26/10/2019

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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XI-A HISTÓRIA 
DO SEXO
3- SEXUALIDADE E GÉNERO
3.2-História de repressão
e mudanças



Quando olhamos para trás e conhecemos os costumes dos nossos antepassados, a forma como eles lidavam com o próprio corpo e a sexualidade, compreendemos muito de nossos preconceitos e dos hábitos que reproduzimos... ou eliminamos. Um mergulho na história conduzido pela historiadora Mary del Priore revela que a repressão sexual vêm de longa data. Programa da série: “A sexualidade como ela é” de curadoria de Fabricio Carpinejar.

FONTE:  Café Filosófico 

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Serafim
O Contador de Histórias/1



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6-SISTEMA NERVOSO
6.3-SUB-SISTEMAS NERVOSOS
6.3.1- Arco reflexo: Noção e Função



* Uma interessante série produzida para auxiliar alunos da área de saúde mas também muito útil para quem quer que deseje aprender sobre esta matéria. Desfrute.


FONTE: Anatomia Fácil com Rogério Gozzi

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FONTE:  Nerdologia 


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JOÃO GOMES DE ALMEIDA

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Cheira a 2007

Eram tempos de neokeynezianismo desenfreado, o “parque escolar” era uma festa gabada pela ministra com a tutela da Educação, faziam-se planos para uma terceira ponte sobre o Tejo, uma terceira autoestrada que ligasse Lisboa ao Porto e claro o novo aeroporto. Só percebemos que algo estaria mal tarde de mais

Em 2007, ainda a crise nos parecia longe, demasiado longe para a velocidade com que nos caiu em cima. Em Portugal vivíamos sobre a égide de um Governo socialista, liderado na época pelo animal feroz que muitos haveriam de apelidar de “menino de ouro do PS”. Eram tempos de neokeynezianismo desenfreado, o “parque escolar” era uma festa gabada pela ministra com a tutela da Educação, faziam-se planos para uma terceira ponte sobre o Tejo, uma terceira autoestrada que ligasse Lisboa ao Porto e claro o novo aeroporto.

Só percebemos que algo estaria mal tarde de mais, mais concretamente no dia 24 de julho de 2007. Nos Estados Unidos da América, lá longe, o Dow Jones dava um trambolhão motivado pelo misto de trafulhice com nabice que foi o subprime. O ano seguinte, 2008, foi o escalar da crise, a falência do Lehman Brothers, o efeito sitémico na economia mundial e a chegada da crise ao velho continente. Economias fragilizadas como a Portugal, Grécia e Irlanda foram os primeiros a sofrer. Mas o resto do sul da Europa também sofreu. Sobre isto já tínhamos sido alertados várias vezes por nomes como Medina Carreira ou José Gomes Ferreira.

Em Portugal, em 2011, o governo de José Sócrates acabaria por cair com estrondo, abrindo portas a uma coligação de direita que herdou a pesada herança socialista e ainda uma troika de credores implacáveis que se vieram imiscuir nas desgovernadas contas da nossa República. O caminho fez-se a custo, nas empresas e principalmente nas famílias. A minha geração, que havia chegado ao mercado de trabalho foi a que mais sofreu. Éramos a geração à rasca e foi com essa cruz que iniciámos a nossa carreira profissional. À esquerda nunca foi feito o devido ato de contrição - não tinham culpa de nada, claro está e preferiam o caminho mais fácil: a rua, as greves e as manifestações. Em 2011 e nos anos que se seguiram, principalmente com a detenção de Sócrates, seria impossível pensarmos que esta esquerda voltaria tão rapidamente ao poder.

Acontece que quando se fecha uma porta abre-se uma janela e António Costa, estratega inteligente e treinado, sabe disso melhor do que ninguém. Foi fácil criar uma narrativa, correr com Seguro e vender um sonho aos portugueses. Até a falácia do neokeynezianismo, dos direitos adquiridos e do Estado forte voltou a ser reciclada, mesmo perante as feridas que tinha deixado abertas na economia portuguesa.
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Os portugueses não comem economia, não passam férias com a economia e não fazem compras com a economia. O português médio quer lá saber de quem é a culpa, quer é consumir, ter dinheiro e ter sonhos. A direita estupidamente subestimou a forma de pensar do povo português. É óbvio e legítimo que o eleitor se esteja a marimbar para as contas públicas. O eleitor não estuda macroeconomia. Levanta-se cedo todos os dias, trabalha, tem problemas de saúde, tem ambições para os seus filhos e tem pouco tempo e dinheiro para se divertir. Em suma, tem mais no que pensar. A nossa vida, a nossa família e o nosso núcleo de amigos são o que realmente importa. A esquerda percebeu isso e vendou um sonho, a direita só vendeu um pragmatismo cinzento.

Tudo isto só foi possível porque aquilo que os economistas chamam de bom clima económico internacional aconteceu. Mas também foi possível porque havia um Governo alinhado com a Comissão Europeia e com o BCE. Um Centeno preocupado em equilibrar as contas, sem ter que fazer reformas profundas. E tudo isto resultou até agora às mil maravilhas. Hoje os portugueses vivem melhor, pese embora as contas públicas continuem uma desgraça no que à dívida diz respeito e não tenham sido feitas as reformas profundas necessárias para que a nossa economia desse de uma vez por todas a volta.

Acontece que a julgar pelo que dizem os especialistas, tal como foi noticiado neste mesmo jornal esta semana, o ciclo de crescimento da economia está a acabar. Os tais fatores externos que nos facultaram um bom clima económico externo estão a ser cada vez mais questionados e o mais provável é que muito em breve tenhamos uma crise que pode ainda ser maior do que aquela que enfrentámos há 10 ou 11 anos.

A pergunta que devemos fazer agora é simples: estaremos preparados? É óbvio que não. Temos um peso da dívida ainda maior, não temos uma economia forte e estamos demasiadamente expostos às conjunturas internacionais. Em suma, estamos montados num barril de pólvora. Da parte do Governo apenas poderemos contar com medidas populistas e com cedências à esquerda. Nenhuma reforma será feita para que nos tornemos verdadeiramente competitivos e isso é grave de mais para podermos continuar a assistir impávidos e serenos.

A direita está agora a reorganizar-se. No PSD e no CDS há disputas a decorrer que serão importantes. São provavelmente estes os líderes que depois de eleitos pelos portugueses terão que, em conjunto com os novos partidos, de nos voltar a safar do desgoverno socialista. Em ambos os casos não gostaria que voltássemos ao passado. Quero um PSD novo, tal como aquele que nos é sugerido pelo Miguel Pinto Luz e quero um CDS combativo no parlamento, pelo que até ver só um dos nomes sugeridos pela opinião pública o conseguirá fazer. Espero bem que ganhem, por Portugal.

* Publicitário

IN "i"
25/10/19

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2073.UNIÃO



EUROPEIA




CYCLING SAFETY

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CIÊNCIA E RELIGIÃO/2



O cientista Marcelo Gleiser fala sobre o ponto de clivagem entre religião e ciência


FONTE:  Miguel Angelo

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XLIV-VIDA SELVAGEM
3-LOBO DO ÁRTICO
O PAÍS DO LOBO BRANCO





FONTE:    Ricardo VIEIRA ALVES 


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VIDEOS DE SEMPRE


  Patti LaBelle
ft. Michael McDonald

On My Own


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20-UM POEMA POR SEMANA


FLORBELA ESPANCA

AMAR




dito por


MIGUEL FALABELLA


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ᖇᕮᖴᒪᕮ᙭ÕᕮS
𝐂𝐨𝐦𝐨 𝐨 '𝐢𝐬𝐥𝐚𝐦𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐫𝐚𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥' 𝐮𝐬𝐚 𝐚 
𝐯𝐢𝐨𝐥𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐦𝐞́𝐭𝐨𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐝𝐨𝐦𝐢𝐧𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨



FONTE:  Spotniks

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𝐂𝐀𝐃𝐀́𝐕𝐄𝐑𝐄𝐒 𝐍𝐔𝐌 𝐂𝐀𝐌𝐈𝐀̃𝐎






FONTE:  euronews

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Doenças raras afectam 300 milhões no mundo



FONTE:  afpbr

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NA COZINHA/75
28-RECEITA ILUSTRADA


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2138
Senso d'hoje
SALMAN "SAL" KHAN
"GEEK" E EDUCADOR
PRÉMIO PRINCESA DAS ASTÚRIAS 2019
"A educação é um colete salva-vidas"



FONTE:  euronews

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A GRACINHA
QUE NÓS SOMOS






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BOM DIA


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86-CINEMA
FORA "D'ORAS"
𝒱-♥ 𝒮𝐼𝒮𝒮𝐼 ♥



𝒮𝒾𝓃𝑜𝓅𝓈𝑒:

ℰ́ 𝑜 𝒶𝓃𝑜 𝒹𝑒 𝟣𝟪𝟧𝟥. 
𝒜 𝑒𝓃𝓉𝒶̃𝑜 𝓅𝓇𝒾𝓃𝒸𝑒𝓈𝒶 ℐ𝓈𝒶𝒷𝑒𝓁 𝒹𝒶 ℬ𝒶𝓋𝒾𝑒𝓇𝒶, 𝒹𝑒 𝟣𝟧 𝒶𝓃𝑜𝓈, 𝒶𝒸𝑜𝓂𝓅𝒶𝓃𝒽𝒶 𝒶 𝓂𝒶̃𝑒 𝑒 𝒾𝓇𝓂𝒶̃ 𝓂𝒶𝒾𝓈 𝓋𝑒𝓁𝒽𝒶 ℋ𝑒𝓁𝑒𝓃𝒶 𝓅𝒶𝓇𝒶 𝒶 𝒸𝑜𝓇𝓉𝑒 𝒶𝓊𝓈𝓉𝓇𝒾́𝒶𝒸𝒶 𝑒𝓂 ℬ𝒶𝒹 ℐ𝓈𝒸𝒽𝓁, 𝑜𝓃𝒹𝑒 𝑜 𝓃𝑜𝒾𝓋𝒶𝒹𝑜 𝑒𝓃𝓉𝓇𝑒 ℋ𝑒𝓁𝑒𝓃𝒶 𝑒 𝑜 𝒿𝑜𝓋𝑒𝓂 𝒾𝓂𝓅𝑒𝓇𝒶𝒹𝑜𝓇 ℱ𝓇𝒶𝓃𝒸𝒾𝓈𝒸𝑜 𝒥𝑜𝓈𝑒́ ℐ, 𝓈𝑒𝓊 𝓅𝓇𝒾𝓂𝑜-𝒾𝓇𝓂𝒶̃𝑜, 𝓈𝑒𝓇𝒶́ 𝒶𝓃𝓊𝓃𝒸𝒾𝒶𝒹𝑜. 
ℰ𝓈𝓉𝑒, 𝒸𝑜𝓃𝓉𝓊𝒹𝑜, 𝒶𝓅𝒶𝒾𝓍𝑜𝓃𝒶-𝓈𝑒 𝓅𝑒𝓁𝒶 𝑜𝓊𝓉𝓇𝒶 𝓅𝓇𝒾𝓂𝒶, ℐ𝓈𝒶𝒷𝑒𝓁 (𝓂𝒶𝒾𝓈 𝒸𝑜𝓃𝒽𝑒𝒸𝒾𝒹𝒶 𝒸𝑜𝓂𝑜 𝒮𝒾𝓈𝓈𝒾), 𝑒𝓃𝓆𝓊𝒶𝓃𝓉𝑜 𝑒𝓁𝒶  𝓅𝑒𝓈𝒸𝒶. 
𝒮𝒾𝓈𝓈𝒾 𝓉𝒶𝓂𝒷𝑒́𝓂 𝒶𝓂𝒶 ℱ𝓇𝒶𝓃𝒸𝒾𝓈𝒸𝑜 𝒥𝑜𝓈𝑒́, 𝓂𝒶𝓈 𝑜 𝒸𝒶𝓈𝒶𝓂𝑒𝓃𝓉𝑜 𝑒𝓃𝒸𝑜𝓃𝓉𝓇𝒶𝓇𝒶́ 𝒶 𝑜𝓅𝑜𝓈𝒾𝒸̧𝒶̃𝑜 𝒹𝒶 𝑒𝓍𝒾𝑔𝑒𝓃𝓉𝑒 𝓂𝒶̃𝑒 𝒹𝑜 𝒾𝓂𝓅𝑒𝓇𝒶𝒹𝑜𝓇.
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 ℐ𝓂𝓅𝑒𝓇𝒶𝓉𝓇𝒾𝓏 ℐ𝓈𝒶𝒷𝑒𝓁 𝒹𝒶 𝒜́𝓊𝓈𝓉𝓇𝒾𝒶

ℰ𝓁𝑒𝓃𝒸𝑜:
ℛ𝑜𝓂𝓎 𝒮𝒸𝒽𝓃𝑒𝒾𝒹𝑒𝓇, 𝒸𝑜𝓂𝑜 𝒮𝒾𝓈𝓈𝒾
𝒦𝒶𝓇𝓁𝒽𝑒𝒾𝓃𝓏 ℬ𝑜̈𝒽𝓂, 𝒸𝑜𝓂𝑜 𝒾𝓂𝓅𝑒𝓇𝒶𝒹𝑜𝓇 ℱ𝓇𝒶𝓃𝒸𝒾𝓈𝒸𝑜 𝒥𝑜𝓈𝑒́ ℐ; 
ℳ𝒶𝑔𝒹𝒶 𝒮𝒸𝒽𝓃𝑒𝒾𝒹𝑒𝓇, 𝒸𝑜𝓂𝑜 𝓅𝓇𝒾𝓃𝒸𝑒𝓈𝒶 ℒ𝓊𝒹𝑜𝓋𝒾𝒸𝒶 𝒹𝒶 ℬ𝒶𝓋𝒾𝑒𝓇𝒶; 
𝒢𝓊𝓈𝓉𝒶𝓋 𝒦𝓃𝓊𝓉𝒽, 𝒸𝑜𝓂𝑜 𝒹𝓊𝓆𝓊𝑒 ℳ𝒶𝓍𝒾𝓂𝒾𝓁𝒾𝒶𝓃𝑜 𝒥𝑜𝓈𝑒́ 𝒹𝒶 ℬ𝒶𝓋𝒾𝑒𝓇𝒶;
𝒰𝓉𝒶 ℱ𝓇𝒶𝓃𝓏, 𝒸𝑜𝓂𝑜 𝓅𝓇𝒾𝓃𝒸𝑒𝓈𝒶 ℋ𝑒𝓁𝑒𝓃𝒶 𝒞𝒶𝓇𝑜𝓁𝒾𝓃𝒶 𝒹𝒶 ℬ𝒶𝓋𝒾𝑒𝓇𝒶 (𝒩𝑒𝓃𝑒);
𝒱𝒾𝓁𝓂𝒶 𝒟𝑒𝑔𝒾𝓈𝒸𝒽𝑒𝓇, 𝒸𝑜𝓂𝑜𝒶𝓇𝓆𝓊𝒾𝒹𝓊𝓆𝓊𝑒𝓈𝒶 𝒮𝑜𝒻𝒾𝒶 𝒹𝒶 𝒜́𝓊𝓈𝓉𝓇𝒾𝒶;
ℰ𝓇𝒾𝒸𝒽 𝒩𝒾𝓀𝑜𝓌𝒾𝓉𝓏, 𝒸𝑜𝓂𝑜 𝒶𝓇𝓆𝓊𝒾𝒹𝓊𝓆𝓊𝑒 ℱ𝓇𝒶𝓃𝒸𝒾𝓈𝒸𝑜 𝒞𝒶𝓇𝓁𝑜𝓈;
𝒫𝑒𝓉𝑒𝓇 𝒲𝑒𝒸𝓀, 𝒸𝑜𝓂𝑜 𝒶𝓇𝓆𝓊𝒾𝒹𝓊𝓆𝓊𝑒 𝒞𝒶𝓇𝓁𝑜𝓈 ℒ𝓊𝒾́𝓈;
𝒦𝒶𝓇𝓁 ℱ𝑜𝒸𝒽𝓁𝑒𝓇 𝒸𝑜𝓂𝑜 𝒸𝑜𝓃𝒹𝑒 𝒢𝓇𝓊̈𝓃𝓃𝑒;
𝒥𝑜𝓈𝑒𝒻 ℳ𝑒𝒾𝓃𝓇𝒶𝒹, 𝒸𝑜𝓂𝑜 𝓂𝒶𝒿𝑜𝓇 ℬ𝑜̈𝒸𝓀𝓁;
ℱ𝓇𝒶𝓃𝓏 ℬ𝑜̈𝒽𝑒𝒾𝓂, 𝒸𝑜𝓂𝑜 𝒥𝑜𝒽𝒶𝓃𝓃 𝒫𝑒𝓉𝓏𝓂𝒶𝒸𝒽𝑒𝓇.


FONTE: maria de lourdes pinheiro barzanelli

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