quarta-feira, 26 de julho de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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III-OS RIOS E A VIDA
2-O RENO

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ANA SOUSA
MODA LISBOA
PRIMAVERA/VERÃO
2017
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DAVID FERREIRA
MODA LISBOA
PRIMAVERA/VERÃO
2017
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IV-MESTRES DE COMBATE
2- Kung Fu
CHINA

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* Não somos fãs destas modalidades desportivas, temos até   dúvidas se o "modismo" destas prácticas não potencia os conflitos de minorias formatadas em grupos de luta. Os vídeos desta série têm espectáculo e aventura, priviligeámos isso.

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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BRUNO RIBEIRO

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Só vale a pena se for eficaz

Junho e julho são meses particularmente exigentes para quem trabalha em agências e lida com inscrições e candidaturas a prémios.

De um modo geral, os prémios são distinções importantes, constituem uma oportunidade para relacionar o trabalho com a agência que o concebeu, representam um reconhecimento dos pares e enchem o ego de quem trabalhou numa determinada ação comercial. Duvido muito que alguma agência ou anunciante não goste de os receber ou que não tenha orgulho de exibir os troféus que conquistou fruto do seu trabalho.

Estamos a terminar a época dos prémios eficácia, das candidaturas entenda-se, e claro está que os últimos dias são sempre os mais exigentes. Por vários motivos. Construir uma candidatura, um caso, para um prémio eficácia é uma tarefa que exige recolher informação, analisar dados que comprovam o sucesso de uma ação, reconstruir de forma rigorosa uma história que pode ter acontecido há mais de um ano. E depois ter tempo e engenho de montar uma narrativa rigorosa e interessante, num documento que alguém, que pode nunca ter contactado com o produto, marca, serviço ou causa, vai ler e avaliar. Será que vale o esforço?

As pessoas e as ideias são os dois ingredientes fundamentais da comunicação comercial. São poucas as pessoas que conseguem ter boas ideias, de forma consistente ao longo do tempo, para dar resposta aos desafios estabelecidos num brief. Raramente há tempo para experimentar, errar e tentar de novo. Explicar um produto, criar envolvimento com uma marca em poucos segundos na televisão ou na rádio não é tarefa fácil. Sem uma boa ideia, duvido mesmo que seja possível.

Mas como devemos avaliar a eficácia da comunicação? Pela lágrima que vertemos enquanto demonstração inequívoca de que não ficamos indiferentes a uma causa que nos toca? Ou pela gargalhada que soltamos com a piada dos amigos que bebem cerveja num bar? Estas reações não podem ser desconsideradas, são as mais espontâneas e genuínas, mas a comunicação comercial tem outros propósitos e as emoções que despertam são, também, meios para atingir um fim. A gargalhada ou a lágrima podem não resultar.

«A filosofia por detrás dos Prémios Eficácia é o reconhecimento da importância da comunicação como ferramenta fundamental de que dispõem os marketeers para atingirem os seus objetivos de marketing» lê-se no site da organização dos prémios. Mais ainda «os Prémios Eficácia são os únicos galardões em Portugal que se centram nos resultados conseguidos graças à ação da comunicação seja em notoriedade, em vendas, ou outro tipo de rentabilidade que responda a um objetivo previamente definido, e situam a eficácia como autêntico fim da atividade publicitária, o retorno do investimento realizado e o seu efeito acelerador de negócio da empresa anunciante».

A comunicação comercial não tem razão de ser sem objetivos, só faz sentido comunicar para provocar uma reação, um comportamento previamente determinado. Os Prémios Eficácia são, à data, o concurso mais rigoroso na avaliação da relação entre uma ação de comunicação e os resultados de negócio. Por isso dão tanto trabalho a construir, pois muitas vezes a relação entre os dois não é nem óbvia nem imediata. Mas é a métrica que os anunciantes mais valorizam e que as agências mais se esforçam para entregar. Ganhar um destes prémios é o reconhecimento deste trabalho bem feito, algo que vale sempre o esforço. Em Novembro saberemos quem o fez melhor.


*Responsável Planeamento Estratégico do Grupo Havas Media

IN "SOL"
25/07/17

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1303.UNIÃO



EUROPEIA



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RUSSIA
 

4-CORPOS MARCADOS


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FONTE: History Channel Brasil

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Nos EUA 40% dos jovens
sem-abrigo são LGBT

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FONTE: ONU BRASIL

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Nucha
Canta Maroon 5

Moves Like Jagger

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Bolivianos respondem a catástrofes 
com curas ancestrais

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FONTE: EURONEWS

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HISTÓRIA DO MUNDO

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É UMA CASA!


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1317
Senso d'hoje
CRIANÇAS REFUGIADAS
RESIDENTES EM ATENAS
"O QUE AS FAZ FELIZES"

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* A UNICEF partilhou um vídeo, a 22 de julho, de crianças refugiadas que vivem em Atenas, na Grécia, e que falam sobre suas coisas favoritas. Uma demonstração de que as crianças são apenas isso mesmo, crianças, e é isso que a UNICEF pretende demonstrar. No final, e apesar de todas as condicionantes, elas não são muito diferentes umas das outras, independentemente das suas origens, e gostam «quase todas» do mesmo.

FONTE: EURONEWS

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O Peixe Pedra

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BOM DIA


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53-CINEMA
FORA "D'ORAS"

VIII-MATEI POR AMOR

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ÚLTIMO EPISÓDIO
PRÓXIMO FORA-DE-HORAS A 30/07/17 
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terça-feira, 25 de julho de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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26-BODY PAINTING

MELISSA SATA 

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GRANDES LIVROS/38

AUTORES DO MUNDO


4- Autobiografia de Malcolm X

Alex Haley

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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19-O DESPERTAR DA CHINA

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* Um acordar vigoroso, exemplar na voracidade!

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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II-EXPEDIÇÃO AVENTURA
 4- PANTANAL
2- TERRA DE JACARÉS

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COM RICHARD RASMUSSEN

As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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SAFAA DIB

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A condição humana na sua TV

As nossas noções de bem e mal, outrora presas a uma linearização excessiva, são atualizadas à medida que vamos ficando cada vez menos ingénuos e chocados com o enredo que nos é apresentado.

Poucas coisas entraram de forma tão fulminante na cultura popular como A Guerra dos Tronos. À semelhança de fenómenos como O Senhor dos Anéis ou Harry Potter, a saga de George R. R. Martin conseguiu consolidar a sua popularidade e entranhar-se no nosso vocabulário quotidiano.

O termo “Guerra dos Tronos” tornou-se sinónimo de intriga e manipulação política. Os protagonistas têm hipóteses reduzidas de sobreviver ao jogo de disputas pelo poder, e grande parte do enredo consiste em mover as peças do xadrez bélico e político de forma inteligente e implacável.

Habituados a histórias tradicionais, em que o herói triunfa no fim da sua jornada ou se sacrifica valorosamente pelo mundo, os leitores e espectadores foram apanhados de surpresa pela disponibilidade do autor em matar os seus protagonistas da forma mais inglória ou injusta possível. Ao longo das várias temporadas (e livros), assistimos a decapitações, envenenamentos, casamentos vermelhos, massacres, torturas e um sem fim de guerras em contexto medieval, com a introdução gradual de elementos de fantasia, tais como dragões e mortos-vivos.

Mas o lado fantástico de A Guerra dos Tronos está longe de ser a sua maior força. Esta reside no lado humano e no modo como as personagens revelam os seus conflitos interiores, que tanto tem cativado o mundo inteiro. Através de diálogos inesperadamente profundos, descobrimos que não há uma verdadeira separação entre o bem e o mal. Um regicida pode demonstrar sentido de honra, assim como um cavaleiro nobre pode agir com a maior cobardia. Cada indivíduo faz as suas escolhas, que poderão ser ditadas pela ganância, honra, ambição, amor.

Sendo de inspiração medievalista, a série não deixa de criar um retrato convencional das relações entre casas nobres e plebeus. Mas a dinâmica tem vindo progressivamente a mudar em relação ao papel dos géneros. E se é verdade que as mulheres sofrem sempre às mãos dos homens, agora são elas quem revela maior astúcia, perspicácia e pragmatismo.

No fundo, resume-se à subversão das expectativas. A estratégia política de uma brutalidade ímpar desperta interesse, mas o facto de a série não cumprir as vontades e os desejos do público é parte do que a torna tão especial. No entanto, o mundo de Westeros, o continente fictício onde decorre grande parte da narrativa, vai buscar inspiração às guerras que dominaram a Europa durante séculos. Não há nenhum ato de crueldade que não tenha sido baseado em factos verídicos. As nossas noções de bem e mal, outrora presas a uma linearização excessiva, são atualizadas à medida que vamos ficando cada vez menos ingénuos e chocados com o enredo que nos é apresentado. Passámos a assistir pela televisão ao real retrato da condição humana e tem sido, sem dúvida, uma lição incrível.


IN "O JORNAL ECONÓMICO"
21/07/17

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1302.UNIÃO



EUROPEIA



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140-BEBERICANDO

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COMO FAZER "SHOT DOS NAMORADOS"
(GRUDA NA MÃO)

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 C L A N D E S T I N O

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* Faz-se tudo para procurar uma vida melhor.


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André Manoukian quartet

Inkala

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Portugal em 1950

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FONTE: VortexMag

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CONTRA A PROCRASTINAÇÃO

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1316
Senso d'hoje
YUSRA MARDINI
REFUGIADA SÍRIA
"Sente-se segura
no país de acolhimento"

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FONTE: ONU BRASIL

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ORANDO

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BOM DIA


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53-CINEMA
FORA "D'ORAS"

VII-MATEI POR AMOR

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segunda-feira, 24 de julho de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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1-SUBTILEZAS
ROUBE COMO UM ARTISTA
por AUSTIN KLEON

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RESUMO ANIMADO


FONTE: IlustradaMente


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3-SAIAS BAILADORAS

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 XII-MEGA MÁQUINAS

2- AS MAIORES MÁQUINAS

DO MUNDO

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*Interessante série reveladora da quase perfeição mecânica, notável produção da NG.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HENRIQUE SANTOS

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A Fraude é como o Sexo, 
só que ao contrário

É disso que precisamos muito, pessoas que desejem de facto aprender e não que achem que sabem tudo...

Eis que encontrei duas temáticas cuja curiosidade de todos é desafiada. Se eu disser que sei alguma coisa sobre “fraude”, absolutamente ninguém me pergunta como fazer para se proteger ou a combater. A primeira coisa que me dizem é “tens de me ensinar umas coisas”. Mas se eu falar qualquer coisa sobre “sexo”, todos querem contar as suas fantásticas e infalíveis performances.

Normalmente, quando me colocam as coisas nestes termos, nada melhor que começar a falar de sexo. Um tema diferente, sem dúvida fascinante, mas cujo resultado não anda longe. Vou ser enganado de certeza (na fraude também). Depois, se descubro que me estão a enganar, lá vêm eles com o triângulo do sexo: a Pressão para parecer o mais viril, a Oportunidade para brilhar entre os meros comuns e a Racionalização do ato cometido, dizendo que todos o fazem. É exatamente igual na fraude.

Se prepararmos uma sessão informativa sobre “Fraude”, todos querem ir porque se auto-intitulam ignorantes no tema. Se marcarmos uma outra sessão, mas agora sobre “Sexo”, todos querem ir porque dizem saber muito sobre a matéria (mas, no fundo, querem estar presentes para aprender).

E esse é o maior dos desejos que podemos ansiar quando se organiza uma sessão informativa: a vontade dos presentes em aprender. É disso que precisamos muito, pessoas que desejem de facto aprender e não que achem que sabem tudo, pessoas que gostem de ouvir, falar e trocar opiniões tendo como objetivo a melhor solução final.

Devemos tentar conhecer a fraude para melhor a compreendermos e combatermos e não para a cometermos. É um bocado como o polícia que conhece o modus operandi de um determinado tipo de crime, e usa esse conhecimento para replicar o crime e não para o combater.

Tenho medo, porque, infelizmente, o crime associado à fraude em Portugal ainda é visto com muito bons olhos, e é muito facilmente justificável por todos, quando não é, inclusive, incentivado.

A culpa é nossa, de todos nós, porque achamos que o crime associado à fraude, por um lado é algo que não nos afeta e, por outro, é algo que todos querem saber e não disseminar, porque nunca sabemos quando nos sai a sorte grande de a cometer. Sim, este tipo de pensamento é lamentável, mas é o que todos pensam, pois pensamos que quem é vítima de fraude é alguém desconhecido, e portanto não é ninguém.

Com que então a si o chapéu não lhe serve? Ok, vamos falar de sexo.


IN "VISÃO"
20/07/17

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