sábado, 3 de junho de 2017

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ESTA SEMANA  NA 
"GERINGONÇA"

Estado já poupou 33 milhões 
com contratos de associação

Em apenas um ano, desde que a esquerda parlamentar decidiu pôr fim ao financiamento de colégios privados em zonas onde exista oferta pública, o Estado consegui poupar 33 milhões de euros com os chamados contratos de associação. A poupança esperada para este ano é de 21,5 milhões de euros, perfazendo um total de 54,4 milhões poupados em dois anos.
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FEBRILMENTE AMARELOS E MADUROS
O número de turmas apoiadas baixa de 478 para um total de 1006 em 2017/18, reduzindo assim o encargo para os cofres públicos de 135.5 milhões para 81 milhões de euros. A redução deve-se ao fim do financiamento de novas turmas de início de ciclo (5.º, 7.º, 10.º ano) nas zonas onde exista oferta pública, evitando assim uma duplicação da oferta escolar e uma dupla factura para o contribuinte.

O próximo ano letivo será o último abrangido pelos acordos trienais de Nuno Crato, o que significa que o Ministério da Educação deixará de estar restrito à opção de apenas aprovar apoios mediante avaliação das carências existentes na rede pública. Em 2018/19, no quinto ano, será inevitável um ajuste para baixo nas turmas. Quanto aos restantes anos, a secretária de Estado da Educação, Alexandra Leitão, defendeu ontem que “as necessidades da rede analisam-se anualmente”.

* A manifestação da "febre amarela" deu o  p.... mestre.

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