sábado, 8 de julho de 2017

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  HOJE NO 
"O JORNAL  ECONÓMICO"

Mais uma demissão no Exército 
e críticas à atuação do CEME

Confirmada a demissão do comandante do Pessoal, também o comandante das Forças Terrestres opta pelo mesmo caminho, na sequência do roubo de armas na base militar de Tancos. 
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Motivo: a exoneração de cinco comandantes pelo chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), general Rovisco Duarte, que está sob fogo das chefias intermédias.


O general Faria Menezes, comandante operacional das Forças Terrestres, vai apresentar a sua demissão ao Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), general Rovisco Duarte, na próxima segunda-feira, informa o jornal “Expresso”.

“Com a exoneração dos cinco comandantes houve uma quebra do vínculo sagrado entre comandantes e subordinados. Por respeito aos princípios e valores que perfilho, vejo-me obrigado a pedir a exoneração como comandante das Forças Terrestres,” afirmou hoje o general Faria Menezes, citado pelo mesmo jornal. 

Algumas horas antes soube-se que o comandante de Pessoal do Exército, general José Calçada, apresentou na sexta-feira um pedido de exoneração de funções, igualmente por causa da atuação do CEME após o furto de armas na base militar de Tancos. “Divergências inultrapassáveis” com o CEME, justificou então o general José Calçada.

* Os cemitérios estão cheios de insubstituíveis e o CEME está a portar-se com decência.

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