sábado, 17 de junho de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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XXXII-SEM VERGONHA

Sexo Em Lugares Inusitados/2



ATÉ AO PRÓXIMO SÁBADO

A NOSSA FICÇÃO
A MÓNICA MOREIRA LIMA, jornalista de profissão não chegavam as notícias comezinhas do quotidiano, nem que fosse uma bomba de neutrões.
Pensou, pensou, engendrou equipa tão louca como ela, baratinou os maiorais da TV GUARÁ e "amadrinhou"o "SEM VERGONHA" programa despudorado tão ao nosso gosto, cheio de pimenta por todo o lado, sem qualquer grosseria e divertido.
Ela só pode ser inteligente e boa!

O QUE DIZ A AUTORA
O Sem Vergonha é o programa mais polémico e irreverente da TV brasileira. Já rendeu vídeos para os quadros Top Five do CQC e Passou na TV do Agora é Tarde, ambos da BAND. Foi tema de uma matéria de duas páginas na maior revista de circulação nacional, a VEJA. E culminou com uma entrevista antológica ao Rafinha Bastos, no Agora é Tarde. Todos os programas estão disponíveis no blog e no YouTube. Não recomendo sua exibição para menores de 18 (anos ou cm) para evitar traumas futuros. Falo de sexo sem pudor, sem frescuras, sem meias palavras, sem eufemismos e com muito bom humor. Advertimos que o Sem Vergonha pode provocar ereções involuntárias e uma vontade irreprimível de dar, sem restrições de orifícios.


FONTE: TV GUARÁ
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6-"IMPERNEÁVEIS"




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O importante
é a apresentação
da cozinheira


FONTE: PROGRAMA "Donos Disto Tudo"  RTP/1


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5-"IMPERNEÁVEIS"


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NEUROMIELITE ÓPTICA


DIAGNÓSTICO CLÍNICO



Uma interessante série conduzida por Regina Maria Papais Alvarenga, Chefe do Serviço de Neurologia do Hospital da Lagoa, Rio de Janeiro.

* Uma produção "CANAL MÉDICO"

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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4-"IMPERNEÁVEIS"


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A CIÊNCIA DOS SPINNERS




 FONTE: NERDOLOGIA


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3-"IMPERNEÁVEIS"



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RUTH MANUS

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Há mais segurança em Londres 
do que em São Paulo?

Nunca me senti mais segura em Paris ou em Londres do que me sinto em São Paulo. São ameaças diferentes, mas ambas existem. Atentados de um lado, assaltos do outro. Podemos morrer em ambos.

Me flagrei numa situação muito estranha. Entrei no avião, me acomodei na fileira 41 e, ao olhar para o lado, vi uma mala preta desacompanhada, encostada na janela. Olhei para a mala uma, duas, três vezes. Analisei-a, questionei-a, imaginei coisas.

Por via das dúvidas, chamei a comissária. Pedi licença para fazer um pergunta estranha: desculpe, é normal que essa mala esteja aí sozinha? Ela deu um sorriso e me disse para ficar tranquila, pois tratava-se da mala do seu colega de tripulação. Agradeci e me acomodei melhor na minha poltrona.

Percebi que a minha pergunta é fruto inevitável de dois anos e meio morando na Europa. Brasileiros não têm medo de malas. Temos medos de outras coisas: violência urbana, sequestro relâmpago, cobras venenosas e dos vampiros do PMDB. Esses são medos naturais e inevitáveis para um brasileiro.

Mas, de fato, malas abandonadas não costumam nos assustar. Pelo contrário, nossa tendência natural é nos aproximar, dar uma olhadinha, imaginar a cara do dono da mala e seguir adiante. Brasileiros não têm medo de bombas, o que é algo realmente curioso.

Quando morei em Paris, um dia saí do metrô na estação Saint Michel e logo que subi as escadas para a superfície vi três aviões militares voando baixo. Não tive nem tempo de pensar e voltei correndo para dentro do metrô. Percebi que fui a única que teve essa reação, pois os parisienses sabiam bem que tratava-se de um ensaio para as comemorações do 14 de julho. Não consigo me imaginar fugindo de aviões voando baixo no Brasil. Iria olhá-los, curiosa, quiçá até acenando para o piloto. Mas era Paris. Paris é alvo. Paris é risco. E eu não me esquecia disso por nenhum minuto.

É difícil definir o que chamamos hoje de “segurança”. Honestamente, nunca me senti mais segura em Paris ou em Londres do que me sinto em São Paulo. São ameaças diferentes, mas ambas existem.

Atentados de um lado, assaltos do outro. Podemos morrer em ambos. Podemos sobreviver a ambos. Temos medo de ambos. Temos uma parcela de culpa por ambos. Nossa intolerância, nossa anuência com sistemas de segregação, nossa riqueza não partilhada, nossas oportunidades que não foram oferecidas a todos. Somos vítimas e agressores ao mesmo tempo.

Não sei se ainda há lugares específicos onde nos sentimos seguros. Em Portugal ainda há indícios de segurança, embora toda certeza seja uma ilusão. Não gosto de ter medo de malas. Não quero ter medo de malas. Embarcar na neurose não torna ninguém mais seguro pois, como diz O Rappa “as grades do condomínio são pra trazer proteção, mas também trazem a dúvida se é você que está nessa prisão”.

Talvez o jeito seja não vivermos diariamente imaginando um inimigo hipotético. Talvez tenhamos que entender que boa parte dos problemas do mundo são frutos dos nossos olhares tortos e da nossas formas equivocadas de prezar pela nossa segurança em prejuízo da dignidade alheia. A única coisa que seguimos podendo fazer é buscar paz através do voto, através das nossas atitudes e seguir tendo fé. Até porque, como diz o sábio, ninguém morre antes da hora. Que assim seja.

* Cidadã brasileira, advogada, professora universitária, blogueira e escritora

IN "OBSERVADOR"
12/06/17

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1264.UNIÃO



EUROPEIA



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2-"IMPERNEÁVEIS"



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 1-Fanatismo Religioso



FONTE: Razão ConsCiência

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XVI-VIDA SELVAGEM
3- A MATILHA

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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1-"IMPERNEÁVEIS"




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RECORDANDO

Maria da Nazaré

Marcha de Santo António



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ESTA SEMANA NA 
"GERINGONÇA"

Portugal é o maior exportador
 de bicicletas da Europa

Portugal lidera o ranking dos maiores exportadores de bicicletas da União Europeia. Segundo a nota publicada hoje pelo Eurostat, em 2016 o país foi responsável pela exportação de 15% das bicicletas exportadas entre os 29 estados membros, ficando à frente dos pesos pesados Itália (14%) e Países Baixos (13%).
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À ESPERA DOS CICLISTAS

No ano de 2016 os países da União Europeia exportaram um total de 11 milhões de bicicletas e 92% das bicicletas exportadas foram compradas por outros países da região. O total de importações ascendeu aos 17 milhões e 58% das bicicletas importadas foram fabricadas por outros estados membros.

A nota do Eurostat acrescenta ainda que o líder das importações é o Reino Unido, que em 2016 comprou 18% de todas as bicicletas fabricadas pelos países da União Europeia.

* Boa pedalada.

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  HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

"As estações têm a ver com o eixo
 da Terra e não com o clima"

O especialista em alterações climáticas e antigo diretor do Instituto de Meteorologia de Portugal (1987-1988) alerta para os fenómenos extremos - ondas de calor e chuvas intensas em curtos períodos de tempo - que têm afetado o clima, uma consequência das alterações climáticas. Filipe Duarte Santos é atualmente presidente do Conselho Nacional do Ambiente.

Portugal tem um tempo fácil de prever?
O tempo é diferente do clima. O tempo é o estado instantâneo da atmosfera e o clima é a média e variabilidade das variáveis meteorológicas (temperatura, humidade do ar, precipitação, vento, radiação solar) durante um intervalo de tempo, que são de 30 anos. Prever o tempo hoje em dia não é difícil, porque é feita com base em modelos climáticos da atmosfera, com modelos matemáticos e a memória dos computadores. 
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A previsão perde fiabilidade a partir de 7 dias. Portugal não tem capacidade, nem meios técnicos e humanos, para ter esses grandes programas informáticos e utiliza os modelos que correm nos centros especializados, como o centro europeu de previsão do tempo a médio prazo. Somos membros e usamos esses modelos globais. Agora quando há falhas isso tem a ver com o facto de que há sempre uma certa incerteza, quando se fala de tempo.

Já há impactos das alterações climáticas no nosso clima?
Sim, quando falamos em clima estamos a falar de períodos de 30 anos e uma comparação significa um total dos últimos 60 anos. Aí houve uma mudança climática, não é só em Portugal mas em todo o mundo. A temperatura média global tem estado a aumentar e já aumentou 1,1 graus Celsius desde o período pré-industrial. Isso reflete-se em ondas de calor, que afetam sobretudo a população mais idosa. A Europa também tem menos precipitação anual (o valor de precipitação acumulado durante o ano). Há uma maior frequência dos fenómenos extremos - ondas de calor, quando a precipitação se dá com grande intensidade num intervalo de tempo curto, secas - que estão mais intensos. Já a precipitação média tem estado a diminuir no nosso país.

O que se pode esperar nos próximos anos?
É de esperar que o clima se altere, com tendência a agravar-se nos próximos anos. Só deixava de haver essa tendência se conseguíssemos emitir menos quantidades de gases com efeitos estufa. A sua concentração está aumentar porque se faz a queima dos combustíveis fósseis e isso aumenta o efeito estufa natural que existe, daí a tendência para o aumento da temperatura e dos fenómenos extremos. Tudo isso é muito provável que se intensifique no futuro.

Como vai ser este verão?
Não é possível saber. Têm sido feitos esforços no sentido de se prever, por exemplo, se o próximo outono vai ser chuvoso ou não, frio ou quente. Há um grande esforço científico, mas por enquanto não há sucesso.

E as diferenças entre as estações. Vão se notar menos?
As pessoas dizem isso com muita frequência, mas a razão porque há estações do ano tem a ver com o eixo da Terra estar inclinado. Se o eixo estivesse na vertical, assistia-se aquilo que se observa nas regiões tropicais, como a cidade Manaus, ou Singapura onde não há praticamente estações. Essa é apenas uma ideia que as pessoas têm e não tem a ver com o clima.

* Diz quem sabe, aprendamos!

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  NÃO USE PELES



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  HOJE NO 
"RECORD"
Fernando Santos: 
«Coloco as mãos no fogo 
pelo senhor Cristiano»

Depois de Rui Patrício, também Fernando Santos saiu a público para defender Cristiano Ronaldo. Na conferência de imprensa de antevisão ao duelo com o México, que marca a estreia na Taça das Confederações, o selecionador nacional recordou que conhece há muito o capitão, deixando um "registo claro e inequívoco" em relação à sua opinião.
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"Vocês sabem que conheço o Ronaldo há muitos anos, fui o último técnico dele em Portugal, ainda tinha ele 18 anos. Coloco as mãos no fogo - e é coisa que raramente faço! - pelo carácter ou idoneade do senhor Cristiano, quer como homem e atleta. Fica aqui o registo claro e inequívoco", disse.

Prosseguindo no mesmo assunto, Fernando Santos enalteceu a relação forte de amizade que se vive na Seleção: "Tenho um pacto simples com os jogadores. Todos conhecem a relação que tenho com os jogadores... Tudo o que tem a ver com afetividade e questões de nível pessoal, tratamos fora daqui. Por isso viajo e visito muito os jogadores. Quando estamos em estágio a nossa relação passa a ser mais estratégica e tática. As outras questões passam ao lado, ficam de fora. E é preciso ter cuidado com as fontes, quem transmite as coisas. Houve notícias que vi, que nunca ouvi isso lá dentro... É bom termos cuidado com as coisas que se lançam. Depois há outra parte e isso não é de hoje. Apoiar o Ronaldo? Esta seleção tem uma relação fortíssima. É uma seleção conhecida pela sua relação. Construímos um 'nós' e o 'eu' deixou de existir. Estamos todos sempre uns com os outros."

* Nós também pomos as mãos no fogo por CR7, sem equívocos.

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PERIGO CALOR



FONTE: DIRECÇÃO GERAL DE SAÚDE

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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

Privado vai explorar porto durante 35 anos

Equipamento concessionado à empresa Verbos do Cais, criada em dezembro de 2016.

O porto de recreio de Olhão vai ser ampliado e concessionado durante 35 anos, num investimento a rondar os 3,35 milhões de euros. 
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A assinatura do contrato de concessão para requalificação, modernização e exploração foi assinado ontem com a Docapesca. O equipamento náutico foi entregue à empresa Verbos do Cais, que tem sede em Olhão e foi criada em dezembro do ano passado. 

O contrato de concessão resulta de um concurso público que começou a ser preparado em julho de 2016. Já tinha sido inicialmente aberto em 2009 mas a concessão nunca foi entregue, devido ao longo processo de extinção do antigo Instituto Portuário de Transportes Marítimos. Agora, oito anos depois, o concessionário ganha o direito a explorar o porto de recreio durante 35 anos e a gerir o espaço. Em contrapartida, fica obrigado a investir 3,35 milhões de euros para ampliar o equipamento náutico e terá de pagar uma taxa fixa e outra variável, tendo em conta os lucros que forem atingidos. 

O projeto de reabilitação, segundo a Docapesca, prevê que o porto, atualmente com 299 lugares, "será inicialmente ampliado para 340 lugares, com a instalação de novos postos de amarração para embarcações". No futuro, o equipamento poderá atingir os 500 postos de amarração. 

A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, destacou as medidas do Governo no âmbito da náutica de recreio, nomeadamente a criação da Comissão Instaladora dos Portos do Algarve e a aprovação da proposta de lei que prevê a transferência para os municípios das competências em matéria de náutica de recreio e frentes ribeirinhas. 

* Somos a favor da iniciativa privada mas achamos este negócio uma OXARIA para quem compra. O investimento ronda menos de 9 mil euros mês, não há garantias se é cumprido, sobre a taxa variável temos  dúvidas, nada se diz quanto aos postos de trabalho permanentes  a criar e  assim se concessiona uma porta turística do  país.

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SECANDO A TERRA




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ESTA SEMANA NO 
"O JORNAL ECONÓMICO"
Consumo: 
o perfil do consumidor português

O objetivo de um hipermercado, supermercado ou centro comercial é o mesmo de uma feira: satisfazer necessidades de consumidores. 
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De acordo com o estudo da in-Store Media, o comprador atual valoriza que o processo de compra não se resuma apenas a uma transação, mas que ofereça se possível algum entretenimento e, obrigatoriamente, comodidade. No que respeita à comunicação, as marcas personalizam a mensagem e sentem necessidade de segmentar os compradores e enviar-lhes informação com valor. 

De acordo com os responsáveis do estudo não é pouco frequente ter no El Corte Inglés comunicação a bens de prestígio, precisamente pela afinidade ao target do grande armazém.

* Nunca é demais estar informado.

** ACESSO À INFOGRAFIA
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3- De novo com o lado esquerdo do rato clique na imagem para ampliar

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HOJE NA 
"VISÃO"

O primeiro parque aquático
 para crianças com deficiência

É inaugurado hoje, no Texas, o Morgan’s Inspiration Island, um parque aquático totalmente pensado para crianças com limitações físicas

Proporcionar experiências diferentes a crianças e jovens com limitações físicas pode requerer um esforço extra, assim como custos mais elevados. Muitas vezes, os parques infantis não estão adaptados a todo o tipo de necessidades e acabam por excluir um segmento de público que, por norma, já está privado de aceder aos lugares de entretenimento e lazer comuns. Até agora.
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O Morgan’s Inspiration Island (a Ilha Inspiracional de Morgan), na cidade de San Antonio, no Estado americano do Texas, é o primeiro parque aquático pensado para receber crianças com problemas de mobilidade. A abertura está marcada para hoje e, desde passeios de barco a jogos aquáticos, o espaço promete oferecer um leque de atividades que vão tornar-se experiências inesquecíveis.

O parque aquático custou 17 milhões de dólares (aproximadamente 15 milhões de euros) e está totalmente equipado para crianças com mobilidade reduzida - oferece cadeiras de rodas impermeáveis para que o público não danifique os seus equipamentos pessoais, por exemplo. Também tem incorporado um sistema de controlo da temperatura de água - para que os visitantes com sensibilidade ao frio possam usufruir de todas as atividades -, áreas silenciosas para pessoas sensíveis ao ruído e pulseiras de alta tecnologia projetadas para localizar crianças que dispersem.
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“O Morgan’s Inspiration Island teria sido um sonho absoluto para mim como criança”, diz Srin Madipalli, CEO da empresa Accomamble e doente de Amiotrofia Muscular Espinhal.
“Adoro os recursos da alta tecnologia. Eu tenho pouca função muscular e fico frio rapidamente. Por isso, a maneira como podem mudar a temperatura da água é ideal. Revela um nível brilhante de perceção sobre as necessidades dos diferentes indivíduos, o que é bastante incomum. Normalmente, um parque aquático desta escala pode oferecer um balneário acessível e um elevador para ajudar a entrar na água, mas pouco mais. O facto deste parque aquático ter uma acessibilidade incorporada em cada recurso é verdadeiramente inspirador - e parece muito divertido!”, sublinha.

Mas não é só o facto de ser um projeto inovador que convida a conhecer o Morgan’s Inspirations Island. Também os preços são um motivo tentador: as crianças com necessidades especiais não pagam entrada e, para os restantes visitantes, os preços estão entre os 17€ (para adultos) e 11€ (para crianças).
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O parque aquático faz parte do Morgan’s Wonderland - um parque temático em San Antonio, inaugurado em 2010. Para a criação do projeto, os proprietários, Gordon e Maggie Hartman, inspiraram-se na sua filha Morgan, que sofre de limitações a nível físico e cognitivo. Os proprietários descrevem assim o projeto: “Não é um parque de necessidades especiais. É um parque de inclusão.”

* À atenção do sr. Primeiro-ministro que é inventivo, à atenção do sr. ministro da Finanças que é acertivo, à atenção do sr. ministro da Segurança Social que é construtivo, um parque destes para as nossas crianças custa menos que as vigarices dos banqueiros, gestores e políticos que se passeiam impunes pelas ruas do nossos país.

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DEMASIADO MAU GOSTO










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1278
Senso d'hoje
RICARDO ROBLES
DEPUTADO MUNICIPAL LISBOA
BLOCO DE ESQUERDA
ENGENHEIRO
"Crise da habitação em Lisboa"



FONTE: ESQUERDA.NET

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ESCOLHAS DE SÁBADO

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COMPRE JORNAIS









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 Rustle o Tatu


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BOM DIA


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2-BIZARRO

FORA "D'ORAS"

XVI-MOUNT OLYMPUS



*Quem diz que os artistas não são atletas?

 O artista belga Jan Fabre e 27 outros artistas conceberam uma apresentação de 24h sem paragem nem intervalos, intitulada de Mount Olympus, que foi estreada no Berliner Festspiele. 
O incrível feito de resistência foi escrito, dirigido e coreografado por Fabre, que novamente empurra os limites do teatro.

Depois de 12 meses de ensaios, Mount Olympus tentou unir todas as facetas do trabalho anterior do artista. 

Descrito como 'um projecto excepcional' no site do Berliner Festspiele, os artistas  'dançaram, actuaram, amaram, sofreram, dormiram e sonharam ao percorrerem os mitos da Grécia antiga'.  Levaram os espectadores através duma actuação entre o acordar e o sonhar, entre o sonho e a realidade.

Actuações anteriores baseadas na resistência, tal como a sua peça de oito horas 'Isto é Teatro Como Era Esperado e Antecipado'  (1982), revolucionaram o conceito da arte de teatro e actuação.

Desde 1951 que o Berliner Festspiele une uma variedade de entre-cruzamentos de disciplinas artísticas e de eventos culturais para promover a rica e colorida paisagem artistica de Berlim.


** Somos suficientemente incultos e incapazes para considerar como arte este espectáculo, não há como aprender e digerir.

*** A primeira parte da encenação foi editada neste blogue entre 07 e 25 de Abril.
Disfrute.

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