24/06/2013

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Americanos investem 27 milhões 
e criam 500 empregos em Viana 

Uma empresa norte-americana do ramo automóvel vai instalar uma fábrica em Viana do Castelo, num investimento de 27 milhões de euros que criará, até final do ano, 500 postos de trabalho

A proposta de constituição do lote necessário à instalação da unidade deste grupo, que produz acessórios para automóveis, foi aprovada hoje em reunião quinzenal do executivo da Câmara de Viana do Castelo e diz respeito a 52 mil metros quadrados do Parque Empresarial de Lanheses, naquele concelho.

"Esta empresa vai desenvolver uma estratégia de expansão internacional a partir de Viana do Castelo, potenciando o nosso porto de mar com uma actividade que é essencialmente para exportação", explicou o presidente da Câmara, José Maria Costa, acrescentando que, "numa altura de tantas dificuldades no país, esta, é uma grande aposta em Viana do Castelo".

Contudo, José Maria Costa escusou-se para já a identificar o grupo, de origem norte-americana e que vai produzir transmissões para automóveis.
O autarca disse ainda que a instalação desta fábrica será "concretizada com grande celeridade", por interesse dos investidores, até porque o projecto "já está aprovado" pela administração da empresa, devendo o contrato de investimento ser assinado no próximo mês.

"Até ao final de Julho teremos que disponibilizar os terrenos, para que eles iniciem as obras e para que, até ao final do ano, arrancarem com a laboração", rematou.

* Quando o segredo não é a "alma do negócio". Paroles...

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ONDE CAI UM


CAIEM DOIS 


OU MUITOS...



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 HOJE NO
" CORREIO DA MANHÃ"

Professores não podem ser 
colocados a mais de 60 km

O secretário da Administração Escolar garantiu nesta segunda-feira que nenhum professor será colocado além de 60 quilómetros da escola onde é efetivo, alterando o que estava definido até agora, que previa que alguns docentes fossem colocados a 200 quilómetros.
 
"NÃO PODE SER" O MINISTRO NÃO DEIXA
"Nenhum professor do quadro de escola ou agrupamento será colocado par além dos 60 quilómetros", anunciou o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, numa curta conferência de imprensa realizada no Ministério da Educação, onde durante a manhã esteve reunido com vários sindicatos independentes e a Fenprof.
O secretário de Estado, que durante a tarde vai reunir-se com a FNE e restantes sindicatos de professores, sublinhou que o ministério não pode "excecionar qualquer professor no que toca à requalificação profissional [antiga mobilidade especial] e o horário de 40 horas de trabalho", no entanto, está a trabalhar no sentido de "criar condições específicas de aplicação destas medidas".
Alargar no tempo a aplicação da mobilidade especial e conseguir "uma contagem diferenciada" para os docentes são duas das propostas que estão em cima da mesa, segundo Casanova de Almeida.
O secretário de Estado recordou ainda que o aumento de cinco horas por semana no horário de trabalho será refletido na componente não letiva e que se mantém a redução da componente letiva por idade e antiguidade dos professores.
Às 16h30 todos os representantes sindicais que foram chamados ao ministério regressam à mesa de negociações, estando ainda em suspenso a continuação ou suspensão da greve às avaliações iniciada a 7 de junho.
"A haver um acordo numa ata negocial global, fica o acordo de que não será marcada nenhuma greve" em exames ou avaliações, sublinhou o secretário de Estado.

* Só quem não sabe o que se passa na colocação dos professores é que emite calinadas. Os professores podem ser colocados a  200 Km de casa, porque a escola onde está efectivo se encontra a essa distância, a gestão dos recursos é má e não contempla situações familiares. Os emigrantes, pessoas que muito se respeita, não são colocados, é este governo que os obriga a saír do país, a luta é a mesma.

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LEVITAÇÃO 
ANARQUISTA













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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

"Combustível da Frente Nacional"

 Um ministro francês acusa o presidente da Comissão Europeia de ser "o combustível da Frente Nacional" (extrema-direita), depois de José Manuel Durão Barroso ter considerado a posição francesa sobre a exceção cultural "reacionária". 

Durão "Barroso é o combustível da Frente Nacional. Eis a verdade. É o combustível de Beppe Grillo [cómico e político italiano líder de um movimento de contestação], declarou Arnaud Montebourg, ministro da Recuperação Produtiva, à rádio France Inter. "Creio que a principal causa do crescente apoio à Frente Nacional prende-se com a forma como a União Europeia (EU) exerce atualmente uma pressão considerável sobre os governos democraticamente eleitos", considerou. 


"Temos o presidente da Comissão Europeia que diz 'todos os que são antiglobalização, são reacionários', ou seja, pessoas que institucionalizaram a UE como antipovos europeus", acrescentou. Para Montebourg, "a UE não se mexe, está imóvel, paralítica. Não responde a nenhuma das aspirações populares, no terreno industrial, económico, orçamental, dando razão a todos os partidos nacionalistas, mesmo antieuropeus, da UE". 

Na segunda-feira, numa entrevista ao International Herald Tribune, José Manuel Durão Barroso considerou “reacionária” a exigência francesa de excluir o setor audiovisual e cultural europeu das negociações para um acordo de comércio livre com os Estados Unidos. “Faz parte de uma agenda antiglobalização que considero completamente reacionária”, disse. Na sexta-feira passada, os ministros do Comércio da UE deram "luz verde" à Comissão para o lançamento das negociações com os Estados Unidos da América para um acordo de comércio livre. 

Para conseguir uma posição de unanimidade, aceitaram, como exigia a França, excluir o setor audiovisual das negociações. Para a ministra da Cultura francesa, Aurélie Filippetti, as declarações de Durão Barroso são "constrangedoras e inaceitáveis", enquanto o presidente francês, François Hollande, indicou ter falado com o presidente da Comissão Europeia, à margem da cimeira do G8 (que integra a Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Canadá, Estados Unidos, Japão e Rússia), na Irlanda do Norte. "Disse-lhe que as suas declarações tinham suscitado uma certa 'emoção', uma certa surpresa", afirmou Hollande. 

 Um porta-voz da Comissão, Olivier Bailly, afirmou, em Bruxelas, que as declarações de Durão Barroso não visavam a França, mas "aqueles que, em paralelo, tinham lançado ataques pessoais contra o presidente (Barroso), frequentemente violentos e injustificados contra a Comissão". 

* Merkel quer despachar Durão Barroso e para disfarçar manda os "escriturários" franceses arrearem no "zé manel". Intriga de comadres.

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SMART TV



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HOJE NO


" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Berlusconi condenado a sete anos 
de prisão pelo 'Rubygate'

Um tribunal de Milão condenou o ex-primeiro-ministro italiano a sete anos de prisão por abuso de poder e prostituição com uma menor. Silvio Berlusconi, que pode recorrer da sentença, fica também impedido de exercer qualquer mandato público a partir do momento que a decisão seja final.

O caso, que ficou conhecido como 'Rubygate', envolve a dançarina marroquina Karima El Mahroug, mais conhecida como Ruby, que teria sido paga para fazer sexo com o ex-primeiro-ministro de 76 anos, numa altura em que ainda era menor.

Após quase sete horas de deliberação, a juíza Giulia Turri sublinhou que Berlusconi foi condenado por "abuso de poder sob coação", aumentando a pena pedida pelo Ministério Público que era de pelo menos cinco anos por abuso de poder e um ano por prostituição com menor.
O caso de abuso de poder prende-se com a alegada pressão que Berlusconi terá feito sobre a prefeitura de Milão, depois de Ruby ter sido detida pelas autoridades por furto. O então primeiro-ministro terá pedido a sua libertação.
Um dos advogados de Berlusconi, Niccolo Ghedini, fala de um "veredito completamente desligado da realidade".

* Em Itália os tribunais funcionam

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