02/02/2018

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 Obrigada ACT pelo envio
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XI~MEGA FÁBRICAS
4- TATA NANO


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"i"
Governo
Ministro da Educação afirma que
 “não há falta de auxiliares” nas escolas

Tiago Brandão Rodrigues aproveitou ainda a ocasião para revelar que o Governo reforçou os estabelecimentos de ensino com “2.500 assistenciais operacionais”.

“Não há auxiliares em falta. Houve uma nova portaria de rácios assinada por este Governo tal qual como estava comprometido no Orçamento de Estado de 2017.Os procedimentos iniciaram-se com o reforço importante na educação pré-escolar e para os alunos com necessidades educativas especiais. Nestes dois anos podemos reforçar as escolas com 2.500 assistenciais operacionais", afirmou o ministro.
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Tiago Brandão Rodrigues falava à margem da inauguração da empreitada de reabilitação da escola secundária de Ponte de Lima e, aproveitou a ocasião para garantir que houve reforço nos estabelecimentos nos últimos tempos.

"Nos dois anos de legislatura, o Governo desprecarizou de 3.000" assistentes operacionais que tinham contrato de emprego de inserção e agora têm contratos de trabalho reais".

"Neste momento, todo o processo está desbloqueado, desde setembro, e os auxiliares estão nas escolas a fazer o seu trabalho como parte integrante e absolutamente fundamental das nossas comunidades educativas", garantiu o ministro da Educação.

Educação.
 Diretores de escolas desmentem
 ministro e garantem que há falta 
de auxiliares nas escolas

O Presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, desmentiu o ministro da Educação, que referiu hoje que “não há falta de auxiliares nas escolas”.

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues disse, esta sexta-feira, em Ponte de Lima, que "não há auxiliares em falta" nas escolas, sublinhando que o Governo reforçou, nos últimos dois anos, os estabelecimentos de ensino com "2.500 assistenciais operacionais".

No entanto, em declarações à Lusa, o presidente da ANDAEP, Filinto Lima, contrariou as declarações de Tiago Brandão Rodrigues. "Diz que não faltam auxiliares nas escolas, mas deve ser nas que conhece. Em muitas escolas continuam a escassear funcionários. A minha escola, por exemplo, deveria ter tido um reforço de mais quatro auxiliares e só teve dois”.

Filinto Lima relembrou ainda que a portaria de rácios, recentemente publicada, continua por cumprir e a “prova disso é que o ministério já prometeu um reforço de mais 500 funcionários no próximo ano”.

* Adivinhe quem está a mentir.

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X-MISTÉRIOS
EXTRATERRESTRES
Contactos Imediatos
4.2- Sem Lugar para se Esconder

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HOJE NO
"A BOLA"
Pistorius ferido numa rixa na prisão
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O campeão paralímpico sul-africano Oscar Pistorius, que foi condenado a 13 anos de prisão, ficou ligeiramente ferido numa rixa na prisão pela utilização de um telefone público.

Os serviços prisionais revelaram o que aconteceu.

«Oscar Pistorius sofre uma contusão, após uma altercação com outro prisioneiro pela utilização de um telefone público.

* Ligeiramente ferido, que pena...


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VI-ARMAS E TÁCTICAS
2-Armas Incendiárias



FONTE: Universo do Documentário

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Número de mortos nas estradas 
aumentou para 45 em janeiro

Os acidentes nas estradas portuguesas provocaram, em janeiro, 45 mortos, mais cinco do que em igual período de 2017.

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), que reúne dados da PSP e da GNR, adianta que, em janeiro, registaram-se 10305 acidentes rodoviários, menos 255 do que no mesmo mês de 2017.
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Segundo a ANSR, os distritos com maior número de mortos em janeiro foram Setúbal (nove) e Braga, Lisboa, e Porto, com seis vítimas mortais em cada um.

Nos distritos de Bragança, Coimbra, Évora, Leiria e Portalegre ainda não se registou qualquer vítima mortal este ano.

Os acidentes rodoviários provocaram, entre 01 e 31 de janeiro, 121 feridos graves, menos 33 do que em igual período do ano passado, indica também a Segurança Rodoviária.

A ANSR refere ainda que 2991 pessoas sofreram ferimentos ligeiros em consequência dos desastres nas estradas no primeiro mês do ano, menos 187 do que em janeiro de 2017.

Os dados da ANSR dizem respeito às vítimas mortais, cujo óbito foi declarado no local do acidente ou a caminho do hospital.

* Os "sheltox do asfalto", matam que se fartam.

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MARIA JOÃO MARQUES

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Desorientações com o Me Too

Quando pensarem o que torna possível os casos repetidos a resposta é o ambiente de atirar lama às mulheres que fazem denúncias, de lhes chamar cínicas e hipócritas. Outro nome para isto é cumplicidade

Eu ia escrever sobre Lula. Mas, em vez disso, e porque cronistas masculinos fizeram o favor de explicar como o movimento Me Too é uma das maiores calamidades da humanidade, vou ter de escrever sobre o exibicionista da Praça de Londres.

Confesso, nunca vi este exibicionista. Mas ele tinha fama entre as minhas relações, muitas residentes em Alvalade. Em boa verdade não sei se tinha poiso fixo na Praça de Londres, se se alargava até à Guerra Junqueiro ou à João XXI. É possível que eu apenas tenha fixado a Praça de Londres por uma amiga me ter contado que lá o viu.

Mas também não interessa, porque o que quero lembrar é que aquando da existência do exibicionista da Praça de Londres, este tipo de homens era execrado. Então (aí há vinte, vinte e cinco anos), considerava-se um homem mostrar o pénis a uma mulher, fora de um contexto relacional ou sexual que o justificasse, uma agressão e uma imposição inaceitável, apesar de não haver contacto físico. Tais homens eram vistos como desalmados ou casos psiquiátricos.

Pois bem, tanta fineza de espírito aparentemente hoje é inexistente. Lamenta-se em jornais e redes sociais a injustiça que é oferecer tanta censura social aos homens inocentes que se masturbam em frente às mulheres que deles dependem profissionalmente ou que violam aqui e ali. Pobrezinhos, que ficaram sem trabalho. Malditas mulheres, que não sabem ficar caladas perante estas tão edificantes e saudáveis interações entre os sexos. Quem é que as mulheres pensam que são para julgarem que têm direito e a liberdade de contar as suas histórias de vida? Quem as tornou assim tão excitáveis? Porque persistem em agitar a repugnância das pessoas decentes contra os crimes sexuais, em vez de continuarem a deixar estes assuntos para os sistemas judiciais, que tinham a boa prática de enxovalhar as vítimas? Desta forma, poucas se submetiam ao enxovalho e todos vivíamos sossegados.

Maldito puritanismo que quer impedir um homem de mostrar o seu glorioso órgão a parceiras e colegas de trabalho ou a forçar sexo oral. Onde é que o mundo vai acabar se continuamos a censurar socialmente comportamentos inocentes como este?

Deixem-me lá apresentar mais gente puritana (i.e., pessoas que levam a mal que lhes seja exigido sexo à força ou para facilitar a vida profissional). Tudo agora nos quarentas. Tudo gente que eu conheço (apenas uma delas só do facebook), cujas histórias já sabia, recapituladas e autorizadas em poucas horas.

Há a rapariga de 17 anos, a entrar em casa para ir buscar o comando da garagem depois de um cinema, que foi seguida por um homem desconhecido, negro, que a tentou obrigar a fazer-lhe sexo oral, com ameaças, violência e, claro, pénis à solta pelo meio. Há a miúda do segundo ciclo, ademais portadora de um apelido conhecido e politicamente influente (nem isso a protegeu), que teve a mão de um padre do colégio colocada por baixo da saia mas em cima do rabo.

Há o miúdo de oito anos, de uma família bem que vê como maior afronta se alguém lhes dá dois beijinhos, que foi abusado por um primo durante umas férias. (Não é só o sexo feminino, como de resto o Me Too mostrou, que sofre agressões sexuais). Há a miúda de sete anos, na zona de Coimbra, agora a viver nos Estados Unidos, ex-docente universitária, que foi tocada onde não devia, durante vários minutos, por um vizinho que a apanhou quando ia ter com a avó ao campo. Este vizinho com frequência se despia e mostrava às crianças que apanhava e tornou-se conhecido entre elas por isso, até chegar aos ouvidos dos adultos. Aí foi ameaçado e parou. Há a miúda de seis anos que foi a casa de uma vizinha amiga e o tio desta, com quem vivia, sentou-a ao colo e beijou-a na boca. Mais tarde contou o que se passara à amiga, que lhe confidenciou que o tio lhe fazia pior constantemente.

Há a professora da Universidade da Madeira, cujo presidente do departamento, num encontro à saída do ginásio, lhe perguntou onde iriam ambos a seguir e a informou que era muito bom a pôr sabonete nas costas. Outra vez, sozinhos no gabinete, disse que era muito bom a montar. Em ocasião semelhante, informou que estava a pensar em elefantes, com as suas trombas. Não havendo reciprocidade dela, a partir daí as cadeiras que lhe eram atribuídas mudaram constantemente e, quando pediu dispensa de serviço para fazer doutoramento, não foi dada, tendo o senhor do sabonete voto de qualidade; ao invés, atafulharam-lhe os horários com novas cadeiras para preparar. E fê-la saber que era o que acontecia quando se seguem as regras.

Não é uma lista exaustiva do que já me foi contado. Uma amiga disse-me que não queria reviver o caso de assédio. Houve quem claramente dissesse que preferia não ler nada sobre o que viveu. Sei que há casos que não conheço.

Mas vamos lá ignorar esta gente toda, mais as que publicamente têm acusado homens da indústria de cinema, dos media americanos e, até, um proprietário de restaurantes. Vamos fingir que as denúncias são de piropos ou tentativas de sedução – quando são de apalpões de chefes, exigências ou imposições sexuais para manutenção de emprego, abusos sexuais violentos e violações. Vamos delirar e supor que o que se passa numa relação laboral entre alguém com poder e uma subordinada é tão inconsequente quanto uma tentativa de engate numa discoteca (ou noutro lado).

Neguemos a realidade e proclamemos que as denúncias são só berrarias imaginárias – quando muitos dos denunciados já as reconheceram, outros aceitaram o despedimento calados e só uma pequeníssima parte nega e ameaça com processos judiciais. Chamemos mentirosas a todas as mulheres, porque para cada homem há várias contando casos, mostrando que os homens propensos a abusos e assédios se especializam, reincidem, fazem disso vida. Inventemos que as mulheres deram em achar que um apalpão tem a mesma gravidade que uma violação – aparentemente reclamar que as mulheres não têm de aturar na profissão chefes a enviar mensagens explícitas e mostrar o pénis é equivaler a uma violação. Dá-se como manifestação de bom senso uma carta de francesas que inclui mulheres que acham uma violação uma experiência eventualmente agradável e lamentam nunca terem sido violadas (leu bem).

Vamos criar o fantasma de que o mulherio trata todos os homens como agressores – quando as feministas mais retintas informam que apenas uma pequena percentagem de homens agride sexualmente. Liberais (atchim) amofinam perante o conceito de liberdade das mulheres de apenas participarem em interações sexuais por vontade própria, em vez de por violência ou coação.

O sem fim de mentiras sobre este tema não dá para descrever. O objetivo, contudo, é claro. Calar as denúncias de forma a manter a impunidade.

O médico da seleção de ginástica americana que foi agora condenado abusou de centenas de miúdas, tendo havido queixas desde 1997. Ninguém ligou – as mulheres mentem e querem atenção, não é? Foi nomeado por estes dias um procurador especial para averiguar tamanha negligência. Só depois do movimento Me Too (esse nojo) as ginastas mais conhecidas reconheceram também terem sido abusadas – o caso havia começado com poucas denúncias.

Em Espanha, o homem que violou e matou uma miúda de dezanove anos já tinha violado a cunhada. Esta queixou-se e ninguém lhe deu crédito.

Quando pensarem o que torna possível estes casos repetidos, saibam a resposta: é o ambiente de atirar lama às mulheres que fazem denúncias, de lhes chamar cínicas e hipócritas, que se tem visto nas redes sociais e nos jornais. Outro nome para isto é cumplicidade.

 IN "OBSERVADOR"
31/01/18


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1491.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"

Ministro anuncia "vistoria" às condições de segurança de equipamentos coletivos

O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, anunciou esta sexta-feira que vai ser feita uma grande “ação de identificação do respeito pelas regras de segurança” em equipamentos coletivos, para evitar tragédias como a de Tondela.
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“Vamos fazer, em articulação com a Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio e com a Associação Nacional de Hotelaria e Restauração uma grande ação de identificação do respeito pelas regras de segurança em equipamentos de utilização coletiva, porque tragédias como a de Tondela têm de ser prevenidas”, anunciou Eduardo Cabrita, que falava na inauguração do novo posto territorial da GNR de Ílhavo, distrito de Aveiro.

Para o ministro, “tem de haver um esforço nacional, mas também local, de sensibilização pedagógica e de ação preventiva”, pelo que nessa ação as juntas de freguesias “são essenciais” porque “conhecem todas as coletividades e os seus responsáveis”.

Eduardo Cabrita referiu igualmente o combate aos fogos florestais como uma área decisiva do reforço do investimento em prevenção da segurança.

Anunciou que vão ser duplicados e estendidos a todo o território nacional os grupos de intervenção, prevenção e segurança (GIPS) da GNR, com mais 500 elementos, o serviço de proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) receberá mais 100 efetivos e serão ainda admitidos mais 200 guardas florestais.

Segundo o ministro, a prevenção é da responsabilidade de todos, pelo que a GNR e outras forças de segurança estão a sensibilizar os proprietários de que os terrenos, numa envolvente de 50 metros às casas, têm de ser limpos, assim como numa extensão de 100 metros em torno de cada aldeia.

O novo posto territorial da GNR de Ílhavo, que Eduardo Cabrita inaugurou hoje, resultou da adaptação de uma antiga escola, numa parceria com a autarquia.

O ministro realçou, propósito, a dimensão do investimento em curso este ano nesta área específica, passando de 3,9 milhões de euros em 2017 para 19,6 milhões de euros em 2018, ao abrigo da Lei das Infraestruturas das Forças de Segurança, estando já executadas 28 empreitadas e 48 em fase de projeto.

O facto de o posto de Ílhavo ter uma frota com uma idade média de 17 anos foi o mote para o ministro referir que está em curso o concurso plurianual para aquisição de novas viaturas para as forças de segurança, que deverão receber ainda este ano 250 novas viaturas e mais cerca de 500 no próximo ano.

Antes, Eduardo Cabrita havia escutado o presidente da Câmara de Ílhavo, que descreveu o longo processo iniciado em 2009 para que houvesse um novo posto territorial, sucedendo-se os protocolos entre a administração central e a autarquia, que culminaram com a cedência e aproveitamento da antiga escola.

“O que se fez em parceria é o exemplo do que queremos fazer muito mais. O que se passou (a “lenta burocracia”), demorando quase uma década, é o que não voltará a acontecer”, garantiu o ministro.

* Quando se faz pouco promete-se muito. Continua a "eficiência da ineficácia"

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II-A BÍBLIA PROÍBIDA

2-Quem é Satanás? 




FONTE: 
1-HISTORY
2-Universo do Documentário

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SÓ UM BURRO
PÕE DINHEIRO NISTO
(MADE IN JAPAN)



FONTE:  Nuno Agonia


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HOJE NO 
"DINHEIRO VIVO"
Revista Wine elege Mouchão Tonel 3-4 
de 2011 Vinho do Ano 2017

O Mouchão Tonel 3-4 2011, do Alentejo, foi escolhido como Vinho do Ano 2017 pela Revista Wine — Essência do Vinho que hoje anunciou também a eleição de Luís Sottomayor, da Sogrape, como Enólogo do Ano.

“De porte aristocrático, profundo e opaco, [o vinho Mouchão Tonel 3-4 2011] alia uma faceta musculada e viril a` subtileza que é reconhecido aos grandes. É intenso e explosivo na boca, fino e elegante. Ao mesmo tempo, austero. Parece ter tudo”, explica a Revista Wine que hoje, numa cerimónia na Alfândega do Porto, deu a conhecer “Os Melhores do Ano 2017”. 
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Ainda na área dos vinhos, a revista premiou hoje a Quinta da Fata, no Dão, na categoria Produtor do Ano, a Henriques & Henriques, na Madeira, na de Produtor de Vinhos Fortificados do Ano e a Quinta da Serradinha, Lisboa, na de Produtor Revelação do Ano. A Casa Santos Lima, do Alentejo, foi distinguida como Empresa do Ano, a Mateus Rosé, do Douro, como Marca do Ano, a Garrafeira Nacional como Loja / Garrafeira do Ano e a Portfolio Vinhos como Distribuidor do Ano. 
O prémio de Inovação/Investigação do Ano foi atribuído ao Esporão, do Alentejo, e o de Enoturismo do Ano para o Vila Galé Clube de Campo, também no Alentejo, com o Red Frog, em Lisboa, a ser eleito Bar do Ano. 
A revista Wine — Essência do Vinho elegeu também Francisco “Vito” Olazabal, da Quinta do Vale Meão, Douro, como Personalidade do Ano no Vinho, Nuno Gonzalez, da Herdade da Malhadinha Nova, Alentejo, como Enólogo Revelação do Ano e Sérgio Marques, do restautante Il Gallo d’Oro, duas estrelas Michelin, na Madeira, o Sommelier / Wine Director do Ano. 
Marcelo Lima, empresário e produtor de vinhos nas regiões do Douro e dos Vinhos Verdes foi escolhido como Personalidade do Ano no Brasil e Fernando Guedes, da Sogrape, venceu o prémio Homenagem. 
Na esfera da gastronomia, o prémio Personalidade do Ano foi entregue a Ljubomir Stanisic, o chefe 100 Maneiras, em Lisboa, e Ricardo Costa, do detentor de duas estrelas Michelin, The Yeatman, em Vila Nova de Gaia, foi eleito Chefe de Cozinha do Ano. 
Já Vasco Coelho Santos, do Euskalduna, no Porto, recebeu o prémio Chefe Revelação do Ano e o Feitoria, em Lisboa, conquistou o de Restaurante Gastronómico do Ano. 
A Enoteca de Belém, em Lisboa, foi agraciado com o prémio Restaurante Com Melhor Serviço de Vinhos do Ano, o produtor de ostras Neptun, do Estuário do Sado, o de Produtor Artesanal do Ano e a cidade de Matosinhos recebeu o galardão de Destino Gastronómico do Ano.
* Mouchão, em Sousel, é um verdadeiro santuário do vinho. Parabéns a todos os vencedores.


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Fausto

Soldados de Baco


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HOJE NO 
"DESTAK"
PCP defende construção de pequenas barragens para reter água da chuva

O líder parlamentar do PCP, João Oliveira, defendeu hoje a criação de linhas de apoio direto aos agricultores para a construção de pequenas barragens, considerando as medidas do Governo contra a seca "muito aquém das necessidades". 
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"Uma das medidas que devia ser considerada prioritária, de resto à semelhança daquilo que aconteceu na seca de 2002, é a criação linhas de apoio direto, não de linhas de crédito, aos agricultores para a construção de pequenas barragens", afirmou.

Segundo João Oliveira, a construção de pequenas barragens permitiria "reter à superfície a água da pouca chuva que cai, pelo menos, para o abeberamento do gado e rega de culturas que ainda possam ser salvas". 

* Não há estratégia possível com a maioria  dos caciques locais.

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22- A HISTÓRIA
   
DO AUTOMÓVEL 


MAIS HISTÓRIAS NA HISTÓRIA




ATENÇÃO SRS./AS VISITADORES/AS
Esta série foi difundida pela TVE, Rede Minas, em 1986, é portanto muito datada. No entanto até à data indicada, o seu conteúdo tem rigor histórico.


* Nesta nova época de "bloguices" que vai de Setembro/17 a Julho/18, iremos reeditar algumas séries que de forma especial sensibilizaram os nossos visitadores alguns anos atrás, esta é uma delas.

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ÂNGELO FELGUEIRAS
O cromo que levou
a solidariedade ao Polo Sul



* É destes "cromos" que o mundo mais precisa, sentimos orgulho num português que deu um exemplo de nobreza e coragem pelos mais desfavorecidos.

FONTE: EURONEWS

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Ar condicionado consumirá 40% da 
eletricidade no sudeste da Ásia em 2040




FONTE: EFE Brasil


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 MEDICAMENTOS DEVEM SER
COMPRADOS NA FARMÁCIA



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LINGUAGEM CANINA

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1508
Senso d'hoje
SONIA CORRÊA
ACTIVISTA DIREITOS HUMANOS
INVESTIGADORA
"A realidade social no Brasil
da 'PRIMAVERA FEMINISTA'"








* No final de dezembro de 2017, a ativista e investigadora brasileira Sonia Corrêa esteve em Lisboa e conversou com o Esquerda.net sobre a primavera feminista que tem sacudido o Brasil e também sobre os avanços e recuos na já tão longa luta pelo fundamental direito ao aborto. Não há desistências, “em 2018, as feministas vão estar na rua!”, garantiu. Entrevista por Sofia Roque.


FONTE: ESQUERDA.NET


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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS








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SÓZINHO EM CASA


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BOM DIA



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