quarta-feira, 7 de junho de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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I-OS RIOS E A VIDA
1-O AMAZONAS

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LEE + LANI

MIAMI SWIM WEEK
PRIMAVERA
2017

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II-MESTRES DE COMBATE
3-KYOKUSHIN
JAPÃO

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* Não somos fãs destas modalidades desportivas, temos até   dúvidas se o "modismo" destas prácticas não potencia os conflitos de minorias formatadas em grupos de luta. Os vídeos desta série têm espectáculo e aventura, priviligeámos isso.

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Portugeses em Londres 
temem resultado das eleições

 Campanha eleitoral no Reino Unido ficou contaminada com o tema da segurança.

Depois do ataque deste fim-de-semana, a campanha eleitoral no Reino Unido ficou contaminada com o tema da segurança. Os dois grandes partidos trocam acusações. 

Paulo Costa, 59 anos, não tem dúvidas que isso mudou a ideia de muitos. "Obviamente que os ataques vieram marcar a campanha. 
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O primeiro ponto forte foi o Brexit, passou pelo SNS de cá e agora é a segurança", refere o português que vive há mais de quatro anos em Londres. Faz parte de um grupo que luta para garantir os direitos dos portugueses no Reino Unido, os Migrantes Unidos. 

Com os ataques, a oposição aproveitou para criticar a atual primeira-ministra. "Os conservadores podem estar agora sob ataque porque cortaram 20 mil policias quando mais eram precisos mas por outro têm uma atitude mais dura em relação a segurança", explica o português. 

Theresa May já disse que está disposta a mudar leis relacionadas com as liberdades individuais de forma a facilitar o combate ao terrorismo. Mas o que preocupa mais os portugueses é a saída do Reino Unido da União Europeia. "Para a comunidade portuguesa, o que mais preocupa é mesmo o Brexit e como vai decorrer", sublinha Paulo Costa, ao acrescentar que há o "risco de ter um Brexit brutal e muito limitativo de direitos. Nesse caso seria muito prejudicial para os portugueses em termos de liberdade de acesso, em termos de acesso à saúde e poderem-nos começar a cobrar nas idas aos hospitais públicos, por exemplo". 

* O terrorismo está a facilitar a erupção de ditaduras em todo o mundo, muito grave.

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LINA SILVEIRA

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Contrapor o terror

O terrorismo é um problema que não vê solução à vista desde o ataque às Torres Gémeas em 2001, deste traumatizante acontecimento que se procura soluções à escala global para combater o terrorismo. O terrorismo tem mudado a sua forma de atuar, mas sempre com o propósito de matar em massa, de provocar medo, destabilizar e pressionar governos e atacar o modo de vida “ocidental”. O primeiro impulso de combate global foi a via bélica - ao mesmo nível do problema – pós 11 de Setembro. No entanto a questão só se agravou por essa via. O terrorismo ganhou novas formas e globalizou-se ainda mais. Como prova o recente ataque em Manchester, que teve como alvo jovens e crianças, ao ataque em Cabul em frente à embaixada alemã, com mais de 80 vítimas mortais. A estratégia de eliminação do daesh tem de mudar, essa é cada vez mais a perspetiva global.

No dia 30 de Maio a Comissão do Parlamento Europeu para as Liberdades Cívicas, da Justiça e dos Assuntos Internos (LIBE) organizou, em Bruxelas, um debate aberto às entidades envolvidas na área do contraterrorismo e deu espaço à troca de ideias, meios e progressos.

Nesta iniciativa do LIBE houve espaço para a participação de entidades da alçada da UE e não só. Com a participação de representantes da Europol e da Frontex – agências de controlo de fronteiras e no combate ao crime organizado e terrorismo – assim como de outras organizações que combatem o crime organizado - como o Centro de Inteligencia contra el Terrorismo y el Crimen Organizado (CItCO), com sede em Madrid ou a divisão das Nações Unidas sobre Drogas e Crime e Prevenção do Terrorismo. Procura-se em conjunto debater medidas que atinjam a fonte de sustento das redes terroristas, como seja o crime organizado, nas suas várias vertentes.

Na 29.ª cimeira bilateral entre Portugal e Espanha, que terminou dia 30 de Maio em Portugal, a cooperação transfronteiriça, para um combate mais eficaz ao crime organizado e ao terrorismo foi também um dos eixos centrais do debate. Firmou-se consensos do reforço de troca de informações e do controlo da fronteira ibérica.

Já se começa a encarar as medidas de “contra-ataque” ao terrorismo por outro prisma: a prevenção, o reforço de cooperação de informação entre países, ir à raiz da causa. Veicula-se agora mensagens, aquando da ocorrência de ataques como o de Manchester e Nice, mensagens de coragem e união. Uma resposta que contrapõe o medo e a violência que o daesh pretende perpetrar, invés de o tratar ao mesmo nível, pela violência.

Já se reconhece a necessidade urgente do reforço da troca de informação e uma monitorização partilhada e reforçada de casos de “risco”. Para que não se repita o drama de Manchester, em que os diversos avisos para a linha antiterrorista não bastaram para que se evitasse a morte de crianças e jovens.

Uma empresa de telecomunicações do Kuwait lançou em Maio um anúncio para assinalar o mês sagrado do Ramadão. Neste anúncio, sobreviventes de atentados, oriundos de diferentes países, desde o Kuwait à Jordânia, dirigem-se ao “potencial bombista suicida”. A música do anúncio é de amor, paz e de distanciamento da religião muçulmana do terrorismo. E termina com a seguinte frase: “Vamos atacar os ataques de ódio deles com canções de amor”. Uma mensagem que apela à paz e união dos povos. O vídeo já soma quase três milhões de visualizações só no Médio Oriente.

Albert Einstein afirmou “Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo grau de consciência que o gerou” e bem se pode aplicar a esta questão. A união diplomática e de políticas comuns entre o Ocidente e o Médio-Oriente, com o reforço de políticas, tanto a nível de prevenção de cyberataques, como na gestão e asilo de refugiados, tal como o combate conjunto ao crime organizado, é essencial. O caminho para derrotar este flagelo global, que é o terrorismo, é pela união, de organizações governamentais, não-governamentais, e povos, sem deixar que provoquem uma guerra de civilizações, reduzindo-os ao que são (apesar do que se autointitulam): um grupo de criminosos.


* Lina F. Marques da Silveira é formada em Estudos Europeus e Política Internacional, com mestrado em Política Internacional do Centre Européen de Recherches Internationales et Stratégiques (CERIS) em Bruxelas. Conta no currículo com organizações como o Parlamento Europeu, a Bensaude SA. e a European Market Research Center (EMRC). A experiência profissional internacional proporcionou oportunidades de trabalhar na Guiné-Bissau, Uganda, Angola, Suíça, Holanda, Israel, entre outros.
Fundadora da plataforma de serviços PIC – Progress Inovation and Change (www.piccoaching.com), onde para além de serviços de Coaching oferece também serviços como consultora em projetos europeus, assim como de relações públicas e comunicação empresarial.
 
IN "AÇORIANO ORIENTAL"
06/06/17

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1254.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"

Pinho simulou corninhos no Parlamento irritado com boca sobre cheque da EDP



Quando Manuel Pinho simulou os cornos no Parlamento em 2009, estava irritado com Bernardino Soares: o deputado comunista lembrou a história do cheque da EDP dado pelo ministro a um clube de Aljustrel

* Manuel um verdadeiro artista dos chifres.

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2-COREIA DO NORTE


DOCUMENTÁRIO CLANDESTINO

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FONTE: SIC - Programa "TODA A VERDADE"

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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FILIPINAS
PLANEAMENTO FAMILIAR EM TONDO

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FONTE: MÉDICOS SEM FRONTEIRAS


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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Três alunos dos Pupilos do Exército
 acusados por agressões

Ministério Público imputa crime de ofensa à integridade física qualificada a alunos que terão agredido colegas mais novos

O Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa acusou três alunos do colégio Pupilos do Exército pelo crime de ofensa à integridade física qualificada sobre oito colegas mais novos. Segundo o Ministério Público, os suspeitos "no período compreendido entre Setembro e 03 de Dezembro de 2014, aproveitando o ascendente que possuíam sobre os alunos do 6.º ano do mesmo estabelecimento de ensino, em virtude de terem sido investidos pela organização interna do estabelecimento na qualidade de comandantes de companhia e de pelotão, agrediram oito colegas, com idades entre os 10 e 11 anos, provocando-lhes lesões"
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Esta investigação nasceu de um conjunto de queixas que chegaram ao Ministério Público, relatando agressões no interior dos Pupilos do Exército. Porém, de acordo com informações recolhidas pelo DN, algumas foram arquivadas.

Já esta semana, o Ministério Público abriu um novo inquérito por suspeitas de agressões nos Pupilos do Exército. Uma criança de 10 anos terá sido alvo de "agressões bárbaras" ao longo de um mês, havendo fotografias que ilustram "marcas de golpes com cinto e queimaduras nos braços".

O aluno teve que ir às urgências hospitalares por "duas vezes", em virtude das agressões de que foi alvo. A criança explicou aos pais que as agressões resultaram de "praxes", tendo os progenitores participado o caso à polícia e à direção do colégio.

* Quando se  é notícia por este tipo de razões vai mal a instituição.

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DARKO
Canta Elvis Costello

She

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HOJE NO 
"RECORD"

Fernando Gomes responsabiliza Nuno Espírito Santo por "prejuízo considerável"

Fernando Gomes responsabiliza Nuno Espírito Santo pelo "prejuízo considerável" apresentado pela FC Porto SAD na época passada. O administrador da sociedade recorda que o então técnico dos dragões se recusou a vender jogadores com Danilo, Herrera ou André Silva, o que fez com que as contas apresentassem um desvio negativo, que já era esperado, mas não poderá ser repetido.
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"Quem olhou para as contas da época passada, pode ver que as contas deram um prejuízo considerável. Assumidamente, não houve qualquer supresa, porque ficou definido pela SAD que não haveria vendas, porque o treinador de então achou que os os jogadores não deveriam ser vendidos", começou por explicitar Fernando Gomes, apontando, de seguida, os casos concretos.

"Rememoro-lhes o Danilo, o Herrera e, mais tarde, o André Silva, que ele achava que não deveriam ser vendidos. Isso fez com que o FC Porto tivesse prejuízos financeiros. Teríamos cumprido os nossos objetivos sem qualquer espécie de dificuldade, mas assumimos que nenhuma empresa pode ser saudável se acumular prejuízo. Isto não pode repetir-se. Vamos ter de voltar ao mercado", assume o administrador portista, admitindo que essa é a única forma dos clubes se manterem 'saudáveis'.

Obrigatório vender
"Qualquer dos três grandes, para manter as suas contas equilibradas tem de fazer mais-valias. Não é só vender, porque não se pode vender pelo preço de custo. Nenhum orçamento dos três grandes será equilibrado se não conseguirem fazer mais-valias. Claro que sim, o FC Porto terá de fazer mais-valias", reconhece o antigo autarca portuense, afastando ainda assim o 'fantasma' de umas finanças preocupantes.

"Não o são de nenhuma forma. Evidentemente é preciso ter bom senso, ponderação e não repetir algo que foi feito a nível financeiro. O FC Porto encara um momento mais apurado do que o vivido há algumas épocas, em termos de gestão financeira", garante Gomes, mostrando-se igualmente otimista em relação ao acordo celebrado com UEFA, por causa do fairplay financeiro.

"Temos com a UEFA uma obrigação de confidencialidade até que seja divulgado o acordo estabelecido. Isto vai ser feito proximamente. Não posso dar pormenores, mas posso dizer o seguinte: este acordo é bom para o FC Porto.Fizemos uma proposta que não foi modificada. O que demonstra que não está lá mais nem menos do que aquilo que achávamos que era indispensável fazer para solidificar económica e financeiramente o FC Porto", conclui Fernando Gomes.

* Morder nas costas é batota, mas Fernando Gomes não tem pudores desses. Lembramo-nos de FG e da avécula que foi quando  desempenhou o  cargo de ministro do MAI, ai Carago, não Carago!

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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
CMVM diz que não foi encontrada
 prova de fraude no Banif

A presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) disse esta quarta-feira que o regulador não detetou situações de prática de vendas fraudulentas de produtos pelo Banif.

"A CMVM não tem evidência de que tenha havido más práticas que pudessem violar o enquadramento legal da comercialização de instrumentos", disse hoje Gabriela Figueiredo Dias no Parlamento, na Comissão de Orçamento e Finanças.
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Esta informação foi hoje repetida várias vezes pela responsável pelo regulador dos mercados financeiros, que esteve a ser ouvida na Comissão de Orçamento e Finanças sobre o caso das vendas de produtos pelo Banif, que a associação de lesados ALBOA considera ter sido fraudulenta e baseada em informações falsas.

"Na colocação destes produtos não há nenhum elemento que recaia no 'misselling' ou informação falsa", frisou Gabriela Dias.

Ainda assim, a responsável ressalvou que poderá haver "novos elementos" que alterem essa conclusão, nomeadamente das mais de 1.000 queixas enviadas por clientes do Banif que se consideram lesados, mas reiterou que até agora não pode ser tirada uma conclusão.

"A CMVM tem em mãos mil e poucas reclamações e a apreciação é decisiva para se perceber o que se passou, mas terrivelmente complexa pela dificuldade para aceder à documentação", afirmou.

No passado dia 28 de março, no decorrer de uma visita que efetuou à Madeira, o primeiro-ministro, António Costa, afirmou que ainda não havia nenhuma solução para resolver o problema dos lesados do Banif, visto que a CMVM não reconheceu a existência de "práticas indevidas" na venda de produtos do banco.

"Esta é uma situação em que, ao contrário do que aconteceu na situação do BES, ainda não houve por parte da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários um reconhecimento de práticas indevidas na venda dos produtos, o que limita muito, da parte do Estado, a possibilidade de encontrar mecanismos como aqueles que temos relativamente aos lesados do BES", afirmou então António Costa.

O governante fez estas declarações após uma reunião com os dirigentes da Alboa, que decorreu na Quinta Vigia, sede da presidência do Governo Regional da Madeira.

"A solução ainda não existe. Temos de continuar a trabalhar para que ela possa existir", disse na altura António Costa, vincando que se trata de uma "matéria muito difícil", em relação à qual há registo de "situações verdadeiramente dramáticas" e casos de pessoas que "manifestamente foram enganadas".

* Quando se comemora o dia nacional do ceguinho?

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 EMBUSTE

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"

Secretária de Estado nota que há 
pouca gente no voluntariado ambiental

A secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Catarina Marcelino, reconheceu, ao início desta tarde, no Funchal, que há um défice de projectos de voluntariado e de envolvimento dos cidadãos nas acções de promoção do Ambiente em Portugal, como a limpeza das florestas. O problema foi assumido no encerramento da II Conferência Desafios para a Cidade na Gestão dos Resíduos, que decorreu ontem na Câmara do Funchal.
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“O nosso voluntariado em Portugal está muito virado para a área social. Quando falamos de voluntariado, o dar o nosso tempo e a nossa disponibilidade, não tem que ser só na área social. Aí há também um caminho a fazer e o voluntariado ambiental tem, de facto, um potencial imenso”, referiu a representante do Governo da República, que gostaria de ver os cidadãos mais envolvidos em actividades como a limpeza das praias e matas ou no cuidar dos animais que se encontram nos canis públicos. Para que os cidadãos participem mais no voluntariado ambiental, segundo Catarina Marcelino, as entidades públicas devem investir na sensibilização. Tal missão deverá ser assumida pelos governos, mas sobretudo pelos municípios, que “têm um papel claramente importante de chegar às pessoas e de as motivar para a limpeza da terra”.

Apesar de tudo, a responsável nota progressos na consciencialização dos cidadãos, que estão mais atentos às práticas de promoção do meio ambiente, como a separação de lixos para reciclagem, o ter cuidado em não poluir as praias e o mar ou a poupança de água e a preservação dos solos.

A secretária de Estado está no Funchal para apresentar a iniciativa Roteiro Cidadania em Portugal, que pretende “pôr as pessoas a falar sobre cidadania” e sobre temas como o envelhecimento activo, a igualdade de género, a discriminação ou o ambiente. Esta tarde foi conhecer as associações Olho-te (Nazaré) e UMAR (Edifício 2000). Amanhã de manhã, pelas 10h00, visita a carrinha do Roteiro Cidadania em Portugal, ‘estacionada’ na Praça do Município. Às 12h00, na marina do Funchal, acompanha uma acção de limpeza da praia e do fundo do mar.

A participar na mesma conferência na Câmara do Funchal, o especialista da associação Zero Rui Berkemeier afirmou que a reactivação da unidade de tratamento de resíduos orgânicos (sobretudo restos de comida, que são 40% dos resíduos urbanos) é “crítica” para que os municípios possam recolher este tipo de lixo nos restaurantes, hotéis e casas das pessoas. Se a recolha selectiva abranger os resíduos orgânicos, está aberto caminho para a gestão sustentável dos resíduos. Neste momento, a Região tem uma taxa de reciclagem de resíduos urbanos de 10% e as metas europeias impõem uma taxa de 60% no ano 2030. A Madeira já teve uma central de compostagem de resíduos orgânicos na Meia Serra, mas foi desactivada há alguns anos porque, segundo Berkemeier, as autoridades optaram por encaminhar aquele lixo para a unidade de incineração, que tem capacidade excedentária para a quantidade de resíduos urbanos produzidos na Região. O especialista da Zero destacou os resultados favoráveis do sistema porta-a-porta de recolha selectiva de resíduos que algumas autarquias da Madeira realizam. Este sistema de recolha no domicílio permite taxas de reciclagem que são “o dobro ou mais” do que a recolha por ecopontos. Por isso, recomendou que todos os municípios da Região Autónoma da Madeira sigam essa estratégia.

* Estar-se  motivado para as questões ambientais exige educação básica em casa e exemplo político na rua, é frequente ver um político fumador deitar a beata para o chão, simplexmente.

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HOJE  NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Altice estuda oferta
 para comprar a Media Capital

A Prisa reforçou os esforços para vender a empresa que tem em Portugal e a Altice está a estudar apresentar uma oferta pela Media Capital, noticiou a Bloomberg.

A Altice está a estudar lançar uma oferta para comprar a Media Capital, noticia a Bloomberg, dando conta que uma decisão final ainda não foi tomada.
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Este interesse na Media Capital, que já tem sido noticiado no passado, surge depois de a Prisa ter renovado os esforços para vender a empresa que controla a TVI, já que não conseguiu vender a sua filial Santillana.

Este falhanço, de acordo com a mesma fonte, deverá custar o cargo de CEO a Jose Luis Sainz, pois o chairman Juan Luis Cebrián pretende efectuar uma remodelação na gestão da empresa que tem o jornal El Pais entre os seus principais activos.

Citando fontes com conhecimento do processo, a Bloomberg adianta que o objectivo renovado de vender a Media Capital surge precisamente depois de ter falhado a venda da Santillana.

Um dos entraves à venda da empresa que controla a TVI está na avaliação da empresa, que a Prisa coloca entre 300 e 500 milhões de euros.

As acções da Media Capital dispararam 13,6% para 2,84 euros, em reacção a esta notícia da agência norte-americana. Foram transaccionados apenas 200 títulos. A Prisa desce mais de 5%.

A Prisa controla cerca de 95% da Media Capital, que depois desta subida em bolsa apresenta uma capitalização bolsista de 240 milhões de euros.

Contactada pelo Negócios, fonte oficial da PT Portugal, controlada pela Altice, disse que a empresa não comenta esta notícia de hoje da Bloomberg.

Gestão da Prisa pressionada
A Bloomberg adianta que os accionistas e obrigacionistas da Prisa têm pressionado a gestão da companhia a tomar medidas para contrariar a perda de valor dos títulos em bolsa. A empresa de media espanhola tem 687 milhões de euros em títulos de dívida que chegam à maturidade no próximo ano e crescem as preocupações sobre a capacidade para cumprir os compromissos com os credores.

A venda da editora de livros Santillana visava precisamente cumprir o objectivo de angariar fundos para baixar a dívida da Prisa, daí que a companhia esteja agora a reforçar os esforços para vender outros activos que tem em carteira.

Um deles é precisamente a Media Capital, que tem como principal activo a TVI, estação de televisão líder em Portugal. Controla ainda várias rádios, entre elas a também líder Rádio Comercial.

O hedge-fund Amber Capital, que controla 19% da Prisa, tem criticado publicamente a gestão de Cebrián, o antigo director do El Pais que tem até agora continuado a merecer o apoio da família Polanco, que controla a Prisa.

Interesse da Altice não é novo
As noticias que dão conta do interesse da Altice na Media Capital e de que a Prisa quer vender a unidade portuguesa não são novas. Têm até sido recorrentes e já este ano a Prisa foi obrigada a desmentir que tinha colocado a Media Capital à venda.

Em Março, precisamente quando anunciou que a editora Santillana estava à venda, a empresa espanhola garantiu que "não existe qualquer negociação para a venda de nenhum outro activo", pelo que "desmentem-se assim, redondamente, as falsas notícias publicadas por diversos meios digitais sobre eventuais desinvestimentos na Rádio Caracol da Colômbia e na Media Capital de Portugal".

Resta agora saber se essa posição se mantém depois de ter falhado a venda da Santillana e de o actual CEO estar de saída.

Já nessa altura a Altice, que em Portugal controla a operadora Meo, era apontada como potencial interessada na Media Capital. No ano passado, Patrick Drahi, fundador do grupo, tinha admitido que a Altice estava "a olhar para activos de media portugueses". Na altura, Patrick Drahi explicou que em todos os países" onde são líderes ou ocupam o segundo lugar do mercado de telecomunicações", o grupo tem activos de media. Por isso, "sendo a PT Portugal líder em Portugal", era uma estratégia para ser seguida também em relação aos media portugueses.

Mais recentemente, em Fevereiro deste ano, Michel Combes, CEO da Altice, voltou ao tema, não se comprometendo com uma futura compra de activos de media portugueses. "Como sabem temos activos (de media) em outros países, portanto logo se verá", disse.

* Ser líder em audiências não significa liderança em qualidade, no seu tempo Hitler, Estaline, Mussolini, Franco e Salazar também lideravam  audiências.

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O tamanho dos países e estados,
não corresponde à configuração que 
vem  nos mapas em que estudámos

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FONTE: RealLifeLore

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HOJE  NO 
"DESTAK"

Ex-diretor do FBI confirma que
 Trump pediu que abandonasse
investigação sobre ex-conselheiro

O ex-diretor da polícia federal norte-americana (FBI) James Comey confirmou numa declaração escrita enviada ao Congresso, divulgada hoje, que Donald Trump pediu-lhe para abandonar a investigação sobre Michael Flynn, ex-conselheiro envolvido no caso da alegada ingerência russa nas presidenciais. 
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Esta informação é divulgada na véspera da audição muito aguardada de James Comey no Comité dos Serviços de Inteligência do Senado (câmara alta do Congresso norte-americano).

Relatando um encontro realizado a 14 de fevereiro na Sala Oval (gabinete presidencial), Comey escreve que o Presidente Donald Trump falou com ele sobre a investigação relacionada com o ex-conselheiro de segurança nacional Michael Flynn, acusado de mentir sobre contactos com responsáveis russos, e declarou: "Espero que possa encontrar uma forma de abandonar isto, de deixar Flynn. É um bom homem". 

* Trump tão perigoso como Putin, só o Senado o pode travar.

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HOJE  NO 
"i"
Plástico nos oceanos 
aumentou 100 vezes em 40 anos

Todos os anos morrem 100 mil mamíferos marinhos por causa do lixo.

A quantidade de pedaços de plástico a flutuar nos oceanos aumentou mais de 100 vezes nos últimos 40 anos, alerta a associação espanhola Ambiente Europeu. Entre os resíduos mais comuns estão pneus de automóveis, garrafas e sacos de plástico, redes de pesca, aplicadores de tampões e preservativos.
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Todos os anos são despejados nos mares e oceanos cerca de sete milhões de toneladas de resíduos, o que leva a uma média de 45 mil pedaços de plástico a flutuar por cada milha marítima, informa a organização, citando dados das Nações Unidas.
Isto afeta “mais de 600 espécies de fauna marinha”, incluindo baleias, tartarugas ou mesmo aves, adverte a Ambiente Europeu, estimando que todos os anos morram vítimas destes resíduos 100 mil mamíferos marinhos.

* Não nos importamos de poluir, somos todos trumpa.

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1.SOLIDÃO























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Senso d'hoje
SARA BATALHA
CEO DA MTW
"INTERESSANTE OU ABORRECIDO"
"Como falar em público"

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FONTE: O JORNAL ECONÓMICO


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