑜𝑛𝑛𝑒𝑙𝑙
𝑀𝑖𝑐𝘩𝑎𝑒𝑙 𝐹𝑎𝑖𝑟𝑚𝑎𝑛 — 𝐴𝑑𝑙𝑎𝑖 𝑆𝑡𝑒𝑣𝑒𝑛𝑠𝑜𝑛
𝐵𝑖𝑙𝑙 𝑆𝑚𝑖𝑡𝑟𝑜𝑣𝑖𝑐𝘩 — 𝐺𝑒𝑛𝑒𝑟𝑎𝑙 𝑀𝑎𝑥𝑤𝑒𝑙𝑙 𝑇𝑎𝑦𝑙𝑜𝑟
𝐹𝑟𝑎𝑛𝑘 𝑊𝑜𝑜𝑑 — 𝑀𝑐𝐺𝑒𝑜𝑟𝑔𝑒 𝐵𝑢𝑛𝑑𝑦
𝐸𝑑 𝐿𝑎𝑢𝑡𝑒𝑟 — 𝑔𝑒𝑛𝑒𝑟𝑎𝑙 𝑀𝑎𝑟𝑠𝘩𝑎𝑙𝑙 𝐶𝑎𝑟𝑡𝑒𝑟
𝐾𝑒𝑣𝑖𝑛 𝐶𝑜𝑛𝑤𝑎𝑦 — 𝑔𝑒𝑛𝑒𝑟𝑎𝑙 𝐶𝑢𝑟𝑡𝑖𝑠 𝐿𝑒𝑀𝑎𝑦
𝑇𝑖𝑚 𝐾𝑒𝑙𝑙𝑒𝘩𝑒𝑟 — 𝑇𝑒𝑑 𝑆𝑜𝑟𝑒𝑛𝑠𝑒𝑛
𝐿𝑒𝑛 𝐶𝑎𝑟𝑖𝑜𝑢 — 𝐷𝑒𝑎𝑛 𝐴𝑐𝘩𝑒𝑠𝑜𝑛
𝐶𝘩𝑖𝑝 𝐸𝑠𝑡𝑒𝑛 — 𝑝𝑖𝑙𝑜𝑡𝑜 𝑅𝑢𝑑𝑜𝑙𝑓 𝐴𝑛𝑑𝑒𝑟𝑠𝑜𝑛
𝑂𝑙𝑒𝑘 𝐾𝑟𝑢𝑝𝑎 — 𝐴𝑛𝑑𝑟𝑒𝑖 𝐺𝑟𝑜𝑚𝑖𝑘𝑜
𝐽𝑎𝑐𝑘 𝑀𝑐𝐺𝑒𝑒 — 𝑅𝑖𝑐𝘩𝑎𝑟𝑑 𝐽. 𝐷𝑎𝑙𝑒𝑦
𝑇𝑜𝑚 𝐸𝑣𝑒𝑟𝑒𝑡𝑡 — 𝑊𝑎𝑙𝑡𝑒𝑟 𝑆𝘩𝑒𝑟𝑖𝑑𝑎𝑛
𝑂𝑙𝑒𝑔 𝑉𝑖𝑑𝑜𝑣 — 𝑉𝑎𝑙𝑒𝑟𝑖𝑎𝑛 𝑍𝑜𝑟𝑖𝑛
𝐴𝑙𝑒𝑥 𝑉𝑒𝑎𝑑𝑜𝑣 — 𝑜𝑝𝑒𝑟𝑎𝑑𝑜𝑟 𝑑𝑒 𝑟𝑎́𝑑𝑖𝑜
𝐻𝑒𝑛𝑟𝑦 𝑆𝑡𝑟𝑜𝑧𝑖𝑒𝑟 — 𝐷𝑒𝑎𝑛 𝑅𝑢𝑠𝑘
𝑊𝑎𝑙𝑡𝑒𝑟 𝐴𝑑𝑟𝑖𝑎𝑛 — 𝐿𝑦𝑛𝑑𝑜𝑛 𝐵. 𝐽𝑜𝘩𝑛𝑠𝑜𝑛
𝐶𝑎𝑖𝑡𝑙𝑖𝑛 𝑊𝑎𝑐𝘩𝑠 — 𝐾𝑎𝑡𝘩𝑦 𝑂'𝐷𝑜𝑛𝑛𝑒𝑙𝑙
𝑀𝑎𝑑𝑖𝑠𝑜𝑛 𝑀𝑎𝑠𝑜𝑛 — 𝐴𝑙𝑚𝑖𝑟𝑎𝑛𝑡𝑒 𝐺𝑒𝑜𝑟𝑔𝑒 𝐴𝑛𝑑𝑒𝑟𝑠𝑜𝑛, 𝐽𝑟.
𝐾𝑒𝑙𝑙𝑦 𝐶𝑜𝑛𝑛𝑒𝑙𝑙 — 𝑃𝑖𝑒𝑟𝑟𝑒 𝑆𝑎𝑙𝑖𝑛𝑔𝑒𝑟
𝑃𝑒𝑡𝑒𝑟 𝑊𝘩𝑖𝑡𝑒 — 𝐽𝑜𝘩𝑛 𝑀𝑐𝐶𝑜𝑛𝑒
𝐵𝑜𝑟𝑖𝑠 𝐿𝑒𝑒 𝐾𝑟𝑢𝑡𝑜𝑛𝑜𝑔 — 𝐴𝑙𝑒𝑘𝑠𝑎𝑛𝑑𝑟 𝐹𝑜𝑚𝑖𝑛



FONTE: Rayan de Sousa

30/05/2022

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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254-SUBTILEZAS

7 ERROS PARA EVITAR NA
PRIMEIRA SESSÃO DE PSICOTERAPIA


RESUMO ANIMADO

FONTE:Minutos Psíquicos

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ຕαяɪα ᴊᴏα̃ᴏ ᴘɪяєѕ

𝕻𝖎𝖆𝖓𝖔 𝕾𝖔𝖓𝖆𝖙𝖆 𝕯.𝟕𝟖𝟒,  

𝖎𝖔𝖕.𝟏𝟒𝟐 𝕬 𝖒𝖎𝖓𝖔𝖗 

𝕾𝖈𝖍𝖚𝖇𝖊𝖗𝖙





FONTE:   Archive. Collector.

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MINUTOS DE
CIÊNCIA/385
MATEMÁTICA BÁSICA DESBUGADA
PARECE FÁCIL!
1/3 é maior que 1/4?,
como se mostra isso?


 
* Este blogue não anda desesperadamente à procura de likes e de toques em sininhos


FONTE:   Matemática Rio com Prof. Rafael Procopio.


LXI- MEGA MÁQUINAS
7-Super Aviões

O título da rubrica MEGA MÁQUINAS não se conforma apenas com as enormes dimensões de algumas que temos exibido, abrange todas as que têm MEGA INFLUÊNCIA nas nossas vidas.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

FONTE: Visão do Mundo - Documentários


PEDRO MARQUES GOMES

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Mário Mesquita e
a liberdade sempre 

 À medida que os passos iam ficando para trás, contou-me o que cada loja pela qual passávamos tinha sido e o que vendia, onde viviam alguns dos seus amigos quando ali também ele tinha vivido com os seus pais. A conversa prolongou-se precisamente ao passarmos pela casa onde viveu, à frente da qual ficava o hotel onde há anos se instalava quando ia a S. Miguel e onde também ficámos nessa viagem. Falou-me dos centros de conspirações oposicionistas. Caminhávamos nas ruas de Ponta Delgada e as histórias multiplicavam-se como os passos que dávamos naquela noite amena de setembro do ano passado. Partindo ou não daí, falou-me de literatura, de história, de filosofia, de política... e de jornalismo, claro.

Eram sempre assim as conversas com Mário Mesquita. Tinha uma cultura invulgar, uma inteligência superior, um humor distinto e estava permanentemente atualizado. Tinha lido sempre muito e continuava a ler tudo. E tinha verdadeiramente prazer em falar sobre tudo. Eu, que nesses momentos só queria ouvi-lo, fiquei sempre espantado porque nunca deixava de pedir a minha opinião. E aí vinha o debate, a troca de argumentos que o deliciava. Generoso, atento ao pensamento do outro, rapidamente tirava do bolso uma série de autores, que logo relacionava com os temas em discussão e aconselhava a leitura.

Disse-me uma vez que se pedisse a alguém para ler um texto e não recebesse nenhuma crítica, o texto não tinha sido seriamente lido. Claro que a primeira vez que me pediu para ler um texto que tinha acabado de escrever eu tremi. Mas, uma vez mais, a sua generosidade: ouviu atentamente, conversou comigo sobre o texto e procurou integrar as observações. Exigente, crítico, profundo, rigoroso, não deixou nunca, porém, de estar aberto a outros olhares e ângulos de análise. Procurava-os, de resto. Só não tinha paciência para discursos banais. Desses fugia.

Nesse setembro do ano que passou, estávamos em Ponta Delgada para apresentar, no Teatro Micaelense, o livro em sua homenagem, que tive o privilégio de organizar com Tito Cardoso e Cunha, Cláudia Henriques e Carlos Rilley, ao qual se associaram tantos colegas de universidades de todo o país - A Liberdade por Princípio (Tinta-da-China, 2021). Depois de Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian, era ponto assente que o livro tinha de ser lançado em S. Miguel. Para Mário Mesquita, a sua terra e o mar que a envolve, constituíam um apelo constante. Ele podia dizer, como Vitorino Nemésio, "Quando penso no mar, o mar regressa/ A certa forma que só teve em mim -/ Que onde ele acaba, o coração começa".

Esses foram dois momentos de grande alegria, porque todos estávamos a prestar uma justa homenagem a uma figura ímpar da cultura e da academia portuguesas, uma referência de integridade, um cidadão empenhado, um defensor da ética e do rigor jornalístico, da liberdade. Esta é a homenagem que lhe devemos, lembro-me de lhe ter dito. Sorriu, com aquele sorriso que também era só dele.

Mário Mesquita que chegou a Lisboa para estudar direito, mas com o firme propósito de praticar jornalismo, não deixa de prosseguir - e intensificar - a atividade política que iniciara nos Açores com António Borges Coutinho, Ernesto Melo Antunes, José Medeiros Ferreira, Jaime Gama ou Eduardo Paz Ferreira. Um percurso tão bem conhecido como oposicionista à ditadura, integrando a Ação Socialista Portuguesa, participando nas campanhas eleitorais da oposição, como fundador do Partido Socialista, tendo estado presente no congresso em Bad Münstereifel, em abril de 1973. Deputado Constituinte aos 25 anos, a Mário Mesquita se fica a dever, em grande medida, o articulado respeitante à Comunicação Social da Constituição de 1976, em defesa da liberdade de imprensa e do pluralismo nos media. Na imprensa, depois do República (1971-1975) e Jornal Novo (1975), é diretor-adjunto (1975-1978) e, com apenas 28 anos, passa a diretor (1978-1986) do Diário de Notícias e, mais tarde, do Diário de Lisboa (1989-1990).

Ao longo do seu percurso, que cruza inúmeras experiências (da FLAD à ERC, passando pelo Conselho de Imprensa e tantos outros órgãos), manteve uma coerência inabalável nos seus princípios, mantendo sempre igualmente uma enorme coragem. Combativo por natureza, viveu intensamente o período revolucionário, erguendo a voz em defesa da liberdade, e foi construtor do Portugal democrático. Depois, optou pelo jornalismo, pelo ensino e pela investigação. Lecionou em várias instituições de ensino superior (Universidade de Coimbra, Universidade Nova de Lisboa, Universidade Lusófona, Escola Superior de Comunicação Social, etc.), mas não só: criou cursos de jornalismo, pensou e definiu planos de estudo, marcando profundamente sucessivas gerações de jornalistas, assim como de investigadores e professores que hoje se encontram em lugares de destaque em diversas universidades.

Mário Mesquita foi, sem dúvida, quem melhor pensou e escreveu sobre jornalismo em Portugal. O pioneirismo e a profundidade da sua vasta obra colocam-no no patamar cimeiro dos estudos sobre o jornalismo e o seu contributo para a afirmação desta área como campo científico em Portugal foi absolutamente determinante. O seu O Quarto Equívoco: O Poder dos Media na Sociedade Contemporânea (MinervaCoimbra, 2003), quase vinte anos passados da sua publicação, continua a ser uma obra incontornável e de grande atualidade.

Cidadão empenhado que sempre foi, na linha que atravessa a sua vida, a palavra liberdade é, porventura, a que surge mais nítida, porque por ela se bateu sempre. Nos últimos anos, mesmo contra a corrente, mesmo votando vencido, ela esteve sempre lá. Era mote das suas posições, do seu pensamento, do que escreveu. Um dia, quando se fizer essa história, isso dela constará.

Há poucos dias, quando conversámos por telefone antes de a cirurgia o levar cedo demais, e dela também falámos, falou-me da ida a Madrid, em abril de 1972, onde se encontrou com Mário Soares, que, exilado em Paris, foi a Espanha levar exemplares do recém-editado Le Portugal Baillonné. Estavam também Maria Barroso, Abranches Ferrão, Gustavo Soromenho, Isabel Soares, todos para trazerem livros para Portugal. Sabendo que me encontro a escrever sobre o tema, contou-me histórias da viagem, do livro e de como aproveitou a viagem para fazer uma entrevista a Soares a ser publicada no República. E, como tantas outras vezes, deu-me outras pistas e hipóteses para este estudo.

Lá estava, na última conversa que sem sabermos estávamos a ter: o político, o jornalista e o professor. E o aluno, que nunca deixou de o ser.

* Professor na Escola Superior de Comunicação Social e Universidade Lusófona

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS" - 28/05/22 .

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3002.UNIÃO


EUROPEIA

PORTUGAL
137 TONELADAS DE OURO
 Conheça o mealheiro do Estado português



FONTE:   Jornal Económico


putin  HUYLO

putin é um canalha.

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Dwarka
A Atlantis da Índia/1



DOCUMENTÁRIOS ptfelicitas

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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17. Viagens Maravilhosas
de Comboio
17.5- QINGHAI-TÍBET
A FERROVIA MAIS ELEVADA DO MUNDO
 


 
 FONTE: Mega Trenes.
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Beatriz Silva

“Demagogia”


The Voice Kids 2022 - Prova Cega

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Portugal bem português

XVII - A PIDE antes da PIDE
1-O Arquiteto da PIDE/2


(CONTINUA PRÓXIMA SEGUNDA)

*Agostinho Lourenço, diretor da Policia Internacional em 1931, primeiro diretor da PVDE (1933) e da PIDE (1945) foi um dos homens-chave do regime salazarista. O homem que comandou durante 25 anos os serviços secretos portugueses e uma temida máquina de repressão politica, sustentada na tortura e nos informadores, era o "anjo negro" de Salazar. 
Um nome temido dentro do regime mas um rosto (ainda hoje) praticamente desconhecido de todos os portugueses. No primeiro episódio da série relatam-se as investigações para descobrir o espólio e o passado do capitão Agostinho Lourenço. 
Procura-se saber qual a origem do seu poder político. A biografia dos primeiros anos de vida do temido diretor da PIDE acompanha os inícios da carreira militar. Lourenço fez parte do primeiro contingente militar português que em 1916 fez os treinos militares em Tancos e nos inícios de 1917 partiu para França para lutar nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. A vida do primeiro é aproveitada, neste episódio, para narrar também as origens das organizações que em Portugal exerceram a repressão politica desde os tempos da monarquia até à República. 
Explicam-se também as razões históricas do golpe militar que instaurou em 28 de Maio de 1926 o regime da ditadura militar. No dia 28 de Maio de 2016 passam 90 anos do golpe militar liderado por Gomes da Costa e que instaurou em Portugal uma ditadura de 48 anos. Nesse mesmo ano de 1926 foi criada a primeira polícia política destinada a proteger o regime (que ficou conhecido como a Situação) que governava Portugal. Um dos principais legados do autoritarismo foi sem dúvida a cultura do medo, o clima de suspeita, a desconfiança do outro, alimentados durante 48 anos pela polícia politica e ainda com fortes resquícios na cultura portuguesa. Em Portugal usa-se o nome de PIDE para referir a polícia política da Ditadura e do Estado Novo. 
Mas PIDE é o nome mítico e lendário pelo qual ficaram conhecidas todas as polícias que desde 1926 se ocuparam da repressão política em Portugal. Quando a PIDE (Policia Internacional de Defesa do Estado) foi criada em 1945, Salazar procedeu apenas a uma mudança cosmética de nome procurando dar uma imagem para o exterior de abertura do regime na sequência das derrotas dos fascismos no fim da Segunda Guerra Mundial. A PIDE continuou a funcionar na mesma sede, na Rua António Maria Cardoso, com os mesmos agentes e directores, onde já funcionava a polícia política desde 1926. Mudou várias vezes de nome. Foi Polícia de Informações de Lisboa (PIL); Polícia de Informações do Porto (PIP); Polícia de Informações do Ministério do Interior (PIMI); Policia Internacional Portuguesa (PI); Secção de Vigilância Politica e Social da PSP; Policia de Defesa Politica e Social (PDPS) e depois foi a PVDE até 1945. Os diretores que em 1945 ficaram encarregues de dirigir a nova instituição chamada PIDE, formada em 22 de Outubro 1945, já tinham fundado não só a PVDE, em Setembro 1933, mas também a instituição antecessora, a Policia Internacional Portuguesa em 1931. Estes homens iniciaram um reinado de poder antes mesmo do próprio Salazar. Trata-se de gente com vidas quase desconhecidas e cujos nomes hoje já praticamente ninguém conhece no país.

 FONTE:    Douglas Berteloni 

** Se pensa que sabe muito da História de Portugal constate também nesta série a sua enorme ignorância, não é uma crítica, é um convite. 

*** Esta é uma compilação de séries pelo  nosso país não apenas pelas perspectivas histórica ou social mas pela recolha de vídeos interessantes de várias origens, actividades e sensibilidades, com diferentíssimos temas que reflectem o nosso quotidiano de modo plural.
Desejamos muito que seja do vosso agrado.
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COISAS DA MINHA CABEÇA




FONTE:  Fala Portugal

NR:  A actual  "ditadura rosa" sabe de tudo o que se passa no país e manipula como bem lhe apetece toda a actividade económica e social. 

A saúde mental em Portugal é como um filho indesejado que só não acabou em aborto porque já tinha passado o prazo legar para a "interrupção". A "ditadura rosa" está cheia de habilidades que arrastam para debaixo do tapete o doente mental, ou tem dinheiro e trata-se na clínica privada ou saltita de morfo em morfo.

Os portugueses devem estar satisfeitos no modo como votaram em finais de Janeiro. Em Portugal sempre que há uma maioria absoluta o preço pago pelos portugueses é muito caro. Voltámos ao tempo de "deus, pátria e autoridade".

Nos próximos quatro anos vamos ter milhares de exemplos de como a "ditadura rosa" estará ao lado dos mais fortes com um excelente serviço de maquilhagem. Sempre afirmámos que António Costa é o melhor político português, deixa a léguas os seus adversários, mas nunca dissemos que serve bem o país ou é um bom político.

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MACAU

I - Quatro Séculos de Aventura
Piratas, uma Abordagem/1


FONTE:   TDM Portuguese News and Programs

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OLARIA FELICA
MESTRE FERNANDO CARVALHO
FREGUESIA DE ESGUEIRA
AVEIRO
Portᥙgᥲᥣ ᥲ̀ Vιstᥲ/93



FONTE:  Camões TV..