30/06/2016

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Salgueiro Maia condecorado 
em gesto de "reparação histórica"

Marcelo considerou capitão de Abril "um símbolo daquilo que é o português", na sua "dedicação à pátria"

O Presidente da República atribuiu hoje, a título póstumo, a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique a Salgueiro Maia, num gesto de "reconhecimento da pátria portuguesa", dizendo que nunca é tarde para a "reparação histórica".
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VIÚVA, PRESIDENTE, FILHO E NETA
A viúva do capitão de Abril, Natércia Salgueiro Maia, que recebeu das mãos de Marcelo Rebelo de Sousa esta condecoração, disse estar "reconfortada pela decisão do senhor Presidente" e agradeceu-lhe, emocionada.

O filho de Salgueiro Maia, Filipe, e a neta, Daniela, também estiveram presentes nesta cerimónia, que decorreu na Sala dos Embaixadores do Palácio de Belém, em Lisboa.

Numa curta intervenção, de cerca de cinco minutos, o chefe de Estado apontou Salgueiro Maia como "um exemplo" e defendeu que "Portugal não é avaro em gratidão", embora isso possa acontecer tardiamente.

"Pode demorar tempo. Pode haver quem, por distração, pode considerar que é mais importante o que não é, não preste a homenagem devida no tempo devido. Mas há sempre a hipótese de reparar. Essa reparação histórica, esse reconhecimento histórico está feito", declarou Marcelo Rebelo de Sousa.

Natércia Salgueiro Maia considerou "muitíssimo justas" as palavras do Presidente da República e recordou que passou com o marido "momentos de alguma mágoa e tristeza pela forma como era tratado".
"Algumas vezes ouvi-o desabafar: tratam-me como se eu fosse um traidor à pátria, então, que me julguem. Infelizmente, o meu marido já não está entre nós. Por ele, sinto-me reconfortada pela decisão do senhor Presidente em lhe atribuir esta condecoração. Muito obrigada", acrescentou.

Nesta cerimónia, o tenente-coronel Fernando José Salgueiro Maia foi condecorado, a título póstumo, com o grau de Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, por alvará datado de 25 de Abril deste ano - data em que o Presidente da República anunciou esta condecoração, em Santarém.

Marcelo Rebelo de Sousa referiu que pretendia fazer esta homenagem na data do aniversário de Salgueiro Maia, 01 de julho, mas teve de antecipá-la para hoje devido à sua visita oficial à Região Autónoma da Madeira.

O chefe de Estado disse que Salgueiro Maia "era um símbolo daquilo que é o português, cá dentro e lá fora, na sua humildade, na sua simplicidade, na sua abnegação, na sua dedicação à pátria".

"A excelência de Salgueiro Maia justifica esta homenagem singular. Por isso, vou ter a honra de entregar à sua família, pensando naqueles que são mais futuro do que nós somos, aquilo que é um reconhecimento da pátria portuguesa", concluiu.

Natércia Salgueiro Maia quis estender esta homenagem a todos "os implicados no 25 de Abril", utilizando uma expressão do seu marido.

"É um ato de justiça e de gratidão para com aqueles que, num gesto de grande coragem, deram o seu contributo para que hoje possamos viver em democracia. Salgueiro Maia amava o seu país, um Portugal que queria livre, mais justo e em que todos pudessem ter uma vida digna. Foi com este sonho que ele participou no 25 de Abril de 74", afirmou.

Depois da entrega das insígnias, Natércia Salgueiro Maia eMarcelo Rebelo de Sousa abraçaram-se. O Presidente cumprimentou também de forma calorosa o filho e a neta do capitão de Abril.

Em seguida, a família de Salgueiro Maia recebeu os cumprimentos do ministro da Defesa Nacional, do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, do presidente da Câmara Municipal de Santarém e de representantes das associações 25 de Abril, dos Deficientes das Forças Armadas, da Liga dos Combatentes e dos três ramos militares, que assistiram a esta cerimónia.

* Um PR de centro-direita ousou o que presidentes e 1º ministros de esquerda tiveram medo de fazer. Quanto a nós falta reabilitar como figura nacional o cantor José Afonso, tenhamos esperança.

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INEVITÁVEL


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HOJE NO
"RECORD"

Sara Moreira lidera lista do Europeu

Sara Moreira, que detém o melhor tempo de qualificação (marca obtida em 2015 ou 2016) entre as inscritas nos 10.000 m, é a atleta portuguesa teoricamente em melhor posição para brilhar no Europeu de Amesterdão que se inicia na próxima quarta-feira. 
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A atleta sportinguista obteve 31.12,93 no Troféu Ibérico da época passada e parte assim como uma das favoritas naquela que será a única final no primeiro dia da competição. A sua principal adversária será certamente a turca Yasemin Can, que era queniana até maio do ano passado e que fez esta época 31.30,58. Das atletas com melhores tempos (entre as quais está também Dulce Félix) só não irá ao Europeu a holandesa Susan Kuijken.

Nelson Évora é também o primeiro na lista, no triplo, com os 17,52 que lhe deram a medalha de bronze no Mundial do ano passado. São nove os atletas com mais de 17 metros entre 2015 e 2016 e, destes, apenas o francês Teddy Tamgho, novamente lesionado com gravidade, estará ausente. Os principais adversários do benfiquista serão o alemão Max Hess (17,14) e o francês Benjamim Compaoré (17,08), 2º e 3º, respetivamente, no Mundial de pista coberta deste ano (Évora foi 4º).

No triplo feminino, Patrícia Mamona e Susana Costa, ambas com 14,32, são oitavas nas listas europeias e todas as sete primeiras estarão em Amesterdão. E o mesmo se passa com Irina Rodrigues, 8ª no disco, com 63,96, que encontrará todas as sete que a antecedem no ranking. Já Cátia Azevedo tem o 12º tempo nos 400 m, mas quatro atletas que estão à sua frente estarão ausentes.


As esperanças lusas estão também na meia-maratona, prova na qual Sara, Dulce e Jéssica Augusto são das mais cotadas e Portugal é forte candidato ao pódio coletivo da Taça da Europa, entre os 16 países com o mínimo de três atletas. São também 16 as equipas que podem pontuar na prova masculina, na qual as aspirações nacionais são menores.

Já a equipa de 4x100 m detém o 9º tempo entre as 16 seleções, pelo que um lugar na final é objetivo bastante plausível.

* Tragam-nos alegrias.

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ACONTECE


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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Tribunal decide que licenciatura 
de Miguel Relvas é nula

O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa considerou nulo o grau de licenciado atribuído a Miguel Relvas pela Universidade Lusófona.

A decisão está a ser avançada pela TSF, que teve acesso à sentença.

Segundo a rádio, a decisão diz que o ato de atribuição do grau de licenciado a Miguel Relvas é considerado nulo, embora haja ainda a possibilidade de recorrer da sentença para o Tribunal Central Administrativo.
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A decisão da juíza Isabel Costa foi proferida na quarta-feira, tendo sido já enviada comunicação da decisão aos advogados das partes, o de Miguel Relvas e da Universidade Lusófona.

Em causa está a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais obtida por Miguel Relvas naquela universidade.

No processo, o Ministério Público pediu, em 2014, a nulidade do ato de atribuição do grau académico a Miguel Relvas, depois de uma investigação realizada pela Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC), determinada pelo ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato.

A IGEC concluiu que Miguel Relvas, que se demitiu do Governo a 04 de abril de 2013 justificando "falta de condições anímicas", foi considerado aprovado na cadeira de Introdução ao Pensamento Contemporâneo pelo reitor da Universidade Lusófona na altura, Fernando Santos Neves, sem frequência de aulas.

O IGEC concluiu ainda que existia "prova documental de que uma classificação de um aluno não resultou, como devia, da realização de exame escrito", quando, refere-se no relatório, apenas se comprovou "discussão oral de sete artigos de jornal" de autoria de Miguel Relvas.

O Ministério da Educação enviou então para o MP a investigação do IGEC, que incidiu no ano letivo de 2006/2007.

* A máscara ainda não caíu completamente, de qualquer das maneiras o sr. Relvas se quiser ser "dôtor" vai ter que estudar.

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38- JARDINAGEM E

HORTICULTURA


BOAS PRÁCTICAS

DESBASTE
(EXCERTO DO CURSO) 



Os Cursos CPT são desenvolvidos por professores especialistas das principais Instituições de Ensino e Pesquisa do Brasil.


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Senso d'hoje
LUÍS PEDRO NUNES
REPORTER, ANALISTA
“O microfone, 
voou para o lago"



Fundador do jornal Público onde iniciou a carreira como repórter e saiu por insistirem em querer fazer dele chefe. Teve uma passagem efémera pelo Independente para onde foi como repórter mas saiu quando fizeram dele chefe. Liderou uma equipa dot.com até a bolha rebentar com estrondo. Controlou crises comunicacionais em grandes empresas até ir para diretor de um jornal satírico. Por mero acaso acabou no Eixo do Mal da SIC-N. Escreve crónicas. Gosta de fazer reportagens. Dá conferencias e palestras sobre temas obtusos. Passeia-se diariamente pelo facebook como se vivesse lá. Tem 1.81 . Gosta de motas velhas. Talvez seja um provocador. Mas que se lixe.

* Excerto do programa "IRRITAÇÕES", SIC RADICAL,  23/06/16

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