quinta-feira, 7 de setembro de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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149-ACIDEZ

FEMININA


Sou TRANS Já recebi NUDES de fãs

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A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA
  

* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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Arrotos e soluços
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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Milhares reclamam retirada do Nobel a Aung Suu Kyi. Comité norueguês recusa

Aung San Suu Kyi tem sido criticada pela gestão da crise de violência envolvendo a minoria "rohingya"

Centenas de milhares de pessoas de todo o mundo reclamam a retirada do prémio Nobel atribuído a Aung Suu Kyi, criticada pela gestão da crise da minoria 'rohingya', uma eventualidade excluída pelo comité Nobel norueguês.

Esta quinta-feira de manhã, a petição online "Reclamar o Prémio Nobel da Paz de Aung San Suu Kyi" reuniu mais de 364 mil assinaturas.
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"Até agora, Aung San Suu Kyi, que lidera de facto a Birmânia, fez pouco para impedir este crime contra a humanidade no seu país", defendeu o promotor da iniciativa, referindo-se à crise de violência envolvendo a minoria 'rohingya'.

Segundo a ONU, cerca de 164.000 pessoas, a maior parte da comunidade 'rohingya', fugiram da violência em Myanmar (antiga Birmânia) em menos de duas semanas e buscam agora refúgio no vizinho Bangladesh.

Composta por cerca de um milhão de pessoas, a minoria 'rohingya' continua ainda a ser considerada como uma comunidade de imigrantes ilegais do "vizinho" Bangladesh, apesar de alguns viverem na Birmânia há várias gerações.

Muitos deles vivem em acampamentos na região oeste do país, depois dos incidentes intercomunitários de grande violência ocorridos em 2012, que causaram pelo menos 160 mortos e deixou 120 mil 'rohingya' confinados a 67 campos de deslocados.

As autoridades birmanesas não reconhecem a cidadania aos 'rohingya' e impõem-lhes múltiplas restrições, incluindo a privação de movimentos.

Muito criticada pelo seu silêncio relativamente ao destino da minoria muçulmana dos 'rohingya', Aung Suu Kyi, que dirige de facto o governo da Birmânia, denunciou na quarta-feira a existência de um "iceberg de desinformação", que - segundo disse - tem dado uma visão deturpada da crise.
Depois do movimento a defender a retirada do prémio Nobel a Suu Kyi, em Oslo o comité Nobel norueguês revelou que é estatutariamente impossível retirar um prémio.

"Nem a vontade de Alfred Nobel nem os estatutos da Fundação Nobel admitem a possibilidade de que um Prémio Nobel - seja em Física, Química, Medicina, Literatura ou Paz -- possa ser retirado. Não formalmente ", disse o secretário da comissão, Olav Njølstad.

"Apenas os atos de um laureado até a atribuição do prémio são avaliados pelo comité do Nobel", e não a ação subsequente, acrescentou.

Aung San Suu Kyi foi premiada com o Nobel da Paz em 1991, quando estava sob prisão domiciliar no seu país e apenas pode ir a Oslo fazer o discurso de aceitação 21 anos depois.

Desde há décadas que a minoria muçulmana dos 'rohingyas', que tem cerca de um milhão de pessoas em Myanmar, é discriminada neste país.

* A situação faz-nos lembrar a  barbárie sobre o povo  Arménio, mas a história está mal  contada.


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XLVII- O UNIVERSO


1- ECLIPSE TOTAL

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"

Susana Prada participa no 
Oceans Meeting 2017 - O Oceano 
e a Saúde Humana

A Secretária Regional do Ambiente e Recursos Naturais, Susana Prada, participa, esta sexta-feira, em Lisboa, na Oceans Meeting 2017 - O Oceano e a Saúde Humana.

Portugal organiza o evento este ano como resultado do trabalho que o país tem desenvolvido internacionalmente, incluindo o que decorreu na última Conferência dos Oceanos da ONU (em junho, em Nova Iorque), dedicada ao apoio à implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 14 – Conservar e utilizar de forma sustentada os oceanos, mares e recursos marinhos em prol do desenvolvimento sustentável.

Na parte da manhã, a governante irá participar na Reunião dos Ministros, no Mosteiro dos Jerónimos, e, durante a tarde, assistirá à Conferência Internacional, na Fundação Champalimaud, um programa que visa reforçar a cooperação entre os Estados e outros agentes dentro da temática.

A reunião dos Ministros do Mar é o foco principal deste evento e destina-se a discutir políticas internacionais comuns para o Oceano. O objectivo é a realização de um debate político abrangente, contando para isso com as intervenções dos ministros participantes e dos responsáveis pelas várias organizações associadas ao evento. Já na Conferência Internacional participam reputados oradores nacionais e internacionais e o objectivo é o de partilhar ideias sobre a temática do evento.

* Portugal é mais  mar do que terra.

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XV- Cidades

e soluções


2- Madeira e Desmatamento

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FONTE: GLOBONEWS

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Dez PME portuguesas entre as
 "mais inspiradoras da Europa"

Distinção da London Stock Exchange volta a premiar empresas nacionais, com base no ritmo de crescimento dos últimos anos. Vision-Box, Iguarivarius e Couro Azul repetem o lugar conseguido na edição do ano anterior.

Há dez empresas portuguesas entre as pequenas e médias empresas mais inspiradoras da Europa, de acordo com a análise da London Stock Exchange (LSE). Numa selecção que procura distinguir as empresas com uma facturação de até 300 milhões de euros com a maior velocidade de expansão, há três companhias nacionais que repetem agora o lugar conseguido em 2016: a Vision-Box, a Iguarivarius e a Carvalhos (Couro Azul).
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Todos os anos, a LSE escolhe a lista das "mil empresas para inspirar a Europa", um mercado de companhias de média dimensão que o mercado londrino tem como alvo, procurando seduzi-las para aí encontrarem soluções de financiamento.

No relatório de 2017, as presenças portuguesas são as seguintes: Carvalhos (couros); Elastron (têxteis e peles); Germano de Sousa - Centro de Medicina Laboratorial (análises clínicas); Lusiaves (indústria alimentar); Socém (indústria, moldes); Sovena (alimentação e agricultura); Vector Mais (design); WIT Software (tecnologia); Iguarivarius (indústria alimentar); e Vision-Box (tecnologia de segurança).

Mas há um lado menos positivo nesta análise. É que a presença portuguesa neste ranking caiu para menos de metade, já que nele constavam, em 2016, 22 empresas, entre elas a Parfois e a SP Televisão, a título de exemplo.

Alexandre Cavalleri, CEO da repetente Iguarivarius, afirma que "este prémio atribuído à Iguarivarius significa um reconhecimento da sua história de sucesso", nomeadamente o seu peso crescente na exportação de produtos alimentares portugueses e a entrada em novos segmentos de negócio. Segundo informações da empresa, os resultados líquidos da Iguarivarius cresceram 63% no último ano, para cinco milhões de euros, com uma facturação de 87 milhões.

Os resultados constam de um livro sobre as 1000 empresas mais inspiradoras da Europa, apresentado numa cerimónia no Parlamento Europeu, em Bruxelas, e que foi presidida pelo Vice-Presidente da Comissão Europeia Valdis Dombrovskis e por Xavier Rolet, CEO da London Stock Exchange.

O objectivo da LSE é, para além de conseguir mais negócio, é elevar o nível de crescimento das PME europeias, que têm nos últimos anos liderado o crescimento e a criação de postos de trabalho.

* Congratulamo-nos com as 10 empresas em destaque mas o número é exíguo.

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LAURINDA ALVES

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Manuel Maria Carrilho
Amor de pai

Carrilho tem idade, vivência e experiência suficientes para saber que uma carta destas não explode apenas na mão de quem a recebe. Os estilhaços atingem todos, a começar pelos que lançam a bomba.

Não é preciso ler toda a carta alegadamente escrita por Dinis Maria Carrilho, para perceber o que o move e quem está por trás deste gesto supostamente livre e voluntário. Bastam as frases sublinhadas nas capas das revistas que se alimentam deste tipo de artigos para perceber o teor da carta e o calibre de quem a escreveu. Ou mandou escrever.

“Faço tudo por amor aos meus filhos” diz e repete Manuel Maria Carrilho. Não o conheço, nunca trocamos uma única palavra, mas vejo, ouço e leio, não posso ignorar o que tem feito nestes últimos anos, em que vive obssessivamente apostado em destruir a mãe dos filhos que tanto diz amar. Acima de tudo, sei o que fazem os bons pais, por amor aos seus filhos.

Pai que é pai preza o bem-estar e a sanidade mental dos seus filhos, ponto. Nesta lógica, jamais deixaria que um deles escrevesse uma carta assassina à sua mãe. Muito menos consentiria em encontrar maneiras de lhe fazer chegar esta carta. Mais, nunca cederia o seu próprio computador a um filho menor sabendo que ele queria enviar uma prosa tão asquerosa e se, por acaso, o filho não o respeitasse e insistisse, não deixaria que o mail seguisse sem ler e reler o que o filho tinha escrito. Tão importante como tudo isto: um pai que ama os seus filhos e faz tudo por eles, faria realmente tudo para evitar que terceiros tivessem acesso ao escrito letal, e ele próprio morreria de vergonha se a carta fosse revelada publicamente, pela simples razão de que custa assumir ser pai de um filho capaz de tamanha perversidade.

Um homem que ama os seus filhos sabe que não podem matar a mãe no seu coração. Primeiro, porque precisam dela e da certeza do seu amor, depois porque mais cedo ou mais tarde isso se vira contra eles. Num tempo mais à frente, quando forem crescidos e autónomos, vão ser capazes de separar melhor as águas (seja porque ganharam distância crítica relativamente aos acontecimentos ou porque a guerra entre os pais separados já está extinta) e, nessa altura, podem arrepender-se amargamente do que escreveram, mas já não haverá nada a fazer. Finalmente, porque uma carta destas é, insisto, o harakiri do próprio pai. Revela todo o falhanço de que um homem é capaz, ao não educar os seus filhos e consentir (e, quem sabe, louvar) que se mostrem no seu pior em idades tão precoces.

Manuel Maria Carrilho tem idade, vivência e experiência suficientes para saber que uma carta destas não explode apenas na mão de quem a recebe. Os estilhaços atingem todos, a começar pelos que lançam a bomba. Tal como as vítimas de guerras maiores, também os seus próprios filhos vão viver toda a vida com feridas que não cicatrizam, com ecos que não se desvanecem, com marcas que não se apagam. Vão ter que viver para sempre com o estigma de serem os filhos que ele não soube proteger publicamente e vão sentir-se usados e abusados por quem diz que os ama, pois uma certeza eles têm: uma carta desta natureza e com este conteúdo não foi seguramente entregue nas redacções pela própria mãe.

Um pai de verdade que ama os seus filhos com autenticidade faz aquilo que fizeram muitos outros que passaram pelo mesmo calvário das separações e tentam compensar em casa o que consideram ser as falhas ou fragilidades das mães. Um pai incendiário, cheio de ódio, raiva e sentimentos de vingança não tem lucidez nem liberdade interior para proteger os seus filhos. Muito pelo contrário, usa-os compulsivamente como reféns, armas de arremesso e escudo de protecção. Para aniquilar a ex-mulher é capaz de matar emocionalmente os seus próprios filhos.

Ora, um homem que verdadeiramente ama os seus filhos usa todas as estratégias ao seu alcance para os proteger e jamais os lança às feras. Nunca vi um pai chegar ao jardim zoológico e, de frente para a jaula dos leões, empurrar os seus queridos filhos para serem devorados por eles. Mas tenho visto Manuel Maria Carrilho fazer isso com as suas adoradas crias. Leva-as pela mão, fala-lhes ao ouvido, dá-lhes colo e confunde-as de forma a acreditarem cegamente que age por amor. Depois usa essa amorosa cegueira para as entregar a abutres que as abocanham, as torcem e massacram, amputando-as irremediavelmente da sua integridade afectiva, moral e emocional.

São abutres todos os que se alimentam de notícias cujos protagonistas são crianças e adolescentes vítimas de circunstâncias altamente fragilizantes que, de um dia para o outro, os deixam desprotegidos, e os fazem sentir-se pressionados e esticados por todos os lados. Dar de comer a estes abutres com cartas tenebrosas, declarações de ódio e promessas de vingança que os engordam e mantêm a pairar é uma selvajaria. Usar os próprios filhos como alimento, servindo-os em bandeja de ouro, é abjecto. Argumentar que se age por amor a eles é obsceno.

Um pai que ama os seus filhos e deixa de amar a mãe deles, pode divorciar-se e separar os mundos, mas não pode rasgar os filhos ao meio. Seria insano querer ficar com uma metade para si e deixar a outra metade à mãe porque fisicamente não são divisíveis (se fossem, tenho a certeza de que muitos homens e mulheres com a fibra de Carrilho já teriam optado pela estratégia salomónica, tudo para o bem dos queridos filhos e sempre por amor a eles, claro), mas pode encontrar meios de partilhar o tempo dos seus filhos, formas de os amar e proteger, de os acompanhar no seu crescimento e de cuidar da sua formação e evolução.

Um bom pai sabe tudo isto e, felizmente, há muitos pais separados capazes de resgatar os seus filhos das dores do divórcio. Pais e mães com discernimento e capacidade de relativizar as acções dos ‘ex’, que conseguem ajudar os filhos a crescer, recuperando o equilíbrio e minimizando os sofrimentos que todas as separações implicam. Proteger os filhos menores de maus tratos, sejam eles físicos, morais ou emocionais é um dever imperativo de todo o pai e toda a mãe.

Ao longo dos últimos anos temos assistido à escalada de uma guerrilha parricida. Temos visto um homem cheio de ódio pela ex-mulher que a todo o momento jura vingança, ameaça, castiga, difama e acumula processos em tribunal. Um homem que não se cansa de dar entrevistas e usa a sua voz (e as poucas migalhas de credibilidade que lhe restam) para dizer apenas coisas sórdidas, infames, sobre a mãe dos seus filhos. Um homem que argumenta todo o tempo que age por amor aos filhos, mas não se importa nada com o ódio que destila por todos os poros, nem com o facto de este mesmo ódio ser o exemplo mais activo, mais tóxico e mais contaminante para os filhos de sua mãe. A herança que Manuel Maria Carrilho deixa aos seus próprios filhos fica para sempre manchada pelo visco do asco que sente pela mãe deles e não se cansa de demonstrar.

O cúmulo de declarações online, mais as pequenas e grandes notícias ou vídeos na TV e, ainda, os escritos de sua autoria nos jornais e revistas são ataques tão devastadores como as ofensas, ameaças e agressões pessoais reais. Tudo isto é uma marca indelével que fica na memória destas duas crianças a quem foi destruído, para já, todo o património afectivo da infância. Dinis Maria e Carlota deixaram de poder puxar o filme atrás para rever bons momentos em família porque todos os anos das suas curtas vidas foram arrasados e já só existem escombros.

Mais à frente vão perceber que não naufragou apenas a infância, mas também o sentido profundo de pertença e de família, bem como noções fundamentais sobre o amor e o respeito. “Children see, children do”, dizem os especialistas em desenvolvimento. Nesta lógica, não espanta que Dinis Maria se disponha a escrever uma carta hedionda à sua própria mãe, dizendo coisas graves numa terminologia que custa a acreditar que seja a de um pré-adolescente de 12 anos (a idade que tinha na altura em que mandou esta carta por mail através do computador do seu pai), pois o exemplo que tem em casa é esse mesmo, de ofender e injuriar.

Por tudo isto e muito mais que infelizmente está à vista de todos, tenho pena dos filhos de pais que, por amor a eles, os expôem, os desprotegem e os agridem, ou deixam agredir dia após dia. Os filhos de Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho mereciam melhor sorte do que serem para sempre apontados na escola, reconhecidos na rua e citados nas revistas pelas piores razões. Se este pai, que faz tudo pelo amor dos seus filhos, tomasse o peso da cruz que lhes põe aos ombros e os condenou a carregar neste longo martírio, sucumbiria ele próprio ao seu peso insuportável e sentiria na pele o que é ser arrastado na lama como eles, desprotegido, ofendido e indefeso. Amor de pai não é isto, é exactamente o oposto.

IN "OBSERVADOR"
05/09/17

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1346.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

Governo quer "mudança de paradigma"
.no apoio a vítimas de violência doméstica

A secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade afirmou esta quinta-feira, no Porto, que o Governo está a trabalhar numa "mudança de paradigma" na resposta às vítimas de violência doméstica, evitando que as casas-abrigo sejam o primeiro recurso.
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"Estamos a trabalhar para uma mudança de paradigma numa lógica de evitar que as mulheres vão para as casas-abrigo porque a casa-abrigo é para proteger, mas não deixa de ser uma instituição. Uma mulher e uma criança que vão para a casa-abrigo são institucionalizadas e essa não pode ser mesmo a primeira resposta", disse Catarina Marcelino.

A secretária de Estado, que participou na II Conferência Europeia de Violência Doméstica, a decorrer no Porto, esclareceu à Lusa que o Governo está a "apostar muito numa lógica de territorialização", acreditando que, "com redes bem organizadas de resposta e com uma boa articulação entre as várias entidades, a lei pode ser mais bem aplicada e os resultados podem ser melhores".

 "As casas-abrigo fazem falta e têm de existir, mas devem ser sempre a última resposta no sentido de que é sempre melhor para as pessoas não serem institucionalizadas e, muitas vezes, há outras soluções", defendeu.

Em seu entender, "o reforço da rede das casas de emergência é muito importante porque, por vezes, estar 10 dias num sítio permite que as pessoas possam encontrar soluções para a sua vida, que não passe pela casa abrigo".

"Não podemos compactuar com [situações de] mulheres a serem levadas para instituições e agressores a ficarem na sua casa, até porque isso, muitas vezes, leva à reprodução do crime com outras pessoas", sublinhou.

Segundo a secretária de Estado, "a lei permite que o agressor possa ser detido sem ser em flagrante delito, mas é preciso que as forças de segurança e o Ministério Público se articulem".

Atualmente existem cerca de 40 casas-abrigo, com 600 lugares que "estão praticamente todos ocupados e mais de metade por crianças. As mulheres, quando saem, levam os seus filhos, e nós estamos a não deixar que estas famílias possam estar na sua comunidade, junto das suas famílias e dos seus amigos", frisou.

"As vítimas têm de ficar em casa. Ter redes territoriais bem estruturadas a trabalhar no terreno, que ajudem as vítimas e que, do ponto de vista das forças de segurança e do Ministério Público, possam afastar o agressor é, de facto, a grande estratégia, e a lei permite", sustentou Catarina Marcelino.

 Insiste, por isso, na necessidade de "investir muito num projeto de territorialização de respostas, ter atendimento em todo o país, a começar pelas zonas onde existia menos resposta que era no interior do país".

"Nós estamos a fazer uma segunda geração de gabinetes, estamos a duplicar os gabinetes, e estamos a envolver as autarquias locais, o Ministério Público, a medicina legal e as comissões de proteção de crianças e jovens, conjuntamente com quem já está no terreno, a Segurança Social, as forças de segurança, a educação, a saúde", acrescentou.

No nosso país, os últimos dados avançados pelo RASI -- Relatório Anual de Segurança Interna dão conta da existência de mais de 27.000 participações às autoridades em 2016 e, este ano, já morreram 12 mulheres.

A II Conferência Europeia de Violência Doméstica decorre até sábado na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, com a participação de mais de 500 investigadores, profissionais e ativistas da área.

A nível europeu existe um consenso social e político sobre a necessidade de combater e prevenir esta forma de violência, expresso pela Convenção de Istambul, ratificada por Portugal.

* Concordamos com tudo o que a secretária de Estado disse, não pode o agressor manter-se no território onde pode fazer mais vítimas.

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4- O livro dos mortos

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ÚLTIMO EPISÓDIO

FONTE: Documentário History Channel Brasil

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5- FÍSICA DO 

IMPOSSÍVEL


COMO EXPLODIR UM PLANETA


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ÚLTIMO EPISÓDIO

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO
"OBSERVADOR"

Impresa confirma interessados
 na compra de revistas do grupo

A Impresa, dona da SIC, Expresso e Visão, confirmou haver interessados na compra de revistas do grupo, depois de ter iniciado um processo formal de avaliação das suas publicações.

A Impresa, dona da SIC, Expresso e Visão, confirmou esta quinta-feira haver interessados na compra de revistas do grupo, depois de ter iniciado um processo formal de avaliação das suas publicações para apostar no audiovisual e digital.
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“A Impresa — Sociedade Gestora de Participações Sociais, iniciou um processo formal de avaliação do seu portfólio de publicações, tendo para o efeito efetuado contactos exploratórios junto de potenciais interessados. No seguimento dessa iniciativa, a Impresa recebeu manifestações de interesse, as quais serão analisadas no decurso do processo formal de negociação”, lê-se num comunicado divulgado hoje pelo grupo na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

No final de agosto, a Impresa admitiu a venda de alguns dos seus títulos, no âmbito de um “reposicionamento estratégico” da sua atividade, que passa por um “enfoque primordialmente nas componentes do audiovisual e do digital”.

Após reuniões de elementos das direções com trabalhadores de vários títulos, o presidente executivo do grupo de comunicação social, Francisco Pedro Balsemão, enviou uma mensagem indicando que tendo em conta o Plano Estratégico para o triénio 2017-2019, a “IMPRESA procederá a um reposicionamento estratégico da sua atividade”.

Segundo o dirigente, as alterações vão implicar uma “redução da sua exposição ao setor das revistas e um enfoque primordialmente nas componentes do audiovisual e do digital”.

“Nesse sentido, [a Impresa] iniciou um processo formal de avaliação do seu portfolio e respetivos títulos, que poderá implicar a alienação de ativos. A prioridade passa por continuar a melhorar a situação financeira do grupo, assegurando a sua sustentabilidade económica, e logo a sua independência editorial”, concluiu na mesma nota.

Após reuniões com o presidente da Comissão Executiva (CEO) da Impresa, Francisco Pedro Balsemão, a Comissão de Trabalhadores da Impresa Publishing disse haver uma “incerteza total” quanto ao futuro dos títulos do grupo, como a revista Visão, e dos trabalhadores.

Depois de um encontro com a comissão executiva do grupo, o Sindicato dos Jornalistas disse ter obtido “o compromisso de privilegiar as ofertas de compra para as 13 publicações à venda que incluam os trabalhadores desses mesmos títulos”.

A Impresa Publishing detém os títulos Activa, Blitz, Caras, Caras Decoração, Courrier Internacional, Exame, Exame Informática, Jornal de Letras, Telenovelas, TV Mais, Visão, Visão História, Visão Júnior e Expresso.

* Somos leitores do EXPRESSO há quatro dezenas de anos, da VISÃO quando ainda pertencia à Projornal, ficamos arrepiados com o que poderá acontecer.

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Sérgio Godinho

O Primeiro Dia

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1.OS MESTRES
DO DINHEIRO
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Como uma série de 1996 está tão actual, à parte algumas afirmações "datadas" tudo o resto ensina-nos a compreender o espírito da Troika, a economia de Trump, os capitalismos russo e chinês.

FONTE: lucas84doc


* Nesta nova época de "bloguices" que vai de Setembro a Julho do próximo ano, iremos reeditar algumas séries que de forma especial sensibilizaram os nossos visitadores alguns anos atrás, esta é uma delas.

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Mar à Vista
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FONTE: RTV Agronegócio

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Acontece no _ÉNIS

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FONTE: Spor Delisi

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Para cozer os miolos/22

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CARROS CONCEBIDOS PARA FILMES


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HOJE NO 
"RECORD"

Andorra-Portugal cria problema:
«Não vai haver lugar para todos»

O jogo que a seleção nacional de futebol vai realizar em Andorra daqui a um mês será "uma grande alegria" para a comunidade portuguesa, mas ao mesmo tempo "um problema", porque "não vai haver lugar para todos".
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O alerta foi deixado à agência Lusa por David Borges, conselheiro das comunidades portuguesas em Andorra, país onde residem cerca de 11 mil portugueses, segundo dados oficiais, que constituem a segunda maior comunidade estrangeira, a seguir aos espanhóis, e representam 13% da população total.

"Isso é um problema. Somos muitos portugueses e o estádio está habilitado para quatro mil lugares. Não vai haver lugar para todos. Vai ser problemático", declarou David Borges.

"Mas, é uma grande alegria", acrescentou.

Por outro lado, o membro do Conselho das Comunidades Portuguesas considerou que "era bom que a seleção se preocupasse com a proximidade dos emigrantes, das comunidades que tanto a apoiam".

O jogo Andorra-Portugal de qualificação para o Campeonato do Mundo de 2018, na Rússia, está marcado para 07 de outubro, no Estádio Nacional, em Andorra-a-Velha.

As duas seleções fazem parte do Grupo B, onde Portugal ocupa o segundo lugar, com menos três pontos do que a Suíça, e Andorra está em quinto, apenas à frente da Letónia.

Questionado sobre o apoio da comunidade portuguesa à equipa de Andorra, David Borges ressalvou que existe simpatia pela equipa, mas observou que a seleção andorrana "não tem hipóteses" de qualificação.

Em Andorra, país localizado na cordilheira dos Pirenéus, que tem o catalão como língua oficial, há uma divisão entre fãs do Real Madrid de Cristiano Ronaldo e do Barcelona de Lionel Messi, "mas quando está em causa a seleção portuguesa, não há divisão", assegurou.

* Será uma festa nas ruas à frente de videos gigantes. Um recinto para 4 mil lugares é próprio para torneios de berlinde.

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MELHORES CIDADES
5 propostas de cruzamentos mais seguros
 para diferentes modos de transporte

A Associação Nacional de Funcionários de Transporte de Cidades, conhecida por sua sigla NACTO, elaborou seis princípios para desenhar cruzamentos que falam sobre como se pode aproveitar as ruas para oferecer deslocamentos mais eficientes e seguras a todos os usuários do espaço viário - pedestres, ciclistas, usuários do transporte público e motoristas.

Usando como ponto de partida estas diretrizes, a associação formulou cinco propostas que seriam aplicadas em diversos tipos de cruzamentos e que poderiam ser implementadas em diferentes cidades do mundo.

1. Cruzamentos entre avenidas

De acordo com a NACTO, os cruzamentos multimodais, ou cruzamentos de avenidas principais, devem ter certos elementos que permitem distribuir o espaço viário entre os diferentes modos de mobilidade, conferindo maior ordem visual e ao mesmo tempo, torná-lo um local seguro.
O primeiro destes são as ilhas de pedestres: no caso de estarem entre as vias que possuem diferentes direções, oferece aos pedestres - sobretudo os idosos ou aqueles que possuem algum grau de mobilidade reduzida - a possibilidade de esperar em uma área resguardada que possui maior visibilidade ao sinal verde para que possam continuar seu trajeto.
O segundo elemento consiste em proporcionar espaços sinalizados aos ciclistas através de sinalização e pinturas nas calçadas para que não apenas sejam visíveis para quem está de bicicleta, mas também para os demais usuários do espaço viário. Ainda sim, os cruzamentos não devem ser um espaço confuso, mas devem ser parte das ciclovias através da pintura que indique por onde devem circular os ciclistas.
O terceiro diz respeito aos pontos (ou paradas) do transporte público nas avenidas envolvidas, para que possam ser definidos de acordo com os principais destinos, as condições para combinar outros modais de transporte e as condições de rota. Além disto, considera que os passageiros tenham uma área de espera determinada.
O último elemento proposto pela associação aponta que em uma das avenidas envolvidas no cruzamento é possível eliminar as curvas dos automóveis à direita ou esquerda - dependendo de a mão for normal ou inglesa - para que assim seja possível reduzir os pontos de conflito com outros usuários, especialmente com pedestres e ciclistas.

2. Cruzamentos de avenidas com ruas menores

Nos cruzamentos de uma avenida principal com uma rua menor existem riscos podem expor os grupos mais vulneráveis da Pirâmide de Hierarquia de Mobilidade Urbana, ou seja, pedestres e ciclistas.
Esta situação pode ser ocasionada por dois fatores: primeiro porque os motoristas, ao ter a opção de virar em uma rua menor não encontram restrições para diminuir sua velocidade; e segundo porque ao não haver cruzamentos de pedestres nem espaços definidos, a rua se transforma numa zona pouco atrativa para caminhar ou andar de bicicleta.
É por isto que a NACTO recomenda que nos primeiros metros de uma calçada secundária seja implementada uma faixa de pedestres no mesmo nível da calçada, agindo como uma extensão desta. Deste modo, os motoristas são obrigados a reduzir a velocidade, dando preferência aos pedestres, que ficam mais visíveis.
Do mesmo modo, este tipo de cruzamento também inclui parte da ciclovia, ponto cuja preferência é compartilhada pelos ciclistas e pedestres.
Além disso, é aconselhável que ao longo da calçada da rua principal se pintem várias faixas de pedestres para que estes sejam visíveis no momento de cruzar e para que os veículos também diminuam a velocidade nesta via.

3. Elevações em ruas menores

O espaço em amarelo na imagem superior é construído na mesma altura que as quatro calçadas que conecta para dar continuidade às caminhadas e assim beneficiar todos os pedestres. Não obstante, a principal vantagem deste tipo de cruzamento é que em qualquer uma das ruas, é obrigatório que motoristas se detenham antes de entrar nesta área, e a circular em uma menor velocidade.
Para complementar esta proposta que funciona como um espaço compartilhado onde não são necessárias sinalizações nem cruzamentos de pedestres, dá-se a preferência de acordo com a Pirâmide de Hierarquia de Mobilidade Urbana.

4. Mini-rotundas em ruas menores

Nos cruzamentos sem semáforos com um fluxo reduzido de veículos, é aconselhável criar mini-rotundas, de acordo com NACTO.
Isto porque cria espaços viários que obrigam os condutores a reduzir para reconhecer como podem circular, sempre dando preferência aos pedestres e aos ciclistas.
Além disto, como podem ser instalados em áreas residenciais onde é necessário circular a baixas velocidades, reservam uma distância média de 4,5 metros até a esquina das calçadas, proporcionando um espaço seguro para pedestres e ciclistas.
Por último, é possível tornar o entorno mais agradável com arbustos, sem, no entanto, obstruir a visão de algum dos pedestres.

5. Cruzamentos complexos

Antes de intervir em um cruzamento complexo, o que seja irregular ao não possuir forma de cruz, é necessário conhecer como é o cruzamento e o que acontece nele. Para isto, é preciso observar o que existe no local e como se comportam as pessoas ali.
Uma vez feito isto, é possível começar uma remodelação que inclui, entre outros pontos, criar mais cruzamentos, estender as calçadas para reduzir o espaço dos veículos e recuperá-las como espaços públicos, instalar ilhas de pedestres que separam as pistas e que tornem o cruzamento mais compacto.
De esta maneira, pode-se reduzir os pontos de conflito,transformar as pistas para automóveis em novos espaços para a circulação de outros usuários e construir novos espaços públicos.
 

FONTE: archdaily.

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