26/05/2020

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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143-ARTE ARRISCADA

LEGAMI/1

Interpretação:
Simona Atzori
Mariacristina Paolini
Música
John Williams
Coreografia
Paolo Londi



FONTE:  zabardah 
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ENGENHARIA DE TOPO/21

21.1-Cidade Subterrânea



FONTE: Universo do Documentário
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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Polícias obrigados ao uso 
de coletes à prova de bala

Diretor nacional da PSP determinou novas normas justificadas pelos "riscos inerentes ao serviço policial".

Os agentes da PSP que se encontrem em missões de risco são obrigados a partir de agora a usar obrigatoriamente coletes à prova de bala.
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De acordo com uma norma assinada pelo diretor nacional da PSP, Magina da Silva, a que o CM teve acesso, a nova norma é justificada com os "riscos inerentes ao serviço policial", numa decisão nunca antes tomada. 

Segundo as novas regras, os polícias passam a ter de usar colete balístico em missões que "envolvam o uso de qualquer arma, independentemente da sua natureza, por parte dos sujeitos"; situações de violência doméstica; ocorrências que envolvam suspeitos com "anomalias psíquicas"; ocorrências de desordem e que envolvam agressões ou situações em que os cidadãos estejam sob efeito de alcoól ou drogas.

Ocorrências de buscas domiciliárias, execução de mandados de detenção, captura de suspeitos agressivos, operações de reposição da ordem pública ocorrências em bairros considerados problemáticos também vão requerer o uso destes equipamentos.

Esses coletes serão distribuídos pela PSP. Em casos em que os coletes não tenham sido vestidos por não possuírem a informação correta do tipo de ocorrência, os agentes devem envergá-los à primeira oportunidade.

Ao Correio da Manhã, Carlos Torres, presidente do Sindicaro Independente de agentes da PSP assumiu-se a favor da medida: "Somos a favor da utilização do colete, agora a PSP tem que dotar os elementos policiais de coletes mais leves e atuais, isto é distribuídos individualmente".

De recordar que nas últimas semanas se verificaram pelo menos três casos de violência contra a PSP em Lisboa. Só nas últimas três, 15 agentes da PSP foram agredidos, a maioria destes na Área Metropolitana de Lisboa.

* A medida é boa, peca por tardia, os agentes da PSP e GNR já correm muitos riscos, quando um agente morre centenas de pessoas ficam indefesas.

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XII - DITADORES
2- ROBERT MUGABE
ASSASSINO DO ZIMBABWE



FONTE:   Tugolandia
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 HOJE NO 
"OBSERVADOR"
Sondagem. 
Maioria dos portugueses diz que lojas dos centros comerciais não deviam pagar renda pelos meses em que encerraram

Sondagem da Pitagórica para a Associação de Marcas de Retalho e Restauração conclui que 70% considera que os centros comerciais devem perdoar as rendas dos meses em que as lojas estiveram fechadas.

A maioria dos portugueses considera que as lojas dos centros comerciais não deviam ser obrigadas a pagar a renda pelos meses em que foram obrigadas a encerrar. Segundo uma sondagem da Pitagórica para a Associação de Marcas de Retalho e Restauração (AMRR), 70% dos inquiridos consideram que os centros comerciais devem perdoar esses pagamentos, contribuindo, assim, “para a recuperação económica”.
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Dos 605 entrevistados, 50% concordam que os centros comerciais “também devem contribuir para a recuperação da economia, perdoando as rendas dos meses em que as lojas estiveram fechadas”. Já 20% diz concordar “totalmente”. Por sua vez, 7% dos inquiridos responderam que discordam e 2% “discorda totalmente”. 17% “não concorda nem discorda”.

Questionados sobre se o Governo deve obrigar as lojas dos centros comerciais a pagar renda, a maioria também é contra: 36% diz que discorda, 22% “discorda totalmente”. Os portugueses são, aliás, da opinião de que o Estado “deveria alterar a atual lei, permitindo que as lojas dos Centros Comerciais não sejam obrigadas a pagar as rendas dos meses em que estiveram fechadas” — 68% concordaria com esta mudança, enquanto que 18% diz discordar. Os restante 14% não sabem/não responderam.

A sondagem foi realizada pela Pitagórica para a recém criada AMRR, com o objetivo de “avaliar a opinião dos portugueses sobre a situação dos centros comerciais e lojistas durante a pandemia”. As respostas foram recolhidas entre os dias 6 e 14 de maio em 605 entrevistas telefónicas. A margem de erro máximo é de cerca de 4,07% para um nível de confiança de 95,5%.

Os centros comerciais vão poder reabrir a 1 de junho, depois de terem sido obrigados a encerrar com o decreto do estado de emergência, a 18 de março.

*E a maioria dos portugueses desconhecem os contratos vorazes a que estão sujeitos os arrendatários das lojas. Os proprietários são piores que abutrius.

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Desafio em Dose Dupla
4.1- Terra Do Fogo


Canal Godeleiro
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