12/07/2012

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DOUTRO SÉCULO



Muito tímidamente e tapadinhas q.b., as senhoras deslocavam-se assim até à praia, esta inserção é despretensiosa, não faz a história do fato de banho, é apenas a memória á solta.

 Nos anos loucos de1920 um concurso de fatos de banho numa estância dao Mediterrâneo



Os fiscais do decoro e da decência mediam o tamanho do saiote do fato de banho, máximo permitido 12 cm acima do joelho.



Actrizes britânicas posam em fato-de-banho: Susan Shaw, Hazel Court, e Zena Marshall.

Século Ilustrado, No.485, Junho 28 1947 - 28

  Era o máximo que se podia mostrar, escandaloso pelo que sugeria

Perigosamente atrevidas

Na ilha de faro por volta de 1940



Publicidade arrojada


As damas e os protectores


Infantas da Mocidade Portuguesa

 Idem

Mocidade Portuguesa Feminina, Nº 27, Julho 1941 - Fatos de Banho

 

 Lindíssima modelo

Uma surpresa Eva Braun, namorada de Hitler


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Mais de 1100 farmácias 
com fornecimentos suspensos 

Mais de 1100 farmácias têm actualmente os fornecimentos suspensos e a situação económica é de tal forma insustentável que não permite cobrir os custos fixos na maioria destes estabelecimentos, segundo um estudo que será esta quinta-feira apresentado. 

A investigação sobre a evolução da situação económica das farmácias foi realizada pelo economista Pedro Pita Barros, da Nova School of Business & Economics (Nova SBE). De acordo com as conclusões do estudo, o número actual de farmácias com fornecimentos suspensos é de 1131, representando um crescimento superior a 30 por cento (%) nos últimos três meses.

 A investigação sublinha que "a situação económica actual das farmácias é insustentável, não permitindo cobrir sequer os custos fixos na maioria das farmácias". "Esta situação conduzirá ao encerramento de farmácias pela impossibilidade dos seus proprietários suportarem indefinidamente os prejuízos da atividade", lê-se nas conclusões. 

Este cenário foi anterior à redução das margens das farmácias, em vigor desde 1 de Janeiro de 2012, que "está a ter um fortíssimo impacto negativo na situação económica das farmácias", prevendo-se que a situação seja, por isso, ainda pior. 

Este estudo recorda que um outro elaborado pela Autoridade da Concorrência, em 2005, previa a capacidade de as farmácias suportarem uma redução de preços de cinco por cento, tendo como referência o preço médio por receita dispensada de 38,81 euros, em 2002. A redução de preços verificada desde 2005 "foi muito superior, da ordem dos 20%". 

O preço médio por receita dispensada em 2009 era de 36,65 euros e, em Abril deste ano, de 30,78 euros. Desde 2010 que a farmácia média está a funcionar com margem negativa, de acordo com estimativas obtidas para 2010 e levadas em conta neste estudo. 


* A crise chega àqueles negócios que se consideravam intocáveis. 

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 FELLIZ?????




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 O dia em que a Tailândia celebra BUDA


  


O budismo é uma componente essencial da cultura tailandesa, assumindo uma influência que se espalhou pelo mundo inteiro. É no Visakha Bucha. em que toda a Tailândia celebra o nascimento, a iluminação e a morte de Buda. 

Este ano, as festividades chamaram ainda mais visitantes, porque se assinalam 2600 anos desde que Sidarta foi iluminado. Buda, o iluminado, não é adorado como um santo, é antes considerado um exemplo. Esta religião não tem um Deus. 

A base do budismo é o desenvolvimento espiritual do indivíduo. Tudo consiste na aprendizagem e na aplicação dos conselhos de Buda na vida diária, como explica o monge britânico Ajahn Jayasaro."O budismo é uma religião diferente daquelas que conhecemos no Ocidente. Se as religiões ocidentais podem ser consideradas como sistemas baseados na crença, o budismo baseia-se na educação. 

É, portanto, uma ideia completamente diferente do que deve ser uma religião", explica Jayasaro. Para Chantri Srivichai, o dia de Visakha Bucha representa tempo de qualidade com a família. Juntamente com as cunhadas, Chantri dirige-se ao mercado local para preparar as oferendas que vai deixar aos monges: "damos esmolas, damos comida acabada de fazer, no caso, asas de frango. Também temos doces tailandeses e a sopa tradicional." Chantri e a sua família levantaram-se às 4 da manhã. Vestiram as melhores roupas para ir ao templo. 

Centenas de seguidores vêm entregar as suas oferendas, aguardando o momento em que os monges descem da montanha. É uma dinâmica de simbiose. As pessoas fornecem ajuda aos monges, entre comida e esmolas, e estes retribuem com apoio espiritual. 

A meditação é o grande pilar de um ritual que emergiu do coração do budismo para se popularizar no mundo inteiro. Para Ajahn Jayasaro, "a nossa vida é tão acelerada e ocupada que perdemos a ligação com o mundo interior. 

Quando nos conseguimos desprender do vício da atividade constante, acalmamos a nossa mente, deixando que o conhecimento interior se instale. É algo que já lá está, mas com que não conseguimos comunicar, nem ouvir." O auge das celebrações é o chamado Wien Tien, uma procissão com velas, durante a qual os devotos circundam o templo três vezes, com o lado direito do corpo voltado para Buda, de forma a limpar a alma. 


IN http://pt.euronews.com/ 
12/06/12

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Garantia do primeiro-ministro no debate 
do Estado da Nação 
Governo não prepara aumento de impostos 
 O primeiro-ministro disse não ver 'nenhuma razão 
para que os portugueses se sintam assustados', 

Seguro fala na falta de consenso. O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, garantiu ontem que o Governo 'não está nesta altura a preparar qualquer aumento de impostos', e que recusa 'por porcaria na ventoinha para assustar os portugueses', 
 
As palavras do chefe do Governo PSD/CDS-PP foram proferidas durante o debate do estado da Nação, na Assembleia da República, após o líder do BE, Francisco Louçã, ter interrogado Passos Coelho sobre 'o segredinho', do Orçamento do Estado para 2013 após o Tribunal Constitucional ter considerado inconstitucionais os cortes dos subsídios de férias e Natal.

 'Acha que pode sair daqui porta fora sem dizer a todo o país o que é que vai fazer na política orçamental, vai cortar nos impostos, aumentar o IRS, aumentar o IVA, prejudicar outra vez a economia mais degradada?', questionou Louçã. 

Pedro Passos Coelho respondeu: 'Não estamos a por porcaria na ventoinha e a assustar os portugueses'.

O primeiro-ministro disse não ver 'nenhuma razão para que os portugueses se sintam assustados', e garantiu que 'se for necessária', mais austeridade, 'na altura própria', o anunciará pessoalmente ao país, realçando que 'sempre que foi necessário', apresentar medidas duras não mandou 'ninguém fazê-lo'.

'O Governo não está nesta altura a preparar qualquer aumento de impostos', reforçou, garantindo ainda que 'o Estado e o Governo não utilizarão nenhum dos elementos de dificuldade adicional, venham eles de fora ou de efeitos das políticas internas para fugir, se ir embora, para virar a cara ou para dizer que não vai cumprir',.

Depois, o chefe do executivo usou da ironia para dizer que Louçã 'conseguiu apresentar um dado positivo para o país', ao referir-se à balança comercial. O líder do BE tinha acusado o Governo de equilibrar a balança comercial reduzindo as importações à custa do aumento dos impostos e do desemprego. 

'Podemos ao fim de vários anos atingir um excedente comercial e nem essa boa notícia o senhor consegue digerir e vem logo dizer que uma coisa que só aconteceu no tempo de Salazar, imaginem, este Governo é Salazar e portanto o melhor é ter défices externos, ter défice comercial, não ter grandes exportações, importar o que não se pode pagar, conduzir os portugueses para a dívida', afirmou Passos. 

Depois, no mesmo tom, o primeiro-ministro quis 'traduzir para os portugueses a teoria Louçã', sobre os 'juros excessivos', cobrados pela «troika». 
'Eu estou falido e não tenho maneira de pagar os meus compromissos, mas tenho aqui um amigo que apesar de não ter dinheiro tem crédito, que é uma coisa que eu não tenho, então eu digo assim ao meu amigo, vais ali ao banco porque tens crédito e eu não, pedes um empréstimo, pagas os juros, e dás-me o dinheiro que eu quando puder lá te hei-de pagar mas sem os juros', ironizou. 

'É esta a teoria Louçã para que Portugal possa cumprir as suas metas, é este o grande contributo positivo do BE para a atual situação', concluiu. 

 * O sr. Primeiro-ministro afirmou ontem que o governo não está a preparar aumento de impostos, nada o impede de daqui a umas semanas de dizer que já está a preparar aumento de impostos, socorrendo-se da inevitabilidade da situação económica. Este governo foi sempre assim, hoje não assalta amanhã talvez...
Quanto ao excedente comercial é puro folclore, bem ao gosto dum líder dum rancho.

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 MAL MAS INSEPARÁVEIS




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MAIS PARA OS OLHOS
DO QUE PARA
AS ORELHAS
















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