13/04/2015

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HOJE NO
  "RECORD"

José Manuel Capristano: 
«Jesus devia ser um mini Ferguson»

José Manuel Capristano é um defensor da continuidade de Jorge Jesus no banco do Benfica. Em entrevista à Rádio Renascença, o antigo vice-presidente do Benfica compara mesmo o amadorense ao antigo treinador do Manchester United.
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"O Jorge Jesus deveria ser um mini Alex Ferguson. É um treinador extraordinário, dedicou-se ao Benfica de forma extraordinária, é um apaixonado do Benfica, respira futebol 24 horas por dia. Terei muito pena, e os adeptos benfiquistas também o sentirão, no dia em que ele sair do Benfica. Terá de sair um dia, porque ninguém é eterno, mas quanto mais tempo ficar no Benfica, mais feliz eu e os adeptos benfiquistas ficaremos. E o Benfica também ganha com isso", explica, analisando a luta pelo título que está ao rubro na Primeira Liga. Capristano classifica a mobilização dos adeptos encarnados como "força imparável".

"Até ao lavar dos cestos é vindima, mas o jogo com o FC Porto é decisivo. Se o Benfica vencer o Belenenses [o Belenenses] e mantiver os três pontos de avanço é praticamente campeão, mesmo empatando na Luz com o FC Porto. É um jogo muito importante. A Luz tem sido um palco de 40, 50 ou 60 mil espectadores. O jogo com o FC Porto é um clássico e a afluência não me surpreende. Mas é um gosto e um prazer ser-se do Benfica".

* Nós somos sportinguistas não psicóticos, gostamos do nosso treinador que continua a fazer omeletes sem ovos. Tratar Jesus, que respeitamos, como um mini qualquer coisa é do mais pacóvio possível, só mini neurónios em formol são capazes de dizer estas patacuadas, extrapolando pode considerar-se o Benfica como um mini Manchester, tapem-lhe a boca.

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INESPERADO!


Trio filipino tinha prometido uma grande surpresa e assim foi!
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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Sem-abrigo do Porto processam o Estado

Por estes dias, dará entrada no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto uma ação popular contra o Estado. É intentada por um grupo que inclui cidadãos sem-abrigo e surge, essencialmente, "porque os sem-abrigo não têm satisfeitas as necessidades estipuladas por lei", segundo a advogada Carla Ramos. 
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Seguirá também para a Justiça um pedido de indemnização e, por fim, uma outra ação relativa a pessoas sem-abrigo que morreram, "quanto mais não seja para se dar início a uma investigação e para se saber se houve negligência por parte do Estado", adianta a jurista.

Carla Ramos acredita que será a primeira vez, a nível europeu, que um país é processado por pessoas sem-abrigo. E garante: "Caso não logremos ter sucesso nos tribunais portugueses e esgotadas as instâncias nacionais, recorreremos aos tribunais internacionais".

Uma das questões em causa é o valor que "o Estado é obrigado a estipular" para assegurar as condições mínimas de subsistência a essas pessoas. Por outro lado, pretende-se que os sem-abrigo sejam "indemnizados por aquilo que já passaram".

* Uma acção inédita, parece-nos.
Não esquecer que os sem abrigo não são iguais, há pessoas a viver nas ruas porque a vida  as carregou de hostilidades e carências e outras que recusam ajuda e algumas alojamento. Todos deviam ter os cuidados adequados dum Estado protector e não da caridadezinha. 
Realçe-se o trabalho de valiosas ONG's que estão a responsabilizar-se por tarefas de apoio que deviam estar a cargo do Estado. Nós, os que temos casa, devíamos ser mais solidários com essas ONG's.



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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Presidente da Volkswagen abre guerra
 de família após críticas a CEO

Os Piëch e os Porsche estão em desacordo quanto à continuação de Martin Winterkorn como CEO da Volkswagen. O assunto ganhou destaque este fim-de-semana e promete marcar o futuro do grupo alemão.
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Bastaram umas breves palavras de Ferdinand Piëch para despoletar um conflito familiar. Numa entrevista à revista Der Spiegel na passada sexta-feira, 10 de Abril, o presidente da Volkswagen revelou que se tem "afastado" do CEO Martin Winterkorn e questiona as suas capacidades para liderar o grupo automóvel alemão.
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O assunto ganhou destaque no fim-de-semana e a imprensa internacional é já unânime em chamar-lhe de "crise de liderança" na Volkswagen. Se Piëch duvida das capacidades de Winterkorn, outros se juntam à batalha na frente contrária.

Wolfgang Porsche, chairman da Porsche (que detém uma participação maioritária no grupo), já veio dizer que não concorda com a posição do primo. É uma "opinião pessoal, cujo conteúdo e substância não estão de acordo com a família", afirmou. Posição semelhante tomaram o estado de Lowe Saxony, onde está sedeada a VW, e o representante dos trabalhadores.

Se Ferdinand Piëch queria obrigar os principais accionistas a tomar uma posição, acabou por se ver isolado na vontade de afastar Winterkorn da Volkswagen. O CEO tem contrato até ao final de 2016. Fontes ligadas ao gestor já referiram ao "Financial Times" que o mesmo se manterá em actividade até a essa altura.

Não é a primeira vez que declarações polémicas de Piëch afastam o CEO do grupo. Desta vez, as palavras foram recebidas com surpresa, mesmo já sendo conhecida a pouca paciência deste patriarca para gestores que o desapontem.

Apesar de Winterkorn ter triplicado os lucros do grupo alemão para quase 11 mil milhões de euros desde que assumiu o cargo em 2007, é o mais recente plano de redução de custos a justificar a posição de Ferdinand Piëch. O reduzido desempenho no mercado norte-americano é o principal factor a pesar na posição. Por isso mesmo, a companhia terá de cortar cerca de cinco mil milhões de euros até 2017.

Os desentendimentos entre os clãs Piëch Porsche sobre a liderança do império automóvel não são novos. Contudo, as discussões ocorrem geralmente à porta fechada – o que não se verificou desta vez.

O "timing" escolhido para as palavras de Piëch também é visto com alguma estranheza, mas há analistas que acreditam que o presidente do grupo automóvel quer comprometer as perspectivas de Winterkorn renovar o seu contrato ou se tornar presidente da Volkswagen após a saída de Piëch, apontada para 2017.

A imprensa estrangeira recorda que Winterkorn chegou a ser "protegido" de Piëch quando o último era ainda CEO da Volkswagen, tendo preparado o caminho para que este o substituísse no cargo em 2007. Martin Winterkorn é o CEO mais bem pago da Alemanha, tendo auferido cerca de 16 milhões de euros no ano passado.

A decisão para esta "crise de liderança" na Volkswagen deverá chegar a 5 de Maio, dia para que está marcada a reunião anual de accionistas. Caso a continuação de Winterkorn seja levada a votação, Piëch deverá ficar ainda mais isolado nesta batalha. A maioria dos direitos de voto está nas mãos dos apoiantes do CEO.

* Coisas de ricos a que devemos dar alguma atenção.

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 DOCES


Cortar doces tradicionais coreanos é uma arte!
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HOJE NO
 "DESTAK"

Portugal com maior quebra do emprego
 na UE no 4.º trimestre de 2014 
face ao anterior

Portugal registou a maior quebra do emprego, de 1,4%, na UE no quarto trimestre de 2014 face ao anterior, mas registou um aumento de 0,7% em termos homólogos, segundo dados hoje divulgados pela Comissão Europeia.
O APOIO DO PIEGAS QUE NÃO É PERFEITO
Para além de Portugal, o emprego caiu, na comparação em cadeia, na Croácia (-0,9%) em Chipre (-0,6%), na Polónia (-03%), em Itália (-0,2%) e em Malta (-0,1%).

Os dados de Bruxelas mostram ainda que o emprego subiu, na média da União Europeia UE, 1% no último trimestre de 2014, na comparação homóloga com 2013, e 0,9% na zona euro, no mesmo período. 

* Estas percentagens enganam muitas vezes os leitores, o que se passa é que Portugal tem mais de um milhão de cidadãos válidos que não têm trabalho.

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