quinta-feira, 18 de maio de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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138-ACIDEZ

FEMININA


TÔ com CRISE EXISTENCIAL


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A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA
  
* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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ALONE
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CURTA METRAGEM - RB FILMES

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LIV- O UNIVERSO

1- Fenómenos Cósmicos

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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VII- Cidades

e soluções

2-Saiba como as plantas, 
ajudam na purificação do ar

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FONTE: GLOBONEWS

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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JÚLIA CARÉ

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Do precariado

O precariado não dispõe de salário seguro, nem há proteção social que lhe valha. Não tem direitos

Eles são na sua maior parte hordas de jovens sujeitos a práticas despóticas de subemprego e salários miseráveis que mal dão para sobreviver, saltitando entre formas de emprego, peões das agências de trabalho temporário, explorados, forçados ao trabalho informal, em suma, tudo o que é a negação do direito elementar ao contrato de trabalho. O precariado tem crescido a nível global, devido à transformação da economia e da tecnologia, e faz-se de incerteza e insegurança crónicas, mesmo tratando-se de trabalhadores especializados, detentores de diplomas superiores. Alimenta-se ainda de eufemismos de autoemprego, de fátuos crowdsourcing e startups...

O precariado não dispõe de salário seguro, nem há proteção social que lhe valha. O precariado não tem direitos face ao Estado; são pessoas a quem a essência da verdadeira cidadania, o direito básico a ter direitos é negado, obrigados a depender de dádivas discricionárias. Sobrevivem na privação, na frustração. Nenhum sentimento de lealdade os prende em relação ao trabalho sem vínculo. Sem hipótese de desenvolver uma carreira, o trabalho é algo instrumental, externo à sua individualidade, aspirações ou competências, e não algo capaz de determinar toda uma vida, uma identidade profissional, uma realização pessoal pelo exercício de uma profissão sonhada. Uma robotização das relações humanas.

Eles desconfiam das políticas dominantes, têm dificuldade em identificar-se com organizações de classe, sindical, associativa, político-partidária. Manifestam-se em momentos esporádicos de legítima revolta, de indignados, de curta representação estrutural. Sem perspetivas de futuro, descrentes em promessas políticas que sempre os deixam de fora, preferem antes o radicalismo e são a argamassa da demagogia do discurso populista que inquietantemente cresce, a fazer acordar fantasmas de desagregação social e totalitarismo de outros tempos que julgávamos extintos e ultrapassados, fazendo perigar a democracia e a paz. Os sinais estão aí.

Mas o precariado também se faz de largas fatias de uma classe média empobrecida pela brutal destruição de emprego e cortes de salários, remetida para a sua real condição de origem: o proletariado. Uns e outros cresceram nas últimas décadas, explodiram com a crise financeira, em países vulneráveis como Portugal. São o produto por excelência das políticas neoliberais de Reagan e Thatcher e da terceira via de Blair, de destruição do Estado Social, de esmagamento dos direitos laborais, um dos efeitos secundários nocivos da globalização, vítimas dos ajustamentos e desajustamentos do avanço tecnológico, do digital e da robótica. Filhos e netos da geração “baby boom”, da sociedade de consumo e da gloriosa construção europeia em democracia, pós plano Marshall e Declaração Universal dos Direitos Humanos, estão condenados à pobreza e à desigualdade. São os frequentadores dos bancos alimentares, das sopas dos pobres, enquanto embalados pelas realidades virtuais das redes sociais e pelo narcisismo alienante das selfies, estudados pelas Ciências Sociais (Estanque, Standing, etc.).

A raiz do problema não estará por si só na globalização, nos avanços da tecnologia que facilita a vida, nem tão pouco na existência de trabalho temporário. Talvez falte entender, como grandes estadistas da História o fizeram, que a governação e a paz não podem ficar pelas oscilações da Bolsa e das agências de notação financeira, ou da dívida; que é preciso devolver esperança e criar confiança no futuro através da criação de emprego justamente remunerado e proteção social que permita um usufruto equitativo dos ganhos de modernidade do desenvolvimento económico e do avanço tecnológico. Ou seja, um “living wage”, uma remuneração básica, para fazer face a despesas com alimentação, habitação, vestuário, cuidados médicos. E, acima de preconceitos ideológicos, lateralidades partidárias, ou libelos contra o Estado Social, possibilitar vida digna, cidadania e futuro, o cerne de qualquer ação na polis. O que ainda é negado ao precariado.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA"
16/05/17


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1234.UNIÃO



EUROPEIA




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RANSOMWARE
EXTORSÃO NA NET

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FONTE: AFPBr
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3-ABANDONADOS
Regimento de Artilharia da Costa

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* EXCELENTE TRABALHO DE REPORTAGEM DA "SIC"

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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HOJE  NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

Penas de prisão curtas cumpridas em casa têm efeitos socializadores

A ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, disse esta quinta-feira que a substituição da prisão por dias livres e do regime de semidetenção por prisão domiciliária tem "efeitos socializadores" para os condenados. 
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 O Conselho de Ministros aprovou a extinção da prisão por dias livres e regime de semidetenção e criou a permanência na habitação com vigilância eletrónica para penas de cadeia efetiva não superiores a dois anos. "No essencial o que está em causa é a produção de melhores efeitos socializadores", disse Francisca Van Dunem, no final da reunião de Conselho de Ministros. 

Esta proposta de lei requer uma alteração do Código Penal, com a extinção dos regimes de Prisão Por dias Livres (PDL) e semidetenção, e a criação de "uma nova forma de execução da pena que é prisão em regime domiciliário, acompanhada por vigilância eletrónica", explicou. As alterações pressupõem flexibilização do cumprimento da pena ao longo do tempo, podendo o juiz de execução de penas autorizar o condenado a sair da habitação para estudar ou trabalhar. 

A ministra salientou a necessidade de haver uma "maior e mais intensa intervenção dos serviços de reinserção social que têm, sobretudo para pessoas até aos 21 anos, a obrigação de criar programas especiais e de estabelecer regimes de provas para estes condenados". 

A proposta de lei visa também "combater a sobrelotação dos estabelecimentos prisionais, garantir o ambiente de segurança e sanitário e promover o acolhimento compatível com a dignidade humana, o adequado tratamento dos jovens adultos, dos presos preventivos e dos reclusos primários", segundo o Ministério da Justiça. 

* A verdade é que as prisões portuguesas não são motivadoras de recuperação social dos detidos, na maioria dos casos até é potenciada maior tendência  para actividade criminosa. 
Mantendo o enorme  respeito  que temos  por esta  ministra consideramos que ou há um investimento brutal para novas estruturas  e revolução  das mentalidades dos agentes judiciais ou daqui a  20 anos os problemas  serão os mesmos.

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      João Braga
e  Amigos   

Desgarrada

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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"

Antártida está a tornar-se verde 
devido a alterações climáticas

Cientistas concluíram que a vida vegetal está a crescer no continente gelado da Antártida devido às alterações climáticas, revela um estudo publicado esta quinta feira na revista Current Biology.

Cientistas concluíram que a vida vegetal está a crescer no continente gelado da Antártida devido às alterações climáticas, revela um estudo publicado esta quinta feira na revista Current Biology.


Poucas plantas vivem na Antártida, mas os cientistas que estudam musgos detetaram um aumento significativo da atividade biológica no continente nos últimos 50 anos.

Para o estudo, a equipa de investigadores, nomeadamente das universidades britânicas de Exeter e Cambridge, analisou núcleos de bancos de musgo bem preservados na Antártida, numa extensão de cerca de 643,73 quilómetros, e dados documentados dos últimos 150 anos.

Os cientistas estudaram em pormenor cinco núcleos de três locais, tendo concluído que houve alterações biológicas importantes em toda a península antártica no último meio século.

Segundo um dos autores do estudo, Matt Amesbury, da Universidade de Exeter, o aumento da temperatura verificado na Antártida nos últimos 50 anos teve “um efeito dramático no crescimento dos bancos de musgo” no continente gelado.

A continuar a aumentar a temperatura, ainda que de forma moderada, e a crescer o degelo, a Antártida “será um lugar mais verde no futuro”, sustentou.

A equipa científica pretende, numa nova investigação, recuar mais no tempo e avaliar o quanto as alterações climáticas afetaram os ecossistemas na Antártida antes de a atividade humana provocar o aquecimento global.

* De tanto se destruir floresta em todo o mundo provocam-se "pilosidades" graves na Antártida.

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HOJE NO  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Reportagens sobre desertificação 
dão prémio a jornalista do DN

A grande repórter do DN Céu Neves ganhou menção honrosa da Associação Nacional de Municípios Portugueses

Céu Neves, grande repórter do DN, ganhou uma menção honrosa do prémio Jornalismo e Poder Local da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), na categoria de imprensa. Os três trabalhos que deram a distinção à jornalista foram as reportagens: "Devíamos estar melhor...e cada vez estamos pior", "Escolas que agora são ponto de encontro da aldeia" e "Na aldeia mais portuguesa quase não há portugueses", incluídos no dossiê "Desertificação". Os trabalhos foram publicados a 10, 17 e 24 de abril de 2016.
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O primeiro prémio na categoria de imprensa foi atribuído ao dossiê "40 anos a aproximar as populações", do Jornal de Notícias (publicação do mesmo grupo do DN). Houve ainda uma outra menção honrosa - além da atribuída a Céu Neves - ao trabalho "O novo fado de Lisbos", do semanário Expresso.

Na categoria de rádio o primeiro prémio foi atribuído à reportagem "Ouro Branco", da TSF (do mesmo editorial do DN). As duas menções honrosas foram entregues a reportagens da Antena 1: "Lisboa, coração estrangeiro" e "Uma ilha de esperança".

Na categoria de televisão, "Eu é que sou o presidente da junta", emitida pela SIC, foi a rubrica distinguida. A Centro TV recebeu uma menção honrosa para a reportagem "Orçamento participativo".

* Viva o jornalismo português.

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Parlamento Europeu aprova 
resolução contra a Hungria

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FONTE: EURONEWS


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HOJE  NO 
"RECORD"

Mestrado de Fernando Madureira
 vai ser investigado

O mestrado do líder dos Super Dragões vai ser alvo de uma investigação da Inspeção-Geral da Educação e Ciência, depois de o pedido ter sido feito pelo reitor do ISMAI, estabelecimento de ensino superior que atribuiu 17 valores ao mestrado de Fernando Madureira. A notícia está a ser avançada pela revista 'Visão', que também já tinha divulgado em primeira mão o projeto apresentado.

Perante a divulgação do relatório, Domingos Oliveira Silva foi "consultar o projeto de mestrado que, obviamente não conhecia", e enviou esta manhã à Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) um pedido formal a solicitar "um procedimento inspetivo" à obtenção do mestrado, com nota de 17 valores, conforme explicou, por escrito, à revista. Tudo porque, diz, "a exigência e o rigor foram sempre primeiro objetivo da instituição".

O júri que atribuiu o grau de mestre a Fernando Madureira foi constituído por Gastão Sousa, coordenador do mestrado em Gestão do Desporto, Henrique Martins, orientador do projeto do referido aluno, e Carvalho Vieira, coordenador da Licenciatura e Mestrado em Gestão de Marketing do ISMAI.

* Ele já é mestre em tanta coisa, intimidação, porrada, grosseria, precisava desta "mexeruquice".


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HOJE NO  
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
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Médicos de Coimbra operam 
crianças refugiadas na Jordânia

Uma equipa médica do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), liderada pelo cirurgião cardiotorácico Manuel Antunes, parte no sábado para a Jordânia onde prevê realizar mais de dez cirurgias em crianças refugiadas sírias.

"É a primeira vez que estamos em missão num país fora da nossa língua", salientou à agência Lusa o diretor do Centro de Responsabilidade Integrado de Cirurgia Cardiotorácica do CHUC, que conta com uma vasta experiência em missões em Moçambique e São Tomé e Príncipe, por exemplo.
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Até ao dia 28, data de regresso a Portugal, a equipa médica de Coimbra prevê operar "entre 12 a 15 crianças", de uma lista de 21, com idades entre os 07 meses e os 2/3 anos, num grupo que inclui também uma de cinco e outra de oito anos.

Trata-se de uma missão da Cadeia Esperança Portugal, uma organização não-governamental (ONG) com sede no CHUC, promovida e apoiada pela União Europeia, no âmbito de um convite da congénere francesa, que tem um projeto em Amã, capital da Jordânia, destinado a tratar crianças refugiadas sírias, sobretudo nas áreas da cirurgia cardíaca e ortopedia.

Segundo Manuel Antunes, que preside à Cadeia Esperança Portugal, as crianças que vão ser sujeitas a intervenção cirúrgica numa clínica privada sofrem de malformação cardíaca congénita e foram selecionadas por um cardiologista que as acompanha.

"As crianças são detetadas nos campos de refugiados por médicos que fazem clínica geral e depois são indicadas para um cardiologista local, que, com treino e prática de muitos anos no Reino Unido, faz essa seleção", explicou.

Quando chegar, a equipa liderada pelo cirurgião do CHUC vai reunir com o cardiologista que acompanha as crianças e a equipa "vai ver os 21 doentes e selecionar os que forem mais urgentes e que puderem ser operados".

A equipa é constituída por nove elementos: dois cirurgiões, um cardiologista pediátrico, um anestesista, um técnico de perfusão, uma enfermeira de sala de operações e três enfermeiros de unidade de cuidados intensivos.

"É uma missão especial porque é a primeira vez que nos aventuramos num país fora da nossa língua e por se tratar de crianças refugiadas sírias, que é um tema muito atual", sublinhou Manuel Antunes.
O cirurgião adiantou ainda à agência Lusa que, no final de outubro e início de novembro, a Cadeia Esperança Portugal vai realizar a sua missão anual em Moçambique, onde ajudaram a construir o Instituto do Coração.

NO final da missão de 2014 a Moçambique, o CHUC anunciou que foram realizadas, em duas salas operatórias, 18 intervenções cirúrgicas em 18 doentes", tendo sido, "à semelhança das missões anteriores", a maior parte das cirurgias efetuada em 16 crianças e doentes jovens, "com valvulopatias reumáticas, com maior incidência da válvula mitral, tendo dois dos doentes agora operados sido previamente submetidos a intervenção cirúrgica cardíaca".

* Esperança Portugal cheia de generosidade

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Para cozer os miolos/10

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GADGETS PARA COZINHA


 FONTE: Freeze Lists

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HOJE NO    
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS    
DA MADEIRA"

Vários ministros do Brasil abandonam governo e Temer pode renunciar

Vários ministros do Governo de Michel Temer anunciaram a sua saída do governo brasileiro. As informações veiculadas pela imprensa do Brasil e citadas pelo Público indicam que o presidente do Brasil poderá renunciar em breve.
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Roberto Freire (Cultura) e Raul Jungmann (Defesa) já apresentaram a sua demissão e, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes (PSDB) tem a carta de demissão pronta a ser entregue, caso se confirmem as denúncias contra Temer.

De recordar que o Supremo Tribunal Federal confirmou que está a investigar o presidente do Brasil, após ter validado a gravação do empresário Joesley Baptista. Nesse som, Temer surge a incentivar o pagamento de um suborno para comprar o silêncio de Eduardo Cunha, o antigo líder da Câmara dos Deputados condenado por corrupção e que teve um papel fundamental para a destituição da Presidente Dilma Rousseff.

Espera-se a qualquer momento uma comunicação oficial vinda de Michel Temer.

* Os brasileiros ainda hão-de chorar pela Dilma.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Empresas vão ter sistema de
 alerta precoce de riscos

O Governo aprovou esta quinta-feira, 18 de Maio, em Conselho de Ministros um conjunto de novas medidas do Programa Capitalizar, para fomentar a capitalização de empresas e evitar insolvências quando ainda seja possível. Pacote inclui novos incentivos fiscais e um alargamento dos Vistos Gold.

A informação que as empresas prestam anualmente através da Informação empresaria Simplificada (IES) e que é enviada, entre outras entidades, para o Banco de Portugal (BdP) vai servir de ponto de partida para uma avaliação que permitirá lançar alertas precoces às empresas potencialmente em dificuldades com conselhos e indicações sobre o que poderão fazer para evitar o pior, leia-se, uma situação de insolvência.
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O sistema de alertas precoce, assim lhe chamou o governo, foi aprovado esta quarta-feira, 18 de Maio, em conselho de Ministros, e a ideia é que esteja já em funcionamento no final deste ano e tendo por base os dados da IES que as empresas já entregaram com os dados referentes a 2016.

A medida faz parte de mais um lote que integra o Programa Capitalizar e que inclui também incentivos fiscais à recapitalização através de capitais próprios ou de lucros retidos, e à recuperação de empresas através de acordos voluntários.

Vistos Gold a quem investir em empresas em situação difícil
Uma outra medida hoje anunciada passa pela possibilidade de os estrangeiros que queira investir em Portugal e assim obterem vistos de residência, os chamados Vistos Gold, poderem garantir as autorizações através de investimento em empresas em dificuldades.

Os investimentos em causa terão de ascender a 200.000 euros se se tratar de empresas em situação económica difícil que estejam com um plano de recuperação. Tratando-se de criação de empresas ou reforço do capital social de empresas nacionais, o investimento terá de ser de 350.000 euros e desde que se criem ou mantenham cinco postos de trabalho permanentes.

Finalmente, e ainda para os vistos Gold, baixa-se de 500 mil para 350 mil euros o investimento necessário caso de trate de fundos destinados à capitalização das empresas portuguesas.

Numa conferência de imprensa que reuniu no Ministério da Economia os titulares das pastas da Economia e da Justiça, bem como os responsáveis pela Estrutura de Missão que preparou as medidas do Capitalizar, o Governo fez também um balanço do que já está concluído, sublinhando que a taxa de execução atinge os 77%, com 51 medidas implementadas.

* Quem é contra um aviso de alerta?

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É JUSTO





























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Senso d'hoje
MICHELLE BACHELET
PRESIDENTE DO CHILE
"CONTRA A HOMOFOBIA"

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 * Discurso corajoso no dia 17/05, Dia internacional contra a Hofobia e transfobia


FONTE: Movilh Chile

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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS













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CASUAR
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BOM DIA


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49-CINEMA
FORA "D'ORAS"

VIII-MALIZIA

Com LAURA ANTONELLI

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* Um filme de 1973 com uma das sex simbols da época. Uma comédia picante em que Laura Antonelli é contratada para preceptora dos filhos dum homem recentemente viúvo.
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