12/06/2018

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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42-ARTE ARRISCADA
INCOMPLETE
Interpretação de:
Audrey Case
Coreografia:
Jacy Royal




FONTE: Royal Flux

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GRANDES LIVROS/50

AUTORES DO MUNDO

1- O INFERNO


Dante Alighieri



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/  
/DA MADEIRA"
Vídeo dá a conhecer novo helicóptero 
.de combate a fogos na Madeira
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O helicóptero de ataque inicial aos fogos florestais chegou na passada segunda-feira à Madeira e hoje ‘viajou’ do Caniçal para o Serviço Regional de Protecção Civil (Cancela) onde amanhã será oficialmente apresentado numa cerimónia que conta com a presença de Pedro Ramos, secretário regional da Saúde.

* Desejamos poucos incêndios e intervenção eficaz nos que eclodirem.

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VII-CARGAS

IMPOSSÍVEIS

1- OS EMBARQUES QUE CARREGAM
A VIDA E A MORTE



FONTE: NAT GEO

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Eurofound avisa que retoma económica não chegou a todos na Europa

A Fundação que monitoriza as condições de trabalho na Europa diz que 2017 foi um bom ano, mas que nem todos beneficiaram. O desafio é requalificar 40 milhões de europeus que estão fora da população empregada.

O emprego superou as expectativas no ano passado. Nunca houve tantas pessoas empregadas e activas no mercado de trabalho europeu. As conclusões são da Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho (Eurofound) que, no entanto, deixa um alerta: os frutos da recuperação económica europeia ainda não chegaram a todos os cidadãos. 
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O aviso consta do relatório "Living and working in Europe - Yearbook 2017" divulgado esta terça-feira. A Eurofound argumenta que é preciso ir além dos indicadores principais para saber exactamente o que está a acontecer no mercado de trabalho actualmente e porquê.

Nessa análise, a Eurofound diz que existem cerca de 40 milhões de cidadãos europeus que estão desempregados, involuntariamente em part-times ou inactivos mas com vontade de trabalhar. E que esse número é superior à oferta de emprego que existe no mercado de trabalho, mas não o será por muito tempo.

A previsão da Eurofound é que, com as mudanças demográficas dos próximos anos, a oferta da força de trabalho vá comprimir. "Isto provavelmente aumentará as oportunidades para os subaproveitados trabalharem o número de horas que desejam trabalhar e, em muitos casos, que têm de trabalhar", refere o relatório. Contudo, será preciso mais do que esse efeito.

A Fundação aconselha os Governos a promover a reintegração dos inactivos que têm vontade de trabalhar. Isto porque "não é sustentável" manter 40 milhões de europeus fora da força de trabalho. A Eurofound admite que este é um "desafio especial para as políticas activas do mercado de trabalho" dos países europeus.
A solução, segundo a Eurofound, passa pelo investimento público em programas específicos, especializados e individualizados para "reorientar pessoas inactivas para o trabalho". Os desempregados de longa-duração e os desencorajados são os que causam maior preocupação à Fundação uma vez que correm o risco de serem "excluídos de forma permanente" do mercado de trabalho.

Sendo 2017 o ano em que foi acordado o Pilar Europeu dos Direitos Sociais, a Eurofound conclui que a melhoria da qualidade de vida não foi transversal a todos os Estados-membros nem a todos os grupos sociais. Isto confirma que "a Europa ainda não está a ser totalmente o instrumento de convergência social" que pretende ser, remata.

* A União Europeia é o mais expressivo  polo de divergência social.

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VI-EXPEDIÇÃO AVENTURA

2- AFRICA ANIMAL
1- GATOS ELEGANTES


COM RICHARD RASMUSSEN

As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Atropelamentos matam 26 pessoas 
.em três meses 

PSP e GNR registam média de 15 pessoas colhidas por dia.

Mais de quinze pessoas são atropeladas todos os dias em Portugal. Só nos primeiros três meses deste ano PSP e GNR registaram 1400 vítimas em 1309 atropelamentos. Deste total, 26 perderam a vida e outras 88 sofrerem ferimentos graves, de acordo com o relatório mais recente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. 
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Esta segunda-feira, com poucos minutos de diferença, um homem e uma mulher foram colhidos mortalmente em Lisboa e no Porto. Mais duas mortes que vão assim engrossar esta estatística negra. 

Na capital, um homem de 55 anos morreu ao ser atingido por um autocarro anfíbio na avenida Infante Santo. Nem o condutor nem os turistas que seguiam no veículo – que faz passeios pelas águas do Tejo – se terão apercebido do impacto da viatura com a vítima. 

O motorista seguiu viagem e foi intercetado pela PSP junto ao Mosteiro dos Jerónimos. O alerta chegou às autoridades pelas 12h15 desta segunda-feira. A vítima foi colhida no sentido descendente da avenida, a cerca de 50 metros de uma passadeira regulada por semáforos. 

O óbito foi declarado pouco depois. 

A Divisão de Trânsito da PSP investiga o caso.

Morta por carro numa passadeira 
Também por volta das 12h00 desta segunda-feira, mas na rua do Campo Alegre, no Porto, Maria Dulce Leal, de 72 anos, foi atropelada na passadeira e não resistiu aos ferimentos. 

A condutora, de 81 anos, permaneceu dentro da viatura, em estado de choque. 

Colisão frontal faz três mortos e dois feridos graves entre Beja e Aljustrel 
Uma colisão frontal entre dois automóveis tirou a vida a dois homens e uma mulher. O acidente ocorreu no domingo à noite, na EN18, entre Beja e Aljustrel, junto à localidade de Penedo Gordo. Do violento embate resultaram ainda dois feridos graves. 

No Renault Mégane perderam a vida Nuno Rato, de 25 anos, e José Oleiro, de 27. Residiam em Selmes, concelho da Vidigueira. Maria Custódia Gonçalves, de 51 anos, natural de Albernoa, em Beja, seguia num Opel Astra e também faleceu no local do aparatoso acidente. 

PORMENORES 
Mortes no local 
Os dados da ANSR referem-se apenas às vítimas registadas pela PSP e GNR que perderam a vida no local do acidente ou a caminho do hospital. 

Militar em estado crítico 
Uma colisão entre uma mota e um trator na ilha de Porto Santo, esta segunda-feira de manhã, deixou o motociclista – militar do Exército – em estado crítico. Foi transferido para a Madeira. 

Colhida por carrinha 
Uma mulher de 70 anos ficou em estado grave após ser atropelada por uma carrinha do gás, esta segunda-feira, em Vilarinho de Cacia, Aveiro. Foi hospitalizada. 

Setúbal lidera lista 
Setúbal, com 26 mortes desde o início do ano, é o distrito com mais acidentes fatais, seguido de Lisboa (23) e Porto (20).

* Com estes números percebe-se porque Portugal não sofre ataques terroristas  vindos do estrangeiro, os da casa satisfazem as encomendas.

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BEGONA INIGUEZ

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A hora da verdade 
para Pedro Sánchez

Em apenas dez dias, Espanha passou a viver um autêntico e inesperado furacão político. Ninguém o previa mas trouxe consigo um novo primeiro-ministro, Pedro Sánchez, a queda do governo conservador de Mariano Rajoy e a sua saída de líder do PP, após a moção de censura apresentada e ganha no Parlamento de Madrid pelo PSOE ter colhido o apoio de todos os outros partidos - do Podemos aos independentistas da Catalunha e País Basco, e aos nacionalistas bascos. Foi um passo histórico na democracia espanhola, por vários motivos. Nunca antes um governo tinha caído numa moção de censura, nunca antes um partido tinha chegado ao poder sem ter ganho as eleições e nunca antes o conseguira com tão poucos deputados na Câmara Baixa, 84 de 350.

Abre-se agora uma difícil mas interessante etapa na governação espanhola, cheia de interrogações e novos capítulos por escrever, com Pedro Sánchez como protagonista, a tentar aproveitar ao máximo a sua última oportunidade de demonstrar aos espanhóis e ao mundo o seu valor com um governo europeísta, feminista - são 11 mulheres com excelentes currículos para seis homens -, que defende a unidade de Espanha com diálogo e aposta numa reforma constitucional.

O caminho está cheio de obstáculos para o novo chefe do governo de Madrid, pelo pouquíssimo apoio parlamentar na Câmara Baixa, a maioria absoluta do PP no Senado (Câmara Alta), as muitas exigências de Podemos, os independentistas catalães e os nacionalistas bascos, que o ajudaram a conseguir derrubar Rajoy, e a férrea oposição parlamentar que preparam tanto o PP como Ciudadanos de Albert Rivera, força política mais prejudicada com a moção de censura de Pedro Sánchez - as sondagens já lhe apontavam vitória nas legislativas.

Ainda que a debilidade do executivo do Sánchez possa converter-se numa vitória nas urnas nas legislativas de finais de 2019 ou início de 2020, se souber aproveitar bem o momento e a qualidade do seu governo - inovador, bem preparado, europeísta e experiente nos temas mais problemáticas e decisivos para Espanha. Disso são exemplo o catalão Josep Borrell como ministro dos Negócios Estrangeiros - ex-presidente do Parlamento Europeu e defensor da unidade de Espanha -; o juiz Grande-Marlaska, profissional muito bem visto na opinião pública espanhola, como ministro do Interior; a galega Nadia Calviño, que até há dias era, em Bruxelas, responsável pelo Orçamento Comunitário, na Economia; e outra catalã de primeira linha, Meritxell Batet - para quem é fundamental "retomar o diálogo com a Catalunha e reformar a Constituição", como declarou na sua tomada de posse - a liderar a Política Territorial e Administração Pública.

A travessia do deserto do PP
Estes não são bons tempos para o PP nem para Mariano Rajoy, que até 1 de junho governou Espanha. Durante seis anos e meio lidando e ultrapassando com sucesso a maior crise económica e bancária que o país enfrentou, mas que não conseguiu resistir ao duro acórdão judicial do caso Gürtel, que levou à condenação do ex-tesoureiro do partido, Luis Bárcenas, e várias pessoas que lhe são próximas, por corrupção e financiamento ilícito - e deixando uma sombra sobre a cabeça do ex-primeiro-ministro, a do seu conhecimento ou não acerca do financiamento irregular do PP.

O triste final de Rajoy, batizado por muitos como o resistente, ao fim de 40 anos de política ativa, primeiro na Galiza e depois em Madrid, chegou como consequência da moção de censura de Sánchez no Parlamento, dias depois de ser tornado pública a sentença do caso Gürtel.

Agora, o PP terá de sobreviver a uma batalha interna para encontrar um novo líder antes do congresso extraordinário de julho. O mais bem posicionado para lá chegar é o presidente da Galiza, Alberto Núñez Feijóo, mas há outros candidatos de primeira linha, como a ex-vice-presidente do governo espanhol, Soraia Sáenz de Santamaría, e a secretária-geral do PP, Maria Dolores de Cospedal. Quem conseguir a eleição, terá em seguida a difícil tarefa de unir um partido muito fragmentao após a queda de Rajoy e de recuperar o eleitorado que passou para o lado do Ciudadanos.

Correspondente Rádio Cadena Cope e jornal La Voz de Galícia

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
11/06/18

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1574.UNIÃO



EUROPEIA




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ONTEM NO
"OBSERVADOR"
“Sou o Charlie e elas os anjos”. 
Acusações de machismo na 
.conferência de media no Estoril

O presidente da Associação Portuguesa de Imprensa foi acusado de machismo durante conferência internacional dos Media, que alertou para os problemas de igualdade de género no jornalismo.

“Sou o Charlie e elas os anjos”. Acusações de machismo na conferência de media no Estoril

O presidente da Associação Portuguesa de Imprensa foi acusado de machismo durante conferência internacional dos Media, que alertou para os problemas de igualdade de género no jornalismo. 
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“Eu sou o Charlie e elas os meus anjos”.”Eu não sei se estou preparado para as partilhar com vocês”. “Vou dar um beijo a Christin em nome de todos vocês”. “Ela está envergonhada”. “Dê-me um beijinho, por favor”. “É uma mulher portuguesa, por isso, não é tão envergonhada”. As frases são todas do presidente da Associação Portuguesa de Imprensa, João Palmeiro, que foi acusado de machismo na intervenção que fez no palco durante o jantar de gala World News Media Congress, que se realizou entre 6 e 8 de junho no Estoril.

Vários representantes internacionais manifestaram-se indignados com este momento, o que levou Palmeiro a pedir desculpa no último dia do congresso. Em declarações ao Observador, Palmeiro admite que teve um “momento infeliz” e diz que não queria melindrar ninguém.

No vídeo, partilhado por Yusuf Omar, um dos participantes no congresso e fundador do Hashtagourstories.com, João Palmeiro começa por dizer, dirigindo-se às mulheres que, com ele, colaboraram na organização do evento: “Elas são os meus anjos. Eu não sei se estou preparado para as partilhar com vocês. É uma dream team. Eu sou o Charlie e elas são os anjos”. Pelo meio, o presidente da Associação Portuguesa de Imprensa — que incluiu os grandes grupos de media que existem no país — colocou algumas capas nas mulheres que estavam no palco.

Depois, em tom de brincadeira disse: “Agora, em nome de todos vocês, eu vou beijar Christin“. Como Christin Herger, da World Association of Newspapers, se mostrou um pouco desconfortável com a situação, Palmeiro comentou: “Ela está envergonhada“. E depois voltou a pedir enquanto se aproximava de Christin: “Dê-me um beijo, por favor“. Depois disso, quando se aproximou de outra das mulheres no palco, atirou: “Mulher portuguesa, por isso não é tão envergonhada, por isso um grande abraço e um grande beijo.”

Logo durante a conferência, questionado por  Yusuf Omar, João Palmeiro admitiu que não refletiu “tanto como devia sobre o facto de todos não terem a mesma cultura” que ele. E o jornalista insistiu: “Na cultura portuguesa, a sua intervenção é aceitável?”. Ao que o presidente da API respondeu: “Absolutamente. É normal”. Depois do desconforto criado durante a conferência — que teve como um dos eventos paralelos um “Women In News Summit”, onde se discutiu os problemas de igualdade de género nos media — João Palmeiro pediu desculpa.

O presidente da API explicou ao Observador que, devido a esse desconforto, houve um encontro dos responsáveis da organização sobre se devia pedir desculpa e sobre a forma como o iria fazer. João Palmeiro explica ao Observador que esse pedido de desculpas foi “muito simples”: “Disse que se havia pessoas que se sentiam ofendidas, que pedia desculpa a essas pessoas”.

João Palmeiro justifica que “foi mal percebido” e que quis fazer algo diferente enquanto agradecia às pessoas. Achou que aquele registo de “humor” era melhor do que “agradecer às pessoas com cara de pau ou dizer ‘obrigado, passem bem'”. Lembrou ainda que trabalhou com aquelas pessoas durante meses. O presidente da API lamenta o sucedido e diz que, no limite, teve um “momento infeliz”.
Várias pessoas presentes na conferência ou que acompanharam os trabalhos mostraram-se indignadas por este momento. A investigadora da área do jornalismo, Julie Posetti, pergunta mesmo: “Foi este o momento #metoo das conferências de jornalismo?”

Ritu Kapur, fundadora da plataforma de notícias mobile The Quint, também manifestou a sua indignação. O The Quint acabaria por fazer um artigo, onde expõe as declarações e atitudes de João Palmeiro. O texto acusa-o até de tentar forçar um beijo, o que nas imagens não é claro.

Um outro momento, protagonizado por um humorista no arranque da sessão, também motivou várias críticas. Em causa estaria uma piada: “Os media são como as mamas, quanto mais falsos, mais atraentes são..”

*  Mas quem é que pensa que na Associação Portuguesa de Imprensa não há machistas, não são todos claro.

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185-BEBERICANDO


COMO FAZER  
"ZIKA DO BAILE"

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24-O SEGREDO DOS DEUSES



* Extraordinária série informativa "O Segredo dos Deuses",  grande reportagem da Investigação TVI, levada a cabo por Judite França e Alexandra Borges.


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HOJE NO 
"RECORD"
Despacho de juiz diz que Bruno 
.de Carvalho "potenciou clima 
de animosidade"

O juiz que decretou a prisão preventiva dos agressores de Alcochete falou de Bruno de Carvalho no último despacho sobre o caso. 
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Avança a TVI24 que, no documento, o magistrado diz que os comentários proferidos pelo presidente do Sporting sobre a atitude dos jogadores "potenciaram o clima de animosidade que já existia entre a Juve Leo, os jogadores e a equipa técnica, face a alguns inêxitos de resultados desportivos".

No despacho, onde são fixadas as medidas de coação a Fernando Mendes, é dito que o ex-chefe da Juve Leo organizou o ataque à Academia do Sporting, a 15 de maio.

* Juiz corajoso, é melhor requisitar protecção não vá a horda dos "ultras" saltar-lhe p'ró quintal.


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Paulo Gonzo e India Martinez

Vencer ao amor


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
HOLANDA
As escravas das 
Irmãs do Bom Pastor 
.exigem indemnização

Pelo menos 15 mil raparigas foram obrigadas a trabalhar para as monjas na Holanda entre 1860 e 1973. Agora, cinco vítimas exigem indemnização pelos maus tratos.

"A minha tutora, a menina Van de Biggelaar, levou-me de comboio até Almelo [no leste da Holanda]. Em Tilburgo, ao menos tínhamos o nome numa etiqueta cosida na roupa, mas ao chegar a Almelo tornei-me apenas num número", conta Jo Keepers, de 76 anos. Filha de um pai alcoólico e que a mal tratava, ela é uma das muitas vítimas holandesas de trabalhos forçados, não remunerados, da ordem católica Irmãs do Bom Pastor.
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Uma lavandaria irlandesa das Irmãs das Madalenas, pro volta de 1900
Pelo menos 15 mil raparigas e mulheres, na sua maioria prostitutas, mães solteiras ou mulheres incapacitadas, trabalharam em condições semelhantes à escravatura entre 1860 e 1973 nas lavandarias e casas de costura desta congregação na Holanda, segundo uma investigação realizada durante vários anos pelo jornal holandês nrc. Cinco dessas mulheres avançam agora para um processo em tribunal exigindo uma indemnização pelos maus tratos sofridos.

Esta ordem religiosa já tinha estado envolvida num escândalo semelhante na Irlanda, onde tinham as chamadas "lavandarias das Madalenas". Aí, umas 10 mil mulheres jovens foram forçadas a trabalhar desde a década de 1920 até 1996. A partir de 2001, o governo irlandês admitiu que as mulheres que trabalhavam lá foram vítimas de abusos, mas o processo só foi levado a tribunal em 2011. Em 2013, finalmente, houve um pedido formal de desculpas e foram determinadas indemnizações.

Na Holanda as monjas, instaladas nos chamados "refúgios do amor" nas cidades de Almelo, Tilburgo, Zoeterwoude e Gelderland, ganhavam dinheiro com os trabalhos de costura que faziam. Desde roupas de bebé a fardas para os militares, passando por coletes de força para instituições psiquiátricas, tudo era confeccionado pelas escravas. Também faziam bordados, por exemplo para a Casa Real holandesa. Além dos trabalhos forçados, há relatos de abusos sexuais, maus tratos e negligência na educação das raparigas.
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Casa de Costura em Almelo, na Holanda
A investigação do jornal holandês inclui testemunhos de várias vítimas. Na sua maioria, eram raparigas que vinham de famílias pobres, que eram orfãs ou que por qualquer motivo não tinham meios para sobreviver sozinhas. Algumas eram consideradas "perdidas" por terem engravidado ou por terem sido mal tratadas. A entrada para a Irmandade era considerada "a única solução", conta Margot Verhagen, atualmente com 85 anos. Trabalhavam mas não recebiam qualquer salário.

Até à década de 1970 as raparigas eram entregues a esta instituição geralmente contra a sua vontade pela família ou mesmo pelo Governo (no caso irlandês). Agora, e depois de anos de denúncias, como conta o jornal espanhol El Pais, existe finalmente um processo na justiça em que cinco vítimas pedem que o Estado reconheça os danos causados por estas práticas. Estas mulheres estão a ser apoiadas pela plataforma VPKK de apoio a vítimas.

No ano passado, a congregação publicou uma carta pedindo desculpa às suas vítimas mas negou-se a pagar indemnizações porque diz que tudo aconteceu há já "muitos anos". As Irmãs do Bom Pastor tinham casas em vários locais da Europa, Canadá e Austrália e todas elas funcionavam da mesma forma, por isso é provável que mais denúncias apareçam.

* E quem havia de estar por trás deste "merchandising esclavagista", a santa madre igreja de Roma pois claro!!!

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XI-TABU

AMÉRICA LATINA

(BRASIL)


3.DOM OU MALDIÇÃO




* Nesta nova época de "bloguices" que vai de Setembro/17 a Julho/18, iremos reeditar algumas séries que de forma especial sensibilizaram os nossos visitadores alguns anos atrás, esta é uma delas.

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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TALIBANA



Obrigado GILDA pelo envio

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5-RADICAIS NAS CLAQUES



* A 7 de Junho/18 a CMTV deu espaço a um ESPECIAL INFORMAÇÃO, debate com investigação jornalística sob o título indicado acima. Dada a importância e actualidade do tema decidimos editar com a devida vénia, durante sete dias consecutivos a totalidade do programa sempre às 15 horas.

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1-BARCOS RABELOS
OS HERÓIS DO RIO


FONTE:  História Portucale


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UTILIDADES À VENDA/1













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1638
Senso d'hoje
DELTAN DALLAGNOL
PROCURADOR DA REPÚBLICA
BRASIL
COORDENADOR DO PROCESSO
LAVA-JATO
"Odebrecht pode ser "Big Bang"
da corrupção na Argentina"



Buenos Aires, 9 jun (AGÊNCIA EFE), (Imagens: Mireia Segarra Paulo).- O procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, afirmou nesta sexta-feira em Buenos Aires que a colaboração da Odebrecht com a Justiça poderia representar um "Big Bang" que começasse a revelar a corrupção na Argentina, como já aconteceu no Brasil. Em uma palestra na capital argentina organizada pelo Ministério da Justiça local, Dallagnol opinou que as duas nações compartilham a mesma doença, um tipo de corrupção específica de um "capitalismo de amigos", no qual "grande parte da elite política e econômica se associa para trocar benefícios econômicos em prejuízo de toda a sociedade".


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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS








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POISANDO NO GELO


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BOM DIA


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68-CINEMA
FORA "D'ORAS"
XI-A COSTA DOS
MURMÚRIOS


(ÚLTIMO EPISÓDIO)
PRÓXIMO "FORA-DE-HORAS" a 19/06/18


SINOPSE
O filme "A costa dos murmúrios" de Margarida Cardoso retrata com bastante realismo o ocaso da ocupação colonial portuguesa em África, centrando-se na história de dois casais. Na abertura, ouvem-se os acordes da canção “ Sol de Inverno” de Simone de Oliveira, canção da época que fica a ecoar como um prenúncio da desagregação do matrimónio que se irá consumar. O filme abre com o casamento de Evita, a narradora da história que recorda os factos em flashback, para encontrar um sentido para a história individual que vivenciou. Mas esta narrativa bem sua e dos personagens a que se ligou na cidade da Beira, no norte do Moçambique, dá voz à vivência de um povo (o português) que se vê envolvido nas contradições ideológicas e morais de uma guerra colonial. Por isso, a história de Evita, a protagonista, é a voz colectiva dos vários interesses e tensões que se confrontavam naquele espaço recuado da África oridental.

Realização:Margarida Cardoso 

Ano:2004 
Argumento: Cedric Basso, Margarida Cardoso, baseado no romance homónimo de Lídia Jorge Fotografia: Lisa Hagstrand 

Intérpretes: 

José Airosa, 
Beatriz Batarda, 
Carla Bolito, 
Dinarte Branco, 
Monica Calle, 
Filipe Duarte, 
Sandra Faleiro, 
Custódia Galego, 
João Lagarto, 
Fernando Luís, 
Adriano Luz. 

Montagem: Pedro Marques 

Música original: Bernardo Sassetti 
Som: Carlos Alberto 
Produção: Filmes do Tejo e Les films de l`aprés-midi co-produção: ZDF/ARTE Network Movie Duração: 120min


FONTE: Animalesco

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