27/03/2012

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Porto é o 
“Melhor Destino Europeu 2012”

O Porto foi eleito o "Melhor Destino Europeu 2012" entre 20 cidades seleccionadas por um júri da Associação dos Consumidores Europeus, foi esta terça-feira anunciado.

A votação online decorreu nas últimas três semanas no sítio da Internet do European Best Destination, tendo sido contabilizados mais de 212 mil votos.

Em 2.º lugar ficou Viena, na Áustria, e em 3.º Dubrovnik, na Croácia, tendo Lisboa ficado em 8.º lugar no ranking.

À frente da capital portuguesa ficaram Praga (República Checa), Bruxelas (Bélgica), Berlim (Alemanha) e Budapeste (Hungria).

Em 2010, Lisboa foi a cidade eleita pela Associação dos Consumidores Europeus para o "Melhor Destino Europeu 2010" e, em 2011, a vencedora foi Copenhaga, na Dinamarca.

O Porto - vencedor do título "Melhor Destino Europeu 2012" - vai poder incluir a utilização do logótipo "Escolha do Consumidor Europeu", durante um ano, em toda a comunicação do turismo oficial.

O vinho do Porto, o Centro Histórico, classificado Património da Humanidade, os museus, parques e jardins "encantadores", bem como lojas de moda, de criadores nacionais e internacionais, são algumas das virtudes do Porto apontadas pela organização no seu sítio da Internet.


* VIVA O PORTO CARAGO, AI CARAGO NÃO CARAGO!


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2 .IRRACIONAIS?!
















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HOJE NO
"DIÁRIO  ECONÓMICO"

Islândia defende investigação 
ao Governo português

O membro do Banco Central da Islândia Gylfi Zoega diz que Portugal deve investigar quem está na origem do elevado endividamento do Estado e dos bancos.

"Temos de ir aos incentivos. Quem ganhou com isto? No meu País eu sei quem puxou os cordelinhos, porque o fizeram e o que fizeram, e Portugal precisa de fazer o mesmo. De analisar porque alguém teve esse incentivo, no Governo e nos bancos, para pedirem tanto emprestado e como se pode solucionar esse problema no futuro", diz o responsável.

A participar nas conferências do Estoril, o economista, que também participou no documentário premiado com um Óscar "Inside Job -- A verdade sobre a crise", disse em entrevista à Agência Lusa que Portugal beneficiou muito de estar no euro nesta altura, porque para além do apoio dos seus parceiros da união monetária, terá de resolver os seus problemas estruturais ao invés de recorrer, como muitas vezes no passado, à desvalorização da moeda.

"Talvez para Portugal estar no euro nesta altura seja uma bênção, porque apesar de não conseguir sair do problema de forma tão fácil como antes, através da depreciação [da moeda], vocês têm de lidar com os problemas estruturais que têm", disse.

A Islândia, na sequência da grave crise económica que sofre desde 2008, derivada do colapso do seu sistema financeiro (que chegou a ser 10 vezes maior que a economia islandesa), também teve de recorrer ao Fundo Monetário Internacional para resolver os seus problemas de financiamento, mas neste caso a experiência não é nada mal vista.

"Penso que o FMI é útil neste sentido, porque é uma instituição que pode ajudar a coordenar as acções. Existem coisas impopulares que têm de ser feitas, e pode ser utilizada como um bode expiatório para essas medidas impopulares, que teriam de ser aplicadas de qualquer forma. Ajuda os políticos locais a justificar aquilo que podiam não conseguir fazer por eles próprios", diz.

O responsável diz mesmo que a experiência do seu país tem sido "muito boa" e que a instituição tem feito um grande esforço de coordenação para garantir que as medidas têm os efeitos desejados.

"A experiência com o FMI acabou por ser muito boa, porque actualmente têm uma tendência para serem muito pragmáticos, para encontrar soluções que funcionem. Tiveram algumas medidas pouco ortodoxas, como os controlos de capital e outras para reduzir o défice, e ajudaram a garantir que o programa estava no caminho certo, visitando todos os ministérios, o banco central. Tem sido um esforço em grande cooperação", explica.

No entanto, recorrer a ajuda externa tem as suas consequências e a principal tem sido a falta de confiança dos mercados, explica ainda Gylfi Zoega, acrescentando que ainda não existe previsão para quando ou se a Islândia vai conseguir voltar a financiar-se nos mercados.

"[A Islândia] Não tem qualquer acesso aos mercados de capitais actualmente, e é uma questão em aberto. Quanto tempo demorará? Se os mercados ficarão completamente fechados? Se olham para isto como um problema isolado que podem perdoar ou se olham e pensam nisto como algo mais crónico. Portanto, nós não sabemos como vai ser o nosso acesso ao mercado no futuro", afirma.


* Que se investiguem os governos todos, seria bom identificar os perdulários!


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ANA NI RIBEIRO



Ómega-3…
              a gordura desejada!

A chave para uma dieta saudável reside no equilíbrio adequado entre o consumo de ácidos gordos ómega-3 e ómega-6. No último século houve um excessivo aumento na ingestão de ómega-6 e consequente diminuição de ómega-3, o que é prejudicial para a nossa saúde. É necessário corrigir este desequilíbrio aumentando o consumo de peixe e diminuindo o consumo de gorduras animais. Deve ingerir peixe, independentemente de este estar fresco, congelado, salgado ou enlatado, pelo menos três vezes por semana.

A dose recomendada, em vários países, para um adulto é de 300 a 650 mg/dia. Alguns estudos, tendo em consideração a doença cardiovascular, recomendam
o consumo de 250 mg de ómega-3 por dia, de forma a diminuir o risco devido
a doenças coronárias e ataques cardíacos.

Comer peixe rico em ómega-3 continua a ser a melhor opção para a população em geral poder beneficiar destes ácidos. A absorção pelo organismo dos ácidos ómega-3 provenientes do peixe e marisco é até nove vezes superior à dos suplementos alimentares. Além disso, por vezes os suplementos alimentares não têm os nutrientes biodisponíveis, pelo que acabam por ser eliminados pelo corpo humano. Por isso se tiver que optar, escolha o peixe.

O consumo de peixe, e consequente ingestão de ómega-3, além de prevenir doenças cardiovasculares também é importante em uma maior rendibilidade dos aspectos cognitivos, nomeadamente em crianças e na prevenção de doenças como o Alzheimer. Há ainda evidências que o consumo de peixe diminui o colesterol, pressão arterial e peso corporal.



IN "CORREIO DO MINHO"
18/03/12

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HOJE NO
"DIÁRIO  DE NOTÍCIAS"

Lisboa: zonas de emissões reduzidas
Táxis vão ter período 
alargado para adaptação

Os táxis anteriores a 1996 vão continuar a circular em Lisboa a partir de domingo, dia em que é implementada a segunda fase da zona de emissões reduzidas (ZER) criada pela autarquia, disse hoje o vereador da Mobilidade.

"Vou apresentar uma proposta na próxima semana para que não seja exigido aos táxis a norma 2 (desde 1996) na Baixa, apenas a 1 (desde 1992)", disse Nunes da Silva à Lusa, referindo-se à legislação europeia que obriga a uma redução da emissão de gases poluentes.

Na segunda-feira, a Câmara de Lisboa informou que a implementação da segunda fase da ZER avança no domingo, ou seja, que a partir desta data os veículos ligeiros e pesados anteriores a 1992 ficam proibidos de circular na zona a sul do eixo criado pelas avenidas de Ceuta, das Forças Armadas, dos Estados Unidos da América, Marechal António Spínola, Santo Condestável e Infante D. Henrique e Eixo Norte/Sul.

A implementação da segunda fase da ZER restringe a circulação também no eixo Avenida da Liberdade/Baixa, onde desde julho os carros sem catalisador (anteriores a 1992) estão impedidos de circular.

Segundo explicou o vereador, a "divergência" do número de táxis que não cumprem os requisitos e o facto de o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) ter aprovado apenas há duas semanas o despacho sobre o tipo de equipamento a adotar "não permitiram fazer as alterações" atempadamente.

"O IMTT também precisa de dois ou três meses para proceder às alterações do documento único" sobre os veículos que forem alterados, acrescentou.

Assim, a partir de domingo, a circulação naquelas zonas de Lisboa passa a ser possível apenas a veículos ligeiros posteriores a janeiro de 1996 e pesados construídos depois de outubro do mesmo ano.

Esta medida vigora nos dias úteis, das 07:00 às 21:00, e são admitidas exceções a veículos de emergência, especiais ou de pessoas com mobilidade reduzida.


* O IMTT é muito lento, polui muito, informe-se correctamente e se tiver um carro anterior a 1990 ligue para o ACP, 213180169, Departamento de clássicos, será esclarecido.

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8 - O que DARWIN 


não sabia



 Os episódios anteriores foram editados nas terças-feira precedentes à  mesma hora.
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HOJE NO
"RECORD"

Loeb procura terceira vitória em Portugal
Rali arranca quinta-feira

O francês Sébastien Loeb, oito vezes campeão mundial, vai tentar alcançar a terceira vitória no Rali de Portugal, depois de nas duas últimas temporadas ter perdido para o seu compatriota Sébastien Ogier.

Apesar de ter perdido as duas provas lusas para o seu então companheiro de equipa, Loeb revalidou os respetivos títulos mundiais, mas este ano parece determinado em continuar a estender o seu já longo recorde de oito cetros mundiais consecutivos e lidera destacado o campeonato, com duas vitórias em três provas.

A cada ano, Loeb destaca-se mais dos quatro títulos mundiais dos finlandeses Juha Kankkunen e Tommi Makinen e, além dos títulos mundiais, é também recordista de vitórias no WRC, contando até ao momento 68 triunfos, entre os quais dois em Portugal (2007 e 2009).

Nascido a 26 de fevereiro de 1974, em Haguenau, Bas-Rhin, França, Sébastien Loeb estreou-se em 1995 em competições oficiais de automóveis, chegando rapidamente à mais alta categoria dos ralis. Estreou-se em 2001, ano em que, ao volante de um Citroen Xsara, terminou o rali de San Remo na segunda posição.

O ano de 2002 marcou a passagem definitiva para o WRC e Loeb conseguiu a sua primeira vitória no Rali da Alemanha, terminando na 10.ª posição o campeonato de pilotos, ganho pelo que seria depois o seu principal rival, o finlandês Marcus Gronholm.

No ano seguinte, venceu três provas (Monte Carlo, Alemanha e São Remo) e terminou o campeonato na segunda posição, atrás do norueguês Petter Solberg, campeão do Mundo de 2003.

Em 2004, deu-se a consagração de Loeb, que venceu seis ralis e ajudou a Citroen a conquistar o seu primeiro triunfo no campeonato de construtores.

O piloto gaulês passou a dominar a especialidade e, no ano seguinte, conseguiu o bicampeonato, contribuindo para o segundo título da Citroen.

O ano de 2006 parecia levar o mesmo caminho, após vitórias em cinco das oito primeiras provas da temporada e mais três na segunda metade, mas um acidente quando praticava BTT, em setembro, colocou em risco um título que acabou por conseguir, mesmo sem disputar as derradeiras quatro provas da época.

Depois do tricampeonato, Loeb iniciou a temporada de 2007 apostado no "tetra", mas teve pela frente um dos seus mais difíceis campeonatos, apenas decidido na 16.ª e última prova da temporada, na Grã-Bretanha, depois de uma renhida luta com o finlandês Marcus Gronholm (Ford Focus), que se despediu do WRC.

Em 2008, foi o Japão que coroou Loeb e permitiu ao francês ultrapassar os "tetras" de Kankkunen e Makinen, numa época que dominou desde o início, como o comprovam as vitórias alcançadas em 11 dos 15 ralis.

Na temporada de 2009, Loeb teve a forte oposição do Ford do finlandês Mikko Hirvonen, mas conseguiu passar o nórdico na última prova, tendo vida mais facilitada em 2010 e 2011, anos em que assegurou cedo o título.


* Que volte a ser o Melhor Rally do Mundo!!!

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