13/10/2018

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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IX-A HISTÓRIA 
DO SEXO
2- COMO O SEXO
MUDOU O MUNDO

2.2- Nero, Roosevelt e Crowley



* Depois de uma perspectiva histórica e global do sexo, passaremos a editar factos circunscritos a períodos mais datados, civilizações regionais ou locais.


FONTE:  Canal Historia

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Manuela Moura Bill

FONTE: PROGRAMA "Donos Disto Tudo"  RTP/1
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6-PINTAR O NÚ


NUDEZ PARCIAL OU INTEGRAL


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APRENDA A ESTUDAR ANATOMIA
18- RACIOCÍNIO LÓGICO



* Uma interessante série produzida para auxiliar alunos da área de saúde mas também muito útil para quem quer que deseje aprender sobre esta matéria. Disfrute.


FONTE: Anatomia Fácil com Rogério Gozzi

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5-PINTAR O NÚ


NUDEZ PARCIAL OU INTEGRAL


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Como podemos morar em Marte




FONTE:  Nerdologia

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4-PINTAR O NÚ


NUDEZ PARCIAL OU INTEGRAL


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HELENA GARRIDO

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A máscara que caiu
 com Ronaldo

Vivemos num país profundamente machista mascarado de defensor da igualdade de género. Gastam-se energias a procurar o feminino das palavras enquanto se encontram desculpas para uma violação.

Já muito se escreveu sobre a notícia da noite em Las Vegas, que envolve Cristiano Ronaldo e a norte-americana Kathryn Mayorga, na altura com 25 anos. O trabalho do Der Spiegel é uma investigação como infelizmente hoje temos poucas. Quem quer conhecer a verdade jornalística (a da justiça vai começar agora) pode e deve ler este texto em inglês ou este que é a tradução em português ou ainda esta sequência de um jornalista dessa publicação. Era por aí que todos devíamos começar, antes de emitir uma opinião. É uma investigação exemplar, difícil e corajosa, porque envolve uma pessoa com o poder que lhe dá o dinheiro, a popularidade e até o respeito pelo que conquistou a nível internacional com trabalho e persistência.

Depois do espanto que a reportagem naturalmente provocou, alguns de nós, em Portugal, enfrentou um violento choque. Não, não foi o choque da notícia. Foi o choque de descobrir que conhecíamos mal o país. Descobrimos que sobrevivem maneiras de pensar que julgávamos erradicadas. Já não valia a pena estar a debater e a tentar moderar os excessos desencadeados pelo movimento MeToo. O país estava afinal na pré-história, nem sequer na pré-história do feminismo.

A revelação daquela noite em Las Vegas mostrou-nos uma faceta desconhecida dos valores de alguns portugueses (eu, pelo menos, não conhecia). Estamos completamente enganados quando pensamos que vivemos num país em que a maioria – ou pelos menos aqueles que têm acesso aos jornais e às redes sociais – defende, com base em princípios, a igualdade entre homens e mulheres. Estamos completamente enganados se acreditamos que a maioria combate o abuso do poder de uma pessoa sobre outra pessoa, venha ele de quem vier, de onde vier e como vier. Estamos completamente enganados se consideramos que a maioria é contra a violação sexual, ponto final, sem considerandos.

Razão tem Nuno Garoupa, muitos anos a viver no estrangeiro, quando me disse numa entrevista ao jornal Eco (perdoem-me a primeira pessoa do singular) que o que mais o chocava em Portugal era a desigualdade de género. Na altura fiquei admirada com a avaliação machista que fez da sociedade portuguesa. Mais tarde Nuno Garoupa alertou-me para essa minha admiração quando partilhou a entrevista ao Expresso de Ricardo Reis, um outro economista também com uma longa carreira no estrangeiro.  Diz ali Ricardo Reis que, quando vem a Portugal, vê que as mulheres “têm de se defrontar com um enorme sexismo e com atitudes estranhas”. Como têm razão, como o caso de Ronaldo mostrou como nunca que viram o que quase ninguém via (eu, pelo menos).

Vale a pena partilhar aqui alguns textos publicados sobre este tema com os quais todos devíamos concordar. João Miguel Tavares foi um dos primeiros – “Viva o #MeToo! (A não ser que atinja CR7)” –, seguindo-se outros como o de Ana Sá Lopes – “Santo Ronaldo e as prostitutas” –, Fernanda Câncio – “Aquela grande galdéria e o nosso Cristiano” –, Alexandre Homem Cristo – “Ronaldo acima do bem e do mal” — e Maria João Marques – “Este país não é para mulheres”.

E não parece mesmo ser para mulheres. Os comentários que lemos e ouvimos, ao trabalho do Der Spiegel, transportam-nos para um país de antes do 25 de Abril 1974. Como se o Estado Novo tivesse saído do país mas tivesse ficado dentro nós, aprisionados por aqueles valores de heróis nacionais, de mulheres que são sérias não têm ouvidos, não usam decotes ou saias curtas, não dançam em discotecas, não se abraçam a homens, não saem sozinhas com homens e muito menos à noite, não entram num quarto com um homem. E estamos a falar da exigência mínima. Porque foi aí, tão baixo, que chegámos. Já nem se está a falar em considerar que “não é não”, seja em que situação for, e dito por quem quer que seja: uma mulher desconhecida do parceiro, a mulher ao marido ou uma prostituta.

Que país é este, em que afinal vivemos, que gasta energias a dar às palavras o género feminino para depois entrar na lógica da “culpa foi dela” num caso de violação sexual? (Não, não sabemos se é culpado, no sentido jurídico, nem sabemos se é inocente, mas esse raciocínio é válido para as duas partes). Que país é este, que não tem mundo suficiente para perceber que uma violação é um choque tal, que se pode estar anos sem querer falar disso, que o acto de se queixar é em si de uma coragem extraordinária? Já tínhamos tido alguns sintomas desse país nas decisões judiciais, a mais recente das quais com origem no Tribunal da Relação do Porto sobre a violação de uma mulher inconsciente numa discoteca em Gaia. Mas tínhamos condições para pensar que era coisa do conservadorismo dos juízes. Mas não é.

A violação é um crime, quase tão grave como um assassínio. Há uma parte da pessoa que morre, que mesmo com muito trabalho terapêutico não volta a recompor-se, a renascer. A pessoa nunca mais voltará a ser a mesma. E assim como ninguém desculpabiliza um assassino com argumento de que a pessoa era terrível ou pôs-se a jeito, também não se pode desculpabilizar uma violação. Nem que tenham passado 50 anos. Foi o tempo que a vítima precisou para conseguir falar.

Mesmo considerando que estamos na pré-história, o que parece ter acontecido é pior do que isso, já que os violadores eram muito pior tratados nas comunidades rurais, como nos conta Camille Paglia no livro “Mulheres Livres, Homens Livres”. A violação, diz, “tem sido um problema horrível com que as mulheres se debatem desde que há registos históricos”. Mas recorda que no seu país de origem, a Itália, “ainda não há muito tempo os violadores eram esfaqueados, castrados e pendurados numa corda”. Hoje, em Portugal, são desculpabilizados.

O livro de Camille Paglia é uma compilação de artigos seus e pode ler-se aqui uma crítica de João Pedro Vala e aqui um artigo de Luís Aguiar-Conraria. É uma feminista muito crítica dos novos movimentos feministas, opõe-se à engenharia social que nega o peso da biologia e considera que esta é uma era que não preparou as jovens mulheres para “a vida como ela realmente é”. Porque, diz, “há coisas que não podemos mudar”, há “uma quantidade enorme de aventuras individuais” em que uma mulher nunca poderá participar e “as mulheres conhecem estas verdades sombrias desde sempre”.

Podemos estar de acordo ou em desacordo com Camille Paglia (pela minha parte penso que exagera no determinismo da biologia, nomeadamente ao considerar que assim se explica o comportamento descontrolado de alguns homens), mas o que nunca podemos justificar, por muito arriscado que tenha sido o comportamento de uma mulher, que a violação tem algum tipo de perdão ou justificação.

De qualquer forma, no estádio em que estamos em matéria de igualdade de género, falar sobre o que escreve Camille Paglia é como se estivéssemos a discutir o direito das mulheres a votar no inicio do Estado Novo. Na pré-história não se pode debater a internet.

Quando nos Estados Unidos o feminismo passou para um patamar de conquista de espaço no poder, nós por aqui ainda estamos na fase em que as mulheres lutam para que as consideram como iguais. Foi isso que tristemente aprendemos com o caso de Cristiano Ronaldo em Las Vegas, que vivemos num país profundamente machista em que se finge ser muito moderno e igualitário a debater palavras. As mulheres servem para trabalhar, ganhar também dinheiro para a casa, mas desde que se portem como no início do século XX, é assim que muita gente pensa. Ronaldo fez cair as máscaras da igualdade e o que vemos atrás dessas máscaras é aterrador.

IN "OBSERVADOR"
11/10/18


* Somos há muitos anos leitores e admiradores de HELENA GARRIDO, pela clareza e coerência dos textos que publica.
O primeiro impulso dos pensionistas foi negar a veracidade das acusações a CR7 logo na primeira notícia. Não negámos por machismo, somos em teoria e na práctica absolutamente defensores da total igualdade de género, mas porque um símbolo vivo tão importante para os portugueses pudesse estar implicado num imbróglio destes. Já tínhamos lido todos os textos que a autora refere na peça e após cada leitura temos vindo a ficar cada vez mais tristes. Esperamos pela Justiça.


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1697.UNIÃO



EUROPEIA




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3-PINTAR O NÚ


NUDEZ PARCIAL OU INTEGRAL

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Como Ser Um Cristão Exemplar




FONTE:  Liberto da Religião

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XXXI-VIDA SELVAGEM
4- O CÉREBRO DAS AVES



FONTE:  Visão do Mundo - Documentários


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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2-PINTAR O NÚ



NUDEZ PARCIAL OU INTEGRAL
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RECORDANDO

José Viana

Samba de uma Nota Só


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1-PINTAR O NÚ


NUDEZ PARCIAL OU INTEGRAL

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MENTES BRILHANTES/1




FONTE:  DocumentariosCiencia


* Nesta senda de "bloguices" iniciadas em Setembro/17, iremos reeditar algumas séries que de forma especial sensibilizaram os nossos visitadores alguns anos atrás, esta é uma delas.

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ESTA SEMANA NO
"O JORNAL  ECONÓMICO"
Consumo da carne terá que ser reduzido em 90% para evitar “colapso climático”

Cada cidadão deverá reduzir 75% do seu consumo de carne de vaca, 90% de carne de porco, comer metade da quantidade de ovos e triplicar o consumo de frutos secos e sementes.

O consumo de carne  teria de descer em 90% nos países ocidentais, de forma a evitar mudanças perigosas no ambiente. Esta é uma das medidas defendidas num estudo publicado na revista científica ”Nature” esta quinta feira, 11 de outubro.


“Estamos mesmo a arriscar a sustentabilidade de todo o sistema. Se estamos interessados em que as pessoas consigam comer e produzir, temos mesmo de reduzir o consumo de carne”, disse, o investigador e professor na Universidade de Oxford que liderou o estudo, Marco Springmann ao jornal inglês The Guardian.

A solução passa por diminuir drasticamente o consumo de carne e substituir a proteína animal, optando por consumir legumes e leguminosas, por exemplo. De acordo com o estudo, cada cidadão deveria, em média, reduzir 75% do seu consumo de carne de vaca, 90% de carne de porco e comer metade da quantidade de ovos. Já o consumo de leguminosas deveria triplicar, enquanto o consumo de frutos secos e sementes deveria quadruplicar.

De acordo com a investigação, que surge à luz do mais recente relatório sobre o ambiente das Nações Unidas, a indústria agropecuária é a que causa mais estragos a nível ambiental, devido à emissão de gases de efeito estufa, à desflorestação, às quantidades de água que são utilizadas e à contaminação de aquíferos subterrâneos.

Apesar desta informação não ser propriamente novidade, este estudo apresenta a previsão de que se não houver uma intervenção, tudo pode ficar muito pior visto que se prevê que a população cresça em 2,3 mil milhões em 2050, alcançando os 9,8 mil milhões de habitantes.

O crescimento da população está a fazer com que a criação de animais para consumo humano comece a tornar-se impossível, sendo que muitas das dietas dos países ocidentais vão tem como base produtos agropecuários.

Os investigadores defendem que a diminuição do consumo de carne passa pelos governos, através das políticas de educação, da criação de taxas sobre os alimentos, a concessão de subsídios para a produção de alimentos sustentável. Além da promoção de mudanças nas ementas das instituições escolares e hospitalares.

“Alimentar uma população mundial de dez mil milhões de pessoas é possível, mas só se mudarmos a forma como comemos e produzimos os nossos alimentos”, afirmou o professor do Instituto Potsdam para o Estudo do Impacto Ambiental (Alemanha), Johan Rockström.

Isto significa que, para além da produção de gado, é necessário ter cuidado com os produtos de origem agrícola. A diminuição do uso de fertilizantes, a estimulação da agricultura em regiões do mundo que são mais pobres e o aumento das reservas de água universais são algumas das medidas fundamentais para que a agricultura se torne mais amiga do ambiente.

“Acho que conseguimos mudar, mas temos de ter governos mais proativos”, disse Springmann. “As pessoas podem contribuir para a mudança se alterarem a sua alimentação, mas também se procurarem os seus políticos para lhes dizerem que precisam de ter melhores leis ambientais. Isso é muito importante”, acrescentou.

* Mas ainda há muito estúpido nos governos de todo o mundo que pensam ir a tragédia passar-lhes ao lado.

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O preconceito cega



Elenco: 
Ronaldo Alves, 
Bruno Andrade, 
Erico Judice, 
Poliana Batista 
e Patrick Thouin.


FONTE:  CTLE2010


Obrigado ACR por este vídeo

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ESTA SEMANA NA 
"VISÃO"
'Vistos gold' em Portugal permitem uso "abusivo" por criminosos e corruptos

O programa de 'vistos gold' em Portugal apresenta um sério risco de ser usado de forma "abusiva" por corruptos ou criminosos, por carecer de "critérios claros", segundo um relatório da Transparência Internacional

O relatório, divulgado esta quarta-feira em Bruxelas e denominado "Escapadela Europeia - Dentro do Obscuro Mundo dos 'Vistos Gold', salienta que devido à falta de "critérios claros" e "requisitos de diligência devida", o programa apresenta "um maior risco de ser usado de forma abusiva por corruptos ou por indivíduos que possam estar a investir o produto de um crime ou a esconder-se da justiça".
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"Uma pobre gestão operacional e a falta de controlos internos podem incrementar as oportunidades para a corrupção em Portugal, permitindo que agentes públicos peçam subornos em troca de uma conclusão bem-sucedida do processo de aplicação", pode ler-se no texto resultante da investigação conjunta com a organização não-governamental Global Witness.

A Transparência Internacional (TI) insta o Governo português a permitir o escrutínio público do processo de atribuição de 'vistos gold' e a aumentar "a transparência e a responsabilização na gestão do programa, a informação sobre as Autorização de Residência para a Atividade de Investimento [ARI] - incluindo, pelo menos, o número de pedidos recebidos (e os países de origem), os concedidos e os recusados", publicando informações numa base regular.

"O Governo também deveria considerar publicar os nomes daqueles cuja candidatura foi bem-sucedida", acrescenta.

A investigação, que incidiu sobre os programas de Chipre, Malta e Portugal no espetro da União Europeia (UE), revela que a Transparência e Integridade, a representação em Portugal da TI, pediu acesso à informação sobre os pedidos de ARI "às autoridades competentes", para esclarecer dúvidas, mas "as autoridades portuguesas responderam que toda a informação disponível sobre o programa já tinha sido publicada".

A organização alerta ainda que, desde a última revisão do programa, em 2017, não foram feitos esforços "significativos" para dar resposta aos problemas identificados no relatório hoje divulgado, elencando uma série de falhas.

"Os candidatos têm apenas de apresentar uma certidão de registo criminal do país de origem ou, caso já não residam neste, do país onde residiram por mais de um ano. Tal significa que quando o candidato deixa o seu país após ter sido condenado por um crime, pode facilmente providenciar um certificado do país de residência de modo a que as autoridades portuguesas não tomem conhecimento do seu registo criminal", nota.

A TI aponta ainda como lacunas do programa português a falta de independência na verificação dos documentos e informação apresentadas pelos candidatos, a possibilidade de o solicitante principal servir como "cavalo de Troia" para outros membros da família que teriam mais dificuldade em "passar a inspeção", e a ausência de investigação quanto à fonte de riqueza ou aos fundos usados para investimento no país.

"É responsabilidade do Estado verificar o 'backgroud' e a fonte de riqueza dos candidatos e dos seus dependentes de acordo com os critérios predefinidos", defende o relatório.

Desde a criação do programa de ARI, em outubro de 2012, e agosto deste ano, já foram atribuídas 6.498 autorizações de residência, 3.936 dos quais a cidadãos chineses, segundo o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

De acordo com os dados do SEF, os 'vistos gold' já renderam aos cofres do Estado 3,967 mil milhões de euros, com cerca de 3,600 mil milhões a resultarem da aquisição de bens imóveis, e pouco mais de 370 mil de transferência de capital.

* A corrupção é uma actividade  bem quista em Portugal pela classe política, banca e grandes "empreendedores". É por isso que o combate tem resultados assim, assim.

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BRUCE LEE




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ESTA SEMANA NO 
"@ VERDADE"
Estado moçambicano continua na iminência de perder milhões dos custos “recuperáveis” 
.da ENI e Anadarko

O Estado moçambicano continua na iminência de perder milhões em receitas fiscais dos custos recuperáveis declarados em 2015 pelas multinacionais ENI e Anadarko cujo prazo de certificação termina este ano porque o Instituto Nacional de Petróleos (INP) ainda não concluiu as respectivas auditorias.
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É prática comum das multinacionais que operam na indústria extractiva encontrar formas de evitar o pagamento de impostos através da extrapolação dos custos de produção e operação declarando milhões de dólares como como custos “recuperáveis”, ao abrigo da legislação moçambicana.

Para se evitar essa fuga ao fisco os custos declarados recuperáveis devem ser alvo de certificação por parte das autoridades moçambicanas e, no sector do gás e petróleo, o INP é a entidade responsável por auditar as contas desses empresas num prazo máximo de 3 anos sob pena dos mesmos serem considerados válidos.

Desde 2015 que o Tribunal Administrativo tem alertado para a inércia do Instituto Nacional de Petróleos e apresenta inúmeras disparidades nos valores declarados pela ENI e a Anadarko relativamente as suas operações nas Áreas 1 e 4, da Bacia do Rovuma.

Em Fevereiro Carlos Zacarias, o Presidente do Conselho de Administração do INP, passado disse ao @Verdade que “a certificação de custos é um processo complexo” no entanto estava agendada para Abril.

Na passada segunda-feira (08) o @Verdade questionou novamente ao INP se pelo menos a certificação das contas de 2015, que automaticamente ficam fechadas a 31 de Dezembro deste ano, estava concluída.

“A Auditoria aos custos recuperáveis tanto da Área 1 tanto da Área 4 é uma actividade que o INP, em conjunto com a Autoridade Tributária e outros representantes, já está a executar. Até final deste ano vamos ter um relatório de como os auditores vêm os custos que foram ocorridos”, afirmou Carlos Zacarias.

* E assim vai a inércia.

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Cientistas europeus testam cimento 
mais forte, mais barato e mais ecológico



FONTE:  euronews

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HOJE NO 
"RECORD"
Catarina Costa medalha de prata
 no GP de Cancun

A judoca portuguesa Catarina Costa, quinta nos Mundiais de Baku, conquistou esta sexta-feira a medalha de prata na categoria de -48kg do Grande Prémio de Cancun, no México, ao cair apenas na final, face à argentina Paula Pareto.
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Após três triunfos, perante a mexicana Edna Carrillo e a romena Monica Ungureanu, na fase de grupos, e a sérvia Milica Nikolic, nas meias-finais, sempre por waza-ari, a judoca lusa não pôde com a campeã olímpica de 2016, que ganhou por ippon, em 1.27 minutos.

Paula Pareto, que antes havia eliminado a portuguesa Joana Diogo -- perdeu por ippon ao segundo combate, após o triunfo sobre a norte-americana Anne Suzuki, também por ippon -, já tinha 'roubado' a Catarina Costa o bronze nos Mundiais.

As medalhas de bronze foram conquistadas pela sérvia Milica Nikolic e a espanhola Julia Figueroa.

* Os nossos jovens atletas merecem-nos todo o respeito pelo trabalho e determinação que revelam.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Joana Marques Vidal
Resposta política à corrupção
 "não é eficaz"

Ex- Procuradora-Geral da República diz que "não há uma estratégia nacional contra a corrupção"

Joana Marques Vidal considera que o problema da corrupção, em Portugal, "tem uma dimensão que é urgente atacar", isto num contexto em que "não há uma estratégia nacional contra a corrupção". Em entrevista à SIC e ao Expresso, a ex-Procuradora-Geral da República, que ontem deixou o cargo, diz ter ficado surpreendida com a dimensão do fenómeno da corrupção em Portugal. E acrescenta que a resposta política a este problema "não é eficaz, tem sido muito superficial".
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"Não há uma estratégia nacional contra a corrupção. Não só na resposta judiciária, estou a falar da dimensão cultural e da rejeição que deveria haver de todos. A questão coloca-se nos pequenos negócios, no dia a dia e na capacidade de haver uma rejeição total. Se nós repararmos o que foram os programas políticos das últimas eleições, a corrupção aparece lá numa linha. E aparece sempre relacionada com o judiciário. Ora, a luta contra a corrupção é uma luta pela transparência", diz Joana Marques Vidal, que volta a defender uma lei do enriquecimento ilícito. "Defendo que seria útil, mas não imprescindível, um tipo legal que permitisse ao Ministério Público e a outras entidades públicas iniciar um processo de inquérito quando se verificasse que existe um enriquecimento não justificado. Não defendo a inversão do ónus da prova", defende Marques Vidal.

Operação Marquês tem uma "boa acusação"

A ex-Procuradora, que ontem passou o testemunho a Lucília Gago, fala também da Operação Marquês - que envolve o ex-primeiro-ministro, José Sócrates - para afirmar que o processo tem "uma boa acusação".

Marques Vidal revela que foi "informada pelo titular do processo e pelo seu superior hierárquico que pretendiam efetuar a prisão preventiva" do ex-primeiro-ministro. Questionada sobre se deu a sua concordância, afirma que um PGR não tem que a dar "porque os magistrados têm autonomia nos seus processos" - "A minha preocupação foi perguntar: têm fundamentos suficientes, indícios aprofundados, em termos jurídicos e factuais? Têm verificada a situação que leva a essa decisão processual? "Temos"". "Claro que é um momento grave", diz a ex-PGR, que diz ter acompanhado de perto a Operação Marquês, tal como outros processos complexos.

* Os portugueses devem guardar boa memória da ex-PGR e desejar que a actual PGR não nos faça sentir saudades da sua antecessora.

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NA COZINHA/22 

SUMOS CRUDÍFEROS


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Gravações provam assassinato
 de jornalista saudita

Governo turco informou os EUA sobre gravações de áudio e de vídeo que alegadamente mostram que Khashoggi foi morto.

O governo da Turquia comunicou aos EUA que tem gravações de áudio e de vídeo que provam que o jornalista saudita Jamal Khashoggi foi torturado e morto no interior do consulado da Arábia Saudita, em Istambul. A informação foi revelada pelo jornal ‘The Washington Post’, para o qual escrevia o jornalista saudita, desaparecido a 2 de outubro. 
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"As gravações de voz do interior do consulado revelam o que aconteceu", referiu uma fonte anónima ao jornal, dizendo que as gravações de voz são as mais claras: "Pode ouvir-se como foi interrogado, torturado e depois assassinado". 

O governo turco não admitiu oficialmente possuir gravações do interior da embaixada, pois isso seria revelar como vigia os diplomatas estrangeiros. Mas o conteúdo das gravações terá sido comunicado aos EUA, que apoiam a Turquia na exigência de esclarecimento do caso. 

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, reiterou esta sexta-feira o desafio à Arábia Saudita para que prove a sua versão dos factos, segundo a qual Khashoggi deixou o edifício "após alguns minutos ou uma hora". Erdogan diz que, nesse caso, os sauditas devem mostrar as imagens do momento da saída. 

Ao jornal ‘Hurriyet’, disse mesmo: "Se um pássaro voasse, ou um mosquito aparecesse, os sistemas captavam isso; eles [os sauditas] têm os sistemas mais avançados".

* Como é possível países com regimes democráticos consolidados entre os quais Portugal, mantêm relações diplomáticas com ditaduras assassinas? O dinheiro é a grande fé do mundo!


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1760
Senso d'hoje
PAULO ALMEIDA
HUMORISTA/CIBERNAUTA
SITE "ÓDIO DE ESTIMAÇÃO"
"CASO RONALDO:
  2 PESOS, 2 MEDIDAS"



FONTE:  Paulo Almeida


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ESCOLHAS DE SÁBADO

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COMPRE JORNAIS
E REVISTAS








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A GRACINHA
QUE NÓS SOMOS






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BOM DIA


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70-CINEMA
FORA "D'ORAS"
IV-CORRUPÇÃO



FONTE: Trovão 13


SINOPSE
Corrupção é um filme português que nasceu da ideia de João Botelho, realizador de cinema, fazer uma película baseada no livro best-seller, Eu, Carolina. O livro conta os meandros do futebol português, escrito pela ex-companheira de Jorge Nuno Pinto da Costa, Carolina Salgado. O filme foi protagonizado pela atriz de vinte e quatro anos, Margarida Vila-Nova, na personagem de Carolina, porém com um nome diferente (Sofia) e pelo ator de sessenta e seis anos Nicolau Breyner, que interpretará 'Presidente', uma personagem inspirada pelo presidente do Futebol Clube do Porto. O filme estreou nas salas de cinema em 2007. 


Margarida Vila-Nova - Sofia 
Nicolau Breyner - Presidente 
António Pedro Cerdeira - Inspetor Luís 
Suzana Borges - Magistrada 
André Gomes - Advogado do Presidente 
João Ricardo - Empresário 
Ruy de Carvalho - Juiz Presidente 
Miguel Guilherme - Presidente dos Árbitros Virgílio Castelo - Vice-Presidente 
Miguel Monteiro - Diretor da Polícia Judiciária 
José Eduardo - Almirante 
José Raposo - Inspetor da PJ 
João LagartoFigueira 
Filipe VargasAgente PJ 
Alexandra Lencastre - Mãe de Sofia 

E ainda: Sónia Balacó, João Cabral, Rita Blanco,Paula Guedes, Luís Soveral, Paula Lobo Antunes, Rui Morrison, Adérito Lopes, Eurico Lopes, Dinarte Branco, João Catarré, Paulo Filipe, Carlos Costa, Jorge Sequerra, Guilherme Lopes, Teresa Ovidio e João Loy, entre outros. (WIKIPÉDIA)

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