11/10/2015

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Doce de Abóbora Chila (Gila)




De: SaborIntenso
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ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"

Crianças que lêem têm acesso
 a 70% mais palavras

Ler ajuda à imaginação e não só. Segundo uma investigação da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, a leitura dá acesso a 70% mais palavras do que as conversas que os pais têm com as crianças. E até ler aos bebés ajuda nesta aprendizagem, já que estão a adquirir o ritmo da leitura ao ouvirem os adultos.
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O estudo comparou o vocabulário das crianças, segundo as conversas dos pais e ainda os textos de livros infantis, e encontrou novas palavras relacionadas com a leitura.
Como explica a investigadora Jessica Montag, citada pela revista brasileira Crescer, há ainda outras vantagens na leitura: "O ponto principal é que há mais palavras únicas no texto de livros de imagens do que em discursos que temos com as crianças. A principal vantagem é que os livros introduzem novos assuntos e novas palavras que, normalmente, estão fora do linguagem quotidiana."

A investigação aponta ainda para o facto de a leitura reforçar a relação entre pais e filhos e ao debate de novos temas.

* Acrescentamos, crianças que lêem constroem melhor as frases quer na forma oral ou na escrita, interpretam melhor as disciplinas do seu curriculum e têm mais facilidade para estudo de línguas estrangeiras.
Uma criança chinesa aos sete anos já domina 4 mil caracteres do complexo alfabeto chinês.

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8.FOTOGRAFIAS QUE 

FIZERAM HISTÓRIA




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Senso d'hoje
    ANTÓNIO
HENRIQUES GASPAR
PRESIDENTE DO SUPREMO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA
  SOBRE A JUSTIÇA

"Sem nos darmos conta, (...) assistimos a ruturas silenciosas, que são alterações radicais, reveladas na criação paulatina e subreptícia de múltiplas instâncias de jurisdição material fora dos tribunais (...), [e] somos confrontados [por] várias fontes, por insistente indução ideológica à fuga do contencioso, para formas de justiça privada".

"As formas sensíveis de infracção às obrigações e deveres, praticadas no âmbito de actividades sujeitas a regulação,  - os grandes interesses da finança e da economia, a concorrência, as comunicações ou a energia" tenham sido "entregues ao direito das contra-ordenações, que tem sofrido acentuadamente uma deriva na razão da sua natureza e dos seus fundamentos dogmáticos".

"O juiz sabe que é o guardador das liberdades e o último recurso na garantia dos direitos dos que não têm outros recursos, mas transporta hoje consigo o sentimento amargo de que o mundo, e até a lei, não têm a magia que lhe permita cumprir no todo o projecto do seu ideal".

* Excertos de discurso no acto de abertura do Ano Judicial.


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ESCOLHAS DE DOMINGO

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COMPRE JORNAIS

E REVISTAS









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PORQUE SOMOS

UM ENCANTO


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BOM DOMINGO

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