18/11/2019

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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122-SUBTILEZAS

O que é economia comportamental


RESUMO ANIMADO


FONTE:   Minutos Psíquicos
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7-𝑳'𝑰𝑵𝑪𝑶𝑹𝑶𝑵𝑨𝒁𝑰𝑶𝑵𝑬 𝑫𝑰 𝑷𝑶𝑷𝑷𝑬𝑨 
Cʟᴀᴜᴅɪᴏ Mᴏɴᴛᴇᴠᴇʀᴅɪ


INTÉRPRETES
Davide Pozzi-Cembalo e Leitung 
Giuseppina Bridelli-Nerone 
Emanuela Galli-Poppea 
Xenia Mejer-Ottavia 
Filippo Mineccia-Ottone 
Salvo Vitale-Seneca 
Luca Dordolo-Lucano 
Alberto Allegrezza-Arnalta 
Alessio Tosi-Nutrice 
Vittoria Giacobazzi Virtù-Damigella 
Lucia Cortese-Amore e Valletto 
Riccardo Pisani-Soldato e Liberto 
Silvia Rosati-Fortuna e Drusilla 
Sophia Patsi-Cori 
Massimo Altieri-Soldato coro familiari 
Davide Benetti-Mercurio e Littore 


SINOPSE
L'Incoronazione di Poppea, de Monteverdi, trata de um caso de amor para além de todas as regras morais e sociais: o imperador Nero, um fraco, viola a esposa para elogiar a amante calculista, Poppea Empress; a imperatriz traída incita o marido traído de Poppea a assassinar a mulher infiel.

Esta ópera não é sobre amor, mas sobre ambição, gratificação submissa, falta de escrúpulos. 

Com um cinismo incomparável na história da ópera, o libretista Francesco Busenello repudiou todos os personagens. E assim a conclusão da ópera não pode ser chamada senão a apoteose do sarcasmo: os adúlteros em triunfo no trono romano; o garoto assassino e seu novo companheiro alegremente unidos; o autor da tentativa de assassinato pingando de autopiedade. Monteverdi foi mais gracioso: a música devolveu dignidade aos papéis traçados com grotesca decadência romana tardia e permitiu vislumbrar  sentimentos ocultos,  esperanças e medos.

Atenção: esta ópera é uma obra extensa muitíssimo bonita e com excelentes cantores, à medida que os vídeos forem editados aconselhamos a rever pelo menos parte do anterior.


FONTE:  SWR Classic

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HOJE  NO 
"DESTAK"
Ministra garante que fecho da
 urgência pediátrica noturna no
 Garcia de Orta é temporário

A ministra da Saúde assegurou hoje que o encerramento à noite da urgência pediátrica do Hospital Garcia de Orta, em Almada, é temporário e que tentará que a situação "dure o menos tempo possível". 
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"A posição do Hospital Garcia de Orta, sendo um hospital de tampão para a península de Setúbal, é um hospital que tem de ter a urgência noturna aberta", afirmou Marta Temido no âmbito de uma visita ao centro de saúde Rainha Dona Leonor, em Almada, que está aberto até mais tarde para tentar suprir a falta da urgência pediátrica hospitalar.

À chegada ao centro de saúde, onde foi interpelada por utentes sobre a situação do Garcia de Orta, a ministra indicou que o encerramento no período noturno da urgência pediátrica é uma situação que se deseja que se mantenha pelo "menor tempo possível".

* Assim também eu era ministra, a dizer "lapalissadas", tudo é temporário sra. ministra do "obóvio", desejando-lhe que seja temporária e depressinha.

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MINUTOS DE
CIÊNCIA/255

Raiz Quadrada de
uma PERCENTAGEM




FONTE: Matemática Rio com Prof. Rafael Procopio


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HOJE  NO 
"i"
Livre quer Aristides de Sousa Mendes
 no Panteão

É a primeira proposta de resolução apresentada pelo partido

O Livre apresentou um projeto de resolução para dar a Aristides de Sousa Mendes honras de Panteão Nacional.

Nesta que é a sua primeira iniciativa parlamentar, o partido representado por Joacine Katar Moreira enaltece esta “figura heroica da memória portuguesa”, que “priorizou a consciência ética sobre os ditames da lei de um estado fascista. Nesse gesto, de dissidência, salvou milhares de vidas da morte por decreto, da perseguição, e da cultura de violência do regime nazi”. 
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“Conceder a Aristides de Sousa Mendes honras do panteão é reconhecer oficialmente uma referência ética e cívica para todas e todos. É, pois, imperativo que o Estado Português reconheça Aristides de Sousa Mendes através da sua panteonização para que o possamos também reconhecer em cada um de nós”, defende o Livre.

O partido enaltece ainda a necessidade “de se repor a justiça em relação a um cidadão português que se distinguiu não só no exercício de um alto cargo público mas, precisamente, na defesa dos valores da civilização, em prol da dignificação da pessoa humana e da causa da liberdade”.

Aristides de Sousa Mendes nasceu em Cabanas de Viriato a 19 de julho de 1885 e morreu em Lisboa a 3 de abril de 1954. Enquanto cônsul de Portugal em Bordéus, ajudou mais de 30 mil pessoas a fugirem das tropas nazis durante a Segunda Guerra Mundial, desobedecendo às ordens de Salazar. 

* Aristides de Sousa Mendes, que enorme português, está morto e por estar morto sujeita-se a uma reivindicação panfletária dum partido quase pífio sem espaço intelectual para propôr outras coisas, humilhante.

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XLI - MEGA MÁQUINAS

LOCOMOTIVAS A DIESEL
1-HISTÓRIA




O título da rubrica MEGA MÁQUINAS não se conforma apenas com as enormes dimensões de algumas que temos exibido, abrange todas as que têm MEGA INFLUÊNCIA nas nossas vidas.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


FONTE: Canal Decapod
   
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HOJE  NO 
"A BOLA"
Fátima Habib recebe equipamento e já 
pode jogar de acordo com regras da FPB

Fátima Habib, de 13 anos, é basquetebolista, joga no Clube de Basquetebol de Tavira, recentemente tornou-se tópico de discussão nas redes sociais, depois de ter sido impedida de jogar numa partida com o Imortal de Albufeira, visto que segundo os árbitros a sua indumentária não estava de acordo com as regras da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB).
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"DESEQUIPADO" VIVO
O que motivou esta decisão? Foram as mangas da camisola que estavam por baixo do equipamento e que iam contra os regulamentos designados pela FPB.

Fátima, de origem paquistanesa, é muçulmana e portanto à imagem do que já acontece com outras atletas nas mais diversas modalidades segue os preceitos religiosos referentes à sua crença.

Este domingo, a FPB já arranjou novo equipamento ajustado à basquetebolista, a jovem atleta jogou frente à Associação Cultural e Desportiva de Ferragudo num encontro do campeonato regional feminino de sub-16, porém ainda sem o novo equipamento.

Com o cabelo, pernas e braços tapados por uma licra, Fátima pôde atuar novamente, mas não ajudou a impedir a derrota do Clube de Basquetebol de Tavira.

O Diretor de Competições da Federação Portuguesa de Basquetebol, José Pinto Alberto, presenteou a atleta com os acessórios necessários para que a basquetebolista possa jogar dentro das regras e normas da Federação.

José Pinto Alberto disse ainda que: «A Federação Portuguesa de Basquetebol não faz qualquer discriminação, segue as regras da Federação Internacional de Basquetebol, que são inclusivas e permitem a prática da modalidade por crentes de várias religiões», finalizou.

* Todas as religiões são ridículas.
** Não se joga com braços ao léu mas a religião permite que se possa esquartejar com vida um homem num consulado dum país muçulmano, Arábia Saudita, aconteceu a Jamal Khashogg. Não nos lembramos dos pais desta menina clamarem contra este crime.

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JÚLIA CARÉ

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Caderno de encargos

Lixo humano? Ninguém merece ter a rua ou o contentor do lixo, como local de entrada neste mundo.

1. Rendimentos. Mesmo sem as explicações do Presidente da Cáritas Portuguesa sobre os índices de pobreza do nosso país, a rondar os 20%, sabe-se que neles se incluem naturalmente os números do desemprego desprotegido, os pensionistas e reformados com pensões mínimas, os cidadãos beneficiários de apoios da Segurança Social, que no seu conjunto, interpelam a retórica do crescimento económico que tanto se apregoa. Mas diz ainda Eugénio Fonseca, que numa leitura mais fina da população portuguesa em risco de pobreza, este número excede em muito a soma dos cidadãos desempregados e beneficiários dos diversos esquemas de proteção social, podendo concluir-se que nele se incluem muitos trabalhadores com emprego, mas de baixo salário, em regra o generalizado salário mínimo que não chega para uma sobrevivência digna. Convinha adicionar esta reflexão a uma informação recente acerca da posição de Portugal, o terceiro país da Europa com elevadas quantias em paraísos fiscais, dinheiro que não foi tributado, que não cumpriu o direito moral de cidadania, de contribuir para o bem comum, através da justa redistribuição da riqueza. Talvez até de algum empresariado, dos que alegam não poder pagar mais do que o salário mínimo, porque os seus lucros não chegam para mais...

Por outro lado, foi interessante ouvir o primeiro ministro referir-se ao quanto o seu salário se tinha desvalorizado nos últimos tempos devido à crise. É bom que o reconheça e seja consequente. É que o mesmo aconteceu a muitos trabalhadores, reformados e pensionistas deste país. E no que toca ao estafado estribilho da devolução dos rendimentos cortados pelo tempo da troika, é bom que se lembre que antes de 2011, no último governo Sócrates houve um significativo corte em muitos salários, rendimentos que ainda não foram repostos. Eles escondem-se por detrás de índices de crescimento económico, de folgas orçamentais e afins.

2. Estamos em Emergência Climática. Para aquietar naturais ansiedades, as estruturas políticas apropriam-se até da questão climática para a designação de organismos governamentais. Seria bom, todavia, que levantássemos o olhar e o ego de sonantes designações atávicas e olhássemos para as localidades esventradas de pedras preciosas das insulares ribeiras e orlas costeiras, e para as interioridades remotas deixadas ao abandono dos fogos e do despovoamento, ou alvo da cobiça dos predadores de sempre dos recursos naturais, alcandorados nos desígnios meritórios da descarbonização e das energias limpas. Esperemos que se consiga trazer a consciência do cidadão comum para a necessidade de se envolver, desde a gestão da água num país com zonas em seca severa, mas acima de tudo para o exercício de uma maior vigilância e intervenção crítica ativa, em nome de uma maior cidadania ambiental...

3. Lixo humano? Ninguém merece ter a rua ou o contentor do lixo, como local de entrada neste mundo. Mas eles acontecem para nosso incómodo e vergonha moral. Quem somos nós para julgar aquela jovem mãe sem-abrigo que colocou o seu bebé no contentor do lixo? Podemos tentar imaginar a angústia, o desespero, a solidão, o abandono, a indiferença, a insensibilidade e irresponsabilidade de tantos, esses sim, criminosos. Devíamos sentir remorsos. Ela inclui-se no número dos 20% da nossa sociedade, os pobres dos mais pobres, cujo saldo entre deve e haver não irá além do teto de cartão, ou da tenda na selva de betão gentrificado das grandes urbes, pavimentadas cada vez mais de indiferença, insensibilidade e invisibilidade social e política, ostensivamente colocados fora da equação entre austeridade, prosperidade, crescimento económico, folgas orçamentais, que nos dão orgulhosos orçamentos zero para colocar no altar das instituições europeias. Devíamos ainda revoltar-nos contra uma sociedade que como sempre, é lesta a apontar o dedo à mulher, a alegada “criminosa”; e o elemento masculino da progenitura? Ele não é igualmente responsável?

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA"
13/11/19

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2096.UNIÃO



EUROPEIA

SEMANA LUSITANA


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HOJE  NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Pinto Luz defende um PSD que não 
seja "feito sempre pelos mesmos"

Miguel Pinto Luz assumiu que entra na corrida pela liderança do PSD para devolver o partido às vitórias, criticando a atual liderança por ver nos críticos internos meros adversários e lutar por "lugares intermédios" na liga nacional da política. O autarca de Cascais garante que vem para unir e fazer diferente, com novos protagonistas que substituam as caras de "sempre" e quem "não gosta" do PSD.

É o terceiro candidato a apresentar formalmente a sua candidatura à presidência da São Caetano à Lapa e acredita que é chave da mudança no partido, em relação ao qual diz estar num estado "preocupante", por ter um líder - Rui Rio - "que não gosta do PSD".
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NO BOY
No Pátio da Galé, em Lisboa, emoldurado por uma plateia muito juvenil, com alguns notáveis do partido, muitos dirigentes da distrital de Lisboa e Setúbal, e quatro atuais deputados, Miguel Pinto Luz, não falou nos nomes de Rui Rio ou Luís Montenegro, mas assegurou que se vencer as diretas não só não irá ver os críticos internos como adversários, como apostará numa renovação geracional. Mais: disse que nunca foi um "boy" do partido, ao contrário de quem usa o PSD por "protagonismos e estatuto".

"Quero um PSD que lute contra os nossos adversários políticos. Sei que os nossos adversários estão fora de portas, não estão cá dentro", disse Pinto Luz, que discursou lendo de dois telepontos, no meio de duas meias luas laranjas para cerca de 200 pessoas.

Segundo o vice-presidente da Câmara de Cascais, há que apostar em novos dirigentes, com ideias frescas, por isso entra na corrida à São Caetano Lapa: "Não discuto idades, nem gerações dos protagonistas, um partido não é feito só de mais novos ou de mais velhos, é feito com todos, não pode é ser feito sempre com os mesmos".

Sob o lema "O futuro diz presente", garantiu que tem "vontade, a energia e a ambição de liderar o PSD, de ganhar as próximas eleições autárquicas e naturalmente reconquistar a confiança dos portugueses para liderar o Governo". "Quero contar com os que estão comigo e com os meus adversários para a construção dessas vitórias. Não ignoro que o caminho é difícil, longo e repleto de obstáculos. Mas não me resigno perante as dificuldades", argumentou, num discurso em que se pode dividir em quatro atos - o retrato atual do partido, um apelo à memória social-democrata, críticas à gestão socialista e, por fim, o que pretende aportar à presidência após 11 de janeiro de 2020.

Rio lidera PSD "sem ambição"
"Estou entre aqueles que não se resignam perante um PSD destituído de ambição, um PSD que apenas disputa lugares intermédios da primeira liga da política. Pelo contrário, ambiciono um partido como antes o conheci: vencedor, relevante, dinâmico, inovador, e mobilizador", disse, logo no início, quando alertou para o facto de ser "preocupante o estado atual" do partido.

Com dirigentes nas primeiras filas, como José Eduardo Martins, Ângelo Pereira, Mauro Xavier, históricos como Mira Amaral e José Amaral Lopes, e os deputados Alexandre Poço, Ana Miguel Santos, Carlos Silva e Sandra Pereira, o candidato mais jovem na corrida à presidência acusou Rio - sem nunca referir o seu nome - de não ter como prioridade o partido.

"Quando se gosta do PSD, não se diminui o partido, concelhia a concelhia, distrital a distrital, apenas para se ter o partido que se quer. Quem não gosta deste PSD, dê lugar a quem goste e queira lutar por Portugal", atirou.

Inverter declínio laranja
Pinto Luz alertou que "desde as legislativas de 2002, o PSD tem ficado abaixo dos 40%". "Em 17 anos, baixámos mais de 12 pontos percentuais. No mês passado, nem 28% obtivemos", admitiu, acrescentando os motivos para tal. "Porque tem perdido influência na sociedade, deixou de inspirar as camadas mais dinâmicas, deixou - no plano económico, empresarial, cultural e científico - de agregar os sectores mais criativos", explicou, destacando Cavaco Silva e Passos Coelho como exemplos de uma liderança de sucesso.

É por esse passado de vitórias que apontou baterias a "um PSD obsessivo virado para a querela interna, que procura silenciar as vozes críticas", e garantiu que, se vencer, será uma "oposiçao de confiança".

(Ligeiro) corte na carga fiscal para as famílias
Quanto a propostas para o país, Pinto Luz pouco revelou, tendo defendido um "novo contrato social no qual o sector público e privado possam ser parceiros ao serviço das nossas famílias, e representem a escolha de qualidade que os portugueses merecem".

Apelou também a uma "simplificação do nosso sistema fiscal, tornando-o também mais previsível, mais amigo dos empreendedores, dos empresários, de quem gera riqueza, emprego e bem-estar". "Há também que aligeirar a carga fiscal que incide sobre as famílias portuguesas", disse, após ter dito que "António Costa aceita serviços públicos em estado de colapso, da segurança, aos transportes, da justiça, a educação, passando pela saúde". "António Costa gerou dívidas astronómicas do Estado às empresas", acusou.

O autarca de Cascais é o terceiro a apresentar a candidatura à presidência do partido, depois de Rui Rio já o ter feito, a 21 de outubro, e Luís Montenegro, a 10 de novembro - ainda que o ex-líder parlamentar do PSD um mês antes tenha anunciado, numa entrevista na SIC, que ia entrar na corrida.

* Dos três candidatos só um é diferente, chama-se Rui Rio.

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Núbia um Reino Esquecido/1



  Documentários Online
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5. Inesquecíveis Viagens
de Comboio
5.5-Passeio pela ARGENTINA



* Estas viagens que desfrutaremos são também observação atenta às pessoas com que o viajante se cruza, problemas sociais, conformismo e também ilusões, vai perceber porque as viagens são inesquecíveis.


FONTE: DOCUMENTÁRIOS ptfelicitas

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HOJE  NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Standard and Poor's fixa rating da TAP
 no terceiro nível de "lixo"

A agência de cotação financeira atribuiu um "rating" inicial de "BB-" à empresa de transporte aéreo portuguesa, o que se situa no terceiro patamar do nível considerado "lixo".

A Standard and Poor's fixou o "rating" da TAP - Transportes Aéreos Portugueses em "BB-", que se situa no terceiro patamar do nível considerado "lixo", com um "outlook" estável, num dia em que a empresa liderada por Antonoaldo Neves disse que ia ao mercado procurar financiar-se no valor de 300 milhões de euros, através da emissão de obrigações a cinco anos para investidores institucionais.
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Esta é a primeira vez que a TAP obtém um "rating" por parte de uma agência internacional e agora aguarda a atribuição de "rating" por uma segunda entidade internacional. A Standard and Poor's atribuiu esta classificação de crédito de "BB-" quer à Transportes Aéreos Portugueses, SGPS, como à sua subsidiária e negócio "core" Transportes Aéreos Portugueses, S.A.

"Não esperamos que a TAP gere um 'cash flow' operacional positivo em 2019-2020, devido ao seu largo programa de investimento, mas o aumento da rentabilidade deve conduzir a uma queda gradual no rácio da dívida face ao EBITDA para entre 5,5-6 vezes em 2020, de 7,8 vezes em 2018, suportando um perfil de crédito de 'B'", disse a agência, em comunicado.

No mesmo comunicado, a agência referiu que "o 'outlook' estável reflete a nossa visão de que a TAP poderá reduzir e manter a sua dívida ajustada ao EBITDA abaixo de 6,5 vezes nos próximos 12 meses, enquanto continua o seu pesado investimento na transformação de frota", adiantando que "esperamos que a empresa venha a completar a emissão de aproximadamente 300 milhões de euros em 2019 e que use esse procedimento para pagar os empréstimos bancários existentes".

Hoje a TAP anunciou que vai avançar com uma emissão de obrigações a cinco anos de 300 milhões de euros com o objetivo de refinanciar dívida existente e estender a maturidade média. Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) a companhia aérea detalha que a emissão de obrigações, que vencem em 2024, é destinada apenas a investidores institucionais.

De acordo com a Bloomberg, o "road show" terá lugar entre 19 e 22 de novembro, e os bancos responsáveis pela operação são o Morgan Stanley, o Citi e o JPMorgan.

"A nossa cotação preliminar de crédito 'BB-' do grupo TAP reflete a posição de liderança no centro de aeroportos de Lisboa, onde detém 55% das faixas horárias e que utiliza para conexões em toda a Europa", pode ler-se na nota da Standard and Poor's, que prevê um EBITDA ajustado de entre 650-680 milhões de euros em 2020 e de cerca de 800 milhões em 2021.

A Standadrd and Poor's disse que a TAP tem o menor volume de passageiros transportados entre as companhias aéreas que avalia. Em 2018 a companhia de transporte aéreo lusa transportou cerca de 16 milhões de pessoas, enquanto que a Lufthansa transportou 142 milhões de passageiros.

Apesar de esta ser a primeira vez que a Standard and Poor's avança com uma nota de "rating" para a TAP, já o fez para outras empresas do mesmo setor. Abaixo do "BB-" fixado para a TAP, a agência financeira cotou o "rating" da Turkish Airlines com um "B+". Também com um "BB-" surgem a American Airlines e a LATAM. A liderar o nível do "rating" dado pela S&P dentro deste setor estão a Ryanair e a easyJet com "BBB+", três patamares acima do nível considerado de "lixo".

* TAP= Take Another Plane?

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Joana Amendoeira

Fala da mulher sózinha


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HOJE  NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"
Graça Silveira denuncia “situações lamentáveis” na operação da Azores Airlines de e para a Terceira

A deputada regional Graça Silveira denunciou, esta segunda-feira, “situações lamentáveis” que estão a suceder na operação da Azores Airlines entre a Boston e a ilha Terceira, exigindo esclarecimentos ao Governo Regional, uma vez que tais episódios “parecem configurar uma política definida claramente para prejudicar a economia da ilha Terceira”.
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Em requerimento entregue na Assembleia Legislativa dos Açores a parlamentar denuncia “lamentáveis dificuldades em usufruir dos serviços da Azores Airlines nas ligações entre Boston e a ilha Terceira, nomeadamente voos que andam vazios, mas cujos passageiros, quando efetuam as reservas, são colocados em listas de espera e convidados a viajar via Ponta Delgada, para além de uma diferença de quase 200 euros nos preços finais das passagens para Boston, sendo mais caro à saída da Terceira do que de São Miguel”.


Graça Silveira exemplifica, em nota enviada às redações, um voo realizado a 23 de outubro, em que os passageiros interessados em viajar de Boston para a Terceira, “foram confrontados com falta de lugares nesse mesmo voo e colocados em listas de espera ou, em alternativa, foram convidados a chegar à Terceira vindos de Boston via Ponta Delgada. No entanto, no passado dia 23 de outubro, dia do tal voo, aparentemente, cheio com mês e meio de antecedência, foi tornado público, que o mesmo vindo de Boston chegou à Terceira com apenas 27 passageiros a bordo”.

Outro exemplo dado pela deputada vai para “ passageiros que querendo viajar naquela rota em datas diferentes, nomeadamente a ligação Boston-Terceira de 28 de setembro passado, em que uma passageira dependente de cadeira de rodas nunca consegui confirmação nesse voo em que vinha o marido, que tinha comprado um Terceira-Boston-Terceira para ir buscá-la, acabou por ter que viajar via Ponta Delgada, com todos os transtornos inerentes, especialmente a um passageiro com mobilidade reduzida”.

Outra situação difícil de explicar, diz Graça Silveira, prende-se com os custos finais das passagens, em que “na maioria das vezes, um passageiro que tenta adquirir uma passagem da rota Terceira-Boston-Terceira, em qualquer um dos sentidos, é confrontado com valores a pagar superiores em várias centenas de euros ao custo final praticado pela mesma companhia aérea na rota Ponta Delgada-Boston-Ponta Delgada, nomeadamente porque as taxas no voo Boston-Terceira via Ponta Delgada são de 149,12 euros, enquanto no voo direto, que deveriam ser menores, estranhamente são de 329,37 euros”, lembrando ainda que “para além de cobrar menos na rota para Ponta Delgada, a Azores Airlines assume ainda o encaminhamento do passageiro nas ligações interilhas, rumo ao seu destino final”.


A deputada independente diz, por isso, que esta situação “cria na opinião pública açoriana a convicção de que a rota Terceira-Boston-Terceira é deficitária e que contribui para os maus resultados da companhia aérea açoriana”, considerando, por isso, “que importa perceber porque motivos a Azores Airlines se predispõe a realizar uma rota, com aviões vazios, quando existe procura do mercado e essa procura é encaminhada sucessivamente para as ligações com Ponta Delgada que, sendo significativamente mais baratas, mas tendo, muitas vezes, custos associados de encaminhamentos interilhas de passageiros, com os impactos financeiros inerentes à gestão da companhia”.

* Acautele-se com os lobistas senhora deputada, eles não brincam e  têm apoio no continente.

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Portugal bem português

V-História a História África/3
2- Império de Salazar



O moderno colonialismo começa com a corrida pela partilha de África entre os impérios e países coloniais europeus. Proibido o tráfico de escravos, tratava-se de ocupar militar e administrativamente os territórios e de os explorar economicamente em novos moldes. É o início do ciclo africano do Império. 

Com autoria do historiador Fernando Rosas, “História a História” regressa aos ecrãs, desta vez exclusivamente dedicada à história colonial portuguesa em África. “História a História África é uma revisitação do colonialismo moderno português desde finais do séc. XIX até 1975, que contempla as políticas coloniais dos vários regimes deste período – Monarquia Constitucional, República, Estado Novo – das resistências a elas e dos seus desenlaces. 

O programa é baseado numa investigação feita em arquivos documentais e audiovisuais e vem inserir-se no debate em curso sobre as políticas coloniais portuguesas no mundo da sua época”, conta o Prof. Fernando Rosas. Filmada em Angola, Moçambique, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Portugal, “História a História África” começa nas guerras de ocupação e nas “campanhas de pacificação”, no século XIX, e atravessa diversas dimensões da história imperial portuguesa: as políticas coloniais da Primeira República e do Estado Novo; os projetos de povoamento branco; as diferentes formas de exploração da mão-de-obra nativa e as políticas segregacionistas; as atrocidades cometidas pela PIDE nos territórios africanos; a manutenção da escravatura; os massacres não reconhecidos oficialmente; a origem dos movimentos de libertação; as grandes obras do império em Moçambique e Angola; a Guerra Colonial; a organização das lutas armadas; a insurreição dos colonos; o retorno. 

Pela mão do historiador Fernando Rosas visitam-se os espaços mais simbólicos e marcantes da história do antigo Império Português. Uma oportunidade única para ficar a conhecer alguns dos episódios da nossa história comum, como nunca antes foi contada. “História a História: África” é o resultado de dois anos de trabalho de investigação própria, recolha de materiais iconográficos e documentais, escrita dos guiões e gravações em África. 
Ao longo de 13 episódios serão abordados temas inéditos em televisão e mostrados locais de difícil acesso.

Um excelente trabalho de investigação  do Prof. FERNANDO ROSAS e uma extraordinária equipa da RTP para a execução desta série.


* Esta é uma compilação de séries pelo  nosso país não apenas pelas perspectivas histórica ou social mas pela recolha de vídeos interessantes de várias origens, actividades e sensibilidades, com diferentíssimos temas que reflectem o nosso quotidiano de modo plural.
Desejamos muito que seja do vosso agrado.


FONTE: Lusotropical

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KWAIT=DESUMANIDADE
Empregadas à venda
Investigação da BBC revela 
mercado online de escravas




FONTE:   BBC News Brasil

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ℰ 𝒬𝒰𝒜ℒ ℰ́ 𝒪 𝒟ℰ𝒯ℰℛ𝒢ℰ𝒩𝒯ℰ?
BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS



FONTE:  Record TV Africa

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A vida de um expatriado em
 Sanya, um paraíso tropical



FONTE:  euronews

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200-NO GINÁSIO
Treino HIIT - Peso Pesado




COM PROFESSORA BIA


UM AVISO SÉRIO:
O treino é bravo, tenha bom senso.
A Bia ou qualquer pessoa associada ao Home Fit Home não se responsabilizará por lesões ou qualquer dano sofrido após a realização dos treinos exibidos pelo Home Fit Home. Procure assistência médica antes de começar qualquer programa de exercício.



FONTE:  Home Fit Home 

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2161
Senso d'hoje
VANDA VEIGA
ENFERMEIRA, TRABALHOU
 HOSPITAL DO BARREIRO
O retrato do Serviço 
Nacional de Saúde



* Em Janeiro de 2018 no  programa "PRÓS E CONTRAS" liderado pela jornalista FÁTIMA CAMPOS FERREIRA da RTP/1, foi abordada a situação  do SNS. Uma das pessoas que se pronunciou foi a enfermeira Vanda Veiga de que deixamos o depoimento, sem comentários.


FONTE:   PortalEnf Comunidade de Saúde

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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS







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 O PRIMEIRO MERGULHO



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BOM DIA


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88-CINEMA
FORA "D'ORAS"

𝒱ℐℐℐ-❃ 𝒮𝐼𝒮𝒮𝐼 𝑒 𝑜 𝓈𝑒𝓊 𝒹𝑒𝓈𝓉𝒾𝓃𝑜 ❃


𝒮𝒾𝓃𝑜𝓅𝓈𝑒:
𝑆𝑖𝑠𝑠𝑖 𝑝𝑒𝑟𝑚𝑎𝑛𝑒𝑐𝑒 𝑛𝑎 𝐻𝑢𝑛𝑔𝑟𝑖𝑎 𝑑𝑒𝑝𝑜𝑖𝑠 𝑑𝑒 𝑡𝑒𝑟 𝑠𝑖𝑑𝑜 𝑐𝑜𝑟𝑜𝑎𝑑𝑎 𝑟𝑎𝑖𝑛𝘩𝑎 𝑚𝑎𝑠 𝑟𝑒𝑠𝑜𝑙𝑣𝑒 𝑟𝑒𝑡𝑜𝑟𝑛𝑎𝑟 𝑎̀ 𝐴́𝑢𝑠𝑡𝑟𝑖𝑎 𝑞𝑢𝑎𝑛𝑑𝑜 𝑜 𝑐𝑜𝑛𝑑𝑒 𝐴𝑛𝑑𝑟𝑎𝑠𝑠𝑦 𝑠𝑒 𝑑𝑒𝑐𝑙𝑎𝑟𝑎 𝑎 𝑒𝑙𝑎.𝑀𝑎𝑠 𝑝𝑜𝑢𝑐𝑜 𝑑𝑒𝑝𝑜𝑖𝑠 𝑑𝑒 𝑠𝑒 𝑒𝑛𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎𝑟 𝑐𝑜𝑚 𝑜 𝑚𝑎𝑟𝑖𝑑𝑜, 𝑓𝑖𝑐𝑎 𝑔𝑟𝑎𝑣𝑒𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑜𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑜𝑠 𝑝𝑢𝑙𝑚𝑜̃𝑒𝑠. 𝑂𝑠 𝑚𝑒́𝑑𝑖𝑐𝑜𝑠 𝑟𝑒𝑐𝑜𝑚𝑒𝑛𝑑𝑎𝑚-𝑙𝘩𝑒 𝑞𝑢𝑒 𝑣𝑖𝑎𝑗𝑒 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑙𝑢𝑔𝑎𝑟𝑒𝑠 𝑒𝑛𝑠𝑜𝑙𝑎𝑟𝑎𝑑𝑜𝑠, 𝑒𝑛𝑡𝑎̃𝑜 𝑆𝑖𝑠𝑠𝑖 𝑟𝑢𝑚𝑎 𝑝𝑟𝑖𝑚𝑒𝑖𝑟𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑎 𝑖𝑙𝘩𝑎 𝑑𝑎 𝑀𝑎𝑑𝑒𝑖𝑟𝑎 𝑒 𝑑𝑒𝑝𝑜𝑖𝑠 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑎 𝐺𝑟𝑒́𝑐𝑖𝑎. 𝐴 𝑖𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑡𝑟𝑖𝑧 𝑟𝑒𝑐𝑢𝑝𝑒𝑟𝑎 𝑎 𝑠𝑎𝑢́𝑑𝑒 𝑒 𝑜𝑠 𝑑𝑖𝑝𝑙𝑜𝑚𝑎𝑡𝑎𝑠 𝑞𝑢𝑒𝑟𝑒𝑚 𝑞𝑢𝑒 𝑒𝑙𝑎 𝑣𝑎́ 𝑐𝑜𝑚 𝑜 𝑚𝑎𝑟𝑖𝑑𝑜 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝐼𝑡𝑎́𝑙𝑖𝑎, 𝑜𝑛𝑑𝑒 𝑒𝑥𝑖𝑠𝑡𝑒 𝑏𝑎𝑠𝑡𝑎𝑛𝑡𝑒 𝑖𝑛𝑠𝑎𝑡𝑖𝑠𝑓𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑑𝑜 𝑝𝑜𝑣𝑜 𝑐𝑜𝑚 𝑎 𝑚𝑜𝑛𝑎𝑟𝑞𝑢𝑖𝑎 𝑎𝑢𝑠𝑡𝑟𝑖́𝑎𝑐𝑎.


Imperatriz Consorte da Áustria e Rainha Consorte da Hungria e Boémia

ℰ𝓁𝑒𝓃𝒸𝑜:
𝑅𝑜𝑚𝑦 𝑆𝑐𝘩𝑛𝑒𝑖𝑑𝑒𝑟 .... 𝑖𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑡𝑟𝑖𝑧 𝐸𝑙𝑖𝑠𝑎𝑏𝑒𝑡𝑒 𝑑𝑎 𝐴́𝑢𝑠𝑡𝑟𝑖𝑎 (𝑆𝑖𝑠𝑠𝑖)  
𝐾𝑎𝑟𝑙𝘩𝑒𝑖𝑛𝑧 𝐵𝑜̈𝘩𝑚 .... 𝑖𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑑𝑜𝑟 𝐹𝑟𝑎𝑛𝑐𝑖𝑠𝑐𝑜 𝐽𝑜𝑠𝑒́ 𝑑𝑎 𝐴́𝑢𝑠𝑡𝑟𝑖𝑎 
𝑀𝑎𝑔𝑑𝑎 𝑆𝑐𝘩𝑛𝑒𝑖𝑑𝑒𝑟 .... 𝑑𝑢𝑞𝑢𝑒𝑠𝑎 𝐿𝑢𝑑𝑜𝑣𝑖𝑐𝑎 𝑑𝑎 𝐵𝑎𝑣𝑎́𝑟𝑖𝑎 (𝑉𝑖𝑐𝑘𝑖𝑒), 𝑚𝑎̃𝑒 𝑑𝑒 𝑆𝑖𝑠𝑠𝑖 𝐺𝑢𝑠𝑡𝑎𝑣 𝐾𝑛𝑢𝑡𝘩 .... 𝑑𝑢𝑞𝑢𝑒 𝑀𝑎𝑥𝑖𝑚𝑖𝑙𝑖𝑎𝑛𝑜 𝐽𝑜𝑠𝑒́ 𝑑𝑎 𝐵𝑎𝑣𝑎́𝑟𝑖𝑎 (𝑀𝑎𝑥), 𝑝𝑎𝑖 𝑑𝑒 𝑆𝑖𝑠𝑠𝑖 
𝑈𝑡𝑎 𝐹𝑟𝑎𝑛𝑧 .... 𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑒𝑠𝑎 𝐻𝑒𝑙𝑒𝑛𝑎 (𝑁𝑒𝑛𝑒) 
𝑊𝑎𝑙𝑡𝑒𝑟 𝑅𝑒𝑦𝑒𝑟 .... 𝑐𝑜𝑛𝑑𝑒 𝐴𝑛𝑑𝑟𝑎𝑠𝑠𝑦 
𝑉𝑖𝑙𝑚𝑎 𝐷𝑒𝑔𝑖𝑠𝑐𝘩𝑒𝑟 .... 𝑎𝑟𝑞𝑢𝑖𝑑𝑢𝑞𝑢𝑒𝑠𝑎 𝑆𝑜𝑓𝑖𝑎, 𝑚𝑎̃𝑒 𝑑𝑒 𝐹𝑟𝑎𝑛𝑐𝑖𝑠𝑐𝑜 𝐽𝑜𝑠𝑒́ 
𝐽𝑜𝑠𝑒𝑓 𝑀𝑒𝑖𝑛𝑟𝑎𝑑 .... 𝑐𝑜𝑟𝑜𝑛𝑒𝑙 𝐵𝑜̈𝑐𝑘𝑙 
𝑆𝑒𝑛𝑡𝑎 𝑊𝑒𝑛𝑔𝑟𝑎𝑓 .... 𝑐𝑜𝑛𝑑𝑒𝑠𝑠𝑎 𝐵𝑒𝑙𝑙𝑒𝑔𝑎𝑟𝑑𝑒
 
FONTE: maria de lourdes pinheiro barzanelli