sábado, 30 de setembro de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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2- DOIDOS PELO PÉNIS



FONTE: DOCUMENTÁRIOS ptfelicitas

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6~TWERK

LIL CHUCKEE



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Greve de Enfermeiros


FONTE: PROGRAMA "Donos Disto Tudo"  RTP/1
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LEX PANTERRA



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ARRITMIA NA INFÂNCIA
1 -INTRODUÇÃO



Uma interessante série conduzida por Eduardo Machado Andréa, Mestre em cardiologia pela Universidade Federal Fluminense.

* Uma produção "CANAL MÉDICO"

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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4~TWERK

BUBBLE BUTT



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COREIA NUCLEAR





FONTE: NERDOLOGIA

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BASKETBALL TEAM



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NUNO CINTRA TORRES

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O retrato fatal de Portugal

Do analfabetismo da quase totalidade da população, passámos à iliteracia digital, ao elevado abandono escolar no secundário e à escassez de pessoas com mais do que o secundário.

Será que os portugueses têm noção do atraso que o país apresenta quanto à quantidade e qualidade de pessoas com competências e capacidades necessárias a uma economia desenvolvida, industrializada, digitalizada? Provavelmente muitos não saberão que, no que respeita ao fundamental e decisivo capital humano digital, estamos no limiar inferior da tabela.

O retrato fatal de Portugal é dado por estatísticas sobre educação e competências digitais. É na deficiente preparação em quantidade de capital humano com competências STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) que reside a grande debilidade estrutural do país. De 1970 até hoje muita coisa mudou, em particular no ensino universitário e politécnico, mas muitos outros países mudaram muito mais e Portugal ficou, comparativamente, sempre pior. Cem anos depois da revolução republicana e 43 depois da restauração da democracia, estamos relativamente na mesma. Ainda hoje há cerca de 500 mil iletrados, dos quais 130 mil com menos de 65 anos. Mas, do analfabetismo da quase totalidade da população, passámos à iliteracia digital, ao elevado abandono escolar no secundário e à escassez de pessoas com mais do que o secundário.

Há ainda poucos portugueses com educação pós secundária. Segundo a OCDE (2017), 30% dos portugueses têm menos do que educação secundária, um número igual ao da Colômbia e Arábia Saudita mas abaixo do Brasil. Mais grave ainda: apenas cerca de 35% da população tem educação pós secundária (universitária, politécnica, vocacional). No topo da tabela está a Coreia com cerca de 70, enquanto a média da UE22 é de um pouco mais de 40%.

O DESI (Digital Economy and Society Index) é um índice da UE no âmbito do Europe’s Digital Progress Report 2017 composto de cinco dimensões: conectividade (redes de banda larga, velocidades, preços); capital humano (competências básicas e uso da internet, competências avançadas e desenvolvimento); utilização da internet (uso da internet pelos cidadãos, comunicação e transações online); integração da tecnologia digital (digitalização dos negócios e e-commerce); e serviços públicos digitais (e-Governo).

No ranking de 2017, Portugal apresenta o índice de cerca 0,52, ligeiramente acima do meio da tabela e da média UE e logo abaixo de Espanha. O topo é ocupado pela Dinamarca, Finlândia, Suécia e Holanda, todos com cerca de 0,70. A base é ocupada pela Bulgária e Roménia com menos de 0,40. Ou seja, estamos mais perto da base do que do topo. Assinale-se que Itália tem apenas pouco mais de 0,40, o que talvez ajude a explicar as respetivas dificuldades orçamentais e de défice.

Na constituição do índice de Portugal pesam positivamente a dimensão conectividade e a dimensão e-Governo. O problema de Portugal está nas outras três dimensões e que são fundamentais: capital humano, uso de internet e integração do digital.

A dimensão capital humano tem duas subdimensões: competências básicas e competências avançadas e desenvolvimento. A primeira subdimensão inclui indicadores no uso de internet pelos indivíduos e competências digitais, ou seja, pessoas com, pelo menos, competências básicas no indicador competências digitais. A segunda subdimensão inclui emprego de especialistas em TIC e pessoas com cursos pós-secundário em STEM. Em 2016, a Finlândia, Reino Unido e Suécia estavam à frente em ambas as subdimensões (cerca de 70%). Roménia, Bulgária, Grécia e Chipre ocupavam os últimos lugares (inferior a 40%). Portugal estava perto dos últimos com cerca de 42%.

Portugal também ocupa os últimos lugares no que respeita à utilização semanal da Internet por pessoas entre os 16 e os 74 anos (menos de 70%, próximo do fundo da tabela), enquanto o pelotão da frente ultrapassa os 90%. Portugal está próximo do topo da tabela no que respeita a indivíduos entre os 16 e os 74 anos que nunca usaram a internet, cerca de 27%.

Segundo o DESI, em 2016, 44% da população da UE tinha competências digitais insuficientes para a economia, enquanto 19% não tinha nenhumas porque nem sequer utiliza a internet. Embora a maioria dos empregos requeira atualmente um nível básico de competências digitais, 11% da força de trabalho da UE em 2016 não tinha quaisquer competências, apesar de uma pequena melhoria em relação ao ano anterior. O relatório assinala que em países como Portugal, Itália, Bulgária e Roménia aquele número excede um quinto da força de trabalho. Se forem considerados os que têm apenas um nível básico, 37% da força de trabalho daqueles países pode ser considerada como insuficientemente preparada digitalmente (na Roménia e Bulgária são cerca de 70%). Portugal tem uma percentagem de pessoas com competências acima do digital básico, semelhante a França, Eslováquia, Hungria, mas falha ao nível dos que não têm nenhumas ou poucas competências, em que está igual a Itália e próximo dos mais atrasados.

Há uma tremenda necessidade de exigir dos partidos políticos, associações empresariais, sindicatos, governos, administração pública portuguesa soluções rápidas e eficientes, desde logo na creche (os nove meses de gestação e os primeiros três anos de vida são decisivos na formação da personalidade) e no primário, para combater o abandono escolar, para mais vocações e competências em STEM e em noções básicas de gestão na economia digital.

* Professor Universitário

IN "O JORNAL ECONÓMICO"
27/09/17 


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1368.UNIÃO



EUROPEIA



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2~TWERK

CLASSROOM



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CREDULÁRIO/1


 * Título original: Não seja um cavalo #1


FONTE: Razão ConsCiência


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XX-VIDA SELVAGEM
2- Texugo do Mel
O Caçador mais Destemido
do Reino Animal


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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1~TWERK

BOOTYSTATIC




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RECORDANDO

Nara Leão e Roberto Menescal

O barquinho , O pato , Manhã


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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Morreu Daniel Bacelar, um dos 
pioneiros do rock'n roll em Portugal

Daniel Bacelar, um dos nomes pioneiros do rock'n roll em Portugal, morreu esta sexta-feira, aos 74 anos, vítima de uma doença do foro oncológico.
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O artista, que envergava a alcunha de "Ricky Nelson Português" destacou-se aos 17 anos, quando venceu o concurso "Caloiros da Canção", organizado pela Rádio Renascença.
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Na apresentação do excelente livro de Júlio Isidro "O programa segue dentro de momentos", Daniel Bacelar - "o Ricky Nelson português", que participou no primeiro EP da música eléctrica nacional, (ele e os Conchas) em 1960, teve uma óptima actuação. A banda The Lucky Duckies acompanhou-o neste "Hello Mary Lou".
Registado no dia 15 de Novembro de 2016 no Teatro da Trindade em Lisboa.

O tema "Fui Louco Por Ti" lançou-o para as luzes da ribalta, ao ser o primeiro tema rock cantado em português. Em 1967, Daniel Bacelar afastou-se dos palcos e da indústria musical, depois de uma carreira recheada de concertos e álbuns.

* Tem lugar cativo na história do rock português. Até sempre.

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4- COMO INICIAR

UMA REVOLUÇÃO



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


* Nesta nova época de "bloguices" que vai de Setembro a Julho do próximo ano, iremos reeditar algumas séries que de forma especial sensibilizaram os nossos visitadores alguns anos atrás, esta é uma delas.

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HOJE NO 
"O JORNAL  ECONÓMICO"
Tudo o que se sabe sobre a polémica
 dos preços dos combustíveis

O secretário de Estado da Energia pediu uma investigação, mas Bruxelas disse que não. Os preços dos combustíveis voltam a estar na ordem do dia. Com texto e infografia, o Jornal Económico explica o que está em causa, o que dizem as empresas da indústria e como é que se formam os preços.

O que está em causa nas suspeitas do Governo? 

Os meses passam e as conclusões sobre as alegadas irregularidades nos preços dos combustíveis parecem não querer aparecer. O caso remonta aos primeiros dias de janeiro, quando se soube que o secretário de Estado da Energia tinha pedido à Autoridade da Concorrência (AdC) para fazer um novo estudo sobre a margem de lucros que as gasolineiras auferem na venda ao público de combustíveis.
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Numa carta enviada à presidente da AdC, Margarida Matos Rosa, Jorge Seguro Sanches pedia uma análise à formação dos preços. “Tem vindo a aumentar de forma particularmente significativa, desviando-se significativamente do que vinha sendo a sua média histórica”, disse, na altura, conforme noticiou o Expresso.

A três meses do final do ano, o tema volta a estar em cima da mesa, depois de o governante ter enviado mais uma missiva – desta vez, à comissária europeia da Concorrência, Margrethe Vestager, assinalou o DN/Dinheiro Vivo, esta semana. O Executivo suspeita de que há “desvios significativos e sistemáticos face aos preços internacionais”, que podem indicar que houve comportamentos ilícitos ao nível da concentração de preços ou abuso de poder.

A AdC continua a investigar – e afirma estar a ter total cooperação por parte das empresas visadas –, mas a Comissão Europeia acreditará que não há motivos para desconfianças.  Segundo o Jornal de Negócios, a instituição liderada por Jean Claude-Juncker não vai avançar com a averiguação às margens das petrolíferas por considerar que não existem razões que a justifiquem. resultado idêntico, aliás, ao que já havia chegado a AdC em 2009, quando estudou a matéria. Fonte desta entidade revela ao Jornal Económico que do estudo levado a cabo apenas resultaram recomendações à indústria, cuja implementação está atualmente a ser avaliada pelo regulador.

De que forma é que a indústria se defende? 

Não se defende. Contactada pelo Jornal Económico, a APETRO escusou-se a reagir à notícia da recusa de Bruxelas aceitar o pedido de Jorge Seguro Sanches. Da mesma forma, a Entidade Nacional Para o Mercado dos Combustíveis (ENMC), que tem na sua missão “a monitorização do mercado de combustíveis”, não respondeu em tempo útil às questões enviadas por e-mail pelo Jornal Económico.

Na verdade, também não têm grandes razões para se defender, pois o público não reclama dos preços que considera demasiado altos, pelo menos não nos locais apropriados. A ENMC registou, desde maio de 2015, um total de 526 queixas relacionadas com o preço dos combustíveis, um número, por si só, manifestamente pequeno, mais ainda quando comparado com o parque circulante português, que ronda os seis milhões de unidades (dados ACAP). O mesmo se verifica no Portal da Queixa, onde são registadas 55 queixas relacionadas com combustíveis, mas nenhuma delas com o seu preço.

Como são estabelecidos os preços? 

Ainda que não se queixem dos preços elevados, muitos são os condutores lusos que conhecem os preços dos combustíveis, onde eles são mais baratos e quais os descontos que determinadas bombas aplicam e a que dias da semana e/ou mês. Mas poucos sabem como é que os preços são, de facto, criados e quais as componentes variáveis e ficas nesta matéria. É, aliás, a elevada carga fiscal um dos principais argumentos das empresas petrolíferas para os preços estarem tão altos – a ANAREC, associação que representa os revendedores de combustíveis argumenta que as margens são tão pequenas que alguns postos de combustível passam mesmo por dificuldades financeiras –, além das inevitáveis flutuações dos mercados internacionais. Em baixo, damos mais informação sobre tudo o que paga quando vai abastecer.

* Quem é o otário? O Tuga pois claro!

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Imigrante bom, 
imigrante mau

Qual é mesmo o problema do PSD com a Lei da Imigração? João Oliveira do PCP põe o dedo na ferida.

FONTE: LUÍS VARGAS

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ESTA SEMANA NA 
"VISÃO"
Assédio no trabalho 
 O que muda com a nova lei

É proibido assediar “à distância” e passa a haver uma “lista negra” pública das empresas condenadas, que terão de pagar os custos relacionados com os danos infligidos na saúde dos trabalhadores

Foram precisos quatro meses de audições e muitas horas de debate até a nova lei de combate ao assédio no trabalho poder entrar em vigor no dia 1 de outubro. Não é uma revolução, mas percebe-se que o deputado do Bloco de Esquerda José Soeiro, a quem coube coordenar o grupo de trabalho sobre assédio moral na Comissão de Trabalho e Segurança Social, esteja bastante satisfeito com o desfecho.
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Tudo começou com a discrepância entre os casos identificados nos estudos mais recentes e o número irrisório de queixas entradas na CITE (Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego) em matéria de assédio sexual e/ou moral no trabalho – sendo que o número daqueles que chegam aos tribunais ainda é mais residual. Se um em cada seis trabalhadores portugueses já foi alguma vez vítima de assédio moral durante a sua vida profissional como é que as queixas oscilam apenas entre uma e nove por ano? 

Claro que muito pode ser explicado com as relações de poder e, no caso do assédio sexual, com a “lei do silêncio”, mas tornava-se claro que o enquadramento legal não estava a ser eficaz a dar às pessoas a segurança de que valia a pena avançar com um processo.

“O objetivo das alterações [legislativas] é que as pessoas se sintam mais protegidas para fazerem valer os seus direitos”, diz José Soeiro, exemplificando: “A lei não previa nenhum mecanismo de proteção de quem faz as denúncias ou aceita ser testemunha. Era por exemplo possível uma empresa pôr um processo disciplinar sobre a matéria de queixa de assédio, ou a quem tinha testemunhado.”

A proposta de lei, da autoria conjunta do Bloco de Esquerda, PS e PAN, e que o PCP votou favoravelmente, traz outras mudanças significativas.

Para começar, proíbem-se todos os tipos de assédio no trabalho, mesmo aqueles que não se verificam no local de trabalho. Ou seja, tomou-se em linha de conta a hipótese de o trabalhador ser vítima de assédio laboral por email ou telefone.

Também ficou inscrito na lei que, se as falhas no desempenho das funções são decorrentes do assédio, o despedimento é abusivo. “O desgaste faz muitas vezes com que a pessoa deixe de ser capaz de desempenhar as suas funções”, nota o deputado bloquista.

O desgaste leva igualmente com frequência a baixas médicas. Nesse sentido, a nova lei imputa às empresas todos os custos relacionados com as doenças profissionais decorrentes do assédio. “O assédio passa frequentemente por uma estratégia de destruição da pessoa, que a desgasta a tal ponto que acaba por ter doenças”, lembra José Soeiro. “Quando isso acontece, mete baixa e a Segurança Social paga. É uma estratégia que para a empresa é sempre boa; nós [os contribuintes] é que pagamos. Mas, com a nova lei, os custos com as baixas médicas são por conta das empresas.” Note-se que vai ser preciso acrescentar a depressão à lista de doenças profissionais, e que ficou o compromisso de o Governo avançar rapidamente com a regulamentação dessa parte da lei.

Os custos serão também para a imagem das empresas, uma vez que todas aquelas que forem condenadas por assédio passarão a constar de uma “lista negra”. A partir de agora, as condenações têm de ser tornadas públicas no site da ACT (Autoridade para as Condições de Trabalho). É uma sanção acessória obrigatória.

Para esta nova lei concorreram os resultados do estudo desenvolvido no ano passado pelo CIEG (Centro Interdisciplinar de Estudos de Género) do ISCSP, para a CITE. A equipa coordenada pela socióloga Anália Torres verificou que 16,5% da população ativa portuguesa já foi alguma vez vítima de assédio moral durante a sua vida profissional, e 12,6% sofreu uma qualquer forma de assédio sexual no local de trabalho. “São sempre processos devastadores”, nota a especialista, para quem a batalha, agora, passa por divulgar esta lei que na sua opinião vem “dar força na luta contra uma prática gravíssima”.

* Desejamos que os juízes estejam sensíveis à nova lei, muitas vezes o assediado tem poucas hipóteses de apresentar provas ou testemunhos.

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MACIEIRAS



Obrigado ZÉ COUTO

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ESTA SEMANA NA 
"GERINGONÇA"
Passos descai-se e volta 
a assumir intenção de cortar
 600 milhões nas pensões

Depois de meses a fio a tentar desmentir a esquerda, Passos Coelho voltou ontem,(28/09), a admitir a intenção de fazer cortes nas pensões caso fosse governo.
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 Em entrevista à TSF, o líder do PSD foi confrontado com o corte de 600 milhões prometido a Bruxelas em 2015 tendo respondido de forma implícita: “Precisamos de fazer alguma coisa.”

“Precisamos de fazer alguma coisa. Não se trata de apenas uma poupança de 600 milhões, isso foi um valor que na altura da troika era necessário para fechar o objetivo orçamental”

Na mesma entrevista Passos mente ao associar o anúncio do corte de 600 M€ ao tempo da troika. O corte de 600 M€ nas pensões constava do Plano de Estabilidade entregue pelo governo de Passos em Bruxelas em abril de 2015, já depois de terminado o programa de ajustamento.
Apesar dos posteriores desmentidos, a admissão do corte de pensões chegou a ser feita de viva voz pela então ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque. O PSD entrou depois numa azáfama para tentar desmentir a indesmentível intenção de cortar nas pensões chamando-lhe “poupanças”. Depois de mais de dois anos a tentar insistir na narrativa, Passos volta agora a descair-se e assumir o corte.

* Dificilmente voltará a governar, será recordado democraticamente como um carrasco  dos portugueses

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O que faz a UE para ajudar 
os refugiados sírios na Turquia



FONTE: EURONEWS

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HOJE NO 
"RECORD"
Cadeiras pelo ar, agressões e petardos
 na assembleia geral do Benfica

'Vice' e secretário da Mesa foram agredidos no mais concorrido ato da ‘era Vieira’. Corpo de intervenção da PSP chamado

Os responsáveis encarnados já esperavam uma forte adesão dos sócios à assembleia geral (AG) ordinária de ontem à noite, mas os ânimos exaltaram-se ao ponto de terem existido insultos e até agressões a responsáveis do clube. O vice-presidente da mesa da AG, Virgílio Duque Vieira, e o seu primeiro secretário, Jorge Arrais, sofreram na pele a contestação dos sócios e o cenário só veio a acalmar com a posterior chamada do corpo de intervenção da PSP, já depois do reforço do dispositivo policial.
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O momento em que um sócio do Benfica confrontou a Mesa cara a cara

Uma vez que Luís Nazaré pediu escusa – está em campanha eleitoral na corrida pela mesa da assembleia de freguesia de Alvalade –, Duque Vieira foi o responsável máximo pela condução do ato. E quando um sócio lhe dirigia críticas, o dirigente interrompeu-o: "Ainda não perceberam que sou eu quem manda aqui." As palavras tiveram efeito imediato e várias dezenas de adeptos precipitaram-se para a mesa, tendo Duque Vieira sido agredido com uma chapada. O ambiente incendiou-se e uma das várias cadeiras que já andavam pelo ar acertou em Jorge Arrais, 1º secretário da mesa da AG. O dirigente voltou aos trabalhos, mas já com gelo na face.

Refira-se que, durante esta fase de maior tumulto, até petardos foram deflagrados no pavilhão. Complicado foi também o clima para Duque Vieira, que a cada posterior intervenção via os sócios pedirem a sua demissão.

Luís Filipe Vieira contestado
Outra das tónicas dominantes na AG de ontem passou pelo facto de as intervenções com críticas para com o planeamento da época de Luís Filipe Vieira terem sido sempre muito aplaudidos, enquanto os discursos elogiosos foram maioritariamente assobiados pelos cerca de 1400 sócios presentes – esta foi, aliás, a mais concorrida AG desde que Vieira assumiu a presidência do clube, em 2003. "Benfica é nosso" foram palavras de ordem muito repetidas e o responsável máximo das águias foi até confrontado cara-a-cara por um sócio, tendo um outro insultado a Mesa antes de proceder à sua intervenção.

O ‘vice’ Nuno Gaioso também foi insultado na hora em que apelou à calma antes da votação, dizendo que o Benfica "tem uma equipa muito competitiva". Grande parte dos presentes, diga-se, mostrou-se a favor de Rui Costa e Nuno Gomes.

* Ficamos sempre tão sensibilizados com o grau de civismo e educação patentes nas AGs dos clubes.
É de homem!

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 HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
ANA avisa passageiros para 
chegarem mais cedo ao aeroporto

A ANA - Aeroportos de Portugal emitiu hoje um aviso aos passageiros para tentarem chegar mais cedo ao aeroporto no domingo quando viajarem para o Reino Unido, Rússia e países não europeus, devido a uma redução de efetivos.
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O motivo, segundo a empresa, é uma reunião que o Sindicato dos Inspetores de Inspeção Fiscalização e Fronteiras (SIIFF) vai realizar entre as 06:00 e as 09:00 com os trabalhadores da Direção de Fronteiras de Lisboa (DFL), com impacto também no Aeroporto Humberto Delgado.

De acordo com a ANA, estará assim reduzido o efetivo a laborar na primeira linha de controlo da fronteira.

A empresa recomenda a chegada ao aeroporto com maior antecedência para "evitar constrangimentos", lê-se na comunicação enviada às redações.

* À atenção de quem viaja mas antes cumpram o dever cívico de votar.

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PSICOLOGIA
DAS CORES


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1383
Senso d'hoje
IVONETTE BALTHAZAR  
CIDADÃ BRASILEIRA 
TRANSPLATADA CARDÍACA 
"A brasileira que corre com
o coração de um coacher alemão"



FONTE: AFPBrasil

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ESCOLHAS DE SÁBADO

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COMPRE JORNAIS 
E REVISTAS









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 Curiosidades das formigas


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BOM DIA


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10-TEATRO
FORA "D'ORAS"

XII-MALDITA  
COCAÍNA






FONTE: ricardomoco


* "Maldita Cocaína" foi o espectáculo que Filipe La Féria estreou no recém-remodelado Teatro Politeama, em 1993. Escrito e encenado por Filipe La Féria, e com música do maestro Nuno Feist, tratou-se do primeiro musical português plenamente original e constituiu uma magnífica obra-prima a nível de criatividade, inovação e qualidade. Contou com um elenco de luxo, com verdadeiros monstros do espectáculo português: Simone de Oliveira, Carlos Quintas, Rita Ribeiro, Ruy de Carvalho, Manuela Maria, Varela Silva, Vera Mónica, Henrique Feist, Wanda Stuart (a grande revelação deste musical), Fernando Heitor, José Manuel Rosado, Helena Afonso, Camané, Joaquim Monchique, Manuel Coelho, João Baião, ...


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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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VII~MEGA FÁBRICAS

1- BACARDI



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"


Presidente da NAV Portugal apresentou
.demissão e ministro aceitou

O presidente do Conselho de Administração da NAV Portugal, Albano Coutinho, apresentou esta sexta-feira a sua demissão do cargo, que foi aceite pelo ministro, disse à Lusa fonte do Ministério do Planeamento e Infraestruturas.
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“A demissão foi apresentada hoje e o ministro já aceitou”, disse à agência Lusa fonte do Ministério do Planeamento e Infraestruturas, não adiantando os motivos que estiveram na origem do pedido de demissão.

O tenente-coronel Albano Manuel Carvalho Coutinho assumiu a presidência da NAV em 1 de julho de 2016.

Albano Coutinho foi, desde 2010, inspetor de navegação aérea na Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC), e substituiu na NAV Luís Coimbra, cujo mandato como presidente da gestora do espaço aéreo português terminou em 2015.

A NAV Portugal é a empresa responsável pelos serviços de tráfego aéreo em Portugal.

 * A "NAV PORTUGAL" é uma das poucas "slot machines" do Estado português, dá dinheiro p'ra burro.
Estamos a assistir a uma nova onda de contrafacção de licenciaturas, tudo gente séria!

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IV-MISTÉRIOS
EXTRATERRESTRES
2- APARIÇÕES


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"RECORD"
Sergiu Oleinic conquista a medalha de prata no Grand Prix de Zagreb

O judoca português Sergiu Oleinic conquistou esta sexta-feira a medalha de prata no Grand Prix de Zagreb, num primeiro dia de competição em que os portugueses Maria Siderot e João Crisóstomo terminaram em quinto.
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Em -66kg, Oleinic venceu o alemão Marcel Bizon, o francês Alexandre Mariac e o turco Sinan Sandal, antes de perder na final com o japonês Yuuki Hashiguchi. Na mesma categoria de peso, João Crisóstomo bateu o belga Jurgen Aleksanyan, o moldavo Denis Veru, antes de ser derrotado pelo russo Anzaur Ardanov nos quartos de final. Na repescagem, Crisóstomo venceu o alemão Manuel Scheibel, mas acabou por ser vencido por Sinan Sandal.

Em -48kg, Maria Siderot derrotou a italiana Francesca Milani e a brasileira Gabriela Chibana, antes de perder com a sérvia Milica Nikolic nas meias-finais. Na luta pela medalha de bronze, Siderot acabou por ceder perante a francesa Lucilie Duport. Na mesma categoria, Joana Diogo perdeu logo no primeiro combate, frente à japonesa Hiromi Endo, que viria a conquistar o ouro.

Em -52kg, Mariana Esteves foi batida na estreia, com Gonçalo Mansinho a cair na segunda ronda dos -60kg.

* O nosso judo vai bem, precisa de mais fundos e bem aplicados. Os atletas são admiráveis pela determinação  e sacrifício.

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I-ARMAS E TÁCTICAS
4-Rifle de Franco Atirador



FONTE: Universo do Documentário

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores. 
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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Sofia Vala Rocha:
"Passos matou PSD em Lisboa, 
é homicídio qualificado"

É a quinta da lista do PSD à Câmara Municipal de Lisboa, mas não se coíbe de dizer que Teresa Leal Coelho não sabe nem gosta de fazer política. A dois dias das eleições, acusa Passos Coelho de ter matado o partido na capital. E diz que é preciso assacar responsabilidades no domingo.

É a número cinco da lista do PSD à Câmara de Lisboa, mas não se inibe de criticar o modo como está a ser conduzida a campanha.
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GLAMOUROSA
A minha crítica tem que ver com o facto de achar que nesta campanha houve erros de estratégia, de análise e de escolhas de pessoas em Lisboa. Esta campanha não foi preparada como devia ter sido porque não lhe foi dada a devida importância. Pedro Passos Coelho, depois de não ter mantido o governo em 2015, pensou que ia voltar rapidamente ao poder e, portanto, achou que as autárquicas não eram uma eleição importante e não era importante a eleição em Lisboa.

Refere-se nomeadamente à cabeça--de-lista, a Teresa Leal Coelho?
Não só, mas também. O problema é que Passos Coelho quando achou que ia fazer governo rapidamente viu no CDS um parceiro e não quis tomar as decisões que se impunham e que eram de autonomia estratégica da candidatura do PSD em Lisboa. Eu considero que Pedro Passos Coelho matou o PSD em Lisboa e foi um homicídio qualificado.

Mas se pensa isso, porque aceitou integrar a lista e porque não saiu já?
Faço parte da lista porque passei os últimos quatro anos aqui, na Assembleia Municipal, a trabalhar pelo PSD, para o bem do PSD, mas sobretudo para o bem da cidade e dos lisboetas. E o que o PSD fez foram coisas com muito valor: impôs-se no processo da Segunda Circular, conseguiu impedir que esse concurso fosse para a frente, porque Fernando Medina teve medo das críticas; alertou sempre para a ilegalidade e a inconstitucionalidade da taxa de proteção civil; para os problemas de trânsito; para o papel da EMEL, que é um papel de confisco para pagar a Carris; e avisou que a Carris desta forma gerida pelo município vai endividar-se e não será capaz de prestar um bom serviço aos cidadãos. E esse papel, em que eu tive ocasião de intervir, de defesa de Lisboa e dos cidadãos, dos moradores e das pessoas que cá trabalham, nada disso se veio a refletir no que foi a campanha. Mas quando me fizeram o convite pensei naturalmente que essas seriam as bandeiras do PSD, e não foram.

Mas os problemas começaram só nesta campanha?
Não começaram. Começaram muito atrás, quando em 2015 o PSD passa para a oposição e não aproveitou essa ocasião para preparar as autárquicas. Se a ideia quando Teresa Leal Coelho foi a número dois de Fernando Seara já era que seria a candidata em 2017, então todo o mandato devia ter sido pensado nesse sentido, e não foi. Desse ponto de vista, o PS está a fazer muito melhor. Desde o início, António Costa preparou Fernando Medina para ser número dois e, neste momento, Medina já preparou o seu sucessor se quiser ou se tiver de abandonar a câmara municipal, que é Duarte Cordeiro. O PSD não fez isso. Ou seja, se neste momento houver um problema e houver necessidade de eleições antecipadas na Câmara de Lisboa, eu pergunto: quem é que vai protagonizar uma candidatura pelo PSD? A estratégia não tem sido de dar frutos a longo prazo. Defendo o que Rui Rio fez em Braga, era um jovem e foi tentando, tentando, até conseguir ganhar a câmara. Há um problema de falta de estratégia e o responsável é o presidente do partido.

A campanha de Teresa Leal Coelho em Lisboa foi mal sucedida?
O PSD devia ter pensado se podia candidatar uma pessoa que manifestamente não gosta de fazer política, não sabe fazer política, não gosta de debater, não gosta de ir à televisão e não gosta de confrontar adversários.

Se eventualmente a candidata do CDS ficar à frente da do PSD, que consequências internas isso terá?
Grave é o PSD em Lisboa não concorrer para ganhar. Concorrer para um segundo lugar já é muitíssimo mau. Se ficar em terceiro ainda é pior. Não me importava que o PSD fosse terceiro nestas eleições se tivesse sido escolhida uma equipa exatamente como o exemplo que já dei do Ricardo Rio em Braga, de jovens ou de pessoas que fossem o futuro, que não ganhasse agora mas que ganhasse daqui a quatro anos, mesmo com 10% ou 15% nestas eleições.

E o presidente do partido deve ser responsabilizado na noite das eleições se o resultado for muito mau em Lisboa?
A responsabilização em relação a Lisboa tem de ser feita porque já em 2013 o partido devia ter feito essa análise, já que os resultados foram metade em Lisboa do que tinham sido em 2009. E não fez porque teve em conta o superior interesse nacional e tínhamos a troika e éramos governo. Mas neste ano toda a gente achou que não haveria nada que impedisse o PSD de ter uma solução ganhadora. Se o PSD tiver um mau resultado, não é um problema de se responsabilizar Pedro Passos Coelho, é a ele e a estratégia para evitar que no futuro ela volte a repetir-se. Em relação ao líder do PSD também há uma questão que tem de ser dita: em Lisboa, o presidente da distrital, Pedro Pinto, e a candidata Teresa Leal Coelho, que foram escolhas para a distrital e para a Câmara Municipal de Lisboa, são amigos e companheiros de sempre, são as pessoas com as quais ele começou o percurso no PSD e na liderança. Depois de sete, quase oito anos, está exatamente na mesma como quando começou e os resultados do PSD em Lisboa a piorar de dia para dia. Há dias, Passos disse que em Lisboa o PSD não estava a lutar pela sobrevivência, o problema é que está. E as responsabilidades vão ter de ser assacadas.

O facto de Passos já ter anunciado a recandidatura à liderança é para estancar essa análise?
É, certamente. Estamos em campanha e Passos declara aberto o processo de sucessão interno dentro do PSD, em segundo lugar diz que é candidato e em terceiro anuncia um Conselho Nacional no dia 3 de outubro para discutir isto. Depois de dizer que está aberto o processo eleitoral e que ele é candidato, já ninguém se vai preocupar muito em discutir aquilo que se passou.

E as notícias de que Rui Rio estaria a preparar uma candidatura à liderança do partido, acredita que irá acontecer?
Não sei vai ou não, mas não estou muito interessada no discurso da luta pela liderança se ela servir pura e simplesmente como fuga para a frente.


* Já a seguir as respostas assanhadas de dois vice-presidentes da bancada parlamentar do PSD, os senhores Carlos Abreu Amorim e Sérgio Azevedo.



"Baixa e Vil" e "idiota útil". 
Vices da bancada do PSD respondem
 a Sofia Vala Rocha

"Aproveitar o último dia de campanha para achincalhar a líder dessa sua lista e atacar o presidente do seu partido é mau demais"

"Eu considero que Pedro Passos Coelho matou o PSD em Lisboa e foi um homicídio qualificado", afirmou Sofia Vala Rocha, quinta da lista dos sociais-democratas à capital. Foi uma das frases mais fortes de uma entrevista ao DN onde teceu duras críticas, não só ao líder do partido, como a Teresa Leal Coelho, número um da lista de que faz parte.
OH!-CARLOS ABREU AMORIM
Agora, surgem as reações, com dois vice-presidentes da bancada parlamentar do PSD, Carlos Abreu Amorim e Sérgio Azevedo, a usarem o Facebook para criticar Sofia Vala Rocha.
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"A ambição mata, na política e na vida. Mas ver alguém que integra uma lista autárquica aproveitar o último dia de campanha para achincalhar a líder dessa sua lista e atacar o presidente do seu partido é mau demais. Se a senhora pensava isso tudo nunca deveria ter aceitado o lugar de candidata; ou já o deveria ter abandonado e guardado os seus acintes para depois das eleições. Fazer o que agora fez revela-a mais do que devia. Aconteça o que acontecer no PSD e no país, nunca mais ninguém confiará minimamente em quem foi capaz de perpetrar, no dia de hoje, uma coisa tão baixa e tão vil", escreveu Carlos Abreu Amorim.
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À JANELA, RUMO 
À CHINA, CONVIDADO
DA HUAWEI
Já Sérgio Azevedo, na mesma rede social, escreveu: "Existem coisas sobre as quais não podemos ficar indiferentes. Porque a indiferença sobre certas coisas dá azo a uma certa medida de aquiescência ao disparate e à prejudicialidade objetiva tão presente nos últimos tempos e tão desejada por vários. Dar uma entrevista nas vésperas de uma eleição autárquica a desancar o líder do PSD e a candidata Teresa Leal Coelho e ao mesmo tempo ser candidato nessa eleição é um exercício cósmico. Para não dizer repugnante"

"No fundo é servir de expediente, atabalhoado e pateta, aos interesses daqueles militantes do PSD, sejamos claros, que desejam um falhanço do seu próprio partido pois só assim podem almejar a conquista do seu poder interno. É ser-se, como se costuma dizer, idiota útil. O idiota útil acaba sempre por revelar mais sobre si do que o grupo ou o interesses para quem vai prestando serviço. E isso é bom. É bom porque revela intenções e prioridades. A minha eu sei qual é. Um bom resultado do PSD em Lisboa e ajudar Passos Coelho a voltar a ser Primeiro-ministro. É assim desde 2008", acrescentou.

* *Aguardamos com alguma expectativa que venha ao menos uma boa notícia daquela casa da Lapa.

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