21/09/2018

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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DEPILAÇÃO...



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XIX~MEGA FÁBRICAS
4-LA FABRICA DE CERVEZA NEGRA
MAS GRANDE DEL MUNDO


FONTE:   Iván Vesga

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Salsichas com atum foi refeição escolar em Oeiras. Diretor atira culpas aos alunos

Um aluno tirou uma foto ao prato principal do almoço que lhe serviram na Escola Secundária Sebastião e Silva, em Oeiras: salsichas com atum, mais nada. A mãe indignou-se. O diretor do agrupamento culpa os alunos que não reservam as refeições de véspera.

Aconteceu na quarta-feira, quando a ementa escolar indicava frango com massa, mas a alguns alunos foi servido salsichas e atum, conforme um deles fotografou. Além de sopa, pão e uma maçã. A mãe partilhou a imagem no Facebook, com a legenda "Algo não está bem quando, na Escola Secundária Sebastião e Silva - Oeiras, consta do menu escolar 'massa com frango', mas aos alunos é servido 'salsichas com atum' sem qualquer acompanhamento. Salsichas COM atum???".
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O post originou uma onda de críticas e a reação do vereador da Educação da Câmara Municipal de Oeiras, que pediu explicações à direção escolar, que, só nessa altura, reagiu. "Tenho dito inúmeras vezes que nenhum aluno fica sem almoçar aconteça o que acontecer", começou por justificar Domingos Santos, diretor do Agrupamento de Escolas de São Julião da Barra (AESJB), que tem sede na Escola Secundária Sebastião e Silva.

E conclui: "Na quarta-feira houve um número elevado de alunos que vieram comer ao refeitório sem terem marcado a refeição até às 17:00 do dia anterior como está estipulado. Os que não marcaram, deviam ter ficado para o fim, o que não aconteceu. Acabou o frango com a massa e a cozinheira abriu uma lata de atum, quando acabou o atum, serviu salsichas e fritou batatas."

300 almoços diários
A escola tem 1500 alunos, entre o 7.º e 12.º anos, sendo que 300 comem diariamente no refeitório. Segundo Domingos Santos, a empresa que serve as refeições, Uniself, faz mais 15/20 refeições, mas na quarta-feira, o número de excedente foi muito maior.

"Quando falta comida tem de se improvisar e, na quarta-feira, improvisou-se com atum e salsichas", sublinha Domingos Santos, garantido que a cozinheira os serviu com batata frita.

O DN apurou junto de outros funcionários da Escola que a "improvisação" não aconteceu apenas na quarta-feira. Ontem acabou o bacalhau à brás e serviram aos alunos atum com massa espiral.

Explicaram que tem havido alguma confusão nesta primeira semana de aulas e que alguns alunos não conseguiram reservar as refeições. Apesar disso, a Uniself não terá sido informada do sucedido. "A empresa está obrigada a cumprir o caderno de encargos e servir o número de refeições marcadas até às 17:00 da véspera", justifica o diretor do agrupamento.

Segunda-feira, diz Domingos Santos, "quem não marcou a refeição e tem uma razão para isso acontecer não fica sem comer, mas têm que ficar para o fim para evitar o erro cometido na quarta-feira. Os que não marcaram não têm que se queixar. O que correu mal é que alguns alunos reservaram uma refeição de frango e massa e não foi isso que lhes serviram. Se voltar a acontecer, mesmo comendo, é-lhes devolvido o dinheiro que pagaram. "Cada refeição custa 1,45 cêntimos, mais 50 Cêntimos se for comprada no próprio dia".

* Não é uma tragédia embora seja ridículo, perigoso é se este improviso se estende à parte pedagógica.
É batota culpabilizar alunos para encobrir stocks "rotos". 
A autora da foto dá de comer ao filho produtos com açucar e sal e bebidas gaseificadas?

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VI- CONTACTOS
EXTRATERRESTRES
2- SERES



Fonte: Levy Mac
* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/    
/DA MADEIRA"
Marcelo agradece a 
Joana Marques Vidal mas diz que
.instituições ficam e pessoas passam

O Presidente da República agradeceu hoje à procuradora-geral da República cessante “o empenho e humilde sentido do bem comum”, mas disse também que “a riqueza da democracia” é que as instituições ficam e as pessoas passam.

Marcelo Rebelo de Sousa falava no encerramento da conferência internacional “Combate à corrupção: perspectivas de futuro”, organizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), na Torre do Tombo, em Lisboa.
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Dirigindo-se a Joana Marques Vidal, o chefe de Estado agradeceu-lhe “o empenho de uma carreira e, nela, de uma missão particularmente relevante nos últimos anos” como procuradora-geral da República, bem como a sua “humildade no serviço do bem comum, também no sentido colectivo do desempenho, na preocupação com a ‘res publica’, na diferença, sempre explicitada, entre as instituições que ficam e as pessoas que passam”.

“Sabemos bem, senhora procuradora-geral da República, que é essa a riqueza da democracia. Nós, seus servidores, tudo devemos fazer para valorizar, prestigiar, fortalecer, credibilizar as instituições.

 Mas, somos passageiros titulares de cargos, de funções, que recebemos de outros e a outros transmitindo, assim permitindo a renovação nas ideias, nos estilos, nas iniciativas - ainda que devam permanecer os valores, os princípios e as prioridades institucionalizadas”, acrescentou.

Marcelo Rebelo de Sousa fez ainda “uma menção à forma leal, pessoal e institucionalmente leal”, como a procuradora-geral da República “se relacionou com o Presidente da República nos últimos dois anos e meio”, declarando: “Fica aqui registado para memória futura”.

O Presidente da República considerou que a “humildade coerente e constante” de Joana Marques Vidal e o seu “dedicado, inteligente e pertinaz serviço do bem comum” devem ser reconhecidos e prometeu que “o Estado português, em tempo devido, formalmente assinalará” esse agradecimento.

O chefe de Estado, que na quinta-feira nomeou Lucília Gago procuradora-geral da República, com efeitos a partir de 12 de Outubro, sob proposta do Governo, foi recebido à chegada a esta conferência pela titular cessante deste cargo, Joana Marques Vidal.

Os dois cumprimentaram-se à porta da Torre do Tombo e Joana Marques Vidal agradeceu ao chefe de Estado a sua presença nesta iniciativa.

“Por amor de Deus, então, está combinado há tanto tempo”, respondeu Marcelo Rebelo de Sousa. “É verdade”, disse a procuradora-geral da República, que termina o seu mandato de seis anos no dia 12 de Outubro.

Depois, no início da sessão de encerramento desta conferência, Joana Marques Vidal quis deixar “uma palavra especial para agradecer a presença do senhor Presidente nesta sessão e para lhe agradecer também sempre todo o apoio institucional que tem dado ao Ministério Público de Portugal”.

Na sua intervenção, o Presidente da República sustentou que, assim como as instituições prevalecem sobre as pessoas, o combate à corrupção “não é um combate só de uma pessoa, só de um grupo, só de uma facção, só de uma instituição”, mas sim “um combate de um povo, de um Estado, de uma Constituição”.

Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que esse combate “é urgente, é desafiante e é decisivo” para a democracia, constituindo uma “prioridade nacional” que deve envolver todos “num verdadeiro e permanente desafio pedagógico”.

“Porque a corrupção se combate, desde logo, na prevenção, na cultura cívica de condenar o que é condenável, de substituir o laxismo, o facilitismo, a condescendência, o favor, compadrio, pela verdade, pela transparência, pela exigência, pela responsabilidade”, argumentou.

* "As instituições ficam e as  pessoas passam" também é válido para a Presidência da República,  Joana Marques Vidal passará para a História de Portugal como o melhor PGR da democracia nacional, não é o estilo popularucho que define o melhor presidente.

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1-COMPANHIA 127



 Durante dois anos uma equipa de reportagem da SIC/Expresso acompanhou um grupo de jovens, desde o primeiro dia em que entraram no Exército, até fazerem parte de uma força especial e chegarem a África para participarem na primeira missão da sua vida. Pelo meio passaram por uma das formações militares mais duras e exigentes que existem: o curso de Comandos. Em 2016, o curso 127 ficou marcado pela morte de dois instruendos logo na primeira semana de formação, um acontecimento que chocou o país e abriu o debate sobre os métodos de treino das forças especiais. Com imagens exclusivas recolhidas durante meses a Grande Reportagem SIC mostra como são formados os comandos e como os militares viveram o momento trágico da morte de dois camaradas.


FONTE: Portuguese Armed Forces

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Costa e Passos Coelho partilham 
a maior carga fiscal de sempre

Podem ser diferentes em muita coisa, mas há um indicador que os junta: António Costa e Pedro Passos Coelho partilham o registo da maior carga fiscal desde que há dados do INE.

34,4% do produto interno bruto. Foi este o valor de impostos e contribuições entregue pelos portugueses, pelas empresas e outras entidades ao Estado em 2017. O Governo de António Costa igualou no ano passado a carga fiscal registada em 2015, o último ano de Pedro Passos Coelho enquanto primeiro-ministro, que já era o valor mais alto de sempre. Os dados são do INE.
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Para contar esta história é preciso recuar a Março deste ano. Nesse mês, o Negócios revelava que a carga fiscal de 2017 tinha sido de 34,7% com base nos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) na 1.ª notificação do Procedimento por Défices Excessivos. Este valor era o mais elevado em, pelo menos, 22 anos, ou seja, desde 1995, o ano em que começa a série histórica do gabinete de estatísticas. Superava, portanto, o valor de 34,4% de 2015.

Mas uma série de actualizações de dados estatísticos feitas esta sexta-feira, dia 21 de Setembro, com a divulgação da 2.ª notificação do Procedimentos por Défices Excessivos, levaram à revisão da carga fiscal. Uma das mudanças reside no crescimento do PIB que foi revisto em alta de 2,7% para 2,8%.

Afinal, no ano passado, os impostos e as contribuições sociais atingiram 34,4% do PIB. Este foi o mesmo valor registado em 2015. O Governo PS com o apoio parlamentar do BE, PCP e Os Verdes partilha assim como o anterior Governo PSD/CDS o marco histórico do indicador da carga fiscal.

Isto não quer dizer que tenha sido atingido exactamente da mesma forma. A carga fiscal sobe quando os impostos aumentam, mas também quando o emprego cresce. Na actual legislatura o mercado de trabalho tem vindo a melhorar de forma evidente. Já nos impostos, houve aumentos em alguns impostos indirectos e reduções em alguns directos.

Estas revisões chegaram também ao número de 2016, que é agora de 34,1% (anteriormente 34,3%), pelo que a carga fiscal continua a registar um aumento entre o primeiro ano e o segundo ano da actual solução governativa de 0,3 pontos percentuais (anteriormente a subida era de 0,4 pontos percentuais).

Acresce que o valor de 2017 continua a falhar a meta do Governo estabelecida no Orçamento do Estado para 2017 que era de 34,1% do PIB.De referir que, apesar desta revisão, os dados das contas nacionais de 2017 continuam a ser provisórios, ou seja, ainda não estão fechados e podem voltar a ser revistos.

O conceito de carga fiscal corresponde à soma das receitas fiscais com as contribuições sociais, medida em percentagem do PIB. O método de cálculo preferencial do INE exclui as contribuições sociais imputadas desta conta. 

* Embora não morramos de amor por António Costa consideramos que o título da notícia é capcioso. Pedimos-vos que  vão ao  texto sublinhado para perceberem o que aconteceu. Este governo governa mal mas o de Passos/Portas não tem igual.

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JOSÉ BRISSOS-LINO

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O clero também se suicida

Nos últimos anos tem-se vindo a verificar um crescimento exponencial do suicídio entre pastores protestantes nos Estados Unidos

Apesar da crescente prevalência do suicídio no país, a verdade é que esta forma de violência auto-centrada tem assumido contornos epidémicos em determinados sectores do clero, mas as igrejas permanecem em silêncio sobre o assunto.
As estatísticas são realmente preocupantes. Segundo estudo do Centers for Disease, Control and Prevention, de 1999 a 2014, a taxa de suicídio ajustada por idade, nos Estados Unidos, aumentou 24% de 10,5 para 13,0 por 100.000, com um ritmo de aumento maior depois de 2006. O aumento verificou-se em ambos os sexos e é transversal às faixas etárias, indo dos 10 aos 74 anos de idade. São as taxas mais altas das últimas três décadas, com especial incidência no clero negro masculino e feminino branco.
Já por si as responsabilidades pastorais são exigentes e até mesmo perigosas, no entender dos especialistas em saúde mental. Mas as coisas agravam-se pelo facto de em determinados círculos religiosos, de orientação teológica fundamentalista, a depressão e os seus processos mentais negativos serem identificados como problemas estritamente espirituais, considerando-se por vezes o suicídio como um acto egocêntrico, que revela egoísmo, falta de fé ou de devoção.
Devido à vergonha e ao estigma tende a estabelecer-se um silêncio ensurdecedor nos círculos cristãos, quando o assunto é o suicídio eclesiástico, ou os problemas de saúde mental, emocional e relacional. De facto o suicídio é um problema essencialmente relacional e não apenas fruto duma mente perturbada.
Uma investigação da LifeWay, publicada em 2014, concluiu que 66% dos pastores protestantes raramente discutem questões de saúde mental com as congregações que servem e 49% raramente ou nunca resolvem o problema. Apenas 16% falam sobre doenças mentais uma vez por ano, e 22% manifestam relutância em ajudar os que sofrem de doença mental aguda, por exigir muito tempo.
Os seminários teológicos falham normalmente por não ensinar os alunos a lidar com conflitos ou mesmo a mediá-los, em comunidades locais de fé que incluem pessoas com problemas pessoais, traumas e conflitos. Sem essas ferramentas é difícil aos pastores e líderes religiosos manterem o seu equilíbrio pessoal face aos conflitos na comunidade, que serão sempre inevitáveis.
Um estudo nacional realizado com dois mil ministros da Igreja Metodista Unida concluiu que os inquiridos consideram as suas funções pastorais gratificantes mas exigentes. Muitas vezes têm que fazer de administradores, professores, pregadores, conselheiros e angariadores de fundos. Estão sempre disponíveis e por vezes precisam de lidar com pessoas gravemente perturbadas. Os pastores são os principais conselheiros de saúde mental para dezenas de milhões de americanos. São os primeiros convocados a ajudar em problemas familiares, conjugais ou nas crises pessoais. Segundo os estudos os membros do clero são das pessoas mais sujeitas a stresse profissional e enfrentam altos níveis de isolamento, solidão, medo, abandono, raiva e tédio.
Problemas familiares e expectativas irrealistas estão na base do abandono das funções pastorais e, no limite, do suicídio eclesiástico. Em muitos casos as dificuldades conjugais e familiares são provocadas pelo pouco tempo disponível para partilhar com os cônjuges e filhos, assim como problemas financeiros. Além disso existe uma tendência para colocar muitos pastores e famílias num pedestal, o que dificulta a formação de amizades normais e dá lugar a sentimentos de solidão e isolamento.
Parece evidente a necessidade de se fazer alguma coisa para alterar a cultura das comunidades locais de fé, porque os pastores também são seres humanos. As estatísticas mostram que um em cada quatro americanos sofre de doença mental grave, e um em cada quatro pastores também sofre de algum tipo de perturbação mental ou emocional. Em Portugal ainda não temos estatísticas sobre estas problemáticas, mas suspeita-se que o panorama será idêntico, ainda que sem a mesma visibilidade, talvez devido à configuração do panorama religioso, dada a dimensão reduzida do campo protestante e evangélico.
Mas o ideal é que os líderes religiosos aprendam a cuidar de si mesmos, desde logo respeitando os seus limites espirituais, emocionais e físicos. Se as organizações eclesiásticas que servem colocam demasiada pressão é preferível procurar outro caminho. No seu próprio interesse, a comunidade deve assumir a responsabilidade pelo bem-estar do seu pastor e este deve aprender a delegar responsabilidades.
Se a igreja é prioridade de vida sobre a família, algo estará errado. E em caso de sofrimento deve pedir ajuda sem receios ou preconceitos.
Sobretudo, há mais vida para lá das tarefas pastorais. Há que saboreá-la.

IN "VISÃO"
13/09/18


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1675.UNIÃO



EUROPEIA




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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
'Prédio do sexo', o edifício de oito andares que alberga mais de 300 prostitutas 

Cada uma das mulheres cobra cerca de seis euros por cada 15 minutos com um cliente dentro do edifício.

É conhecido pelo 'prédio do sexo' por albergar 360 mulheres que trabalham como prostitutas, em São Paulo, no Brasil. 


O edifício tem oito andares e é frequentado por vários clientes que vão à procura de serviços sexuais. Por fora, o prédio parece meramente residencial, no entanto, é o palco de um flagelo que continua a dominar naquela cidade brasileira: a prostituição. 

A Rede TV decidiu explorar este espaço e os seus meandros e divulgou uma reportagem realizada por um jornalista da estação que vestiu a pele de um cliente e que descobriu que cada prostituta cobra cerca de seis euros por cada 15 minutos.

* Para haver esta miséria humana tem de haver sacanas muito ricos e igrejas coniventes.

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A Sanguinolenta História da 
Tomada da ‘Terra Prometida’
pelo ‘Povo escolhido’  por Deus/4



FONTE: Bruno GM


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PORNOGRAFIA NUNCA MAIS
SERÁ IGUAL




FONTE:  Nuno Agonia

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HOJE NO 
"OBSERVADOR"
Governo recua e suspende 
deslocalização do Infarmed para Porto

Governo recua na decisão de transferir Infarmed para o Porto. Câmara só soube pela comunicação social, apurou o Observador junto de fonte ligada ao processo. Rui Moreira só fala segunda-feira.

O Governo recuou na decisão de mudar o Infarmed para o Porto. O ministro da Saúde revelou esta sexta-feira, em comissão parlamentar, que suspendeu a decisão de mudar o instituto do medicamento para o Porto, considerando que essa decisão “é coerente” com o que Governo tem afirmado. 
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Também disse que foi tomada tendo em conta a vontade dos trabalhadores da instituição. Rui Moreira, que está fora do país, só se pronuncia sobre esta nova decisão na segunda-feira

Em resposta a críticas do CDS-PP, Adalberto Campos Fernandes disse esta sexta-feira na comissão parlamentar de Saúde que “há uma decisão coerente com o que foi dito na altura” em que o Governo anunciou a deslocalização da sede da Autoridade do Medicamento de Lisboa para o Porto e quando nomeou a comissão para estudar os cenários e impactos dessa deslocalização.

O ministro entende que o contexto político mudou, uma vez que foi constituída uma comissão na Assembleia da República para avaliar questões da descentralização de serviços públicos e entende que a questão do Infarmed não deve ser extraída dessa comissão, apesar de no caso da Autoridade do Medicamento se tratar de uma deslocalização.

No final da audição na comissão parlamentar de Saúde, na qual fez o anúncio sobre o Infarmed em declarações à agência Lusa, Campos Fernandes reiterou que “sempre disse” que a decisão política de deslocalizar a sede da instituição estava subordinada a linhas vermelhas, sendo uma dessas linhas a vontade dos trabalhadores do Infarmed de mudarem.

Segundo o ministro, o Ministério da Saúde terminou este mês a análise ao relatório do grupo de trabalho criado para estudar os cenários da deslocalização do Infarmed e foi com base nesse relatório, em conjunto com o “atual contexto político”, que decidiu que a questão do Infarmed iria ser analisada para a comissão criada na Assembleia da República.

Para Campos Fernandes, a análise feita pelo grupo de trabalho sobre a manifestação da vontade dos trabalhadores, que não pretendiam mudar para o Porto, constitui uma “barreira” à deslocalização do Infarmed. “É uma decisão tomada pelo ministro da Saúde tendo em conta o que resulta do relatório e tendo em conta o contexto político”, afirmou à agência Lusa.

Recuo ocorreu com Rui Moreira fora do país
A Câmara do Porto só soube da decisão do Governo pela comunicação social, através da peça da Lusa que resulta da audição do ministro na Comissão de Saúde, disse ao Observador uma fonte próxima do presidente da câmara portuense. Aliás, referiu a mesma fonte, Rui Moreira só se pronunciará sobre a decisão na próxima segunda-feira, porque o autarca “está fora do país”.

“Isto criou um desconforto enorme na Câmara Municipal do Porto e em toda a equipa”, adiantou esta fonte que também colaborou no grupo de trabalho. Contudo, declarações do autarca quanto a este recuo do governo, “só quando voltar a Portugal, na segunda-feira”. Rui Moreira, em julho, já havia afirmado que a partir do dia 1 de janeiro de 2019 queria o Infarmed a funcionar na autarquia do Norte.

* O governo acagaçado, percebe-se que só consegue mexer em assuntos fáceis, despachou a questão e a possível culpa para a A.R., a partir de agora já não tem qualquer responsabilidade.

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Raquel Tavares

Rosa da Madragoa


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HOJE NO 
"RECORD"
André Geraldes despede-se do Sporting: 
«Está à vista de todos 
e a justiça fará o resto»

Antigo team manager deixou mensagem, onde até citou Padre António Vieira

André Geraldes, antigo team manager do Sporting - que se encontra envolvido no processo Cashball -, deixou uma mensagem de despedida dos leões. 
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Através do Facebook, o antigo dirigente agradeceu a todos os que estiveram com ele neste trajeto em Alvalade, confiante de que "talvez esse futuro nos volte a pôr no mesmo 'trilho'" e manifestando confiança no desfecho da investigação sobre alegada viciação de resultados.

A fechar, citou Padre António Vieira: "Muitos cuidam da reputação, mas não da consciência".

* O sr. André Geraldes demitiu-se porque perdeu espaço com o resultado das últimas eleições, era acólito do traste que quer impugnar o acto eleitoral deste mês. Faltou-lhe citar a senhora de Fátima.

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III.Isto é Impossível


4.GUERRA CLIMÁTICA




* Nesta nova época de "bloguices" que vai de Setembro/17 e se estende por 2018, iremos reeditar algumas séries que de forma especial sensibilizaram os nossos visitadores alguns anos atrás, esta é uma delas.

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TPI 
Investiga crimes contra rohingyas




FONTE:  afpbr


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FLORENCE
ESTRANHA MEIGUICE


NORTH CAROLINA
USA



FONTE:  WORLD OF SIGNS NARED KING


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Electroshock



FONTE:  Curtas Metragens


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GOTICAS

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1739
Senso d'hoje
REWARD OKOH
REFUGIADO VINDO DA LÍBIA 
 O ÚLTIMO A SAIR DO "AQUARIUS"
"Foi o início de uma nova vida e, quando
 pensámos que toda a esperança estava
 perdida, abriu-se uma nova porta"



FONTE:  euronews 

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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS








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 AS ESCADAS SÃO PARA TODOS


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BOM DIA


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4-BIZARRO

FORA "D'ORAS"

XXXVIII-BACANTES

3ºACTO





(ÚLTIMO EPISÓDIO)
PRÓXIMO "FORA-DE-HORAS" a 26/09/18


NR: Este espectáculo não é aconselhável a olhos, corações sensíveis e pudorentos, tem cenas de nudez muito explícitas. Os vídeos da representação serão editados diariamente.

ARTE É CULTURA, CULTURA É LIBERDADE!

O rito vive a chegada de Dionyzio , filho de Zeus e da mortal Semelle, em sua cidade natal, TebaSP, que não o reconhece como Deus. Trava-se o embate entre o mortal Penteu, filho de Agave, que, através de um golpe de estado, tomou o poder do avô, o Governador Kadmos e tenta proibir a realização do Teatro dos Ritos Báquicos oficiados por Dionyzio e o Coro de Bacantes e Sátiros nos morros da cidade.

Penteu é a personagem mais contemporânea da peça. Ele incorpora o pensamento dominante, herança do legado racista, patriarcal, escravocrata e sexista, que tem na propriedade privada a legitimação de genocídios; no discurso de hategroups que não conseguem contracenar com as diferenças e no privatizante e “apolítico” projeto neoliberal.

No terceiro ato, o coro de Bacantes e Sátiros que presentificam a multidão insurgente, conduzidos por sua mãe, estraçalham e devoram Penteu num trágico banquete antropófago – um rito de adoração da adversidade. Nesse movimento, o coro se revela mais contemporâneo que Penteu, pois vai em direção ao primitivo, num retorno ao pensamento em estado selvagem com percepção da cosmopolítica indígena, que hoje nos mostra como totemizar a predação e o trauma social do capitalismo e do antropocentrismo que atravessam continentes e séculos carregando a mitologia do Progresso a qualquer custo.

Com músicas compostas por Zé Celso, incorporando o Teatro de Revista, Bacantes vai muito além do musical americano, e depois de 20 anos da estreia, a evolução musical do Coro do Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, desde as montagens de Os Sertões até as imersões nas obras de Villa Lobos e Paul Hindemith, preparou a companhia para a atuação nesta ópera eletrocandomblaica com a qualidade que lhe é devida. A música é executada ao vivo pelos coros & banda.

BACANTES – FICHA TÉCNICA

Texto:
EURÍPEDES

Versão brazyleira
CATHERINE HIRSCH
DENISE ASSUNÇÃO
MARCELO DRUMMOND
ZÉ CELSO MARTINEZ CORREA
Tradução para o inglês | Legendas
ANA HARTMANN y MARIA BITARELLO
DIREÇÃO E MÚSICA
JOSÉ CELSO MARTINEZ CORREA
Conselheira poeta
CATHERINE HIRSCH
Direção Musical:
MARCELO PELLEGRINI
GUILHERME CAZALVARA
CHICÃO
Direção de Cena:
ELISETE JEREMIAS
OTTO BARROS

TYAZO:
Dionysio
MARCELO DRUMMOND
Penteu
FRED STEFFEN
Tirézias
ZÉ CELSO MARTINEZ CORREA
Semele
CAMILA MOTA
Zeus
RODERICK HIMEROS
Kadmos
RICARDO BITTENCOURT
Hera
VERA BARRETO LEITE
Rheia e Coriféria Negra
CARINA IGLESIAS
Coriféria Negra
DENISE ASSUNÇÃO
Agave e Moira Corta Vida
JOANA MEDEIROS
Autonoe e Moira Puxa Vida
LETÍCIA COURA
Hino e Moira Tece Vida
MARIANA DE MORAES y NASH LAILA

RODERICK HIMEROS
Ganimedes
OTTO BARROS
RODERICK HIMEROS
Ampelos
LUCAS ANDRADE
Cupido
KAEL STUDART
Mensageiro I
RODERICK HIMEROS
Mensageiro II
MARCIO TELLES
Comandante da Tropa de Elite
TONY REIS y CYRO MORAIS
Harmonia e Paz
CAMILA GUERRA Y DANIELLE ROSA
Afrodita
MÁRCIO TELLES
Artemis
WALLACE RUY
Coripheia
SYLVIA PRADO
Touro enfurecido
CYRO MORAIS
Adoração
VERA BARRETO LEITE
Bacantes
BÁRBARA SANTOS
CAMILA GUERRA
CLARISSE  JOAHANSSON
DANIELLE ROSA
FERNANDA TADDEI
GABRIELA CAMPOS
MARINA WISNIK
NASH LAILA
WALLACE RUY

Satyros & Coro de Penteu
CYRO MORAIS
IGOR PHELIPE
KAEL STUDART
LEON OLIVEIRA
LUCAS ANDRADE
RODERICK HIMEROS
RODRIGO ANDREOLLI
TONY REIS
TÚLIO STARLING

BANDA ANTROPÓFAGA
GUILHERME CAZALVARA (bateria e trompete)
FELIPE BOTELHO (baixo elétrico)
ITO ALVES (percussão)
CHICÃO (piano e teclados)
MOITA (guitarra elétrica)
ANDRÉ SANTANA LAGARTIXA (bateria)

Sonoplasta
DJ JEAN CARLOS

Preparação Vocal
GUILHERME CALZAVARA
CHICÃO

Preparação corporal/dança/atuação
MÁRCIO TELLES
SERGIO SIVIERO
HUGO RODAS

Figurino
SONIA USHIYAMA
GABRIELA CAMPOS
CAMILA VALONES
SELMA PAIVA
VALENTINA SOARES
SYLVIA PRADO

Camareira
CIDA MELO

Maquiagem
CAMILA VALONES
PATRÍCIA BONÍSSIMA

Arquitetura Cênica
CARILA MATZENBACHER
MARÍLIA CAVALHEIRO GALLMEISTER
CLARISSA MORAES

Objetos
CRIAÇÃO COLETIVA DA COMPANHIA

Objetos cênicos
RICARDO COSTA

Máscara de Dionyzio
IGOR ALEXANDRE MARTINS

Contraregragem/maquinária
OTTO BARROS
ELISETE JEREMIAS
CARILA MATZENBACHER
MARÍLIA CAVALHEIRO GALLMEISTER
BRENDA AMARAL

Residência no  Processo Criativo da  Direção de Cena
ANA SOBANSKY

Cenotecnia
JOSÉ DA HORA

Som
FELIPE GATTI

Assistentes de som
RAIZA SORRINI

Iluminação
desenho dos mapas de luz, afinação, direção do roteiro de operação, coro de pin-beams e operação de luz ao vivo
CIBELE FORJAZ

Direção técnica e de montagem, Co-operação de luz ao vivo
PEDRO FELIZES
LUANA DELLA CRIST

Coro de pimbeans
CAMILE LAURENT
LUCIA RAMOS
NARA ZOCHER

Cinema ao vivo
IGOR MAROTTI (diretor de fotografia, câmera)
CAFIRA ZOÉ (câmera)
PEDRO SALIM (corte de mesa, vídeo mapping)

Produção Executiva e administração
ANDERSON PUCHETTI

Produção
EDERSON BARROSO

Direção de Produção, Estrategistas e Captação
CAMILA MOTA
MARCELO DRUMMOND
ZÉ CELSO

Editoria WEB
BRENDA AMARAL
CAFIRA ZOÉ
IGOR MAROTTI

Núcleo de Comunicação Antropófaga | Mídia Tática
BRENDA AMARAL
CAFIRA ZOÉ
CAMILA MOTA

Projeto Gráfico e Poster
IGOR MAROTTI

Texto do Programa
CAFIRA ZOÉ
CAMILA MOTA
ZÉ CELSO

Fotógrafos
CAFIRA ZOÉ
IGOR MAROTTI
JENNIFER GLASS

Programação WEB
BRENDA AMARAL

Operação de legendas
MARIA BITARELLO

Makumbas Graphykas
CAFIRA ZOÉ
CAMILA MOTA


FONTE:  Teatro Oficina Uzyna Uzona

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