27/04/2016

. 
HOJE NO  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"

Miguel Albuquerque diz que Lília Bernardes era uma "defensora de causas justas"

O presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, manifestou hoje o seu pesar pela morte de Lília Bernardes, jornalista e sua adjunta para a Comunicação Social, descrevendo-a como "defensora de causas justas".
 .
"Mulher de grande integridade e coragem, defensora da liberdade de imprensa e do dever de informar com rigor, detentora de grande cultura, defensora de causas justas, mesmo quando isto lhe acarretou incompreensões, a Lília Bernardes é um exemplo que a todos nos deve inspirar", afirma o governante em comunicado, salientando que perdeu "uma grande amiga".

Lília Bernardes morreu hoje, aos 60 anos, no Hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal, vítima de uma doença prolongada.

A jornalista era licenciada em Comunicação, Cultura e Organizações pela Universidade da Madeira, com Pós-Graduação em Guerra de Informação/Competitive Intelligence pela Academia Militar.

Em termos de formação profissional, frequentou o Curso Intensivo de Segurança e Defesa, pelo Instituto de Defesa Nacional, tendo iniciado a carreira profissional na empresa Correios e Telecomunicações de Portugal, no âmbito da direção de coordenação dos CTT na Madeira.

Participou na equipa do projeto de lançamento da rede de televisão por cabo na Madeira.

Em 1993, optou pelo jornalismo em exclusividade, como correspondente do Diário de Notícias nacional na região autónoma, cargo que exerceu até outubro de 2014.

Colaborou ainda em vários órgãos de comunicação social, rádio, televisão e revistas.

* Era uma senhora sem "papas na língua" editámos alguns artigos de opinião de sua autoria, a Madeira fica mais pobre.


.
.
GOLDEN RETRIEVER

A SEGUNDA MÃE
 


.
.

HOJE NO  
"DIÁRIO ECONÓMICO"

CDS vai alterar projecto e pedir 
rejeição dos programas de 
Estabilidade e Reformas, PSD apoia

O CDS-PP anunciou hoje que vai alterar o projecto de resolução sobre os programas de Estabilidade e Nacional de Reformas, pedindo a sua rejeição, o que obrigará todos os partidos a tomarem uma posição sobre os documentos.
 .

“Ouvi há pouco dizer PCP e PEV que o CDS na verdade não queria votar os documentos. Que fique claro que, da parte do CDS, iremos alterar o número dois [do projecto de resolução]: onde se diz para votar passará a dizer-se recusamos o Plano de Estabilidade apresentado pelo Governo. Desde já digo que o CDS votará contra este Plano de Estabilidade”, afirmou o deputado centrista Nuno Magalhães, já no final do debate sobre aquele documento e do Programa Nacional de Reformas, que decorreu esta tarde na Assembleia da República.

Depois da intervenção do deputado do CDS-PP, o deputado do PSD António Leitão Amaro afirmou que o partido “apoiará este projeto de resolução”, porque “quer chumbar” os programas de Estabilidade e Nacional de Reformas.

Na semana passada, o CDS apresentou um projecto de resolução que recomendava, no seu ponto dois, que o Governo submetesse os programas de Estabilidade e Nacional de Reformas 2016-2020 a votação pelo plenário da Assembleia da República.

Agora, ao inscrever a rejeição no projeto de resolução, o CDS-PP acaba por forçar os partidos da esquerda (que apoiam o Governo no parlamento mas que são contra as regras europeias na base da elaboração destes programas) a manifestarem-se sobre os documentos, através do voto.
“Agora ganhem coragem, organizem-se e sobretudo façam aquilo que é normal em democracia. A nossa vontade é feita no sítio certo e através do voto”, afirmou Nuno Magalhães, dirigindo-se às bancadas da esquerda.

Na terça-feira, o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou que o partido “não apoia” o Programa de Estabilidade, por considerar que o documento contém constrangimentos europeus que impedem o crescimento nacional.

Por sua vez, a porta-voz do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, recusou, também na terça-feira, que os documentos vão a votos, considerando que o Governo não precisa de votos de confiança, apesar da “divergência de sempre” do partido com o Semestre Europeu.

“Para nós não há aqui um problema e não vale a pena criarmos problemas onde eles não existem”, acrescentou Catarina Martins.

Os programas de Estabilidade e Nacional de Reformas foram debatidos hoje no plenário da Assembleia da República, com os deputados do CDS-PP a insistirem numa tomada de posição dos partidos da esquerda.

“Chegamos aqui quase a uma situação surreal, em que todos dizem que são documentos estruturantes e importantes, mas não votamos”, criticou o deputado CDS-PP, considerando que “o voto no PCP e no Bloco de Esquerda é inútil”.

O projecto de resolução do CDS-PP tem votação agendada para sexta-feira e os programas têm de ser remetidos à Comissão Europeia até ao final do mês de abril, de acordo com as regras do Semestre Europeu. 

* Prosaicos e folclóricos, a anterior maioria quer mandar mas tem de se pôr em bicos de tamancas e não chega lá.

.
.


IMPEACHMENT



.
.


HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

Caso McCann pode terminar 
dentro de poucos meses

O diretor da Scotland Yard afirmou que a investigação ao desaparecimento da criança Madeleine McCann em 2007, no Algarve, pode ser fechada dentro de poucos meses, se a última pista em investigação não levar a conclusões relevantes. 
 .

Bernard Hogan-Howe, que falava à rádio LBC, indicou que a equipa de investigação, que contava 30 pessoas quando o inquérito foi reaberto em 2013, está reduzida a "dois ou três agentes". "Dedicou-se muito tempo de investigação a este caso terrível", disse Hogan-Howe, acrescentando que a polícia abandonará o caso "quando for concluída essa [última] linha de investigação", "a menos que apareça algo novo".

Madeleine McCann desapareceu do apartamento turístico alugado pelos pais na Aldeia da Luz, no Algarve (sul), em maio de 2007, quando tinha quatro anos. 

As autoridades portuguesas arquivaram o caso em 2008, por falta de provas, embora nos anos seguintes dezenas de pessoas tenham contactado a polícia com alegadas novas informações sobre a criança desaparecida. 

Algumas dessas informações foram investigadas por detetives privados contratados pelo casal McCann. Como evitar que os seus filhos sejam raptados A Scotland Yard reabriu a investigação em 2013

* E os pais da menina perdurarão como vítimas inocentando-se a sua despudorada negligência.

.
.
HOJE NO
"OBSERVADOR"

Curvado, o presidente da Mitsubishi 
admite o fim da empresa

O presidente da Mitsubishi admitiu esta quarta-feira que o futuro da empresa pode estar em causa à medida que vão sendo conhecidos mais detalhes da fraude detetada nos testes de consumo de combustível nos seus carros. “Estou a encarar esta situação como se ela pudesse afetar a existência da nossa empresa”, disse numa conferência de imprensa. “A minha missão é resolver o problema”, disse, segundo o Japan Times.
 .
Contacto por aquele jornal, Koji Endo, um analista da Advanced Research Japan, reiterou essa ideia, dizendo é possível que que a Mitsubishi “entre numa situação em que a sua sobrevivência se torne difícil”, dependendo do número de quantos carros é que foram testados de forma indevida. “Para já, o mais importante é perceber quantos carros é que estão em causa.”

A Mitsubishi ainda não disse de que forma é que pretende compensar os seus clientes, inclusive a Nissan, à qual vendeu cerca de cerca de 470 mil mini-carros cujos consumos foram testados de forma fraudulenta.

A sucursal em Portugal da empresa japonesa disse que nenhum modelo presente no mercado nacional é afetado por este problema. “Neste momento e, tendo em conta a informação de que dispomos, nenhum dos modelos comercializados e homologados no mercado português e europeu está afetado pelo referido problema”, garantiu a Mitsubishi Motor Portugal em comunicado.

* Primeiro a ganância fraudulenta, depois o mais que falso arrependimento.

.
.
 CORREU MAL




.