11/03/2018

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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II-ABECEDÁRIO

C
TRANSPARÊNCIAS
6-Christina Aguilera



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XI- SEGUNDOS FATAIS
3- DESMORONAMENTO
EM SINGAPURA

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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II-ABECEDÁRIO

C
TRANSPARÊNCIAS
5-Cenit Nadir



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VIII -ERA UMA VEZ A VIDA

2- A RESPIRAÇÃO


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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II-ABECEDÁRIO

C
TRANSPARÊNCIAS
4-Carolyn Murphy



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Duda Mattar

O poder das cores



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II-ABECEDÁRIO

C
TRANSPARÊNCIAS
3-Caroline Vreeland



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EDUARDO DÃMASO

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 As toupeiras
que dão cabo da justiça

Um informático e dois funcionários judiciais chegam para abrir um buraco gigantesco no coração do sistema judiciário. Furam a informática e pescam à linha nos processos que interessam a quem lhes paga

A operação E-Toupeira, que envolve Paulo Gonçalves, braço direito de Luís Filipe Vieira, mostra o que é verdadeiramente o problema do segredo de justiça e, pior ainda, a vulnerabilidade tenebrosa da justiça face a interesses mais poderosos. Um informático e dois funcionários judiciais chegam para abrir um buraco gigantesco no coração da justiça. Furam a informática e pescam à linha nos processos que interessam a quem lhes paga.

Neste caso, sem desvalorizar porque é muito grave, imaginemos que funcionará em grande medida a irracionalidade clubística. Mas e quando se trata da oferta de dinheiro a sério? Quando se trata de garantir empregos vindouros e muito bem remunerados a familiares ou às próprias toupeiras? E que fazer quando se descobrir que estas vulnerabilidades tanto podem existir em processos menores como nas grandes investigações de terrorismo e crime organizado? Quando se perceber que há toupeiras pequenas, médias e grandes que fazem do Citius e de outras informáticas judiciais um verdadeiro queijo suíço?

Quando se perceber, de vez, que as violações do segredo de justiça deste género são a regra e não a excepção? Ou pensam que aquele ambiente de tu-cá-tu-lá cultivado pelos advogados envolvidos directa e indirectamente na Operação Fizz com o procurador Orlando Figueira, entre outros, é uma coisa de rapazes que andaram juntos na escola?! Ou que a decisão da célebre "extensão procedimental" que livrou Sócrates do negócio PT/TVI foi apenas uma manifestação do rigor e da sabedoria jurídica dos altos magistrados envolvidos? Ou que o documento desta decisão, não assinado ainda, não foi entregue generosamente a dois ou três amigos espalhados nos jornais!? Esse é o território das toupeiras amestradas e dos seus donos. Quando desistirmos de os combater é melhor metermos o País todo num barco apontado para fora da barra do Tejo e com a quilha partida... 

Repúblicas de Coimbra
A forma como a lei das rendas e o imobilismo municipal estão a matar as repúblicas estudantis de Coimbra é uma vergonha. Uma vergonha para Coimbra e para Portugal. As repúblicas são uma forma única de apoio a estudantes mais carenciados mas, sobretudo, nestes tempos vazios onde se vive da hipervalorização da imagem e não do pensamento, um insubstituível espaço de formação cívica e política. As repúblicas são um sustentáculo histórico da condição estudantil e da formação de uma consciência social que se propagou para lá de Coimbra. A UNESCO reconheceu isso quando elevou Coimbra a património mundial mas, por cá, nem o município de Coimbra nem o Estado português o reconhecem. Pela política coimbrã e na presidência do Conselho de Ministros abundam os génios.

A luta pelos livros e pela leitura Um poder político preocupado com o populismo e a incivilidade lutaria pela indústria dos livros e pela leitura. Um poder político empenhado na realização de reformas teria a preocupação de negociar e envolver o Presidente da República num verdadeiro pacto de regime que salvasse os livros, a leitura em geral e batia-se contra o encerramento de livrarias. Levava livros e jornais às escolas, tornava o Plano Nacional de Leitura um real instrumento de promoção cultural, muito para lá do que já é. Não tenho uma visão estatista nesta matéria mas parecem óbvias as vantagens de ter políticas públicas realmente eficazes na promoção do conhecimento e na salvaguarda das indústrias culturais. De resto, mais vale fazer qualquer coisa do que nada fazer, que é, basicamente, o que faz o actual ministro da Cultura.

IN "SÁBADO"
08/03/18

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1528.UNIÃO



EUROPEIA



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II-ABECEDÁRIO

C
TRANSPARÊNCIAS
2-Carola Remer


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I-"PORQUE  POBREZA?"

1-A HISTÓRIA DA POBREZA



FONTE: THE WHY


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XXXVII-VISITA GUIADA

O Maior Museu
de Arte Paleolítica
do Mundo/1
Foz Côa - PORTUGAL


O Maior Museu
de Arte Paleolítica
do Mundo/2
Foz Côa - PORTUGAL


* Viagem extraordinária pelos tesouros da História de Portugal superiormente apresentados por Paula Moura Pinheiro.
Mais uma notável produção da RTP

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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II-ABECEDÁRIO

C
TRANSPARÊNCIAS
1-Carmen Kass



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Coro a boca cerrada


Giacomo Puccini - Madame Butterfly

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ESTA SEMANA NO 
"EXPRESSO"
Concursos à medida em serviço das Câmaras de Oeiras e Amadora

Um membro do júri avalia um candidato. A seguir trocam papéis: o avaliado passa a avaliador de quem o avaliou

O serviço intermunicipal de água e saneamento (SIMAS) de Oeiras e Amadora, que assegura o abastecimento de água e a prestação do saneamento básico aos 338 mil residentes dos dois concelhos, abriu concursos para cinco cargos de direção equivalentes a diretores de departamento (quatro deles ocupados em regime de substituição). Poderiam ser mais uns procedimentos normais num serviço da Administração Pública, mas estes estão a fazer correr muita água e até a sugerir o saneamento de aspetos relacionados com a composição do júri.
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Carla Tavares (presidente da Câmara da Amadora) e Isaltino Morais (Oeiras) são presidente e vogal do CA do SIMAS
Em concursos desta natureza, é normal o ocupante do cargo concorrer ao lugar para conquistar a nomeação definitiva. No conjunto dos júris (com membros fixos e variáveis), há uma flagrante troca de papéis: o atual diretor do departamento A faz parte do júri (como 1º vogal) que irá apreciar a candidatura do diretor do departamento B; no concurso seguinte, este último passa a elemento do júri (também como 1º vogal) que avaliará a candidatura do diretor do departamento A.

Juristas arrasam os termos do concurso. Um especialista em Direito Administrativo, e professor universitário, diz que a “troca de papéis suscita as maiores dúvidas no plano da legalidade administrativa e representa, pelo menos, uma situação de ‘conflito de interesses aparente’”. Segundo a referida fonte, “o caso tem a aparência de um ‘arranjo’ para troca de favores”, pelo que “não é tolerável”. Para o docente, a “situação afronta, de forma até grosseira, os valores jurídicos da aparência de imparcialidade e isenção da atuação da Administração”.

João Pacheco de Amorim, especialista em Direito Público e Administrativo, fala de eventual “situação irregular”. Este professor universitário e advogado — num comentário também subscrito pelos colegas Ana Filipa Urbano e Ricardo Magalhães — afirma que a “inversão de papéis entre avaliador e avaliado poderá conduzir, no plano abstrato, a um favorecimento recíproco”. Os juristas concluem que os factos em causa “beliscam o princípio da imparcialidade”.

Diferente é a opinião do conselho de administração (CA) do SIMAS de Oeiras e Amadora, atualmente liderado (num critério de rotatividade) pela presidente da Câmara da Amadora, Carla Tavares. No CA, Isaltino Morais, recém-regressado à presidência da Câmara de Oeiras, é o 1º vogal. O SIMAS defende que “a composição dos júris garante as condições de imparcialidade e de isenção, cumprindo escrupulosamente e integralmente os pressupostos legais”.

A presidente do SIMAS esclarece que “a proposta de aprovação dos júris e métodos de seleção é um documento técnico aprovado por diversos órgãos autárquicos, muito antes da abertura do procedimento concursal”.

Com efeito, as duas câmaras e as duas assembleias municipais (ainda no anterior mandato) deram luz verde ao processo, em pelo menos quatro votações. Todas só com votos favoráveis, das várias forças representados nos dois concelhos: PS, os independentes do movimento de Isaltino (na altura ainda com Paulo Vistas em Oeiras), PSD, CDU, CDS, BE e PAN.

O Expresso questionou Isaltino Morais sobre as condições de “imparcialidade e isenção” do concurso, mas não obteve qualquer resposta até ao fecho desta edição.

Sem ligar a probabilidades
A presidência do SIMAS salienta que os júris não foram “designados em função de cenários ou de probabilidades de surgimento de candidatos” — mas a realidade pregou uma partida. José Augusto Santos e Carlos Paiva, os dirigentes que serão júri um do outro, confirmaram ao Expresso que são, de facto, candidatos aos lugares que já ocupam. Não serão os únicos. Santos enfrentará outros 14 concorrentes, enquanto Paiva um pouco menos: 13. No conjunto dos cinco procedimentos surgiram 63 candidatos.

No resto, Santos e Paiva remeteram questões colocadas pelo Expresso para a presidência do SIMAS. O mesmo fez o presidente do júri, Miguel Pereira Lopes, professor universitário do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) de Lisboa. Pereira Lopes conhece a realidade do serviço, pois já deu formação a dirigentes do SIMAS. Nessas funções, teve contacto direto com pelo menos um dos quadros que foi agora a concurso. Também a segunda vogal efetiva do júri já foi formadora de dirigentes do serviço. O CA não vê problema no facto de dois membros do júri já terem colaborado com o SIMAS.

O especialista em Direito Administrativo ouvido pelo Expresso faz leitura idêntica: “Em geral, não atribuiria grande significado ao facto de os membros do júri terem sido contratados pelo serviço no passado.” No entanto, “no caso concreto, esse facto adensa a dúvida sobre o cumprimento da exigência constitucional e legal de respeito pela imparcialidade e isenção, essenciais em procedimentos de seleção competitiva”, diz.

O SIMAS é comum aos dois concelhos por herança da antiga Câmara de Oeiras, que em 1979 perdeu o território que daria lugar ao concelho da Amadora (o primeiro criado após o 25 de Abril de 1974). O serviço tem cerca de 400 trabalhadores. Em 2016, ano mais recente com contas publicadas, teve receitas correntes de €58 milhões e lucros de €9,7 milhões.

* Por vezes pensamos que vivemos na Coreia do Norte.

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V. O MUNDO SEM NINGUÉM 

3- CASAS ARRASADAS

 


* Nesta nova época de "bloguices" que vai de Setembro/17 a Julho/18, iremos reeditar algumas séries que de forma especial sensibilizaram os nossos visitadores alguns anos atrás, esta é uma delas.

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Dono do Yeatman 
quer fechar livraria histórica do Porto

O mais antigo alfarrabista da cidade do Porto tem selo histórico, mas dona dos hotéis Yeatman e Infante Sagres não desiste de ocupar o espaço.

A Moreira da Costa, o mais antigo alfarrabista da cidade do Porto, já é loja histórica, mas ainda corre o risco de fechar. O selo do programa municipal "Porto Tradição" não demoveu os novos proprietários do Hotel Infante de Sagres, senhorios da livraria, de incluir aquele espaço nas obras de remodelação do edifício. O objetivo será colocar ali uma loja com artigos ligados à marca e à cidade.
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O alfarrabista, fundado em 1902 na Rua de Aviz, pretende manter ali os seus 50 mil títulos. A Sagrotel quer ocupar o espaço e alega que denunciou o contrato de arrendamento antes da Moreira da Costa ser considerada loja histórica. "A denúncia do contrato é anterior ao requerimento e consequente processo de reconhecimento. Prevalece, por isso, o mecanismo legal acionado pelo senhorio, a menos que se verifique consenso entre as partes", confirmou a Câmara do Porto.

"Tenho muito orgulho em estar a defender a sexta geração da Moreira da Costa. Continuaremos a lutar para manter o património da cidade", contrapõe Susana Fernandes, companheira do atual dono da livraria. A Moreira da Costa passou de geração em geração, até chegar às mãos de Miguel Carneiro. Ontem, foi Susana Fernandes quem falou ao JN. "Houve realmente uma denúncia de contrato por parte da Sagrotel, no dia 23 de junho do ano passado. Mas deixou de ter efeito a partir do momento em que fomos oficialmente considerados loja histórica, no dia 21 de dezembro de 2017, pela lei 42/2017, que nos protege". Um entendimento contrariado pela resposta da Câmara ao JN.

Susana garante que o contrato "anterior a 1948" está em vigor e que continuam "a pagar a renda, todos os meses, por carta registada e com aviso de receção". Apesar de não ter havido mais nenhum contacto oficial com o senhorio, "a partir do momento em que a livraria entrou no programa de proteção das lojas históricas ", o JN sabe que os proprietários continuaram a ser pressionados para sair. Susana não comenta.

"Projeto obriga a desocupação"
A Sagrotel, que também é proprietária do "The Yeatman", em Gaia, reclama o espaço fundamentando que a execução "do projeto aprovado pela Câmara do Porto, relativo a obras de remodelação e restauro da unidade hoteleira, obriga à desocupação total da livraria".

Ao JN, a empresa não respondeu se vai avançar com uma ação de despejo. Contudo, indicou que procedeu à denúncia do contrato "após várias tentativas de negociação" e "antes de a livraria ter sido considerada loja histórica". Acrescenta que "tem tido, ao longo de todo o processo, uma profunda preocupação e respeito pelo património e por todas as entidades envolvidas". "Temos sido totalmente abertos e cooperantes com todos os inquilinos, procurando sempre alcançar a melhor solução para todos", conclui.

* O dinheiro manda, em tudo.

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Safety Video 2018



FONTE: TAP Air Portugal

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ESTE MÊS NA
"GADGET"
DJI Mavic Air: o “cruzamento”
 entre o Mavic Pro e o Spark?

A DJI acaba de apresentar ao mundo o novo drone Mavic Air, um modelo que reúne num só “gadget voador” o que de melhor apresentam os dois drones anteriores, referimos no título deste artigo. E, antes de mais, os preços são fantásticos, tendo em conta a realidade que conhecemos dos drones da marca chinesa: o novo Mavic Air custa 849 euros na versão normal, por assim dizer, sendo que o Fly More Combo (com o atrativo de incluir três baterias) está à venda no site oficial da DJI por apenas 1.049 euros. Siga abaixo as características principais do drone e também alguns apontamentos da nossa experiência com o Mavic Air até agora, de seguida.
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Mas vamos às principais novidades no Mavic Air! Como se pode ver desde logo, o grande trunfo está nas dimensões e no peso… O drone pesa apenas 430 gramas, com 168 x 184 x 64 mm quando em funcionamento e 168 x 83 x 49 mm quando dobrado e guardado na respetiva bolsa.

A câmara continua a filmar em 4K a 30 fps (Full HD a 120 fps…), assente no mecanismo com gimbal de três eixos, mas a captação de vídeo é agora efetuada a 100 Mbps! E há uma outra grande novidade na parte da captação de fotos. É agora possível criar uma panorâmica a 180 graus, já que o drone consegue unir 25 pontos em apenas oito segundos para dar origem a este tipo de fotos com 32 MP.

Mais: a câmara de 12 MP conta com um sensor CMOS de 1/2.3” e lente com abertura de f/2.8. Há três sensores para deteção de obstáculos (para a frente, trás e baixo) e estão 8 GB de memória interna reservados para todos os seus conteúdos, além da slot para microSD.

A bateria dá para 21 minutos de voo, diz a DJI, enquanto o modo Sport permite voar a 68 km/hora! Além disso, o Mavic Air herda do pequeno Spark a capacidade para reconhecer comandos por gestos, sendo que também os muitos modos de voo e funcionamento trazem novidades, desde o Active Track até ao TapFly, por exemplo.

Por outro lado, a nova tecnologia FlightAutonomy 2.0 integrada no Mavic Air reune uma câmara principal, sensores de visão dupla, redundâncias IMU, vários processadores e ainda deteção por infravermelhos num só sistema “inteligente”. Para quê? Para que o drone consiga recolher toda a informação em seu redor a cada momento, analisando esses dados em tempo real e conseguindo assim voar a captar imagens sem qualquer tipo de contratempo, cumprindo até as regras locais de cada área geográfica.

Entretanto, espreite a edição da revista Gadget que está nas bancas. Isto porque temos nesta edição uma review resumida das nossas primeiras experiência com esta novidade da DJI, pelo que pode ver pela galeria de imagens acima. Deixamos até alguns pontos que nos chamaram a atenção no Mavic Air e que não tivemos oportunidade de colocar na review da revista, principalmente por falta de espaço:
  • A tecnologia FlightAutonomy 2.0 parece funcionar muito bem: mesmo que ordenemos ao drone que voe ao nosso nível e na nossa direção, o sistema não permite fazê-lo e força o Mavic Air a desviar a rota de forma muito ligeira e de forma a que os obstáculos sejam sobrevoados ou contornados. Este é um ponto que podemos ativar e desativar a partir do menu lateral principal da app móvel DJI GO, ao mesmo tempo que é mantido o “toque cinemático” na gravação (ou seja, o drone corrige trajetória sem movimentos bruscos);
  • Tendo em conta que se trata de um drone maior e mais bem equipado que o Spark, por exemplo, o ruído em funcionamento não é significativo. Não se trata de um drone barulhento…
  • O sistema que reconhece a palma da mão do utilizador está bastante melhor: agora é possível descolar o drone desta forma e os movimentos que reconhecem a mão são muito mais rápidos. Além disso, existem novos modos e ativações neste modo, incluindo uma função ‘Follow’. Basta baixar um pouco a mão quando a apontar para o Air e poderá fazer com que o drone o siga durante uma corrida, por exemplo, sob duas opções: perfil e normal. Funciona, desde que não avance muito depressa…
  • Ter um bitrate mais elevado de gravação de vídeo em 4K é muito bom. E os resultados denotam isso: em dias normais e com todas as definições “out of the box”, há uma qualidade de imagem fantástica nos vídeos. Mais rente ao anoitecer, nas mesmas definições, a qualidade de vídeo 4K baixa para normal, apenas. Isto porque começa a escassear  luz e o sensor não é assim tão “aberto”
* A quem interesse fica a novidade.

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Humor na crise


FONTE: AFP Brasil

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ESTA SEMANA NA 
"SÁBADO"
Jovens exigem afastamento de padre devido a "atitudes indignas"

Um grupo de jovens de Darque, em Viana do Castelo, anunciou hoje que pediu uma audiência ao bispo da diocese para exigir o afastamento do pároco local, que acusam de tomar "atitudes indignas".

Um grupo de jovens de Darque, em Viana do Castelo, anunciou hoje que pediu uma audiência ao bispo da diocese para exigir o afastamento do pároco local, que acusam de tomar "atitudes indignas".
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"Queremos reunir com o senhor bispo para lhe pedir o afastamento do padre de Darque, que toma atitudes que não são dignas de um pároco. Queremos um novo padre, porque em Darque o descontentamento é geral", disse hoje à agência Lusa Mário Miguel, da direcção do grupo Sagitta Darque.

Segundo Mário Miguel o pedido de audiência enviado a Anacleto Oliveira surge na sequência da "suspensão", hoje, da actividade que o grupo de jovens católicos realiza quinzenalmente na celebração dominical.

"Hoje, antes do início da celebração, estávamos a fazer os preparativos para cantar durante a missa e fomos chamados à sacristia pelo ajudante do senhor padre. No interior da sacristia o senhor padre comunicou-nos que o nosso grupo estava "suspenso" e abandonou o local e fomos destratados pelo seu ajudante", especificou Mário Miguel.

"Vimos por este meio informar que hoje, dia 11 de março de 2018, pelas 10:25, fomos expressamente proibidos de cantar nas celebrações da nossa paróquia por expressar a falta de apoio que temos sentido pelo pároco e pela comunidade paroquial", lê-se na publicação na página de Facebook do Sagitta Darque, constituído há cinco anos e composto por cerca de 13 elementos.

Contactado pela agência Lusa, o padre Manuel Pinto disse tratar-se de "um grupo residual no meio da comunidade paroquial".

"A vida da comunidade paroquial tem decorrido dentro da normalidade. Nenhuma celebração deixou de se fazer. Tudo corre dentro da normalidade. Essas pessoas, em vez de esclarecem pessoalmente têm-no feito nas redes sociais, tecendo considerações caluniosas e insultos", afirmou.

Questionado pela Lusa sobre o pedido de audiência enviado pelo grupo de jovens ao bispo da diocese, o pároco disse tratar-se de "um direito que lhes assiste".

O bispo da diocese de Viana do Castelo, através do secretariado para a comunicação social, fez saber que "dedicou o domingo a uma visita pastoral à serra d'Arga e que só depois de conhecer o teor do pedido de audiência e após avaliação do mesmo, decidiria sobre o assunto".

Na semana passada, um grupo de cidadãos lançou uma petição pública na Internet a pedir o afastamento do pároco face às "inúmeras atitudes lamentáveis para com a população" daquela freguesia da margem esquerda do rio Lima.

A petição, assinada por mais de 260 pessoas, destaca "a indignação perante tanta falta de humildade, cidadania e carácter" do pároco de 40 anos, nomeado para aquela freguesia em julho de 2015, tendo assumido o cargo no final do verão desse ano.

"Não foi isto que Deus nos ensinou", diz o documento intitulado "Queremos outro pároco na freguesia de Darque", com mais de 7.800 habitantes, acrescentando que "cada vez mais os darquenses se afastam da casa de Deus".

Já Mário Miguel esclareceu que o grupo Sagitta Darque "nada tem nada a ver" com aquela iniciativa mas disse ter "assinado o documento por se rever nos argumentos por ele invocados".

"Vamos até ao fim na nossa pretensão. No próximo domingo, alguns elementos do grupo vão participar na manifestação silenciosa, em frente à igreja paroquial, que está a ser preparada na freguesia. Sei que o protesto "ordeiro" está marcado para as 10:00 de domingo. Quero estar presente para mostrar o meu descontentamento. As atitudes do padre são lamentáveis".

A petição foi lançada na sequência de um caso registado no final de Fevereiro. Numa denúncia pública feita através das redes sociais, um jovem da freguesia lamentou o facto de o pároco ter realizado, conjuntamente, a missa do sétimo dia do falecimento do pai e as celebrações dos 25 anos de casamento de um casal da freguesia, sem que, em ambos os casos, os paroquianos tenham sido informados previamente da situação. 

* Igreja sem tricas não é igreja que se preze.

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Direito ao aborto domina 
protestos de mulheres argentinas



FONTE: EURONEWS

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HOJE NO 
"A BOLA"
«Acabou a paródia em Portugal
 à custa do Benfica!»

Em declarações aos jornalistas após a vitória, por 2-0, sobre o Aves, o presidente do Benfica abordou o conturbado momento que vive o tetracampeão nacional fora dos relvados.
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FUTPARODIAS
«O Benfica hoje em dia presta muita inveja em Portugal, é o único clube que tem futuro e projetos em todas as vertentes: desportiva, ecletismo e infraestruturas. Ao longo de 18 anos cumprimos com todo o sistema financeiro, nunca, em vez alguma, tivemos um atraso em pagamentos. Continuamos a trabalhar para o futuro risonho deste clube, quando sair quero entregar o clube às próximas gerações com um projeto inovador e do qual tenham orgulho.

- A partir deste momento, quem quer que ponha em causa o nome do Benfica será alvo de processos judiciais. Seja contra jornalistas, contra marcas ou administradores, não iremos perdoar. Acabou a paródia à custa do Benfica. Acabou a paródia instalada neste país, venderam-se muitos jornais, as televisões tiveram muitas audiências, mas a partir de segunda-feira teremos um gabinete de crise montado para responder a todos os ataques.»

* A paródia vai continuar quer o sr. Vieira queira ou não, é que os portugueses  são parodiantes e os que vivem do futebol ainda mais.

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FRANGO XADREZ


De: Receitas e Temperos

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HOJE NO
"SOL"
Autoridade Marítima deixa alerta para perigo de caravela-portuguesa no Algarve

Este domingo, a Autoridade Marítima Nacional deixou um alerta à população, para que evitem o contacto com a caravela-portuguesa que apareceu na costa do Algarve.
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"Em caso de ser avistada, deve-se evitar o contacto com este organismo de nome científico 'Physalia physalis' e que vive na superfície do mar graças ao seu flutuador cilíndrico, azul-arroxeado, cheio de gás, cujos tentáculos podem atingir os 30 metros, sendo o seu veneno muito perigoso", pode ler-se no comunicado da autoridade.

A espécie apareceu nas praias no Algarve no sábado. A autoridade relembra que “algumas pessoas, especialmente as sensíveis às picadas e venenos das águas-vivas, podem ter reações alérgicas graves" e que caso começem a ter sintomas alérgicos “devem ser encaminhadas de imediato para o serviço de urgência das unidades de saúde”.

A picada pode causar “dor forte, sensação de queimadura, irritação, vermelhidão, inchaço e comichão”.

Caso entre em contacto com esta espécie, a autoridade aconselha a que evite esfregar a zona afetada, não deve meter água ou álcool, lavando a zona com soro fisiológico e, caso tenham ficado tentáculos agarrados à pele, deve retirá-los com recurso a luvas e uma pinça. Para aliviar a dor pode aplicar vinagre ou água quente e, deve ainda, consultar um médico o mais rápido possível.

* Quem avisa seu amigo é!


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1545
Senso d'hoje
CATARINA GUERREIRO
EDITORA EXECUTIVA
REVISTA "VISÃO"
"Os relatórios secretos do LNEC que
defendem há meses obras urgentes
na Ponte 25 de Abril e só a 08/03,
tiveram autorização das Finanças"



FONTE: SIC NOTÍCIAS

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ESCOLHAS DE DOMINGO

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COMPRE JORNAIS 

E REVISTAS










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2– PENAS COLORIDAS











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BOM DOMINGO


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62-CINEMA
FORA "D'ORAS"
III- O MILAGRE
SEGUNDO SALOMÉ




* O Milagre Segundo Salomé é um filme português realizado em 2004 por Mário Barroso. A estreia em Portugal foi a 13 de Maio de 2004. 


Portugal, 1917, onde se vive uma grande agitação política e social e diz-se que em Fátima a Virgem apareceu a três pastorinhos. Salomé, uma jovem vinda da província, é uma das muitas raparigas que animam um dos mais conhecidos bordéis de Lisboa. Tornou-se numa rapariga especial, pois um dia um senhor de posses convida-a para viver em sua casa e apresenta-a à alta sociedade de Lisboa.


FICHA TÉCNICA
ELENCO:Ana Bandeira, Nicolau Breyner, Ricardo Pereira, Paulo Pires, Ana Padrão
Realização: Mário Barroso
Autoria: Carlos Saboga, José Rodrigues Miguéis (romance)
Música: Bernardo Sassetti

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