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Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
12/06/2020
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XL~MEGA FÁBRICAS
3-VISTA ALEGRE
3.2-Visita de Constance Zahn
* "MEGA FÁBRICAS" não tem apenas a ver com a grandeza da unidade de produção mas também com a excepcional qualidade do produto.
** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
FONTE:
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HOJE NO
"i"
Motorista não deixa jovens entrar
em autocarro sem título de transporte
e acaba esfaqueado
Um motorista da Vimeca foi esta sexta-feira golpeado com "uma arma
branca" no branço por ter impedido três jovens de entrarem no autocarro
sem um título de transporte válido, em Belas, Sintra.
De acordo com uma fonte o Comando Metropolitano de Lisboa
da PSP (Cometlis), citada pelo Jornal de Notícias, o incidente ocorreu
pelas 17h00.
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Quando os jovens tentaram entrar no autocarro, o motorista
chamou à atenção dos mesmos e um deles "voltou para trás e desferiu um
golpe de arma branca" antes de se colocarem em fuga.
A vítima teve de ser transportado para o Hospital Amadora-Sintra para
receber assistência hospitalar mas o ferimento não é considerado grave.
As autoridades não conseguiram ainda localizar o agressor e os outros dois jovens.
* Esta situação acontece porque os veículos não estão adaptados com protecção eficaz dos motoristas, é um problema da administração que expõe os seus empregados a riscos desnecessários.
QUEM NÃO TEM COMPETÊNCIA NÃO SE ESTABELECE!
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HOJE NO
"A BOLA"
UCI ajuda Volta a Portugal
Enquanto
o regresso do ciclismo de competição deverá ser autorizado a partir de 1
de julho, mantém-se a incerteza para a realização da Volta a Portugal,
que aguarda por autorização governamental. O tempo útil para colocar a
corrida na estrada entre 29 de julho e 9 de agosto, como está previsto,
torna-se cada vez mais curto e com margem de manobra bastante limitada,
admitindo-se como provável o adiamento por duas ou três semanas,
conforme já avançou A BOLA.
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O
aspecto financeiro irá ser levado em conta pela organização, que procura
fazer face ao rombo provocado na tesouraria pela não realização da
feira de animação e das atividades satélite na parte desportiva - onde
se inclui o concerto na véspera do dia de descanso e a popular etapa da
Volta. A tudo isto juntam-se as normas sanitárias, a serem implantadas
de acordo com a Direção Geral de Saúde e da UCI, com custos ainda
desconhecidos.
Existe, no
entanto, a possibilidade de a organização reduzir as despesas e
aproveitar os regulamentos entretanto aprovados pela UCI, como por
exemplo o fim de limite mínimo de equipas estrangeiras. Devido às
condições criadas pela Covid-19, a UCI suspendeu até final da temporada o
artigo 2.1.003, que obriga uma prova do calendário internacional a ter o
mínimo 10 equipas, entre as quais 5 estrangeiras, pelo que as
organizações podem ter menos equipas de outros países e aliviar o
investimento. Além do artigo anterior, a Podium Events pode aplicar o
artigo 2.2.007, que diz: «Se quinze dias antes do evento, o número de
participantes inscritos for inferior a 100 corredores, o organizador
pode autorizar as equipas inscritas a aumentar o número de corredores de
cada equipa para o máximo de 8». Em termos práticos, um pelotão formado
por 14 equipas de sete corredores, que soma 98, poderá ser aumentado
com mais um corredor por equipa totalizando 112 unidades.
Numa
medida de sensibilização e face à situação atual, a UCI decidiu
devolver as taxas de inscrições de todas as provas canceladas até ao dia
30 de junho, entre as quais se incluem a Clássica da Arrábida, Volta ao
Alentejo e GP Beiras e Serra da Estrela. As devoluções previstas
incluem além da taxa de inscrição, as despesas de viagem, alimentação e
alojamento dos comissários internacionais nomeados. Em virtude de
Portugal pertencer ao Grupo 2, os organizadores apenas pagam 70% dos
valores da tabela principal. A Clássica da Arrábida (1.2), pagou €1.057,
Volta ao Alentejo (2.2), €2.527 e o GP Beiras e Serra da Estrela (2.1),
€3.045.
* O esforço de organizar a prova é muito grande, em condições tão adversas valerá a pena?
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Portugal
é o segundo país da União Europeia com mais novos casos nos últimos 14
dias, sendo que mais de 90% são na região de Lisboa e Vale do Tejo, onde
na última semana foram identificados quase 2.000 infetados, observa.
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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Médicos acusam autoridades de falta de estratégia na região de Lisboa
O
Sindicato Independente dos Médicos (SIM) alertou esta sexta-feira que a
falta de uma estratégia por parte da autoridade de saúde de Lisboa e
Vale do Tejo "põe em perigo" o controle da pandemia de covid-19 em
Portugal.
"A epidemia de
covid-19 continua descontrolada na região de Lisboa e Vale do Tejo
[LVT]. Desde o início desta epidemia que não houve por parte da
autoridade de saúde regional uma estratégia" com vista ao seu controlo,
afirma o secretário-geral do SIM num ofício enviado à ministra da Saúde,
ao Presidente da República, ao primeiro-ministro e aos presidentes da
Administração Regional de Saúde e ao delegado de saúde regional de LVT.
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| ISTO É UMA PULHICE E MATA |
Segundo
Roque da Cunha, há "centenas de doentes" com covid-19 por contactar,
"ainda com inquérito epidemiológico por realizar", desconhecendo-se
assim os respetivos contactos.
"Daí que
estes números poderão ser a ponta do iceberg de um gravíssimo problema
de saúde pública", salienta na carta, em que saúda a criação do gabinete
de intervenção nomeado pelo Governo, "face ao descontrolo da situação
na região de Lisboa e Vale do Tejo", afirmando que "apenas peca por ser
tardia".
"Com essa medida, foi dada
razão aos sucessivos alertas do SIM (não raras vezes acusados de
alarmistas), ao mesmo tempo que tem sido visível o trabalho realizado
nas demais ARS - face à displicência e desatenção da Administração
Regional de Saúde e da Autoridade de Saúde Regional de LVT", sublinha no
ofício.
Para o SIM, o "mais preocupante" é o aumento de mais de 20% nos internamentos hospitalares e nos cuidados intensivos".
"Trata-se do resultado de uma postura que,
desde sempre, considerámos displicente", diz, exemplificando com "a
defesa da manutenção do funcionamento das escolas, baseada na ideia de
que a situação seria compatível com uma mera gripe, a desvalorização dos
transportes no surto da Azambuja" ou "o abandono da USP [Unidade de
Saúde Pública] de Sintra quando grande parte da unidade se encontrava
infetada".
Lembra ainda que "os focos
suburbanos de precariedade em Lisboa existem há muitos anos, com bairros
sociais e residentes com baixos rendimentos, a construção civil
também".
"Numa fase em que existe um
estímulo ao desconfinamento e em que os profissionais de saúde estão
exaustos, esta desvalorização - quiçá até desconhecimento - por parte
das autoridades de saúde/administração regional de saúde parece ignorar a
verdadeira dimensão do problema", adverte.
Perante
esta situação, o SIM apela para que o grupo de intervenção para Lisboa e
Vale do Tejo emane "orientações claras e robustas" e que sejam
disponibilizados os equipamentos de proteção individual necessários à
atividade dos profissionais de saúde.
Apela
ainda ao desenvolvimento de estratégias para vigilância das "muitas
centenas de doentes infetados sem médico de família" e à criação de
condições para que "os médicos da ARSLVT previnam a exaustão e que
possam usufruir do descanso necessário".
"Apesar de não se dever mudar generais em
plena batalha, com a saída de um 'marechal', como o senhor ministro das
Finanças Mário Centeno, num momento delicadíssimo da discussão do
orçamento suplementar, abre uma clamorosa exceção a esta regra", afirma
Roque da Cunha.
"Ainda assim,
consideramos que se traduziu também no assumir de responsabilidades,
algo que ao nível do Conselho Diretivo da ARS e da autoridade regional
de saúde (delegado de saúde regional) de LVT, também se deveria
verificar", defende.
Portugal
contabiliza pelo menos 1.505 mortos associados à covid-19 em 36.180
casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral
da Saúde.
Na região de Lisboa e Vale do
Tejo (14.407 casos), onde se tem registado maior número de surtos, há
mais 246 casos de infeção do que na quinta-feira.
* Não somos advogados do diabo, aceitamos que as críticas do dr. Roque da Cunha são certas, mas a responsabilidade do aumento do número de doentes não é só das autoridades de saúde, o poder local tem a responsabilidade de estar encostado ao poder central à espera do dia seguinte, pouco fez para controlar trânsito pedonal nos pontos de maior concentração, tomemos o exemplo da pseudo-marcha anti-rácica que a pretexto duma nobre causa provocaram um arremedo populista.
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