segunda-feira, 17 de julho de 2017

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HOJE NO 
"RECORD"

Mundiais IPC: Cristiano Pereira dá
 nova medalha de prata a Portugal

Portugal assegurou no final da jornada nova medalha de prata nos Mundiais de atletismo do Comité Olímpico Internacional, a decorrer em Londres, agora através de Cristiano Pereira, nos 1.500 metros, da categoria T20 (deficiência intelectual). Cristiano Pereira correu em 3.56,39 minutos, novo recorde da Europa, somente batido pelo norte-americano Michael Branningan (3.53,06), ficando o bronze para o polaco Rafal Korc (3.56,82).
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Minutos antes, nos 400 metros T51, já Hélder Mestre havia conseguido o bronze, ao fazer a distância em 1.25,65 minutos, apenas atrás de Peter Genyn (1.21,63) e Edgar Cesareo Navarro Sanchez (1.24,10)

Ainda na jornada da tarde, merece destaque também o quarto lugar de Carolina Duarte nos 100 metros da categoria T13 (deficiência visual). A corrida foi vencida pela ucraniana Leika Adzhametova (12,00), seguida pela sul-africana Ilse Hayes (12,17), a norte-americana Kym Crosby (12,18) e Carolina Duarte, com um recorde pessoal de 12,43 (vento nulo).

Na sessão da manhã, Érica Gomes conquistara a medalha de prata no salto em comprimento para T20, fazendo a sua melhor marca à quinta e última tentativa, com 5,48 metros. Outra portuguesa, Ana Filipe, ficou com o bronze, após ter saltado 5,26.

Cláudia Santos concluiu a participação portuguesa com o nono lugar da final, tendo ficado com 4,66 metros.

No salto em comprimento de T38, Maria Fernandes alcançou a sua melhor marca da temporada, com 4,28 metros, mas não conseguiu fugir ao sexto e último lugar da final.

Nos 400 metros femininos de T20, Carina Paim qualificou-se para a final, após ter sido terceira classificada da sua série, com o tempo de 1.01,86 minutos.

Também nos 400 metros T20, mas em masculinos, Luís Gonçalves assegurou a presença na final, apesar ter terminado a sua série na segunda posição. Apenas o primeiro lugar dava acesso direto, mas o português foi repescado por ter feito o segundo melhor tempo (49,84 segundos) das meias-finais.

* É preciso ser-se muito valente para competir a este nível superando adversidades acrescidas.

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