09/12/2016

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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15-A ASCENÇÃO

 DO DINHEIRO

O que também grandes banqueiros
e prestigiados políticos não querem
que se saiba acerca do dinheiro


* Veja também "O DINHEIRO COMO DÍVIDA" editado nas 5 semanas anteriores ao do início  desta série neste mesmo horário.

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Instruendos chamados de novo 
a depor no caso dos Comandos

O Ministério Público vai chamar de novo a depor grande parte dos instruendos do curso de Comandos que já estão arrolados como testemunhas, soube o JN.

As inquirições estão diretamente associadas ao inquérito-crime aberto na sequência da morte de Hugo Abreu e Dylan Silva, durante o 127.º curso de Comandos.
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O objetivo do DIAP de Lisboa, onde o inquérito corte termos, é reforçar a prova já recolhida, em particular no que diz respeito à quantidade de água que foi distribuída aos instruendos.
A prova recolhida pela investigação da Judiciária Militar revelou que a água só foi reforçada após os instruendos terem começado a cair por desidratação. O testemunho dos instruendos comprovou os factos, assim como os relatórios das autópsias.

No entanto, como a medida de coação determinada pelo tribunal aos sete militares detidos apenas determinou o afastamento do capitão médico, arguidos e testemunhas voltaram a ter proximidade, tal como o JN noticiou dias depois dias dos detidos serem presentes e tribunal.

A inquirição agora planeada pretende reforçar a prova testemunhal e manter válidos os indícios recolhidos. A SIC noticiou entretanto que MP pretende reconstituir as circunstâncias que envolveram os factos mais determinantes no 127 curso de Comandos.

* Digam a verdade aos portugueses, as duas mortes não têm responsáveis?

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OS RESULTADOS
DA EDUCAÇÃO



CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa, 7 de Dezembro, não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrivelmente claro e polémico.
Fique atento às declarações do Dr. Nuno Crato.

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS 

DA MADEIRA"

Limites de velocidade podem ainda ser corrigidos, diz Albuquerque

Os actuais limites de velocidade nas estradas da Região poderão ser alvo de correcção existindo a possibilidade de “impor limites mais razoáveis” da marcha dos automobilistas.

Quem o diz é o próprio presidente do Governo Regional dando resposta às inúmeras contestações sobre este tema, embora dissesse que “o grande problema da Madeira não seja andar a mais 10 ou mais 20 km/h”, observou esta tarde durante uma visita à conclusão dos trabalhos de pavimentação entre a Raposeira e a Ponta do Pargo. Uma obra executada ao longo de “7,2 quilómetros”, com meios do Governo, conforme foi amplamente sublinhado pelos responsáveis das Estradas da Madeira na ocasião.
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Seja como for, Miguel Albuquerque não fugiu à questão colocada, explicando que a nova sinalização rodoviária deveu-se a uma “renegociação” entre o Executivo madeirense e as empresas concessionárias que “possibilitou uma poupança aos contribuintes” na ordem dos “250 milhões de euros”. Foi “devido a essa renegociação e nos termos das variáveis que fazem parte do contrato, que houve a imposição preliminar – digo preliminar, porque não é definitivo porque está em estudo – dos limites de redução de velocidade”.

Um valor repetido por Miguel Albuquerque para que “as pessoas percebam o que aqui está em causa”, assinalou, tendo a seu lado o secretário regional dos Assuntos Parlamentares e Europeus, a quem está delegada a tutela da rede viária, e também o presidente da Câmara Muncipal da Calheta, recentemente indigitado para ser recandidato às Eleições Autárquicas pelo PSD-M.

* Cheira a esturro.

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2-PENICHE
O PORTO E OS HOMENS


ÚLTIMO EPISÓDIO

Há 35 anos, o porto de Peniche chegou a ter mais de 40 traineiras. Só 14 eram propriedade da União de Cooperativas de Peniche, uma das primeiras cooperativas de pesca do país. Dessas 40, resta no cais das traineiras... apenas uma.
Todas as outras foram abatidas ou vendidas para outros portos nacionais e estrangeiros. Peniche tem agora apenas seis embarcações a fazer a chamada pesca do cerco.
Já os estaleiros navais de Peniche, que começaram com uma rampa de reparação, constroem agora barcos de pesca para vários países africanos.
O programa "Perdidos e Achados", SIC,  regressa ao Porto de Peniche para saber que realidade vivem hoje os pescadores e armadores daquela região. Encontrámos o que resta das cooperativas/barco: uns estaleiros concessionados há 24 anos pelo Estado aos pescadores, armadores e empresas locais.

Reportagem SIC, emitida a 10.12.2011.
Jornalista: Dulce Salzedas
Imagem: Pedro Carpinteiro
Edição: João Nunes

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Martifer só emprega nos estaleiros
 de Viana 250 dos 400 prometidos
 há três anos

Dos 588 trabalhadores dos antigos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) que requereram subsídio de desemprego, 273 estão a trabalhar, dos quais 162 na West Sea. A subconcessionária da Martifer emprega 250 dos 400 trabalhadores que no início de 2014 tinha prometido contratar.

"A nossa intenção é começar a recrutar pessoas logo após a assinatura do contrato de subconcessão – cerca de 400 ao longo de 2014, maioritariamente entre as que hoje trabalham nos estaleiros", garantia, em entrevista ao Negócios, Carlos Martins, presidente do grupo Martifer, a 10 de Janeiro de 2014, dia da assinatura do contrato de subconcessão dos terrenos, infra-estruturas e equipamentos dos estaleiros navais de Viana do Castelo (ENVC).

Passados quase três anos, a subconcessionária West Sea cumpriu apenas 62% da promessa em termos de criação de emprego.

O QUERIDO LÍDER DO NEGÓCIO
"A West Sea, na sua constituição em 2 de Janeiro de 2014, admitiu 281 trabalhadores (186 dos quais haviam sido trabalhadores dos ENVC). Actualmente a West Sea conta com um total de 250 trabalhadores", informa o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, numa resposta enviada por escrito ao grupo parlamentar do Bloco de Esquerda.

Uma resposta às perguntas deste partido, que quis saber se o Governo tinha conhecimento de "quantos postos de trabalho foram criados pela West Sea e quantos foram ocupados pelos ex-trabalhadores dos ENVC", assim como "em que ponto está o cumprimento dos compromissos quando da privatização dos ENVC".

Na resposta do ministério tutelado por Vieira da Silva, refere-se que "requereram prestações de desemprego 588 trabalhadores cujo contrato cessou com os ENVC", dos quais, "actualmente, 273 estão a trabalhar (162 dos quais na empresa West Sea), 25 entraram em situação de reforma e 290 mantêm-se a receber prestações de desemprego".

Depois de passar em revista a situação dos ex-trabalhadores dos ENVC inactivos – "os cerca de 250 que puderam ou vão passar à reforma, "mas com penalizações significativas"; os cerca de 100 "que não poderão sequer aceder a qualquer tipo de reforma antecipada, mesmo tendo carreiras contributivas longas"; e os "cerca de 180 trabalhadores" para os quais "o subsídio de desemprego já cessou e encontram-se ainda sem qualquer alternativa em termos de trabalho", o Bloco de Esquerda reivindica do Governo uma intervenção para alterar, em benefício dos destinatários, as condições de acesso à reforma antecipada daqueles ex-trabalhadores dos ENVC.

Na resposta, o Governo nada prometeu. "Os trabalhadores em apreço têm sido informados, por via da delegação de representantes dos trabalhadores e dos serviços da segurança social, sobre os mecanismos de protecção existentes no quadro legal vigente, quando do termo da concessão de prestações de desemprego", afirma o ministério, concluindo que "os serviços da Segurança Social estão naturalmente disponíveis para os esclarecimentos e apoios necessários a estes trabalhadores e suas famílias".

Até Setembro passado, a West Sea tinha construído dois navios e reparado 80 embarcações, tendo mais cinco em fabrico. O volume de negócios previsto para este ano é de cerca de 40 milhões de euros.  

* Uma negociata das valentes.

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