30/03/2020

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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141-SUBTILEZAS

A sua memória é boa?



RESUMO ANIMADO

FONTE:   Minutos Psíquicos

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1.KONTAKTHOF

Por  PINA BAUSCH


Este extraordinário bailado foi dividido em 14 vídeos a serem editados todas as segundas-feiras.

O presente artigo pretende contextualizar o trabalho da coreógrafa e bailarina alemã, Pina Bausch (1940-2009), referência mundial do Tanztheater. 
Nosso recorte foca na análise da utilização do gestual quotidiano na obra de sua autoria Kontakthof
O espetáculo cênico foi criado em 1978 com bailarinos do Tanztheater Wuppertal e sua construção girou em torno dos conflitos inerentes às relações humanas, relações de poder, de carinho, de submissão, de descoberta e de exposição. 
Realiza-se uma análise das formas de utilização do gestual cotidiano no espetáculo cênico que no ano 2000 teve uma remontagem com senhores e senhoras maiores de 65 anos, e em 2008 com alunos das escolas públicas da cidade de Wuppertal, todos sem nenhuma experiência profissional em dança. Suporta teoricamente este artigo as abordagens de autores como: Stanislavski, Brecht e Gil em diálogo com outras obras cênicas de Bausch.

Por Marina Milito de Medeiros, Sayonara Pereira


FONTE:  Hvanngil

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  HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Adolescente de 14 anos infetado com coronavírus morreu de meningite

Vítor Godinho perdeu a vida no Hospital de Santa Maria da Feira.

Foi esta segunda-feira revelada a causa da morte do adolescente de 14 anos infetado com coronavírus. Vítor Godinho, que perdeu a vida este domingo no Hospital de Santa Maria da Feira, morreu de meningite.

'Vitinho', como era conhecido, residia com a família em Maceda, Ovar. A morte do adolescente deixaram a população em choque.

Recorde-se que a criança tinha um quadro clínico geral de outras patologias, como psoríase, mas o seu estado de saúde agravou-se no passado sábado, recorrendo ao Hospital de Santa Maria da Feira, sem estar previamente relacionado com a Covid-19.

Face à gravidade da situação, foi logo encaminhado para os Cuidados Intensivos, sendo-lhe feito teste a possível infeção por coronavírus, que acabou por dar positivo. Vítor não resistiu.

* A morte de um jovem é sempre para lamentar e não deve ser alvo de aproveitamento  mediático.
Tal como uma "criminologista" (?) que acusou a Autoridade de Saúde de dar falsa esperança.
À família as nossas condolências.

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MINUTOS DE
CIÊNCIA/274

#FiqueEmCasa e 
Lave as Mãos #Comigo 



FONTE:  Matemática Rio com Prof. Rafael Procopio

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HOJE NO 
"OBSERVADOR"
OMS volta a avisar que o coronavírus 
não se transmite pela via aérea

Numa revisão científica publicada este domingo, a OMS adverte que os estudos que apontam para a transmissão por via aérea foram feitos em laboratório e não refletem as condições reais da tosse humana.

O coronavírus responsável pela doença Covid-19 não se transmite através do ar, insistiu este fim de semana a Organização Mundial da Saúde (OMS). “O coronavírus é sobretudo transmitido através de gotículas geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou fala”, escreveu a OMS num alerta divulgado através das redes sociais.
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“Estas gotículas são demasiado pesadas para ficar suspensas no ar. Rapidamente caem no chão ou em superfícies”, lê-se nesse alerta. “Pode ser infetado ao respirar o vírus se estiver a menos de um metro de uma pessoa que tem Covid-19, ou ao tocar numa superfície contaminada e depois tocar nos olhos, nariz ou boca antes de lavar as mãos.”

“Para se proteger, mantenha pelo menos um metro de distância dos outros e desinfete as superfícies que são frequentemente tocadas. Lave regularmente bem as mãos e evite tocar nos olhos, boca e nariz”, conclui o aviso divulgado pela OMS neste fim de semana.

O alerta surge na sequência de uma revisão científica publicada este domingo pela OMS sobre os modos de transmissão do vírus, na qual a organização adverte para que alguns estudos que apontam para a transmissão pela via aérea sejam olhados com cautela.

“As infeções respiratórias podem ser transmitidas através de gotículas de diferentes tamanhos”, lê-se nessa revisão. “Quando a as partículas têm entre 5 e 10 micrómetros de diâmetro, são consideradas gotículas respiratórias, e quando têm menos de 5 micrómetros de diâmetro, são consideradas núcleos de gotículas. De acordo com a evidência científica atual, o vírus da Covid-19 é maioritariamente transmitido entre pessoas através de gotículas respiratórias e rotas de contacto. Numa análise de 75.465 casos de Covid-19 na China, a transmissão pela via aérea não foi reportada.”

A transmissão pela via aérea, destaca a OMS, “é diferente da transmissão pelas gotículas, uma vez que se refere à presença de micróbios dentro de núcleos de gotículas, que são genericamente consideradas como partículas com menos de 5 micrómetros de diâmetro, podem manter-se no ar durante longos períodos de tempo e podem ser transmitidas a outras pessoas a distâncias maiores que um metro”.

A OMS fala também de um estudo publicado recentemente no New England Journal of Medicine, no qual os investigadores concluíram que é possível o coronavírus responsável pela Covid-19 estar presente também nas partículas mais pequenas, que são transmitidas pela via aérea.
Naquele estudo, sublinha a OMS, os aerossóis foram gerados através de equipamento de “alta potência que não reflete as condições normais da tosse humana” — ou seja, a máquina utilizada para pulverizar o vírus e o transformar em partículas minúsculas não corresponde àquilo que a tosse humana é capaz de fazer.

A OMS alerta por isso que estudos como este devem ser analisados com precaução e sempre tendo em conta que foram realizados em condições laboratoriais. Ainda assim, é recomendada a proteção da via aérea em situações concretas em que, pela análise do risco, o perigo de contágio seja mais elevado — nomeadamente em procedimentos médicos.

* Até revistas científicas querem baralhar as pessoas já suficientemente assustadas, um negócio indecente!

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XLIV - MEGA MÁQUINAS

2-CORVETTE ZR1



O título da rubrica MEGA MÁQUINAS não se conforma apenas com as enormes dimensões de algumas que temos exibido, abrange todas as que têm MEGA INFLUÊNCIA nas nossas vidas.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


FONTE: Mega Buques
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HOJE NO 
"RECORD"
O polémico hotel de luxo na Suíça que oferece um serviço covid-19: reservas continuam a aumentar 

Se optar por 14 dias no Le Bijou pode gastar até 25 200 euros só com a dormida

O que o dinheiro não compra? Há muitas respostas a esta pergunta e esta é uma delas. 
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Na Suíça parece que nem o avanço da pandemia do novo coronavírus refreou o hotel de luxo Le Bijou, em Zurique, a encerrar as portas. Muito pelo contrário: está a funcionar e lançou um novo pacote, o Serviço Covid-19. 

Além da estada, que varia entre os 700 euros e os 1800 euros por noite, os hóspedes podem escolher serviços extra como testes ao novo vírus por cerca de 450 euros. 

* Os donos deste hotel gozam com a tristeza e a infelicidade dos povos de mais de 200 países do mundo, é uma afronta. Desejamos-lhes uma luxuosa e mortal infecção!

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MIA COUTO

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O filho perpétuo

A guerra carregou as pessoas, os seus próprios filhos desapareceram como se fossem ondas, nuvens, plumas sem peso. A guerra é um mar que se afoga sozinho. Foi pelo regresso do mar que Baraza pediu a Deus pelo dia de hoje 

Baraza senta-se num velho tronco da mangueira. Ocupa aquele assento com a gentileza de uma sombra. Do outro lado do terreiro, à distância de uma vida, fica a improvisada maternidade da aldeia: quatro estacas de madeira sustentando uma casota de capim e adobe. Baraza espera que a sua mulher, Farai, dê à luz aquele que será, jura ele, o último dos seus filhos. Proclama alto essa certeza como se decretasse o fim de toda a humanidade.

Sentado nesse velho tronco, Baraza vai afiando o silêncio. Com essa lâmina ele irá golpear o tempo da espera. No casebre em frente abre-se, enfim, uma porta e emergem as parteiras cantando. É um rapaz, conclui. Se fosse uma menina elas dançavam. É assim que se procede na sua aldeia.
– Não entre já – manda uma das parteiras. – Deixe que os ossos da criança sequem mais um pouco.
– O parto já aconteceu – diz uma outra. E acrescenta – Mas esse menino ainda continua a nascer.
Baraza volta a sentar-se, surpreendido com a docilidade com que aceita as ordens das parteiras. Há momentos em que devemos obedecer às mulheres. Este é um deles, condescende ele. Retira do bolso uma velha garrafa de tontonto. Ergue a cabeça, leva a garrafa à boca. Enche os olhos de sol enquanto a garrafa se foi vazando. Quando os lábios se tornam vidro, Baraza faz estalar a língua nos dentes. Se a intenção era impressionar alguém, melhor teria sido ter ficado quieto. Não há ninguém naquele terreiro. Passam-lhe pela cabeça os seus cinco filhos. Todos nascidos naquele mesmo casebre, daquelas mesmas mãos, daquele mesmo ventre.

Os filhos estão a levar-me o rosto, pensa ele, fazendo deslizar os dedos pelas rugas da testa. Das vezes anteriores, aquele terreiro estava cheio de gente, a espera tinha sido partilhada. A guerra carregou as pessoas, os seus próprios filhos desapareceram como se fossem ondas, nuvens, plumas sem peso. A guerra é um mar que se afoga sozinho. Foi pelo regresso do mar que Baraza pediu a Deus pelo dia de hoje.

As parteiras finalmente se retiram. Passam por ele e executam uma espécie de vénia. Uma delas sugere que regresse no dia seguinte. Não se visita no escuro quem acabou de nascer. Baraza faz de conta que escuta. E permanece calado e quieto como se fosse feito da madeira do assento.

Deixa que a noite ganhe peso, aproxima-se da maternidade e abre a porta sem ruído. Quase tropeça na mulher, deitada numa esteira que ocupa todo o quarto. Está adormecida, vencida pela exaustão. Baraza ajoelha-se para separar o menino dos braços da mãe. Esforço vão. Não são braços que fundem os dois corpos. São lianas de uma árvore que sangra.

Confirma então aquilo que suspeitava: o filho era defeituoso. Tão escasso de tamanho que os dedos do pai se assustam e recuam no escuro. Como se diz na sua aldeia: há crianças que têm raízes nas pedras. E é mais a raiva do que a tristeza que faz Baraza crispar as mandíbulas.

De repente, ele se ergue, decidido. Embrulha o menino num pano, coloca-o num caixote e leva-o para fora do casebre. Atravessa os escuros atalhos até chegar ao pátio da casa onde reside. Amarra o caixote ao selim da sua velha bicicleta, toma a estrada de areia que vai até à cidade. No caminho, várias vezes parece escutar um choro ténue vindo das estranhas da caixa. Detém-se, preocupado.

Uma criança chorando no meio da noite terá a sua voz para sempre tomada pelas feiticeiras. Depois, volta a ficar tranquilo. Aquele pranto não passa de uma ilusão. Não é possível que o filho saiba chorar. Aquele recém-nascido ainda não começara a viver.

Uma semana depois, Baraza regressa à aldeia. Veio pedalando célere para chegar antes do fim do dia. Sabia que a esposa estaria dentro de casa, deitada como a tinha deixado na maternidade. Estava certo de que Farai não daria conta da sua chegada. As casas da aldeia não possuem janelas. As paredes são tão espessas que apenas os parentes as atravessam. Para isso, porém, é preciso que a travessia aconteça durante o dia. À noite, as paredes tornam-se ainda mais espessas. É por isso que ninguém chega depois do pôr do sol.

É nessa hora do poente que Baraza entra em casa junto com a bicicleta. Amarra-a nas traves do tecto com nós tão apertados como se nunca mais a fosse usar. Da penumbra emerge um fio de voz.

– Onde fostes, marido?
O homem não responde. Junto à fogueira prepara um chá. Sopra na chávena de alumínio, os olhos enevoados pelo vapor.
– Onde está o meu filho? – pergunta a mulher.

– Entreguei-o.
– A quem?
– A uma enfermeira. Uma do hospital. Disse-me que tratava dele.
– Conhecia essa enfermeira?
– O que interessa isso?
– Porque o levou de mim?
– Não fui eu quem o levou. Você sabe disso, mulher.

Farai levanta-se e pontapeia a chaleira. E logo se arrepende. Pede desculpa, diz que foi sem querer, que tropeçou. Está cansada. Não dorme há dias, o seu corpo ainda parece estar em trabalho de parto. O marido levanta-se para recolher a chaleira e volta a colocá-la sobre as pedras da fogueira.

– Quero ver essa mulher – declara Farai.
– Que mulher?
– Essa que ficou com o meu filho…
– Nunca mais me peça tal coisa.

Em silêncio, Baraza reúne pedaços de lenha e volta a acender o fogo. A mulher acena com a cabeça como se o homem lhe tivesse falado. E começa a preparar a refeição. Depois, o homem come sozinho enquanto a mulher o contempla. Sem dizer palavra, Farai estende a esteira para que, saciada a fome, ele se deite e repouse. Veio de longe, o marido. Veio empurrando o seu próprio corpo do outro lado do rio.

Quando o homem já dorme, Farai deita-se na mesma esteira. Enrosca-se no dorso de Baraza, esse é o seu modo de se ir embora. Porque é ela a enfermeira. É ela a mulher. É ela a mulher a quem o marido entregou o seu filho perpétuo.

IN "VISÃO"
27/03/20

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SEM ALARME
Quem nos enviou este vídeo é digno de credibilidade, os intervenientes no vídeo absolutamente insuspeitos. Não há necessidade de ser alarmista mas existe a conveniência de divulgar esta peça, faça-o por favor.




* Obrigada JCS por este aviso.

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2229.UNIÃO



EUROPEIA


PORTUGAL
GOVERNO DA REPÚBLICA



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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Suspensão do pagamento ou empréstimo: as medidas do Governo para as rendas

Proposta do Governo cria uma moratória ao pagamento de renda para quem sofra uma redução de pelo menos 20% nos rendimentos. Medida abrange habitação e estabelecimentos comerciais. Inquilinos e senhorios também podem pedir um empréstimo ao IHRU.

Os arrendatários que tiverem uma quebra superior a 20% nos rendimentos do agregado familiar ou que atinjam uma taxa de esforço superior a 35% vão ter uma moratória ao pagamento da renda até ao mês subsequente ao fim do estado de emergência. A partir dessa altura as mensalidades que ficam em atraso terão de ser pagas durante os 12 meses seguintes. Após um ano, caso os valores não tenham sido repostos, o senhorio poderá avançar com a resolução do contrato de arrendamento.
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"O senhorio só tem direito à resolução do contrato de arrendamento, por falta de pagamento das rendas vencidas nos meses em que vigore o estado de emergência e no primeiro mês subsequente, se o arrendatário não efetuar o seu pagamento, no prazo de 12 meses contados do termo desse período, em prestações mensais não inferiores a um duodécimo do montante total, pagas juntamente com a renda de cada mês", refere uma proposta de lei que deu entrada esta segunda-feira na Assembleia da República e que tinha sido aprovada em Conselho de Ministros na passada semana. A medida aplica-se às rendas vencidas a partir do dia 1 de abril.

Além da moratória, os inquilinos poderão também pedir um empréstimo "sem juros" ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) para ajudar ao pagamento da renda. De acordo com o texto, podem optar por esta via os "arrendatários habitacionais e os fiadores de estudantes arrendatários sem rendimentos do trabalho" que tenham sofrido cortes significativos nos rendimentos. Mas o montante do empréstimo não será sobre o valor total da renda: aplicada uma taxa máxima de esforço de 35% ao agregado familiar (percentagem do rendimento que é usada para pagar a renda), o IHRU empresta o dinheiro que faltar para completar o valor da mensalidade devida ao senhorio. A proposta determina que o rendimento restante do agregado nunca pode ser inferior ao Indexante de Apoios Sociais (IAS) que é, atualmente, de 438 euros.

A possibilidade de empréstimo também é disponibilizada, igualmente sem juros, aos senhorios que vejam o seu rendimento baixar significativamente devido ao não pagamento de rendas - se os inquilinos não recorrerem ao IHRU, poderão ser os proprietários a fazê-lo, recebendo desta forma a renda que não está a ser paga pelo inquilino.

"Permite-se que o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana conceda empréstimos para pagamento de renda a estes arrendatários [que sofram perda de rendimentos], garantindo-se deste modo um auxílio que permita às famílias o pagamento da renda devida e, deste modo, manter a estabilidade do seu agregado habitacional, e aos senhorios manterem o rendimento dos seus imóveis arrendados. Bem assim, semelhante apoio será estendido a senhorios que sejam colocados em situação de carência económica devido à falta de pagamento de rendas pelos seus arrendatários", justifica a proposta de lei.

As medidas também se aplicam ao arrendamento não habitacional, visando os estabelecimentos que encerraram ou viram suspensa a sua atividade normal devido à pandemia provocada pelo novo coronavírus. Também nestes casos o arrendatário "pode diferir o pagamento das rendas vencidas nos meses em que vigore o estado de emergência e no primeiro mês subsequente", tendo que repor o valor em falta nos "12 meses posteriores ao término desse período, em prestações mensais não inferiores a um duodécimo do montante total, pagas juntamente com a renda do mês em causa.

* A medida parece justa mas além de mal parida será ineficaz, os arrendatários não vão ter  num ano capacidade para saldar dívidas. Não enganem nem proprietários nem inquilinos honestos.
A banca já esfrega vampiricamente as mãos, isto só lá vai com dinheiro verdadeiramente dado.
As crises, a vírica e a económica não conhecem o dia da retoma.

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Misterios Revelados

1- Briga Viking


Maurício Souza
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9. Inesquecíveis Viagens
de Comboio

9.4-Passeio pela ÁFRICA DO SUL



* Estas viagens que desfrutaremos são também observação atenta às pessoas com que o viajante se cruza, problemas sociais, conformismo e também ilusões, vai perceber porque as viagens são inesquecíveis.


FONTE: DOCUMENTÁRIOS ptfelicitas

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"
Governo Regional recua e emite 
nota a dizer que quiosques vão
 continuar a funcionar 

A Presidência do Governo Regional esclarece, através de uma nota de imprensa, que o condicionamento do exercício das actividades económicas tem de estar sujeito a várias regras de funcionamento.
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Em relação aos estabelecimentos de comércio de jornais e revistas, determina que se mantenham em funcionamento, assegurando as condições de segurança preventiva de contágio, ficando proibida a permanência de clientes no seu interior, devendo os produtos ser colocados à disposição do público à porta ou ao postigo, evitando aglomerados de pessoas, devendo, designadamente, ser controladas as distâncias de segurança, de pelo menos dois metros, a fim de evitar possíveis contágios.

Recorde-se que ontem o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, anunciou que os quiosques deixariam de vender revistas e jornais, mas hoje, no plenário madeirense, o vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, adiantou que, afinal, estes iriam continuar a comercializá-los.

No que diz respeito às actividades de prestação de serviços com manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos, suas peças e acessórios, o Governo Regional determina que se mantenham em funcionamento, assegurando as condições de segurança preventiva de contágio, ficando proibida a permanência de clientes no seu interior, limitando esta prestação de serviços a todos os casos considerados inadiáveis e urgentes, não pondo em causa a manutenção essencial dos veículos e a segurança rodoviária.

Em relação à actividade da construção civil e obras públicas, adianta que será condicionada toda a actividade pública e privada, única e exclusivamente, às actividades relacionadas com a prestação de serviços, manutenção, preservação de instalações ou infraestruturas relacionadas com o sector da saúde ou cadeias de distribuição, que se mostrem essenciais ou fundamentais na prossecução do objectivo de contenção da disseminação da pandemia covid-19.

* Determinação poucachinha e imprudência!

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Mariza

Chuva


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HOJE NO
"DINHEIRO VIVO"
Mais de 80 detidos e 1565 estabelecimentos fechados

Numa altura em que está a ser já considerado o prolongamento do estado de emergência, sobe para 81 o número de pessoas detidas por não cumprirem as regras de confinamento decretadas pelo governo na sequência da determinação desta medida pelo Presidente da República, há cerca de dez dias.
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De acordo com o Ministério da Administração Interna, além destes casos de desobediência – designadamente por violação da obrigação de confinamento obrigatório e por outras situações de desobediência ou resistência” -, foram ainda encerrados pelas autoridades 1565 estabelecimentos por incumprimento das regras, até às 18.00 de hoje.

“Dando cumprimento às determinações do Decreto que regulamenta o Estado de Emergência, em vigor desde as 00h00 do dia 22 de março, a Guarda Nacional Republicana e a Polícia de Segurança Pública têm vindo a desenvolver uma intensa atividade de sensibilização, vigilância e fiscalização junto da população”, explica ainda o MAI em comunicado. Reforço que, durante este período de Páscoa, passa também pela verificação das saídas para sul. 
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O objetivo é impedir deslocações nesta que é uma altura tradicionalmente de férias e em que muitos rumam ao Algarve. 
“O Ministério da Administração Interna, perante a imperiosa necessidade de todos contribuírem para conter o contágio da covid-19, insiste no cumprimento rigoroso das medidas impostas pelo Estado de Emergência”, lê-se ainda no comunicado.

* Mesmo assim ainda há muitos imbecis que não foram detidos e "empreendedores" vigaristas que querem ganhar dinheiro com prejuízo da saúde pública.

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Portugal bem português

V-História a História África/9
3- Angola 1961, o início do fim



O moderno colonialismo começa com a corrida pela partilha de África entre os impérios e países coloniais europeus. Proibido o tráfico de escravos, tratava-se de ocupar militar e administrativamente os territórios e de os explorar economicamente em novos moldes. É o início do ciclo africano do Império. 

Com autoria do historiador Fernando Rosas, “História a História” regressa aos ecrãs, desta vez exclusivamente dedicada à história colonial portuguesa em África. “História a História África é uma revisitação do colonialismo moderno português desde finais do séc. XIX até 1975, que contempla as políticas coloniais dos vários regimes deste período – Monarquia Constitucional, República, Estado Novo – das resistências a elas e dos seus desenlaces. 

O programa é baseado numa investigação feita em arquivos documentais e audiovisuais e vem inserir-se no debate em curso sobre as políticas coloniais portuguesas no mundo da sua época”, conta o Prof. Fernando Rosas. Filmada em Angola, Moçambique, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Portugal, “História a História África” começa nas guerras de ocupação e nas “campanhas de pacificação”, no século XIX, e atravessa diversas dimensões da história imperial portuguesa: as políticas coloniais da Primeira República e do Estado Novo; os projetos de povoamento branco; as diferentes formas de exploração da mão-de-obra nativa e as políticas segregacionistas; as atrocidades cometidas pela PIDE nos territórios africanos; a manutenção da escravatura; os massacres não reconhecidos oficialmente; a origem dos movimentos de libertação; as grandes obras do império em Moçambique e Angola; a Guerra Colonial; a organização das lutas armadas; a insurreição dos colonos; o retorno. 

Pela mão do historiador Fernando Rosas visitam-se os espaços mais simbólicos e marcantes da história do antigo Império Português. Uma oportunidade única para ficar a conhecer alguns dos episódios da nossa história comum, como nunca antes foi contada. “História a História: África” é o resultado de dois anos de trabalho de investigação própria, recolha de materiais iconográficos e documentais, escrita dos guiões e gravações em África. 
Ao longo de 13 episódios serão abordados temas inéditos em televisão e mostrados locais de difícil acesso.

Um excelente trabalho de investigação  do Prof. FERNANDO ROSAS e uma extraordinária equipa da RTP para a execução desta série.


* Esta é uma compilação de séries pelo  nosso país não apenas pelas perspectivas histórica ou social mas pela recolha de vídeos interessantes de várias origens, actividades e sensibilidades, com diferentíssimos temas que reflectem o nosso quotidiano de modo plural.
Desejamos muito que seja do vosso agrado.


FONTE: Lusotropical

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Alexander Lukashenko
UM ABORTO POLÍTICO


Vários países estão a ignorar 
os riscos da pandemia


FONTE; euronews

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MACAU 20 ANOS/14
ANO 2013



𝗡𝗼𝘀 𝟮𝟬 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗱𝗮 𝘁𝗿𝗮𝗻𝘀𝗳𝗲𝗿𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮, 𝗮 𝗧𝗗𝗠 𝗺𝗼𝘀𝘁𝗿𝗮 𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗶𝗺𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝗻𝘁𝗲 𝗮𝗰𝗼𝗻𝘁𝗲𝗰𝗲𝘂 𝗮𝗼 𝗹𝗼𝗻𝗴𝗼 𝗱𝗲𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗱𝘂𝗮𝘀 𝗱𝗲́𝗰𝗮𝗱𝗮𝘀. 𝗘𝗺 𝗰𝗮𝗱𝗮 𝗽𝗿𝗼𝗴𝗿𝗮𝗺𝗮 𝗲́ 𝗿𝗲𝘁𝗿𝗮𝘁𝗮𝗱𝗼 𝘂𝗺 𝗮𝗻𝗼 - 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟬𝟬 𝗮 𝟮𝟬𝟭𝟵 - 𝗮𝘁𝗿𝗮𝘃𝗲́𝘀 𝗱𝗮𝘀 𝗿𝗲𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝗴𝗲𝗻𝘀 𝗱𝗼 𝗧𝗲𝗹𝗲𝗷𝗼𝗿𝗻𝗮𝗹.

** Aqui todas as segundas às 15 horas


FONTE:  TDM Canal Macau

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A GULA



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219-NO GINÁSIO
Treino Para Aqueles Dias
5 Minutos de Cardio e Abdômen



COM PROFESSORA BIA

UM AVISO SÉRIO:
Quem deseje acompanhar estes exercícios mais exigentes deve ter compleição física adequada, não pretenda ser o Tarzan ou a Jane, não está no cinema.

A Bia ou qualquer pessoa associada ao Home Fit Home não se responsabilizará por lesões ou qualquer dano sofrido após a realização dos treinos exibidos pelo Home Fit Home. Procure assistência médica antes de começar qualquer programa de exercício.



FONTE:  Home Fit Home 

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2291
Senso d'hoje
CLÁUDIO DUARTE
PASTOR EVANGÉLICO
CIDADÃO BRASILEIRO
Dentro de 4 paredes vale tudo?



* Obrigada JCS por este brilhante sermão!

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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS







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BOLA DE NEVE


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