08/03/2019

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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XXV~MEGA FÁBRICAS
3-JAGUAR XJA



FONTE: Eduardo MB 


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"RECORD"
Federação Britânica de Ciclismo 
veta atrizes de filmes porno

Ampara-se numa norma do regulamento da UCI para suspender licença

Nem de propósito. No Dia Internacional da Mulher, que se comemora hoje, chega-nos uma notícia no mínimo original e que pode ser para muitos considerada sexista, mas que para a Federação Britânica de Ciclismo (BC) tem razão de ser apenas face aos regulamentos internacionais. É que esta instituição decidiu não renovar a licença de uma equipa feminina. Mas não é uma equipa qualquer. Trata-se da ‘Porn Pedallers Cycling Club’ (PPCC).
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Como o próprio nome sugere, é uma formação composta por conhecidas atrizes da indústria de filmes para adultos. A federação britânica refugia-se num artigo do regulamento da União Ciclista Internacional (UCI), que refere que nenhuma equipa pode ser patrocinada por uma marca que possa prejudicar a imagem da organização e da modalidade em geral.

Ora, o movimento PPCC não tardou a reagir e fê-lo através das redes sociais: "O ciclismo é para todos, exceto para gente como nós. Somos um clube de ciclismo, andamos de bicicleta por diversão e recolhemos fundos para a associação Terrence Higgins Trust [apoio a vítimas com HIV]. Isto está justificado", foi esta a mensagem que deixou.

A ‘Porn Pedallers Cycling Club’ foi fundada em Londres em 2016 e integra atores, atrizes, produtores e distribuidores envolvidos na indústria pornográfica, que por amor ao ciclismo decidiram formar uma equipa.

Apoio de ilustres
A ‘Porn Pedallers Cycling Club’ já recebeu, de resto, o apoio de várias figuras destacadas do ciclismo britânico, entre elas o detentor do título na Volta a França, Geraint Thomas.

Chris Hoy (várias vezes campeão olímpico na pista) e Lyuke Rowe, ciclista da Sky, também prestaram o seu apoio à causa da inovadora equipa de ciclismo feminina britânica, que sai agora do anonimato para ser notícia em todo o lado.

* Se calhar os autores da proibição assistem a filmes pornográficos protagonizados pelas ciclistas.
HIPOCRISIA.

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I- ALIENÍGENAS
DO PASSADO

2- A Profecia do Juízo Final


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

Fonte: NO AR POR TEMPO LIMITADO
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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/VOLTA AO MUNDO"
TAP realiza primeiro voo do mundo num A330neo apenas com tripulação feminina

No momento em que lê este artigo, a TAP realiza a primeira ligação aérea do mundo em Airbus A330neo com uma tripulação exclusivamente feminina. O voo partiu esta manhã de Lisboa com destino a São Paulo, no Brasil.

Pela primeira vez na história da aviação mundial, o modelo da Airbus A330-900neo está a ser operado por uma tripulação exclusivamente feminina. O voo da TAP, TP089, descolou às 10h45 da capital portuguesa e tem aterragem prevista para as 17h49, em São Paulo, no Brasil. Acompanhe aqui o voo em direto.

Na data em que se assinala o Dia Internacional da Mulher, 8 de março, a TAP preparou várias iniciativas e atividades para homenagear todas as mulheres. A companhia aérea portuguesa presenteou os passageiros com uma oferta especial da marca portuguesa Castelbel.
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A companhia lançou também uma campanha dedicada a todas as mulheres, dentro do seu programa TAP Miles&Go. Durante o dia de hoje, todas as passageiras que viajem com a TAP receberão o dobro das milhas de oferta.

A TAP é a primeira companhia aérea do mundo a voar esta aeronave e pioneira na oferta de mensagens de texto ilimitadas, via wi-fi, em voos transatlânticos.

* Fantásticas portuguesas.


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V- OS BÁRBAROS
2-OS VÂNDALOS




FONTE:  Canal Documentario

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/     
/DA MADEIRA"
Organização Internacional do Trabalho
 diz que discriminação continua 
a ser uma realidade

Albertina Jordão, membro da Organização Internacional do Trabalho, afirmou hoje, a propósito do Dia Internacional das Mulheres, que “apesar” do aumento das habilitações escolares e da evolução positiva das mulheres no emprego, a “discriminação continua a ser uma realidade”.

“Apesar da evolução positiva, com cada vez mais mulheres no emprego formal, os níveis de habilitações escolares das mulheres têm tido um aumento significativo, há cada vez mais países a reforçarem os seus sistemas de proteção da maternidade, a discriminação continua a ser uma realidade”, disse, em declarações à agência Lusa, Albertina Jordão, gestora do centro de documentação e informação da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em Portugal.
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Albertina Jordão, que é hoje uma das três oradoras do seminário organizado pelo Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP), avançou que os salários mantém “um elevado nível de desigualdade em todas as economias do mundo”.

“Persistem diferenças salariais que podem variar entre 20 a 22% (valores a nível mundial) dependendo da medida utilizada, se a média ou a mediana, e para salários mensais”, frisou a gestora da OIT.

À Lusa, Albertina Jordão adiantou que durante a sua apresentação, denominada ‘Salário igual para trabalho de igual valor. Um princípio afirmado há cem anos’, vai abordar as principais conclusões do último relatório da OIT sobre os salários, intitulado ‘A quantum leap for gender equality’.
“Vou apresentar as principais conclusões do último relatório da OIT sobre os salários por abordar explicitamente o que está por detrás das diferenças salariais entre homens e mulheres e o que pode objetivamente explicar essas diferenças e o que ‘não é explicado’ pelos métodos habitualmente utilizados para medir o diferencial salarial”, salientou.

A apresentação de Albertina Jordão, pelas 14:00, marca o arranque do seminário organizado pelo ISPUP a propósito do Dia Internacional da Mulher, que hoje se assinala.

A sessão conta também com a presença de Vera Fonseca, do Alto Comissariado para as Migrações, que vai abordar a situação das mulheres estrangeiras em Portugal, e de Maria Regina Redinha, do Centro de Investigação Jurídico-Económico da Faculdade de Direito da Universidade do Porto, que vai debater a questão do assédio no trabalho.

De acordo com Sílvia Fraga, investigadora do ISPUP, o seminário “aberto à população em geral”, surge “da preocupação em perceber melhor como as desigualdades sociais e de género afetam a saúde e o bem-estar” da comunidade.

“Este seminário dedicado ao Dia Internacional da Mulher surge da nossa preocupação em perceber melhor como as desigualdades sociais e de género afetam a saúde e o bem-estar das pessoas, sendo que este tópico de desigualdades sociais em saúde é uma das nossas linhas de investigação”, apontou.

* A discriminação deixará de existir quando houver educação.

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PEDRO FERROS

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Crónica sobre os dias 
da esquizofrenia justiceira 
e a reafirmação do direito

É, por isso, muito curioso fazer uma análise à indignação que os acórdãos de Neto de Moura vêm desencadeando junto destes antigos profetas da liberdade

De repente, o universo mediático e não só, à semelhança do fenómeno do futebol, encheu-se de especialistas em direito e em direitos, e assistimos com perplexidade ao julgamento público dos julgadores profissionais à luz das disposições dos códigos do populismo e da agenda política.

Para nosso grande azar, a justiça está na berra, e em vez de outras prementes questões que muito mais que os acórdãos do dr. Neto de Moura poderiam e deveriam mobilizar e catalisar a opinião pública, ficámos desgraçadamente na análise daquilo que uns quantos acham que estes acórdãos dizem e do que deviam antes dizer.

Sobre o que é mesmo relevante discutir na justiça, vamos esperar não ter de relembrar em breve os gloriosos tempos dos “distraídos” conselheiros Noronha do Nascimento e Pinto Monteiro, enquanto dissecamos sumariamente mais um acórdão que não compreendemos, por causa de uma acusação qualquer de que não cumpre com os hodiernos tempos da agenda mediática e das causas fracturantes.

Esses temas, porém, não têm o mediatismo conseguido pela análise apócrifa, e não técnica, que todos de repente se permitem sobre os acórdãos deste acossado sr. desembargador. A verdade, porém, é que, regra geral e além da propagação muitíssimo amplificada de uma retórica dissonante das ideias mainstream sobre a violência doméstica e de uma personificação muitíssimo fulanizada no julgador, e nada nos agressores, toda esta sublevação está inquinada pela falta de profundidade da análise e pela ignorância profunda quer do conteúdo da decisão quer da seu acerto técnico.

É evidente que Neto de Moura não tem empatia e que as suas decisões parecem, prima facie, ferir esta tal verdade (absoluta e contaminante) construída da simples leitura de um acórdão.

Quase todos sem excepção, e muitos a quem se pedia muito mais, decidiram julgar Neto de Moura por causa daquilo que alguém diz ter lido, e menos sobre que o acórdão relatado por Neto de Moura foi tirado por unanimidade, o que indiciará, não que todos os juízes são pela violência doméstica, mas sim que estarão de acordo com a fundamentação técnica do mesmo, e mais, poucos até agora, na ânsia justiceira de comentadores das caixas de ódio, conseguiram atentar em que, no essencial, esta sentença confirma uma decisão de primeira instância que diz o seguinte:
“Face ao exposto, o Tribunal (de primeira instância) decide:
a) Condenar o arguido B… pela prática, em autoria material, de um crime de violência doméstica agravada, p. e p. pelo art. 152.o, n.o 1 alíneas a) e c) e n.o 2 do Código Penal, na pena de 3 (três) anos de prisão;
No entanto, por considerar que as exigências de prevenção ficam devidamente salvaguardadas, decide-se suspender a pena de prisão aplicada, condenando-se assim o arguido B… na pena de 3 (três) anos de prisão, prisão suspensa na execução pelo período de 3 (três) anos, suspensão sujeita a regime de prova, obrigando-se o arguido ao cumprimento do plano de reinserção social (…).
Do plano de reinserção social deverá constar o tratamento ao alcoolismo, se tal for considerado necessário, e ainda o cumprimento das penas acessórias.
b) Condenar o arguido B… na pena acessória de proibição de contactos com C… (proibição de contactos telefónicos, presenciais, por redes sociais ou epistolares), com a imposição do afastamento do arguido do local de trabalho/residência da vítima C…, pelo período de 3 (três) anos, e com recurso a meios de vigilância eletrónica.
c) Condenar o arguido B… na pena acessória de obrigação de frequência no Programa de Prevenção de Agressores de Violência Doméstica, em sessões a definir pela DGRSP de acordo com as necessidades do condenado, programa a frequentar no prazo de 1 (um) ano;
d) Por se considerar o pedido de indemnização civil procedente, por provado, condena-se o demandado B… a pagar à demandante C…, pelos danos não patrimoniais, a quantia de €2500,00 (dois mil e quinhentos euros)”.

Será que sabem que nem o Ministério Público nem a lesada recorreram dessa sentença? E que na extensa fundamentação do acórdão pode ler-se que “ O grau de ilicitude da conduta do arguido não pode ser menosprezado, tendo em consideração a natureza do bem jurídico violado. § Presentemente, é consensual a ideia de que a utilização da violência, nomeadamente contra as mulheres, as crianças e os idosos, constitui uma violação dos direitos fundamentais da pessoa humana”? Ou que, no fundo, este acórdão mantém a condenação com pena suspensa que fora decidida em primeira instância, retirando-lhe dois meses na sua duração por uma questão de ponderação técnica da dosimetria, e que as demais alterações se reportam a nulidades processuais e insuficiências da decisão recorrida, ou seja, que mais não foram que a reposição da legalidade?

Esta decisão, assim, não revogou ou decidiu a libertação do agressor, que nunca esteve preso, e o que se decidiu reformar no acórdão não teria de ter sido feito se a sentença recorrida estivesse em condições, e decidiu pois:
“(…) b) manter a condenação do arguido B… pela prática, em autoria material, de um crime de violência doméstica previsto e punível pelo artigo 152.o, n.os 1, alíneas a) e c), e 2, do Código Penal, mas alterar a medida da pena, que agora se fixa em 2 (dois) anos e 8 (oito) meses de prisão, cuja execução se suspende por igual período;
c) manter a condenação do arguido na pena acessória de proibição de contactos com C…, mas reduzir a sua duração para um ano;
d) revogar a decisão de utilização de meios técnicos de controlo à distância na fiscalização do cumprimento dessa pena acessória;
e) em tudo o mais, designadamente no que tange ao regime de prova e imposição de deveres e regras de conduta que condicionam a suspensão da execução da pena e quanto à pena acessória de obrigação de frequência de programa de prevenção de agressores de violência doméstica, manter o decidido”.

O acórdão explica as opções e identifica os vícios, e a verdade é que, pese o coro mediático, até para as vozes histriónicas que se levantaram deverá ser consensual que, comparadas com as muitas mulheres que morrem vítimas da violência doméstica, sempre amiúde lembradas por estes, por trágico e amoral que seja furar um tímpano a soco, que é!. (no confronto), tal será relativamente menos grave que matar alguém à pancada. A lei reconhece-o e o julgador tem de fazê-lo também, quando aplica o direito.

É muito curioso, pois, que pessoas que normalmente se afirmam paladinos da defesa do direito a inúmeras liberdades, constitucionais e não só, e que exigem de todos e relativamente a si o respeito escrupuloso de cada um dos seus direitos e garantias, ou porventura também para todas as suas minorias favoritas, recusem (numa matéria que claramente desconhecem ou relativamente à qual estão de má-fé) que tais garantias possam de alguma forma, e afinal, ser suprimidas a alguém sempre que a decisão não for conforme com os cânones das suas certezas politicamente correctas e ideologicamente puras.

É, por isso, muito curioso fazer uma análise à indignação que os acórdãos de Neto de Moura vêm desencadeando junto destes antigos profetas da liberdade. Os mesmos que rasgavam as vestes com o exercício da autoridade do Estado no Bairro da Jamaica são os que encabeçam agora o movimento contra o Estado quando este é garantista e os reafirma, afrouxando as restrições decretadas aos direitos dos arguidos que são, de acordo com as agendas em voga, “impopulares”.

O exercício da função de julgar sopesa os direitos dos agressores e dos agredidos, e o seu exercício correcto pode e, muitas vezes, determinará mesmo casuisticamente resultados socialmente impopulares e aparentemente cruéis e/ou completamente dissonantes da agenda mediática, mas, não obstante, perfeitamente legais porque repositores da legalidade e a espaços delimitadores e repressores de um certo populismo justiceiro e totalitário das causas mais ou menos apaixonadas.

Por isso, por maior paradoxo que pareça ser, é nos acórdãos polémicos e impopulares que, de tempos a tempos, se reafirmam direitos que a barbárie já revogou no seu ímpeto justiceiro, e que há espaço para se reafirmar o direito, e os direitos, mesmo que tal pareça aberrante no calor do momento.

Advogado na norma8advogados

IN "i"
07/03/19

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1844.UNIÃO



EUROPEIA




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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
UE propõe solução para o Brexit muito
.aquém da intenção de Londres. 
May já rejeitou

O negociador da UE para o Brexit revelou a nova proposta de Bruxelas para superar o obstáculo do backstop para a fronteira irlandesa. A UE oferece ao Reino Unido direito de saída unilateral da união aduaneira depois do Brexit, mas exige permanência da Irlanda do Norte. Proposta não cumpre os mínimos pretendidos por Theresa May.

O último fim de semana antes da semana decisiva para o processo do Brexit vai começar sem que tenham sido registados quaisquer avanços concretos nas negociações entre Londres e Bruxelas. Antes pelo contrário.
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No dia em que a primeira-ministra britânica Theresa May voltou a apelar aos deputados do Reino Unido para apoiarem o acordo de saída negociado com a União Europeia, Michel Barnier revelou que Bruxelas apresentou uma nova proposta com vista a superar o impasse em torno do mecanismo de salvaguarda para evitar o estabelecimento de uma fronteira rígida entre as duas Irlandas.

O chefe da missão negocial do lado europeu disse que a UE ofereceu a Londres o direito de "saída unilateral" da união aduaneira com o espaço comunitário depois de concretizado o Brexit, contudo a Irlanda do Norte teria de permanecer nesta área comercial.

A oferta ultrapassa em muito uma das exigências da líder dos conservadores que passa pela garantia de que a integridade do Reino Unido não é posta em causa e que não são criadas situações de exceção. Segundo a Bloomberg, esta proposta foi prontamente rejeitada ainda na passada terça-feira.

Através da rede Twitter, Michel Barnier explica que a União se comprometia a permitir a saída unilateral do Reino Unido da união aduaneira desde que os "outros elementos do backstop" fossem mantidos de forma a "evitar uma fronteira rígida" entre a República da Irlanda (UE) e a Irlanda do Norte (Reino Unido).

Só que além de criar sistemas diversos no seio do Reino Unido, esta proposta dificilmente poderá ser apoiada quer pelos conservadores considerados "hard brexiters" (que querem uma grande rutura nos laços que ligam Londres à UE), quer pelos unionistas norte-irlandeses (DUP) cujos 10 deputados apoiam o governo conservador de May. Na génese do DUP está precisamente a defesa da unidade irlandesa enquanto país integrante do Reino Unido.  

A ideia sugerida por Barnier teria ainda a pretendida garantia legal de que, se acionada, a cláusula de salvaguarda para a fronteira irlandesa não manteria por tempo indeterminado o Reino Unido alinhado com as regulamentações comunitárias.

Porém, esta solução faria com que o backstop fosse apenas aplicado à Irlanda do Norte e não ao conjunto do Reino Unido e, no essencial, representa um passo atrás e recupera em parte a posição inicial da UE na negociação do Brexit. Isso mesmo foi criticado pelo ministro britânico para o Brexit. Também via Twitter, Steven Barclay considera que face ao rápido aproximar da data prevista para o Brexit (29 de março), "não é o tempo de recuperar velhos argumentos" e frisa que as autoridades britânicas aproveitaram os últimos dias para apresentar "novas propostas".

Se se aproxima a passos largos a data já prevista na lei para a saída britânica da UE, a votação decisiva da próxima semana é já na terça-feira. Será o dia em que a Câmara dos Comuns vai votar o acordo de saída negociado com Bruxelas e que foi estrondosamente chumbado no final de janeiro último.

Nesta altura resta ainda saber se o acordo que vai ser votado é o mesmo que foi rejeitado pelos deputados britânicos ou se será um compromisso revisto, estando isso dependente da negociação entre o Reino Unido e a UE que vai prolongar-se ao longo deste fim de semana.

Esta sexta-feira, Theresa May reiterou a importância de o parlamento aprovar uma saída acordada da União para evitar o caos decorrente de um Brexit sem enquadramento jurídico. Apelando ao apoio dos conservadores que defendem uma saída dura e do DUP, a líder dos "tories" defendeu que se o acordo for aprovado o Reino Unido sai da UE e avisou que no cenário contrário ninguém poderá garantir que o Brexit irá mesmo consumar-se.

A Câmara dos Comuns vota na próxima terça-feira (12 de março) o acordo que May levar ao parlamento. Se este for chumbado, o parlamento do Reino Unido poderá ainda optar entre uma saída sem acordo ou um adiamento do Brexit que permita ganhar tempo para negociar uma saída ordenada, ou seja juridicamente enquadrada.

* Não se entendem, como é que  se pode confiar nos políticos.


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4-Falsidade.com 
4.4-PESADELO EM FARMVILLE



FONTE:  tbrsete


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HUAWEI COPIOU SAMSUNG



FONTE:  Nuno Agonia

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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Reclusos da cadeia de Vale de Judeus filmam-se em combate ilegal de boxe 

Combate realizou-se na sala de convívio de reclusos, no pavilhão C.

Dois reclusos da cadeia de Vale de Judeus, uma das prisões mais problemáticas do país, foram filmados nesta quinta-feira a realizar um combate ilegal de boxe no interior da cadeia. O Correio da Manhã teve acesso à filmagem, com cerca de 3 minutos, e que foi colocada no perfil de um dos intervenientes no combate. 
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Ao que o nosso jornal apurou, o combate realizou-se na sala de convívio de reclusos, no pavilhão C de Vale de Judeus. A Direção-Geral dos Serviços Prisionais proíbe a realização de lutas dentro dos estabelecimentos prisionais, e impede igualmente a posse e uso de luvas de boxe por parte dos reclusos.

Recorde-se que no início de fevereiro, o CM divulgou em primeira mão uma outra filmagem, desta feita na cadeia de Paços de Ferreira, na qual reclusos captaram uma festa de aniversário, que foi mesmo transmitida em direto para o perfil de Facebook de um dos presos. Fernanda Barbosa, na altura diretora do estabelecimento prisional, acabou por demitir-se em sequência da polémica.

Contactada pelo CM, a Direção-Geral dos Serviços Prisionais confirmou que "a utilização de luvas de boxe, assim como de telemóveis constitui ilícito disciplinar. Está por isso a decorrer um processo de inquérito e os reclusos que sejam identificados serão objeto da competente sanção disciplinar".

* Portuguese Prison Shopping Center.
Não há palavras para tanta balda.

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Expensive Soul

Cupido


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HOJE NO 
"OBSERVADOR"
Miss Portuguesa perde direito ao 
título depois de apelar a ajuda 
humanitária na Venezuela

Carla Rodrigues ia representar Portugal na concurso Miss Mundo, na China, mas depois de apoiar Juan Guaidó, a organização portuguesa do concurso retirou-lhe o título por violações contratuais.

Perdeu o título e já não irá representar Portugal no concurso Miss Mundo, na China. Carla Rodrigues, Miss Portuguesa 2018, perdeu a coroa depois de apelar à entrada de ajuda humanitária na Venezuela e de apoiar publicamente o autoproclamado presidente interino daquele país, Juan Guaidó, já reconhecido pelo governo português e por dezenas de outros países. A vencedora do concurso português, apresentado por Ricardo Carriço, em Gondomar, foi eleita Miss Portuguesa 2018 há oito meses.

A luso-venezuelana Carla Rodrigues, então com 25 anos, era a representante da comunidade portuguesa em Espanha. Nesta quarta-feira foi destituída do cargo pela MMRP Beleza por Uma Causa, que organiza o certame, e proibida de continuar a usar o título, conforme vários jornais venezuelanos e o Correio da Manhã noticiaram.
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JOVEM MUITO CORAJOSA
Duas horas depois de publicado o artigo do Observador, a organização do concurso — que tentámos contactar antes da publicação da notícia — partilhou um vídeo na sua página de Facebook esclarecendo a situação. Carla Rodrigues já respondeu através do Instagram.

“Carla Rodrigues estava perfeitamente consciente das suas obrigações e responsabilidades quando assinou contrato com a nossa organização. Uma miss tem a obrigação de unir o seu povo, tem obrigação de não ser fator de divisão e muito menos de tomar parte em questões políticas“, diz Isidro de Brito, presidente da organização Miss Portuguesa, no vídeo.

Como tudo começou: um fim de semana quente na Venezuela
A 20 de fevereiro, na sua conta no Instagram, Carla Rodrigues publicava um vídeo onde começava por se apresentar, em espanhol, como Miss Portuguesa. Depois, apelava à entrada da ajuda humanitária na Venezuela, no sábado 23 de fevereiro, e demonstrava o seu apoio a Juan Guaidó, considerando que o político devolvia a esperança a todos os venezuelanos.

Nesse fim de semana, que ficou marcado por confrontos na fronteira entre a Venezuela e a Colômbia que causaram 4 mortos e vários feridos, e por centenas de deserções de militares venezuelanos, a caravana humanitária não conseguiu passar. Também na fronteira com o Brasil se registaram diversos incidentes.

Na passada quarta-feira, 11 dias depois da publicação do vídeo, a organização do concurso português partilhou nas redes sociais um comunicado dando conta da destituição de Carla Rodrigues. O motivo? “Incumprimento das regras devidamente contratualizadas para o desempenho do mandato de Miss Portuguesa.”

No comunicado, a MMRP Beleza por Uma Causa escreve ainda que “compreende que o ser jornalista e luso-venezuelana levou a que Carla Rodrigues tivesse tomado a opção que levou a esta decisão”.
A nota termina com desejos de sucesso à jornalista, que também é modelo, na sua carreira profissional e pessoal.

No mesmo dia, a organização do concurso anunciou que o título de Miss Portuguesa passaria a ser assumido pela Primeira Dama de Honor, Ana Rita Aguiar. Desde 2011 que o concurso Miss Portuguesa, que substituiu o antigo título Miss Portugal, elege as representantes portuguesas dos principais certames de beleza mundiais.

O Observador tentou contactar a organização do concurso, sem sucesso, para perceber que regras contratuais foram violadas por Carla Rodrigues ao apelar à entrada de ajuda humanitária na Venezuela, e que consistia em alimentos e medicamentos, e ao apoiar Juan Guaidó.

Na sua página de Facebook, a MMRP Beleza por Uma Causa descreve da seguinte forma o concurso: “O título de Miss Portuguesa gera oportunidades profissionais e pessoais, além de abrir canais para que a vencedora possa expressar seus pontos de vista nos mais diversos tópicos em entrevistas em programas de televisão, revistas e websites, enriquecer culturalmente, conhecendo novos países e regiões do país, e tornar-se um modelo de cidadania para todas as gerações. Tudo isso, sem contar o privilégio e a responsabilidade de representar Portugal nos maiores eventos de beleza do planeta. Ser Miss Portuguesa é uma experiência única e inesquecível.”

A resposta: “Carla Rodrigues estava consciente das suas obrigações”
Ao início da tarde de sexta-feira, na página do Facebook da Miss Portuguesa foi publicado um vídeo com uma mensagem do presidente da organização, Isidro de Brito, para “clarificar inverdades” vindas a público sobre a destituição de Carla Rodrigues.
“Carla Rodrigues estava perfeitamente consciente das suas obrigações e responsabilidades quando assinou contrato com a nossa organização. Uma miss tem a obrigação de unir o seu povo, tem obrigação de não ser fator de divisão e muito menos de tomar parte em questões políticas”, diz Isidro de Brito no vídeo, sublinhando que a organização que representa sempre colaborou com causas humanitárias, em Portugal ou noutros países. Já Carla Rodrigues, diz, nunca expressou desejo de encetar qualquer tipo de campanha para enviar ajuda humanitária para qualquer país.

“Não podemos, não aceitamos que ao encobrimento das causas humanitárias sejam tomadas posições políticas, sejam onde for”, refere o presidente da organização que acrescenta que o vídeo publicado por Carla Rodrigues no Instagram foi feito na qualidade de Miss Portugal, sem o conhecimento ou autorização da organização.

“Não é admissível que nenhuma Miss Portuguesa faça considerações políticas sobre outro país”, diz Isidro de Brito, defendendo que não cabe à sua organização definir se essas opiniões são certas ou erradas. No entanto, reforça que Carla Rodrigues infringiu regras contratuais.

“Achamos inconcebível que nos possam dar lições de moral sobre o papel de uma miss. Uma miss une, não divide. Honra o país que a elegeu e não se mete nas questões políticas de outro país”, concluiu, sublinhando estar de consciência tranquila e prometendo não mais se pronunciar sobre o assunto.

Entretanto, Carla Rodrigues respondeu com um vídeo no Instagram. Diz que a associação a acusa de estar a cometer fraude e pede, por isso, que lhe digam na cara que não foi por apelar à ajuda humanitária e apoiar Guaidó que foi destituída do título.

* Carla Rodrigues tem como cidadã direito a expressão social e política, todo o contrato que proíba alguém de expressar a sua posição como cidadão é um contrato que viola a constituição.
O erro de Carla Rodrigues foi embarcar na cantiga de caciques sem escrúpulos.

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1-TUDO SOBRE O 
PODER DOS GENES



** Nesta senda de "bloguices" iniciadas em Setembro/17, iremos reeditar algumas séries que de forma especial sensibilizaram os nossos visitadores alguns anos atrás, esta é uma delas.
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POR TODAS AS MULHERES DO MUNDO

 Mensagem da Ministra da Presidência e 
da Modernização Administrativa 
no Dia Internacional da Mulher



FONTE:  República Portuguesa


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POR TODAS AS MULHERES DO MUNDO

Dia Internacional da Mulher
 assinalado mundialmente



FONTE:  euronews

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POR TODAS AS MULHERES DO MUNDO

O SONHO IMPOSSÍVEL?


FONTE:  ONU Brasil

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DID YOY KNOW?


YOGA  ASANAS















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1906
Senso d'hoje
MARIANA MORTÁGUA
DEPUTADA À A.R.
BLOCO DE ESQUERDA
A propósito dos 20 anos do B.E.
O Bloco mudou a política portuguesa




* Entrevista conduzida por AURÉLIO GOMES


FONTE: Canal Q

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